quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Olá amiguinhos, tudo bem com vocês ?
Só passei aqui pra avisar que já recebi uma creepypasta dos leitores, e ela será postada no sábado, se vocês quiserem mandar mais algumas seria bem legal.
Boa leitura!

Boa noite

Ela morava em um pequeno apartamento com o marido e seus dois cães. Uma vez que o edifício era antigo e suas paredes eram finas, cada barulho feito na entrada e na sala de estar poderia ser ouvido mesmo a partir do quarto. No tardar da noite, ela decidiu ir para a cama, enquanto seu marido levava os cães para fora, para fazer a sua última caminhada do dia antes de dormir. Depois que ela entrou no quarto, ouviu o barulho das coleiras dos cães e a abertura e o fechamento da porta da frente.

Quando ela começou a cochilar, ouviu a porta da frente abrir e fechar enquanto o seu marido entrava novamente no apartamento. Ela viu uma pequena faixa de luz quando ele abriu a porta do quarto e em seguida, calmamente a fechou por trás dele. Em silêncio, ele subiu na cama e ficou por debaixo das cobertas. Ela murmurou, "Eu te amo" e adormeceu antes que ele pudesse responder.

Alguns minutos depois ela foi despertada quando ouviu a porta da frente abrir e fechar novamente.Então ela ouviu novamente o barulho da coleiras dos cães e então escutou a voz abafada do seu marido. No momento em que ela percebeu que o marido não estava na cama, ela sentiu uma fria mão no seu rosto.




fonte: 
http://www.creepypasta.com/goodnight/

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Diante dos seus olhos

Você já ouviu falar do conceito de sua vida passar diante dos seus olhos? Você provavelmente já ouviu isso por aí. Quando a sombria figura da morte finalmente bate na sua porta sua mente recapitula todos os grandes eventos de sua vida, é tudo o que sua mente pode fazer para ajudar a aliviar o estresse da sua morte prematura. É reconfortante, realmente. É reconfortante saber que mesmo na morte, você vai ter a memória do seu baile do colégio, ou então de seus filhos e netos.
Foi uma pena que você nunca lembrou da experiência de um dos melhores momentos da vida.
Naquele dia, você não estava nem mesmo estava prestando atenção. Quantos anos você tinha? 18? 24? Pouco importa agora eu suponho. Você ficou de cama por dias, a sua família chorando pela perda de um de seus próprios parentes. Suas lágrimas umedecendo as folhas que cobriam o corpo, a partir desse trágico acidente que nunca deveria acontecer.
O que sobrou desse acidente para você? Algumas boas lembranças de um casal de amigos próximos de vocês também de pé ao lado de sua cama de hospital, que acabaria por se tornar o lugar de descanso eterno de sua alma mortal. Você começa a reviver memórias. Infelizmente, você achava que seus anos eram cheios de felicidade, na verdade eram solitários. Você viveu sua vida isolada, atrás de uma mesa olhando para a tela brilhante conectado à web conhecida como internet.
Todos esses anos revivendo, mas tão só. Havia apenas alguns pedaços de felicidade de uma vida triste e obscura. Todas estas coisas culminadas para aquele um dia fatídico. Você estava apenas andando no centro para finalmente ir visitar a sua antiga namorada do ensino médio. Se você tivesse olhado para os dois lados da estrada, ou se não tivesse bebido. Assim, pequenos detalhes desse último dia levaram você para o caminho daquela colisão horrível. A ambulância chegou rapidamente, levando-o para o hospital, onde toda a sua família correu, chorando, então tudo se torna um flash.
E você começa a reviver sua vida mais uma vez...


fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Flashing_before_Your_Eyes

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Diário de um planeta morto chamado Terra

Entrada 1 (Data desconhecida)

Olá, eu sou Jessica, e eu moro em um pedaço de um planeta morto há muito tempo. Milhares de anos se passaram desde que um meteoro nos atingiu, desintegrando o nosso planeta maravilhoso em dezenas de luas. Foi um dia muito triste para todos nós. Desse ponto em diante a nossa tecnologia foi perdida e passamos a viver em cavernas. Tememos a escuridão e o frio, nos agarrando a rocha derretida. Mas acima de tudo, tememos a superfície e o seu frio implacável com uma pouca atmosfera para respirar.

Entrada 2 (3 ciclos orbitais desde a entrada 1)

Eu tenho usado a Entrada 1 como um método para registrar o tempo. Antes de a nossa terra natal desmoronar era utilizado um padrão objetivo para registrar o tempo e esse era o nosso ciclo orbital, então eu estou usando a entrada 1 como uma data de início e medir o que restou dos ciclos orbitais deste planeta em torno de seu próprio eixo através da pequena vigia de um submarino abandonado onde estou.

Entrada 3 (5 ciclos orbitais desde a entrada 1)

Hoje Stephen me deu um presente, um colar. Ele diz que ter isso significa que eu faço oficialmente parte da sua tribo, e estou muito feliz, pois eu não seria capaz de obter qualquer alimento sem Stephen por perto me ajudando a cuidar de mim e a sobreviver nesse mundo.

Entrada 4 (8 ciclos orbitais desde a entrada 1)

É engraçado. Eu percebi o quanto nós confiamos em alguns restos de tecnologia mesmo em nosso estado tribal. Stephen me deixou entrar em seu estabelecimento e também me deu um trabalho protegendo o submarino abandonado, bloqueando a entrada da caverna e certificando que ninguém despressurize a caverna, abrindo-a. Há algumas plantas no interior dela, acho que é por isso que temos um pouco de oxigênio por aqui.

Entrada 5 (9 ciclos orbitais desde a entrada 1)

Minha lanterna desligou, eu tive que pegar algumas pilhas novas de Stephen. Ele está realmente apaixonado por mim. Ele só me dá o que eu quero quando eu quero. Quando voltei para a câmara, eu vi uma coisa horrível, era uma criatura... oh deus, era horrível... Ele estava usando uma roupa com um capacete circular, mas eu podia ver algumas das características corporais dele. Ele só tinha duas pernas e apenas dois braços. Ele nem sequer tinha três olhos ou antenas como o restante de nós.

Tinha também um pontudo crescimento sobre a sua face com dois buracos que só posso presumir que serviam para a sua respiração e uma boca inchada com uma tonalidade rosa clara. A criatura estava perto de um veículo em forma de cone estranho do qual emergiu um outro ser igual ele que estava carregando uma vara de metal adornada com um pano vermelho branco e azul.

Sinto muito Stephen, eu tivesse que fazer isso. Abri a câmara, o que eu vi foi algo que eu não poderia deixar de ver. Por favor, me perdoe...

...

Encontramos este diário perto de um pedaço de metal saliente do solo lunar. Eu presumo que isso foi escrito com antecedência por um dos nossos próprios homens, mas foi escrito em um antigo dialeto do sânscrito que ainda é desconhecido para mim.

Atenciosamente,

Comandante Armstrong.

fonte:
http://ndaydude001.blogspot.com.br/2013/10/a-diary-from-dead-planet-called-earth.html

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Olá amigos e amigas, como vão vocês ?
Hoje deveria ocorrer a postagem da "historinha dos leitores", mas devido a alguns imprevistos ela terá de ser atrasada para o próximo sábado/domingo, então para compensar vou postar duas creepypastas pra vocês.
Boa Leitura !

Os Filhos da Semente

O texto seguinte faz parte das evidências do ataque de um estranho culto, até então desconhecido, que ocorreu no antigo armazém Boston Ice, na zona da Praça Newmarket. O texto chegou a confundir sociedades teosóficas em todo o mundo e até mesmo o especialista em ocultismo Bernd Becker, que teria dito: "Isso é extraordinariamente diferente de tudo já visto até mesmo nos círculos mais obscuros e mais secretos do ocultismo".
Não houve comentários das autoridades, mas policiais foram vistos sendo escoltados para fora do armazém pouco depois de entrar e muitos forem dados como desaparecidos. Não está claro o que causou o ataque em primeiro lugar, mas houve menções de uma denúncia anônima atingindo Howard B. Prince, um oficial que naquele época estava patrulhando a área do armazém.
...
O homem não se lembra de seu patrimônio, sua mente muito inconstante sempre vai co-existir com a verdade de sua insignificância diante o universo, um pequeno bug em seu próprio ecossistema sem importância. No entanto, há aqueles que são fascinados pelas larva estúpidas que vivem no toco podre do mundo, eu criei um interesse, uma espécie de fascinação pela humanidade. Eu o estudei, fiquei intrigado. Ele começou a me adorar com nomes, sempre mudando de um lugar para outro. Ele me deu muitas faces, e abracei todas elas, malévolamente e benevolente da forma como elas eram.
Eu não tinha prazer no acasalamento com as fêmeas e nem eles quando percebiam a plenitude do meu ciclo reprodutivo, mas ainda alguns sobreviveram e então uma lenta reprodução adiante minha descendência a partir de um grande número de gerações. Os machos serviriam apenas para transformar o que eu estava prestes a trazer a este mundo, e alguns, é claro, foram guardados para meus estudos pessoais.
Eu achei muito divertido descobrir uma das minhas encarnações religiosas. Parece haver manchas de memória deixados em cima do vidro frágil que é a mente do homem. Eu vi como as guerras foram travadas em minha honra, ambos os lados embalando seus equívocos de criador e criatura. Eu vi como seria iluminado dar um passo à frente, e eu comecei a me maravilhar com os planos para encontrar a sua origem, para que me conheçam verdadeiramente. Eu até tentei revelar a verdade para alguns deles, mas suas mentes débeis tinham apenas uma simples visão de mim, seu pai.
Então, decidi abordá-los como eles eram, minha imagem e minha carne. Desta vez, minha mensagem foi recebida, alguns riram e outros cambalearam e fugiram, mas alguns, escolha seguida por poucos, escutaram minha voz. Eles se tornaram servos ligados a mim em carne e em espírito, mas mesmo assim eles não sabiam de nada.
Pela primeira vez desde o nascimento do meu primeiro filho, eles me conheciam, eles me seguiam, eles se deleitava com minhas verdades. Eles nomearam-se Filhos da Semente e me nomearam como seu Pai. Meus filhos estão ficando cada vez mais fortes, se preparando para travar uma guerra contra os seus irmãos inferiores. E assim, mais uma vez, a verdadeira raça virá e vencerá a inferior, mas desta vez ninguém será poupado.

fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Children_of_the_Seed

A Sensação

Nós todos sentimos isso.
Você está acordado até tarde. Trabalhando, estudando, assistindo a um filme, lendo e mexendo no seu computador. Não importa o que você estiver fazendo. Você já está cansado, seus olhos ardem e você começa a ter aquela sensação que acontece depois de não dormir por muito tempo. Ok, você não pode ir para a cama agora, mas mesmo assim você fecha os olhos por alguns minutos. Tente colocar um pouco de umidade para trás de seus olhos. Então, você vai sentir a sensação. Será como entrar dentro de um penhasco, como se você estivesse em uma queda livre embora seu corpo não estivesse realmente em movimento.
Então, como uma corda elástica te catapultando de volta, você vai acordar e o seu coração vai bater um pouco mais rápido, piscando rapidamente, se perguntando o que aconteceu. Os médicos chamam isso de empurrão hipnogógico. É apenas uma reação natural, dizem eles, seu cérebro apenas pensou por um momento que você está morrendo, quando sua respiração e batimentos cardíacos ficam lentos enquanto você tenta adormecer.
O que os médicos não sabem é que seu cérebro está certo. Toda vez que você se deixa adormecer, cada vez que você tem essa sensação, você não está caindo, na verdade, você está sendo puxado para baixo. E um dia... Seu cérebro não será capaz de puxá-lo de volta.
E então, eles terão você.

fonte: 
http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Feeling

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Ruídos Casuais

Alguma vez você já ficou até tarde tentando pegar no sono? Se jogando e virando na cama, tentando encontrar uma posição confortável para descansar, mas você não consegue? Por qualquer motivo que seja, como as pernas ficando muito quentes, ou travesseiro ficando muito desconfortável, ou então o cobertor não é suficiente para preencher uma parte do corpo, etc.

Sozinho, na escuridão de seu quarto à noite. Agora, aqui, este é o seu próprio pequeno santuário, onde você sabe onde está tudo ao seu redor. Como sua coleção de jogos e filmes, o seu laptop repleto dos vídeos e imagens mais recentes. Mas se algo inteiramente diferente surgir no seu quarto? O que eu estou tentando dizer é aquelas rápidas e repentinas rachaduras e ruídos que se ouve quando a sala fica muito quieta. Você já ouviu? Claro que sim. Eles podem ser frequentes e muito rápidos, tão rápidos quanto um simples piscar de olhos.

A maioria de nós simplesmente os considera um simples fenômeno. Isso acontece tão frequentemente, então por que você deveria se importar? A maioria de nós provavelmente encontra uma forma de explicar isso para nos consolar. O aquecedor está ligado, e o fluir através das aberturas que expande o metal quando é aquecido dá origem a esses ruídos.

Ninguém pensa nisso. Ninguém se preocupa em perseguir e descobrir tanto assim sobre eles. Um pequeno barulho com pouco valor. Vamos enfrentá-los então. Independentemente do que você pensa deles, você pode segui-los. Cada pequeno barulho parece estar vindo de algum lugar, o seu quarto. Talvez você não os siga com os olhos, mas com a cabeça.

Vire à esquerda, vire ligeira mente para a direita, olhe para cima. Você pode seguir com a sua cabeça, mas você pode seguir o barulho para descobrir qual é sua fonte? O que esses estranhos ruídos poderiam ser?

Aqui vai uma pergunta: Que tipo de piso que você usa, Madeira? Tapete? Caminhando sobre o piso você começa a reproduzir um barulho. A madeira vai chiar em voz alta, enquanto o tapete pode chiar um pouco mais fraco. Leve isso em consideração quando você ouvir estes ruídos enquanto dorme. Pode não ser, digamos, o aquecedor, como você pensa que é. O mais interessante é que há pouca ou nenhuma distinção entre o andar no chão e aqueles ruídos que você escuta à noite, no seu quarto.

fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Casual_Noises

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Olá viajantes da interwebs, como vão vocês ?
Parece que a ideia da "historia dos leitores" tem dado muito certo em pouco tempo.
Então, por que não fazer disso uma coisa semanal ?
O plano é o seguinte, vocês me mandam seus textos durante a semana e eu posto eles no domingo ou sábado.
E agora um texto que eu traduzi, para vocês apreciarem.
Boa leitura!

Ressuscitar

Olá, linda.

Se você puder ler isso, por favor, ouça minha confissão. Você provavelmente não me conhece, mas eu te conheço há muito tempo. E eu não sei se deveria dizer isso ainda mas... Eu te amo.
Sim, eu amo. Eu realmente te amo.
Eu te amo tanto que eu construí um mundo inteiro, então você poderia viver e seguir adiante. Eu o construi apenas depois que conheci você. Você era tão bonito com seus olhos ternamente fechados. Sua pele quase translúcida que parecia estar ficando cada vez mais pálida a cada segundo. A forma como seus membros ficaram torcidos, quando suas articulações se mutilavam delicadamente para formar uma visão tão sobrenatural de vulnerabilidade. Oh, que deve ter sido uma grande queda. Não só pelo prédio possuir um altura incrível, mas porque eu sei que o mais glorioso dos anjos deve ter caído de longe. O meu anjo.

Meu anjo se contorceu no chão. Sua carne macia tinha se torcido nos lugares certos, revelando a formação artística do seu corpo. Ninguém jamais poderia apreciar tal visão, apenas eu. Ninguém além de mim jamais poderia admirar a curvatura do seu pescoço, que havia se inclinado em um perfeito ângulo de noventa graus. Assim que eu te vi lá, eu só estendi minha mão e toquei. Eu tremia em antecipação enquanto eu seguia os meus dedos para baixo de seu corpo, certo para onde ele já estava para se dividir. Ele me surpreendeu com entusiasmo, enquanto assistia seus tendões estourarem.

E eu te carreguei nos braços. Eu fui muito cuidadoso, certificando de não danificar o que restou do seu belo corpo. Alguns fragmentos do seu crânio caíram no caminho, então eu te trouxe para minha casa e te coloquei na minha cama, apreciei seus braços quebrados e os pedaços de concreto que atravessaram seu peito. Você se parecia com as pessoas que eu lia em contos de fadas antigos, ainda mais quando eu te arrumei com o vestido de casamento da minha mãe. Peguei meu livro de feitiços e estava pronto para ressuscitar você. Mas não, não era o momento certo. Eu estava com medo de que eu pudesse assustar você. Então, eu criei a sua vida após a morte como o mundo que você conheceu. Então eu poderia continuar amando você e suas feridas e isso iria durar por toda a eternidade.

Mas eu acho que você está pronto agora, para contemplar os meus olhos. Você vai viver mais uma vez e seu amor e sua beleza nunca vão morrer, os seus ferimentos serão sempre frescos e os seus ossos estarão tão mutilados como eram quando eu te conheci e você vai ser capaz de sentir o meu toque pela primeira vez. Nossos fluidos se misturarão e seu sangue frio vai se misturar ao meu(necrofilia feelings).

Não se preocupe, meu amor.

Eu vou ser tão gentil como sempre fui.

fonte: 
http://www.creepypasta.com/come-resurrection/
Olá companheiros, como tens passado ?
Mais uma postagem dos leitores, dessa vez nossa amiguinha Rafaela Valentim mandou a descrição detalhada de um sonho que teve.
Não veio com título, mas mesmo assim não deixa de ser muito legal.
Boa leitura!

Eu estava andando em uma rua conhecida, quando vi um café que nunca tinha visto, achei estranho, então por curiosidade humana entrei lá. Achei minhas amigas reunidas em volta de uma mesa, com outras meninas. Se não fosse elas, não tinha mais ninguém lá, nem atendentes, nem nada. Quando elas me viram, uma das meninas correu e trancou a porta. Uma de minhas amiga falou assim:
- Rafa, você aqui? Como encontrou esse lugar?
Eu não respondi. Elas se fecharam em volta da mesa e eu ouvi murmúrios vindo de lá do tipo "devemos matá-la", "ela nos achou", "não podemos". Até que uma menina chegou bem perto de mim e falou:
- Bem-vinda a nossa irmandade.
Depois elas me explicaram que só quem acha o café são os escolhidos, e eu já estava confusa de mais. Afinal, que irmandade? Elas me explicaram que era um jogo magico. No meio do dia aparece no seu bolso cinco cartas magicas, com tarefas que devem ser seguidas em ordem. E eu achei legal, sempre gostei de jogos em grupo. Elas disseram que quem terminasse primeiro ganhava um ponto. Quem chegasse em cem pontos realizava o seu maior desejo.
Elas disseram que eu não tinha escolha depois de ter achado o café, ou jogava ou morria. Eu podia continuar minha vida normal, mas tinha de jogar, e não podia contar a ninguém. Tudo bem, eu ia jogar. Voltei pra casa e fui dormir. No outro dia eu estava brincando com meu cachorro e com meu gato, quando senti algo no bolso. Apalpei. Cartas. Peguei elas e comecei a realizar as ações.
" Coma uma uva "
" Suba as escadas "
" Dance loucamente "
Começou a ficar meio estranho, não me importei:
" Olhe para seus animais, sou um deles "
" Quem eu sou? "
Achei muito estranho. Amassei a carta que estava aquela pergunta e joguei para meus bichinhos. O cachorro só cheirou e saiu. O gato se aproximou, cheirou e engoliu.
Sorri e entendi que quem controlava o jogo era meu gato.
Mas como?
Ok, era um jogo sobrenatural, meu gato controlava.
...
Joguei por muitos dias, até que todas nós da irmandade se reunimos no meu jardim, para conversar, fazer um lanche juntas. Sentimos as cartas no bolso. Pegamos e ficamos olhando para as cartas. Eram vermelhas. Elas sempre foram brancas. Mas ok. A primeira era assim "estou te olhando". Estranho. Deveria ser uma ordem. A segunda ainda mais "Vai para o segundo andar". Quando virei o verso da carta estava escrito "pela sua vida". Corri pra lá. Quando vi oque não deveria nunca ter visto. Um homem gordo, cortando corpo das minhas amigas, como um açougueiro. Eu e minha ultima amiga corremos. Corremos. Estávamos desesperadas.
Então acordei.
Foi tudo um sonho.
Virei pro lado, e no meu criado mudo meu celular acendeu.
Uma mensagem anonima dizia
"Continuo te observando".

autora: Rafaela Valentim AKA Rafa AKA Dois
Olá pessoas, tudo bom com vocês ? (essa introdução já esta ficando chata, mas tudo bem)
Parece que já temos um texto dos leitores.Hoje nosso amigo Lucas Prado mandou um texto que eu particularmente achei incrível, fiquei vidrado na historia  do começo até o fim e espero receber mais e-mails de vocês.
Boa Leitura !

FAMÍLIA A TRÊS

Não me lembro de onde, apenas para onde.
Estava voltando para minha casa em uma tarde ensolarada, e é isto que me lembro.
Meu nome é Eric. Sei que pouco importa, mas não vejo o porquê de não dizê-lo.
Sei também que provavelmente você não se lembrará do meu nome quando eu terminar de contar minha história. Mas estou bem com isso.
Este fato aconteceu durante minha infância. Quando eu tinha apenas doze anos de idade.
Morava em uma pequena cidade, o que significa que não tínhamos muito do que fazer.
Estávamos acostumados à monotonia da paisagem rural, ao qual provavelmente as pessoas da “cidade-grande” podem não associar-se.
Mas, como disse, voltando sabe-se lá de onde, passei por uma pequena estrada de terra. É claro que já havia, há muito, passado por ali. Esta foi provavelmente a última delas.
Desta vez, em particular, notei um pequeno desvio no caminho.
É provável que você me pergunte como não o notara anteriormente, mas a verdade é que eu não sei a resposta. Talvez estivesse distraído nas outras vezes.
(É... Talvez estivesse.).
Percebi que esta estrada não era usada há muito tempo, diferente daquela que eu já estava acostumado e que levava novamente ao asfalto trincado da cidade.
Algo dentro de mim, bem ao longe, me dizia: “Está ficando tarde, deveria ir para casa”.
Mas como sempre acontece em todas essas histórias, é óbvio que eu, no auge do brilhantismo próprio (ou vago senso de aventura incitado por desenhos de TV), resolvi verificar os caminhos por onde aquela estrada levava.
Provavelmente estivesse imaginando que teria algo de interessante para contar quando voltasse para a escola e a professora de literatura nos pedisse para escrever sobre isso.
Sabe? Aquela coisa abominável sob o título "O que eu fiz nas minhas férias de verão" ou qualquer outra porcaria do tipo.
Enfim... Não importando as razões ao certo, tomei o caminho inexplorado.
A estrada não era pequena. Na verdade, após alguns metros, tornava-se enlanguescida o bastante para um carro.
No entanto, conforme andava, percebia o porquê de seu abandono. Uma extensa cobertura de matos, valas, erosões e rochas desprendidas sobrepunham a maior parte do caminho.
Andei durante muitos metros. Centenas, ou mais.
O sol acompanhava meus passos, enquanto eu observada minha própria sombra alongar-se à frente.
Passados poucos minutos, pude ver que ao meu lado esquerdo apareciam sinais de um pequeno cercado, acompanhando a beira da estrada. Frágeis madeiras, corroídas por cupins, ainda lutavam para permanecerem em pé sobre o solo arenoso.
Ao fundo, pude observar o céu alaranjado sobre as poucas árvores cor de cinza e sem folhas, que teimavam em crescer sobre gramíneas ralas e secas.
Foi então que vi, de relance, uma pequena figura.
Não uma, pois conforme o sol caminhava atrás de mim, pude ver que eram duas, talvez três, se contasse o último contorno escurecido à distância.
Passei por debaixo do arame envolto às cercas que se pendiam na terra e cheguei mais perto.
Era um pequeno espantalho. Ao contrário do que se pode imaginar, não era nem um pouco assustador. Na verdade, era algo cômico e tosco, o bastante para até mesmo os pássaros rirem.
Vestia uma roupagem ridícula, provavelmente de algum filho de fazendeiro que estivesse apertada demais para o garoto usar. Estava rasgada e carcomida, enquanto que o pano estufado por mato seco ainda resistia por baixo.
O pequeno espantalho, no entanto, usava um boné que ainda estava intacto, apenas um pouco desbotado por conta do intenso calor do sol.
Pensei comigo mesmo, que talvez fosse uma boa ideia levar ao menos um suvenir.
Não seria roubar? Seria? Afinal, havia outros espantalhos, qual o problema em pegar um pequeno memento de um deles?
E não. Não aconteceu nada. Nada ridículo como o espantalho ganhar vida e engolir meus dedos com uma bocarra cheia de pregos no lugar de dentes. Não.
O que aconteceu foi que algo mais havia chamado minha atenção. É claro que sabia que ele estava lá. Afinal, o havia percebido antes mesmo de me aproximar do pequeno espantalho.
A cerca de cem metros de onde me encontrava, escondido sob as copas das árvores secas e cinzentas, havia um galpão.
 Um galpão. Comum e envelhecido. Que há muito deveria ser usado como despensa de materiais rurais.
 Fui até a única porta. Percebi que a fechadura não sobrevivera ao tempo.
Apenas um pedaço de ferrugem e nada mais.
Empurrei a porta, que não ofereceu nenhuma resistência, e fiquei parado, assistindo, enquanto que ela me revelava o seu conteúdo.
Até então, me encontrava em um estado de excitação absurda. E o coração acelerando conforme me adentrava naquele mausoléu de enxadas, pás e arados.
Agora aquela voz que vinha de dentro ficou mais forte:
“Volte! Volte agora. Você já viu o suficiente.”.
Mas o senso idiota de aventura ainda estava em mim.
Havia um cheiro muito forte. Não o cheiro de podre e velho, característico de lugares assombrados que as pessoas estão acostumadas a ler, mas nunca sentir.
Era o cheiro de óleo, pretejado e estragado pelo tempo. Pude ver uma estranha máquina (talvez uma grande moedora) encostada na extremidade do galpão, derramando o liquido escuro que se infiltrava sobre o assoalho de madeira podre.
Não havia muito. Apenas materiais, sacos de sementes e alguns poucos animais mortos, na maioria ratos. Um deles parecia mexer-se estranhamente. Porém observei melhor e pude ver que eram larvas brotando do buraco que um dia fora sua barriga.
Decidi que vira o bastante, estava na hora de voltar. Sentia-me apavorado e um pouco enjoado com o lugar. Não queria ficar ali.
No momento em que me virei para a única saída, eis que vejo parado sobre a soleira da porta, o contorno escurecido que anteriormente, em minha ingenuidade, pensei que fosse o terceiro espantalho.
Ao contrário do que podem imaginar, não era uma entidade sobrenatural, nem um maníaco vestido de alguma máscara assustadora.
Era um simples fazendeiro. Um senhor, que provavelmente aparentava ser muito mais velho do que sua real idade.
A expressão em seus olhos era vaga, vazia. Em parte, foi o que fez meu sangue congelar.
Ele não olhava para mim, olhava através de mim, se é que fosse possível.
O homem não ousava entrar no galpão, do qual eu me encontrava bem ao centro.
Apenas apontou em minha direção, murmurando: “O boné. Devolva-o.”.
Confesso que estava apavorado, apavorado demais para sentir vergonha ou algo do tipo. Apenas pequei o boné e andei o bastante para estendê-lo até o braço apontado do fazendeiro.
Ele o pegou, e sem nenhuma outra palavra deu as costas e desapareceu da minha visão.
Fiquei ali, estático. Demorei poucos segundos para me recuperar do susto. Recobrando melhor os sentidos, achei que deveria pedir desculpas ao homem.
Saí do galpão, deixando a porta atrás de mim entreaberta. Procurei pelo fazendeiro, mas não o encontrei.
Quando passei pelo pequeno espantalho novamente, vi que o boné estava em seu devido lugar. Parei, no entanto, para notar melhor o segundo espantalho, do qual não havia me atentado.
Ele tinha longas palhas pretas, que desprendiam de sua cabeça, talvez enegrecidas pelo óleo ou qualquer outra coisa. A roupa era de um vestido simples, porém menos desgastado do que as roupas do espantalho-garoto.
Neste momento, uma sensação de calafrios percorreu o meu corpo.
Tive a impressão de que algo estava errado.
Saí dali. No inicio a curtos passos, e, conforme me afastava, comecei a correr.
Sentia algo me observando.
Não olhei para trás, exceto uma vez.
E juro que quando olhei, bem ali, ao lado do espantalho-garoto e do espantalho-mulher, eu pude ver um terceiro espantalho.
Pregado, assim como os outros, me encarando com os olhos vagos e vazios.
Usando roupas de fazendeiro.

autor: Lucas Prado AKA 
Drin, L. P.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Hoje não trago nenhuma creepypasta (pelo menos nessa postagem).
Estou aqui pra sugerir uma ideia pra vocês leitores e leitoras do blog. Essa ideia consiste em vocês, me mandando seus textos/sugestões pelo meu e-mail, e dessa forma eu posso posta-las aqui no blog.
Pode não ser uma ideia original, mas é uma boa forma de interagir com os leitores.
Então é só isso.
Abraços muito grandes.

e-mail: joaopangelico@gmail.com