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sábado, 30 de maio de 2015

Slenderman Proxy: Rouge



As pessoas pouco passavam por este território, mais devido ao fato do clima ser muito frio, Isso entediava a "cão de guarda" do domínio do Slenderman. Ela não era biologicamente um cão, mas ela ganhou o nome por vigiar o perímetro,locomoves-se rastejando em suas vigílias como um lobo e se destacando por seus ataques aéreos. Ela usava um moletom vermelho e esfarrapado, com capuz; As mangas arregaçadas até os cotovelos, revelando ferimentos auto- infligidos que agora só restavam cicatrizes, em volta o pescoço ela usava um lenço cinza com a marca do circulo com um “X” dentro, significando que ela era um proxy, uma marionete viva do Homem esguio




Ela também tinha manchas em sua calça bege, pesados ​​coturnos pretos e uma máscara com horríveis atributos sombrios.Olhos pretos e vazios, um largo sorriso enigmático e manchas de sangue seco salpicado de suas vítimas anteriores, que podem causar medo e arrepio a qualquer pessoa sã. Sua característica mais destacada é suas luvas que continham afiadasgarras de metal curvadas na ponta dos dedos. Todos esses recursos contribuíram para o que ela fosse à escolhida, a mais recente Proxy do Slenderman.




Rouge se arrastava pelo mato, realizando manobras e afastando restos mortais dispersos que exalavam um odoralmiscaro, enquanto atravessava o nevoeiro muito bem acomodado. Para dizer a verdade, ela não sabia que tipo de caça a aguardava. Nenhum ser humano no perfeito juízo iria fazer uma viagem de caminhada tão cedo. A Proxy mascaradaparecia não encontrar nada de interessante para fazer nesse meio tempo. O outro ainda estava dormindo e ela estava de plantão para vigiar o terreno reivindicado. Ela escalou para cima das copas das árvores e encontrou um ramo robusto para lounge enquanto ela mantinha estreita vigilância de cima.




Quando o céu tornou-se um tom mais claro e o sol surgiu, não havia mais vida na floresta. Apenas o chilicar das cigarras e uma voz inconfundível de um ser humano

-Não, eu não encontrei Greg ainda querida. Estou tentando! Os policiais não estão ajudando muito e eu me sentiria um péssimo dono se não fizesse algo sobre isso... Já faz três semanas Kayla!




A voz pertencia a um homem adulto. Finalmente! Depois de semanas de espera por algo que vale a pena, Rougeposicionou-se como um predador, cravando suas garras de metal para o ramo enquanto ouvia atentamente de onde o som vinha. Uma vez que ela identificou a localização, ela agiu! Saltava de galho em galho dos topos das árvores, emitindo estridentes e agudos gritos como de um coiote. Uma vez que ela avistou o confuso, homem magro de meia idade que estava conversando ao telefone, suas risadas excruciantes cessou, apenas se movendo através das copas das árvores, galho em galho, fazendo com que as folhas caíssem em um ritmo acelerado. Ela continuou assustando e brincando com sua vítima.




Ao vê-lo encharcado de medo, foi o suficiente para incentivá-la o tormento contínuo. Enquanto se movia de uma árvore para outra, ela voltou com seus uivos semelhantes de um animal assustador, provocando arrepios na espinha do homem.




- Eu te ligo quando chegar, querida - Ele gaguejou quando clicou para encerrar a chamada e deixou o telefone cair no chão devido à mão tremula, tentando reunir coragem suficiente para produzir uma sentença coerente – G-Greg? ...Gregory? – Ele murmurou pateticamente, esperando que fosse seu ente querido desaparecido. Mal sabia ele que seu filho tinha sido vítima do Slenderman.




Depois de um tempo brincando com seus medos, ela parou em um galho resistente acima dele, pairando sobre ele e olhou para o homem, com seus olhos murchados, ocos e escuros. Ele podia ouvir o som abafado de respiração pesada que vinha acima dele. Ela sorriu maliciosamente por trás da máscara enigmática que obscurecia o rosto da predadora.




-Não olhe para cima... Ou você vai se arrepender.




Ela murmurou enquanto passava as pontas dos dedos com garras em seu outro braço, fazendo mais uma ferida fina que sangrava seu sangue fresco que caia pingando na cabeça do homem.
O perigo era pior do que qualquer coisa que ele já encontrou na vida. As características horríveis desta criatura quase a fezparecer tão desumana. Ele começou a gritar e tropeçou para trás quando viu o horror acima dele. Rouge se lançou para fora do galho, derrubando-o no chão com seus pés sobre seu peito e começou a cortar o seu rosto, suas garras cortando a sua carne como se fosse manteiga e torceu os braços até que eles se separaram de seu corpo.

O homem indefeso começou a chorar de dor quando ele tentou lutar contra a Proxy acima dele, mas sem sucesso. Seusgritos eram apenas música para os ouvidos ímpios quando ela usou a ponta de sua garra para penetrar através de seu olho,ligando-o e puxando a esfera para fora do soquete e cobiçado-lo antes de jogá-lo de lado e fazer o mesmo com o outro olho.




Ela continuou sua tortura, até que ele deu o seu último grito de gelar o sangue que ecoou pela floresta.




- Você não deveria se perder por aqui, estranho - A assassina riu com o homem desfigurado, morto em seu próprio líquido vermelho.

Fonte:SigmaPasta

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Tique Toby(Ticci Toby)



Parece que há um longo caminho adiante, até chegar em casa. A estrada parece que não para de se estender a frente do veículo. A luz do farol do carro brilha através dos ramos das altas árvores verdes, e de vez em quando, ofensivamente refletindo a luz em seus olhos.


O ambiente estava cheio de árvores verdes profundas, formando uma floresta em torno da estrada. O único som era do motor do carro. Um som tranquilo que deixava um sentimento sereno.
Embora o passeio parecia estar indo bem, os dois passageiros estavam com um pouco de medo.
A mulher de meia-idade atrás do volante tinha o cabelo curto e castanho que combinam perfeitamente com seu rosto. Ela usava uma camiseta verde de gola no formato V e uma calça masculina. Brincos de diamantes decorado em cada uma de suas orelhas, que estavam bem discretos por causa do seu corte de cabelo que os cobriam. Ela tinha os olhos profundamente verdes da mesma intensidade de sua camisa, e a iluminação parecia torná-los mais visíveis. Embora ela estivesse sempre sorrindo, sua expressão facial era sombria e triste.



De vez em quando ela olha pelo espelho retrovisor para certificar seu filho no banco de trás, que estava parcialmente debruçado sobre seus próprios braços, e sua cabeça encostada contra a janela fria.


O menino não tinha uma aparência normal, qualquer um a primeira vista poderia notar que ele tem algo suavemente errado. Seu cabelo castanho bagunçado para todos os lados, e sua pele pálida, quase cinza. Muito diferente de sua mãe, seus olhos eram escuros, e ele usava uma camisa longa e branca que o hospital onde ele estava fornecei pra ele. As roupas que ele estava usando antes, estavam muito rasgadas e com várias manchas sangue, essa roupa realmente não poderia ser mais usadas.
No lado direito de seu rosto é possível ver alguns cortes juntamente a divisão de suas sobrancelhas. Seu braço direito estava enfaixado do pulso ao ombro, devido a estilhaços de vidros que atingiu seu braço.


Seus ferimentos pareciam ser doloroso, quando na verdade ele não conseguia sentir nada. Ele nunca pode sentir nada. Essa é apenas uma das glórias sobre ele. Quando pequeno ele sofreu de uma rara doença que o levou a ser completamente insensível diante da dor. Ele nunca sequer chorou com algum machucado. Ele poderia ter perdido um braço e que não sentiria nada. Pode até parecer legal, mas devido a isso ele sofria transtorno psicológico, ele recebeu vários apelidos insultantes em curto espaço de tempo quando ele frequentava o primário, antes dele ser transferido para a um centro de tratamento devido a sua síndrome de Tourette, que levava ele a ter tique nervosos de maneira que ele não podia controlar. Ele iria acabar quebrando seu próprio pescoço se continuasse se contorcendo incontrolavelmente com esses tique nervosos. As crianças que o provocavam chamando ele de Tique-Toby zombando dos seus espasmos exagerados. Então ele também começou a ter aulas particulares. Era muito difícil para ele estar em um ambiente de aprendizagem normal com crianças o perturbando.


Toby olhou fixamente para fora da janela do carro, seu rosto estava inexpressivo.
Toby Rogers era o nome do menino. E a última vez Toby se lembrava de ter andado de carro, foi quando aconteceu um acidente horrível.


Ele não se lembra de muita coisa. Inconscientemente as mesmas cenas se repetia na sua mente antes de desmaiar outra vez. Toby tinha sido o sortudo, enquanto sua irmã, ela não teve tanta sorte. Quando ele começou a pensar em sua irmã mais velha, e que ele não podia voltar no tempo para ajudá-la, seus olhos começam a lacrimejar. As memórias horríveis repetia em sua mente. As memorias dele abrindo seus olhos e vendo sua irmã gritando de dor, seu corpo meio esmagada pelo carro, Toby estava pressionado contra o Air Bag do carro, sua testa perfurada de cacos de vidros e suas pernas e quadris imóveis.


Esta foi a última coisa que ele se lembrava de sua irmã mais velha querida.
O caminho para casa continuou parecendo durar uma eternidade. A viagem estava demorando por que sua mãe estava fazendo um caminho diferente para evitar passar na estrada onde aconteceu aquele acidente.


Finalmente o carro chegou no bairro de sua casa, e ambos estavam mais do que pronto para sair do carro e voltar para sua própria casa.


Era um bairro mais antigo, com casinhas pitorescas, todas próximas umas das outras.
O carro passou em frente a uma pequena casa azul, com vidros das janelas brancas.
Ambos rapidamente reconheceram o veículo velho que estava estacionado na frente daquela casa, também reconheceram o homem que estava parado na porta.


Toby sentiu raiva e frustração automática ao reconhecer seu pai. Seu pai, que não estava nos momentos que ele mais precisava.
Sua mãe estacionou o carro na garagem ao lado da casa, ela desligou o motor e se preparava para sair do carro e enfrentar o marido.


- Por que ele está aqui? - Toby disse calmamente enquanto ele olhava para sua mãe, que chegou a abrir a porta do carro.
- Ele é seu pai Toby, ele está aqui porque quer te ver - Sua mãe respondeu com uma voz monótona.
- Porque ele quer me ver? Porque ele não foi me ver no hospital? Porque ele não foi ver minha irmã Lyra antes de morrer - Toby estreitou os olhos para fora da janela.
- Ele estava bêbado naquela noite querido, ele não podia dirigir –
- Ah Sim, ele está sempre bêbado! - Toby abriu a porta antes de sua mãe e saiu cambaleando na calçada, Toby entrou na casa ignorando seu pai que estava de cabeça baixa, seu pais estava com uma expressão triste, se sentindo culpado com o que aconteceu.
Seu pai abriu os braços, esperando um abraço de sua esposa, mas ela também o ignorou, passando reto pra dentro da casa apoiando seu filho para que ele pudesse caminhar sem cambalear.
- Connie - o marido começou a dizer com uma voz rouca: "Eu não ganho nenhum abraço de boas-vindas né?"


Ela ignorou as palavras desagradáveis do seu marido e continuo caminhado com seu filho apoiado em seus braços.
- Ei, ele já tem 16 anos ele já sabe andar sozinho", disse o pai, seguindo eles dentro de casa.
- Ele tem 17 anos – Disse sua esposa Connie - Toby, por que não vai para seu quarto descansar um pouco? Quando o jantar estiver pronto eu levo pra você.
- Não, eu já tenho 16 anos e eu posso sozinho mãe - disse Toby, sarcasticamente, olhando revoltado para seu pai, ele subiu as escadas para seu quarto, onde ele bateu a porta com violência.


Seu pequeno quarto não tinha muita coisa nele. Apenas uma pequena cama, uma cômoda, uma janela e nas paredes tinham algumas fotos emolduradas de sua família, quando eles ainda eram uma família, antes que seu pai se tornasse alcoólatra e começasse a agir com violência para o resto de sua família. Toby se lembrou de quando ele estava discutindo com sua mãe e ele agarrou ela pelos cabelos e a empurrou para o chão, e quando sua irmã Lyra tentou segura-lo, ele também empurrou e ela fazendo-a bater as costas para no canto do balcão da cozinha. Toby nunca poderia perdoá-lo pelo que ele fez com sua mãe e irmã. Nunca.


Toby estava perto da janela e olhando para a rua. Ele podia jurar que ele via alguns vultos no canto do olho, mas também pensava que era coisa de sua cabeça depois de ter tomado várias medicações a pouco tempo.


Sua mãe o chamou para descer e jantar, Toby desceu as escadas rapidamente, sentou-se à mesa bem de frente a seu pai, do seu lado esquerdo sua mãe estava sentada e do lado direito uma cadeira vazia a qual antes sua irmã ocupava.


A comida estava servida na mesa, uma maravilhoso banquete, mas Toby se recusou a comer. Ele apenas observava seu pai com um olhar vazio. Ele também encarava Toby e desviava seu olhar para seu prato, que ele ao menos tocou. Então ele se retirou da mesa e voltou para seu quarto.
Toby deitou-se em sua cama, ele puxou as cobertas sobre a cabeça e olhou para janela. Ele estava cansado, mas de maneira alguma ele conseguia dormir. Ele não podia, não havia muito o que pensar. Ele não sabia se deveria fazer como sua mãe e perdoar por suas ações ou continuar guardando rancor com seu ódio fervente.


Ele ouviu o som da porta sendo aberta, sua mãe caminhou para cama dele sentou-se ao lado onde ele estava deitado, ela estendeu a mão e esfregou em suas costas.


- Eu sei que é difícil Toby, mas confie em mim, eu te entendo, mas eu prometo que tudo vai melhorar - disse ela em voz baixa.
- Quando é que ele vai embora? - Toby disse com um tom inocente em sua voz trêmula.
Connie abaixou a cabeça e respondeu.
- Eu não sei querido, ele vai ficar conosco, até quando eu não sei.


Toby não respondeu. Ele apenas continuou a olhar para a frente para a parede, segurando seu braço danificado perto de seu peito.


Depois de alguns minutos de silêncio, sua mãe suspirou, inclinou-se para dar um beijo em seu rosto e se levantou, enquanto fechava a porta ela disse


- Boa noite querido.


As horas passavam lentamente, e Toby não conseguia parar se mexer e revirar pela cama. Toda vez que ele estava pegando no sono, ele ouvia o barulho de pneus, os gritos de sua irmã, e ele incontrolavelmente se contorcia na cama de agonia.


Então ele jogou pra fora da cama as cobertas e virou seu rosto para baixo contra o travesseiro. Ele sentia seu peito se enchendo com a força que seu diafragma fazia enquanto ele chorava. Ele ouvia seu próprio choro. Ele pressionou ainda mais seu rosto enquanto gritava lamentando tudo que estava acontecendo.


Após alguns segundos, ele jogou o travesseiro pra fora da cama também e sentou-se, curvado, segurando a cabeça, com lágrimas escorrendo de seus olhos.
Ele não conseguia parar de chorar. Ele tentou se acalmar, mas ele não conseguia parar de tremer, se lamentar e choramingar. Então ele se levantou caminhando para janela do seu quarto, respirando fundo tentando se acalmar.


Ele esfregou os olhos e olhou para os altos pinheiros em frente. De repente ele parou de chorar, quando ele viu que algo que estava sob um poste de luz na rua. Ele ouvia um zumbido nos ouvidos e ele não conseguia desviar o olhar.


A figura estava ao lado do poste de luz na rua, cerca de 2 metros ou até mais, dois braços longos e algumas espécies de tentáculos em suas costas, aquela figura estava olhando para Toby, mesmo que aquilo não tinha olhos. A figura não tinha as características normais em seu rosto. Sem olhos, sem boca, sem nariz, ainda sim Toby ficou meio que hipnotizado olhando sem piscar para ele. O zumbido nos ouvidos ficou mais alto e mais alto a medida que aquela coisa se aproximava, então tudo foi ficou escuro.


Na manhã seguinte, Toby acordou em sua cama. Ele se sentia estranho, ele ainda estava muito cansado, parecia que ele estava deitado ali, acordado por horas. Ele não tinha pensamentos sólidos fluindo por sua mente. Ele se sentou lentamente e tropeçou contra a parede quando tentou se levantar, ele estava muito tonto. Ele cambaleou até a porta e desceu as escadas. Seus pais estavam sentados à mesa, seu pai prestava atenção na pequena televisão em cima do balcão, e sua mãe lia o jornal. Ela rapidamente percebeu a presença de Toby se aproximando dela.


- Bom dia dorminhoco, pelo jeito você dormiu tarde de novo. – Disse ela com um grande sorriso no rosto.
Toby lentamente olhou para o relógio e percebeu que já eram 12:30
- Eu preparei seu café da manhã, mas como você não acordou cedo, ele já esfriou, eu até ia te acordar, mas vi que você precisava dormir - a expressão de felicidade saiu do seu rosto quando ela perguntou a Toby. - Você está bem?


Toby caminhou até seu pai. Ele se sentiu como se estivesse sendo controlado, ele não tinha controle sobre suas ações. Ele só conseguia olhar, enquanto seu corpo agia involuntariamente. Ele abriu os braços como se fosse abraçar seu pai, mas seu pai ergueu as mãos empurrando ele contra a parede.
- Não me toque menino! " Gritou ele.
Sua mãe se levantou e gritou
- Não encoste no meu filho! Saia dessa casa! A última coisa que precisamos é de você por perto!
O pai dele saiu, mas voltou mais tarde naquele dia, como se nada tivesse acontecido.
Os dias se passaram, e as coisas continuaram da mesma forma. Connie passava a maior parte de seu tempo a limpeza da casa, e seu grosseiro marido só resmungava por tudo, todo dia eles discutiam. Era exatamente como costumava ser antes do acidente.
Toby evitava sair do seu quarto. Sentava-se ao lado da cama estremecendo. Só saia de lá quando sua mente o lembrava de comer. Ele ficava andando pelo seu quarto como um animal enjaulado parava um pouco e olhava pela janela. Este ciclo se repetia continuamente.
Connie era agredida várias vezes por seu marido, sendo muito submissa a ele, enquanto Toby ficava em seu quarto.


Em uma dessas tardes, Toby teve mas uns de seus tique nervosos, e sem pesar direito ele começou a mastigar suas mãos, rasgando a carne de seus dedos. Ele iria roer suas mãos até sangrarem. Nesse momento sua mãe entrou no quarto e viu essa cena horrível, a primeiro momento ela não sabia o que fazer. Então ela desceu as escadas e pegou o kit de primeiros socorros e enfaixou seu braço. Nesse momento ela prometeu a si mesma que não deixaria ele sozinho novamente.
Então ele se isolou novamente em seu quarto e passou a odiar todas pessoas que tentavam se aproximar dele. Sua memória começou a ser afetada. Ele não se lembrava de coisas que havia acontecido há alguns segundos, minutos, horas, dias e assim por diante. Ele também começou a falar um monte de bobagens, sobre coisas completamente absurdas. Ele dizia ver coisas, disse haver tubarões em sua na pia enquanto lavava os pratos, ouvia grilos em seus travesseiros, e via fantasmas do lado de fora da janela do seu quarto.


Sua mãe ficou muito preocupada com sua saúde mental, ela decidiu que seria bom leva-lo para falar com um profissional sobre o que ele estava sentindo.


Connie e Toby entraram no edifício, segurando sua mão ela guio seu filho até a recepção.
-Sra. Rogers? - A moça atrás do balcão perguntou.
- Sim, sou eu - Connie balançou a cabeça - Estamos aqui para ver o doutor Oliver, eu estou aqui com Toby Rogers.
- Sim, por aqui – Disse a atendente levantando-se e acompanhado Connie e Toby para um longo corredor. Toby olhava para a obras de arte emolduradas pelos corredores e em sintonia com o som dos saltos altos da senhora no chão de madeira dura. Ela abriu a porta para uma sala com uma mesa e duas cadeiras.
- Podem se sentar e ficar à vontade, vou chamar a Dr. Oliver - Ela sorriu e segurou a porta aberta.
Toby caminhou na sala e sentou-se à mesa. Ele olhou para sua mãe e para moça do balcão antes dela fechar a porta lentamente.
Ele estava agoniado com suas mãos firmemente enfaixadas, então começou a morder as ataduras para tentar desembrulhar suas mãos, mas foi interrompido quando a porta se abriu e uma jovem mulher com um longo vestido preto e branco, e grandes cabelos loiros, ela segurava uma prancheta e uma caneta.

- Você que é o jovem Toby? – perguntou ela com um sorriso.
Toby olhou para ela e balançou a cabeça.
- Prazer em conhecê-lo Toby, meu nome é Doutora Oliver - ela estendeu a mão para cumprimentá-lo, mas percebeu que suas mãos enfaixadas. Então ela puxou uma cadeira, sentando a frente dele.
- Então, vou te fazer algumas perguntas, pode responder com calma, e da forma mais honesta possível, ok? - Ela colocou a prancheta em cima da mesa e Toby acenou com a cabeça.
- Quantos anos você tem Toby?
- 17 – respondeu ele calmamente.
Ela fez uma pequena anotação na folha e fez a próxima pergunta.
- Qual é seu nome completo?
- Toby Erin Rogers.
- Qual a data do seu aniversário?
- 28 de abril.
- Quem são os membros da sua família atualmente?
Toby parou por um minuto antes de responder a pergunta.
- Minha mãe, meu pai, e ... M- minha irmã.
- Eu soube o que aconteceu com sua irmã ... Eu realmente sinto muito - a expressão do rosto da Dra. Oliver foi entristecendo, olhando Toby cheio de compaixão.
- Você se lembra de algo antes do acidente? -
Toby desviou o olhar para sala. Sua mente ficou em branco por um momento. Ele olhou para seu colo, e em torno, ele começou a ouvir um som fraco. Seus olhos se arregalaram e ele ficou congelado em seu lugar.
-Toby, Toby você está ouvindo? – perguntou Dra. Oliver.
Toby sentiu um arrepio descer pela sua espinha quando ele olhou para fora da pequena janela através da porta, onde ele viu. Aquela mesma figura, olhando para ele. Toby arregalou os olhos, os sons dos ruídos foram aumentando cada vez mais, até que o grito da doutora fez que Toby acordasse desse transe.
-Toby! - Ela gritou.
Toby deu um pulo que até caiu de sua.


Doutora Oliver levantou-se, segurando prancheta contra o peito. Seus olhos expressavam um olhar de surpresa e medo.


Após um tempo, Toby se acalmou, seus olhos relaxaram e sua respiração já não era ofegante.
Naquela noite, Toby deitou em sua cama. Seus olhos se fechavam lentamente enquanto ele pegava no sono. Quando ouviu um som de passos vindo do corredor. Ele se sentou na cama, olhando para porta aberta. Não havia luz, tudo estava sendo iluminado pelo brilho azul luminescente da lua através de sua janela, deixando uma iluminação fria. Ele se levantou e caminhou lentamente em direção à porta, quando se aproximou da porta, ela se fechou bruscamente, batendo a porta em seu rosto. Ele suspirou e caiu para trás. Ele caiu no chão e começou a respirar pesadamente, seus olhos estavam bem abertos. Ele esperou por alguns segundos antes de se levantar. Ele estendeu a mão e agarrou a maçaneta da porta fria com a mão ainda enfaixada então abriu a porta. Ele olhou para o corredor escuro e foi caminhando silenciosamente.


A janela no final do corredor iluminou a escuridão com a luz da lua azul. Ele podia ouvir os passos farfalhando ao redor dele, e também ouviu um fraco riso, suava como uma criança tinha corrido na frente dele, rindo e correndo por ali. Ele estava caminhando ha algum tempo pelo corredor, quando ele percebeu. Parecia que aquele corredor não havia fim. Ele ouviu um rangido da porta a sua frente.
- M- mamãe - ele disse em voz trêmula.


De repente, a porta atrás dele se fechou ele deu um pulo assustador se virou onde viu que a porta foi fechada. Atrás dele, ele ouviu um gemido estranho e longo que soava como cochichos do lado direito do seu ouvido. Ele se virou tão rápido quanto pode para ficar cara a cara com nada mais que, sua irmã morta.



Os olhos dela estavam totalmente escuros e sua pele pálida, O lado direito de sua mandíbula estava pendurada no rosto pelo tecido muscular de sua pele, um grande pedaço de vidro estacado em sua testa, e sangue, muito sangue negro escorrendo por seu rosto, seu cabelo loiro amarrado para trás em um rabo de cavalo como sempre foi, ela vestia a mesma roupa que usava no dia do acidente elas estavam manchada de sangue. Ela estava apenas uma polegada de distância do rosto de Toby.


Toby caiu de joelhos no chão e com muito medo começou a engatinhar para trás tentando se afastar dela. Ele arrastou-se para trás até que ele encostou em algo.


Ele parou por um segundo. Tudo estava morto em silêncio, exceto por sua pesada respiração e choro. Ele lentamente olhou para cima para encontrar o rosto branco de uma figura alta que estava em cima dele. Atrás dessa figura alta e escura, havia uma fileira de crianças, crianças de 3 a 10 anos, os olhos delas eram completamente negros e lacrimejavam sangue.


Ele gritou, se levantou tão rápido e começou a correr, mas caiu de joelho quando uma espécie de tentáculos enrolou por seu tornozelo. Caído no chão ele tentava gritar para expressar o seu medo, mas não saia um som de sua boca, ele não conseguia gritar.


Toby acordou desesperado. Ele começou a se acalmar quando percebeu que era apenas um pesadelo. Ele colocou a mão no próprio peito sentindo seu coração.


- Foi apenas um sonho .... Apenas um sonho.


Ele se acalmou e voltou a deitar na cama. Era como se um peso enorme estivesse em sua consciência. Ele se levantou e caminhou até sua janela. Ele não viu nada. Ninguém estava lá fora. Nada nem ninguém.


Ele ouviu o farfalhar e tosse de seu pai para fora da porta. Sua porta estava fechada.
Ele se aproximou e abriu-a. Olhando para o corredor mais uma vez. Ele caminhou pelo corredor e entrou na cozinha, onde ele encontrou seu pai em pé e fumando um cigarro em sua sala de estar.
Toby esperou um segundo e observou de todo o canto antes de uma sensação de queimação começar a agir fundo de seu peito.


Ódio, queimação e raiva tomou conta dele. Ele ouviu as pequenas vozes imaginárias em sua cabeça.
"Acabe com isso, acabe com isso, acabe com isso ". Ele se virou e segurou seus braços. Ele sentiu como se ele realmente tinha o controle sobre si mesmo, ao contrário do que fez nas últimas semanas desde que ele chegou em casa do hospital.


Na verdade, ele tinha pensamentos claros por apenas alguns momentos antes de sua mente for obscurecida pelas pequenas vozes em sua cabeça.


"Mate ele, ele não estava lá, ele não estava lá, mate ele, mate ele", as vozes continuaram. Toby tremeu. Não. Não, ele não ia fazer isso. Eles estava ficando louco? Não. Ele não vai matar ninguém. Ele não pode. Ele odiava seu pai, mas não odiava a ponto de matá-lo.


A influência das vozes em sua cabeça era demais. Ele começou a caminhar em silêncio atrás de seu pai. Ele estendeu a mão sobre o balcão e pegou a maior faca que estava lá. Ele firme na mão. Ele sentiu a sensação de assumir o seu peito. Ele soltou uma risadinha. "Hehe ... heheh ... hehehehehe ! HAHAHAHA ! ", Ele começou a rir tanto que que chamou a atenção do seu pai. Ele se virou abruptamente antes que dele sentir uma força bruta empurrá-lo para o chão. Ele grunhiu quando ele foi nocauteado. "O quê!", Ele olhou para o menino que estava em cima dele, agarrando a faca de cozinha na mão. "Toby o que você está fazendo!", Toby foi pegar em seu pescoço, mas seu pai estendeu a mão bloqueado a mão agarrando ele pelo pulso.


- Pare! Saia de mim seu filho da mãe - Ele gritou, e com a outra mão ele jogou um soco para fora do centro do ombro de Toby, mas ele não parou. O olhar nos olhos de Toby não era sensato. Era como se um demônio tinha tomado o controle sobre ele.


Ele gritou de volta e tentou dar uma facada a facada no peito de seu pai, mas novamente foi bloqueado. Seu pai tentava tira-lo de cima dele, mas Toby expôs seus pés na frente dele e conseguiu um duro golpe direto para o seu rosto. Seu pai recuou e puxou seus braços para longe para algemar seu rosto, mas Toby voltou-se e dirigiu a faca diretamente em seu ombro. Seu pai soltou um grande grito e saiu para puxar a faca, mas antes que ele pudesse, Toby jogou seu punho em linha reta em seu rosto.


Ele começou a bater com os punhos em sua cabeça, rindo e respiração ofegante. Ele quebrou o pescoço, pegou a faca e começou a rasgar seu pai arrastando a faca do ombro ao peito e repetidamente esfaqueado em seu torso, o sangue derramando e se espalhado por toda parte. Ele não parou até que o corpo de seu pai parasse de se contorcer.


Ele jogou a faca para o lado e se inclinou sobre seu corpo, tossiu e respiração ofegante. Ele olhou para o seu rosto, até que um grito alto quebrou o silêncio. Ele olhou para ver sua mãe em pé a poucos metros de distância, cobrindo a boca, lágrimas escorrendo de seus olhos.
-Toby - ela gritou - Por que você fez isso? porquê! Toby se levantou e começou a se afastar de cadáver ensanguentado de seu pai. Ele começou a se voltar para fora da cozinha. Ele olhou para as bandagens encharcadas de sangue em suas mãos e olhou para sua mãe uma última vez antes de ele se virar e correr para fora da casa.


Ele correu para garagem e bateu a mão contra o painel de controle na parede e apertou o botão para abrir a porta da garagem. Antes ele pegou dois pequenos machados do seu pai, que tinha sido pendurado na prateleira ferramenta acima de uma mesa cheia de frascos, cheio até a borda com velhos pregos enferrujados e parafusos. Um dos machados era novo, tinha uma alça laranja brilhante e uma lâmina brilhante, o outro era velho com um cabo de madeira e uma lâmina cega.
Ele agarrou os dois e olhou para a mesa e seus olhos encontraram uma caixa de fósforos e debaixo da mesa era um tanque de gasolina vermelho. Ele segurou ambos os machados em uma mão e fez uma trilha de gasolina do tanque até a calçada da rua.


Ao aproximar-se da luz da rua que ele podia ver a sua própria janela do quarto, ouviu as sirenes da polícia para longe. Ele virou-se e as luzes vermelhas e azuis veio correndo pela rua. Toby ficou parado por um segundo, antes que ele abriu a tampa do tanque de gasolina e correu pela rua, derramando gasolina por toda a rua atrás dele e ele se virou para correr para as árvores. Ele derramou a última gota de gasolina enfiou a mão no bolso e tirou um fósforo. Ele bateu contra o caixa e imediatamente deixou cair. Em um instante, as chamas irrompeu em torno dele. O fogo pegou para as árvores e arbustos ao redor dele e antes que ele percebesse, ele também foi cercado pelo fogo. As silhuetas de carros de polícia, era visível através das chamas quando ele recuou para a floresta ao seu redor. Ele olhou ao redor, mas sua visão estava turva, seu coração estava batendo mais forte e ele fechou os olhos por um momento. Era isso. Este foi o fim.


Toby sentiu uma mão em seu ombro. Ele abriu os olhos e olhou para ver uma grande mão branca, com longos dedos ósseos que descansava em seu ombro. Ele seguiu o braço que foi anexado à mão para um vulto escuro imponente. Ele parecia estar vestindo um terno preto escuro, e do rosto estava completamente em branco. Ele elevou-se sobre o corpo pequeno de Toby e olhou para ele. Toby já sabia que era seu fim, ele foi ensurdecido e cercado pelo som de zumbido nos ouvidos. Tudo ficou em branco.


Era isso. Esse foi o fim. E foi assim que Toby Rogers morreu.
Poucas semanas depois, Connie sentou-se na cozinha de sua irmã. A irmã dela, Lori sentou ao lado dela para beber uma xícara de café.


Cerca de três semanas atrás, Connie perdeu seu marido e seu filho e algumas semanas antes, ela perdeu a filha a um acidente de carro. Desde então, ela foi morar com a irmã. A polícia manteve ela sob vigilância até que tinham acabado de solucionar o caso sobre a história tinha sido lançado há duas semanas e as pessoas começaram a deixar de lado a notícia do assassinato e incêndio e se preocupavam com os novos casos.


Lori ligou o TV no canal de noticiário. Na TV o repórter começou a introduzir o novo título.


"Temos notícias de última hora! Ontem à noite, houve um assassinato relatado por 4 indivíduos. Não há suspeitos ainda, mas as vítimas eram um grupo de crianças da escola secundária que estavam na floresta na noite passada. As crianças tinham sido "espancadas" e esfaqueado até a morte. Os pesquisadores descobriram uma arma na cena do crime que parece ser um velho machado de lâmina maçante, como você pode ver aqui "O retratado alterado para mostrar tiros snap da arma exatamente como ele foi deixado na cena do crime."





Os investigadores tinha puxado o nome de um possível suspeito, Toby Rogers, um menino de 17 anos que há algumas semanas tinha esfaqueado o pai até a morte e tentou encobrir sua fuga através da criação de um incêndio nas ruas e na área de floresta ao redor do bairro. Apesar de terem acreditado o menino tinha morrido no incêndio, os investigadores suspeitam que Rogers ainda pode estar vivo, devido ao fato de que seu corpo nunca foi encontrado."


Fonte:Sigma

domingo, 1 de dezembro de 2013

Registros Secretos de Serra Madrugada



Registros Secretos de Serra Madrugada


Um grupo de jovens inicia um documentário investigativo sobre uma série de desaparecimentos na região de Curitiba. Relatos apontam o envolvimento de um suposto "homem esguio" e o mistério fica ainda maior quando, ao se afastar da cidade, eles acabam perdidos e isolados em uma região chamada Serra Madrugada. Intrigas, acusações e brigas são apenas os primeiros obstáculos enfrentados pelo grupo na noite mais terrível de suas vidas.

Eles não estão sozinhos.

Trailer #1: https://www.youtube.com/watch?v=kuPXCKvCbUU
Trailer #2: https://www.youtube.com/watch?v=UUJaCL7KSo8

Filme: http://www.youtube.com/watch?v=5OGv3gARino

Produção: Chernobylmilk







sábado, 30 de novembro de 2013

Marble Hornets

Marble Hornets é uma web-série que a tempos vem sido postada no YouTube em uma conta quepertence a um rapaz chamado Jay, a história gira em torno de seu amigo chamado Alex.

Alex é um jovem, que fez faculdade de cinema e sonha em ser um grande produtor de filmes mas ainda se encontra no início de sua carreira - quando estava cursando a faculdade, Alex resolve gravar um pequeno filme que contaria a história de seu retorno ao lugar onde viveu sua infância, porém seu objetivo acabou tomando outro rumo.

A série segue o estilo found-footage de Atividade Paranormal ou Bruxa de Blair, Alex estava empolgado com o projeto e parecia feliz, mas com o passar do tempo foi se fechando, ficando cada vez mais calado, irritado, sumindo da vista dos amigos e com um olhar obscuro. Com todos acontecimentos estranhos com Alex, seu melhor amigo Jay, resolve lhe fazer uma visita para descobrir o que estava acontecendo.Ao chegar Jay encontra seu amigo pálido, magro e assustado, o amigo questiona Alex quanto a Marble Hornets e porque seu amigo parou a produção do mesmo, Alex muito assustado e irritado disse que iria queimar as fitas mas Jay achou um absurdo fazer isso e conversou até convencer o amigo a dar as fitas pra ele, o mesmo aceitou com a condição de Jay nunca mais tocar no assunto.
Alex foi embora da cidade e por mais de um ano Jay deixou as fitas guardadas, afinal não tinha motivos para vê-las, contudo um dia ele resolveu dar uma olhada no projeto do amigo e se surpreendeu ao perceber que as fitas continham um material extremamente confuso e cenas assustadoras. Jay acaba ficando obcecado ao explorar e tentar organizar na ordem certa os acontecimentos e para isso faz upload das cenas no YouTube. Nenhuma das fitas tinha uma data, local ou qualquer marcação que pudesse determinar qual era a primeira qual era a ultima, as aparições nas fitas talvez possa ser uma estranha criatura chamada Slender Man (Homem Alto ou Homem Esguio). Na trama gravada em primeira pessoa não é citado o nome Slender Man e ninguém sabe de onde ele surgiu ou quando, (Nas lendas algumas pessoas dizem que na verdade é um extraterrestre que sequestra crianças, outros falam que é um homem amaldiçoado que se retirou para a floresta e desenvolveu braços grandes, como tentáculos, que lhe ajudam a assustar e capturar suas vítimas. Desta caraterística surgiu seu nome Slender Man, que significa algo como Homem Esguio.

SLENDER MAN
O Slender Man é uma lenda urbana, nela ele pode esticar os membros ficando bastante deformado, geralmente tem uma aparência alta, mas pode também ficar com uma aparência de um homem com estatura normal. Ele se veste com uma roupa social negra, como a de um coveiro. O Slender Man não tem um rosto e costuma ficar imóvel geralmente próximo a árvores, onde pode se camuflar, graças a seus largos braços e pernas, constantemente pode ser confundido em meio às árvores.
As descrições quanto as habilidades dele variam bastante, é comum ver referências a tentáculos negros, saindo das costas, mas também os seus próprios braços são associados a tentáculos. Também dizem que ele tem a habilidade de se teletransportar, sendo assim pode aparecer em locais inusitados e simplesmente desaparecer caso chame a atenção. Outra curiosa habilidade citada é a capacidade de causar paranóia em quem está sendo perseguido, a pessoa entra em um desespero tão grande que acaba sendo pega muito mais facilmente. Outra habilidade da criatura é a de causar perdas de memória envolvendo ele, e fazendo com que muitos o tenham visto mas simplesmente esqueçam, sendo que depois percebem que ele estava ali por fotos, no entanto essa habilidade não funciona em crianças, que lembram sempre da aparição e é muito comum ver ele em fotos tiradas de crianças antes de sumirem pra sempre.



VOLTANDO A MH
Desde que tocou nessas fitas a vida de Jay nunca mais foi a mesma, Alex se afastou de tudo e de todos, seus amigos se separaram, Jay se sente mal todo o tempo, - Slendy (apelido carinhoso dado pelos fãs) passou a fazer parte da vida de Jay e o mesmo nunca obtivera paz pois sempre tem a impressão de que não esta sozinho. Marble Hornets que aparentava ser um simples filme contando a historia da vida de Alex, acabou se mostrando um conto obscuro que vai além do nosso entendimento, ao longo da trama os mistérios de Alex cada vez mais se tornam obscuros, e revelam uma pergunta que deveríamos fazer a nós mesmos todos os dias...
As pessoas são como elas aparentam ser???
MH esta no ar (no YouTube) a um bom tempo e se encontra em sua terceira temporada, e ao que parece ela ainda terá um longo caminho para perseguir.
O que será que perseguia Alex? Talvez jamais descobriremos...


Veja por sua própria conta e risco...


Texto escrito por: Allyson Soares

Fonte:Isso dá Medo

segunda-feira, 4 de março de 2013

Registros Secretos de Serra Madrugada [Projeto SLENDER]

Mesmo hoje não sendo dia de eu postar,resolvi mostrar para vocês um filme do Slender Man
Este filme foi feito pela chernobylmilk.(e parece que mais projetos de filmes vem por aí).
É um filme brasileiro,que conta a história dos registros da "Serra da Madrugada",onde algumas crianças desapareceram.
Sem mais Spoilers(dicas do que vai acontecer no filme),aí está ele abaixo.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Video com foto de aparições de Slender Man

O video abaixo é de fotos que coletei em minhas pequisas e estudos.
Ele está postado no canal oficial do blog.
Aqui está ele logo abaixo:

Aparição de Slender Man(Interrogatório legendado)

Este é um suposto audio gravado de uma entrevista entre Thomas Nealy com um policial.
Sobre ele ter visto Slender Man.
Mais informações no video.

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Parceiro Novo: Fear of Slender

Parceiro Novo ele é o Fear of Slender



Slender Man em Campinas

Relato

Eu deveria ter uns 11 ou 12 anos, quando meu avô me contava histórias que não tinham explicação. Várias histórias, de arrepiar os cabelos mesmo. E o que eu achava mais interessante, era que ele nunca contava as histórias de seus amigos, apenas fatos ocorridos com ele mesmo, e grande parte delas, minha avó (que odiava mentiras) confirmava todas que esteve presente.

Meu avô me dizia que "duas coisas acabaram com esses 'causos': uma é a eletricidade, outra é a falta de crença". A eletricidade que ele se referia é a televisão, a falta de tempo para coisas que sempre estiveram à nossa volta, mas por comodismo e falta de atenção, deixamos de perceber. A falta de crença, ele dizia, que certas coisas são apenas vistas por quem acredita ou por quem realmente quer ver.

A quase 20 anos meu avô partiu, e o mais engraçado é que, algum tempo atrás, após ver alguns relatos na Internet, que me lembrei, com um certo choque na verdade, de uma história que ele me contou. É complicado você imaginar que já ouviu algo assim a tanto tempo e com alguém tão próximo.

Na década de 50, meu avô trabalhava de vigia noturno em uma fábrica de tecidos, aqui na cidade de Campinas. Saia à noite de sua casa, e voltava apenas pela manhã, às vezes o Sol não havia nascido. E em uma dessas madrugadas, retornando pra casa, que ele viu, em suas palavras, "uma coisa que me deixou chocado".

Vou tentar escrever da maneira que meu avô me contou. Voltando pra casa, próximo a um dos pontos do bonde (que ainda não tinha dado o horário pra funcionar), meu avô avistou um homem vestido de preto. Até aí, normal, mas o homem era alto demais, e na inocência de meu avô, achou que fosse um jogador de basquete.

Meu avô disse que passou pelos trilhos do bonde, e o homem alto estava uns 50 metros à sua frente. Bem em frente ao que se tornaria a futura Câmara dos Vereadores de Campinas, que na época era um outro estabelecimento, meu avô viu o homem alto "pular" o muro sem pôr as mãos. Até aqui, tranquilo, mas o detalhe é que o muro tinha cerca de 9 metros de altura (até hoje tem).

Meu avô me dizia, sempre com uma cara de medo, que o maior choque nem foi ver o homem de preto pular o muro... mas foi quando o homem olhou pra ele: meu avô disse, com um certo medo nos olhos, que o homem era bem branco... e não tinha face. Como comparação, meu avô o comparou a um homem de cera. Meu avô me disse que correu para um portão próximo, na virada da esquina, e viu o homem se misturar em meio às árvores no fundo do estabelecimento, e sumiu. Nesse momento da história, minha avó interviu: disse que meu avô chegou pálido e quase desmaiando de medo. E meus avós disseram que alguns dias depois de ver o tal homem, uma criança da vizinhança sumiu.

O pessoal do bairro não tinha ideia de onde a criança foi parar, mas meu avô me disse, com certeza, que o tal homem que levou a criança. Eu acredito que meu avô viu, em primeira mão, o Slender Man. Não sei de onde ele tirou a ideia de que a aparição do Slender Man e o sumiço da criança tinham ligação, porque vamos convir, na época que a história ocorreu com ele, ou quando ele me contou, ninguém conhecia o Slender Man.

E meu avô sempre terminava suas histórias, inclusive essa, me dizendo: "Não há necessidade de provocar o que está quieto. E evite buscar e entender o que não tem explicação, e tente não querer ver certas coisas".
Porque eu acredito que, quanto mais você quer saber sobre essas lendas, mais elas te ouvem.





quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Forest - System of a Down

Bem, eu estava passando minha playlist e achei uma música... É uma das minhas favoritas, do SOAD, ela se chama Forest. Comecei a prestar atenção na letra e percebi que ela me lembrava um cara alto... Eu acho esse negócio de mensagem subliminar uma grande besteira de internautas paranoicos, mas isso não deixa de ser uma curiosidade, então... Eis a música:









LETRA:

Walk with me my little child
To the forest of denial
Speak with me my only mind
Walk with me until the time
Make the forest turn to wine
You take the legend for a fall
You saw the product

Why can't you see that you are my child
Why don't you know that you are my mind
Tell everyone in the world that I'm you
Take this promise to the end of you

Walk with me my little friend
Take this promise to the end
Speak with me my only mind
Walk with me until the end
Make the forest turn to sand
You take the legend for a fall
You saw the product

Why can't you see that you are my child
Why don't you know that you are my mind
Tell everyone in the world that I'm you
Take this promise to the end of you

Take this promise for a ride
You saw the forest now come inside
You took the legend for its full
You saw the product of it all
No televisions in the air
No circumcisions on the chair
You made the weapons for us all
Just look at us now!

Why can't you see that you are my child
Why don't you know that you are my mind
Tell everyone in the world that I'm you
Take this promise to the end of you

TRADUÇÃO:

Ande comigo criancinha
Para a floresta da negação
Fale comigo, minha única obsessão
Ande comigo enquanto há tempo
Faça a floresta se tornar vinho
Você toma a lenda para uma queda
Você viu o resultado

Por que você não pode ver que você é minha criança?
Por que não pode ver que você é minha obsessão?
Conte a todos no mundo que eu sou você
Leve essa promessa até seu fim

Ande comigo amiguinho
Leve essa promessa até o fim
Fale comigo, minha única obsessão
Ande comigo até o fim
E faça a floresta se tornar areia
Você toma a lenda para uma queda

Você viu o resultado
Por que você não pode ver que você é minha criança?
Por que não pode ver que você é minha obsessão?
Conte a todos no mundo que eu sou você
Leve essa promessa até seu fim
Leve essa promessa para um passeio

Você viu que a floresta, agora entramos
Você levou a lenda ao seu total
Você viu o resultado disso tudo
Sem televisões no ar
Sem circuncisões na cadeira
Você fez armas para todos nós
Olhe para nós agora!

Por que você não pode ver que você é minha criança?
Por que não pode ver que você é minha obsessão?
Conte a todos no mundo que eu sou você
Leve essa promessa até seu fim

Tirem suas próprias conclusões sobre isso... Um detalhe: SlenderMan foi "criado" em 2009, o que inspirou a criação de Marble Hornets (sim, MH é atuação sim, você pode ver uma entrevista com os dois personagens principais, Alex e Jay Aqui e podem constatar seus nomes verdadeiros). Essa música é de 2001 do album Toxicity... Mas é óbvio que eles não tinham essa intenção, quem conhece a banda sabe como eles são... Tirem suas conclusões e postem nos comentários...

sábado, 12 de janeiro de 2013

Slender: Bones of Children

Olá pessoal, aqui é o Hazard. Estive passando uns Blogs por aí, e achei esse jogo em flash... Siga as regras... Bem, eu joguei pela primeira vez há alguns minutos e tomei um susto ferrado (por causa do meu grito minha irmã também tomou um susto). Espero que se divirtam, eu consegui 6 ossos e eu irei fazer um gameplay (não há data para eu colocá-lo aqui no Blog mas vou tentar o mais rápido possível). Preparem-se para tomar sustos e rir da minha cara...
O jogo está aqui e para quem não sabe inglês, aqui está a tradução da tela inicial:
"Slender é uma criatura má que vive nas florestas. Ele não tem face e ele anda com um terno preto. Para derrotá-lo, ache e quebre 7 ossos de crianças que ele matou.
Slender nos segue quando não podemos vê-lo. Seus sapatos ensanguentados deixam uma trilha. Quando o vemos ele para sem se mexer. Quanto mais o observamos, mais perigoso ele se torna. A cada osso que achamos ele nos segue mais rápido e nós podemos ouvir sua respiração.
Os ossos estão espalhados em lugares aleatórios e, quanto mais ossos achamos, Slender se torna mais determinado para defender os restantes.
Um encontro de perto com o Slender acaba em uma morte sangrenta."
O jogo vai para uma nova guia (ou janela, depende do navegador) e está em tela cheia.
Bons sustos e se divirtam!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Slender Womem



Trevas, trevas... 

Embora elas não me rodeiem completamente, elas me cegam. No céu negro e estrelado a lua cheia brilha através das copas das árvores , o único ponto de luz nessa escuridão, vem do coração de um pequeno rapaz, que esta perdido nesta floresta imensa á pelo menos uma hora. A lua o ilumina, mas eu não o vejo, existe uma névoa em torno de dele, que me faz enchergar apenas a luz que ele exala, aquela luz é meu único alimento, assim como seu sangue, sua dor. 

Antes de me tornar essa coisa que sou hoje, eu não me alimentava da vitalidade de corações, eu era apenas uma enfermeira, eu ajudava as pessoas, e agora tenho de viver escondida em florestas, e quando estou com muita fome, até me arisco em entrar em algumas casas a noite. 

Mas agora eu só vejo uma luz. 

Ele olhava em volta freneticamente, temendo não estar sozinho, eu via seu interior, eu me camuflava entre os ganhos, como ele poderia saber. Certamente, ele deveria ter notado que aqueles dois outros garotos tinham sumido do acampamento. E com toda sua bravura ele veio os procurar, sozinho. Sua imaginação começou a tomar conta de seus sentidos e sua frequência cardíaca aumentou. 

Ele ouviu um galho estalar em algum lugar perto de dele, e de repente todas as histórias que foram contadas ao redor da fogueira na noite anterior vieram a tona em sua mente mais uma vez. Especialmente o que seu irmão havia dito... Qual era o nome da criatura que não tem rosto e ataca em florestas? Outro galho estalou um pouco mais distante dessa vez... 

Sem boca, sem nariz. Ele me procurou loucamente ao seu redor, mas era impossível ver qualquer coisa neste nevoeiro. 

“Ele supostamente vive nessa floresta, mas que é apenas uma história, certo?” O garoto falou consigo mesmo, deixando obviu, estar falando de mim, ou não exatamente. 

Seus pensamentos se dissolveram quando ele viu o contorno de uma figura, mas não a de um homem. Era obviamente uma fêmea. Estava usando um vestido preto que parecia abraçá-la, ela tinha seios, e uma de suas pernas aparecia em uma fresta do vestido, apesar de desfigurada, ela um dia fora uma bela moça, modéstia parte. 

O garoto esta paralisado, seus lindo olhos brilhantes, incapazes de desviar o olhar. 

“Por que você esta tão assustado?” É o que eu gostaria de dizer se tivesse lábios. 

Quando eu percebo, você esta vindo em minha direção. Há algo estranho com ele, parece inebriado com minha presença, e eu não consigo colocar minhas mãos sobre ele. A calma esta enchendo seu corpo como uma droga. Quando ele chega bem perto de mim, ele me olha de um jeito peculiar, como se me conhecesse. 

Eu não podia ouvir seus pensamentos mas sei exatamente o que ele pensou. 

“Seus belos olhos são a meia-noite, são o motivo de ter medo do escuro, sem alma, mas ainda sim eu estou atraído por ela, incapaz de desviar o olhar. O medo começa a me queimar, mas é imediatamente dizimado, por aquela aura demoníaca e angelical ao mesmo tempo.” 

Mas é ai que ele entra em pânico, quando percebe que não consegue parar de olhar.

O que ele não percebe é a boca... Ou a falta dela, melhor dizendo. Você está tão longe que você nem percebe. Seu corpo inteiro, exceto por seus olhos negros como tinta, é branco como um alabastro. Ele parou de andar, mas ainda parece estar se movendo em direção a mim, ou flutuando. 

De repente eu o engulo, mas a única coisa que ele verá será uma nevoa negra, que antes você observava atentamente em meus olhos adoravelmente assassinos, e então tudo, se torna nada. Em um instante, ele deixa de existir. 


Ela não tem alma, mas ela possui milhões. Ela é o conforto, e também o medo. Ela foi criada por uma criatura de morte, para que ele pudesse ter alguém também para amar... 
FONTE:Creepy World

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

As Crianças

Quando criança, eu adorava doces! Todo halloween eu ia nas casas de meus vizinhos, além disso, tinha o dia das crianças, apesar de não ter muitos doces, tinha os presentes. Como é bom ser criança, a inocência, a vida, tudo...

Mas um dia, algo mudou totalmente minha vida. Estava eu e outras crianças num parque quando eu vi algo ao lado de minha prima. Era algo parecido com uma pessoa de terno, ele não tinha olhos, não dava pra ver de onde eu estava.

Minha prima nem percebia aquilo que estava do lado dela, seja lá o que era aquela coisa. Eu corri em direção a ela quando eu percebi que ela não estava mais lá.

Clique no link abaixo para continuar lendo essa Creepypasta...


Ela sumiu.

Eu a procurei em todos os lugares, eu fui para a floresta, quando vi ele. Ele estava de costas, vi em seus pés sangue. Sengue de minha prima.

Eu corri. Corri o máximo que pude, até acabar minhas forças, até ter o pressentimento de que eu estava a salvo.

Até hoje me lembro daquilo que levou minha prima, aquela coisa que me atormenta todos os dias em meus sonhos...




segunda-feira, 8 de outubro de 2012

História Bizarra:He Follows you...


Muitas histórias de fantasmas normalmente têm fáceis explicações, devido aos profundos medos psicológicos enraizados em nossos instintos básicos. Queremos proteger nossos filhos, e temos medo do que pode acontecer com eles no momento em que estão fora de nossas vistas. Temos medo de cadáveres, pois eles indicam nossa própria mortalidade, e nos faz imaginar que talvez, a causa da morte do cadáver poderia nos matar também. Temos medo da escuridão, porque cega nossos sentidos.

Por que, então, algumas imagens continuam a aparecer diversas vezes para nós? Uma imagem, uma descrição que muitos tentam visualizar, ao tentar descrever uma entidade terrível, que não tem nenhuma semelhança com nenhum dos predadores já conhecidos. Um ser humano, careca, com olhos negros, uma figura alongada, alta, dedos longos e pele pálida; uma descrição que já foi usada no passado para descrever certos vampiros de idade, e agora, uma imagem atribuída a outras entidades, como Slenderman, ou monstros de histórias de fantasmas. O que poderia ter acontecido para que esta imagem ficasse gravada tão profundamente em nosso subconsciente?

Será que a tal criatura descrita existe mesmo? Aquele, cujo comportamento é tão aterrorizante que supera outros medos mais comuns? Eu até duvidaria disso, mas considerando certas circunstâncias, não consigo parar de pensar que isso pode ser verdade. Acredito que devem existir criaturas que se encaixam nessa descrição... Criaturas como esta que está te observando através de sua janela neste momento.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meu Relato



Essa não será bem uma creepypasta.É um relato pessoal meu,não se acreitarão.


Lembrei a pouco tempo.Essa memória estava no fundo de minha mente.
Lembrei que eu o vi uma vez.Eu estava com minha avó,numa pracinha perto da casa dela.Havia duas praças,eu estava na menor e mais iluminada,e a outra tinha pouca iluminação,e tinha muitas árvores e era o dobro do comprimento da outra.
Então quando eu olhei eu vi.Entre as sombras,ele estava ali me observando.Com aquele terno preto,estatura alta,de gravata e aquela face sem expressão.
Eu ia contar a minha avó,mas quando olhei lá novamente,ele havia desaparecido,e quem iria acreditar em mim?



Alguns tempos atrás,meu amigo me mostrou as creepypastas.
E entre elas vi a de slender.E essa memória,que estava praticamente quase apagada,no fundo de minha mente,voltou a tona.
Desconfio,que desde aquele dia ele me observa.
Agora mesmo me sinto.
A noite,não consigo dormir direito.
Por consequente,tenho grandes e profundas e negras olheiras.
Perdi a conta,de quantas vezes dormi por alguns minutos e sonhei com ele.
Eu me pergunto:Por que ele me quer? O que ele quer fazer comigo?

Eu nunca contei isso para ninguém,pois sei que ninguém acreditaria em mim.(E quem acreditaria???)