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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Poemas..Rios da Vida


Os meus rios de vida secaram,
E nada mais as minhas lagrimas derramam.
Meu sorriso escuresseu-se aos meus olhos...
Meus gritos se calam, ao meu silencio.
Morto, meu peito inconstante,
E no mais subto instante
A falta do folego me sufoca,
Me mata, me fere... me envolve!
Gotas rubras pingam em minhas feridas,
Sem cores, sem dor, sem vidas...
As almas do meu amanhecer de treva.
As sombras nas folhas secas,
O soprar do vento,
A chuva entristecida,
Uma existencia já esquecida
No vago espaço do tempo.
Luan kleyton

Fonte:Poemas Góticos

terça-feira, 28 de maio de 2013

O fim .


Vejo tudo desabar.
Vejo pessoas morrendo.
Vejo todo mundo sofrendo.
Acho isso bom.
Acabou-se o tempo em que o ''amor'' era tudo.
Hoje apenas o que resta é a mentira.
Suas palavras ainda estão aqui.
Você pensa que tudo vai melhorar, acha que tudo vai voltar o normal.
Mas desta vez é decisivo, todos morrerão.
Corra para ás colinas, ou fuja para um lugar aonde tenha apenas eu e você.
Não vejo sorrisos, nem felicidade, vejo sofrimento.
Não posso negar isso, já não sorrio como antes.
Hoje todos tem o que merece, o sofrimento.
Mas não chore, você pediu isso, você os enganou, você disse que os amava quando no fundo apenas tinha medo de ficar sozinho.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Poemas Obscuros:A verdade dessa dor

Estou cheia de dor.......
Olha esses cortes em minha alma
tão profundo quanto esse abismo
em tua frente....... Tão intenso
quanto a vida e a morte.
A verdade dessa dor é que sofro por ti.
Principe da escuridão ,cavaleiro sombrio.
estes cortes revelam que você escolheu
o teu proprio caminho e resolveu
abandonar,a mulher que amava de verdade.
Será que não é possivel viver um amor e andar
pelo disfiladeiro dos que buscão a solidão?

FONTE:Terromatica

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Curioso

Na escura e fria noite
Barulhos são ouvidos da Floresta do Sofrimento

Gritos desesperados ao relento

De uma vida que estava por se esvair

"Mas o que é isto?" se pergunta o garoto curioso

Todas as noites a um grito, um desaparecimento, uma morte

Os adultos diziam ser um animal raivoso

E que se todos permanecessem em casa dariam sorte

Mas o garoto era curioso

A floresta úmida lhe causava arrepios

O vento gélido tocava sua pele desprotegida trazendo junto consigo um cheiro esquisito

Sua respiração falhou, reproduzindo dois assovios.

As pernas queriam correr, mas o garoto era curioso.

A fera o encarou com seus orbes brilhantes

Sangue na boca, nas mãos, no chão.

E num intervalo da lua ofuscante

Sentiu suas vísceras sendo rasgadas e o sangue em sua garganta

Mas o que poderia fazer?

Era um garoto curioso.

FONTE:Creepy Group ò.ó
Postou no grupo:Diego Robson

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Descaminhos Sombrios

Desorientado, disperso, sem rumo ou direção
Cansado e inquieto, em completa perdição
O manto negro da noite zombava de mim
Sem saber o que fazer, esperava pelo fim

Sem estrelas no céu, sem referência a seguir
A esperança em meu peito ameaçava ruir
Densa mata, encorpada, uma cortina cerrada
Triste sina elaborada por uma rota mal traçada

Pesadas gotas derramadas com dor e fúria
Açoites selvagens, desolação em um canto
Chuva e lágrimas mescladas, ingrato pranto
Ninguém para ouvir o som da triste lamúria

O ribombar de um trovão fez disparar o coração
Mas o clarão na imensidão acendeu minha visão
Entre os arbustos surgia uma passagem anormal
Envolta em trevas, ameaçadora, era a saída, afinal

Mergulhei na escuridão com um andar hesitante
Sombras soturnas, traiçoeiras, por ali se estendiam
Vislumbrei em todo chão uma névoa nauseante
Sufocantes sensações que pelo medo me prendiam

Tentei gritar, tentei fugir, voz e pernas não obedeciam
Gargalhada insana a que ecoou pela extensão daquela trilha
Figuras estranhas, desconexas, surgiam e desapareciam
Mas era humana a que sorria, uma macabra mulher andarilha

Crus e castanhos os caracóis que pendiam de sua cabeça
Em escarlate vivo se tornaram, por mais incrível que pareça
Como chamas, brasas vis, seus olhos vítreos insistiam em faiscar
Dos lábios rubros, as notas firmes, força nefasta a me dominar

A melodia irresistível me falava direto à mente
Dizia-me que tudo não era um sonho somente
Ela queria minha vida, minha carne, o sangue e a alma
E com seu canto falava isso, voz plácida, serena, calma

Então entendi que a dama daquela terra, eterna rainha
Dos descaminhos sombrios, ceifava vidas, como a minha
Guiava os perdidos num percurso hediondo, sem retorno
Meu corpo era arrastado, derramava o sangue morno

Manchava o barro, queimava o espírito, pele dilacerada
Ainda esbarro em rochas frias, vejo uma lâmina afiada
Ela me diz que uma vez ali, não há jeito de escapar
A foice sobe, o golpe vem, para sempre me silenciar

Um pensamento surge, enquanto sinto minha vida sumir
Para fora do meu corpo, toda a energia segue livre a fluir
Pela escuridão daquele caminho eu não deveria seguir
Ali nenhuma salvação, apenas maldição poderia existir

Flávio de Souza

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vazias

Estava fazendo uma poesia,
Quase uma filosofia,
Porém enquanto eu fazia,
Eu ouvia algo que ria,
Eu sentia uma espécie de agonia,
Que tomava tudo que em mim existia,
Então eu perceberia,
Que as órbitas do ser que me olhava eram vazias,
Sua pele era pálida e fria,
E seu sorriso assustado, respirar não me deixaria,

E perceberia que desapareceria,
E na minha frente surgiria,
Antes que eu pudesse reagir me atacaria,
Perto da minha morte falaria:
Que o gosto de medo em meu sangue sentia,
E que não se arrependeria,
Pois do fraco que acabava de cair,
Ele renasceria.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O Espantalho



O Espantalho 
Contei um total de sete,
Mas esta fechava o ciclo,
Como nos velhos filmes
A despedida do circo.

Enquanto escorre o sangue quente
De garganta cortada
Vejo flashes em minha mente
Da vida que me foi tirada

Da epoca em que era menino
De quando eu caminhava
Das filhas do fazendeiro
Da mais bela, a minha Sarah.

E como das outras vezes
O choque me acomete
Com cordas e pregos eles vinham
Um numero total de sete

Correndo até onde pude,
Lembro me de ter caido sobre uma cruz
Me cortaram sem um motivo aparente
Me pregaram feito Jesus

Citaram a minha Sarah
Mas não compreendi as palavras
So lembro do brilho da faca
E das seguintes palavras:
"Eis aqui tu retalhado, pois és nossa oferenda
Tua Sarah serás minha, prometeu me a Deusa Galho
Sofrimento é tua casa e morarás nesta fazenda
Viveras por todo o sempre e sofreras como espantalho"

Fechando os olhos pedi a Deusa
Antes da sentença final
Vinde a mim e te dou em troca
Sete corpos em meu quintal

Sete mulheres inocentes
Que do amor não provaram
Sete filhas virgens
Dos quem me maltrataram

E como nas outras seis
Amei esta depois de morta
O corpo foi pela deusa
Mas o sexo, vingança própria

Mas a ultima chamou-me atenção
Pois me lembrava algo esquecido
Eu amei Sarah na noite
Em que tinha falecido

E o rosto inerte no chão
Aparentava rebeldia
E minha mente revelou-me
"Tu mataste a própria Filha" Fonte: Creepy Group ò.ó

sábado, 8 de setembro de 2012

Poema:Slender







Ele persegue você a noite
Ele é magro e alto
fora de sua vista
Ele é pálido e careca


Ele não tem rosto ou nos olhos para ser visto
, você terá partido em um flash
ninguém te ouve gritar


Ele provoca dor, medo, então a morte
Mas pagar-lhe nenhuma mente
Ou você vai morrer como o resto


Ele veste um terno preto, gravata preta, sapatos pretos
Apaga-lhe de sua mente
Ou é você, ele vai escolher


Balas não funcionam, como aqueles que ele vai desviar
É melhor apenas correr
Ou é você que ele vai dissecar


Afastando-se seria um plano viável
Mas ele vai sempre encontrar você
Porque ele é Slenderman.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Poema Slender Man







Não pode correr






Não pode se esconder






sigo-te,


com passos largos






rosto inexpressivo


é o que você vislumbra






Você está fora da vista


mas não fora da minha mente






É melhor você correr rápido


ou seu corpo será meu






Meus membros torcem para chegar até você


Você pode tentar correr


mas vou pegar você






Não olhe para trás


ou conhecerá o seu terrível destino






Ninguém sobrevive


O horror preto adequado


nunca adianta






Provocando e brincando com vítimas


é a única maneira






Ele veio da floresta


Misturando-se com os seus longos membros


confundido com uma árvore,


Não é o horror da sua imaginação.



Link do poema original(em inglês)
http://slendersart.deviantart.com/gallery/38988657#/d5bjx99


Os créditos são todos dessa usuária do DeviantArt que fez o poema:
http://smokahmokah.deviantart.com/