segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Enigma das Pegadas do Diabo


O enigma das Pegadas do Diabo


Um Krampus, companheiro de S.Nicolau na época Natalícia. Em vez de dar prendas, este ser mitológico castiga as crianças malcomportadas

No seu Livro dos Danados de 1919, Charles Fort reavivou o interesse num enigma supostamente paranormal, o qual ocorreu em 1855, no condado inglês de Devon. Este enigma veio a ficar conhecido como As Pegadas do Diabo e é também uma das histórias que me lembro com particular clareza de ter lido na minha infância, no capítulo dedicado ao paranormal, do livro das Selecções do Readers Digest, O Grande Livro do Maravilhoso e do Fantástico.

E de que trata este enigma? Ao que parece, na noite de 8 para 9 de Fevereiro de 1855, num dos Invernos mais frios de que havia memória, os habitantes do condado de Devon acordaram para um cenário no mínimo bizarro. Um rasto de pegadas de um animal com cascos, estendia-se por várias milhas. Foram avistadas em mais de 30 localidades diferentes, de tal forma que, assumindo que as marcas foram feitas por uma única criatura, a mesma teria de ter percorrido uma distância calculada entre 65 a 160 quilômetros numa única noite. Para além da extensão, outras singularidades acompanhavam as pegadas.



Desenho feito por uma das testemunhas do evento, publicada pelo The Illustrated London News, em 24 de Fevereiro de 1855. Fonte:Wikipedia

As mesmas pareciam ter sido feitas por uma criatura bípede e não quadrúpede,como seria de esperar se fosse um animal. Para além disso, as marcas formavam quase uma linha única, em vez de surgirem alternadamente à direita e à esquerda. E para acrescentar ainda mais ao mistério, as pegadas pareciam por vezes descrever padrões impossíveis. Acabavam junto de muros altíssimos, de montes de feno, e apareciam do outro lado dos mesmos, como se a criatura tivesse simplesmente pulado sobre eles. Apareciam do nada no meio dos campos e terminavam abruptamente, dando a entender que o autor das pegadas tinha simplesmente pousado e em seguida levantado voo. Foram também reportadas várias pegadas em cima de telhados e nos parapeitos de janelas.

Como é óbvio, não tardou muito para que as pessoas atribuíssem as pegadas ao próprio Diabo. Mas será que o anjo caído andou mesmo pelos campos de Devon? Vamos começar por tentar perceber se existem ainda fontes diretas do fenômeno  ou seja, manuscritos originais ou outros documentos pertencentes a testemunhas presenciais.


Igreja paroquial de Clyst St. George

A bonita igreja paroquial de Clyst St. George teve como reitor o Reverendo Henry Thomas Ellacombe, um campanólogo de elevado mérito e também um reconhecido botânico. Diz-se inclusivamente que nos jardins da reitoria, o fantasma do Reverendo com a sua longa batina preta, ainda é por vezes avistado vagueando por entre as suas plantas... Menciono o Reverendo Ellacombe, porque a ele pertencem os únicos documentos originais e contemporâneos do enigma das Pegadas do Diabo. São constituídos por cartas, desenhos das marcas, menções a relatos de testemunhas e mesmo algumas observações curiosas feitas pelo reverendo, como por exemplo quando afirma que o seu cão ladrou continuamente na noite em que apareceram as supostas pegadas sobrenaturais. Para além destes documentos, as restantes fontes em primeira mão dos acontecimentos, resumem-se às cartas remetidas por testemunhas ao Illustrated London News, e publicadas na íntegra.

Permitam-me desde já que vos indique a melhor fonte de informação existente na Internet sobre este enigma ocorrido em Devon, há mais de 150 anos. Trata-se de um trabalho fantástico, elaborado pelo historiador Mike Dash, e cujo download integral em formato PDF pode ser feito neste link. Aproveitem enquanto o link existe, pois garanto-vos que não irão encontrar nada tão completo como este trabalho, cujo título é The Devil's Hoofmarks - Source Material on The Great Devon Mystery of 1855. Para além de reproduzir na íntegra todos os artigos que surgiram nos jornais da época, reproduz também alguns dos desenhos e documentos que estavam em poder do Reverendo Ellacombe.



Mosaico do Séc. II ou III A.C, encontrado em Caesaraugusta, atual cidade de Zaragoza, retratando os deuses Pan e Eros - Fonte:Wikipedia

A que conclusões chegou Mike Dash? O mesmo analisou a história, dividindo-a nos seus aspectos mais marcantes e analisando cada um deles com rigor. Depois investigou a fundo se as seguintes caraterísticas da história eram ou não verdade:
As pegadas estavam realmente espalhadas por todo o condado de Devon? As pegadas foram mesmo encontradas em locais e condições estranhas? As pegadas eram todas semelhantes? As pegadas estavam bem definidas? Todos os animais domésticos reagiram ao fenômeno  E por fim, as pegadas eram na realidades únicas e nunca antes vistas?

Entre outras coisas, Mike Dash conclui que as pegadas não eram iguais em tamanho, não apareceram todas no curso de uma só noite e não formavam uma única linha reta que atravessava todo o condado de Devon. Acima de tudo, mostra com forte evidência documental, como esta história foi alterada, copiada e embelezada ao longo dos tempos, afastando-a imenso daquilo que são os poucos relatos das testemunhas originais. Apesar de tudo, Mike Dash não tira uma conclusão definitiva sobre a origem do fenômeno  Aliás, como o poderia fazer mais de 150 anos depois? Foram entretanto propostas mil e uma teorias, todas elas fora do âmbito do paranormal. Ratos, pássaros, texugos, cangurus, balões, conspirações, etc. E a sua teoria, qual é?

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Hidden wiki

Uma experiência minha de quinta-feira passada....
Bom gente eu sei que faz tempo que não posto(sim,faz pouco tempo que entrei também mas...)eu fui hackeado mas,depois de uns 3 dias de disputa consegui meu pc devolta...meu face,na base perdi tudo,mudei quase tudo mas enfim...
fiz os procedimentos padrões,os atuais,eu comecei a ver alguns link´s de hacker´s da deep,conversei com o autor de alguns blog´s,eu ja estava cansado era tarde da noite já,estava ja saindo,mas resolvi ver meus e-mails(do tor)eu entrei,e lá estava:
Um dos autores se interessou por um blog meu antigo,demorou para ele me achar por que mudo de e-mail constantemente pelo fato de não gostar de ter ´´seguidores´´então mudo com frequência...
Agora que vejo isso sempre tinha o anonny,nome do filho da mãe que sempre me enviava um e-mail...
Eu abro o e-mail,leio....mas todos os caracteres fora,olá,vc acaba de ser hackeado,não fuce mais o onion-cham,fora isso tudo era ilegível,tentei separar montar frases,cheguei ao ponto ridículo de usar um code breaker,junto com um stop break....deu algum resultado...descobri que no e-mail havia um tipo super ultra forte de virus,ao qual muda a frequência do seu processador....basicamente,ele explode seu pc,com isso puxa 500% mais de energia.....acabei com minha placa mãe sériamente danificada,perdi meus dados do historico,com um tipo de virus-bot desconhecido......depois de conseguir consertar tudo havia uma mensagem o pc ao logar:
´´meu parabéns você parou 4 de 10 virus mandados,mas você perdeu dados importantes,recomendo que use um outro antivirus...mas realmente,eu não quis te deixar em deficiências,os motivos você não precisa saber,mas eu fiz isso por seu próprio bem,fique algum tempo fora do onioncham que você estará bem,anarkus está querendo você por algum motivo....(caracteres ilegíveis)então da próxima vez custará mais que seu pc´´e um vírus simples de shutdown foi ativado antes de que eu pudesse ler a ultima frase,mas tenho a impressão de ser um pedido de desculpas....
E mais algo de estranho estava no pc,um tipo de arquivo decodificado,extremamente difícil de ser aberto nem mesmo 4 codebreaker´s juntos tiveram um bom desempenho....ele ainda é protegido por vários programas auxiliares capazes de ocultar todas suas informações......se alguém tiver algo de informativo por favor me diga.....grato.....

Paralisia do Sono

Acordei uma noite, deitado de bruços na minha cama, incapaz de me mover .
Isso já tinha acontecido muitas vezes comigo. Me foi dito por um médico que era paralisia do sono, e que poderia ser desencadeada por alterações no padrão do sono, estresse, dormir em uma determinada posição, comer certas coisas antes de ir para a cama, o consumo de álcool, e etc.
Às vezes , eu via coisas. Elas variavam de gatinhos inocentes na minha porta para demônios terríveis que arranham a minha pele. Isto era chamado de alucinações hipnagógicas, e eram aparentemente normais, segundo o que me foi dito. Apenas uma perturbação no ciclo REM , nada a temer ...
Esta noite em especial, e os acontecimentos que se seguiram, foram diferentes.

A janela do meu lado estava aberta, uma brisa fria soprou as cortinas acima de mim. Eu não tinha ido para a cama com a minha janela aberta. Eu senti como se estivesse sendo vigiado. Através da minha visão periférica, eu vi uma menina em pé na minha janela. Ela tinha cabelos pretos com aparência de pele bem suave, e justamente, usava um vestido branco. Sorrindo muito, ela apertou o dedo nos lábios.

"Shhh!"
Ela riu e em seguida a janela se fechou brutamente. De repente, senti um peso enorme nas minhas costas, eu não consegui mais respirar. Longos fios negros de cabelo, pingando em óleo, estendiam-se sobre o meu rosto de ambos os lados. Duas mãos frias e úmidas entrelaçaram nas minhas, dedos ossudos interligados com os meus. Então empurrou meu corpo contra a cama, forçando meu rosto contra o travesseiro.
Eu ouvi um sussurro fraco. Ele ficou mais alto e mais rápido, até que ele era tão alto que meus ouvidos doíam. As palavras eram afiadas e rápidas, como uma espada sendo desembainhada. É difícil descrever a voz, ou vozes que ouvi. Era como um canto em Latim, mas cantado ao contrário, com um som musical deformado e distorcido. Violinos arranhados, batidas frenéticas de um piano, e um assobio constante das palavras "suicídio" e "silêncio". Isso tudo aconteceu de uma vez, e continuou durante o que pareceu horas. E eu continuava lá, paralisado. Eu ainda podia sentir o seu corpo frio, molhado contra o meu. Eu não queria pensar sobre a criatura, eu só podia imaginar como aterrorizante ela parecia. É a voz era suficiente para me enlouquecer. Eu comecei a me sentir fraco, como se eu fosse cair em uma espécie de sono profundo. Minha respiração ficou mais lenta e mais espaçada. Lábios frios roçaram minha nuca e uma mão ainda mais fria acariciou minha bochecha. A criatura então emitiu um grito horrível, terrivelmente de gelar a espinha antes de finalmente me libertar.O peso foi retirado de minhas costas. Não havia mais sussurros . Havia finalmente terminado.

Rolei na cama e pulei para o chão, correndo para o interruptor de luz. Parecia ter levando mais tempo do que o habitual. Algo ainda não estava certo. Eu acendi a luz e olhei ao redor do meu quarto. Tudo estava em seu lugar. Abri a porta e olhei para fora. Dois gatinhos siameses de olhos azuis sentados no fim do corredor. Eu podia ouvi-los ronronar em uníssono. Algo estava muito errado, poiso eu não possuía nenhum gatinho siamês, quanto mais, dois ... Caminhei lentamente em direção a eles. Eles pareciam bastante inocente, afinal de contas, eles eram uma mudança e tanto do que quando aquele demônio tinha me prendido em minha própria cama. Abaixei-me e olhei para eles. Eles olharam para mim, miando e inclinando a cabeça para o lado. Eu estendi minha mão. Ambos os gatinhos começou a lamber meus dedos. Alucinações ou não, eles eram adoráveis. Tentei pegar um deles, mas os dois miaram agressivamente e com um movimento rápido de sua pata, cortou meu rosto. Deixei os dois gatinhos, e eles sumiram para longe com o pelo das costas eriçado.

E então do nada, como num piscar de olhos eu estava de volta na minha cama. Era como se nada tivesse acontecido. Rolei na cama e me levantei lentamente antes de ligar a luz do quarto. Desta vez, tudo estava normal. Sem gatinhos estranhos. Eu estava realmente acordado neste momento. Caminhei pelo corredor até o banheiro. Acendi a luz e olhei para o espelho. Para meu horror, meu pijama estavam manchados de graxa preta, e eu tinha três marcas de garras na minha bochecha, com sangue ainda fresco. Entrei em pânico. Eu ainda estava preso no meu pesadelo? Ou será que tudo foi real? Ambos os pensamentos me aterrorizava . Eu só me lembro de cair no chão do banheiro.

Eu acordei em uma cama de hospital. Meu irmão mais novo tinha me encontrado no banheiro, e avisou meus pais, que me levaram rapidamente para o hospital.
"Mas que merda aconteceu?" Perguntei.
"Olha esse língua, Carl!" Minha mãe disse.
"Você caiu no banheiro e se nocauteou". Meu irmãzinho Timothy respondeu.
"Nem fudendo" Eu murmurei entre minha respiração.
Meu pai riu, e minha mãe deu uma cotovelada nele, dando-lhe um olhar severo.
O médico explicou que eu tinha caído e batido a cabeça, resultando em uma pequena concussão. Eu não bati a cabeça forte o suficiente, pois eu ainda me lembrava de tudo o que tinha acontecido.Estremeci.
No caminho para casa, sentei-me no banco de trás do carro com o meu irmãozinho. Eu quis dizer a alguém o que tinha acontecido levando-me até meu colapso no banheiro, mas eu sabia que ninguém ia levar a sério. Eles sabiam sobre os problemas que tinha com a paralisia do sono no passado, mas levaram com um grão de sal no mar. Eram nada mais do que pesadelos bobos para eles.
Eu fiquei em silêncio no caminho de casa e no resto do dia. Eu ficava mais cansado à cada minuto que se passava. Cada minuto que passava era mais um minuto mais perto do cair da noite, que seria quando eu estaria indo para a cama. Decidi não dormir naquela noite. Ou na noite seguinte. Ou a seguinte aquela...

Depois de ficar acordado por quase dez dias seguidos, meus pais me levaram de volta para ver o médico. Ele me receitou alguns comprimidos para dormir. No início, eu estava com medo de usa-los. Eu não queria ir dormir e ter que passar por todo aquele horror novamente. Mas o meu corpo e mente estavam esgotados, então eu cedi que naquela noite eu tomaria, então tomei duas. Eu dormi durante a noite toda e acordei com facilidade. Alívio em cima de mim. Cada noite, tomava os comprimidos e adormecia. Nas manhãs, eu acordava sem incidentes. Esta paz continuou por meses. A paralisia do sono parecia uma memória distante.
Um dia , cheguei em casa mais cansado que o habitual. Ainda era cedo, três da tarde, mas resolvi tirar um cochilo. Parecia bastante inofensivo. Eu me deitei em minha cama e adormeci. Acordei uma hora mais tarde. Bocejei e rolei para o lado da cama. Levantei-me e me estiquei por alguns segundos. De repente, ouvi meu irmão gritando.
"Carl! Carl! Tem algo no meu quarto! Me ajuda, me ajuda!"
Eu corri pelo corredor até o quarto de Timothy. O que vi me encheu de horror. A criatura fêmea, encharcada em algum tipo de tinta preta ou graxa, espalhada através da janela e no chão. O corpo dela estava dobrado em uma forma desumana, ossos estralando enquanto aquilo se movia pelo chão. O Líquido negro corria de sua boca e olhos, enquanto sussurrava e fazia um barulho de borbulhar, arrastando-se pelo chão em direção ao meu irmãozinho. Eu gritei e agarrei-o pela mão. Nós corremos para fora do quarto, batendo a porta atrás de nós. Eu gritei por minha mãe e meu pai, mas não ouve resposta. Não deviam estar em casa. Eu levei meu irmão para o meu quarto e tranquei a porta. Eu podia ouvir os ossos da criatura rangendo enquanto se movia pelo corredor nos seguindo. Ela parou na porta. A porta começou a tremer violentamente. Eu gritava, segurando o meu irmão perto de mim.

"Faça isso parar!" Tymothy chorava sem parar. Eu não sabia o que fazer. O choro do meu irmão me devastava, mas a criatura no outro lado da porta me aterrorizava do fundo do meu peito. "Por favor, por favor, faça parar!"
Eu não conseguia lidar mais com aquilo. Em um surto de adrenalina e insaniedade, eu parti pra cima e abri a porta com rispidez. A criatura torceu a cabeça pra cima e olhou pra mim. Sorriu com os dentre negros e quebrados. "Lembra de mim?” Sussurrou. A voz afiada se destorceu e ecoou pelo quarto, Tymothy tapou os ouvidos com as mãos e sacudiu a cabeça.Olhei para a criatura,chacoalhando de ódio e medo. Ela gritou, com o liquido preto escorrendo pela boca como uma fonte, me encharcando. Tymothy começou a soluçar incontrolavelmente. Chutei uma vez, duas, três vezes , quatro vezes ...

Ela ficou no chão, "enrolada" como uma aranha esmagada e seca em uma pilha de lama negra.
Era o fim. Havia finalmente terminado. Eu joguei meus braços em volta do meu irmão e ri.
Tinha acabado! finalmente acabado!
——–

Eu acordei na minha cama. Tymothy dormia do meu lado em posição fetal chupando o dedo. Eu rolei com cuidado pela cama e andei pelo quarto. Liguei a luz. Dois gatinhos siameses com olhos azuis estavam do lado do meu irmão, ronronando. Meu coração deu um salto. Eu olhei para minhas roupas, e elas estavam totalmente manchadas e úmidas em preto. Eu senti algo como uma picada na minha bochecha.

O som de sussurros e ossos rangendo ecoaram pelo quarto. Eu cai no chão, paralisado.

A noite chuvosa


Olá seres obscuros,como estão?
Bom...
Estarei postando hoje mais um dos relatos de acontecimentos comigo.
Posso dizer-lhes que todos relatos que postei aqui são reais.
Claro,que muitos não acreditarão e nem acreditaram em muitos,mas tudo bem.Mesmo assim estarei contando para vocês e "espalhando a palavra".
...
Era uma noite de chuva e relâmpagos.Mais cedo havia acabado a energia,por ter rompido alguns fios de uns postes.Metade do meu bairro tinha ficado sem luz,inclusive minha casa também.
Por essa razão,tomei banho a meia noite.E fui dormir ás 2 da madrugada.
No meio da madrugada acordei,e senti algo estranho.Aquele sentimento de que algo há de errado.
Olhei para cozinha do meu quarto mesmo.
E vi " por entre um raio e outro" que havia alguém lá,havia  uma postura humana.
Fiquei um tanto assustada e intrigada,pois como alguém entraria aqui na minha casa?
As janelas e portas tem grades,e que eu me lembre bem,meus pais haviam fechados as portas antes de dormir.
Reparei que a "figura" olhava diretamente para a parede,tinha uma lanterna em mãos,e era mais ou menos da  mesmo tamanho que eu.Deduzindo isso,já se percebia que não era meu pai,nem minha irmã muito menos minha mãe.Então...
Quem seria?
Seja ele(a) quem for,se virou e direcionou a luz da lanterna para meu quarto.Com medo eu me escondi debaixo das cobertas.Depois de um tempo,olhei de novo para a cozinha,por uma fresta nos cobertores.
Havia sumido.Não estava mais lá.
Quando fui tentar voltar a dormir,senti que algo estava me observando.Não atrevi a abrir meus olhos para ver o que era.
No dia seguinte,só por precaução,perguntei aos meus pais se eles tinham acordado durante a noite.
Como eu esperava,a resposta foi não.
E ainda depois,eles comentaram que haviam esquecido de trancar uma das portas a noite.
O muro de casa é alto é tudo mais,só me pergunto,por que alguém entraria em minha casa,e não roubaria nada e nem fizesse mal a ninguém?
E o que "ganharia" entrando aqui?
Bom...
Esqueci de falar que a "pessoa"(não sei se era bem uma pessoa ou não,mas tinha postura humana,por isso coloquei entre aspas)aparentava usar uma blusa com capuz,ou algo que lhe cobrisse a cabeça.
Desde então,não vi mais nada parecido.

Blog em Manutenção

Blog em "Manutenção" Estamos re-organizando algumas coisas, mechendo no HTML do blog assim como ja implantamos o sistema de comentario do Facebook nas postagens, o box da nossa pagina q ta ali na direita, atualização automatica da pagina, ou seja... quando algo for postado no blog imediatamente sera postado na pagina, nova playlist, parceria com paginas do face e muitas outras coisas q ainda estão sendo feitas, logo irá acabar e iremos voltar em 100% com as informações de tudo que tem de novo assim como vcs devem ter notado a Horror Society ali no canto > q fundamos com o Leitura Creepy, tbm vms explicar isso... Aguardem ^^

[Erick Guimarães]


sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Bruxa de Blair




A Lenda 

A lenda da Bruxa de Blair: Em 1634, é fundada a pequena vila de Blair, nas colinas de Black Hills, nos Estados Unidos. Mais de cem anos após a fundação da vila, em 1785, Elly Kedward é acusada de bruxaria. No ano seguinte, seus acusadores e metade das crianças da cidade desaparecem. Os outros habitantes, temendo uma maldição, abandonam a vila e juram nunca mais tocar no nome de Kedward. Mas era tarde demais... Quase meio século se passou e o mal que havia em Black Hills permanecera adormecido. Nesse meio tempo, em 1824, é fundada Burkittsville, distrito de Maryland, no mesmo local da antiga Blair. No ano seguinte, porém, onze pessoas afirmaram ter visto a mão de uma velha empurrar o garoto Eileen Treacle, de apenas 10 anos, para dentro do riacho Tappy East. O corpo do garoto nunca mais foi encontrado. O mal volta a se manifestar. Em 1886, Robin Weaver, de apenas oito anos, é dada como desaparecida. Cinco homens entram na floresta de Black Hills em busca da pequena Robin. Seus corpos são encontrados mais tarde, em Coffin Rock, todos amarrados, estripados e em avançado estado de descomposição.



O Filme

Não se compreende o porquê de tanta polémica. A Bruxa de Blair é uma simulação de três jovens que vão fazer um documentário sobre uma tal bruxa que matava criancinhas que saíam à noite ou que se afastavam da casa onde moravam. Eles levam com eles para a mata uma câmara 16mm e uma câmara de vídeo digital. Dois câmaras e um fotógrafo se embrenham pelas matas de Maryland para ouvir historias sobre a tal bruxa e, se possível, filmar alguma coisa de assustador. A coisa vai ficando cada vez pior até que os meninos acham uma casa, começa uma gritaria e o filme acaba. Pronto. Mas além da história, coerente, e do hype desagradável feito em cima do filme, o que é Blair Witch Project? É simplesmente um filme que se aproveita de uma ideia ou outra: que uma câmara na mão com uma imagem fraca dá um certo ar de documentário ao filme, que qualquer coisa filmada à noite apenas com uma lâmpada que ilumine somente dois metros vai causar uma certa tensão no espectador, etc. Realmente, o filme não assusta nenhuma vez, mas causa uma certa tensão, um mal-estar. Revelam isso os signos "de bruxaria": as pedras amontoadas no chão, os pedaços de madeira amarrados como um vodu, os desenhos feitos pelos cipós das árvores... Mas talvez o "charme" do filme, se ele tem um, é se fazer de pseudo-snuff movie, de documento de um massacre, e do espectador como um grande intrusão na tela da vida dos personagens. Nada de novo até aí: Janela Indiscreta, de certa forma, já tratava da mesma questão; Minha Querida Irmã, filme holandês de rápida exibição por aqui, também. O que eles não fizeram foi tratar tão friamente o espectador como necrófago. No projeto da bruxa de Blair não há incoerência, como também seria um pouco tolo reclamar do ritmo do filme ou que ele realmente só começa nos minutos finais. Fora da necrofagia — utilizada aliás tão melhor por Wes Craven em seus dois Pânico — A Bruxa de Blair é falho por se constituir apenas em um projeto (no sentido publicitario do termo) como também por ser um projeto mal-pensado (mais da metade do filme discute sobre "por que continuar filmando"). Nem cá nem lá, apenas um tanto infantil.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Creepypasta: Pessoas Sombra




Vamos lá, mais uma postagem sobre creepypastas! Dessa vez irei colocar aqui mesmo a história por trás dessas criaturas.


Quantas vezes você já esteve em um lugar escuro e, sem explicação alguma, sentiu que parecia haver alguém te observando, mesmo sabendo que era impossível ter outra pessoa no recinto? Bom, pode ser que não seja apenas um pressentimento. Pode ser que seja uma das pessoas sombra.


As pessoas sombra, também conhecidas como fantasmas da sombra, figuras da sombra, seres da sombra, homens da sombra, ou povos da sombra, seriam criaturas sobrenaturais, em sua maioria com forma humanoide, que, segundo relatos, são vistos pela visão periférica durante o sono (ou não). São considerados na cultura paranormal como algum tipo de espírito malicioso ou malígno


Existem milhares de relatos em todo o mundo de gente que acabou se deparando com esse tipo de espírito. Alguns dizem que são almas penadas que ficam pressas na escuridão, pois foram más em vida, outro dizem que não passam de pequenos demônios que estão apenas tentando nos assustar. Muitos relatos falam que esses seres sempre surgem naquela hora da noite quando estamos deitados, quase caindo de sono e, de repente, quando abrimos os olhos, vemos bem no canto da visão uma figura negra nos observando, que some logo que nos concentramos.


Os relatos são de criaturas em forma de luzes ou sombras que se movem ou permanecem estáticas ao seu redor, causando, na maioria das vezes, um sentimento de temor e paralisia. Dentre os vários tipos de pessoas sombra já relatados, os mais comuns entre eles são conhecidos como Hooded Figure (Figura Encapuzada), e o Hat Man (Homem de Chapéu).



Rosemary Ellen Guiley é uma pesquisadora que há anos está tratando desse assunto e ela afirma que esses seres sempre nos rodeiam a noite, se movem extremamente rápido e, muitas vezes, não são visto, mas causam medo e pavor inexplicável.
Por acaso você já ficou com medo de sair de seu quarto de noite de uma maneira sem explicação? Talvez exista algo que tenha lhe causado esse medo repentino...


Ainda não há provas que determinem o que seriam essas criaturas, apesar de várias testemunhas afirmarem que elas são reais e que nem mesmo seriam deste mundo, e sim criaturas interdimensionais que teriam achado uma forma de transpassar para nossa dimensão por razões até então desconhecidas, já que não há relatos conhecidos de comunicação com esses seres.

FONTE:Sintonia Alcalina

O anjo maligno

Olhos azuis, cabelos castanhos e voz doce. Essa é Elizabeth Thomas, uma menina de apenas 6 anos, que esconde por trás dessa “casca” inocente, uma personalidade cruel e sádica, resultado de abusos e violência quando era apenas um bebê.




A mãe de Beth faleceu ao dar a luz a seu irmão, quando ela tinha apenas 1 ano de idade. As crianças ficaram sob a guarda do pai, um homem sádico e alcoólatra que passou os 7 meses seguintes abusando sexualmente de Beth e negligenciando seu irmão, tanto que a parte de trás do crânio do bebê ficou plana, em função de ficar o tempo todo deitado no berço. Após os 7 meses de abusos incessantes, a guarda das crianças foi tomada por assistentes sociais.


Beth e o irmão foram entregues à uma família adotiva, porém o histórico de abusos e negligências nunca foi relatado aos novos pais, mas não demorou para que estes notassem o comportamento estranho da menina.


Beth tinha constantes pesadelos envolvendo “um homem que caía sobre ela e a machucava com uma parte dele”. Ela se masturbava constantemente, tanto que numa dessas vezes acabou tendo hemorragia na vagina e teve de ser hospitalizada. Beth tinha o hábito de maltratar e torturar animais com agulhas. Foi pega introduzindo agulhas do ânus do cachorro de estimação da família, e alegou estar “apenas brincando”, também descobriu um ninho de passarinhos, e apertou-os e quebrou-lhes os pescoços. A menina cultivava um ódio doentio por seu irmão mais novo, e várias vezes o espancou com os mais diversos objetos, introduziu agulhas em seu corpo e também foi pega golpeando sua cabeça no chão com força e raiva. Beth costumava espanca-lo no estômago durante a noite, causando fortes dores ao menino, mas seu passatempo predileto era molestar seus órgãos genitais, chutando e puxando seu pênis e até introduzindo os dedos em seu ânus. Não era segredo para ninguém, ela queria mata-lo.



"Eu fui tão machucada, que não quero estar perto de pessoas"


Quando começaram a sumir objetos dentro de casa, como as facas da cozinha, seus pais tiveram de tomar uma atitude drástica: trancá-la em seu quarto durante a noite. Eles não gostavam de fazer isso, porém, sentiam que a vida da Jonathan estava ameaçada, e também a deles. A situação em casa só piorava, até que eles decidiram procurar ajuda médica.


Em 1989 foi feito um documentário com a menina, utilizando os vídeos em que ela foi gravada conversando com seu psiquiatra, intitulado "Child of rage" (A ira de um anjo). O que surpreende, além das as atrocidades que a menina cometeu, foi a frieza com que ela relatou cada ato. Beth conta que machucou seu irmão e que desejava matar seus pais, com a calma de como se estivesse contando que passou um dia no parque. Claramente se observa um perfil de psicopatia na menina.



"Como você mataria seus pais, Beth?" "Esfaquearia."


Beth ficou “famosa” depois que documentário foi ao ar, em 1992. Foi para uma clínica de terapia intensiva, onde supostamente teria se recuperado. No começo do vídeo ela relata seus atos maldosos com frieza e, no final, chora e sente-se mal.


A dúvida que fica no ar é: será que um psicopata é capaz de se curar? Será que as lágrimas e o arrependimento que a menina demonstra no final do vídeo, não são apenas fingimento? Será que Elizabeth Thomas, o anjo maligno, seria capaz de se relacionar com a sociedade?


Há boatos de que ela cresceu e trabalha como enfermeira. Mas nada que seja concreto. Não se sabe exatamente o que aconteceu com a menina depois do documentário. Assista e tire suas próprias conclusões:

 

FONTE: Diario Paranormal

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O medo verdadeiro



Lembro-me bem quando descobri o medo.

Quando tinha dez anos, minha tarefa doméstica era cuidar da minha avó enferma, Martha Scoville. Nos últimos anos de sua vida, ela não podia andar, então era eu quem levava sua comida, ervas e remédios. Embora eu amasse a minha avó, eu odiava cuidar dela.

Eu odiava por uma razão: todos os seus remédios e ervas ficavam no porão. Minha avó, que não podia andar, sempre me mandava ao porão buscar alguma coisa que aliviasse a sua dor – um pouco de vinho, um cataplasma para sua dor de cabeça.

Coagido pelas suas ordens, eu abria a porta do porão e olhava para a escuridão abaixo. Não importava a hora do dia, não importava quão brilhante estivesse o sol, o porão era sempre o lugar mais escuro do mundo. Um sólido paredão de noite vinha me cumprimentar e as escadas precárias daquele lugar me levavam para as profundezas da terra. Para o nada.

Na tela negra, minha mente pintava as mais horríveis imagens; coisas que observavam debaixo das escadas, esperando para agarrar os meus tornozelos; criaturas que arrastavam-se pelo teto; terrores que respiravam, provocando a mais leve brisa na minha nuca.

É claro que eu disse tudo isso a minha avó. Ela sorriu daquele jeito que só os avós fazem. Ela se aproximava de mim, na cama, e dizia “Me dê um beijo querido. Me dê um beijo”, como se aquele ato transiente e frágil pudesse curar os meus medos mais profundos.

Então, um dia minha avó morreu. Ela foi enterrada no jazigo da família, vestida em uma mortalha. Eu vi seu caixão descer. Eu chorei, porque mesmo odiando cuidar dela, eu a amava verdadeiramente.

Naquele dia eu abri a porta do porão pela última vez – para dizer adeus a escuridão, ao puro medo que embrulhava o meu estômago toda vez que eu abria aquela porta amaldiçoada.

Naquela vez eu não vi uma parede de escuridão. Eu não vi uma escuridão profunda. Eu vi uma mulher velha na base das escadas. Seus braços estavam abaixados. Ela olhava diretamente para mim, sem piscar. Ela ergueu os braços em minha direção e sua boca transformou-se num sorriso vazio. Quando ela falou, cascalho e areia caíram de sua boca.

“Me dê um beijo querido. Me dê um beijo.”



Era a minha avó. Minha avó estava andando. Ela estava andando lá em baixo, na escuridão.

Eu então senti o medo verdadeiro. O medo verdadeiro não é uma criatura imaginária observando de algum lugar na escuridão. O medo verdadeiro era aqui e agora. O medo verdadeiro está exatamente na sua frente.

Arte com bonecas asssutadoras




























































FONTE:Doce Psicose