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sábado, 25 de junho de 2016
quarta-feira, 16 de março de 2016
Misfortune.gb
Misfortune é um jogo extremamente obscuro do Game Boy. Uma vez que não existem cartuchos ou ROMs desse jogo, todas as informações a seu respeito vêm de relatos e diversas screenshots feitas em emuladores. O jogo não possui créditos e quem quer que esteja envolvido na sua criação permanece anônimo até hoje. As poucas pessoas que o jogaram consideram esse um dos jogos mais assustadores de todos os tempos.
Levando em conta a "idade" dessa história e seu status entre os fãs de jogos de terror, é perfeitamente possível que os autores de Creepypastas como Sonic.exe e Síndrome de Lavender Town tenham se inspirado na história de Misfortune.
História/Conceito
O jogador controla um personagem que aparenta ser um garoto em um prédio de arquitetura gótica. Uma cruz invertida e diversos esqueletos são vistos no chão.Depois de explorar por algum tempo, o jogador encontra uma criatura malévola. Embora ele não se identifique, algumas pessoas (baseadas em certas semelhanças) dizem que se trata de uma representação de Baphomet, Belzebu ou de Lúcifer.
Ao encontrar a criatura, uma caixa de texto aparece: "Eu existo no interior do tecido da realidade. Você quer me desafiar?" Em seguida, o jogador deve escolher entre "Sim" e "Não". Se escolher "Sim", a criatura irá responder "Nesse caso, comecemos."
Gameplay
O jogador é transportado para uma série de salas que parecem labirintos, cada uma com buracos no chão, portas trancadas, chaves e armadilhas.
O objetivo do jogador é passar por cada uma dessas salas, tendo para isso que ou alcançar as escadas ou desvendar uma espécie de quebra cabeça. Estes podem ser charadas ou então escolher uma porta ou trilha para se seguir. O exemplo mais conhecido é uma fase onde existem quatro pequenas cabanas: uma caixa de texto aparece, onde se lê "Escolha errado e a desgraça cairá sobre seus entes queridos. Está pronto para jogar?"
Se o jogador cometer um erro que seja em qualquer momento do jogo, a tela vai ficar escura e logo em seguida irá mostrar uma imagem mais detalhada da criatura, junto com uma caixa de texto onde se lê "eu sou deus aqui." escrito com o que parece ser sangue.
Supostos efeitos colaterais
Histórias sobre o jogo e seus efeitos maléficos circulam pela internet desde meados da década de 90. Alguns jogadores dizem ter sofrido de depressão e pavor constantes após verem a tela de "Game Over". Estes jogadores, que eram extremamente ativos em forums, se tornaram inativos sem qualquer aviso prévio, e crê-se que estão mortos ou desaparecidos. Discussões fervorosas foram travadas nos fóruns por algum tempo, mas o mistério nunca chegou nem perto de ser resolvido. Alguns diziam que a história toda era algum tipo de piada sem graça. Outros achavam que ver a imagem da criatura após perder o jogo realmente trazia desgraça para a vida do jogador. E logo, começaram as especulações em torno da trilha sonora do jogo.
Trilha sonora
A música do jogo consiste de zumbidos profundos e melodias desafinadas. O jogo possui uma trilha sonora inquietante, mesmo sendo limitada pelo chip 8 bit do Game Boy. A tela de "Game Over" vem com uma música irregular, quase nauseante, com uma frequência muito alta acompanhando-a. Rumores dizem que essa faixa podia afetar o humor e os pensamentos da pessoa. De todas as supostas quatro músicas do jogo, apenas duas podem ser encontradas na internet: "The devil's realm" e "Cursed child" (http://misfortune-dot-gb.webs.com/music).
Disponibilidade
Não existem mais do que algumas screenshots e parte do áudio do jogo na internet. Não há, como dito no começo do texto, uma ROM em nenhum site. Se você está se perguntando como pode encontrar esse jogo, vou lhe dizer o seguinte: se você é um grande colecionador de cartuchos de Game Boy (ou mesmo de ROMs de Game Boy), você provavelmente já tem esse jogo com você.
Se você já revirou sua coleção de cartuchos e tem certeza que não encontrou esse jogo, eu diria para olhar de novo. Não nas etiquetas dos cartuchos, mas dentro deles - nos jogos. Misfortune nunca foi lançado oficialmente. Além disso, muitas pessoas notaram que diversos sprites e texturas do jogo vinham de outros jogos que tem mecânica semelhante.
Algumas pessoas que jogaram através de ROMs notaram algo envolvendo jogos que não faziam sentido. Em alguns casos (a maioria envolvendo jogos como Zelda ou Pokémon) as pessoas descobriram que glitches e às vezes uma certa sequência de eventos e escolhas levava o jogador direto para Misfortune.
Onde está escondido?
Infelizmente não existem muitas informações sobre esse jogo na internet, provavelmente porque poucas pessoas conhecem de fato o jogo, ou mesmo por ser tão difícil de encontrar. Mas não se desanime. Pode não haver muito, mas se você procurar bem você pode descobrir. Não espere encontrar logo no começo das suas pesquisas. Uma certeza é a de que Misfortune está escondido nas ROMs (e, obviamente nos cartuchos), embora existam especulações de que, na verdade, o jogo está escondido na placa mãe do Game Boy. Não se sabe quantos jogos possuem Misfortune, mas alguns estão listados a seguir:
-Legend of Zelda: Link's Awakening
-Pokémon: Red
-Pokémon: Yellow
-Spud's Adventure
-Puchi Carat
-Atelier Marie (JP)
Considerações finais
A única questão que resta é por que Misfortune está escondido, e não apenas muito escondido, mas também escondido em jogos que aparentemente não tem nenhuma conexão entre si. Alguns rumores dizem que, por sua natureza pertubadora e pela "maldição" envolvendo o jogo, a Nintendo jamais permitiu que fosse lançado e escondeu o código do jogo em outros títulos já lançados. Mas isso parece improvável devido às regras estritas da Nintendo sobre o que é aceitável e o que não é. E é impossível que eles permitissem que tal jogo fosse incorporado em seus jogos populares sem que ninguém soubesse.
Mesmo sem nunca ter ficado claro o que precisa ser feito para encontrá-lo ou mesmo por que ele está ali, Misfortune ainda é considerado, pelas poucas pessoas que o encontraram, o jogo mais assustador já feito.
Fonte:Creepypasta Brasil
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
O Ritual Proibido
Olá seres obscuros,como estão?
Agora vos trago,uma creepypasta,enviada no email do blog,de um leitor nosso o Matheus Coelho,chamada "O Ritual Proibido".
Espero que gostem,e lembrem-se:CUIDADO!!!
Yuki olhou através da pequena janela do quarto ao perceber que a lua voltara a aparecer. Não conseguia lembrar quando foi a última vez que vira uma lua cheia tão grande como aquela. A forte luz que brilhava nas águas escuras só deixava a vista dali mais incrível. Se realmente tinha que ficar isolada para a purificação aquele definitivamente era o melhor lugar. Tudo que se ouvia naquela região era o som das ondas do mar batendo nas rochas. Yuki gostava, mas não escutava mais nada há dias e já estava começando a se irritar.
Um dos sacerdotes acabara de deixar sua refeição, mas ela nem conseguiu tocar na comida. Não conseguia parar de pensar na sua irmã, que não via há dias. Se Miya estivesse ali provavelmente iria obriga-la a comer, mas não tirava da cabeça as palavras de seu pai. “O futuro da nossa comunidade agora depende inteiramente de vocês, esse será o destino das duas.” Seu pai era o Sacerdote Chefe da vila, e ele próprio um Remanescente. Ele havia realizado o Ritual do Sacrifício com seu irmão gêmeo há quase 25 anos e ele mesmo tivera a ideia de oferecer as filhas para o próximo, após o ritual dos irmãos Miura ter fracassado. Para ele e para quase todos da vila era uma honra. Uma glória eterna para a família. Mas Yuki e Miya Kimura pensavam diferente. Yuki achava extremamente cruel e desnecessário e nunca iria conseguir estrangular a própria irmã.
O novo ritual era dentro de apenas alguns minutos, mas Yuki e Miya tinham armado um plano com o irmão Miura Remanescente. Akira Miura havia orientado as irmãs que quando fossem ser levadas para o ritual elas deveriam correr o mais rápido que puder até o Grande Carvalho, que ficava ao sul da vila. Lá ele iria deixar as irmãs aos cuidados do seu amigo folclorista da cidade, que concordou em ajudar. Akira foi tomado por uma profunda angústia após ter estrangulado seu irmão gêmeo no Ritual do Sacrifício anterior e não queria aquele mesmo destino para suas amigas Yuki e Miya. Yuki sabia que aquele era o único jeito. Não queria mais fazer parte daquele lugar. Teria que se despedir de todos para sempre e iniciar uma nova vida com sua irmã.
Yuki vestiu o quimono branco que havia sido deixado para ela pela manhã e esperou. O Senhor Kimura, pai de Yuki, destrancou a porta minutos depois e entrou no quarto. Yuki pôde ver os Sacerdotes Velados do lado de fora, alguns seguravam tochas e outros carregavam varais budistas de metal.
-Está pronta, minha criança? – disse o pai de Yuki, quebrando o silêncio.
Ela apenas o encarou com seus olhos negros, deixando seu medo transparente. Seu pai forçou um sorriso cínico e estendeu a mão para ela. Como ele podia deixar a filha nessa situação? Como ele podia obrigar que sua própria filha estrangulasse a irmã em um ritual sem sentido? Yuki naquele momento desejou que seu pai estivesse morto.
- As Trevas não irão tolerar outro ritual fracassado. Nós precisamos de vocês – disse com calma.
Yuki nunca entendeu o que seu pai queria dizer com essas tais “Trevas”. Ele também costumava dizer às filhas que gêmeos tinham um poder espiritual muito grande e que elas um dia, assim como ele, iriam participar de uma cerimônia importante.
Yuki andou em direção aos sacerdotes, deixando seu pai com a mão estendida. Os sacerdotes usavam um manto todo preto com apenas um cinto de corda vermelho, o que era incomum para sacerdotes tradicionais. Porém o que era mais incomum era o véu que encobria seus rostos completamente. Yuki não entendia para o que servia aquilo e esperou o sinal de Akira, enquanto seu pai andava em sua direção.
De repente um forte estrondo rugiu. Os sacerdotes olharam surpresos para o clarão. Yuki soube imediatamente que Akira havia conseguido explodir alguma coisa e sabia que aquela era sua única chance. Então, ela começou a correr rapidamente para o sul da vila com seu coração quase escapando pela boca. Ela olhou para trás e viu seu pai gritar alguma coisa, enquanto apontava furioso para ela. Imediatamente vários sacerdotes arrancaram o véu do rosto e correram atrás dela. O local todo estava muito escuro e talvez fosse fácil despista-los. Yuki iria encontrar com Miya no Grande Carvalho se tudo tivesse dado certo pra ela.
Yuki começou a atravessar a ponte de madeira que separava os participantes do ritual do resto da vila. Ela rapidamente pulou o guarda-corpo e se pendurou para fora segurando nas tábuas de madeira. Os sacerdotes cruzaram a ponte sem perceber Yuki e entraram na vila. Ela fez força nas mãos, subiu de volta e foi na outra direção.
Yuki viu Miya de costas para ela aos pés do Grande Carvalho e a chamou. Miya virou-se e pareceu que Yuki estava diante de um grande espelho. Além de gêmeas, Miya parecia ter a mesma expressão doce e suave no rosto. Apesar de ser mais nova Miya sempre cuidou de sua irmã, as vezes quase sendo uma segunda mãe. As duas irmãs se abraçaram forte.
-Você está bem, irmã? – disse Yuki enquanto uma lágrima escorria do seu rosto até cair no ombro de Miya.
-Estou... – Miya olhou para a irmã e continuou – Akira foi capturado, eles o descobriram. Ele disse que o amigo folclorista da cidade estará a nossa espera à beira do lago. Temos que ir pra lá rápido!
-Vocês estão cientes do erro que estão cometendo?
Yuki e Miya gelaram ao verem o Senhor Kimura diante delas e vários sacerdotes atrás dele carregando tochas. As duas começaram a correr rapidamente, adentrando a floresta.
-Peguem-nas! – gritou o Senhor Kimura para os sacerdotes. Eles prontamente obedeceram as ordens e começaram a perseguir as garotas.
Miya era mais ágil e estava deixando Yuki para trás. A floresta era muito densa e nenhuma das duas conseguia enxergar mais que um palmo à frente. Yuki virou-se e viu a luz das chamas das tochas dos sacerdotes se aproximar.
-Miya! Espera! Não me deixa para trás!
-Vem rápido! – virou-se para Yuki enquanto corria.
Miya mesmo assim apressou o passo enquanto tentava lembrar qual era o caminho do lago, mas estava muito escuro... E silencioso de repente. Não conseguia mais ouvir Yuki ofegante. Miya parou e virou-se. Sua irmã não estava mais lá, não tinha mais ninguém.
-Yuki?! Yuki!
Miya começou a tremer, voltou um pouco pelo lado que veio, mas não havia sinal algum de Yuki.
Yuki estava a poucos metros dali e pôde ouvir sua irmã. Ela tentou gritar de volta, mas sua voz não saiu ao virar-se e dar de cara com os sacerdotes. Ela tentou recuar, mas os sacerdotes a agarraram. Ela se debateu com fúria e tentou chuta-los, mas eles começaram a leva-la de volta a vila. Yuki viu alguns sacerdotes irem atrás de Miya.
Yuki foi levada até a casa de um dos moradores. Ela sentou no chão quase soluçando enquanto ouvia os sacerdotes e residentes da vila ao seu redor tentando decidir como eles realizariam o ritual agora. Seu pai estava entre eles.
-Não temos mais tempo, Miya não voltará! O ritual deve ser realizado hoje ou as Trevas reinarão sob nossa comunidade! – disse o Sacerdote Chefe, o Senhor Kimura.
-Pai, por favor... Não faz isso! – Yuki soluçou.
O Senhor Kimura curvou-se para Yuki e limpou suas lágrimas do rosto.
-Não chore, minha criança. Há sacrifícios que devem ser feitos para um bem maior.
Yuki não percebeu nenhuma emoção na frase dele. Ela e sua irmã haviam sido criadas por seu pai com mãos de ferro. Ele sempre fora severo e duro, mas ela não imaginaria que um dia iria implorar por sua vida a ele. O Senhor Kimura ordenou que levassem Yuki até o Abismo Oco.
Yuki andou no meio dos Sacerdotes Velados até uma parte da vila onde nunca tinha ido antes. Ela viu uma corda improvisada amarrada em uma parte de madeira do telhado de uma casa próxima. A ponta da corda estava atada de modo a formar um
círculo, onde sua cabeça podia entrar facilmente. Yuki sentiu um frio maior percorrer sua espinha ao ver o Abismo Oco. Era um enorme buraco que estranhamente formava um quadrado perfeito de mais ou menos 8 metros em cada lado e com a lua cheia posicionada exatamente em cima. Yuki foi guiada até a corda, enquanto os sacerdotes começaram a rodear o abismo. Ela, a essa altura, já não acreditava mais que sua irmã voltaria para salva-la.
Miya finalmente havia achado o caminho de volta à vila. Tinha que salvar sua irmã. As duas eram unha e carne. Miya nos últimos dias tinha pensado como seria viver sem sua irmã e não conseguia suportar a ideia. A amava tanto que podia facilmente abandonar seu povo e não voltar nunca mais. Aquele ritual era sádico. Cruel. Desumano. Akira havia dito que para apaziguar as Trevas era preciso de jovens gêmeos idênticos. Ele mencionara que a energia liberada quando o irmão mais velho estrangulava o mais novo era tão forte que o povo da vila acreditava que era suficiente para acalmar as Trevas que viviam no Abismo Oco. Miya tentou afastar os pensamentos ruins e continuou correndo na esperança de encontrar o local do sacrifício.
O Senhor Kimura passou a corda sobre a cabeça de Yuki e em seguida apertou o nó no pescoço. Ela se equilibrava em pé em cima do corrimão da varanda no segundo andar da casa com as mãos atadas.
-Chegou a hora, filha – disse o Senhor Kimura antes de dar um beijo no rosto dela.
O Senhor Kimura a empurrou forte. Yuki gritou ao cair da varanda, seu corpo ficou suspenso pela corda em volta de seu pescoço. Ela começou a agitar as pernas histericamente e tentou soltar as mãos, mas nem sequer conseguia chorar mais. A corda balançava o tempo todo e seu corpo girava enquanto ela tentava desesperadamente respirar. Então Yuki começou a sentir sua visão escurecer, suas pernas vagarosamente acalmaram e a última coisa que pensou foi por que Miya não havia voltado por ela.
Após cortarem a corda, o corpo de Yuki foi levado pelos sacerdotes até a beira do abismo. O Senhor Kimura conduziu o processo de perto, enquanto alguns moradores murmuravam preces. Dois sacerdotes levantaram o corpo de Yuki e o mergulharam na escuridão infinita que habitava aquele lugar.
Miya atravessou a ponte de madeira em busca de Yuki quando de repente ouviu um estrondo enorme. Ela sentiu o chão tremer e ouviu um forte zumbido no ouvido. Miya seguiu o barulho até um grande portão no lado norte da vila. Ela viu alguns moradores e sacerdotes correrem desesperados para fora, gritando de pavor. Eles nem pareceram nota-la, só estavam preocupados em fugir dali.
Miya adentrou o local confusa e viu o Abismo Oco. O zumbido parara e o lugar parecia estar vazio. A lua encoberta pelas nuvens deixava tudo mais escuro. Miya andou em direção ao buraco quando de repente um relâmpago iluminou tudo. Vários corpos mutilados estavam espalhados em volta da área toda. Sacerdotes e moradores jaziam banhados em sangue. Miya gritou, recuando para trás e tropeçou. Ela virou e viu seu pai engasgando sangue na sua frente. Ele tentou dizer algo para ela, mas foi interrompido quando seu pescoço girou sozinho para o lado rapidamente. Miya gelou ao ouvir o estalo dos ossos. Ela rapidamente se levantou e ouviu uma risadinha.
Miya virou-se e deu de cara com Yuki de cabeça abaixada, em pé, à beira do abismo. Seu quimono branco estava encharcado de sangue. Yuki levantou seus longos cabelos negros expondo uma terrível marca vermelha em volta do pescoço e começou a gargalhar. Os risos agudos eram assustadores, não pareciam ser humanos. Miya percebeu que aquela não era mais sua irmã e sentiu uma forte onda de medo percorrer seu corpo. Ela virou-se rapidamente preparada para sair, mas de repente os risos cessaram. Então, Yuki apareceu de frente para Miya de repente. Ela caiu para trás e se pôs a recuar.
-Você vai me deixar de novo? – Yuki sussurrou numa voz medonha enquanto se aproximava rápido de Miya – Você vai me deixar pra trás de novo, irmã? Você deveria ter cuidado de mim – Yuki riu.
Miya gaguejou, mas não conseguiu dizer uma palavra. Ela virou-se para o abismo e viu uma onda negra de escuridão engolir toda a vila. Virou de volta para o que um dia foi sua irmã e, a última coisa que viu foram seus enormes olhos negros tomados pelas Trevas.
Agora vos trago,uma creepypasta,enviada no email do blog,de um leitor nosso o Matheus Coelho,chamada "O Ritual Proibido".
Espero que gostem,e lembrem-se:CUIDADO!!!
Yuki olhou através da pequena janela do quarto ao perceber que a lua voltara a aparecer. Não conseguia lembrar quando foi a última vez que vira uma lua cheia tão grande como aquela. A forte luz que brilhava nas águas escuras só deixava a vista dali mais incrível. Se realmente tinha que ficar isolada para a purificação aquele definitivamente era o melhor lugar. Tudo que se ouvia naquela região era o som das ondas do mar batendo nas rochas. Yuki gostava, mas não escutava mais nada há dias e já estava começando a se irritar.
Um dos sacerdotes acabara de deixar sua refeição, mas ela nem conseguiu tocar na comida. Não conseguia parar de pensar na sua irmã, que não via há dias. Se Miya estivesse ali provavelmente iria obriga-la a comer, mas não tirava da cabeça as palavras de seu pai. “O futuro da nossa comunidade agora depende inteiramente de vocês, esse será o destino das duas.” Seu pai era o Sacerdote Chefe da vila, e ele próprio um Remanescente. Ele havia realizado o Ritual do Sacrifício com seu irmão gêmeo há quase 25 anos e ele mesmo tivera a ideia de oferecer as filhas para o próximo, após o ritual dos irmãos Miura ter fracassado. Para ele e para quase todos da vila era uma honra. Uma glória eterna para a família. Mas Yuki e Miya Kimura pensavam diferente. Yuki achava extremamente cruel e desnecessário e nunca iria conseguir estrangular a própria irmã.
O novo ritual era dentro de apenas alguns minutos, mas Yuki e Miya tinham armado um plano com o irmão Miura Remanescente. Akira Miura havia orientado as irmãs que quando fossem ser levadas para o ritual elas deveriam correr o mais rápido que puder até o Grande Carvalho, que ficava ao sul da vila. Lá ele iria deixar as irmãs aos cuidados do seu amigo folclorista da cidade, que concordou em ajudar. Akira foi tomado por uma profunda angústia após ter estrangulado seu irmão gêmeo no Ritual do Sacrifício anterior e não queria aquele mesmo destino para suas amigas Yuki e Miya. Yuki sabia que aquele era o único jeito. Não queria mais fazer parte daquele lugar. Teria que se despedir de todos para sempre e iniciar uma nova vida com sua irmã.
Yuki vestiu o quimono branco que havia sido deixado para ela pela manhã e esperou. O Senhor Kimura, pai de Yuki, destrancou a porta minutos depois e entrou no quarto. Yuki pôde ver os Sacerdotes Velados do lado de fora, alguns seguravam tochas e outros carregavam varais budistas de metal.
-Está pronta, minha criança? – disse o pai de Yuki, quebrando o silêncio.
Ela apenas o encarou com seus olhos negros, deixando seu medo transparente. Seu pai forçou um sorriso cínico e estendeu a mão para ela. Como ele podia deixar a filha nessa situação? Como ele podia obrigar que sua própria filha estrangulasse a irmã em um ritual sem sentido? Yuki naquele momento desejou que seu pai estivesse morto.
- As Trevas não irão tolerar outro ritual fracassado. Nós precisamos de vocês – disse com calma.
Yuki nunca entendeu o que seu pai queria dizer com essas tais “Trevas”. Ele também costumava dizer às filhas que gêmeos tinham um poder espiritual muito grande e que elas um dia, assim como ele, iriam participar de uma cerimônia importante.
Yuki andou em direção aos sacerdotes, deixando seu pai com a mão estendida. Os sacerdotes usavam um manto todo preto com apenas um cinto de corda vermelho, o que era incomum para sacerdotes tradicionais. Porém o que era mais incomum era o véu que encobria seus rostos completamente. Yuki não entendia para o que servia aquilo e esperou o sinal de Akira, enquanto seu pai andava em sua direção.
De repente um forte estrondo rugiu. Os sacerdotes olharam surpresos para o clarão. Yuki soube imediatamente que Akira havia conseguido explodir alguma coisa e sabia que aquela era sua única chance. Então, ela começou a correr rapidamente para o sul da vila com seu coração quase escapando pela boca. Ela olhou para trás e viu seu pai gritar alguma coisa, enquanto apontava furioso para ela. Imediatamente vários sacerdotes arrancaram o véu do rosto e correram atrás dela. O local todo estava muito escuro e talvez fosse fácil despista-los. Yuki iria encontrar com Miya no Grande Carvalho se tudo tivesse dado certo pra ela.
Yuki começou a atravessar a ponte de madeira que separava os participantes do ritual do resto da vila. Ela rapidamente pulou o guarda-corpo e se pendurou para fora segurando nas tábuas de madeira. Os sacerdotes cruzaram a ponte sem perceber Yuki e entraram na vila. Ela fez força nas mãos, subiu de volta e foi na outra direção.
Yuki viu Miya de costas para ela aos pés do Grande Carvalho e a chamou. Miya virou-se e pareceu que Yuki estava diante de um grande espelho. Além de gêmeas, Miya parecia ter a mesma expressão doce e suave no rosto. Apesar de ser mais nova Miya sempre cuidou de sua irmã, as vezes quase sendo uma segunda mãe. As duas irmãs se abraçaram forte.
-Você está bem, irmã? – disse Yuki enquanto uma lágrima escorria do seu rosto até cair no ombro de Miya.
-Estou... – Miya olhou para a irmã e continuou – Akira foi capturado, eles o descobriram. Ele disse que o amigo folclorista da cidade estará a nossa espera à beira do lago. Temos que ir pra lá rápido!
-Vocês estão cientes do erro que estão cometendo?
Yuki e Miya gelaram ao verem o Senhor Kimura diante delas e vários sacerdotes atrás dele carregando tochas. As duas começaram a correr rapidamente, adentrando a floresta.
-Peguem-nas! – gritou o Senhor Kimura para os sacerdotes. Eles prontamente obedeceram as ordens e começaram a perseguir as garotas.
Miya era mais ágil e estava deixando Yuki para trás. A floresta era muito densa e nenhuma das duas conseguia enxergar mais que um palmo à frente. Yuki virou-se e viu a luz das chamas das tochas dos sacerdotes se aproximar.
-Miya! Espera! Não me deixa para trás!
-Vem rápido! – virou-se para Yuki enquanto corria.
Miya mesmo assim apressou o passo enquanto tentava lembrar qual era o caminho do lago, mas estava muito escuro... E silencioso de repente. Não conseguia mais ouvir Yuki ofegante. Miya parou e virou-se. Sua irmã não estava mais lá, não tinha mais ninguém.
-Yuki?! Yuki!
Miya começou a tremer, voltou um pouco pelo lado que veio, mas não havia sinal algum de Yuki.
Yuki estava a poucos metros dali e pôde ouvir sua irmã. Ela tentou gritar de volta, mas sua voz não saiu ao virar-se e dar de cara com os sacerdotes. Ela tentou recuar, mas os sacerdotes a agarraram. Ela se debateu com fúria e tentou chuta-los, mas eles começaram a leva-la de volta a vila. Yuki viu alguns sacerdotes irem atrás de Miya.
Yuki foi levada até a casa de um dos moradores. Ela sentou no chão quase soluçando enquanto ouvia os sacerdotes e residentes da vila ao seu redor tentando decidir como eles realizariam o ritual agora. Seu pai estava entre eles.
-Não temos mais tempo, Miya não voltará! O ritual deve ser realizado hoje ou as Trevas reinarão sob nossa comunidade! – disse o Sacerdote Chefe, o Senhor Kimura.
-Pai, por favor... Não faz isso! – Yuki soluçou.
O Senhor Kimura curvou-se para Yuki e limpou suas lágrimas do rosto.
-Não chore, minha criança. Há sacrifícios que devem ser feitos para um bem maior.
Yuki não percebeu nenhuma emoção na frase dele. Ela e sua irmã haviam sido criadas por seu pai com mãos de ferro. Ele sempre fora severo e duro, mas ela não imaginaria que um dia iria implorar por sua vida a ele. O Senhor Kimura ordenou que levassem Yuki até o Abismo Oco.
Yuki andou no meio dos Sacerdotes Velados até uma parte da vila onde nunca tinha ido antes. Ela viu uma corda improvisada amarrada em uma parte de madeira do telhado de uma casa próxima. A ponta da corda estava atada de modo a formar um
círculo, onde sua cabeça podia entrar facilmente. Yuki sentiu um frio maior percorrer sua espinha ao ver o Abismo Oco. Era um enorme buraco que estranhamente formava um quadrado perfeito de mais ou menos 8 metros em cada lado e com a lua cheia posicionada exatamente em cima. Yuki foi guiada até a corda, enquanto os sacerdotes começaram a rodear o abismo. Ela, a essa altura, já não acreditava mais que sua irmã voltaria para salva-la.
Miya finalmente havia achado o caminho de volta à vila. Tinha que salvar sua irmã. As duas eram unha e carne. Miya nos últimos dias tinha pensado como seria viver sem sua irmã e não conseguia suportar a ideia. A amava tanto que podia facilmente abandonar seu povo e não voltar nunca mais. Aquele ritual era sádico. Cruel. Desumano. Akira havia dito que para apaziguar as Trevas era preciso de jovens gêmeos idênticos. Ele mencionara que a energia liberada quando o irmão mais velho estrangulava o mais novo era tão forte que o povo da vila acreditava que era suficiente para acalmar as Trevas que viviam no Abismo Oco. Miya tentou afastar os pensamentos ruins e continuou correndo na esperança de encontrar o local do sacrifício.
O Senhor Kimura passou a corda sobre a cabeça de Yuki e em seguida apertou o nó no pescoço. Ela se equilibrava em pé em cima do corrimão da varanda no segundo andar da casa com as mãos atadas.
-Chegou a hora, filha – disse o Senhor Kimura antes de dar um beijo no rosto dela.
O Senhor Kimura a empurrou forte. Yuki gritou ao cair da varanda, seu corpo ficou suspenso pela corda em volta de seu pescoço. Ela começou a agitar as pernas histericamente e tentou soltar as mãos, mas nem sequer conseguia chorar mais. A corda balançava o tempo todo e seu corpo girava enquanto ela tentava desesperadamente respirar. Então Yuki começou a sentir sua visão escurecer, suas pernas vagarosamente acalmaram e a última coisa que pensou foi por que Miya não havia voltado por ela.
Após cortarem a corda, o corpo de Yuki foi levado pelos sacerdotes até a beira do abismo. O Senhor Kimura conduziu o processo de perto, enquanto alguns moradores murmuravam preces. Dois sacerdotes levantaram o corpo de Yuki e o mergulharam na escuridão infinita que habitava aquele lugar.
Miya atravessou a ponte de madeira em busca de Yuki quando de repente ouviu um estrondo enorme. Ela sentiu o chão tremer e ouviu um forte zumbido no ouvido. Miya seguiu o barulho até um grande portão no lado norte da vila. Ela viu alguns moradores e sacerdotes correrem desesperados para fora, gritando de pavor. Eles nem pareceram nota-la, só estavam preocupados em fugir dali.
Miya adentrou o local confusa e viu o Abismo Oco. O zumbido parara e o lugar parecia estar vazio. A lua encoberta pelas nuvens deixava tudo mais escuro. Miya andou em direção ao buraco quando de repente um relâmpago iluminou tudo. Vários corpos mutilados estavam espalhados em volta da área toda. Sacerdotes e moradores jaziam banhados em sangue. Miya gritou, recuando para trás e tropeçou. Ela virou e viu seu pai engasgando sangue na sua frente. Ele tentou dizer algo para ela, mas foi interrompido quando seu pescoço girou sozinho para o lado rapidamente. Miya gelou ao ouvir o estalo dos ossos. Ela rapidamente se levantou e ouviu uma risadinha.
Miya virou-se e deu de cara com Yuki de cabeça abaixada, em pé, à beira do abismo. Seu quimono branco estava encharcado de sangue. Yuki levantou seus longos cabelos negros expondo uma terrível marca vermelha em volta do pescoço e começou a gargalhar. Os risos agudos eram assustadores, não pareciam ser humanos. Miya percebeu que aquela não era mais sua irmã e sentiu uma forte onda de medo percorrer seu corpo. Ela virou-se rapidamente preparada para sair, mas de repente os risos cessaram. Então, Yuki apareceu de frente para Miya de repente. Ela caiu para trás e se pôs a recuar.
-Você vai me deixar de novo? – Yuki sussurrou numa voz medonha enquanto se aproximava rápido de Miya – Você vai me deixar pra trás de novo, irmã? Você deveria ter cuidado de mim – Yuki riu.
Miya gaguejou, mas não conseguiu dizer uma palavra. Ela virou-se para o abismo e viu uma onda negra de escuridão engolir toda a vila. Virou de volta para o que um dia foi sua irmã e, a última coisa que viu foram seus enormes olhos negros tomados pelas Trevas.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Ezequiel

Eu tinha doze anos quando Ezequiel entrou em contato comigo pela primeira vez. Eu tinha que comprar um celular novo, uma vez que meu cachorro tinha devorado o antigo. Eu era uma daquelas crianças gananciosas que exigia sempre tecnologias mais modernas. Naquela época eu perguntei se poderia ganhar um BlackBerry, eu recebi um “não” e fiquei de “birra” por um tempo. Nós éramos relativamente pobre, e eu incrivelmente exigente. Meu avô se ofereceu a comprar o modelo exato do meu celular antigo que eu já tinha visto vendendo no eBay, uma vez que o modelo deixou de ser vendido nas lojas. Eu aceitei a alternativa, já que eu realmente gostava do meu celular, antes dele entrar no sistema digestivo do meu cão.
Cerca de uma semana depois, eu estava sentado no sofá, com meu cachorro deitado no meu colo e meu notebook ao lado. Eu odiava as pessoas, sempre fui assim e provavelmente sempre serei, por isso eu estudava em casa online. Eu sei que estou muito a frente do tempo, mas eu consegui burlar o sistema de ensino a distância de uma faculdade e eu ficava muito tempo assistindo aulas da faculdade e eu ainda só estava no ensino fundamental. Minha mãe vivia para seu trabalho, então eu ficava a maior parte do tempo sozinho em casa, todos os dias, até altas horas da noite, quando ela voltava para casa. Eu não me importava, mas admito que era um pouco insuportável, especialmente que agora eu não tinha um celular. Eu ouvi uma batida na porta, tirei o cão de cima de mim e andei até a porta e abri, para encontrar meu avô, sorrindo para mim e segurando um pequeno pacote.
Aparentemente, alguém no eBay vendeu um celular no modelo e cor exata do meu antigo. Fiquei bastante empolgado, embora chateado quando percebi que tínhamos que esperar até que minha mãe chegasse em casa, para que possamos ativar a linha do celular. Uma vez que isso foi feito, eu imediatamente começei a brincar com ele, me certificando de recuperar todos os meus contatos do celular antigo ao novo. Alguns deles ainda estavam faltando, o que tende a acontecer quando se muda as informações para um novo telefone. Notei que de alguma forma, tinha coisa errada.
Haviam algumas fotos no celular, mas nenhuma que eu me lembra-se de ter tirada. Havia uma grande árvore Salgueiro-chorão, apesar de estar desfocado devido o nevoeiro, também havia um velho caminhão enferrujado e uma vaca atrás de uma cerca. Eu lembrei da camionete que era do meu avô, e me lembrei que havia um Salgueiro-chorão onde ele e minha avó viveram. Meu avô deve ter mexido no celular mais cedo, o que fazia sentido, já que ele tinha um espírito jovem e brincalhão. Na época, eu nem sequer reparei que não podia ser o caso, já que o pacote estava selado quando ele me trouxe.
Mexendo nos meus contatos, descobri que ninguém de importante estava faltando, apenas alguns velhos amigos que não falavam comigo há muito tempo, mas tinha um contato que se destacou. Ele não tinha nome, apenas um número sem rótulo, e o número não tinha o mesmo código de área da cidade, por isso não poderia ser alguém local. Eu segui a lista até o final e não pensei em nada.
No mesmo dia, por volta das 20:00hrs, recebi uma chamada. Eu não me lembro muito bem, porque já faz um bom tempo. Mas eu estava deitado na cama, com meu cão deitado ao meu lado quando ouvi o celular tocar. Eu distraidamente atendi sem verificar o número.
- Alô?
Não houve resposta por alguns segundos, eu estava prestes a desligar quando falou.
- Alô? – Sua voz era rouca, parecia um menino. Imaginei que poderia ser algum velho amigo meu, então não desliguei.
- Quem é?
Mais uma vez, nenhuma resposta por um tempo.
- ... Que é? – Ele me repetiu mais uma vez, e eu fiquei um pouco irritado com isso.
- Eu sou o Ariel, agora quem é você? – Eu respondi, e não querendo esperar muito ja fui um pouco arrogante. – Ande, responde logo!
- ... Oh, Ezequiel... meu nome é Ezequiel.
- Que nome estúpido. Eu não conheço nenhum Ezequiel. – Eu então voltei minha atenção ao meu Game boy. Eu ainda estava irritado, mas não a ponto de desligar na cara dele.
- ... Eu conheço você, Ariel.
- Bem, existem vários Ariel. Você deve ter ligado para pessoa errada. – Eu revirei meus olhos, começando meu jogo do pokémon, embora mantendo o som mudo para que eu pudesse ouvir o rapaz do outro lado da ligação.
- Você esta jogando Pokémon... e tem um cachorrinho chamado... Sammy. Ele é um filhote de cachorro bonito... ele não gosta de morder suas meias verdes?
Eu fiz uma pausa por um momento, franzindo as sobrancelhas. Sammy levantou a cabeça quando ouviu seu nome, batendo a cauda lentamente.
-Quem é? – Me levantei olhando para a minha janela. As cortinas estavam fechadas, minha porta estava fechada... Não havia nenhuma maneira que ele pudesse ver o que eu estava fazendo. Embora isso não explicaria como ele saberia sobre as meias.
- ... Eu sou Ezequiel. – Ouvi um tom irônico em sua voz.
- Sim, isso você já disse. Mas... como sabe todas essas coisas sobre mim? – Tentei manter a calma, mas tive uma sensação estranha na boca do estômago, o tipo de sentimento que você senti quando sabe que fez algo errado, no caso, eu senti que nunca deveria ter atendido o telefone.
- ... Eu sei muito sobre você... Eu sou seu anjo da guarda.
- Anjo da guarda? – Na época essa explicação fez sentido pra mim, já que não havia outra maneira que ele pudesse saber sobre mim. Eu nunca conheci nenhum Ezequiel. Mas eu não aceitaria sua resposta tão facilmente. Peguei o notebook, entrei em um site de busca que me cobrou 3 dólares para me mostrar as informações desse número de telefone.
- Sim... Anjo da guarda.
- Anjos não usam telefones, sabia? – O código de área vinha de três estados de distância, o proprietário da linha era Charles Ethan McClain. Nascido no dia 02 de outubro de 1932. Morreu 27 de agosto de 2007. Sua ultima residência esta localizada na pequena cidade de Chaffe, Dakota do norte. A mesma cidade que meu avós moram; eu lembrei de seu nome; ele devia ser algum amigo próximo de meus avós. Eu fui ao site de jornal local e digitei seu nome para encontrar o obituário dele. A causa da morte era desconhecia, apenas marcas de garras suspeitas sobre seu peito. Lembrei de minha vó dizendo que haviam lobos nas redondezas. Ele morreu recentemente. O telefone dele não deve ter sido cancelado ainda.
- Eu o encontrei.
Eu fiquei sem palavras e apertei o botão vermelho e desliguei o telefone. Não dormi a noite toda; Eu estava muito confuso e com medo. Eu me lembro que demorou pelo menos uma semana para eu superar o meu medo, se passou um longo tempo até acontecer de novo.
Em torno dos meus quatorze anos, eu aprendi a amar tudo relacionado ao mundo do terror. Eu lia creepypastas quase religiosamente na época.
A segunda ligação de Ezequiel foi durante o inverno do mesmo ano. Eu ainda ficava em casa sozinho 90% do tempo. Eu tinha levado Sammy para xixi na rua, e parei à porta do patio para nosso cercado no quintal, gritando para ele voltar para dentro. Ele me ignorou e continuou a farejar o quintal. Foi quando o telefone no meu bolso, o mesmo de dois anos atrás, começou a tocar. Mais uma vez sem verificar o número, eu atendi.
-Alô?
Depois de cinco segundos sem resposta, fiquei um pouco incerto, quase paranoico. Todas essas histórias assustadoras que ei lia, tendia a me deixar no meu limite, mesmo que eu não admitisse isso.
-... Olá, Ariel – Ele parecia feliz como de costume.
-... Ezequiel? – Eu tinha reprimido o que aconteceu há dois anos, até aquele momento, não era algo que eu estava preparado.
-... Sim. Sou eu. Como você está? Como esta Sammy? – Foi como se ele me obrigasse a lembrar de tudo da nossa última conversa. Era impossível. A companhia telefônica teria notado que as contas não estavam sendo pagas. Porém, eu vi ele como algo... legal. Eu tinha minha própria criatura, assim como as histórias que eu lia. Eu decidi conversar um pouco mais com meu anjo, ou stalker.
- Uh, Eu estou bem e Sammy também, embora ele não quer entrar – eu puxei o telefone um pouco longe da minha boca para gritar com Sammy. – Vamos! Entre logo!
-... Oh.
Eu ainda estava desconfiado com Ezequiel, especialmente por causa de sua voz estranha, mas eu afastei o meu medo e tentei manter uma conversa. Talvez eu poderia aprender algo sobre isso.
-Yeah. Às vezes ele é uma verdadeira praga – Falei tão casualmente que consegui.
-... isso é uma vergonha.
-Ás vezes eu gostaria que ele mo... – Eu estava prestes a dizer o que ele acabou de ouvir, quando eu parei, observando Sammy caído na neve. Ótimo, agora eu tinha que ir atrás dele. Eu relutantemente calcei os sapatos e sai para o quintal.
-Tudo bem.
Ele falou humildemente, como uma criança que tinha feito algo errado, eu não entendi no momento.
- Eu tenho que desligar – Então desliguei a chamada e coloquei meu telefone de volta no bolso, correndo até onde Sammy estava deitado. – Droga Sammy! O que você esta fazendo? Está muito frio aqui fora! Sua pele estava polvilhando com a neve, sua língua estava pendurada para fora e estava cinza ao invés de rosa. Seus olhos estavam abertos, mas olhando para longe de mim. Sua cauda nem sequer se moveu quando me aproximei dele. Cheguei minha mão para acaricia-lo. Mas seu corpo estava frio, eu pensei que era devido a temperatura da noite e por estar muito tempo aqui fora, então tentei pega-lo. Seu corpo caiu quando fiz... sem vida... ele não estava respirando. Eu soltei ele e dei alguns passos para trás, em estado de choque antes de correr para casa. Liguei para minha mãe, pedindo-lhe para voltar para casa do trabalho. Sammy estava morto.
Ele me ligou de novo naquela noite, quando minha mãe já tinha me acalmado e eu estav na cama. Eu relutei em atender, mas após chamar quatros vezes eu virei o telefone no viva voz, sem dizer uma palavra.
- ... Achei que ficaria orgulhoso de mim... Eu sinto muito.
Eu suspirei e desliguei o telefone, deixando-o no chão ao lado da minha cama. Eu não achei tão legal quanto as histórias agora. Eu só queria esquecê-lo e queria que ele nunca me ligasse novamente.
Eu ainda tinha quatorze anos, mas a terceira ligação foi na primavera. Eu tinha entrado em uma discussão com minha mãe por eu ter tirados notas ruins na escola. Eu estava clinicamente deprimido, tomando três tipos de medicamentos, embora às vezes eles simplesmente... não funcionavam. Faltei muito na escola. Ele me ligou um dia desses, chamando ela de vadia para mim, eu suspirei e coloquei no alto-falante – O quê? – Eu gritei.
- Eu sinto muito. Você está bem?
Eu estava querendo dormir, eu realmente queria desligar. Pela primeira vez eu percebi que sua voz nunca mudo, sempre foi tão infantil, soando quase inocente.
- Não! E minha mãe não é uma vadia! – Me queixei distraidamente.
- ... Eu sinto muito. Você precisa de ajuda?
- Sim, às vezes eu acho que preciso de ajuda! – Revirei meus olhos e desliguei a chamada.
Algumas horas depois, meus avós estavam em minha casa, com todos meus pertences empacotados, sem dizer uma palavra sobre o que estava acontecendo. Eles demoraram um tempo para me explicar. Minha mãe tinha sofrido um acidente a caminho do trabalho para casa. Eu fui o último a saber sobre sua morte. E de alguma forma, eu fiquei feliz.
Quinze anos de idade. Eu tinha largado meus estudos temporariamente e agora vivia junto com meus avós, isso ajudou um pouco com meu estado mental. Eu adorava o ar fresco de Dakota do Norte, adorava estar longe das pessoas e sem mencionar que adorava as refeições caseiras da minha avó... eles me ajudaram muito. Eles sempre me mimaram porque eu era seus único neto e eu era grato por isso.
Eram 18:00hrs. Eu estava vestindo minha jaqueta leve e colocando minhas botas perto da porta.
- Estou indo fazer uma caminhada. Volto logo.
Eu gritei para minha avó, caminhando para fora e descendo as escadas para varanda, eu ouvi fracamente ela me gritando de volta. – Cuidado com os lobos! – O que ela me dizia todas as vezes. Embora eu já morava ali por um bom tempo, eu nunca tinha visto um lobo e estou certo que sempre que ouvia uivos era os cães do vizinho.
Por aqui sempre cheirava grama recém cortada, com um cheiro persistente de esterco de vaca, embora fosse suportável quando se acostuma. Decidi caminhar até a arvore do salgueiro e voltar, que era apenas um milha de distancia. Você podia ver todas as estrelas daqui, o céu daqui me surpreende até hoje.
Depois que cheguei na árvore, eu me inclinei contra ela, apenas ouvindo sons de grilos cantando e mariposas batendo as asas. Eu fechei meus olhos por um minuto e suspirei. Estava tão sereno aqui, eu adorei essa sensação. Eu não sei quanto tempo eu fiquei la, mas eu voltei subitamente ao meu consciente quando ouvi um rosnado. Não era um lobo... era de fato um dos cães vizinhos. Ele estava parado a poucos metros na minha frente, rosnando ferozmente para mim.
Os cães de fazenda não são sociáveis com seres humanos, eles sabem que estão lá para proteger sua propriedade. Deu uma olhada no cachorro e congelei em pânico, até que ele correu até mim. Em vez de correr como eu deveria ter feito, eu puxei os ramos da árvore tentando subir no tronco, mas sem sucesso. O cachorro pulou e agarrou minha calça, me puxando para baixo e agarrando minha perna. Eu gritei por socorro, batendo minha perna freneticamente, tentando acertar o cachorro para que eu pudesse fugir... mas isso fez que le me mordesse com mais força, rosnou mais alto rasgando minha carne.
Meus olhos estavam fechados de dor enquanto eu gritava mais alto, sentindo minha voz começar a desvanecer-se... Até que eu ouvi um grito agudo e o cão não estava mais em mim.
Eu rapidamente corri para me levantar, embora a dor na minha perna era demais para colocar pressão sobre ela. Olhei o cão deitado no chão, com ferimentos de garras sobre seu abdômen, deixando uma grande poça de sangue por baixo.
- Eu sinto muito. Você está bem?
A voz estava perto agora, embora eu nem sequer trouxe meu telefone comigo. Olhai por cima do cão e de pé do outro lado da árvore tinha uma figura diferente de tudo que eu já tinha imaginado, com a voz do menino, que me assombrava meus pesadelos por anos. Ele tinha pelo menos sete metros de altura, quase tão alto quanto a árvore, seu rosto de um preto escuro, podre e coberto a sujeira. Seus braços e pernas eram incrivelmente longos, suas mãos tinham garras de marfim longos, como unhas humanas crescidas e pingando sangue. Seu rosto contrastava seu corpo, que era branco pálido e tinha dois grandes olhos redondos, sem pálpebras, brilhando como faróis o que tornou difícil olhar diretamente para ele. Sua boca estava permanentemente se curvando em um sorriso.
Suas asas eram de um inseto, eu nem tinha notado até que ele pulou, sobrando seus longos membros e voou para cima, acima da árvore. Ele foi em cima dela, agachando, inclinando a cabeça para mim. Seus membros de desvaneceu muito bem na folhagem da árvore e simplesmente escondeu o rosto nos ramos.
-... Você precisa de ajuda?
Olhei para ele boquiaberto, para o que pareceu uma eternidade. Eu queria gritar, mas não conseguia. Minha perna tremeu e eventualmente caí de volta no cão; estremecendo com a dor na minha perna. Ele lentamente se arrastou para baixo da árvore e para o chão, chegando a tocar minha perna com a palma de sua mão podre. Não doeu quando ele tocou. De repente... Eu não tinha mais machucado.
- Eu só quero ajudá-lo. Eu sou seu anjo da guarda.
Eu sorri para ele, como se a minha boca forçasse um sorriso. Eu não queria sorrir, eu queria correr, foi ai que eu percebi o que estava do outro lado da árvore. O Sr. McClain estava lá com exatamente o mesmo sorriso que Ezequiel tinha. Seus olhos completamente brancos e brilhantes também e ele ainda tinha sangue em sua camisa, em forma de uma marca de garra grande. Olhei para o lado e vi Sammy correndo até mim, bem como abanando o rabo, lambendo minha mão com sua língua cinza e fria. Sua pele estava coberta de neve e suas orelhas estavam pretas e congeladas, seus olhos tinha a mesma luz que eles. Minha mãe saiu de trás da árvore e se aproximou de mim lentamente, com pedaços de metal afiado saindo de seu abdômem, sangue escorrendo de seu corpo. Ela sorriu para mim e acenou com a cabeça. Eu sorri de volta para ela, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
- Eu sei querido, Você esta em casa agora – Ela me abraçou e eu acreditei nela, Eu estava em casa.
Ezequiel olhou de volta para mim, então me pegou, voando até o topo da árvore e sentou-se ali, comigo no colo. Todo mundo desapareceu em torno de nós.
- Porque eles foram embora? – Eu consegui perguntar, incapaz de mover minha boca se tirar o sorriso, mas de alguma forma eu era capaz de falar com Ezequiel.
-Nós não precisamos deles – Ele respondeu.
Ficamos lá a noite toda, rindo de nada em particular, observando as estrelas juntos. Quando minha avó veio, gritando meu nome na outra manhã, eu olhei e tentei me levantar, mas Ezequiel segurou-me no chão.
-... Nós não precisamos deles – Ele falou com um tom mais escuro neste momento, segurando sua mão no meu pescoço - ... Fique aqui. Por favor. Nós não precisamos deles – Lutei um pouco mais, tentando gritar para minha avó, mas desta vez eu não poderia fazer som. – Você vai ficar comido. Eu sei o que é melhor para você. Eu sou seu anjo da guarda. – Ele segurou meu pescoço um pouco apertado, de repente... só... me convenci de que estava certo.
- Claro, você esta certo, Ezequiel. – Eu olhei para ele e ele apenas sorriu de volta para mim.
- Está tudo bem. Vamos lá, vamos brincar com Sammy! – Ele me colocou em suas costas e pulou como um gafanhoto, me levando para longe, em outro lugar. Eu dei uma ultima olhada para minha avó, que parecia estar ajoelhada junto à árvore, chorando por algum motivo, havia um garoto deitado ao lado dela. Eu disse adeus a ela.
---
O xerife e alguns outros oficiais estavam ao redor da grande árvore de salgueiro, um tentando acalmar a a senhora que não parava de chorar, enquanto os outros estavam dentro da fita amarela e preta de proteção;
-Os grandes arranhões no peito, muito parecido com o caso McClain, certo? E no mesmo local, Eim? – Perguntou o xerife.
- Com certeza. Temos que alertar a população sobre os lobos da região - O xerife balançou a cabeça e se aproximou para inspecionar o cão morto ao lado do corpo do rapaz. Todo mundo pareceu concordar com sua declaração, exceto por um policial.
- Mas... as garras são grandes para serem de lobos, senhor. Tem que ser outra coisa! - Ele insistiu.
- Não me diga que você é uma daquelas pessoas que realmente acredita na lenda do Salgueiro do homem morto, Diretor de Dickinson. É só lobos. - O xerife gritou de volta para ele.
- Ei, eu nunca disse que eu acreditava nessas histórias. Eu só não acho que podemos culpar os lobos por tudo - Dickinson replicou. – Esperem um minuto, meu telefone esta tocando.
Fonte:SigmaPasta
sábado, 4 de abril de 2015
League Of Legends Creepypasta
Meu jogo Crashou na metade de uma partida há dois dias. Como estava me sentindo cansado, fui dormir.
Quando eu loguei hoje, eu percebi que eu tinha recebido uma honra, mais especificamente a de "Oponente Honrado". Eu achava originalmente que fosse apenas um Bug Splat, mas o fato que eu recebi honra nesse jogo era estranho para mim. Eu não conseguia me lembrar direito do jogo, já que foi bem curto, mas por sorte, eu tinha a gravação da partida no meu LolReplay, mesmo sem a partida aparecer para mim no histórico.
Eu joguei de Nocturne jungle nessa partida, como costumo jogar, e estava com uma build normal, lá para uns 15 minutos, o que era uma Pedra Espiritual, Botas da Mobilidade, duas Espadas Longas e algumas poções, até o ponto em que meu jogo fechou.

Enquanto eu estava assistindo, eu percebi algo estranho no jogo. O jungler inimigo nunca se conectou. Na tela de carregar, o nome dele nunca apareceu. "O nome deve estar em outra língua, e deve ter bugado", eu pensei. Mas depois do jogo carregar, eu vi que ele simplesmente não tinha nome. Mais estranho ainda, ele também era um Nocturne. Desde o começo, ele ficou parado na base.
Eu também posso descrever a você o que aconteceu durante o jogo. Nós começamos normalmente, eu fiz meu trabalho normal na jungle, mas ninguém morreu nos 15 primeiros minutos. Todos estavam com um bom nível e farmando razoavelmente, com todos os jogadores nos níveis de 6 a 10, exceto, obviamente, pelo Nocturne inimigo.
Eram 15:13 quando eu ultei para pegar o que me parecia uma kill garantida na Soraka inimiga. Foi quando o jogo Crashou, ou quando eu pensei que tinha crashado. Meu LolRecorder pensou ao contrario.
No replay, minha tela travou por aproximadamente 10 segundos depois de eu ultar nela, com tudo congelado no lugar. Quando eu estava jogando o jogo, foi durante essa glitch que meu jogo fechou. Mas, no replay, mostrou todos nós jogando. Isso REALMENTE me assustou, mas eu continuei assistindo. Aparentemente, meu "Personagem" conseguiu matar a Soraka, voltou base e continuou na jungle. Foi quando eu ouvi a mensagem "Um invocador foi reconectado". O jungler sem nome do time inimigo voltou e começou a jogar normalmente. Eu me sentia apreensivo assistindo-o.
As outras lanes se mantinham normais, e não demorou muito tempo para eu descobrir a próxima esquisitice. A Soraka que "eu" tinha matado nunca deu respawn. Quando eu apertei TAB para ver o contador, não havia numero algum. Ela apenas ficou morta. "Um aliado foi eliminado." Desta vez uma pessoa no meu time morreu, e foi o Nocturne inimigo que o matou. Ele jamais deu respawn também. Eu fiquei congelado na minha cadeira, assistindo-os morrer, um por um, deixando, em cada morte, uma má sensação em mim.
O Nocturne que eu estava "Supostamente" jogando fez tudo que eu faria, o que me assustava ainda mais. Era como se eu ainda estivesse jogando a partida. Depois que algum jogador morria, ele não voltava ao jogo. Eu quase infartava quando via meu personagem com pouca vida, a ponto de cair da cadeira. Eu não sei explicar por que, mas é uma sensação horrível saber que se o seu personagem morrer, ele não volta. Eu não parava de dizer para mim mesmo que era um glitch, mas o que aconteceu depois, eu achei difícil de acreditar.
Haviam apenas 3 pessoas sobrando. Eu, o Nocturne sem nome, e o mid laner inimigo, a Diana. Nesse ponto, meus olhos estavam grudados na tela, e eu não conseguia parar de assistir enquanto meu personagem caçava ela. Essa foi a morte que mais me chocou. Meu personagem ultou nela, como eu teria feito, e pulou nela nos fantasmas da jungle. Quando meu personagem chegou lá, eu vi o Nocturne inimigo parado na passagem do red buff deles... Ele... apenas ficou parado e assistiu meu Nocturne massacrar a Diana inimiga...
Apos a morte dela, tudo ficou parado.
Os minions não se moviam, os projeteis estavam congelados, junto do meu personagem. Tudo estava parado exceto pelo jungler sem nome. Ele andou na minha direção e pausou por um segundo. O timer da gravação ainda estava andando, como se a partida não estivesse parada. Eu não tinha visto o chat. Eu lembro meus dedos tremendo após abrir o chat.
O jungler sem nome inimigo estava digitando a partida inteira depois do meu jogo crashar. Tudo que ele dizia, repetidamente, a cada minuto era "MORTE" até eu ter matado a Diana. Eu senti meu coração parar. quando li essas palavras, decoradas na minha tela. O que ele falou depois foi de gelar a espinha.
"Obrigado pela sua assistencia"
E foi assim que o jogo acabou. Nenhum nexus foi destruído, nenhuma votação de surrender aconteceu. O jogo simplesmente acabou. Traumatizado pelo que vi, eu imediatamente pesquisei o nome de todos no jogo. Vi ,então, que nenhum deles jogou outro jogo depois dessa. Ainda procuro a cada minuto, torcendo para que um deles entre em um jogo. Eu realmente não seu o que aconteceu com essas pessoas, e eu não quero saber.
Eu deletei a gravação do meu computador. Eu não quero nunca mais a ver.
A mensagem de "Oponente Honrado" na minha tela apos logar ainda me assusta. Eu nunca me senti tão mal.
Fonte:SigmaTerror #CreepyArmy
sexta-feira, 3 de abril de 2015
O quão alto você pode gritar?
Eu vou te caçar,
todas as noites, em todos os seus sonhos.
Tornarei seus
melhores sonhos em seus piores pesadelos.
Vou fazer esquecer
quem realmente é, farei esquecer o que é felicidade.
Você nunca vai se
acostumar com a dor que eu vou aplicar em você todos os dias
E quando você não
aguentar mais, quando me implorar pela morte...
Eu irei falar
exatamente o que você falou rindo para mim na noite que invadiu minha casa,
quando eu implorei pela vida de minha esposa e você me olhou e negou a vida de
minha mulher.
Mas eu não sou como
você, eu não sou você.
Eu não matarei
você.
Pelo contrario,
farei você sofrer ate que o ultimo traço de sanidade suma por completo e você
se renda a minha escuridão para sempre.
Só então, quando
estiver completamente engolido pelas minhas trevas eu irei pegar um ferro de
passar roupa e vou coloca-lo sobre o seu peito... E depois liga-lo na tomada.
Quanto tempo será
que vai demorar para você morrer ?
Melhor... O quão
alto você vai gritar ?
Blog:Gene Suicida
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O jogo do Diabo
Este é um conjunto de instruções pra você conversar com o Diabo.
Qualquer um com maturidade ou inteligência suficiente sabe que é uma proposição imbecil para se fazer e que terá resultados completamente desagradáveis. Honestamente, seria mais inteligente publicar o seu número de cartão de credito no Facebook ou tentar seguir uma carreira de domador de crocodilo.
Mesmo assim isso não vai impedi-lo né? Histórias como essa tem o objetivo de entreter, não de educa-lo, certo? Você só irar acreditar se estiver interessado em obter algo do Diabo. Tecnicamente, se você fizer tudo certo, há uma boa chance de você sair impune desse jogo.
Isso me leva a um ponto de esclarecimento que eu devo fazer. Este não é um manual para fazer qualquer tipo de barganha Faustina, sabe, aquele negócio de vender a alma. Se você fizer essa proposta durante a conversa, ele irá recusar. Sua alma não tem nada de especial, se você quer vender sua alma em troca de algo significa que você não é capaz de conseguir as coisas sozinhos, porque ele iria querer uma alma fracassada? Eu não vou soletrar o quão perigoso isso é, mas se você estiver disposto a assumir as consequências, você pode tentar. Mas certamente isso só irá impedir de vocês poderem conversarem.
Isto levanta uma questão importante de porquê exatamente você gostaria de falar com o Diabo? (Alguns de vocês queiram apenas realmente ter uma conversa com entidade ocultas extremamente perigosas, mas para o bem da raça humana, espero que a maioria de vocês não sejam tão estupido.) Mas a resposta é curta: Ele sabe das coisas. Coisas que alguns de vocês podem ter um profundo interesse em descobrir. Quero dizer, ele não é onisciente ou coisa do tipo, resumindo: Ele não é Deus. Mas ele definitivamente tem uma vantagem sobrenatural sobre o conhecimento que qualquer ser humano poderia obter. Por exemplo, ele provavelmente não seria capaz de saber quando acontecerá a próxima guerra Mundial, por que nenhum ser humano sabe. Mas ele poderia dizer quais serão os próximos números sorteados na loteria da Mega-Sena, ou dizer uma condição não diagnosticada que aflige algum ente querido.
Claro que ele não vai sair por ai dando os números vencedores da loteria pra quem pede. E não vai confiar a qualquer um uma informação de grande poder, lembre-se que ele é o pai das mentiras. No entanto se você estiver realmente determinado a encontrar algo e você já esgotou todas as outras opções, há uma maneira de tentar obter informações precisas desse cara. Você vê, com tantos vilões mais urbano na cultura popular, o Diabo tem uma propensão para jogos de azar. É claro que a razão pela qual ele gosta tanto deles é que quase sempre ele vence. A menos que aconteça como um violinista chamado Johnny ou um político inglês representado por Daniel Webster. Mas se você está determinado o suficiente para querer enfrentar os riscos e as infinitas probabilidades, há um certo jogo que vocês dois poderiam jogar para tentar ganhar a informação que você precisa.
Eu vou explicar tudo que sei para você. Vamos começar com uma descrição do processo de convocação, em seguida, explicar as regras do jogo, algumas dicas de como jogar, e finalmente, é claro, a ladainha inevitável de merda arcano que pode dar errado.
Para contatar o seu parceiro de conversa, você vai precisar ir a uma igreja à meia noite. Não importa o tipo de igreja (grande ou pequena, velha ou nova, liberal ou conservadora), desde que tenha certeza que esteja vazia. A última coisa que queremos é algum pregador assistindo você conversando com o Diabo. Esse processo pode ser feito na verdade em qualquer lugar, mas depois explicarei o porquê fazer na igreja é a melhor opção. Isso também pode ser feito em qualquer dia, mas funcionará melhor em dia de lua nova ou em lua cheia, ou sexta-feira 13, ou Dia das Bruxas... a data não é tão importante, desde que você não seja estupido de tentar fazer em uma data santa como o Natal por exemplo.
Diferente da data, a hora é importante. Você não tem que começar ou terminar o seu ritual, exatamente a meia-noite, mas como uma regra geral é bom começar a preparar tudo uns dez ou quinze minutos depois, se você for fazer em alguma casa de Deus, lembre-se de certificar-se que não há ninguém no local e por via das dúvidas tranque todos os acessos, queremos o local VAZIO, entendeu?
Naturalmente existem alguns itens que você irá precisar levar e certas coisas que você não poderá trazer. Para esta ritual você precisará de:
• Uma lata cheia de sal - você não vai precisar usar tudo isso, mas é sempre melhor ter mais do que precisa, do que ter menos.
• Sete velas, vermelhas ou brancas de preferência.
• Algo para acender as velas. Sério, você ficaria surpreso como tantas vezes as pessoas esquecem disso, em nenhum ritual oculto as velas se acendem sozinhas.
• Um comprimento de corda vermelha, cordas, fios, ou segmento.
• Um espelho grande. Tipo desses de portas de guarda-roupas. Nas igrejas normalmente algum espelho no altar, mas por via das dúvidas, leve o seu próprio.
Se achar necessário, você pode trazer ferramentas para garantir sua entrada na igreja, como alicate, martelo, chave de fenda, mas quando já conseguir entrar, deixe do lado de fora da igreja.
Você não terá permissão para trazer quaisquer dispositivos eletrônicos ou de cronometragem. Isto inclui celulares, smartphones, tablets, mp3 players, PDAs, calculadoras, relógios de pulso, relógios de bolso, temporizadores de cozinha, relógios de areia, etc, etc, etc (Sério, não ouse). Se você for uma daquelas pessoas que tem algum dispositivo em seu cérebro, no coração ou algum dispositivo de audição, não se preocupe, você pode trazer essas coisas com você para a igreja. Se você trouxe uma lanterna (útil para encontrar o caminho de volta sem atrair atenção indesejada), deixe do lado de fora também.
Além disso, não traga qualquer tipo de parafernália religiosa para protegê-lo. Se você estiver usando qualquer tipo de símbolos sagrado, o Diabo vai simplesmente se recusam a aparecer.
Não se preocupe, você não está totalmente desprotegido. Lembra que eu falei que a igreja é a melhor opção? Pois bem, ela é a única coisa que poderá te proteger.
Se você quiser correr o risco de ser deixado desamparado à mercê do Diabo, a fim de testar essa teoria, sinta-se livre para experimentar! No entanto, para qualquer pessoa, sem um desejo de uma morte psicótica, eu recomendo seguir o ritual da seguinte forma:
Uma vez que você tem certeza que você tem todos os itens com você, faça o seu caminho para a igreja e encontre um lugar para configurar. Isso pode ser feito em qualquer lugar do santuário, como na cozinha, almoxarifado até mesmo no banheiro, contanto que tenha uma quantidade suficiente de espaço aberto e certos de não incomodado. Configure primeiramente o espelho, este é o lugar onde o diabo vai aparecer quando você chamá-lo.
Primeiro, coloque o espelho de pé dentro de um círculo interrupto de sal. Se o espelho estiver fixo em uma parede ou porta, faça um semicírculo em torno dele, em vez, certificando-se que o sal toca a parede em ambas as extremidades. Em seguida, enrole a corda vermelha ao redor do espelho várias vezes. A cor vermelha é um símbolo de proteção no folclore de muitas culturas e religiões. É também por isso que velas vermelhas são uma boa ideia.
Falando das velas, configure-as do lado de fora do círculo (ou semicírculo) de sal, espaçadas em intervalos relativamente iguais. Você não precisará usar uma fita métrica e tornar o espaço perfeito, mas pelo menos tente fazer que foi feito com alguém com idade o suficiente. Acenda as velas em sentido horário, tomando cuidado para não fazer alguma abertura com o sal, se você quebrar o círculo, você vai ter que começar tudo de novo. Depois de todas as velas acesas e queimando fortemente, as alas de proteção estão completas. Agora você está pronto para avançar para a convocação real.
Primeiramente você deve chamar a atenção do Diabo e demonstrar a sua determinação através de algum tipo de sacrilégio no espaço sagrado. Colocar um crucifixo ou cruz de cabeça para baixo é bastante convencional, mas não é a única opção. Por exemplo, eu seu de um garoto que apenas rabiscou uma detestável pintura de Jesus pendurado em uma sala da igreja dominical.
Depois que fazer essa ofensa, feche as portas e desligue todas as luzes, para que o espaço seja apenas iluminado pelas velas. Olhe no espelho profundamente dentro dele, concentrando-se no resultado desejado, falar com o Diabo. Não precisa fazer encantamentos ou recitas versos no Latim, Basta olhar para o espelho e desejar profundamente que o Diabo apareça. Depois de alguns momentos disso, quando se sentir pronto, feche os olhos e conte até dez. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Em seguida abra os olhos.
Se tudo tiver ocorrido corretamente, você não estará mais vendo seu próprio reflexo. Você estará olhando para o Diabo... ou pelo menos, olhando para a forma que ele decidiu aparecer pra você.
Certamente ele não é vermelho, com cifres ou pernas de boné, não, ele usará sua imagem.
A única coisa realmente assustadora, serão seus olhos, não importe o quanto ele tente, ele não consegue esconder o ardente brilho sinistro profundo dentro de si, a diversão maléfica e a fome, como os olhos de uma aranha contemplando uma mosca lutando em sua teia. São olhos cheio de confiança e sem piedade. Não olhe pra ele muito profundamente, ou você vai começar a sentir-se impotente e paralisado de medo então irá perder sua esperança e a vontade de viver.
Provavelmente você estará ali, parado e olhando pra ele em choque por alguns momentos (desejando que o ritual tenha falhado), então ele vai iniciar a conversa, perguntando o que você deseja com ele. Se você tiver juízo suficiente para encadear uma frase coerente, você deve responder algo como: “Eu gostaria de desafiá-lo em um jogo de perguntas e respostas.”
Mesmo que as palavras não saírem exatamente desse jeito, ele saberá o que quer dizer, e vai aceitar seu pedido com um sorriso largo, como um predador confiante que tem sua presa. Ele joga este jogo há muito tempo, você sabe, ele é bom nisso. A maioria dos seres humanos por outro lado, são muito ruins para ele. Isso lhe dará a chance de no mínimo ele mexer com sua mente e no máximo ele vai...
bem, vamos deixar isso para o final, quando eu explicar a “ladainha de merda que pode dar errado”. Você vai ter que jogar com inteligência para evitar justificar suas expectativas.
As regras gerais do jogo são muito simples, apenas com algumas ressalvas que podem tornar as coisas complicadas. Ele vai começar fazendo-lhe uma pergunta. Pode ser qualquer coisa a partir de um pedaço de trívia obscura de um enigma a uma questão que qualquer criança do primário saberia responder. Não se preocupe, você não vai cair nas profundezas do inferno se responder algo errado, na verdade ele ao menos vai dizer se você respondeu certo ou não.
Depois que você responder a pergunta dele, você pode fazer uma pergunta em troca. É aqui que as consequências de sua resposta anterior tem efeito. Se você respondeu corretamente a ultima pergunta, ele vai responder sua pergunta da forma mais honesta e precisa da forma que fique muito claro. No entanto, se você respondeu de forma incorreta, ele esta livre para mentir pra você da forma que lhe for conveniente. Se você perguntou algo que é melhor você não saber, talvez ele diga a verdade para brincar com sua mente. O mais provável é que ele vai te alimentar de mentiras prejudiciais. De qualquer maneira, depois que ele responder, ele fará outra pergunta e o processo irá se repetir outra e outra vez até que você decida terminar.
Agora você deve estar pensando que é bastante fácil obter as informações que você precisa... tudo o que você tem que fazer é esperar uma pergunta que você possa responder corretamente, em seguida aproveitar a oportunidade para lhe perguntar o que você realmente quer saber, ignorando tudo que ele já disse.
Bem, não é tão simples. O diabo nunca lhe fará uma pergunta fácil, que você possa estar completamente certo da resposta.
Ele pode lhe fazer uma pergunta que você tem um conhecimento vago, que você acha que talvez saiba a resposta, mas não seja tão confiante... vai força-lo a adivinhar a resposta e ficar obcecado sobre a próxima pergunta que você vai fazer, sem saber se pode ou não confiar na resposta que ele der. Talvez você pense que o que ele disse foi uma mentira, então você será eternamente consumido pela duvida, talvez ele não consiga convencer totalmente você mesmo que ele esteja errado, ou talvez, você vai ter que fazer uma escolha enorme com base nas informações que ele te deu e ser eternamente atormentado pelo medo e indecisão que você percebe em seu destino.
(Você nunca vai se lembrar das perguntas exatas que o Diabo te fez, porque depois você poderia ir pra casa se certificar-se se respondeu certo ou errado e saber onde ele mentiu)
Ou talvez, em vez de testar seu conhecimento, ele vai lhe pedir algo pessoal, algo que você mente pra si mesmo. Ele te conhece mais do que você mesmo. Você vai responder para ele pensando estar dizendo a verdade (“ Não, eu não eu não magoaria minha irmã" ... "Sim, eu devolveria a carteira para o dono!"), Como eu disse, ele te conhece melhor que você mesmo. Ele saberá melhor do que você que você está mentindo e ele vai mentir para você em troca. E você vai acreditar nele. Você vai acreditar nele até que você não seja mais capaz de enganar a si mesmo, e aí, já pode ser tarde demais...”)
Ou talvez... talvez ele não vai lhe dar a chance de obter um resposta precisa. Talvez ele faça uma série de perguntas impossíveis, tornando ainda mais frutado e desanimado sabendo que nunca será capaz de forçá-lo a dizer a verdade. Perguntas como:
"Qual era a altura exata do Monte Evereste em centímetros no ano 1666?"
Ou “Qual a velocidade máxima que uma andorinha albina já chegou?”
Há um par de maneiras de estratégias particular para desviar dessas perguntas, no entanto, as regras e linhas de ação que tornam o jogo mais interessante. Embora com toda a honestidade, ele provavelmente quer para você tente uma dessas opções de qualquer maneira.
A primeira opção é para você fazer um enigma em vez de uma pergunta. Se você de alguma forma consegue desafia-lo e ele responde o enigma errado ou desiste, ele vai ser obrigado a dar-lhe uma resposta verdadeira para a sua próxima pergunta. Se ele responder o enigma corretamente, mais uma vez não se preocupe, ele não vai te atacar ou arrastá-lo para o inferno. O que vai acontecer é que ele vai ter um "passe", o que lhe permite pular uma resposta que ele seria obrigado a responder com sinceridade.
Honestamente, se ele recebe um passe, assim como você, pode simplesmente desistir e sair do jogo logo ali. É quase impossível determinar quando ele esta dizendo a verdade, mesmo sob as melhores condições. Não há nenhuma maneira. Esqueça.
A segunda opção é você realizar um “desafio” que ele propor. Se você aceitar ele se compromete a responder sua próxima pergunta com sinceridade. Se você não aceitar, ele terá direito a outro “passe”.
Agora, ante de surtar e rejeitar o desafio dele, saiba que ele não vai lhe pedir algo excessivamente ruim, como explodir duas torres gêmeas, realizar um massacre em uma sala de cinema ou incendiar uma boate. Como regra geral ninguém esta disposto a tirar a vida de outra pessoa para conseguir uma resposta. No entanto seu desafio não será fácil, será algo como enfrentar seu maior medo, cortar um relacionamento com alguém que você ame, se humilhar em publico... enfim, todas essas coisas e muito mais que você não seria capaz de imaginar, tudo isso faz parte da tabela.
Se você estiver disposto a ir tão longe para se colocar a disposição... então você terá sua resposta. No entanto, se ele consegue chegar a uma coisa que você sabe que não irá fazer... bem, em seguida, mais uma vez você esta livre para sair do jogo.
Uma ultima coisa, você não pode aceitar o desafio e depois desistir dele. Se você aceitar o desafio e depois não fazê-lo, bem, vamos apenas dizer que haverá consequências. Apenas mantenha sua promessa, não importa o que seja. Confie em mim, é melhor assim.
Finalmente, quando você obter a informação que precisa ou desistido, você pode terminar o ritual, simplesmente agradecendo ao Diabo por aceitar seu pedido, curvando-se educadamente e dar-lhe adeus.
A superfície do espelho irá tremer por um momento, e então, você estará olhando para seu reflexo novamente. Somente quando você estiver certeza que esta olhado seus próprios olhos no espelho que você se afasta, acenda as luzes e pode desfazer a bagunça.
Agora, isto é importante, mesmo que você não tenha obtido a informação desejada, você deve terminar a conversa antes de decorridos 66 minutos. Bem, eu suponho que tecnicamente, você tenha 66 minutos e 6 segundos (clichê, não é?), mas se você estiver levando a sério, você não terá levado qualquer relógio ou outro dispositivo de cronometragem, você provavelmente está ferrado de qualquer maneira. Acho que não preciso enfatizar o quanto o tempo é importante, e que você não deve ultrapassar. Eu vou dizer a razão disso no final, MAS ESPERE, não avance até lá... eu ainda tenho algumas dicas importantes sobre como jogar:
1. Tenha muito cuidado com o tipo de informação pessoal que você possa dizer a ele. Tente não falar de si mesmo, especialmente de suas emoções e problemas. Esse cara sabe a psicologia humana na palma da mão e ele usaria isso para entrar em sua mente. É como falar com o Hannibal Lecter. Se ele te perguntar algo pessoal, não hesite em mentir, tenha calma que haverá outras perguntas.
2. Faça o jogo correr rapidamente, ele pode te distrair dizendo sobre a humanidade e coisas que surpreende ele, você pensará que ele quer dizer algo importante, mas ele só quer fazer o tempo correr, não alongue suas repostas, nem tente explicar o motivo de sua respostas. Isso não é apenas desperdício de tempo valioso, mas também uma excelente oportunidade de mexer com sua mente.
3. Se você optar por propor um enigma, use um que você mesmo criou. Tenha certeza que seu enigma jamais foi escrito em qualquer lugar, desde páginas de “Hobbit” até páginas de seu próprio caderno.
Dito isso, ele deve ser um enigma legítimo, com uma resposta lógica de algum ângulo. Você não pode simplesmente perguntar algo como “O que é um pontinho azul e vermelho no mato?”
Depois dizer por alguma razão inexplicável “Uma smurfete menstruada.”. Também não se pode lhe fazer uma pergunta como “O que eu tenho em meus bolsos” (Ele provavelmente sabe de qualquer maneira). Não existem regras rígidas e rápidas para determinar se o enigma faz sentido ou não. Mas você é um ser humano razoável, por favor, pelo amor de porcaria, use o bom sendo.
4. Se você optar por fazer o desafio, há uma pequena chance do Diabo lhe pedir algo aparentemente fácil, como entregar uma carta ou rabiscar um número de telefone em alguma porta de banheiro publico. Se ele te pedir algo assim, não aceite. Com certeza ele esta promovendo algum plano sinistro, um responsável em arruinar muitas vidas e prejudicar muita gente. Talvez você seja o tipo de pessoa que não se importa em rabiscar um número de telefone de algum desconhecido... mas pelo menos, esteja ciente do que esta fazendo.
5. Por ultimo, mas não menos importante, esteja muito consciente do tempo. Pode ser útil fazer uma pratica de antemão para ter em mente quanto tempo é uma hora sem usar o relógio. O Diabo provavelmente vai adiar e tentar discutir coisas fora do seu interesse, e quando estiver próximo do prazo de 66 minutos, ele vai começar a tentar te distrair e mantê-lo entretido até que seja tarde demais. Ele vai te segurar, alimentando de falsas esperanças, te fazendo acreditar que vai lhe dizer algo importante, mantê-lo pensando: “Só mais alguns minutos... Eu estou quase lá!”. Não caia nessa. Não ultrapasse o limite do tempo. Não importa o que ele diga.
Agora, você deve estar pensando que este jogo não é tão perigoso.... Ameaças de danos psicológicos raramente parecem carregar o mesmo peso que as ameaças de danos físicos, mesmo que os custos são muitas vezes tão grande. Odeio ser estraga prazer, mas o jogo esta longe de ser seguro. Há infinitas maneiras de te ferir fisicamente manipulando sua mente. E é com as consequências que eu vou concluir.
Em primeiro lugar, enquanto estiver falando com o Diabo, não deixe de olhar para o espelho. Ele sem duvida tentará vários truques que te fariam fugir para longe... Você vai ouvir barulhos atrás de você, sentir alguém te observando além dele, sentir alguém respirando em sua nuca, ver fantasmas sombrios se contorcendo nas profundezas do espelho. Um silêncio profundo sendo interrompido por um SMACK alto atrás de sua cabeça, dando o pior susto que você já teve. O Diabo pode até desviar o olhar para atrás de você como se tivesse algo tão ruim que o rosto dele te converse com um terror em seu rosto. Tudo que você irá querer saber é o que ele esta olhando, e você vai olhar para longe e perder a vista dele completamente, mesmo por um segundo. Quando você voltar a olhar ao espelho, e ver que ele saiu de lá.
Bem, ele não foi embora. Ele estará fora do espelho. Na sala. Em sua verdadeira forma.
Com você.
Seu corpo será encontrado pela policia na manhã seguinte, com uma pele branca, olhos de medo escorrendo liquido negro de suas orbitas. A mesma coisa acontece se você quebrar qualquer proteção que você estabeleceu antes de começar o ritual, romper o círculo de sal, descontrair a corda vermelha ou derrubar uma das velas.... qualquer uma dessas coisas irá liberta-lo do espelho, e então, você será visto como algum viciado criativo que tentou brincar com coisas malignas... ninguém sentirá sua falta.
Outra coisa que pode acontecer em qualquer ponto do jogo (provavelmente depois de uma longa série de perguntas impossíveis), onde o Diabo lhe fará uma pergunta aparentemente simples: “Qual seu nome completo?”. Você ira pensar: “uau, finalmente uma pergunta que eu posso responder certo, agora terei a resposta que preciso.” Não diga seu nome a ele. Os nomes tem mais valor do que imagina, Embora o Diabo é claro já sabe seu nome completo, é como convidar um vampiro a entrar em sua casa. Seu nome é sinônimo profundamente próprio, dando seu nome, é como estiver entregando sua alma para ele.
Se você for tolo o suficiente em cometer esse erro, todas as proteções terão sido em vão, ele vai aproveitar sua oferta involuntária com alegria maliciosa e roubará sua alma, arrastando de volta com ele para o inferno.
Pelo menos assim a policia vai encontrar um corpo inidentificável.
Por último, mas não menos importante, há a questão de o que acontece se você ultrapassar o limite de tempo. Este é sem dúvida a pior coisa que você pode fazer. Você não vai pensar assim no começo ... o diabo vai lhe dar nenhuma indicação de que você tem, de facto, excedeu o limite de tempo e você vai concluir o ritual como se nada tivesse dado errado. Talvez, como imagem do diabo em treme espelho e dá forma, você vai ver, um flash sorriso triunfante particularmente desagradável em seu rosto, mas isso vai ser facilmente descartado como sua imaginação. Você vai apagar as luzes novamente, reunir seus pertences e ir para sair da sala. Mas, quando você abrir a porta, você vai ver ... nada.
Isso mesmo, nada. Apenas um vazio branco liso se estendendo infinitamente em todas as direções. Somente a sala que foi refletida no espelho vai existir.
Aliás, se você voltar para encarar o espelho novamente, você pode pegar um ultimo vislumbre de seu próprio reflexo.
Como você já deve ter descoberto, você mesmo já não estão na igreja. Sua alma agora está preso no espelho, e o diabo tomou a liberdade de possuir seu corpo, agora que você não está mais usando.
Pode gritar, bater no vidro, mas você nunca vai sair por sua própria conta e nenhum exorcista pode ajudá-lo. Mas não se preocupe, não é como estar no inferno não é? Pelo menos não necessariamente...
Agora você é apenas uma entidade de propriedades puramente mentais, e como tal, as barreiras do que é real e o que é imaginário foram completamente dissolvido. Esse espaço vazio e branco pode ser preenchido com sua raiva, sua tristeza, sue medo de ficar preso, essas emoções começam a se aglutinar, dando forma por sua mente. Se você não for imaginativo, as criaturas não serão terríveis, você não será capaz de infligir muito horror e dor. Com o tempo, você poderá a ser capaz de ensinar a si mesmo a livrar-se deles.
No entanto, se seu espírito já é assombrado por monstros... sua mente criativa será distorcida, bem não há como dizer os horrores que estão a caminho, com fome de seu medo e sofrimento. Eles se recusarão a ser banido do seu mundo, e você só conseguirá gritar enquanto esta preso em um loop infinito de dor e medo.
Inútil será dizer que, se você é um consumidor regular de sites como este, você provavelmente está muito bem fodido.
Há apenas uma maneira de encontrar a libertação do espelho e ao mundo que você criou nele. Eles dizem que se você chamar o Diabo mais uma vez e pedir-lhe para livrá-lo do espelho, ele estará disposto a levá-lo para fora.
Por um pequeno preço, é claro.
Quem sabe, talvez, se sua imaginação é poderosa o suficiente para criar um inferno pessoal que deixa você implorando para a coisa real, esses talentos podem ser bem aproveitados. Há mais de sete bilhões de pessoas no mundo, além de tudo, até mesmo o próprio Diabo não pode ser capaz de mexer com todas as suas mentes ao mesmo tempo.
Alguém talentoso ajuda é sempre bem vindo.
Claro, a consequência de estar preso dentro do espelho é que o diabo pode fazer o que quiser com seu corpo sempre que ele quiser. Mas quando ele não estiver usando, seu corpo é dado como morto, então ele precisa que alguém assuma o controle dele quando não estiver usando.
Começando a entender porque eu acho que essa é a pior consequência?
Claro que ele não vai tocar um dedo em nenhum ente querido, em vez disso ele faz algo mais sutil... mais indioso.
Como deixar um pacote misterioso na parte perigosa da cidade
Ou sussurrar sete palavras no ouvido de uma jovem ruiva distraída esperando o trem das dez da noite.
Ou talvez ele vai aproveitar a influencia que a pessoa tem para deixar mais pessoas interessada nesse jogo de azar. Talvez ele precise atrair para sua rede novos otários que gostam de “desafios” Talvez ele mesmo escreva um tutorial rápido, na linguagem moderna, em vez de alguns, texto demonológico obsoleto inescrutável... poste na internet e vê quantas pessoas ficaram interessadas.
Haha, talvez eu realmente não deveria ter ido lá. Mas se você chegou até aqui, sem avançar nenhuma parte, você não vai tentar jogar este jogo, não é, caro leitor? Tenho certeza de que há uma abundância de intrépidos aventureiros entre vós com questões candentes que você gostaria de obter as respostas. E é claro que você é inteligente. Você sabe que das armadilhas, você sabe as convenções, você vive e respira este tipo de coisa, não é verdade? Não há nenhuma maneira de você perder este jogo certo? Você não é algum Dick ou Jane da rua, além de tudo, você estaria trazendo um novo nível a competição. Você iria...
Oh, desculpe, só um segundo, eu acho que ouvi alguém chamar por mim...
- O quê? Você tem uma imaginação muito aguçada. Sim, terminei de escrever agora, quer ler?
- Perfeito.
Via: MedoB
Qualquer um com maturidade ou inteligência suficiente sabe que é uma proposição imbecil para se fazer e que terá resultados completamente desagradáveis. Honestamente, seria mais inteligente publicar o seu número de cartão de credito no Facebook ou tentar seguir uma carreira de domador de crocodilo.
Mesmo assim isso não vai impedi-lo né? Histórias como essa tem o objetivo de entreter, não de educa-lo, certo? Você só irar acreditar se estiver interessado em obter algo do Diabo. Tecnicamente, se você fizer tudo certo, há uma boa chance de você sair impune desse jogo.
Isso me leva a um ponto de esclarecimento que eu devo fazer. Este não é um manual para fazer qualquer tipo de barganha Faustina, sabe, aquele negócio de vender a alma. Se você fizer essa proposta durante a conversa, ele irá recusar. Sua alma não tem nada de especial, se você quer vender sua alma em troca de algo significa que você não é capaz de conseguir as coisas sozinhos, porque ele iria querer uma alma fracassada? Eu não vou soletrar o quão perigoso isso é, mas se você estiver disposto a assumir as consequências, você pode tentar. Mas certamente isso só irá impedir de vocês poderem conversarem.
Isto levanta uma questão importante de porquê exatamente você gostaria de falar com o Diabo? (Alguns de vocês queiram apenas realmente ter uma conversa com entidade ocultas extremamente perigosas, mas para o bem da raça humana, espero que a maioria de vocês não sejam tão estupido.) Mas a resposta é curta: Ele sabe das coisas. Coisas que alguns de vocês podem ter um profundo interesse em descobrir. Quero dizer, ele não é onisciente ou coisa do tipo, resumindo: Ele não é Deus. Mas ele definitivamente tem uma vantagem sobrenatural sobre o conhecimento que qualquer ser humano poderia obter. Por exemplo, ele provavelmente não seria capaz de saber quando acontecerá a próxima guerra Mundial, por que nenhum ser humano sabe. Mas ele poderia dizer quais serão os próximos números sorteados na loteria da Mega-Sena, ou dizer uma condição não diagnosticada que aflige algum ente querido.
Claro que ele não vai sair por ai dando os números vencedores da loteria pra quem pede. E não vai confiar a qualquer um uma informação de grande poder, lembre-se que ele é o pai das mentiras. No entanto se você estiver realmente determinado a encontrar algo e você já esgotou todas as outras opções, há uma maneira de tentar obter informações precisas desse cara. Você vê, com tantos vilões mais urbano na cultura popular, o Diabo tem uma propensão para jogos de azar. É claro que a razão pela qual ele gosta tanto deles é que quase sempre ele vence. A menos que aconteça como um violinista chamado Johnny ou um político inglês representado por Daniel Webster. Mas se você está determinado o suficiente para querer enfrentar os riscos e as infinitas probabilidades, há um certo jogo que vocês dois poderiam jogar para tentar ganhar a informação que você precisa.
Eu vou explicar tudo que sei para você. Vamos começar com uma descrição do processo de convocação, em seguida, explicar as regras do jogo, algumas dicas de como jogar, e finalmente, é claro, a ladainha inevitável de merda arcano que pode dar errado.
Para contatar o seu parceiro de conversa, você vai precisar ir a uma igreja à meia noite. Não importa o tipo de igreja (grande ou pequena, velha ou nova, liberal ou conservadora), desde que tenha certeza que esteja vazia. A última coisa que queremos é algum pregador assistindo você conversando com o Diabo. Esse processo pode ser feito na verdade em qualquer lugar, mas depois explicarei o porquê fazer na igreja é a melhor opção. Isso também pode ser feito em qualquer dia, mas funcionará melhor em dia de lua nova ou em lua cheia, ou sexta-feira 13, ou Dia das Bruxas... a data não é tão importante, desde que você não seja estupido de tentar fazer em uma data santa como o Natal por exemplo.
Diferente da data, a hora é importante. Você não tem que começar ou terminar o seu ritual, exatamente a meia-noite, mas como uma regra geral é bom começar a preparar tudo uns dez ou quinze minutos depois, se você for fazer em alguma casa de Deus, lembre-se de certificar-se que não há ninguém no local e por via das dúvidas tranque todos os acessos, queremos o local VAZIO, entendeu?
Naturalmente existem alguns itens que você irá precisar levar e certas coisas que você não poderá trazer. Para esta ritual você precisará de:
• Uma lata cheia de sal - você não vai precisar usar tudo isso, mas é sempre melhor ter mais do que precisa, do que ter menos.
• Sete velas, vermelhas ou brancas de preferência.
• Algo para acender as velas. Sério, você ficaria surpreso como tantas vezes as pessoas esquecem disso, em nenhum ritual oculto as velas se acendem sozinhas.
• Um comprimento de corda vermelha, cordas, fios, ou segmento.
• Um espelho grande. Tipo desses de portas de guarda-roupas. Nas igrejas normalmente algum espelho no altar, mas por via das dúvidas, leve o seu próprio.
Se achar necessário, você pode trazer ferramentas para garantir sua entrada na igreja, como alicate, martelo, chave de fenda, mas quando já conseguir entrar, deixe do lado de fora da igreja.
Você não terá permissão para trazer quaisquer dispositivos eletrônicos ou de cronometragem. Isto inclui celulares, smartphones, tablets, mp3 players, PDAs, calculadoras, relógios de pulso, relógios de bolso, temporizadores de cozinha, relógios de areia, etc, etc, etc (Sério, não ouse). Se você for uma daquelas pessoas que tem algum dispositivo em seu cérebro, no coração ou algum dispositivo de audição, não se preocupe, você pode trazer essas coisas com você para a igreja. Se você trouxe uma lanterna (útil para encontrar o caminho de volta sem atrair atenção indesejada), deixe do lado de fora também.
Além disso, não traga qualquer tipo de parafernália religiosa para protegê-lo. Se você estiver usando qualquer tipo de símbolos sagrado, o Diabo vai simplesmente se recusam a aparecer.
Não se preocupe, você não está totalmente desprotegido. Lembra que eu falei que a igreja é a melhor opção? Pois bem, ela é a única coisa que poderá te proteger.
Se você quiser correr o risco de ser deixado desamparado à mercê do Diabo, a fim de testar essa teoria, sinta-se livre para experimentar! No entanto, para qualquer pessoa, sem um desejo de uma morte psicótica, eu recomendo seguir o ritual da seguinte forma:
Uma vez que você tem certeza que você tem todos os itens com você, faça o seu caminho para a igreja e encontre um lugar para configurar. Isso pode ser feito em qualquer lugar do santuário, como na cozinha, almoxarifado até mesmo no banheiro, contanto que tenha uma quantidade suficiente de espaço aberto e certos de não incomodado. Configure primeiramente o espelho, este é o lugar onde o diabo vai aparecer quando você chamá-lo.
Primeiro, coloque o espelho de pé dentro de um círculo interrupto de sal. Se o espelho estiver fixo em uma parede ou porta, faça um semicírculo em torno dele, em vez, certificando-se que o sal toca a parede em ambas as extremidades. Em seguida, enrole a corda vermelha ao redor do espelho várias vezes. A cor vermelha é um símbolo de proteção no folclore de muitas culturas e religiões. É também por isso que velas vermelhas são uma boa ideia.
Falando das velas, configure-as do lado de fora do círculo (ou semicírculo) de sal, espaçadas em intervalos relativamente iguais. Você não precisará usar uma fita métrica e tornar o espaço perfeito, mas pelo menos tente fazer que foi feito com alguém com idade o suficiente. Acenda as velas em sentido horário, tomando cuidado para não fazer alguma abertura com o sal, se você quebrar o círculo, você vai ter que começar tudo de novo. Depois de todas as velas acesas e queimando fortemente, as alas de proteção estão completas. Agora você está pronto para avançar para a convocação real.
Primeiramente você deve chamar a atenção do Diabo e demonstrar a sua determinação através de algum tipo de sacrilégio no espaço sagrado. Colocar um crucifixo ou cruz de cabeça para baixo é bastante convencional, mas não é a única opção. Por exemplo, eu seu de um garoto que apenas rabiscou uma detestável pintura de Jesus pendurado em uma sala da igreja dominical.
Depois que fazer essa ofensa, feche as portas e desligue todas as luzes, para que o espaço seja apenas iluminado pelas velas. Olhe no espelho profundamente dentro dele, concentrando-se no resultado desejado, falar com o Diabo. Não precisa fazer encantamentos ou recitas versos no Latim, Basta olhar para o espelho e desejar profundamente que o Diabo apareça. Depois de alguns momentos disso, quando se sentir pronto, feche os olhos e conte até dez. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Em seguida abra os olhos.
Se tudo tiver ocorrido corretamente, você não estará mais vendo seu próprio reflexo. Você estará olhando para o Diabo... ou pelo menos, olhando para a forma que ele decidiu aparecer pra você.
Certamente ele não é vermelho, com cifres ou pernas de boné, não, ele usará sua imagem.
A única coisa realmente assustadora, serão seus olhos, não importe o quanto ele tente, ele não consegue esconder o ardente brilho sinistro profundo dentro de si, a diversão maléfica e a fome, como os olhos de uma aranha contemplando uma mosca lutando em sua teia. São olhos cheio de confiança e sem piedade. Não olhe pra ele muito profundamente, ou você vai começar a sentir-se impotente e paralisado de medo então irá perder sua esperança e a vontade de viver.
Provavelmente você estará ali, parado e olhando pra ele em choque por alguns momentos (desejando que o ritual tenha falhado), então ele vai iniciar a conversa, perguntando o que você deseja com ele. Se você tiver juízo suficiente para encadear uma frase coerente, você deve responder algo como: “Eu gostaria de desafiá-lo em um jogo de perguntas e respostas.”
Mesmo que as palavras não saírem exatamente desse jeito, ele saberá o que quer dizer, e vai aceitar seu pedido com um sorriso largo, como um predador confiante que tem sua presa. Ele joga este jogo há muito tempo, você sabe, ele é bom nisso. A maioria dos seres humanos por outro lado, são muito ruins para ele. Isso lhe dará a chance de no mínimo ele mexer com sua mente e no máximo ele vai...
bem, vamos deixar isso para o final, quando eu explicar a “ladainha de merda que pode dar errado”. Você vai ter que jogar com inteligência para evitar justificar suas expectativas.
As regras gerais do jogo são muito simples, apenas com algumas ressalvas que podem tornar as coisas complicadas. Ele vai começar fazendo-lhe uma pergunta. Pode ser qualquer coisa a partir de um pedaço de trívia obscura de um enigma a uma questão que qualquer criança do primário saberia responder. Não se preocupe, você não vai cair nas profundezas do inferno se responder algo errado, na verdade ele ao menos vai dizer se você respondeu certo ou não.
Depois que você responder a pergunta dele, você pode fazer uma pergunta em troca. É aqui que as consequências de sua resposta anterior tem efeito. Se você respondeu corretamente a ultima pergunta, ele vai responder sua pergunta da forma mais honesta e precisa da forma que fique muito claro. No entanto, se você respondeu de forma incorreta, ele esta livre para mentir pra você da forma que lhe for conveniente. Se você perguntou algo que é melhor você não saber, talvez ele diga a verdade para brincar com sua mente. O mais provável é que ele vai te alimentar de mentiras prejudiciais. De qualquer maneira, depois que ele responder, ele fará outra pergunta e o processo irá se repetir outra e outra vez até que você decida terminar.
Agora você deve estar pensando que é bastante fácil obter as informações que você precisa... tudo o que você tem que fazer é esperar uma pergunta que você possa responder corretamente, em seguida aproveitar a oportunidade para lhe perguntar o que você realmente quer saber, ignorando tudo que ele já disse.
Bem, não é tão simples. O diabo nunca lhe fará uma pergunta fácil, que você possa estar completamente certo da resposta.
Ele pode lhe fazer uma pergunta que você tem um conhecimento vago, que você acha que talvez saiba a resposta, mas não seja tão confiante... vai força-lo a adivinhar a resposta e ficar obcecado sobre a próxima pergunta que você vai fazer, sem saber se pode ou não confiar na resposta que ele der. Talvez você pense que o que ele disse foi uma mentira, então você será eternamente consumido pela duvida, talvez ele não consiga convencer totalmente você mesmo que ele esteja errado, ou talvez, você vai ter que fazer uma escolha enorme com base nas informações que ele te deu e ser eternamente atormentado pelo medo e indecisão que você percebe em seu destino.
(Você nunca vai se lembrar das perguntas exatas que o Diabo te fez, porque depois você poderia ir pra casa se certificar-se se respondeu certo ou errado e saber onde ele mentiu)
Ou talvez, em vez de testar seu conhecimento, ele vai lhe pedir algo pessoal, algo que você mente pra si mesmo. Ele te conhece mais do que você mesmo. Você vai responder para ele pensando estar dizendo a verdade (“ Não, eu não eu não magoaria minha irmã" ... "Sim, eu devolveria a carteira para o dono!"), Como eu disse, ele te conhece melhor que você mesmo. Ele saberá melhor do que você que você está mentindo e ele vai mentir para você em troca. E você vai acreditar nele. Você vai acreditar nele até que você não seja mais capaz de enganar a si mesmo, e aí, já pode ser tarde demais...”)
Ou talvez... talvez ele não vai lhe dar a chance de obter um resposta precisa. Talvez ele faça uma série de perguntas impossíveis, tornando ainda mais frutado e desanimado sabendo que nunca será capaz de forçá-lo a dizer a verdade. Perguntas como:
"Qual era a altura exata do Monte Evereste em centímetros no ano 1666?"
Ou “Qual a velocidade máxima que uma andorinha albina já chegou?”
Há um par de maneiras de estratégias particular para desviar dessas perguntas, no entanto, as regras e linhas de ação que tornam o jogo mais interessante. Embora com toda a honestidade, ele provavelmente quer para você tente uma dessas opções de qualquer maneira.
A primeira opção é para você fazer um enigma em vez de uma pergunta. Se você de alguma forma consegue desafia-lo e ele responde o enigma errado ou desiste, ele vai ser obrigado a dar-lhe uma resposta verdadeira para a sua próxima pergunta. Se ele responder o enigma corretamente, mais uma vez não se preocupe, ele não vai te atacar ou arrastá-lo para o inferno. O que vai acontecer é que ele vai ter um "passe", o que lhe permite pular uma resposta que ele seria obrigado a responder com sinceridade.
Honestamente, se ele recebe um passe, assim como você, pode simplesmente desistir e sair do jogo logo ali. É quase impossível determinar quando ele esta dizendo a verdade, mesmo sob as melhores condições. Não há nenhuma maneira. Esqueça.
A segunda opção é você realizar um “desafio” que ele propor. Se você aceitar ele se compromete a responder sua próxima pergunta com sinceridade. Se você não aceitar, ele terá direito a outro “passe”.
Agora, ante de surtar e rejeitar o desafio dele, saiba que ele não vai lhe pedir algo excessivamente ruim, como explodir duas torres gêmeas, realizar um massacre em uma sala de cinema ou incendiar uma boate. Como regra geral ninguém esta disposto a tirar a vida de outra pessoa para conseguir uma resposta. No entanto seu desafio não será fácil, será algo como enfrentar seu maior medo, cortar um relacionamento com alguém que você ame, se humilhar em publico... enfim, todas essas coisas e muito mais que você não seria capaz de imaginar, tudo isso faz parte da tabela.
Se você estiver disposto a ir tão longe para se colocar a disposição... então você terá sua resposta. No entanto, se ele consegue chegar a uma coisa que você sabe que não irá fazer... bem, em seguida, mais uma vez você esta livre para sair do jogo.
Uma ultima coisa, você não pode aceitar o desafio e depois desistir dele. Se você aceitar o desafio e depois não fazê-lo, bem, vamos apenas dizer que haverá consequências. Apenas mantenha sua promessa, não importa o que seja. Confie em mim, é melhor assim.
Finalmente, quando você obter a informação que precisa ou desistido, você pode terminar o ritual, simplesmente agradecendo ao Diabo por aceitar seu pedido, curvando-se educadamente e dar-lhe adeus.
A superfície do espelho irá tremer por um momento, e então, você estará olhando para seu reflexo novamente. Somente quando você estiver certeza que esta olhado seus próprios olhos no espelho que você se afasta, acenda as luzes e pode desfazer a bagunça.
Agora, isto é importante, mesmo que você não tenha obtido a informação desejada, você deve terminar a conversa antes de decorridos 66 minutos. Bem, eu suponho que tecnicamente, você tenha 66 minutos e 6 segundos (clichê, não é?), mas se você estiver levando a sério, você não terá levado qualquer relógio ou outro dispositivo de cronometragem, você provavelmente está ferrado de qualquer maneira. Acho que não preciso enfatizar o quanto o tempo é importante, e que você não deve ultrapassar. Eu vou dizer a razão disso no final, MAS ESPERE, não avance até lá... eu ainda tenho algumas dicas importantes sobre como jogar:
1. Tenha muito cuidado com o tipo de informação pessoal que você possa dizer a ele. Tente não falar de si mesmo, especialmente de suas emoções e problemas. Esse cara sabe a psicologia humana na palma da mão e ele usaria isso para entrar em sua mente. É como falar com o Hannibal Lecter. Se ele te perguntar algo pessoal, não hesite em mentir, tenha calma que haverá outras perguntas.
2. Faça o jogo correr rapidamente, ele pode te distrair dizendo sobre a humanidade e coisas que surpreende ele, você pensará que ele quer dizer algo importante, mas ele só quer fazer o tempo correr, não alongue suas repostas, nem tente explicar o motivo de sua respostas. Isso não é apenas desperdício de tempo valioso, mas também uma excelente oportunidade de mexer com sua mente.
3. Se você optar por propor um enigma, use um que você mesmo criou. Tenha certeza que seu enigma jamais foi escrito em qualquer lugar, desde páginas de “Hobbit” até páginas de seu próprio caderno.
Dito isso, ele deve ser um enigma legítimo, com uma resposta lógica de algum ângulo. Você não pode simplesmente perguntar algo como “O que é um pontinho azul e vermelho no mato?”
Depois dizer por alguma razão inexplicável “Uma smurfete menstruada.”. Também não se pode lhe fazer uma pergunta como “O que eu tenho em meus bolsos” (Ele provavelmente sabe de qualquer maneira). Não existem regras rígidas e rápidas para determinar se o enigma faz sentido ou não. Mas você é um ser humano razoável, por favor, pelo amor de porcaria, use o bom sendo.
4. Se você optar por fazer o desafio, há uma pequena chance do Diabo lhe pedir algo aparentemente fácil, como entregar uma carta ou rabiscar um número de telefone em alguma porta de banheiro publico. Se ele te pedir algo assim, não aceite. Com certeza ele esta promovendo algum plano sinistro, um responsável em arruinar muitas vidas e prejudicar muita gente. Talvez você seja o tipo de pessoa que não se importa em rabiscar um número de telefone de algum desconhecido... mas pelo menos, esteja ciente do que esta fazendo.
5. Por ultimo, mas não menos importante, esteja muito consciente do tempo. Pode ser útil fazer uma pratica de antemão para ter em mente quanto tempo é uma hora sem usar o relógio. O Diabo provavelmente vai adiar e tentar discutir coisas fora do seu interesse, e quando estiver próximo do prazo de 66 minutos, ele vai começar a tentar te distrair e mantê-lo entretido até que seja tarde demais. Ele vai te segurar, alimentando de falsas esperanças, te fazendo acreditar que vai lhe dizer algo importante, mantê-lo pensando: “Só mais alguns minutos... Eu estou quase lá!”. Não caia nessa. Não ultrapasse o limite do tempo. Não importa o que ele diga.
Agora, você deve estar pensando que este jogo não é tão perigoso.... Ameaças de danos psicológicos raramente parecem carregar o mesmo peso que as ameaças de danos físicos, mesmo que os custos são muitas vezes tão grande. Odeio ser estraga prazer, mas o jogo esta longe de ser seguro. Há infinitas maneiras de te ferir fisicamente manipulando sua mente. E é com as consequências que eu vou concluir.
Em primeiro lugar, enquanto estiver falando com o Diabo, não deixe de olhar para o espelho. Ele sem duvida tentará vários truques que te fariam fugir para longe... Você vai ouvir barulhos atrás de você, sentir alguém te observando além dele, sentir alguém respirando em sua nuca, ver fantasmas sombrios se contorcendo nas profundezas do espelho. Um silêncio profundo sendo interrompido por um SMACK alto atrás de sua cabeça, dando o pior susto que você já teve. O Diabo pode até desviar o olhar para atrás de você como se tivesse algo tão ruim que o rosto dele te converse com um terror em seu rosto. Tudo que você irá querer saber é o que ele esta olhando, e você vai olhar para longe e perder a vista dele completamente, mesmo por um segundo. Quando você voltar a olhar ao espelho, e ver que ele saiu de lá.
Bem, ele não foi embora. Ele estará fora do espelho. Na sala. Em sua verdadeira forma.
Com você.
Seu corpo será encontrado pela policia na manhã seguinte, com uma pele branca, olhos de medo escorrendo liquido negro de suas orbitas. A mesma coisa acontece se você quebrar qualquer proteção que você estabeleceu antes de começar o ritual, romper o círculo de sal, descontrair a corda vermelha ou derrubar uma das velas.... qualquer uma dessas coisas irá liberta-lo do espelho, e então, você será visto como algum viciado criativo que tentou brincar com coisas malignas... ninguém sentirá sua falta.
Outra coisa que pode acontecer em qualquer ponto do jogo (provavelmente depois de uma longa série de perguntas impossíveis), onde o Diabo lhe fará uma pergunta aparentemente simples: “Qual seu nome completo?”. Você ira pensar: “uau, finalmente uma pergunta que eu posso responder certo, agora terei a resposta que preciso.” Não diga seu nome a ele. Os nomes tem mais valor do que imagina, Embora o Diabo é claro já sabe seu nome completo, é como convidar um vampiro a entrar em sua casa. Seu nome é sinônimo profundamente próprio, dando seu nome, é como estiver entregando sua alma para ele.
Se você for tolo o suficiente em cometer esse erro, todas as proteções terão sido em vão, ele vai aproveitar sua oferta involuntária com alegria maliciosa e roubará sua alma, arrastando de volta com ele para o inferno.
Pelo menos assim a policia vai encontrar um corpo inidentificável.
Por último, mas não menos importante, há a questão de o que acontece se você ultrapassar o limite de tempo. Este é sem dúvida a pior coisa que você pode fazer. Você não vai pensar assim no começo ... o diabo vai lhe dar nenhuma indicação de que você tem, de facto, excedeu o limite de tempo e você vai concluir o ritual como se nada tivesse dado errado. Talvez, como imagem do diabo em treme espelho e dá forma, você vai ver, um flash sorriso triunfante particularmente desagradável em seu rosto, mas isso vai ser facilmente descartado como sua imaginação. Você vai apagar as luzes novamente, reunir seus pertences e ir para sair da sala. Mas, quando você abrir a porta, você vai ver ... nada.
Isso mesmo, nada. Apenas um vazio branco liso se estendendo infinitamente em todas as direções. Somente a sala que foi refletida no espelho vai existir.
Aliás, se você voltar para encarar o espelho novamente, você pode pegar um ultimo vislumbre de seu próprio reflexo.
Como você já deve ter descoberto, você mesmo já não estão na igreja. Sua alma agora está preso no espelho, e o diabo tomou a liberdade de possuir seu corpo, agora que você não está mais usando.
Pode gritar, bater no vidro, mas você nunca vai sair por sua própria conta e nenhum exorcista pode ajudá-lo. Mas não se preocupe, não é como estar no inferno não é? Pelo menos não necessariamente...
Agora você é apenas uma entidade de propriedades puramente mentais, e como tal, as barreiras do que é real e o que é imaginário foram completamente dissolvido. Esse espaço vazio e branco pode ser preenchido com sua raiva, sua tristeza, sue medo de ficar preso, essas emoções começam a se aglutinar, dando forma por sua mente. Se você não for imaginativo, as criaturas não serão terríveis, você não será capaz de infligir muito horror e dor. Com o tempo, você poderá a ser capaz de ensinar a si mesmo a livrar-se deles.
No entanto, se seu espírito já é assombrado por monstros... sua mente criativa será distorcida, bem não há como dizer os horrores que estão a caminho, com fome de seu medo e sofrimento. Eles se recusarão a ser banido do seu mundo, e você só conseguirá gritar enquanto esta preso em um loop infinito de dor e medo.
Inútil será dizer que, se você é um consumidor regular de sites como este, você provavelmente está muito bem fodido.
Há apenas uma maneira de encontrar a libertação do espelho e ao mundo que você criou nele. Eles dizem que se você chamar o Diabo mais uma vez e pedir-lhe para livrá-lo do espelho, ele estará disposto a levá-lo para fora.
Por um pequeno preço, é claro.
Quem sabe, talvez, se sua imaginação é poderosa o suficiente para criar um inferno pessoal que deixa você implorando para a coisa real, esses talentos podem ser bem aproveitados. Há mais de sete bilhões de pessoas no mundo, além de tudo, até mesmo o próprio Diabo não pode ser capaz de mexer com todas as suas mentes ao mesmo tempo.
Alguém talentoso ajuda é sempre bem vindo.
Claro, a consequência de estar preso dentro do espelho é que o diabo pode fazer o que quiser com seu corpo sempre que ele quiser. Mas quando ele não estiver usando, seu corpo é dado como morto, então ele precisa que alguém assuma o controle dele quando não estiver usando.
Começando a entender porque eu acho que essa é a pior consequência?
Claro que ele não vai tocar um dedo em nenhum ente querido, em vez disso ele faz algo mais sutil... mais indioso.
Como deixar um pacote misterioso na parte perigosa da cidade
Ou sussurrar sete palavras no ouvido de uma jovem ruiva distraída esperando o trem das dez da noite.
Ou talvez ele vai aproveitar a influencia que a pessoa tem para deixar mais pessoas interessada nesse jogo de azar. Talvez ele precise atrair para sua rede novos otários que gostam de “desafios” Talvez ele mesmo escreva um tutorial rápido, na linguagem moderna, em vez de alguns, texto demonológico obsoleto inescrutável... poste na internet e vê quantas pessoas ficaram interessadas.
Haha, talvez eu realmente não deveria ter ido lá. Mas se você chegou até aqui, sem avançar nenhuma parte, você não vai tentar jogar este jogo, não é, caro leitor? Tenho certeza de que há uma abundância de intrépidos aventureiros entre vós com questões candentes que você gostaria de obter as respostas. E é claro que você é inteligente. Você sabe que das armadilhas, você sabe as convenções, você vive e respira este tipo de coisa, não é verdade? Não há nenhuma maneira de você perder este jogo certo? Você não é algum Dick ou Jane da rua, além de tudo, você estaria trazendo um novo nível a competição. Você iria...
Oh, desculpe, só um segundo, eu acho que ouvi alguém chamar por mim...
- O quê? Você tem uma imaginação muito aguçada. Sim, terminei de escrever agora, quer ler?
- Perfeito.
Via: MedoB
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