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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Imagens do trabalho de um homem que fotografava espíritos

Olá seres obscuros,como vão vocês?
Peço desculpas por ficar sem postar por tanto tempo no blog.Comecei a fazer um curso na faculdade e tive uns problemas pessoais,por isso o motivo de minha ausência mas,prometo que a partir de agora começarei a postar regularmente(porém será meio dificil em época de prova como agora.Só estou conseguindo postar agora,por ser uma semana sem prova,mas semana que vem voltam provas de novo ://)
(Obs:Estarei usando esse perfil pra postar,pois o outro estou usndo pra canal do youtube e mudei o nome)
Aqui trago a vocês uma postagem que peguei no site Fatos Desconhecidos,que mostram umas fotos um tanto... perturbadoras.Espero que  gostem,boa leitura,e CUIDADO!!
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Por volta de 1860, o joalheiro William Hope deixava sua profissão para ser fotógrafo espiritual. O que ele fazia era fotografar pessoas encarnadas e vivas, mas a imagem as mostraria ao lado de um espírito, fantasma, e coisas do tipo.


No século XIX, surgiu na Inglaterra o Círculo Espiritual de Crewe, que era uma sociedade secreta que se dedicava aos estudos de fotografias espirituais. Nas primeiras décadas do século seguinte, coordenado pelo britânico William Hope, a sociedade Círculo de Crewe produziu dezenas de fotos onde humanos vivos se confundiam com entidades espirituais. Bom, se vocês ainda não conhecem as fotografias do Círculo Espiritual de Crewe, nós vamos apresentar algumas fotos e um pouco da história dessa sociedade para vocês:

1 – Uma família envolvida por uma “névoa”






As fotografias foram encontradas em uma loja de livros usados, o famoso “sebo”, e foi daí que descobriram que eram da William Hope.. O círculo de Crewe, conforme se acredita, era composto por seis ou mais fotógrafos espirituais, e essa primeira imagem mostra uma família envolvidos em uma possível névoa, ou espíritos.

2 – Duas mulheres, ou seria três?





Logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Círculo de Crewe era muito procurado por parentes das pessoas mortas em combate, pois eles queriam rever seus parentes queridos.

3 – Um homem e o ectoplasma





Essa imagem mostra um homem sozinho (ou não) que aparece ao lado de uma nuvem clara na qual emerge a cabeça de outro homem. Segundo alguns especialistas em mediunidade, essa espécie de vapor esbranquiçado é definido como ectoplasma e já foi registrado algumas vezes ao longo da história.

4 – A irmã





Em 1922 a carreira de William Hope foi impulsionada quando ele se mudou para Londres e virou um “medium profissional”. Ele não era assediado apenas por clientes, mas também por céticos investigadores de paranormais. No livro, a indicação dessa foto diz que o casal em questão são os pais da pessoas que compilou todas as fotos espirituais do álbum, e que o espírito mostrado seria a irmã de um dos homens mais conhecidos na mediunidade na época.

5 – O marido e sua finada esposa






Essa fotografia indica que os espírito de uma mulher, produto de um ectoplasma, seria a esposa falecida do homem que posa para a foto, que é mais uma obra de William Hope.

6 – A foto da comprovação





Uma das pessoas que tentou desmentir William Hope foi o físico Harry Price. Ele pediu que Hope tirasse fotos através de uma placa de vidro, e essa placa tinha uma marca que não podia ser vista a olho nu, e aparecia somente em fotos. Bom, com esse vidro, qualquer alteração da foto original ficaria evidente pela ausência da marca. A marca realmente não apareceu nessa foto que mostra dois espíritos emergindo em meio a uma família de três pessoas.

7 – A esposa que aumentou a dúvida





E a polêmica que cercava as fotos de William Hope só aumentava. Mais detratores se juntaram ao físico Harru Price, com a intenção de provar que as fotos eram fraudes. Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, chegou a escrever um livro sobre as fotografias espirituais. Essa foto mostra um homem carinhosamente encostado à sua falecida esposa, em espírito. Os céticos da época levantaram uma grande dúvida, que era como o homem podia saber que a mulher estava daquele jeito?

8 – Um espírito um tanto curioso





No verso dessa foto, aparecem duas perguntas sobre temas espirituais e humanos, com letra semelhante às que se encontram em trabalhos de psicografia. Essas questões, supostamente teriam sido feitas pelo espírito da jovem mulher que aparece na foto.

9 – Uma avó fotografada depois de morta





Dois médiuns do País de Gales teriam sido fotografados com a avó. Os homens garantiram que aquele era o único registro fotográfico existe da avó deles.

10 – A morte que não acabou





Na foto vocês veem uma mulher católica, o que indica pela cruz ao lado da cama, chorando pelo marido, recém falecido. Segundo registros, eles passariam a acreditar em vida após a morte, já que a imagem mostra uma cabeça fantasmagórica emergindo ao corpo da viúva.

sábado, 23 de julho de 2016

Foto registra estranho rosto dentro de viatura do Samu em acidente no RS




Uma das primeiras fotos tiradas após o capotamento ocorrido na tarde do dia 11 de abril, na ERS 135, em Erechim - RS, tem intrigado os internautas. O registro foi feito pelo sargento da Polícia Rodoviária Estadual, Sandro Lazzarin, enquanto os socorristas prestavam os primeiros atendimentos às vítimas, e chama atenção devido a um reflexo que aparece no vidro frontal da ambulância do SAMU de Getúlio Vargas.


Na foto é possível ver uma imagem com aparência humana refletindo no vidro. Para alguns, trata-se apenas de uma das socorristas no local, para outros seria uma junção de reflexos que por coincidência tomaram tal forma, e muitos acreditam que possa ser o registro de uma aparição sobrenatural.


A foto foi tirada com um aparelho de telefone celular, ficando assim, com menor qualidade de resolução, por isso, até o momento, não foi possível realizar um maior detalhamento sobre o fato.


Segundo o sargento, no momento da fotografia, pela posição da ambulância, não teria como ser a sombra de alguma pessoa ou de árvores. “Havia pessoas no local, mas estavam longe. Poderia ser do para brisa, mas o restante do vidro está bem limpo, dando para ver os bancos, inclusive”.


O acidente foi registrado por volta das 15h, no Km 74 da rodovia, quando o Mercedes Classe A, placas MGC 0190, de Barão de Cotegipe, saiu da pista, bateu em um barranco e capotou por vários metros. Cinco pessoas ficaram feridas, nenhuma com gravidade. As informações são de Alan Dias, do jornal Boa Vista.


Por diversas vezes já se publicaram imagens deste tipo. Especialistas afirmam que o fato acontece por algum reflexo no exato momento em que a fotografia é registrada. Mas o caso é, no mínimo, interessante. Veja abaixo a polêmica foto:





Fonte: Portal 21

- See more at: http://noitesinistra.blogspot.com.br/2016/04/foto-registrada-estranho-rosto-dentro.html?utm_source=bp_recent&utm-medium=gadget&utm_campaign=bp_recent&m=1#sthash.KE19tKEI.dpuf

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Creepypasta! - Sr. Bocalarga.





Durante minha infância minha família era como uma gota d'água em um vasto rio, nunca permanecia no mesmo local por muito tempo. Nós nos estabelecemos em Rhode Island quando eu tinha oito anos, e lá ficamos até eu ir para uma faculdade em Colorado Springs. A maioria das minhas memórias estão enraizadas em Rhode Island, mas há fragmentos do fundo do meu cérebro que pertencem a várias casas que vivemos quando eu era muito mais novo.


A maioria destas memórias são sem sentido e não são claras - perseguindo um outro garoto em um quintal em uma casa da Carolina do Norte, tentando construir uma jangada para flutuar no lago atrás do apartamento que alugamos na Pensilvânia, e por aí vai. Mas tem esse set de memórias que eu lembro claro como a água, como se tivesse acontecido ontem. Eu constantemente fico divagando se essas memórias não foram apenas sonhos lúcidos produzidos por uma um longa gripe que eu tive naquela primavera, mas no fundo do meu peito, eu sei que elas são reais.


Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vineyard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga, especialmente para uma família de três pessoas. Havia alguns quartos que eu nem sequer tinha entrado ainda nos cinco meses que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço, mas era a única casa disponível no mercado naquela época, pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.


No dia depois do meu quinto aniversário (com a presença só de meus pais), eu fiquei com febre. O médico disse que eu tinha mononucleose, o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos três semanas. Foi uma época horrível para ficar de cama - estávamos em processo de empacotamento de nossas coisas para nos mudar para Pensilvânia, e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas, deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia Ginger Ale (N.T: Refrigerante local) e livros várias vezes por dia, e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas próximas semanas. O tédio vinha toda vez me atormentar, esperando os momentos certos para me atingir e só piorar minha miséria.


Eu não me lembro exatamente como eu conheci Sr. Bocalarga. Eu acho que foi tipo uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mono. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar para ele se ele tinha um nome. Ele me disse para chamá-lo de Sr. Bocalarga, porque sua boca era larga. De fato, tudo nele era largo em comparação ao corpo dele - a cabeça dele, olhos, orelhas pontudas - mas sua boca era de longe a mais larga.


"Você parece um Furby," Eu disse enquanto ele folhava um dos meus livros.


Sr. Bocalarga me deu um olhar curioso. "Furby? O que é um Furby?" ele perguntou.


Eu encolhi os ombros. "Você sabe... o brinquedo. O pequeno robô com grandes orelhas. Você pode criá-lo e dar comida como um bichinho de estimação de verdade."


"Ah." Sr. Bocalarga resmungou. "Você não precisa de uma desses. Eles não são a mesma coisa que ter amigos de verdade."


Eu lembro de Sr. Bocalarga desaparecendo todas as vezes que minha mãe vinha dar uma olhada em mim. "Eu me escondi debaixo de sua cama," ele explicou posteriormente. "Eu não quero que seus pais me vejam porque estou com medo que eles não nos deixem brincar juntos de novo."


Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. Sr. Bocalarga apenas olhava meus livros, fascinado pelas histórias e figuras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de conhecê-lo, ele me saudou com um largo sorriso no rosto. "Eu tenho um novo jogo que podemos jogar," ele disse. "Temos que esperar até depois que sua mãe vier te ver, porque ela não pode nos ver jogar. É um jogo secreto."

Depois que minha mãe me entregou mais livros e refrigerante, Sr. Bocalarga pulou de debaixo da cama e puxou minha mão. "Nós temos que ir no quarto no final do corredor," ele disse. Eu protestei de início, pois meus pais tinham me proibido de sair da cama sem a permissão deles, mas Sr. Bocalarga persistiu até eu ceder.


O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente a porta. Sr. Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então ele me chamou para olhar o chão lá para baixo.


Nós estávamos no segundo andar da casa, mas era sobre uma colina, e por esse ângulo a queda foi mais longa do que o esperado devido a inclinação. "Eu quero brincar de fingir aqui em cima," Mr. Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim embaixo da janela. Se você fingir bem forte você quica de volta para cima bem alto. Eu quero que você tente."


Eu era um menino de cinco anos de idade e febril, então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava a possibilidade. "É uma queda longa". Eu disse.


"Mas isso é tudo parte da diversão. Não seria divertido se fosse uma queda curtinha. Se fosse assim você podia muito bem apenas pular de um trampolim normal."


Eu brincava com a ideia na minha cabeça, imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível aos olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim. "Talvez outra hora," eu disse. " Eu não sei se tenho imaginação suficiente. Eu poderia me machucar."


O rosto de Sr. Bocalarga se contorceu em um rugido, mas apenas por uns segundos. A raiva sumiu para logo o desapontamento. "Se você diz..." ele disse. Ele passou o resto do dia debaixo da minha cama, quieto feito um ratinho.


Na manhã seguinte Sr. Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa. "Eu quero te ensinar malabarismo," ele disse. "Aqui tem algumas coisas que você pode usar para praticar, antes de eu começar a te dar lições."


Eu olhei a caixa. Estava cheia de facas. "Meus pais vão me matar" Eu gritei, horrorizado que Sr. Bocalarga tinha trazido facas para meu quarto - objetos que meus pais nunca me permitiram tocar. "Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"


Sr. Bocalarga franziu a testa. "É divertido fazer malabarismo com isso. Eu quero tentar."


Eu empurrei a caixa para longe. "Não posso. Vou me meter em encrenca. Facas não são seguras para serem jogadas no ar."


O franzir de testa de Sr. Bocalarga se transformou em uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama, e permaneceu lá o resto do dia. Eu comecei a pensar o quão frequente ele ficava abaixo de mim.


Eu comecei a ter problemas para dormir depois disso. Sr. Bocalarga me acordava com frequência a noite, dizendo que tinha colocado um trampolim de verdade debaixo da janela, um bem grande, que eu não conseguiria ver porque estava escuro. Eu sempre negava e tentava voltar a dormir, mas Sr. Bocalarga era persistente. Algumas vezes ele ficava ao meu lado até cedinho da manhã, encorajando-me a pular.


Ele não era mais tão legal para brincar.


Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim, especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado, ponho meus tênis e disparo para a porta dos fundos, gritando de alegria por sentir de novo o sol no meu rosto.


Sr. Bocalarga estava esperando por mim. "Eu tenho algo que quero que veja," ele disse. Eu devo ter olhado estranho para ele, pois em seguida ele disse, "É seguro, prometo."


Eu segui ele até o começo de uma trilha estreita que adentra a floresta atrás da casa. "Esse é um caminho importante," ele explicou. "Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos, eu os levo adentro dessa trilha, para um lugar especial. Você não está pronto ainda, mas um dia, eu espero que esteja."


Eu voltei para casa, me perguntando que tipo de lugar poderia estar adentro da trilha.


Duas semanas depois de conhecer Sr. Bocalarga, a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão, sentado perto de meu pai pela longa viagem para a Pensilvânia. Eu considerei falar para o Sr. Bocalarga que eu estava indo embora, mas mesmo aos cinco anos de idade, eu estava começando a suspeitar que talvez a criatura tinha intenções não muito boas, considerando as coisas que ele tinha dito anteriormente. Por essa razão, eu decidi manter a partida em segredo.



Meu pai e eu estávamos no caminhão as 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço de amanhã, com a ajuda de um carga infinita de café e seis pacotes de bebidas energéticas. Ele parecia mais com um homem que ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo sentado em um carro.


"Cedo suficiente para você?” ele perguntou.


Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro, esperando dormir por algumas horas antes do sol nascer. Eu senti a mão de meu pai no meu ombro. "Essa é a última mudança, filho. Eu prometo. Eu sei que tem sido difícil para você, por ter estado tão doente. Assim que papai for promovido nós podemos sossegar e você pode fazer amigos."


Eu abri meus olhos assim que o carro começou a se mover. Eu vi a silhueta de Sr. Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu de pé sem emoção nenhuma no rosto até que o caminhão pegasse a estrada principal. Ele acenou com a mãozinha pequena, com uma faca na mão. Não acenei de volta.


Anos depois, eu retornei para New Vineyard. O pedaço de terra que antes tinha minha casa estava vazio, exceto pelas fundações, pois a casa tinha queimado uns anos depois que minha família se mudou. Por curiosidade, eu segui a trilha estreita que Sr. Bocalarga tinha me mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de uma árvore me dando um puta susto, mas eu sentia que Sr. Bocalarga tinha ido embora, de alguma forma amarrado junto com a casa que não existia mais.


A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.


Eu notei que a maioria dos túmulos pertenciam a crianças.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Casas Pegam Fogo no Município de Catu-BA. Famílias estão Desesperadas


Localização do Município de Catu-BA
Assombrados, continuam os casos de casas assombradas neste gigante país chamado Brasil. No final de abril eu falei da casa assombrada de Boa Ventura, na Paraíba. Eis que agora vamos falar cas casas que pegam foto em Catu-BA. Vamos saber mais sobre o caso.

Catu é um município da Bahia com quase 60 mil habitantes e que fica próxima ao litoral do estado. Os fenômenos estão acontecendo em uma comunidade na zona rural da cidade, acessível após mais de 20 quilômetros de estrada de asfalto e terra.

Os moradores do local contam que roupas e colchões estão pegando fogo e objetos estão caindo. O interessante é que o fogo não se resume a uma única casa, mas sim a várias. No total, 6 casas já tiveram objetos que pegaram fogo. Uma casa inclusive já teve todos os móveis queimados!

É um fogo muito forte segundo os moradores, e o mais estranho, ele migra. Depois de queimar os objetos em uma casa, ele vai para outra.

Um dos moradores do local, seu Pedro, conta que sua cama pegou fogo e que um dia estava cortando carne sobre uma mesa e que ao se virar, toda a carne foi jogada no chão.

Já um outro morador chamado Claudinei conta que tudo o que havia no seu quarto pegou fogo. Ele estava descansando quando acordou com o fogo, que consumiu seu colchão, travesseiro e lenções. A chama foi tanta que chegou até as telhas da casa. Ele diz também que móveis são arremessados. Uma comoda e até uma geladeira foram atiradas ao chão. Uma geladeira assombrados! Segundo ele, a geladeira não ficava em pé. Era colocar em pé e ela tombar. Credo!

Pedras também foram arremessadas sobre a casa dele. E que baita pedras! Infelizmente uma atingiu seu Claudinei que acabou ficando ferido. O impacto contra as telhas foi tão forte que quebrou várias delas. Claudinei conta que ninguém via de onde elas viam.

Olha o tamanho das pedras que caíram no telhado da casa do seu Claudinei!






















Agora vamos conhecer a história de Dona Lourdes, moradora de outra casa. Ela disse que os primeiros fenômenos ocorreram na estante de sua casa. Ela começou a tremer e então copos caíram, o vidro quebrou até que finalmente a estante foi jogada ao chão. Em seguida, o guarda-roupa veio abaixo e depois o filtro de água. Dona Lourdes disse que ficou maluca com a cena.

O que o pessoal da comunidade resolveu fazer então? Coloca tudo para fora de casa. Todos os móveis agora estão do lado de fora das casas, para evitar deles pegarem fogo ou serem arremessados. E quando chega a noite, todos se juntar e passam a madrugada unidos, conversando e vigiando para ver se algo ocorre.

Moradores perderam muitos móveis, estão desesperados e não sabem o que fazer...


Por fim, quero agradecer a leitora Agnalva Alves que foi quem me mandou o link para eu conhecer o caso e a equipe da TV Aratu, que foi até lá documentar o fenômeno.


Fonte:Assombrado

quarta-feira, 23 de março de 2016

A loira do banheiro: quem foi de fato?


O que seria lenda e o que seria a realidade? Dizem os pesquisadores, que todas as lendas são baseadas em fatos reais. E isso também se aplica às lendas relacionadas ao sobrenatural.


Uma das lendas mais famosas é, com certeza, a da Loira do Banheiro. Esta história é muito contada em escolas da rede pública na cidade de São Paulo. Sua fama é muito grande entre os alunos.


Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar.


Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer.


Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.


A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.


As maneiras de como "invocá-la", segundo a lenda, podem variar. Uns dizem que você deve bater na porta três vezes, dar três descargas insultando a loira e até jogar um fio de cabelo loiro natural no vaso sanitário.


Certo, mas disso todo mundo já sabe. Mas você sabe quem, de fato, foi ela? Leia abaixo e descubra.







A personagem que assombra a imaginação de quem estudas nas escolas do país, seria Maria Augusta, filha do visconde Franciscus D'A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal. Os boatos são de que ela aparece nos banheiros para os alunos.



Filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratingetá e de sua segunda esposa, Amélia Augusta Cazal, Maria Augusta nasceu no ano de 1866 e teve uma infância privilegiada e um requintado estudo em sua casa, cujas terras ultrapassavam os limites da atual Rua São Francisco.



Sua beleza encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Paraíba. Naquela época, a política dos casamentos não levava em conta os sentimentos dos jovens, pois os casamentos eram "arranjados" levando-se em conta na realidade, os interesses dos pais.



Uma nítida conotação de transação simplesmente econômica ou meramente política, teria levado o Visconde de Guaratinguetá a unir no dia 1 de Abril de 1879 sua filha Maria Augusta com apenas quatorze anos de idade com um ilustre conselheiro do Império, Dr. Francisco Antônio Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que a bela jovem.



Como era previsível, surgiram divergências entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, devido também à sua pouca idade, fazendo com que os pensamentos e ideais dos casal fossem diferentes.
Devido à esses problemas, Maria Augusta deixa a companhia do marido em São Paulo e foge para a Europa na companhia de um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, passando a residir em Paris na Rua Alphones de Neuville.



Maria Augusta assume definitivamente a alta sociedade parisiense abrilhantando bailes com sua beleza, elegância e juventude.



Maria Augusta prolonga sua estada na França até que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade vem a falecer, sendo que para alguns, devido à pneumonia, e para outros a causa foi a hidrofobia.



Diz a história que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu. Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.



Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.



Conta-se, também, que, durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados. Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe, inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: “Eterno Amor Maternal”.



Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a construção da capela.



O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo. Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.



Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.



A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual. Algumas pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.


A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio. Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.


Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.



Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris). Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.



No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.



Um grupo de espíritas kardecistas, estudando o caso, afirmou que Maria Augusta não teve consciência da própria morte e vaga pela casa onde sempre viveu em busca dos parentes até os dias de hoje, onde é uma escola.



Por isso, cuidado quando estiver só em um banheiro de uma escola, principalmente às altas horas da noite, você poderá ter uma surpresa altamente agradável!



Abaixo o colégio Conselheiro Rodrigues Alves, em Guaratinguetá/SP, local onde fora a casa de Maria Augusta Oliveira Borges.






Créditos da História ao Sobrenatural

terça-feira, 22 de março de 2016

O CANAL INFINITO



Existe uma lenda que circula em torno da indústria televisiva.

Trata-se do Canal ∞, é difícil acessa-lo, mas não impossível e ,os relatos dos que conseguiram, são variados. Dizem que grandes figuras conseguiram acessa-lo, e isso foi a verdadeira razão de seu sucesso. É um ritual que pode te revelar informações preciosas, pode te mostrar o caminho do poder, mas também pode ter suas consequências.

Eu vou lhe dizer como chegar lá e então o que fazer.

Primeiramente você vai precisar de:

Uma televisão, de preferência uma analógica ou a mais antiga que conseguir.
Um controle remoto, não precisa ser exatamente o controle da televisão, pode ser de qualquer outra.

Ligue a TV e coloque em qualquer canal estático, ou que apenas esteja em tela azul ou preta. Basicamente só colocar em algum canal que não receba sinal.

Saia de sua casa por três horas, mas mantenha a TV ligada. Se tiver outra pessoa na casa, deve sair com você. Também é importante e recomendado chamar outros amigos quando voltar à sua casa.

Durante essas três horas, você precisará adquirir alguns itens. Nenhum deles é obrigatório, mas podem serão úteis. Vou listar os itens em ordem de importância.



Um item muito querido por você;
Dois espelhos. Devem ser pequenos, como espelhos de bolso;
Uma faca , de pelo menos 25 cm;
Um livro que você já leu;
Um aparelho de celular;
Uma chave;
Um martelo ou marreta;


Após se passarem às três horas, retorne à sua casa e para o quarto ou sala onde a TV está.

Feche a porta.

Olhe fixamente para tela de estática até se sentir desorientado ou tonto.

Chame seus amigos para entrar.


Dê o item querido por você para a pessoa na qual você mais se preocupa, em seguida, peça para que todos se retirem. Se você não pegou um item querido, você deve sussurrar algum segredo em seu ouvido.

Peça para que todos saiam da sala e que de forma alguma, não abram a porta novamente, não importe o que aconteça, não importe o que eles escutem, NÃO ABRAM A PORTA!

(Obs.: Quanto mais amigos você chamar, mais seguro você estará, porém, mais riscos eles correrão)

Fique de costas para TV e segure os espelhos a sua frente, um em cada mão, um refletindo o a estática e outro refletindo seu rosto. Fique assim até que uma pergunta apareça na tela. Se você não trouxe os espelhos, sente-se de costas para TV até ouvir um barulho vindo dela.

Peque o controle remoto. Haverá uma pergunta qualquer na tela. Pressione botão que avança ao próximo canal para responder sim ou aperte o que retrocede ao canal anterior para responder não. Serão ao todo 26 perguntas, suas respostas devem ser honestas. Podem ser desde questões triviais até profundas questões filosóficas pessoais. Você responder com honestidade todas as questões, ou você não terá sucesso em alcançar o Canal ∞.

Após as perguntas, uma dessas três coisas acontecerá:

Ou seu programa favorito de todos os tempos vai iniciar em um episódio totalmente inédito, porem, com todos os personagens estão mortos.
Ou um vórtice de vento ira cercá-lo e você será puxado para uma dimensão alternativa. Se isso acontecer, você ficará preso lá e precisará do celular, chave, livro e o martelo para poder sair. Não vou lhe dizer o que fazer, você terá que descobrir por si só, caso seja necessário.
Ou talvez a imagem da pessoa que você menos goste dentre seus amigos vai aparecer na tela da TV. Você vai encravar a faca na televisão, óbvio que não é para acertar o vidro e sim a parte de plástico ou madeira dependendo da TV.

Depois disto, você terá alcançado o Canal ∞.

Na tela aparecerá um menu de navegação com links como “O sentido da vida” ou “Poderes ocultos da mente” entre várias perguntas que nenhuma ciência poderia responder. Escolha uma para obter a resposta.

Se você continuar assistindo a estática, sem se desorientar ou quebrar o contato visual com a televisão, você vai ver uma série de imagens se decifrado, revelando a resposta da questão que você mais gostaria de responder.

Ainda existem muitas coisas para se desvendar desse ritual. Basta fazer o que acha que deve ser feito. Você pode descobrir coisas realmente boas, mas algumas serão ruins. Você pode deixar o quarto a qualquer momento.

No entanto existem mais dois pontos de atenção. Você nunca pode contar a ninguém as respostas que descobriu depois de acessar o canal ∞ e você só pode acessar o canal∞ quatro vezes em sua vida.

Espero que você encontre suas respostas.


terça-feira, 15 de março de 2016

COMO O INFERNO REALMENTE É.

Bem vindo ao inferno meu amigo. Não, também não é o que eu esperava quando cheguei aqui pela primeira vez. Acho que ninguém esperava isso.

O inferno é um trabalho de escritório.

O inferno não parece ser tão ruim, não é? Praticamente o paraíso comparado ao que nos é dito enquanto estávamos vivo, sem aqueles lagos de lavas, chamas e tudo mais. Quero dizer, com certeza não é um daqueles escritórios do centro de São Paulo com horário de pausa, massagem uma vez por dia nem água filtrada. Não temos ao menos um cubículo onde poderíamos ter um pouco de privacidade enquanto trabalhamos.

Nada disso, é apenas um escritório com piso plano que parece ser infinito. Nada além de mesa de trabalho e filas e filas de mesa de metal cinza sob uma iluminação fluorescente doentia. Essas pessoas sentadas nas mesas são seus novos colegas de trabalho e sim também são pecadores que foram condenados ao inferno. Você vai ouvir uma tosse ocasional ou alguma fungada, mas na maior parte, tudo é muito tranquilo.

Por quê?

Porque nos estamos pensando em coisas, é por isso. Estamos pensando muito, muito bem no que vamos escrever no pedaço de papel branco em nossas mesas.

Você também tem um.

É uma folha de sulfite com uma linha vermelha na parte superior e dez linhas azuis embaixo. Não computadores sofisticados para trabalhar aqui, apenas uma folha de papel.

Mas é uma folha de papel muito importante. Você ganha uma nova a cada dia, e se você escreve algo nela, então é só esperar para começarmos a noite.

O que há de tão importante que acontece a noite?

Bem, um dia no inferno pode ser como trabalhar em um escritório, mas a noite, as coisas são completamente diferente. A noite você pode acabar como uma formiga torturada por uma criança, ou dançar descalço sobre o vidro. Nós já tivemos nossos olhos arrancados, nossas linguas cortadas com facas de cozinha e nossos intestinos sendo arrancados e desenrolado através de nossas bocas. E essas foram as noites fáceis. Normalmente é muito pior.

É por isso que as folhas de papel são tão importantes.

Você achou que o Diabo ou demônios seriam criativos com suas punições? Tente dizer a um bando de seres humanos condenados que um deles vai ter uma noite de folga, livre de punições, se eles escreverem no papel a tortura mais inventiva do dia. Nem os demônios podem competir com nossa criatividade.

Mas calma, não desista ainda. Nós temos que deixar nossa ideia do dia na caixa de sugestões antes do prazo das 05:00. Eu lhe desejo boa sorte, mas isso significaria má sorte para mim, não é?

Oh, espere, eu vejo aquele olhar em seus olhos. Você está pensando sobre a possibilidade de todos se unirem e escreverem torturas fáceis como uma noite de cócegas nos pés, certo?

Bem, esqueça. Não importa o que você faça, sempre haverá aquele cara, você sabe? Geralmente mais de um, mas sempre haverá pelo menos um idiota estúpido, egoísta ou simplesmente doentio que estraga as coisas para todo mundo. Se você não acredita em mim, você não conhece a raça humana muito bem.

Ou você nunca trabalhou em um escritório.

Mas eu não me preocuparia com isso. Depois desta noite, eu tenho certeza que você vai se encaixar bem.

É aqui que passaremos a eternidade.

sábado, 4 de abril de 2015

League Of Legends Creepypasta



Antes de ler isso, eu só quero esclarecer que esse post não é um ataque ao sistema de honra do League of Legends; é mais uma afirmação pessoal.
Meu jogo Crashou na metade de uma partida há dois dias. Como estava me sentindo cansado, fui dormir. 
Quando eu loguei hoje, eu percebi que eu tinha recebido uma honra, mais especificamente a de "Oponente Honrado". Eu achava originalmente que fosse apenas um Bug Splat, mas o fato que eu recebi honra nesse jogo era estranho para mim. Eu não conseguia me lembrar direito do jogo, já que foi bem curto, mas por sorte, eu tinha a gravação da partida no meu LolReplay, mesmo sem a partida aparecer para mim no histórico.
Eu joguei de Nocturne jungle nessa partida, como costumo jogar, e estava com uma build normal, lá para uns 15 minutos, o que era uma Pedra Espiritual, Botas da Mobilidade, duas Espadas Longas e algumas poções, até o ponto em que meu jogo fechou.




Enquanto eu estava assistindo, eu percebi algo estranho no jogo. O jungler inimigo nunca se conectou. Na tela de carregar, o nome dele nunca apareceu. "O nome deve estar em outra língua, e deve ter bugado", eu pensei. Mas depois do jogo carregar, eu vi que ele simplesmente não tinha nome. Mais estranho ainda, ele também era um Nocturne. Desde o começo, ele ficou parado na base.
Eu também posso descrever a você o que aconteceu durante o jogo. Nós começamos normalmente, eu fiz meu trabalho normal na jungle, mas ninguém morreu nos 15 primeiros minutos. Todos estavam com um bom nível e farmando razoavelmente, com todos os jogadores nos níveis de 6 a 10, exceto, obviamente, pelo Nocturne inimigo. 
Eram 15:13 quando eu ultei para pegar o que me parecia uma kill garantida na Soraka inimiga. Foi quando o jogo Crashou, ou quando eu pensei que tinha crashado. Meu LolRecorder pensou ao contrario.
No replay, minha tela travou por aproximadamente 10 segundos depois de eu ultar nela, com tudo congelado no lugar. Quando eu estava jogando o jogo, foi durante essa glitch que meu jogo fechou. Mas, no replay, mostrou todos nós jogando. Isso REALMENTE me assustou, mas eu continuei assistindo. Aparentemente, meu "Personagem" conseguiu matar a Soraka, voltou base e continuou na jungle. Foi quando eu ouvi a mensagem "Um invocador foi reconectado". O jungler sem nome do time inimigo voltou e começou a jogar normalmente. Eu me sentia apreensivo assistindo-o.
As outras lanes se mantinham normais, e não demorou muito tempo para eu descobrir a próxima esquisitice. A Soraka que "eu" tinha matado nunca deu respawn. Quando eu apertei TAB para ver o contador, não havia numero algum. Ela apenas ficou morta. "Um aliado foi eliminado." Desta vez uma pessoa no meu time morreu, e foi o Nocturne inimigo que o matou. Ele jamais deu respawn também. Eu fiquei congelado na minha cadeira, assistindo-os morrer, um por um, deixando, em cada morte, uma má sensação em mim.
O Nocturne que eu estava "Supostamente" jogando fez tudo que eu faria, o que me assustava ainda mais. Era como se eu ainda estivesse jogando a partida. Depois que algum jogador morria, ele não voltava ao jogo. Eu quase infartava quando via meu personagem com pouca vida, a ponto de cair da cadeira. Eu não sei explicar por que, mas é uma sensação horrível saber que se o seu personagem morrer, ele não volta. Eu não parava de dizer para mim mesmo que era um glitch, mas o que aconteceu depois, eu achei difícil de acreditar.
Haviam apenas 3 pessoas sobrando. Eu, o Nocturne sem nome, e o mid laner inimigo, a Diana. Nesse ponto, meus olhos estavam grudados na tela, e eu não conseguia parar de assistir enquanto meu personagem caçava ela. Essa foi a morte que mais me chocou. Meu personagem ultou nela, como eu teria feito, e pulou nela nos fantasmas da jungle. Quando meu personagem chegou lá, eu vi o Nocturne inimigo parado na passagem do red buff deles... Ele... apenas ficou parado e assistiu meu Nocturne massacrar a Diana inimiga...
Apos a morte dela, tudo ficou parado.
Os minions não se moviam, os projeteis estavam congelados, junto do meu personagem. Tudo estava parado exceto pelo jungler sem nome. Ele andou na minha direção e pausou por um segundo. O timer da gravação ainda estava andando, como se a partida não estivesse parada. Eu não tinha visto o chat. Eu lembro meus dedos tremendo após abrir o chat.
O jungler sem nome inimigo estava digitando a partida inteira depois do meu jogo crashar. Tudo que ele dizia, repetidamente, a cada minuto era "MORTE" até eu ter matado a Diana. Eu senti meu coração parar. quando li essas palavras, decoradas na minha tela. O que ele falou depois foi de gelar a espinha.
"Obrigado pela sua assistencia"
E foi assim que o jogo acabou. Nenhum nexus foi destruído, nenhuma votação de surrender aconteceu. O jogo simplesmente acabou. Traumatizado pelo que vi, eu imediatamente pesquisei o nome de todos no jogo. Vi ,então, que nenhum deles jogou outro jogo depois dessa. Ainda procuro a cada minuto, torcendo para que um deles entre em um jogo. Eu realmente não seu o que aconteceu com essas pessoas, e eu não quero saber.
Eu deletei a gravação do meu computador. Eu não quero nunca mais a ver.
A mensagem de "Oponente Honrado" na minha tela apos logar ainda me assusta. Eu nunca me senti tão mal.


Fonte:SigmaTerror #CreepyArmy

domingo, 1 de dezembro de 2013

Registros Secretos de Serra Madrugada



Registros Secretos de Serra Madrugada


Um grupo de jovens inicia um documentário investigativo sobre uma série de desaparecimentos na região de Curitiba. Relatos apontam o envolvimento de um suposto "homem esguio" e o mistério fica ainda maior quando, ao se afastar da cidade, eles acabam perdidos e isolados em uma região chamada Serra Madrugada. Intrigas, acusações e brigas são apenas os primeiros obstáculos enfrentados pelo grupo na noite mais terrível de suas vidas.

Eles não estão sozinhos.

Trailer #1: https://www.youtube.com/watch?v=kuPXCKvCbUU
Trailer #2: https://www.youtube.com/watch?v=UUJaCL7KSo8

Filme: http://www.youtube.com/watch?v=5OGv3gARino

Produção: Chernobylmilk