terça-feira, 11 de outubro de 2016

Amor Esquecido


Eu fui capaz de manter um sadio ceticismo sobre fantasmas, assombrações e todas as coisas sobrenaturais até meus 28 anos. Achava a maioria das alegações de tais coisas serem duvidosas na melhor das hipóteses e, na pior das hipóteses, prejudiciais. Eu estava mais inclinado ao campo da ciência clássica, por ter muitos anos antes estudado física na universidade de Edimburgo. Enquanto minha profissão nunca me levou de volta para as áreas cientificas, eu tinha mantido até esse momento uma oposição implacável à pseudociência e superstições.
Com frequência, meus amigos ficam pensando sobre a mudança que eles viram em mim na época. O que os surpreendeu é que não foi uma mudança constante e lenta do coração, mas sim uma reviravolta completa da noite para o dia; uma transformação, se quiser assim chamar. Visto de certo angulo, parecia ter ocorrido muito rápido, mas na verdade aconteceu em uma escala de tempo ligeiramente mais prolongada; duas semanas para ser preciso.
Era Fevereiro, de fato era a semana do Dia dos Namorados (N.T: O dia dos namorados, que se chama "Valentine's Day" em inglês, ocorre dia 14 de fevereiro). Nessa época eu estava passando por uma fase de isolação social. É algo que muitas vezes acontece no sombrio inverno escocês, onde me torno cada vez mais agarrado a minha solidão e passando amargura para aqueles que "se encaixam". Era, e ainda é, uma ressaca neurótica da minha adolescência, algo que me atormentou por muito tempo.
Duas semanas antes encontrei-me vagando pelas ruas de Edimburgo para limpar minha mente. Andar a pé, o quão engraçado que possa parecer, sempre foi um grande conforto para mim. Você está, em todos os sentidos, a sós com seus pensamentos, mas essa parte que almeja a companhia de outra pessoa é apaziguada por um tempo.
Edimburgo é uma cidade muito antiga e tem mantido notavelmente a forma de seu passado. As ruas de paralelepípedo serpenteiam o lado íngreme do que já foi um vulcão, rompendo-se esporadicamente em ruas estreitas que ocasionalmente se abrem para pátios isolados. Esse inúmeros pátios são geralmente ladeados por casas altas geminadas, amontoadas como se sussurrassem umas as outras segredos esquecidos do passado: a majestosidade de Edimburgo como uma cidade que frequentemente é perdida naqueles que viveram tempo suficiente para ver a beleza banal.
Como muitas vezes acontece quando tomado pela depressão, eu não tinha dormido bem. Eu tinha terminado de trabalhar por volta das cinco da tarde e quando consegui dormir um pouco, minha mente não me deixava relaxar. As seis da manhã eu tinha conseguido dormir pouco e, mesmo que fosse domingo, admiti a derrota nas minhas tentativas de ter um bom descanso e levantei-me relutante para cumprimentar o mundo.
No momento eu já tinha percebido que ainda estava cedo da manhã e o frio gelado de janeiro ardeu em minha face. Apesar de Edimburgo ser, por falta de uma expressão melhor, uma cidade turística, naquela época ainda estava relativamente deserta, mesmo para um domingo. Uma ligeira névoa subiu para fora das águas de Leith fazendo-me sentir ainda mais frio enquanto passava pelas ruas estreitas e calçadas vazias, totalmente absorto em meu caminho.
Enquanto as lojas abriam e as primeiras gotas de turistas começavam a vazar de seus hotéis para as calçadas de paralelepípedo, eu decididamente me desviei para outras ruas que geralmente são esquecidas. Minha mente distante tinha tomado conta de mim, pois quando sai de meus devaneios, eu estava de frente a um velho cemitério. Eu pensei em dar meia volta e ir para casa, mas algo deste lugar despertou uma compulsão em mim; eu tinha de explorá-lo.
Eu achei curioso que o portão, feito negras barras de metal, estavam entreabertas de manhã cedo num dia como aquele. Entrando no cemitério, eu imediatamente notei a isolação total do lugar, apreciando o som do cascalho debaixo de meus pés que quebrava o silêncio enquanto eu me direcionava lentamente por um caminho cheio de pequenas pedras brancas.
Não era um cemitério muito grande. Parecia consistir em dois lotes separados, com os velhos túmulos à frente, beirando o muro e o portão, e mais para trás, conforme o terreno se afunilava em uma colina, se encontravam os túmulos dos falecidos mais recentemente. Os túmulos mais antigos carregavam as antigas cicatrizes da idade. Encontrei um que estava datado 1776, mas o epitáfio estava ilegível. Eu senti uma tristeza olhando a lápide, e sem culpa alguma me imaginei como uma alma perdida ou esquecida.
Eventualmente eu me desloquei, subindo a colina em direção as sepulturas mais recentes. Me aproximei de um velho e grande Sicômoro que pairava acima de vários túmulos, com um comportamento quase que protetor. Eu fitei uma das lápides, lendo as palavras mas nãos as registrando, e minha mente foi engolida por outro devaneio. O túmulo se sobressaia de algum jeito entre os outros. Ele era branco, enquanto os outros que o rodeavam eram feitos de um mármore negro profundo.
Sem pensar, eu corri minha mão pela pedra lisa sentindo ocasionalmente as marcas dos elementos nela. Nos pés da sepultura estava um vaso pequeno e inofensivo. Era feito de um metal amarronzado ( assumi que era cobre, pois na superfície deste podia-se ver pequenas veias de coloração azul por conta da exposição de variações climáticas em Edimburgo).
Enquanto fiquei de pé lá, algo britou na minha mente. Algo que me aborreceu profundamente. De primeira eu não sabia o que era, julgando que fosse apenas um senso crescente de desconforto. Quando esse sentimento atingiu seu auge, eu percebi o que estava errado.
O nome na lápide era Lisa Maine.
Eu reconhecia bem aquele nome,assim como todos moradores locais. Eu conhecia ela quando eu era adolescente, pois íamos a mesma escola. Ela era alguém que eu observava de longe, cheia de vida e exuberante, enquanto eu era tímido, recluso e reservado. Eu possuía uma paixão e desejo intenso por ela o qual apenas o primeiro amor produz.
As palavras em sua lápide se destacaram fortemente; 15 anos. Eu fui preenchido com um sentimento tremendo de luto e perda, o que me pegou de surpresa, tanto que tive de sair do lugar; eu não conseguia aguentar. Sai do cemitério o mais rápido que pude e fui para casa ignorando as confusas ruas de Edimburgo.
Eu não olhei para trás.
No decorrer dos dias seguintes eu estava inquieto. Eu tinha muito trabalho e dificuldade para dormir, mas isso não era incomum de mim. O incomum era as memórias de Lisa Maine que não saiam de minha cabeça, memórias e pensamentos que me seguiam para todos os lugares.
Na época eu tinha sido afetado fortemente pela morte dela pois só tínhamos 15 anos, mas isso fazia quase uma década e eu não pensava nela fazia muitos anos. Era como se o sentimento de perda tivesse acordado quando eu olhei a lápide, um sentimento de dor que eu tinha dado um jeito de enterrar tão profundamente dentro de mim que tinha me persuadido a esquecer.
As memórias agora me assombravam; lindas e terríveis. A qualquer momento eu era presenteado pelas lembranças do sorriso dela, o cabelo, a bondade, e depois engolido pela desesperante imagem dela enterrada a sete palmos da terra; fria e sozinha. Antes tão cheia de vida, agora uma casca em decomposição, o qual antes tinha sido a casa de uma alma tão bela.
Se eu tivesse contando a alguém como eu estava me sentido, esses me chamariam de emotivo ou sentimental, por um simples motivo; eu mal conheci Lisa. Observando ela por anos pela sala de aula, eu me imaginava falando com ela, compartilhando aqueles momentos que significavam tanto para um adolescente; o primeiro contanto com alguém que você adora, o primeiro sentimento de ser amado, o primeiro beijo.
Eu mal tinha falado com ela até poucas semanas antes dela morrer. Em uma dessas vergonhosas manobras sociais que os professores as vezes fazem, os alunos eram forçados a formarem pares para ir primeiro baile. Para alguém como lisa era algo a ser divertido e aproveitável, enquanto para mim era algo a ser detestado. Era constrangedor, possuindo nenhum talento relativo a dança e ainda com muito medo de passar um tempo com uma garota.
Era fim de Janeiro, e na aula de dança onde praticávamos, Lisa rapidamente me escolheu para facilitar as coisas. Eu não consigo transmitir os sentimentos simultâneos de felicidade e medo que eu senti quando ela me pediu para levá-la até em casa naquele dia. Algumas pessoas acham que as interações sociais são cansativas, muito como eu que sempre fiquei preocupado em dizer algo errado, mas alguns indivíduos podem deixar os outros à vontade sem menor esforço; Lisa era uma dessas pessoas. À medida que atravessávamos uma ponte em estilo vitoriano para a casa dela, o sol de inverno brilhava confortavelmente. Eu não poderia estar mais contente de estar na presença dessa garota tão feliz e de coração bondoso. Ela era tão linda, com um sorriso incrível e cabelos dourados que pareciam fazer parte de uma personagem de contos de fadas.
Por semanas a gente fez o mesmo trajeto para casa. Conversando, rindo (coisa que eu fazia raramente) e ficando cada dia mais próximos. Quando você está nessa idade, tudo é potente. Eu não tinha muitos amigos, e vivia sozinho com minha mãe que não era uma mulher muito afetuosa, então naquele curto período eu me apaixonei facilmente por Lisa Maine.
No dia 13 de fevereiro, nós paramos do lado de fora da casa dela. Ficamos conversando por uns instantes e então pela primeira vez Lisa se tornou distante. Ela olhou fixamente para mim de um jeito que nunca tinha feito antes. Eu me senti inquieto, mas ao mesmo tempo alegre. Houve um momento, um breve momento onde não falamos nada um para o outro, então ela me abraçou. Os dedos dela escorregaram em meus cabelos. Eu nunca esquecerei o quão doce era seu cheiro, o quão viva ela parecia, e o quão maravilhoso era me sentir amado como nunca tinha sido antes.
Lentamente ela me soltou e foi andando para a porta. Então antes de desaparecer dentro de casa ela se virou e sorriu pra mim mais uma vez.
De imediato eu sabia o que iria fazer. Pela primeira vez na vida eu estava cheio de foco e propósito, um desejo de fazer apenas uma coisa. Eu corri o mais rápido que pude para o centro onde se encontravam as lojas. Eu tive sorte, pois a maioria já estava fechando. Um gentil senhor que administra uma antiga loja de cartões me deixou entrar, mesmo que já estivesse de saída.
Eu iria comprar meu primeiro cartão do Dia dos Namorados.
Tinha de ser perfeito. Tinha que ser a coisa certa. Depois de olhar quase todos os cartões que eu podia pagar, eu achei um. Era o destino. O cartão era vermelho com um circulo branco no meio. Dentro do circulo
havia um menino e uma menina andando ao longe de mãos dadas, juntos. Eu não ligava o que estava escrito dentro, pois eu sempre tive um jeito com a escrita, e sabia que conseguiria fazer um bom texto vindo do fundo do meu coração. Eu comprei. Depois de sair da loja de cartões, eu fui direto para a banca de jornal local. Eu tinha salvado ainda minhas últimas 2 Libras (N.T: Dinheiro Escocês e Inglês). Minha mãe tinha me dado permissão de comprar lanche na escola toda semana, e eu sabia que ela não me daria mais para gastar. Com isso, eu tinha que ficar alguns dias sem comer na escola para ter algum dinheiro em mãos, e com o resto de minhas Libras eu comprei uma caixa de chocolate para acompanhar o cartão.
Eu esperei pelo dia seguinte. Foi tudo muito devagar.
O dia 14 de Fevereiro. Eu nuca esquecerei o entusiasmo de me arrumar para a escola. Eu dei uma última olhada para os chocolates e o cartão antes de colocá-los na minha mochila. Eu acho que tinha deixado claro demais que eu estava carregando algo importante e delicado, enquanto andava com a mochila nos braços a maior parte do dia.
Eu estava tão entusiasmado, tão concentrado que eu iria marchar até Lisa e dar a ela o presente sem me importar no que os outros, o qual alguns podiam ser muito cruéis, iriam pensar.
Mas ela não estava lá.
Ela não estava no parquinho, ela não estava nas aulas. Nas matérias que dividíamos, eu fiquei apenas sentado olhando o lugar vazio dela. Bateu o sinal da escola e eu me vi fazendo o mesmo caminho que Lisa e eu fazíamos normalmente. Fiquei de pé do lado de fora da casa dela, segurando os chocolates. Eu não consigo descrever o sentimento que estava sentindo lá. Pode dizer que era a falta de comida ou o fato de estar totalmente preparado o resto do dia, mas a ansiedade tomou conta de mim o que resultou que eu não conseguia bater na porta dela. Voltei para casa, deprimido. Tanto que eu mal consegui comer uma garfada do presunto mal cozido de minha mãe, então eu simplesmente subi as escadas e rastejei até a cama, mal dormi durante a noite.
Nos próximos dois dias eu me vi fazendo o mesmo caminho de sempre segurando aqueles chocolates, sem me atrever a cruzar a cerca branca que ficavam a frente da casa de Lisa. No terceiro dia eu perguntei a uma das professoras sobre as faltas de Lisa, algo que eu ainda não tinha pensado em fazer antes. Eu associava qualquer autoridade sendo um ser frio, distante e injusto, e com resultado eu normalmente evitava contato com os professores a qualquer custo. Sra. Randall, nossa professora de História, me disse que Lisa estava com uma febre muito alta e estava muito doente.
Ela poderia ficar ausente por semanas.
Com a noticia eu estava decidido; Eu iria bater na porta dela, e bater na porta dela foi o que fiz. Eu bati, bati, bati e bati mas ninguém responder. No dia seguinte fiz o mesmo, e de novo nenhuma resposta.
Agora faziam cinco dias da última vez que eu tinha visto Lisa. Era um sábado e, mais uma vez, eu fui até a casa dela, com o chocolate e o cartão em mãos. Enquanto me aproximava de sua casa, o céu se encheu de nuvens, trazendo uma tonalidade monótona em cima da rua de Lisa, fazendo-a parecer deserta. Era claro que o pai de Lisa não era um jardineiro. O gramado estava crescido demais com ervas daninhas espalhadas entre as fissuras do concreto que era usado para fazer um pequeno caminho em direção ao hall. Eu parei um instante e olhei ao redor para ver uma estátua de gnomo que estava claramente se afogando na vegetação alta; estava tristemente quebrado.
Muitos sugerem que quando algo está errado, alguém sabe. Essas pessoas podem não saber exatamente o que aconteceu, mas eles quase conseguem sentir uma sensação de pavor no ar. Eu olhei ao redor e continuei a andar para a porta da frente.
Algo estava diferente.
Eu estava certo que a casa parecia deserta como estava nos dias anteriores que eu tinha visitado, e mesmo estivesse do mesmo jeito que antes, uma coisa tinha mudado. A porta da frente estava aberta. Eu estava certo de que ela estava fechada quando eu cheguei, mas eu deixei isso passar enquanto admirava o jardim mal cuidado. Veja só, eu não consigo explicar direito, mas havia algo sufocante sobre aquela casa naquela rua silenciosa.
Eu alcancei a porta e segurei a aldrava, batendo três vezes. Sem resposta. Eu repeti minhas batidas com mais força dessa vez, mas mesmo assim ninguém veio.
A porta estava apenas levemente entreaberta, de um jeito que eu não conseguia ver muito bem o interior. Tudo que eu podia ver é que estava muito escuro e que o ar que saia da casa parecia bolorento, como se não estivesse habitada por muito tempo. Eu comecei a ficar nervoso. Eu não sabia realmente o por que.
Limpando a minha garganta e balbuciante eu perguntei "Olá?" várias vezes sem resposta. A rua estava vazia e o lugar parecia totalmente sem vida. Então um pensamento começou a ruminar e ganhar impulso dentro mim. E se Lisa e seu pai estivessem machucados? Eu comecei a fazer todas as possibilidades na minha mente, os dois em alguma parte da casa, machucados e sem comer ou beber água por dias. Então eu lembrei que minha professora de História tinha dito que Lisa estava doente. Ela tinha que ter falado com alguém que sabia sobre isso, provavelmente o pai de Lisa. Eu esperava que ela não estivesse tão doente que seu pai tivesse a levado para o hospital.
Apesar de meus pensamentos lógicos, eu ainda não podia negar o horrível sentimento que algo estava de fato errado. O medo começou a se agarrar em mim, então fechei meus olhos por um momento e achei a memória de Lisa sorrindo que me deu o conforto que eu precisava para vencer aquilo. Eu segurei firmemente os chocolates e o cartão enquanto empurrei a porta para ficar totalmente aberta. Me movi silenciosamente, mas o barulho que a aldrava fazia por causa do movimento repentino da porta ecoou pela casa, mas mesmo assim ninguém veio.
A casa estava banhada em escuridão.
Eu dei uma última olhada em volta e cruzei a soleira. Mesmo que Lisa não viesse de uma família muito rica, a casa tinha dois andares e no mínimo quatro quartos e um sótão. Talvez o fato que Lisa fosse filha única fazia a casa parecer maior ou mais vazia. Quando eu fui andando lentamente pelo corredor, eu sentia como se cada passo meu ecoasse pelas passagens e quartos vazios.
Começando pela sala de estar no primeiro andar, eu fui de quarto em quarto ocasionalmente perguntando se alguém estava me ouvindo, mas rapidamente percebi que estava falando sozinho. O ar estava sufocantemente quente e passando minha mão pelo radiador eu percebi que a caldeira deveria estar ligada fazia algum tempo.
Quando fui em direção da cozinha no fundo da casa, eu ouvi algo. Era quase como uma batida rítmica. Eu não conseguia identificar o que era, mas eu sabia que vinha do andar de cima. Sai da cozinha, o que eu fiquei muito feliz em fazer, porque estava cheirando a comida apodrecida, e andei em direção as escadas.
O lance de escadas era estreita e se estendia por dentro de uma parede. No topo da escada havia um corredor que dobrava para a esquerda e levava até os outros quartos. A batida tediosa estava agora mais intensa e enquanto eu escalava lentamente os degraus, o medo que tinha se agarrado quando na porta da frente voltou a mim. A realização de que eu estava vagando sem ser convidado na casa de alguém veio à tona. Parando por um momento, eu fechei meus olhos e pensei em Lisa de novo. Continuei.
Quando cheguei ao topo, a batida parou; eu me arrepio agora só de pensar nisso. Haviam três portas que davam nos três outros quartos e uma que dava no banheiro que eu já havia visto que estava vazio. A porta para o primeiro quarto estava aberta. Eu espiei lentamente esperando ver alguém lá dentro. Não havia ninguém. Era o quarto do pai de Lisa, elegante, organizado, com quase nenhum objeto. A única coisa curiosa era que as cortinas não estavam abertas.
A porta para o segundo quarto estava fechada. De novo, eu fui invadido por uma sensação de ser um intruso ali. Eu estava andando dentro da casa de alguém sem ser convidado. Eu era um transgressor. Bati levemente na porta. Esperando por um tempo eu percebi que não devia ter ninguém lá, então segurei a maçaneta e girei. Abriu. Empurrei a porta e ela travou com apenas alguns centímetros de abertura. Algo estava bloqueando a passagem. Puxei em minha direção e depois empurrei de novo, mas sem sorte. Em cada tentativa a madeira da porta batia em algo. De repente eu fiquei ciente que o barulho que fazia quando eu empurrava a porta ecoava pela casa. Não era muito diferente do que eu tinha ouvido antes.
Eu tentei mais uma vez, empurrando contra o obstáculo com mais força possível. Sem sorte. Eu estava prestes a desistir e ir para a próxima porta quando eu vi o que estava bloqueando minha entrada. Eu nunca vou esquecer o olhar vidrado do rosto que parecia estar espiando pela fresta que fica entre a parede e a porta. A pele era de um cinza pálido, alguns cachos de cabelo cobrindo a cabeça, e algumas gotas de suor congelados na testa. A maior parte de suas feições estavam obscurecidas pela porta, mas o único olho visível continuava encarando, oculto, coberto de sombras.
Eu não gritei porque percebi não só que era o rosto do pai de Lisa, mas que ele estava prá lá de morto. Eu me senti anestesiado, mas olhando de volta, percebo que consegui controlar a situação muito melhor do que a maioria dos adolescentes naquela idade teriam, mas posteriormente eu comecei a ter uma estranha fascinação por isso, lendo muitos casos de mortes horrendas.
Eu me concentrei por um segundo, me compus, e instantaneamente meus pensamentos se voltara para Lisa e onde ela estaria. Ela esta no mesmo quarto? Ela estava no porão? Tudo que eu desejava é que ela estivesse bem.
Então algo aconteceu. Um evento que até hoje eu reprimi, ignorei, e evitei o máximo que pude. Algo que me chocou o fundo da alma. Algo que nunca contei a ninguém.
O rosto que me olhava através da lacuna escura se mexeu. No começo, era apenas um movimento rápido, e eu ignorei como efeitos do choque da morte sobre corpo. Em seguida, mudou-se novamente. De repente, a porta começou a tremer violentamente como se estivesse sendo chutada e socada pelo corpo que estava atrás dela. O rosto se virou para cima com um estalado do pescoço morto enquanto lutava contra cada movimento brusco. Um som borbulhante e pútrido soou ofegante, enfurecido de dentro de sua garganta inchada.
Fechei meus olhos. Eu estava certo que aquilo não era real. As colisões pararam, e a casa caiu em silêncio mais uma vez.
Eu dei um suspiro de alivio e abri meus olhos. O que vi, mal posso descrever agora. O rosto tinha mudado em direção à cima e ficou no mesmo nível que o meu. A porta balançou e sacudiu sob a tensão do seu agressor venenoso que tentava fazer seu caminho através dela. Finalmente o rosto se empurrou e se apertou contra a fresta, revelando inteiramente suas características repulsivamente repugnantes.
Morto, coberto de sangue coagulado, ofegando incansavelmente por ar, o tempo todo olhando diretamente para mim com ódio nos olhos e seus lábios repuxados para trás mostrando os dentes juntos.
Eu não me lembro muito bem o que aconteceu depois disso, e estou contente por isso. Eu sei que sai de lá, corri confuso para casa, chorando, e balbuciando feito um louco. Sei de mais uma coisa, que enquanto as memórias vem correndo por mim, eu lembro que aquela coisa conseguiu escapar e me agarrou. Como escapei eu não lembro.
A verdade era mais assustadora do que eu podia imaginar. O pai de Lisa tinha perdido seu trabalho algumas semanas antes e as contas se empilharam junto com a pressão de cuidar da sua única filha, ele enlouqueceu. Quando a policia entrou na casa encontrou o corpo da pobre e doce Lisa no porão. Seus pulsos estavam amarrados ao radiador. Tinha sido estrangulada até a morte. Depois de matar a filha, o pai de Lisa foi ao quarto dela e se enforcou. Depois de uns dias pendurado, a corda que ele tinha usado para tirar a vida de si mesmo parece ter arrebentado. A policia achou o corpo dele caído atrás da porta. A porta estava aberta.
Enquanto o tempo corroía as memórias, a explicação destes eventos se alteraram várias vezes em minha cabeça. Através dos anos na escola e na faculdade, eu li sobre pressão psicológica e como um trauma poderia fazer um ser humano alucinar. Eu me convenci que tinha encontrado o pai de Lisa morto e que o choque tinha produzido o resto da experiência. Não importa o quão real parecia, a ideia de que um cadáver se retorcia por raiva e ódio, talvez até pelo amor que sentia pela filha, poderia voltar a vida e atacar os vivos... Simplesmente não se encaixa nas minhas crenças científicas de ateístas.
Eu rejeitei toda a experiência, mas algo continua a me assombrar enquanto tempo me esconder da verdade. A policia relatou que Lisa tinha sido amarrada alguns dias antes de ser morta.
A morte foi datada em 15 de Fevereiro.
Ela estava no porão, amarrada, assustada mas mesmo assim viva quando eu fui até a casa dela dar seu presente de Dia dos Namorados. As pessoas falam sobre assombrações e espíritos, mas a memória do rosto se contorcendo atrás da fenda não era nada comparado a saber que eu tinha estado na casa dela e que talvez, apenas talvez eu podia ter a salvo. Sim, eu era uma criança, mas eu podia ter feito algo!
Eu cresci, mas nunca amei mais ninguém; aquele sentimento de conexão com outro ser humano. Eu desenvolvi uma apego que não era saudável à minha própria companhia e me encontrei mais interessado em meter a cabeça em livros do que talvez conhecer novas pessoas, ou me apaixonar de novo. Os amigos que eu tinha nunca tinham sido realmente próximos, nem nunca entenderam realmente quem eu era.
Ver o túmulo de lisa tinha trazido tudo à tona. Os momentos perdidos, a coisa na casa, a morde dela. O engraçado que de todas essas memórias, todas traumáticas e preciosas, a que não me abandonava era do presente que eu nunca dei. Mesmo ainda desejando que a morde de Lisa tivesse sido apenas um sonho e que ela estivesse ainda nesse mundo, eu ainda sentia que tinha que corrigir esta situação.
Eu ainda tinha o cartão depois de todos os esses anos, e em muitos aspectos, era o meu bem mais precioso mas ainda assim o mais detestado. Precioso pelas memórias que estavam gravadas dentro de mim e odiadas pelo mesmo motivo. Na manhã do dia 14 eu andei pelas ruas de paralelepípedo em sentido ao lugar de descanso de Lisa, no caminho parei em uma banca de jornal e comprei uma caixa de chocolates.
Na minha primeira visita eu tinha andado até lá por acaso, vagando simplesmente em transe, mas desta vez eu estava focado e decidido. Sentimento é uma coisa interessante e que tinha me feito manter o cartão e a fita da caixa de chocolate que havia feito na época. Quando entrei no cemitério, olhei para cima em direção da colina onde ela estava. Me senti hesitante. Não porque eu não queria deixar os presentes no seu túmulo, mas porque eu não até que ponto o sentimento de remorso, tristeza e nostalgia amarga poderiam tomar conta de mim de novo. No entanto, depois de um tempo eu fiz meu caminho caminhando sobre as pedrinhas brancas, subindo a colina.
Lá eu fiquei. O sol ainda estava relativamente baixo no céu e fazia que tudo ficasse exageradamente contorcido com as sombras banhando tudo. Depois de ficar por lá pelo o que pareceu um década, tirei a fita do bolso, amarrei cuidadosamente em volta da caixa e então coloquei os chocolates e o cartão em cima da pedra fria da sepultura.
Não sei se disse algo. Naquele momento provavelmente não, pois eu não estava convencido que ela estava lá para me ouvir; que uma vez que meus entes queridos morrem, eles se vão para sempre; que a morte é o fim. Eu sei que chorei. Eu chorei como não tinha chorado desde criança. Eu cai em meus joelhos e enterrei meu rosto nas mãos. Eu esta inconsolável.
Eu tinha ouvido e lido sobre pessoas tendo experiências religiosas e espirituais, e enquanto eu não podia aceitar verdadeiramente os testemunhos dos outros, o que posso dizer é que o que eu senti naquele momento foi profundo; um sentimento dolorosamente lindo de companheirismo e amor. Eu olhei em volta. Ninguém estava lá, mas eu senti como se estivesse. Eu tentei me livrar da sensação achando que minha mente estava só estava brincando comigo, mas eu simplesmente não conseguia, por mais que tentasse. Aquele sentimento tinha emoção dupla. Eu só tinha me sentido daquela forma uma vez antes; quando Lisa me abraçou na última vez que nos vimos. Enquanto a sensação tomava conta de mim, eu percebi que eu tinha estado procurando incansavelmente pela mesma sensação, mas nunca tinha encontrado até aquele momento.
Eu me levantei, enxuguei meus olhos e toquei a sepultura como se dissesse adeus. Andei para a entrada do cemitério com um sorriso que ia de orelha a orelha, algo que qualquer um que me conhece bem diria ser extremante raro. Quando eu cheguei ao portão eu olhei para a colina mais uma vez, que para mim não era mais um local de solidão, e sim amor e amizade.
A segunda e a última vez que posso dizer que vi um espírito foi naquele momento, de pé atrás do túmulo de Lisa estava uma imagem embaçada de uma moça em um vestido de dança rosa. Eu não corri para a sepultura, pois sabia que não precisava. Ela acenou lentamente para mim e desapareceu lentamente.
Eu andei para casa. Eu me sentia completo, contente e exuberante. É quase impossível de descrever a experiência do cemitério, mesmo que eu a tenha feito em plenitude, mas mesmo assim sem puder convencê-los.
Meus amigos se perguntam o que aconteceu comigo naquela época. O fato é que eu encontrei algo que eu nem sabia que me faltava. Alguns lendo isso podem pensar que eu encontrei minha fé, mas não foi isso. O que eu encontrei naquele dia foi o companheirismo e aceitação da única pessoa que eu já amei. Sabia que daquele dia em diante o mundo tornara-se muito mais misterioso e maravilhoso do que eu jamais fui capaz de imaginar. Eu sabia que nunca mais temeria ficar sozinho, pois quando vago pelas ruas de Edimburgo e me encontro em um lugar calmo sem nenhum passante por perto, eu sorrio sabendo que se eu escutar cuidadosamente, posso ouvir os passos de Lisa, a garota que eu amei tão profundamente quando criança, andando comigo para onde quer que eu vá.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Forgotten_Valentine

Imagens do trabalho de um homem que fotografava espíritos

Olá seres obscuros,como vão vocês?
Peço desculpas por ficar sem postar por tanto tempo no blog.Comecei a fazer um curso na faculdade e tive uns problemas pessoais,por isso o motivo de minha ausência mas,prometo que a partir de agora começarei a postar regularmente(porém será meio dificil em época de prova como agora.Só estou conseguindo postar agora,por ser uma semana sem prova,mas semana que vem voltam provas de novo ://)
(Obs:Estarei usando esse perfil pra postar,pois o outro estou usndo pra canal do youtube e mudei o nome)
Aqui trago a vocês uma postagem que peguei no site Fatos Desconhecidos,que mostram umas fotos um tanto... perturbadoras.Espero que  gostem,boa leitura,e CUIDADO!!
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Por volta de 1860, o joalheiro William Hope deixava sua profissão para ser fotógrafo espiritual. O que ele fazia era fotografar pessoas encarnadas e vivas, mas a imagem as mostraria ao lado de um espírito, fantasma, e coisas do tipo.


No século XIX, surgiu na Inglaterra o Círculo Espiritual de Crewe, que era uma sociedade secreta que se dedicava aos estudos de fotografias espirituais. Nas primeiras décadas do século seguinte, coordenado pelo britânico William Hope, a sociedade Círculo de Crewe produziu dezenas de fotos onde humanos vivos se confundiam com entidades espirituais. Bom, se vocês ainda não conhecem as fotografias do Círculo Espiritual de Crewe, nós vamos apresentar algumas fotos e um pouco da história dessa sociedade para vocês:

1 – Uma família envolvida por uma “névoa”






As fotografias foram encontradas em uma loja de livros usados, o famoso “sebo”, e foi daí que descobriram que eram da William Hope.. O círculo de Crewe, conforme se acredita, era composto por seis ou mais fotógrafos espirituais, e essa primeira imagem mostra uma família envolvidos em uma possível névoa, ou espíritos.

2 – Duas mulheres, ou seria três?





Logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Círculo de Crewe era muito procurado por parentes das pessoas mortas em combate, pois eles queriam rever seus parentes queridos.

3 – Um homem e o ectoplasma





Essa imagem mostra um homem sozinho (ou não) que aparece ao lado de uma nuvem clara na qual emerge a cabeça de outro homem. Segundo alguns especialistas em mediunidade, essa espécie de vapor esbranquiçado é definido como ectoplasma e já foi registrado algumas vezes ao longo da história.

4 – A irmã





Em 1922 a carreira de William Hope foi impulsionada quando ele se mudou para Londres e virou um “medium profissional”. Ele não era assediado apenas por clientes, mas também por céticos investigadores de paranormais. No livro, a indicação dessa foto diz que o casal em questão são os pais da pessoas que compilou todas as fotos espirituais do álbum, e que o espírito mostrado seria a irmã de um dos homens mais conhecidos na mediunidade na época.

5 – O marido e sua finada esposa






Essa fotografia indica que os espírito de uma mulher, produto de um ectoplasma, seria a esposa falecida do homem que posa para a foto, que é mais uma obra de William Hope.

6 – A foto da comprovação





Uma das pessoas que tentou desmentir William Hope foi o físico Harry Price. Ele pediu que Hope tirasse fotos através de uma placa de vidro, e essa placa tinha uma marca que não podia ser vista a olho nu, e aparecia somente em fotos. Bom, com esse vidro, qualquer alteração da foto original ficaria evidente pela ausência da marca. A marca realmente não apareceu nessa foto que mostra dois espíritos emergindo em meio a uma família de três pessoas.

7 – A esposa que aumentou a dúvida





E a polêmica que cercava as fotos de William Hope só aumentava. Mais detratores se juntaram ao físico Harru Price, com a intenção de provar que as fotos eram fraudes. Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, chegou a escrever um livro sobre as fotografias espirituais. Essa foto mostra um homem carinhosamente encostado à sua falecida esposa, em espírito. Os céticos da época levantaram uma grande dúvida, que era como o homem podia saber que a mulher estava daquele jeito?

8 – Um espírito um tanto curioso





No verso dessa foto, aparecem duas perguntas sobre temas espirituais e humanos, com letra semelhante às que se encontram em trabalhos de psicografia. Essas questões, supostamente teriam sido feitas pelo espírito da jovem mulher que aparece na foto.

9 – Uma avó fotografada depois de morta





Dois médiuns do País de Gales teriam sido fotografados com a avó. Os homens garantiram que aquele era o único registro fotográfico existe da avó deles.

10 – A morte que não acabou





Na foto vocês veem uma mulher católica, o que indica pela cruz ao lado da cama, chorando pelo marido, recém falecido. Segundo registros, eles passariam a acreditar em vida após a morte, já que a imagem mostra uma cabeça fantasmagórica emergindo ao corpo da viúva.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Salad Fingers


Quem aqui conhece "Don't Hug Me,I'm Scared" ? Ou outra série animada com gore e alguns mindfucks? Animações desse calibre se tornaram famosas no youtube por causa de um antecessor que fez muito sucesso. Salad Fingers é uma série de 10 episódios que começou em 2004, tendo seu final épico em 2013. Existem várias teorias sobre a temática e os acontecimentos da série, mas prefiro apenas mostrar e deixar que vocês opinem:



Texto dos fãs

Tá, isso significa que eu vou voltar a postar. E nada melhor pra recomeçar do que um texto de uma seguidora do blog. Não tem título, mas é um texto muito legal, bem parecido com os contos do Stephen King, pra quem já leu.


[...] Eu estou ficando louca, realmente, só há uma pessoa em que posso confiar agora, e espero que ele esteja postando isso.
Muito bem, vocês devem estar confusos, certo, vou tentar contar tudo.
Meu nome é Luísa, mas me chamam de Luuh, puta merda, como isto foi acontecer?
Eu estava passando uns dias na cidade do meu amigo, planejamos fazer uma visita à mata que fica atrás da rua dele, era sexta-feira a noite, estava quente e os mosquitos estavam me devorando viva naquele lugar.
Ele havia me dito que tinha um rio ali e que as vezes via uma garota por lá.
Eu carregava a lanterna e um taco de madeira - como estava numa cidade diferente, eu achei que precisava tomar certos cuidados - e ele carregava a mochila com alguns sanduíches e agua dentro.
Chegamos no rio, era pequeno e aparentemente raso, a agua era escura e tinha um cheiro muito ruim, provavelmente era o esgoto.
Puta vida, como queria estar certa!
Andamos em volta do rio e conversamos um pouco, assuntos comuns do dia a dia e sobre historias de terror, como Jeff, o assassino e O Homem-Esguio.
Então eu tive uma ideia.
"Hey, [..........] vamos ir para a outra margem?"
"Não acho uma boa ideia, estaríamos nos afastando muito da minha casa"
"Por favooooooor? É só uma olhadinha no que tem lá!"
"Tudo bem..."
Eu me odeio muito por ter tido esta ideia.
Havia uma tabua de madeira no chão, grande o bastante para usarmos como ponte.
Assim o fizemos e logo, lá estávamos nos, no outro lado do rio.
Foi aí que as coisas começaram a piorar.
Ficou mais frio derrepente, me arrependi por não ter pego uma blusa de frio antes de sairmos.
Fomos até uma parte do mato e olhamos em volta.
A trilha que levava até o rio havia sumido!
Tudo bem, pensei, é só refazermos nossos passos depois.
Dei um passo e acabei pisando em algo frágil, que quebrou.
Joguei luz sobre o que quer que fosse aquilo, meu estomago deu um nó.
Era um osso ensanguentado.
"Que droga... Será que é humano [........]?"
"Não, luuh, deve ser osso de carne que um cachorro deixou aqui"
Eu quis acreditar, mas não conseguia, por algum motivo.
E então eu vi a tal garota, estava vestindo um hoodie vermelho e tinha cabelos brancos e os olhos azuis, aqueles malditos olhos azuis, como desejo esquecê-los!
Ela sorriu, não um sorriso normal, era assustador, os dentes eram semelhantes a presas caninas, ela deu um passo em nossa direção e eu andei para trás com medo.
Meu amigo ficou paralisado, eu o chamei mas ele pareceu não ouvir.
A garota se aproximou ainda mais, tremendo, rosnando e se abaixando aos poucos, ela correu na nossa direção e eu corri gritando para meu amigo fazer o mesmo.
Mas ele não o fez.
O bicho corria atrás de mim, eu estava desesperada, então avistei o rio, a "ponte"!
Corri para ela, mas ao pisar, a mesma rachou e eu caí na água.
Só que... Não era agua.
A lanterna iluminava o rio da margem onde estava.
Era um rio vermelho...
O cheiro horrível... Aquilo era sangue!
Enojada e com muita dificuldade, consegui sair de dentro dele, corri na direção da rua e então... Veio a luz...
.
.
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Acordei num quarto de hospital, meus pais estavam sentados ao lado da cama e ficaram de pé quando me viram abrir os olhos.
" Luísa! Você acordou" gritaram e me abraçaram forte.
Um médico entrou no quarto.
"Vejo que já despertou Srta. [ em branco ]!"
"S-sim..." minhas memorias voltavam aos poucos.
"Espere, onde está [......]?!"
"Quem?" mamãe perguntou
"Meu amigo, ele estava comigo quando fui atacada por aquele bicho!"
"Bicho? Oh querida, você foi atropelada! Estava sozinha!"
"S-sozinha? Atropelada? Não.. Eu... Eu estava no rio! E ele estava logo atrás de mim... Aquele bicho ele..."
"Querida, você estava andando de bicicleta! Eu mesma vi!" mamãe chorava.
Não podia ser, eu imaginara tudo aquilo? 
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Após alguns dias, voltei pra casa, ainda confusa e um pouco paranóica, fui para meu quarto e me joguei na cama, olhei de relance para o canto do como e PUTA MERDA, eu a vi! A garota!
Corri para fora do quarto, procurando meus pais, mas não os achava, nem a porta de entrada de nossa casa, entrei em panico e peguei meu celular, liguei pra policia, mas ninguém atendeu... Foi então que eu ouvi... Uma voz rouca do outro lado da linha:
"Ora, você não queria me ver?"
.......silêncio.....

Eu fiquei ainda mais apavorada, então liguei para meu primo/ melhor amigo.
Graças a deus, ele atendeu e eu falei rápido e chorando o que estava havendo, ele disse que viria pra minha casa me buscar, me acalmei..
Ele chegou, e quando entrou na casa, tudo pareceu voltar ao normal, fora meus pais que haviam sumido, abracei ele e saímos dali.
Eu sentia que alguem nos observava.
Depois de dias sem notícias de meus pais, me tornei mais paranóica, nunca ficava no quarto com a luz apagada, e agora não dormia direito, eu a via toda vez que olhava de relance pro canto dos cômodos, aqueles malditos olhos azuis me encaravam, eu não raciocinava direito, as vezes ela sorria para mim, aquele sorriso doentio, eu ficava dentro do armário, escondida quase todo o tempo, foi então que ela apareceu na minha frente e disse sorrindo:
"Oh, wasn't me you wanted to see?"
Aquela voz ecoava em minha mente, eu estava ficando louca agora.
Percebi isso no dia em que esfaqueei nosso carteiro.
Agora estou aqui, num manicômio, ainda não consigo dormir, pois alguem esta sempre me olhando e sussurrando algo para mim, com sua voz rouca.
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Se você esta lendo isso, por favor, não olhe para trás agora.

Autora: 
Anninja Senpai

sábado, 23 de julho de 2016

Foto registra estranho rosto dentro de viatura do Samu em acidente no RS




Uma das primeiras fotos tiradas após o capotamento ocorrido na tarde do dia 11 de abril, na ERS 135, em Erechim - RS, tem intrigado os internautas. O registro foi feito pelo sargento da Polícia Rodoviária Estadual, Sandro Lazzarin, enquanto os socorristas prestavam os primeiros atendimentos às vítimas, e chama atenção devido a um reflexo que aparece no vidro frontal da ambulância do SAMU de Getúlio Vargas.


Na foto é possível ver uma imagem com aparência humana refletindo no vidro. Para alguns, trata-se apenas de uma das socorristas no local, para outros seria uma junção de reflexos que por coincidência tomaram tal forma, e muitos acreditam que possa ser o registro de uma aparição sobrenatural.


A foto foi tirada com um aparelho de telefone celular, ficando assim, com menor qualidade de resolução, por isso, até o momento, não foi possível realizar um maior detalhamento sobre o fato.


Segundo o sargento, no momento da fotografia, pela posição da ambulância, não teria como ser a sombra de alguma pessoa ou de árvores. “Havia pessoas no local, mas estavam longe. Poderia ser do para brisa, mas o restante do vidro está bem limpo, dando para ver os bancos, inclusive”.


O acidente foi registrado por volta das 15h, no Km 74 da rodovia, quando o Mercedes Classe A, placas MGC 0190, de Barão de Cotegipe, saiu da pista, bateu em um barranco e capotou por vários metros. Cinco pessoas ficaram feridas, nenhuma com gravidade. As informações são de Alan Dias, do jornal Boa Vista.


Por diversas vezes já se publicaram imagens deste tipo. Especialistas afirmam que o fato acontece por algum reflexo no exato momento em que a fotografia é registrada. Mas o caso é, no mínimo, interessante. Veja abaixo a polêmica foto:





Fonte: Portal 21

- See more at: http://noitesinistra.blogspot.com.br/2016/04/foto-registrada-estranho-rosto-dentro.html?utm_source=bp_recent&utm-medium=gadget&utm_campaign=bp_recent&m=1#sthash.KE19tKEI.dpuf

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Creepypasta! - Sr. Bocalarga.





Durante minha infância minha família era como uma gota d'água em um vasto rio, nunca permanecia no mesmo local por muito tempo. Nós nos estabelecemos em Rhode Island quando eu tinha oito anos, e lá ficamos até eu ir para uma faculdade em Colorado Springs. A maioria das minhas memórias estão enraizadas em Rhode Island, mas há fragmentos do fundo do meu cérebro que pertencem a várias casas que vivemos quando eu era muito mais novo.


A maioria destas memórias são sem sentido e não são claras - perseguindo um outro garoto em um quintal em uma casa da Carolina do Norte, tentando construir uma jangada para flutuar no lago atrás do apartamento que alugamos na Pensilvânia, e por aí vai. Mas tem esse set de memórias que eu lembro claro como a água, como se tivesse acontecido ontem. Eu constantemente fico divagando se essas memórias não foram apenas sonhos lúcidos produzidos por uma um longa gripe que eu tive naquela primavera, mas no fundo do meu peito, eu sei que elas são reais.


Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vineyard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga, especialmente para uma família de três pessoas. Havia alguns quartos que eu nem sequer tinha entrado ainda nos cinco meses que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço, mas era a única casa disponível no mercado naquela época, pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.


No dia depois do meu quinto aniversário (com a presença só de meus pais), eu fiquei com febre. O médico disse que eu tinha mononucleose, o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos três semanas. Foi uma época horrível para ficar de cama - estávamos em processo de empacotamento de nossas coisas para nos mudar para Pensilvânia, e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas, deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia Ginger Ale (N.T: Refrigerante local) e livros várias vezes por dia, e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas próximas semanas. O tédio vinha toda vez me atormentar, esperando os momentos certos para me atingir e só piorar minha miséria.


Eu não me lembro exatamente como eu conheci Sr. Bocalarga. Eu acho que foi tipo uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mono. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar para ele se ele tinha um nome. Ele me disse para chamá-lo de Sr. Bocalarga, porque sua boca era larga. De fato, tudo nele era largo em comparação ao corpo dele - a cabeça dele, olhos, orelhas pontudas - mas sua boca era de longe a mais larga.


"Você parece um Furby," Eu disse enquanto ele folhava um dos meus livros.


Sr. Bocalarga me deu um olhar curioso. "Furby? O que é um Furby?" ele perguntou.


Eu encolhi os ombros. "Você sabe... o brinquedo. O pequeno robô com grandes orelhas. Você pode criá-lo e dar comida como um bichinho de estimação de verdade."


"Ah." Sr. Bocalarga resmungou. "Você não precisa de uma desses. Eles não são a mesma coisa que ter amigos de verdade."


Eu lembro de Sr. Bocalarga desaparecendo todas as vezes que minha mãe vinha dar uma olhada em mim. "Eu me escondi debaixo de sua cama," ele explicou posteriormente. "Eu não quero que seus pais me vejam porque estou com medo que eles não nos deixem brincar juntos de novo."


Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. Sr. Bocalarga apenas olhava meus livros, fascinado pelas histórias e figuras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de conhecê-lo, ele me saudou com um largo sorriso no rosto. "Eu tenho um novo jogo que podemos jogar," ele disse. "Temos que esperar até depois que sua mãe vier te ver, porque ela não pode nos ver jogar. É um jogo secreto."

Depois que minha mãe me entregou mais livros e refrigerante, Sr. Bocalarga pulou de debaixo da cama e puxou minha mão. "Nós temos que ir no quarto no final do corredor," ele disse. Eu protestei de início, pois meus pais tinham me proibido de sair da cama sem a permissão deles, mas Sr. Bocalarga persistiu até eu ceder.


O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente a porta. Sr. Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então ele me chamou para olhar o chão lá para baixo.


Nós estávamos no segundo andar da casa, mas era sobre uma colina, e por esse ângulo a queda foi mais longa do que o esperado devido a inclinação. "Eu quero brincar de fingir aqui em cima," Mr. Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim embaixo da janela. Se você fingir bem forte você quica de volta para cima bem alto. Eu quero que você tente."


Eu era um menino de cinco anos de idade e febril, então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava a possibilidade. "É uma queda longa". Eu disse.


"Mas isso é tudo parte da diversão. Não seria divertido se fosse uma queda curtinha. Se fosse assim você podia muito bem apenas pular de um trampolim normal."


Eu brincava com a ideia na minha cabeça, imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível aos olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim. "Talvez outra hora," eu disse. " Eu não sei se tenho imaginação suficiente. Eu poderia me machucar."


O rosto de Sr. Bocalarga se contorceu em um rugido, mas apenas por uns segundos. A raiva sumiu para logo o desapontamento. "Se você diz..." ele disse. Ele passou o resto do dia debaixo da minha cama, quieto feito um ratinho.


Na manhã seguinte Sr. Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa. "Eu quero te ensinar malabarismo," ele disse. "Aqui tem algumas coisas que você pode usar para praticar, antes de eu começar a te dar lições."


Eu olhei a caixa. Estava cheia de facas. "Meus pais vão me matar" Eu gritei, horrorizado que Sr. Bocalarga tinha trazido facas para meu quarto - objetos que meus pais nunca me permitiram tocar. "Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"


Sr. Bocalarga franziu a testa. "É divertido fazer malabarismo com isso. Eu quero tentar."


Eu empurrei a caixa para longe. "Não posso. Vou me meter em encrenca. Facas não são seguras para serem jogadas no ar."


O franzir de testa de Sr. Bocalarga se transformou em uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama, e permaneceu lá o resto do dia. Eu comecei a pensar o quão frequente ele ficava abaixo de mim.


Eu comecei a ter problemas para dormir depois disso. Sr. Bocalarga me acordava com frequência a noite, dizendo que tinha colocado um trampolim de verdade debaixo da janela, um bem grande, que eu não conseguiria ver porque estava escuro. Eu sempre negava e tentava voltar a dormir, mas Sr. Bocalarga era persistente. Algumas vezes ele ficava ao meu lado até cedinho da manhã, encorajando-me a pular.


Ele não era mais tão legal para brincar.


Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim, especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado, ponho meus tênis e disparo para a porta dos fundos, gritando de alegria por sentir de novo o sol no meu rosto.


Sr. Bocalarga estava esperando por mim. "Eu tenho algo que quero que veja," ele disse. Eu devo ter olhado estranho para ele, pois em seguida ele disse, "É seguro, prometo."


Eu segui ele até o começo de uma trilha estreita que adentra a floresta atrás da casa. "Esse é um caminho importante," ele explicou. "Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos, eu os levo adentro dessa trilha, para um lugar especial. Você não está pronto ainda, mas um dia, eu espero que esteja."


Eu voltei para casa, me perguntando que tipo de lugar poderia estar adentro da trilha.


Duas semanas depois de conhecer Sr. Bocalarga, a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão, sentado perto de meu pai pela longa viagem para a Pensilvânia. Eu considerei falar para o Sr. Bocalarga que eu estava indo embora, mas mesmo aos cinco anos de idade, eu estava começando a suspeitar que talvez a criatura tinha intenções não muito boas, considerando as coisas que ele tinha dito anteriormente. Por essa razão, eu decidi manter a partida em segredo.



Meu pai e eu estávamos no caminhão as 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço de amanhã, com a ajuda de um carga infinita de café e seis pacotes de bebidas energéticas. Ele parecia mais com um homem que ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo sentado em um carro.


"Cedo suficiente para você?” ele perguntou.


Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro, esperando dormir por algumas horas antes do sol nascer. Eu senti a mão de meu pai no meu ombro. "Essa é a última mudança, filho. Eu prometo. Eu sei que tem sido difícil para você, por ter estado tão doente. Assim que papai for promovido nós podemos sossegar e você pode fazer amigos."


Eu abri meus olhos assim que o carro começou a se mover. Eu vi a silhueta de Sr. Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu de pé sem emoção nenhuma no rosto até que o caminhão pegasse a estrada principal. Ele acenou com a mãozinha pequena, com uma faca na mão. Não acenei de volta.


Anos depois, eu retornei para New Vineyard. O pedaço de terra que antes tinha minha casa estava vazio, exceto pelas fundações, pois a casa tinha queimado uns anos depois que minha família se mudou. Por curiosidade, eu segui a trilha estreita que Sr. Bocalarga tinha me mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de uma árvore me dando um puta susto, mas eu sentia que Sr. Bocalarga tinha ido embora, de alguma forma amarrado junto com a casa que não existia mais.


A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.


Eu notei que a maioria dos túmulos pertenciam a crianças.

A Teoria de Barney e seus Amigos



Sei lá, eu tenho uma pequena teoria sobre Barney, o dinossauro:
Não é novidade pra ninguém, o dinossauro roxo vem da imaginação das crianças, é dito até na música. Porém, já notou o papel que o dinossauro faz na vida das crianças? As vezes, algumas crianças enfrentam problemas com o irmão, como dividir um brinquedo e o Barney conversa com elas, as vezes até é demonstrado não ter preconceito com crianças (recordo-me de um episódio em que tem uma criança que andava de cadeira de rodas e outro que uma garota não possuía um braço) como se fosse um conselheiro... ou um pai.
O local que se passa a historia de Barney e seus "amigos" é, na verdade, um orfanato e não uma escola ou algo assim. A mulher de pele negra que aparece em todo episódio mostrando algo de outro país para os pequenos é uma garota que viveu no orfanato a anos atrás e que sonhava em conhecer o mundo, e hoje cumpre tudo que seus sonhos de infância a mandam e volta ao orfanato ao final de viagens para visitar as crianças.
Ok, mas no final dos episódios as crianças dizem "eu vou pra casa, minha mãe está me esperando" ou algo do gênero... Isso pode ser na verdade elas indo se deitar, fechar os olhos e sonhar com possíveis casais que os adotarão um dia.
A teoria explica também a música, já que nela é dita "Somos uma família feliz"; exatamente, família. Um orfanato passa isso pra crianças que vivem lá.

Fonte:Silvio Nilo (O Pior dos Cartoons)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Youtuber Russo cria homúnculo

(Olá seres obscuros como estão?
Voltei a postar aqui no blog e no canal,decidi voltar porque senti saudades de estar compartilhando experiências com vocês e histórias/curiosidades bizarras.
A matéria abaixo foi retirada do blog Medo Sensitivo,ele não colocou o vídeo citado,por conta de o blogger não aceitar o conteúdo do vídeo,considerado +18.
Boa leitura)


Um canal no youtube de origem russa, tem ganhado destaque ultimamente por tentar criar homúnculos. Homúnculos, para quem não sabe, segue uma definição

"O Homúnculos é uma criatura criada artificialmente, que muitas das vezes possui uma forma humana. Estas criaturas podem viver em jarros com um líquido que lhe proporciona a vida, ou então uma espécie de “Frankenstein” em que o cientista cria o Homúnculos para que este se possa deslocar."

Se você fizer uma pesquisa sobre o assunto no YouTube e uma rápida no Google, poderá encontrar vários (supostos) tutorias de como se criar seu próprio Homúnculos, entretanto nenhum deste tutorias causou uma discussão como esses vídeos. Antes de mostrar os tais vídeos, gostaria de informar que talvez seja ligeiramente desconfortável para certas pessoas, mas nada realmente muito perturbador.

O canal do YouTube que fez os uploads do vídeos vive na Rússia e o nome traduzido do canal é: "Como fazer..."

Todos os seus vídeos são daqueles que ensinam a fazer coisas, entretanto não as coisas comuns como estamos acostumados a ver no dia-a-dia do YouTube. São algo com conteúdo mais profundo e com caráter paranormal.



Alguns exemplos



Entretanto, seus vídeos mais notáveis são os que supostamente envolve a criação de tais seres. Com cada um tendo uma tentativa diferente para criar. No primeiro vídeo, ele explica o processo.

1) Pegue um ovo normal de galinha e faça um furo bem pequeno, segundo o mesmo, quanto menor for o furo maior será as chances de sucesso.
2) Então injete sêmen humano no ovo (com uma seringa). Garotas poderão ter um problema ao fazer este passo.
3) Após isso, o ovo deve ser coberto com band-aid. Então o ovo deve ser colocado em um recipiente de plástico por algumas semanas.

No primeiro vídeo, ele deixa o ovo no recipiente por 10 dias, após isso ele abre o abre e joga o que tem dentro dentro do recipiente, mostrando uma estranha criaturinha que mostra sinais de vida com breves movimentos.






O homem, diz que o experimento foi um fracasso, por uma possível infecção no ovo (por que será?) e então disse que iria tentar novamente uma outra vez.

Este segundo vídeo é provavelmente o mais perturbador dos vídeos sobre assunto que ele fez. Mais uma vez ele faz o mesmo processo, porém deixa 40 dias para o homúnculo para se desenvolver.
Depois disso, ele abre o ovo e joga o que tem dentro no recipiente. Inicialmente sai apenas o que se esperaria de um ovo, mas em pouco tempo um ser preto sai do ovo. Vejam vocês mesmos:

Vídeo (CLIQUE ALI)

Por algum motivo, o blogger não tá deixando eu colocar o vídeo em si no post, então cliquem em cima para verem o vídeo do segundo experimento do cara.

Para quem não entendeu o porquê dele ter matado o bichinho, é que supostamente a criaturinha cuspiu algo nele e então ele o matou com o conhecimento. Literalmente...

Realmente acreditam que ele criou um homúnculo? Deixe sua opinião nos comentários!
Fonte: Canal: "Como fazer..."
Canal: Mr.Nightmare

Casas Pegam Fogo no Município de Catu-BA. Famílias estão Desesperadas


Localização do Município de Catu-BA
Assombrados, continuam os casos de casas assombradas neste gigante país chamado Brasil. No final de abril eu falei da casa assombrada de Boa Ventura, na Paraíba. Eis que agora vamos falar cas casas que pegam foto em Catu-BA. Vamos saber mais sobre o caso.

Catu é um município da Bahia com quase 60 mil habitantes e que fica próxima ao litoral do estado. Os fenômenos estão acontecendo em uma comunidade na zona rural da cidade, acessível após mais de 20 quilômetros de estrada de asfalto e terra.

Os moradores do local contam que roupas e colchões estão pegando fogo e objetos estão caindo. O interessante é que o fogo não se resume a uma única casa, mas sim a várias. No total, 6 casas já tiveram objetos que pegaram fogo. Uma casa inclusive já teve todos os móveis queimados!

É um fogo muito forte segundo os moradores, e o mais estranho, ele migra. Depois de queimar os objetos em uma casa, ele vai para outra.

Um dos moradores do local, seu Pedro, conta que sua cama pegou fogo e que um dia estava cortando carne sobre uma mesa e que ao se virar, toda a carne foi jogada no chão.

Já um outro morador chamado Claudinei conta que tudo o que havia no seu quarto pegou fogo. Ele estava descansando quando acordou com o fogo, que consumiu seu colchão, travesseiro e lenções. A chama foi tanta que chegou até as telhas da casa. Ele diz também que móveis são arremessados. Uma comoda e até uma geladeira foram atiradas ao chão. Uma geladeira assombrados! Segundo ele, a geladeira não ficava em pé. Era colocar em pé e ela tombar. Credo!

Pedras também foram arremessadas sobre a casa dele. E que baita pedras! Infelizmente uma atingiu seu Claudinei que acabou ficando ferido. O impacto contra as telhas foi tão forte que quebrou várias delas. Claudinei conta que ninguém via de onde elas viam.

Olha o tamanho das pedras que caíram no telhado da casa do seu Claudinei!






















Agora vamos conhecer a história de Dona Lourdes, moradora de outra casa. Ela disse que os primeiros fenômenos ocorreram na estante de sua casa. Ela começou a tremer e então copos caíram, o vidro quebrou até que finalmente a estante foi jogada ao chão. Em seguida, o guarda-roupa veio abaixo e depois o filtro de água. Dona Lourdes disse que ficou maluca com a cena.

O que o pessoal da comunidade resolveu fazer então? Coloca tudo para fora de casa. Todos os móveis agora estão do lado de fora das casas, para evitar deles pegarem fogo ou serem arremessados. E quando chega a noite, todos se juntar e passam a madrugada unidos, conversando e vigiando para ver se algo ocorre.

Moradores perderam muitos móveis, estão desesperados e não sabem o que fazer...


Por fim, quero agradecer a leitora Agnalva Alves que foi quem me mandou o link para eu conhecer o caso e a equipe da TV Aratu, que foi até lá documentar o fenômeno.


Fonte:Assombrado