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quarta-feira, 16 de março de 2016

Misfortune.gb


Misfortune é um jogo extremamente obscuro do Game Boy. Uma vez que não existem cartuchos ou ROMs desse jogo, todas as informações a seu respeito vêm de relatos e diversas screenshots feitas em emuladores. O jogo não possui créditos e quem quer que esteja envolvido na sua criação permanece anônimo até hoje. As poucas pessoas que o jogaram consideram esse um dos jogos mais assustadores de todos os tempos.

Levando em conta a "idade" dessa história e seu status entre os fãs de jogos de terror, é perfeitamente possível que os autores de Creepypastas como Sonic.exe e Síndrome de Lavender Town tenham se inspirado na história de Misfortune.

História/Conceito




O jogador controla um personagem que aparenta ser um garoto em um prédio de arquitetura gótica. Uma cruz invertida e diversos esqueletos são vistos no chão.Depois de explorar por algum tempo, o jogador encontra uma criatura malévola. Embora ele não se identifique, algumas pessoas (baseadas em certas semelhanças) dizem que se trata de uma representação de Baphomet, Belzebu ou de Lúcifer.

Ao encontrar a criatura, uma caixa de texto aparece: "Eu existo no interior do tecido da realidade. Você quer me desafiar?" Em seguida, o jogador deve escolher entre "Sim" e "Não". Se escolher "Sim", a criatura irá responder "Nesse caso, comecemos."





Gameplay

O jogador é transportado para uma série de salas que parecem labirintos, cada uma com buracos no chão, portas trancadas, chaves e armadilhas.
O objetivo do jogador é passar por cada uma dessas salas, tendo para isso que ou alcançar as escadas ou desvendar uma espécie de quebra cabeça. Estes podem ser charadas ou então escolher uma porta ou trilha para se seguir. O exemplo mais conhecido é uma fase onde existem quatro pequenas cabanas: uma caixa de texto aparece, onde se lê "Escolha errado e a desgraça cairá sobre seus entes queridos. Está pronto para jogar?"










Se o jogador cometer um erro que seja em qualquer momento do jogo, a tela vai ficar escura e logo em seguida irá mostrar uma imagem mais detalhada da criatura, junto com uma caixa de texto onde se lê "eu sou deus aqui." escrito com o que parece ser sangue.







Supostos efeitos colaterais

Histórias sobre o jogo e seus efeitos maléficos circulam pela internet desde meados da década de 90. Alguns jogadores dizem ter sofrido de depressão e pavor constantes após verem a tela de "Game Over". Estes jogadores, que eram extremamente ativos em forums, se tornaram inativos sem qualquer aviso prévio, e crê-se que estão mortos ou desaparecidos. Discussões fervorosas foram travadas nos fóruns por algum tempo, mas o mistério nunca chegou nem perto de ser resolvido. Alguns diziam que a história toda era algum tipo de piada sem graça. Outros achavam que ver a imagem da criatura após perder o jogo realmente trazia desgraça para a vida do jogador. E logo, começaram as especulações em torno da trilha sonora do jogo.





Trilha sonora

A música do jogo consiste de zumbidos profundos e melodias desafinadas. O jogo possui uma trilha sonora inquietante, mesmo sendo limitada pelo chip 8 bit do Game Boy. A tela de "Game Over" vem com uma música irregular, quase nauseante, com uma frequência muito alta acompanhando-a. Rumores dizem que essa faixa podia afetar o humor e os pensamentos da pessoa. De todas as supostas quatro músicas do jogo, apenas duas podem ser encontradas na internet: "The devil's realm" e "Cursed child" (http://misfortune-dot-gb.webs.com/music).

Disponibilidade

Não existem mais do que algumas screenshots e parte do áudio do jogo na internet. Não há, como dito no começo do texto, uma ROM em nenhum site. Se você está se perguntando como pode encontrar esse jogo, vou lhe dizer o seguinte: se você é um grande colecionador de cartuchos de Game Boy (ou mesmo de ROMs de Game Boy), você provavelmente já tem esse jogo com você.

Se você já revirou sua coleção de cartuchos e tem certeza que não encontrou esse jogo, eu diria para olhar de novo. Não nas etiquetas dos cartuchos, mas dentro deles - nos jogos. Misfortune nunca foi lançado oficialmente. Além disso, muitas pessoas notaram que diversos sprites e texturas do jogo vinham de outros jogos que tem mecânica semelhante.

Algumas pessoas que jogaram através de ROMs notaram algo envolvendo jogos que não faziam sentido. Em alguns casos (a maioria envolvendo jogos como Zelda ou Pokémon) as pessoas descobriram que glitches e às vezes uma certa sequência de eventos e escolhas levava o jogador direto para Misfortune.

Onde está escondido?

Infelizmente não existem muitas informações sobre esse jogo na internet, provavelmente porque poucas pessoas conhecem de fato o jogo, ou mesmo por ser tão difícil de encontrar. Mas não se desanime. Pode não haver muito, mas se você procurar bem você pode descobrir. Não espere encontrar logo no começo das suas pesquisas. Uma certeza é a de que Misfortune está escondido nas ROMs (e, obviamente nos cartuchos), embora existam especulações de que, na verdade, o jogo está escondido na placa mãe do Game Boy. Não se sabe quantos jogos possuem Misfortune, mas alguns estão listados a seguir:

-Legend of Zelda: Link's Awakening
-Pokémon: Red
-Pokémon: Yellow
-Spud's Adventure
-Puchi Carat
-Atelier Marie (JP)

Considerações finais

A única questão que resta é por que Misfortune está escondido, e não apenas muito escondido, mas também escondido em jogos que aparentemente não tem nenhuma conexão entre si. Alguns rumores dizem que, por sua natureza pertubadora e pela "maldição" envolvendo o jogo, a Nintendo jamais permitiu que fosse lançado e escondeu o código do jogo em outros títulos já lançados. Mas isso parece improvável devido às regras estritas da Nintendo sobre o que é aceitável e o que não é. E é impossível que eles permitissem que tal jogo fosse incorporado em seus jogos populares sem que ninguém soubesse.

Mesmo sem nunca ter ficado claro o que precisa ser feito para encontrá-lo ou mesmo por que ele está ali, Misfortune ainda é considerado, pelas poucas pessoas que o encontraram, o jogo mais assustador já feito.




domingo, 7 de abril de 2013

Pokemon Lavender Syndrome e outras curiosidades macabras de jogos da "série" peokemon


Blog de 1000games :jogos e animes, CreepyPasta Pokemon-Lavender Syndrome

                                              Visão Geral

O fenômeno do "Tom da música da Cidade de Lavander",é uma lenda que envolve uma inundação
bizarra de casos e mortes pelo país,que foram relacionadas a série de
games "Pokémon", em particular, os primeiros dois games da série, Red e
Green.
Embora seja um evento amplamente desconhecido,devido as leis
de divulgação de empresas sediadas em Kyoto, há uma grande quantidade de
informação que foi trazida a tona por um número de indivíduos
dedicados, incluindo Seki Uchitada,Ise Mitsumoto e Satou Harue,a quem
essa página é dedicada. Agradecemos também a Andou Takeda por fornecer
as imagens e os gifs animados do fenômeno visual.
Essa análise vai
discutir o outro fenômeno que é confundido com o "Tom da Cidade de
Lavander",conhecido como "A imagem da mão branca","Animação Fantasma" e
"modelo enterrado vivo", assim como o semi-relacionado tag do
desenvolvedor que foi inserido no jogo, e como executar esses "easter
eggs" em cartuchos pós primeira remessa.

Detalhes da Patologia
Os sintomas predominantes relacionados ao que se tornaria conhecido como o
"Lavender Town Town" incluíam dores de cabeça e enxaqueca, sangramento
dos olhos e ouvidos, alterações do humor e irritabilidade, o apego aos
jogos, violência sem sentido, reclusão e apatia, e em aproximadamente
67% dos casos, tendências suicidas. No entanto, estes sintomas só se
manifestam em crianças entre as idades de 7 e 12 anos que tenham
atingido a área de jogo conhecido como "Lavender Town", a maioria dos
quais foram revelados estar usando fones de ouvido durante o jogo
Enquanto
despeja, os desenvolvedores da área de Lavender Town tinha procurado
para fazer uma área que iria "deixar uma boa impressão sobre o jogador",
de acordo com Seki Uchitada, que era um membro da equipe de
desenvolvimento. Seki alegou que no momento do desenvolvimento, uma
série de a equipe estava interessada em fazer Lavender Town um pouco
diferente do resto do jogo.

Historia do jogo.
Os primeiros casos da "Lavender Town Tone" e com
eventos foram relatados alguns meses após o lançamento do de "Pocket
Monsters Red e Green" para o portátil "Game Boy".Esses videogames eram
muito populares com as crianças entre as idades de sete e doze anos (seu
núcleo demográfico), que foi sem dúvida uma das razões pelas quais o
"Lavender Town Tone" teve o nível de gravidade que se diz. No jogo, o
jogador assume o papel de um "Trainador", cuja missão é capturar, domar e
treinar animais selvagens chamado de "Pokémon" para a batalha. Estes
jogos, e as duas mais recentes adições à série "Pokémon Gold e Silver",
um anime, mangás, figurinhas, um jogo de cartas colecionáveis e jogos de
consoles caseiros transformaram Pokémon em uma franquia de bilhões de
dólares.
Em uma parte do jogo, o treinador chega a um pequeno lugar
fora da rota, chamado "Lavender Town" (シオン タウン),. Esta cidade é uma das
menores aldeias no jogo (com exceção da cidade natal do treinador,
Pallet), e possui o menor número de serviços disponíveis para o
treinador, do que qualquer outra cidade do jogo - na verdade, o local
seria normal se não houvesse "Pokémon Tower" (ポケモンタワー), localizado lá -
um colossal edifício que contém os túmulos de centenas de Pokémon
falecidos.
Teoriza-se que, devido a esta localização no jogo, pelo
menos duas centenas de crianças perderam suas vidas, e muitos mais
desenvolvidos doenças súbitas e distúrbios - e isso não leva em conta as
vastas ondas de doenças não reportadas e mortes cujas causas passaram
despercebidas.

História da Patologia [$ HIP]
Não antes da temporada Primavera / Verão
de 1996 que os casos que acabariam por tornar-se ligados a música da
cidade de Lavender começaram a surgir. O mais antigo registro do
reconhecimento dos efeitos da Cidade Lavender que o autor pode encontrar
veio de um relatório interno feito em junho de 1996 pela empresa Game
Freak Inc. ,que foi então vazado por um dos seus ex-funcionários, a Sra.
Satou Harue. Nele, um funcionário dá uma lista de nomes, datas e
sintomas - os registros de crianças com idades entre 7 e 12 anos que
tinham sofrido vários problemas médicos relacionados ao seus jogos
Pokémon Red e Green. Alguns registros estão listados abaixo, com a lista
completa no Apêndice A .
(Note-se que as entradas no apêndice
também não suportados incluem sintomas da "Lavender Town Tone" fenômeno
de áudio, mas a partir do chamado "Mão Branca", Animação Fantasma" e
"modelo enterrado vivo", todos os que foram fenômenos visuais que
provocou sintomas semelhantes, porém distintos. Mais detalhes sobre a
Parte Dois).
京 极 胜 女, 12 de abril de 1996 (11). A apneia
obstrutiva do sono, enxaquecas graves, otorragia, zumbido.
千叶 広 幸: 23
de maio de 1996 (12). Geral irritabilidade, insônia, dependência do
videogame, hemorragias nasais. Desenvolvido em raias violentas contra os
outros e, finalmente, a si mesmo. [自杀]
桃 井 久 江: 27 de abril de 1996
(11). Enxaquecas incidentes, irritabilidade. Eventualmente tomou
analgésicos mistos.
吉 长 为 真: 4 de Março de 1996 (7). Enxaqueca,
comportamento letárgico e lento, apatia. Desenvolveu surdez, e
desapareceu. Corpo foi encontrado ao lado de uma estrada em 20 de abril
de 1996.
O documento que foi distribuído internamente, foi a
primeira vez que estes incidentes foram relacionados com osjogos da
série Pokémon - até então, a causa não tinham sido descoberta ou
diagnosticada por profissionais da medicina. Na verdade, é duvidoso o
fato de como a companhia deu um jeito de descobrir os casos
relacionados com o evento sem procurar o conselho de serviços de saúde.

Os sintomas predominantes relacionados ao que se tornaria conhecido como o
"Lavender Town Town" incluíam dores de cabeça e enxaqueca, sangramento
dos olhos e ouvidos, alterações do humor e irritabilidade, o apego aos
jogos, violência sem sentido, reclusão e apatia, e em aproximadamente
67% dos casos, tendências suicidas. No entanto, estes sintomas só se
manifestaram em crianças entre as idades de 7 e 12 anos que tenham
atingido a área de jogo conhecido como "Lavender Town", a maioria , a
maioria dos quais foram revelados estarem usando fones de ouvido durante
o jogo.
Como se soube, os desenvolvedores da área de Lavender Town
tinham buscaram uma maneira de fazer uma área que iria "deixar uma boa
impressão sobre o jogador", de acordo com Seki Uchitada, que era um
membro da equipe de desenvolvimento. Seki alegou que na época do
desenvolvimento, uma parte da equipe estava interessada em fazer
Lavender Town um pouco diferente do resto do jogo.
"A Torre Pokémon é um resultado visível disso", disse Seki (Revista "Dimmensions
of Game"), em entrevista no início deste ano. "Isso, e o fato de
Lavender Town ser diferente de todas as outras cidades no jogo: ela é
menor, tem menos pessoas que a ocupam, não tem um ginásio ... e, claro, a
música era muito, muito assustador. Na verdade, na primeira versão do
jogo, fomos informados de alterar um pouco a música tocou no fundo de
Lavender Town ... porque o nosso gerente nos disse que deixaria as
crianças chateadas. A música usada nas versões posteriores é diferente."
Ou Seki não tinha conhecimento do impacto total do Lavender Town Tone,ou
estava subestimando o quão tristes as crianças ficariam - não se falou
mais sobre a música no artigo, mas existem outras menções as
características macabras da cidade de Lavender.
O que Seki não divulgou para Dimmensions Game's Magazine foi que a música usada no
lançamento do primeiro lote de Pokémon Red e Green foi formulada a
partir de um experimento em "binaural beats", usando algumas diferentes
frequências de som, cada freqüência jogado em um ouvido por fones de
ouvido, possibilitando que vários efeitos psicológicos fossem induzidos
sobre o ouvinte. Na maioria das versões dos lançamentos primeira
remessa, resultaram aos jogadores um sentimento inquieto, apreensivo, e
ligeiramente perturbado. No entanto, em mais de duas centenas de
crianças, provocou uma série de distúrbios no cérebro que foi detectada
apenas porque era indetectável por ouvidos humanos plenamente
desenvolvidos - sendo assim, apenas as crianças foram vítimas dos
tons, resultando em problemas psicológicos e fisiológicos que em alguns
casos, levou à morte - muitas das quais foram suicídios. No entanto, o
"Lavender Town Tone" representa apenas alguns dos problemas que afligiam
os infelizes o suficiente para obter os cartuchos primeira remessa.
Embora não sejam bem conhecidos, há uma variedade de efeitos visuais
utilizados em Lavender Town, que também trouxe graves problemas de saúde
nas crianças, alguns das quais ainda são capazes de serem produzidos em
jogos feitos após o primeiro lote.

Patologia Resumo Detalhe-Visual
Estes efeitos visuais são conhecidos nos meios de programação, "Sprite da Mão Branca", a
"Animação Fantasma", e "Modelo Enterrado vivo".Nesses casos, foi
descoberto que o efeito causava dores de cabeça, náuseas e em casos
mais graves, hemorragia do cérebro e os pulmões. Enquanto cerca de 70%
das Síndromes de Lavender Town (LTS) é devido ao tom lavanda, o
percentual restante é dividido entre esses fenômenos visuais. Isto é em
parte devido aos estímulos visuais que ocorrem depois que o jogador é
introduzido ao tom lavanda. Tem sido teorizado que os afetados pela
estimulação sonora, tais como os surdos ou deficientes auditivos,
compõem os restantes 30%. Durante a visualização destes modelos pode
causar estes efeitos, existem certos métodos que permitem que um
espectador de forma segura examiná-los detalhadamente.


The White Hand Sprite

Conhecido no código como WhitHand.gif, foi escrito para aparecer como um Pokémon
no terceiro andar da Torre de Lavender. É dividido em quatro animações
distintas: uma introdução (o grito de "um Pokemon solta antes de uma
batalha),uma nula , e dois ataques. Estes ataques são desconhecidos,
pois eles são listados simplesmente como "Punho" e "Brutal". Ao
visualizar a animação é provado que são perigosos, exibindo os quadros
do modelo é comprovado que não há adversos. A Mão Branca é retratado
como uma mão atrofiada, ligeiramente deteriorada, com atenção ao detalhe
surpreendente: a carne está se deteriorando para trás a partir do osso
e tendões pendem realisticamente fora do pulso. O primeiro ataque é a
mão com o punho cerrado, em seguida, balançando para a frente. No
entanto, a "animação" brutal está faltando vários quadros: A mão parece
abrir-se, em seguida, corta para fora. Após alguns segundos, ele
reaparece, fechado novamente. Nenhum registro foi encontrado um desses
quadros desaparecidos.



Ghost Animation
A animação fantasma, codificada como Haunting.swf, foi concebido para ser colocado em diversas áreas ao longo da torre, incluindo o centro de um caminho no segundo andar. No
entanto, os jogadores não podem interagir com ela, deixando muitas
pessoas a acreditar que ela foi concebida como uma característica de
fundo ". A animação fantasma também deve ser vista em quadros
individuais. Ela é composta de 59 quadros no total. No entanto, após a
extração, cerca de metade desses quadros se revelaram ser do modelo
padrão utilizado no fantasmas pokémon. Cerca de um quarto dos quadros
restantes são compostos de estática, para produzir um efeito de
"fading". No entanto, intercaladas com as rajadas de estática são vários
quadros de rostos de pessoas gritando, junto com as imagens de um homem
esquelético em uma capa (hipótese de ser o Grim Reaper) e de vários
corpos mortos. O significado por trás dessas imagens é desconhecido-
Embora sob juramento perante o Conselho da Comissão de Jogos, o
programador líder, Hisashi Sogabe testemunhou ter "Nenhum conhecimento a
respeito de onde estas imagens vieram à tona." Fora de todos os
fenômenos associados à LTS, essa animação é oque mais se especula sobre :
Em sua tese "Videogames e manipulação da mente humana", o Dr. Jackson
Turner afirmou que as imagens foram deliberadamente colocados. Devido ao
seu curto espaço de tempo que aparecem na tela, e à natureza gráfica
das imagens, Turner teoriza que estes foram feitos para subliminarmente
influenciar jogadores a se sentirem cada vez mais assustados em um
ambiente perturbador.

 
The Buried Alive Model
Muitas vezes referida como o seu código, o script Buryman, o modelo do homem enterrado era para ser encontrado no final da história da Torre de Pokémon, em que foi
substituído com o fantasma Marowak. De acordo com os scripts que lhe são
atribuídas, o Modelo enterrado vivo foi concebido para ser o "chefe"
da torre. Depois de chegar ao piso mais alto, a seguinte conversa teria
ocorrido.

Buried Alive: Você está ... Aqui.
BA: Eu estou
preso ...
BA: E eu estou sozinho ...
BA: Muito solitário ...
BA:
Você não vai se juntar a mim?

Depois disso, a batalha teria sido iniciada. Uma vez em que se esteja no modo
"Visão de batalha", o modelo Buried Alive parece ser um cadáver em decomposição humana
tentando rastejar para fora da terra. Ele foi programado para ter dois
"White Hand", um Gengar e um Muk. Curiosamente, um protocolo para as
ações do enterrado vivo depois que foi derrotado não foram escritos. No
caso do jogador de derrotá-lo, o jogo iria congelar. No entanto, um fim
específico foi escrito por um programador desconhecido ao perder a
luta. Neste final, o homem enterrado devia diria, "Finalmente carne
fresca!" seguido por várias linhas de rabiscos. Ele arrastaria o
personagem do jogador para o chão ao redor dele. A cena iria terminar
com uma tí________ tela de "Game Over" , mas no fundo, uma imagem do
personagem enterrado vivo devorando o jogador seria mostrada.
Especialmente estranho são os protocolos para depois desta cena. O
cartucho deveria carregar a imagem da memória interna contida no Game
Boy, substituindo a tela do título que, normalmente aparece quando o
gameboy liga. Em vez disso, quando ele foi iniciado, o jogador deveria
ver esta imagem como o arquivo de som staticmesh.wav foi tocado. O
propósito para este efeito, ao contrário de muitos outros fatores que
conduzam LTS, é desconhecido.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Pokemon: Buried Alive


O modelo do personagem Buried Alive (muitas vezes referido como seu nome codificado, “Buryman Script”) era para ser enfrentado na história final da Torre Pokémon, até que fora substituído pelo fantasma Marowak. De acordo com os scripts que lhe são atribuídas, o Buried Alive supostamente era o “chefe final” da torre. Assim que você chega ao andar mais alto, a seguinte conversa teria ocorrido com o modelo.



Você está... Aqui...


Eu estou preso...


E eu estou sozinho...


Tão solitário...


Você não quer se juntar a mim?


Depois disto, a batalha se iniciaria. Quando o jogador entrava no "campo de batalha", o modelo de Buried Alive parecia ser um cadáver humano em decomposição, tentando rastejar pra fora da terra. Ele havia sido programado para ter os seguintes Pokemons: Dois White Hans, um Gengar e um Muk.


Curiosamente, um roteiro para as ações de Buried Alive depois que fosse derrotado nunca foi escrito. Caso o jogador o derrotasse, o jogo congelaria.


No entanto, ao perder a batalha, um final específico fora escrito por um programador desconhecido. Nele, o Buried Alive diria: "Finalmente, carne fresca!", seguido por várias linhas de rabiscos.


Ele então arrastava o personagem do jogador para o chão ao redor dele. A cena terminaria com uma típica tela "Game Over", porém, no fundo, uma imagem do Buried Alive devorando o personagem principal seria mostrada.





Especialmente peculiares foram os roteiros escritos para os acontecimentos depois desta cena. O cartucho supostamente baixaria esta imagem na pequena memória interna contida no Game Boy, substituindo a tela do título que, normalmente, aparecia ao ligar o Game Boy. Ao invés disso, sempre que ele era ligado, o jogador se depararia esta imagem, juntamente com o arquivo de som “staticmesh.wav” tocando ao fundo. O objetivo pretendido para este efeito, ao contrário de muitos outros fatores que se conectam a Síndrome de Lavender Town, é desconhecido.



FONTE:Creepypasta Brasil

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cartucho Maldito:Pokémon Blue - Disturbed Souls

Eu adorava Pokémon Blue, eu tinha zerado a fita completamente, até que um dia comprei a fita: Pokémon Stadium, um Transfer Pak e claro o Nintendo 64, adorava o jogo, e jogar Blue acelerado era algo divino, mas gostava mais de usar os meus Pokémon das fitas para as batalhas no Gym Battle Castle e nos Cups, até então que eu zerei o jogo na fase dia (pra quem conhece o jogo, tem duas partes, o Dia e a Noite) e isso liberou um novo Pokémon no Rental, era Mew!, acredite ou não, não conhecíamos esse Pokémon, achavamos que era um pokemon que não fazia parte do jogo, só era citado no nascimento de Mewtwo, então o usei e fiquei impressionado, tentei fazer de tudo para coloca-lo em minha Blue, mas não tinha jeito eu só poderia lutar com ele no Pokémon Stadium. No dia seguinte inaugurou uma Lan House perto de casa, eu não sabia o que era, meu amigo me explicou e fomos até a tal, la pesquisamos dicas do jogo, e vimos um tópico que dizia: Pegue o Mew! Fiquei louco quando vi aquilo e cliquei no tópico, la fiquei conhecendo o famoso glitch do Mew, que para nós não era famoso, logo comecei um novo jogo na minha blue, lutei com o youngster e fiz o glitch, mas não gostei nada como era o Mew na Blue, até parecia um feto! Pois bem, eu o treinei e deixei ele mais forte que o do Stadium. Meu objetivo nessa hora, era de completar a PokeDEX, mas eu não tinha uma Red e meu amigo também só tinha Blue, até que pensei, será que esse glitch funciona com outros treinadores além do Youngster, tentei fazer isso, e funcionou! Eu capturei Scyther, Electabuzz e até Pokémons que só se podia obter atraves de trocas como Gengar e Golem, fiz isso com todos os treinadores do jogo (os que dava pra fazer) e ganhei da Elite Four, salvei e fui dormir (Ja era 00:00). 

Quando acordei no dia segunite, a primeira coisa que eu fiz, foi ligar meu 64 e colocar meu Transfer Pak e jogar que nem louco! Fui na Unknown Dugeon capturar o Mewtwo e quando cheguei aonde ele fica, não estava la, chequei a minha equipe e reparei algo estranho, todos os meus Pokémons da minha equipe, que eram frutos do glitch do Mew, estavam desmaiados, tinha certeza que todos estavam bem antes de eu desligar no dia anterior, com a excessão de Mew que estava completamente normal e outra coisa curiosa, os sprites e os sons deles não apareciam. Fui no centro Pokémon cura-los, mas a Enfermeira disse que não podia fazer nada! Fiquei assustado, como assim ela não podia fazer nada ? Depois disso chequei meus Pokemons no PC e substitui meus Pokemons desmaiados por outros, fui ver eles para ver se estava tudo OK, com quase todos estava bem, apenas um estava desmaiado e não apareciam o sprite e o som, acho que era um Scyther, que só podia ser pego pelo gltich do Mew, após isso chequei todos os meus pokemons que eram frutos de glitch, todos eles estavam iguais! Sem som nem sprites e todos desmaiados, achei que era um problema do jogo mesmo, mas me perguntei por que só o Mew não dava problema ? E por que Mewtwo não estava no lugar onde ele sempre esta ? Bem, ja que eu não podia fazer nada, fui lutar na Elite Four denovo, usei os Pokémons: Venusaur, Charizard, Blastoise, Raichu, Dragonite e o Mew. Entrei na liga e quando pensei que eu iria lutar com Lorelei, não a vi e não havia som, em vez disso vi um sprite de um Pokémon, interagi com o pokémom e o texto foi "..." e foi para uma cena de batalha com musica, o treinador era Mewtwo! 
Eu tentei me beliscar para ver se eu estava sonhando, como assim Mewtwo ? Bem, fui lutar então, ele usou um Ghost no começo! Eu estava com Charizard e o derrotei facilmente, depois, ele usou um Electabuzz e outros, quando o venci houve outro texto: "..." e a tela piscou, ele sumiu e a porta para a próxima batalha se abriu, quando entrei estava sem musica novamente e la estava o Mewtwo denovo, dessa vez ele usou outros Pokémons e foi assim até a sala de Lance, quando o derrotei pela quarta vez percebi que eram os pokémons que capturei pelo glitch! O primeiro tinha sido o Mew! Me perguntei Por que ele usou o Ghost pela Primeira vez e não o Mew ? Estava com medo e disse para mim mesmo, Por que estou com medo o que tem demais nessas coisas ? Até que me arrependi de falar isso, eu entrei na ultima sala, a que se luta com o rival, entrei nela e la parecia ter estatuas de Pokémons! E também a tela estava na cor vermelha (lembrando que eu estava jogando no Transfer Pak) havia várias portas, chequei meu time e vi no final da minha equipe estava o Mew e o chequei, não tinha mais o sprite do Mew, era um Ghost! e só tinha um ataque: Pound, com o resto estava tudo normal, entrei em algumas portas até que entrei em uma sala com uma tela azul na frente (uma espécie de buraco no jogo) fui nela e cai em uma sala igual a da Pokémon Mansion de Cinnabar, la estavam uns Scientists e eles começaram a conversar: 
Scientist 1: Conseguimos! Nós melhoramos ele, ele esta mais forte e não precisa ser outro para ser mais forte! Ahuahuahuahuahua! 
Scientist 2: Você está certo de que ele não ele não se revoltará conosco ? 
Scientist 1: Claro que estou, ele só obedece a nós, não tem mais alma! 
Boooooom! 
Scientist 2: O que foi isso ? 
Scientist 1: O que? Não! Nãaaaaaaaaaaao! 
Scientist 2: Nos perdoe nós não que.. aaaaaaaaaaaaaaaaaah! 
Depois disso a tela piscou e quando voltou todos estavam caídos no chão (igual ao velho que ensina a capturar Pokémon em Viridian) interagi com os NPC's e veio o Texto: "just a dead body" fiquei bem assustado, mas continuei, na frente estava um sprite de um Pokémon, interagi com ele e veio o texto: "Mew" será que é Mewtwo ? Era ele mesmo mas o sprite dele era diferente parecia não ter pupilas nos olhos, era aquela mancha branca igual aos olhos da máscara do Homem-Aranha e algo que me choquei, lv 0! E outra coisas só estava com um Ghost lv 100 , meus outros Pokemons sumiram, ao invés de lutar com ele, eu usei a Master Ball e o capturei, Depois disso a tela ficou preta e um texto apareceu: ???: "Você prefere algo melhorado e sem alma? Você é despresível" e foi para uma cena de batalha com o meu Ghost! E meu Mewtwo, nesse momento eu estava impressionado, como tanta coisa pode acontecer nisso, e me perguntei o que esse Ghost tem haver com a história, no momento da luta eu lutei com Mewtwo que só tinha o golpe Psychic e como ele era lv 0 e o Ghost lvl 100 não fazia nenhum efeito nele, quando foi a vez dele ao invés de atacar ele me disse: "Um Pokémon não é um brinquedo", o ataquei denovo e tirou pouco sangue e na seguda vez dele atacar veio o texto: "Um Pokémon sem alma não é nada", na terceira vez de atacar o Mewtwo não tirou sangue dele e na vez do Ghost atacar veio a caixa de texto: "Eu sou o Mew e não você". 
Depois disso tudo ficou preto, fiquei esperando, não por que eu queria, porque eu não podia me mecher de tanto medo que eu tinha, até que a tela voltou, eu estava na Lavender Tower sem nenhum pokémon, fui até o ultimo andar e la estava outro sprite do meu avatar com uma lápide na frente dele, tentei interagir com ele, mas não deu, logo tentei com a lápide e la estava escrito "Descanse em paz, Ladrão de almas", depois disso desliguei o jogo e não o liguei mais. 
Fui juntando cada pedaço e entendi, que Mewtwo não era um clone do Mew, e sim o Mew, mas modificado e sem alma, e o Ghost era a alma furiosa do Mew e isso aconteceu comigo pois eu fiz o glitch do Mew. Aqueles pokémons na verdade eram almas e não pokémons de verdade e eu tinha que ter deixado aquelas almas descansarem em paz e não contei isso para ninguem. 
10 anos se passaram e eu comecei um novo jogo na Blue (pensando que o que tinha acontecido não tinha passado de um sonho) dei new game e o prof oak começou a explicar sobre o mundo pokémon, até que o pokémon que apareceu não era Nidorino e sim o Mew! E começou com a conversa de Pokémons sem almas de novo, ao invés de aparecer o Prof Oak denovo, apareceu o Ghost dizendo: "Quer o Mew de novo trapaceiro!" Depois disso apareceu um mewtwo sem olhos chorando sangue e eu podia ouvir uma risada de fundo, e depois um grito, depois disso tirei meu N64 da tomada e chorei, assim odiei Pokémon para resto da minha vida, mas ainda tenho sonhos com isso.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Cartucho Maldito:Pokemon- Snow on Mt.Silver

Olá Amantes do terror,contarei hoje mais uma das várias creeepypastas dos jogos do pokemon. Pela minhas "fuçadas" na net para tentar achar novas histórias bizarras,interessantes e assustadoras para ler,encontrei essa creepypasta,bom espero que gostem.
 Se eu criar coragem(eu  também tenho medo sabia,não sou de ferro kkk),vou ler e postar a creepypasta do jeff killer.
  Sem mais enrrolação vamos a história,boa leitura ^^ 




Então, meu irmão e eu meio que crescemos com Pokemon. Muitos garotos fizeram isso por aqui. Isso funcionou perfeitamente para nós, já que, cada vez que uma nova geração saia, um de nós recebia uma versão e um de nós recebia a outra. Visto que nossa mãe gostava de nos estragar um pouco, tínhamos um terceiro jogo. A princípio, isso vai soar como uma história agridoce sobre dois irmãos que crescem com um par de jogos que, eventualmente, irá levá-los para duas estradas diferentes... Bem, é um pouco mais do que isso.

Os anos se passaram e continuamos colecionando. Gameboys ficaram velhos; foram substituídos. Os cartuchos foram jogados fora, pegamos novas cópias. Mas começamos a seguir caminhos completamente diferentes antes de R/S/E sair. Veja bem, meu irmão passou a usar Gameshark. Tínhamos ouvido todos os hacks e cheats que você poderia imaginar, e como fazê-los, mesmo que começássemos o jogo um pouco mais tarde, isso soava legal. 

Nosso primeiro cartucho era do meu irmão, uma versão Blue antiga. Nós apenas jogamos com ele um pouco, nada grave. Mas acabamos ferrando com o cartucho. Depois de adicionarmos dois códigos, ele estragou completamente e tornou-se impossível de jogar. Ficamos chateados no começo; meu irmão lamentava pela perda de suas horas de trabalho, e eu compreendia. Eu lhe disse: "Está tudo bem, podemos substituí-lo, eu acho. Gamesharks estúpidos são um desperdício de dinheiro."

Mas, a partir daqui, finalmente nossos caminhos se separaram. Depois da confusão que houve com a versão Blue, eu fiquei contra a ideia de usar hack ou cheat em meus jogos. (O que eu posso dizer? Eu sou uma pintinha, tenho sentimentos com os pequenos bichos de pixel.) Pelo menos com Gameshark. Mas meu irmão havia levado a destruição do seu jogo como um desafio pessoal ou algo assim, não acho que ele já tenha jogado algo sem hackear de alguma forma. Sim, nós jogamos uma *** de Pokemons, cara. Mas para nós não há muito o que fazer; vivemos em um lugar sem muitas crianças, e os agricultores não as querem em suas propriedades. Desta forma, nós jogamos Pokemon no gramado quase todo o dia, todos os dias. É divertido para nós, pelo menos.

Perdemos o Gameshark quando nós mudamos de quarto. Um novo anexo foi construído em nossa casa e ele desapareceu na bagunça da *** que entulhava dentro do novo closet.

R/S/E chegou, e depois de brincarmos algumas vezes, estávamos de acordo que tinha algo faltando nele, em comparação com a última geração. Nós estávamos tentando jogar de forma honesta, e apesar de termos terminado, nos deixou com uma boa e velha nostalgia. Onde estavam os nossos velhos cartuchos G/S/C? Demorou um mês para vasculharmos as caixas, mas finalmente encontramos uma porrada de jogos e aparelhos eletrônicos antigos: meu antigo Game Boy Color roxo ainda funcionada, o vermelho dele não estava com as baterias no lugar. Nossos GBAs estavam bem, as extensões e os cabos de ligação - aqueles com um pequeno conector no meio - estavam embrulhados cuidadosamente para evitar desgastes e serem condenado ao lixo, como nosso antigo cabo.

Nós pegamos tudo o que pudíamos. Foi tão bom ter Yellow (que tinha sido o meu primeiro jogo e o mais caro), Red e Gold de volta.

Logo fomos verificar nossos arquivos antigos, tendo nossas velhas memórias, e percebemos que as coisas das primeiras gerações eram muito nostálgicas para nos livrarmos. Eu recomecei Gold, ele recomeçou Silver. Imediatamente, ele pegou o Gameshark na caixa e colocou-o na parte de trás do GBA. Eu apenas balancei a cabeça para ele. E lembro de ter dito:

- Essa coisa vai matar seu jogo, você sabe.

Ele nunca gostava quando eu pregava sobre o "abuso de pixels". Fechei minha boca depois disso, mas o deixei de lado. Eu achava que apenas uma vez era demais; eu deveria manter meus pensamentos para mim mesma, realmente...

Era dois dias depois do ocorrido. Eu estava na varanda, Game Boy na mão, prestes a ir para o E4, quando percebi que precisava de uma ajudinha. Minha equipe foi mal balanceada graças a minha jogabilidade voltada para lazer, e na época não tinha nenhum grande treinador que eu poderia recorrer a artifícios. Eu sabia que meu irmão tinha dois emblemas na minha frente quando tínhamos verificados um com o outro, então eu esperava que talvez ele me desse um ou dois empurrões.

Agora, a coisa foi que passei as últimas 24 horas na casa de uma amiga. Eu tinha, literalmente, chegado em casa, jogado minha mochila no quarto, e ido para fora com meu GBA para jogar. Eu não tinha ideia do que ele tinha feito. Eu soube que ele tinha feito um jogo novo e... O que imaginei. Era tudo melhor para mim, uma vez que ele não precisaria dos Pokemons e eu tinha uma chance maior. Então me levantei e fui para casa, e quando eu estava atravessando a sala, notei que todos os jogos estavam no chão. Alguns cartuchos estavam destroçados, como se tivessem sido cortados por alguma coisa afiada. Até a antiga versão Blue, há muito tempo morta e sentimental demais para se jogar fora, estava quase dividida no meio, completamente inutilizável - mais ainda se estivesse funcionando.

Fiquei um pouco assustada. Isso deveria ter acontecido esta manhã, caso contrário, nossa mãe teria visto e reclamaria sobre o tapete. Coloquei meu GBA no bolso e fui até o quarto do meu irmão, encontrando a porta destrancada. De alguma forma, isso foi ainda mais preocupante.

Eu encontrei meu irmão sentado na beira da cama. As peças do seu GBA estavam aos seus pés, esmagadas. Ao lado da cama, estava um martelo e a tesoura de jardinagem da nossa mãe. Seu rosto estava mais pálido que eu já havia visto, mais pálido do que da vez que tínhamos ido até a rua, e um cego louco tinha perseguido ele com uma espingarda. Neste momento, notei o gameshark no chão e um cartucho prateado brilhando sobre sua cama. De alguma forma, eles tinham sido poupados da ira do martelo.

- Você está bem? - perguntei. Lembro-me do calafrio que me percorreu. Ele era meu irmão mais novo, vê-lo assim foi horrível.

- Foi horrível, - eu me lembro de sua voz rouca, e a forma como ela soou me fez estremecer. - Oh Deus. Branco por toda parte, depois preto...

Lembro-me de tê-lo abraçado. E eu me lembro, seu braço caiu e foi de encontro ao Game Boy do meu bolso. Ele gritou de repente, bem no meu ouvido, me fazendo pular e morder minha língua por acidente. Ele o arrancou do meu bolso e o atirou na parede. Gritei e fui correndo buscá-lo, esperando não encontrá-lo amassado. A tela estava escura, e embora temesse o pior, quando liguei o interruptor, ele estava normal. Eu esperei lá no canto, tentando fingir que o GBA não importava o suficiente.

O volume estava ligado.

O tema de abertura começou, e ele gritou novamente, pegando o martelo. Dessa vez, eu também gritei, e sai correndo do quarto com o GBA agarrado ao meu corpo, como um escudo.

Ele acabou na ala psique do hospital durante dois dias. Quando fomos visitá-lo, deixei meu GBA em casa. Ninguém conseguia descobrir o que havia deixado seu comportamento estranho. Houve uma conversa que eu não entendia na época, sobre algum tipo de transtorno que ele pode ou não ter tido, mas apesar da minha mãe e eu termos coletado e trazido todos os cartuchos para serem olhados (a ideia foi dela, não minha), ninguém tinha pensado em ligá-lo ao jogo... Talvez essa foi minha culpa. Eu não havia dito uma palavra sobre o que tinha acontecido quando ele, acidentalmente, tocou no meu Game Boy. Ou o terror cego e branco que ele tinha sido atirado quando a música começou.

Em minha última visita ao hospital, antes das aulas, eu fui deixada sozinha no quarto com ele, quanto a minha mãe teve uma conversa privada com o médico sobre as precauções a serem tomadas, caso ocorra novamente. Eu sentei em uma cadeira ao lado da cama, ele estava olhando para o teto. De repente, ele sentou-se, fazendo-me estremecer.

- Hey, - ele me disse - Angie. Vá no meu quarto quando você chegar em casa. 

Eu não entendi o que ele quis me dizer, e então lembrei das coisas que não tinhas nas malas... O jogo e os instrumentos de hack debaixo da cama.

- Livre-se deles. Eu não quero tocar neles novamente.

Sua voz estava cansada e desesperada... Ele parecia um velho em seu leito de morte. Meu pobre irmão estava com problemas... Como eu poderia recusar?

- Promete que vai se livrar deles.

- Tudo bem. Eu prometo.

Pela tarde, eu estava saindo da escola. Eu mantive a promessa dele na minha cabeça o dia todo. Eu não sabia disso na época, mas esta seria a última vez que eu poderia desempenhar o papel de irmã mais velha e ajudá-lo. Eu só tinha que chegar em casa e me livrar desse jogo... Mas, do jeito que o dia foi, uma curiosidade doentia começou a passar pela minha cabeça. O que poderia ter acontecido nesse jogo para assustá-lo tanto? Eu estava assustada, eu mesma, mas eu tinha que saber. Eu tinha que fazer.

Cheguei em casa e fui direto para seu quarto, decidindo descobrir que tipo de horror estava esperando por mim. Mamãe tinha limpado o quarto, o cartucho e o gameshartk não estavam mais visíveis. Eu me abaixei e rastejei debaixo da cama, sentindo-me tímida, mas segurando a promessa que fiz. Debaixo da cama havia poeira suficiente para me fazer tossir, legos antigos e vários outros brinquedos que eu não poderia definir apenas esbarrando com meus cotovelos. Mas finalmente vi dois objetos. Eles tinham sido empurrados para o canto, em cima de um caderno que parecia novo demais para estar aqui há muito tempo. Sem pensar, agarrei o canto do papel e arrastei tudo comigo, ainda ofegante da poeira. (Alergia.)

Eles pareciam tão inocentes, brinquedos simples. Quando desvio a atenção para a versão Silver e o gameshark no chão, passei a olhar o caderno de anotações. Nele, foram rabiscados pelo menos vinte códigos diferentes, mas um tinha sido riscado com hidrocor sobre o local onde, inicialmente, tinha sido escrito com caneta. Isto foi confuso. Ele tinha tentado apagá-lo com o marcador, mas ele pressionou com tanta força que a tinta havia molhado a parte de trás. A caneta tem um jeito de furar ao redor, então eu peguei o caderno e inclinei a parte de trás na luz. O reflexo do hidrocor revelou alguns rabiscos que ele tinha escrito. O código era uma bagunça incompreensível de letras e números, e as palavras ao me deixaram ainda mais confusa.

"Easter Egg - Snow on Mt. Silver"

Lembrei-me do que ele tinha dito quando o encontrei... Ele ficou entusiasmado com branco, branco e em seguida, preto... Significaria neve? Mesmo que fosse Agosto e a temperatura continuasse subindo a "90 todos os dias (/nota de tradução: esse número está na escala fahrenheit, seria em torno de 32.2º celsius), um arrepio percorreu minha espinha. Será que me atrevo...?

Peguei tudo, levei para o meu quarto e deitei-me no tapete, ao lado dos meu próprio GBA. Por um longo tempo, eu apenas olhava para ele. Quanto mais eu olhava, mais o rosto do Lugia tornava-se maníaco... Como uma espécie de sorriso torcido, como se estivesse me desafiando a descobrir o que havia acontecido com meu irmão. Eu era uma garota de 14 anos. Será que eu realmente deveria arriscar a sorte e acabar como ele? Eu olhei para o Lugia por mais algum tempo.

Eu tinha que ver.

Retirei o Gold do meu GBA e encaixei o Silver no lugar. Levei quase 15 minutos para recompor e ligá-lo.

Começou a funcionar normalmente. Deixei o som baixo, com medo do que poderia ouvir, e muito curiosa para seguir caminho. A tela do título estava normal, também. Lugia novamente, mas, de alguma forma, estava ameaçador - apesar do meu bom senso me dizer que era exatamente a mesma imagem. Como isso poderia ser ruim? Perguntei a mim mesma. Suas notas diziam Easter Egg. Quer dizer que estava programado no jogo?

O menu veio... Absolutamente normal. Seu personagem era Blake, como dizia o pokedex... Mas o tempo era estranho. 999:99. Eu sabia que ele não poderia ter feito tanto tempo, eu mal tinha registrado 50 horas no meu próprio jogo e estava em E4. E eu estava jogando lentamente. Provavelmente são os hacks ferrando o arquivo, eu pensei. Bom, que seja então... O jogo iniciou, e a primeira coisa que notei foi a tela preta prolongada. Demorou quase um minuto e não mudou nada, e não havia nenhum som. Os cabelos na parte de trás do meu pescoço já estavam de pé, mas já era tarde demais para voltar atrás.

Finalmente, um tipo de mapa veio na tela... Mas parecia estático. O que estava acontecendo? Olhei para baixo e percebi, com uma pontada terrível, que era realmente o mapa Mt. Silver... Mas o que eu achava ser estática era uma pesada tempestade de neve. Esse era o lugar que ele havia salvado seu jogo da última vez. Eu verifiquei sua party... Um time muito normal para alguém que estava usando gameshark: Typhlosion, Feraligatr, Meganium, Pidgeot, Tyranitar, Lugia, todos com nível 100... típico para ele. Algo sobre os sprites parecia... estranho. Eles pareciam irritados, de alguma forma. Suas cores pareciam desbotadas e suas expressões faltavam o vigor de costume. Pareciam faltar pixels ou coisas assim, talvez por causa dos hacks.

O mapa parecia brilhar quando eu fechei o menu. Na verdade, a neve, de alguma forma, parecia cair fortemente; pixels dançavam pela tela tão rápido que foi difícil ver onde o sprite do meu irmão estava. Alguma coisa estava fora dele, também. Quando chequei as informações dele, seu sprite estava como os dos Pokemons; as cores eram sem vida. Na verdade, agora que eu pensava sobre isso, ele quase parecia congelado.

Meu estômago apertou; eu me virei e tentei voltar para baixo da montanha. Quando fui a determinado local, algumas palavras apareceram, e lá estava, finalmente, um som - meu sprite começou a bater numa parede invisível.

"Eu não posso mais voltar atrás."

Isso era... Perturbador. Fui para meu Pokemon e tentei usar a habilidade "Fly" do Pidgeot.

"Eu não posso voar aqui!" obviamente, se referia a neve.

*** isso. Entrei em sua bag. Havia uma corda de escape, e tentei usá-la.

"Eu não posso mais voltar atrás."

O que estava acontecendo? Mais uma vez, tentei caminhar de volta para baixo da montanha, e para meu espanto, as palavras alternavam a cada tentativa.

"Eu não posso fugir."

"Eu não posso voltar para baixo."

"Eu nunca poderei voltar."

Esta última me congelou o coração. Não havia nenhuma maneira de retornar para baixo da montanha. Eu tinha que subir. Virando o sprite um pouco, eu o mudei para frente.

Não havia nada, embora minha velocidade de caminhada estivesse estranhamente lenta. Realmente estranho foi a falta grama, de treinadores, não havia nada além da neve branca, tornando impossível ver qualquer coisa na tela. Como me movi para uma parte mais alta, sua velocidade de caminhada tornou-se ainda mais lenta. A cortina de pixels de estática tornou-se ainda mais espessa, e eu mal podia usar os recursos do mapa. Mas parece que a única forma de mudança é ir em frente mesmo. Eu alcancei um tipo de escadas na extremidade superior da tela. Não lembro disso estar lá antes. Como eu tentei me mover para cima, o sprite pausou.

"Estou com frio".

Eu havia ficado ainda mais arrepiada. Sua velocidade de caminhada se tornou dolorosamente lenta, como se alguma coisa estivesse impedindo. Ao subir a escada... Mais um texto na tela.

"Meganium morreu."

Que **** é essa, pensei. Pokemon não morrem nestes jogos. Ao verificar minha party, e fiquei assustada e confusa com o que vi.

O sprite de Meganium tinha sido substituído por um X vermelho. Os outros Pokemons ostentavam diferentes graus de dano, embora eu não tivesse lutado. Eu fui na minha bag e encontrei um único Reviver, e tentei usá-lo. 

"É tarde demais", disse. Que tipo de Easter Egg é esse?

Não havia mais o que fazer... Ao tentar dar a volta, as mensagens de antes voltaram. Então eu continuei andando para frente. 

"Pidgeot morreu."

Eu verifiquei novamente... Com certeza, lá estava o pequeno X vermelho. Dessa vez eu selecionei ele, olhando para o Pokemon em si, tentando descobrir o que estava errado... Eu não deveria ter feito isso. O sprite foi mutilado; pedaços dele estavam ausentes. O que restou foi uma mancha azul-acinzentada, e seus olhos estavam num preto sólido. Ao verificar Meganium, estava do mesmo jeito; faltando uma perna, um pedaço do seu pescoço, a maioria de sua cabeça e os olhos pretos, mortos.

A curiosidade mórbida me pedia para seguir em frente. Durante o tempo que caminhei, a estrada permanecia reta. Ao longo do caminho, de vez em quando, um outro Pokemon da parte "morria" e, ao analisar seu sprite, ele se mostrava na mesma condição que os outros. O que me restava era o Typhlosion. Em frente havia outra escada. Ao subí-la, me preparava para o horror que me esperava. 

Eu bati o cume.

Ele estava deserto - Red estava longe de ser encontrado.

A neve parou de cair. 

O centro do mapa era de algo fora da neve. Parecia uma pokebola. Ok, talvez esse horror todo fosse parte do clímax; a batalha final estava ali. Se eu a pegasse, talvez Red iria sair do esconderijo. Eu andei mais um pouco, examinando, e houve uma explosão de ruídos estáticos que me fez pular. 

O que apareceu na tela foi uma animação de batalha. O sprite do meu treinador, a pele tingida de azul... Contra outro Pokemon desconfigurado.

Era Celebi. 

No centro do um buraco negro que parecia seu olho, um único ponto vermelho queimava como uma brasa. Parecia algo podre. Eu nem tinha movido meu Typhlosion para fora. 

"Celebi usou Perish Song".

Um grito saiu do meu GBA, e eu quase o deixei cair enquanto a tela ficava branca. Uma parte de mim ficou aliviada, pensando que, se meu Pokemon final foi KO, eu seria transportada para um Centro Pokemon... Mas eu estava errada. Meu sprite reapareceu num tipo de caverna; estava agora dentro da montanha? Eu verifiquei meu cartão de treinador e me senti mal. O sprite havia sido atacado, como um Pokemon, e agora estava sem uma perna. Um único olho restante, escuro como a noite e um olhar tão triste, com lágrimas no canto... E todas as cores dele haviam sido substituídas por aqueles tons de gelados de azul e cinza. Cada stat no cartão foi reduzido a 0, com exceção do tempo, que continuava 999:99.

Eu rapidamente voltei ao mapa. Seu sprite imitava o horror que estava em seu cartão de treinador; peças estavam em falta, tudo estava descolorido. Eu tentei andar, mas no começo recebi uma mensagem.

"É tão frio."

Havia apenas uma direção para ir: para cima. Eu segui em frente, e de vez em quando era interrompida por mensagens que faziam meu coração afundar mais e mais.

"Mãe..."

"É tão frio..."

"Eu não posso continuar..."

Quanto mais eu andava, mais tornava-se escuro, até que tudo estava completamente preto.

Havia uma saída lá, marcada apenas por um contorno branco. Eu não tinha escolha senão atravessá-la.

Era um tipo de quarto, também branco sólido... A única maneira de distinguir as paredes era por uma linha cinza e fina que marcava como separado do chão. Contra a parede oposta, havia um outro objeto. O sprite de Red. Intacto. Eu tinha chegado tão longe, eu precisava acabar com isso. Eu andei até ele e pressionei A.

"..."

Uma batalha começou.

O sprite de Red não tinha nenhuma das minhas deformidades. Suas cores também eram azuis e cinzas, mas ele estava intacto. Ele apenas olhou... Extremamente triste. Seu primeiro Pokemon saiu; Venusaur. Era exatamente como deveria ser, mas no nível 0, com pouca saúde. Mandei Typlosion, que tinha apenas 6 pontos de vida. Não houve nenhum tipo de som quando eles foram trazidos para a batalha.

"Venusaur usou Struggle!"

Não houve animação, apenas um único ponto de dano causado a Typhlosion e, em seguida, o sprite adversário caiu.

"Venusaur morreu!"

Não houve nenhum texto me pedindo para mudar. Em vez disso, era o que considerei um diálogo de Red.

"..."

Seu próximo Pokemon foi Blastoise, ainda mais desconfigurado que tinha sido Venusaur. Ele também lutou e morreu. Após cada rodada, havia um sinistro "..." do treinador. Cada sprite aparecia mais desconfigurado que o anterior; seu Espeon mal parecia um Pokemon. Eu percebi que ele os mandava fora de ordem, e que salvou um Pokemon para último...

Um Pikachu foi chamado, e ele era grotesco. Também era descolorido, como se estivesse congelado. Estava faltando uma orelha, metade do seu corpo e a cauda; a cabeça estava intacta na maior parte, mas seus olhos eram muito maiores que o normal, e olhava para mim como janelas para o inferno. Mas o que me deixava mais desconfortável era o sorriso gigante que se estendia até as bordas de sua cabeça. Minhas mãos tremiam. Eu não tive a oportunidade de atacar.

"Pikachu usou Pain Split."

"Pikachu morreu! Typhlosion morreu! "

Algo cortou a imagem do sprite do Red, e agora ele parecia como o meu. Seu corpo estava tão massacrado que parecia um cadáver despojado. Tinha os mesmos olhos desalmados do Pikachu.

Eu finalmente entendi o que aconteceu. Eles foram mortos. Eles foram mortos, e este subnível da montanha era como o inferno.

Red finalmente falou.

"Acabou."

A tela piscava em preto e branco durante algum tempo.

"Usado Destiny Bond!"

Um horrível gritou ecoou do meu GBA. A tela ficou branca e gritando para mim, eu o joguei no chão e apertei minhas costas contra a cama. O barulho horrível continuou por bastante tempo, enquanto a tela ficava branca.

Então escureceu.

Então houve um silêncio.

Levei alguns minutos, mas finalmente me levantei. Peguei o gameshark e o caderno de anotações. Tomei essa droga de jogo possuído. Peguei todos tudo e fui levá-los até o lixo, como já havíamos estabelecido ao coletor levá-lo pela manhã. No final da longa e enrolada calçada... Joguei dentro. Quando voltei para casa, eu não sei o que me fez fazer isto, mas eu peguei a versão Yellow e inseri no meu Game Boy. Acho que parte mim queria se certificar que não tinha sido contaminada também.

A música começou. O jogo iniciado. Virei-me para meu Pikachu e pressionei A. Seu rosto feliz cumprimentou-me com um grande sorriso, pixelizado. Um sorriso agradável e normal. Retirei o jogo, e passei a próxima hora chorando no chão. Meu irmão e eu nunca jogamos Pokemon juntos novamente - ele desistiu de vez. Eu continuei a repetir meu conforto: jogos sem hack.


Naquele inverno, a neve caía espessa.