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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Jack, o Estripador(Últimas fotos meio fortes)

Num período de cerca de 70 dias, entre agosto e novembro de 1888, cinco prostitutas foram mortas violentamente no bairro de Whitechapel, em Londres. O modus operandi do assassino era evidente no corpo das vítimas: as mulheres eram mutiladas no rosto, no abdômen e nos genitais, além de apresentar cortes profundos no pescoço e ter os os órgãos removidos.
As mutilações ficaram mais intensas a cada ataque: o estripador não removeu nenhum órgão da primeira vítima, arrancou o útero da segunda, mutilou a face e retirou útero e rins da quarta e, além de dilacerar o corpo e o rosto da quinta prostituta, arrancou-lhe todos os órgãos internos. A única exceção aconteceu na terceira investida. Elizabeth Stride foi encontrada com apenas um corte no pescoço, indicando que Jack provavelmente tenha sido interrompido durante a execução.
Outros seis ataques aconteceram na mesma área, mas a polícia classificou todos eles como parte dos "assassinatos de Whitechapel", outro famoso caso de homicídios em série na época. As investigações envolveram vários policiais, que colheram depoimentos de mais de 2 mil cidadãos. Além disso, mais de 300 pessoas foram investigadas como suspeitas e 80 delas foram detidas para interrogatório.
A insatisfação popular pela falta de resultados da investigação motivou a formação do Comitê de Vigilância de Whitechapel. Esse grupo de civis começou a se intrometer nas investigações, patrulhando ruas em busca de suspeitos e contratando detetives particulares para interrogar testemunhas.
O estripador escreveu três cartas, mas acreditava-se que duas delas tenham sido forjadas por jornalistas para aumentar a popularidade dos crimes. A mais famosa, intitulada Do Inferno, foi parar nas mãos do líder do Comitê. Nas outras duas mensagens, o serial killer assinou como Jack, mas a escrita e o conteúdo eram incompatíveis com a carta original. As hipóteses mais difundidas sobre o perfil do matador indicavam que ele seria um morador do bairro ou um senhor de alta classe, médico ou aristocrata, que visitava Whitechapel nos fins de semana.
A combinação da brutalidade nos assassinatos e da atenção dada aos ataques pelos jornais ajudou a tornar Jack, o Estripador, famoso mundialmente, mesmo com a precaridade dos meios de comunicação da época. O assassino virou um personagem lendário e aparece, até hoje, em obras de ficção, da literatura ao cinema, além de motivar passeios turísticos em Whitechapel. Em 2006, Jack foi eleito pelos leitores da revista BBC History como o pior britânico de todos os tempos.

Onde atuava: Londres, Inglaterra
Período de atividade: 1888
Vítimas: 5 mulheres
Método: Facadas e cortes com instrumentos cirúrgicos
Suspeitos: Montague John Druitt, Seweryn Ktosownski, Aaron Kosminski, Michael Ostrog,
John Pizer, James Thomas Sadler, Francis Tumblety.
Filme: From Hell ( Do Inferno ) é um filme norte-americano de 2001, um suspense ambientado na Londres do séc. XIX cujo mote é o famoso caso envolvendo o serial killer inglês Jack, o Estripador. O filme foi dirigido pelos irmãos Hughes (Albert Hughes e Allen Hughes) e é estrelado, por Johnny Depp, Heather Graham, Ian Holm e Jason Flemyng.



























Carta Do Inferno:

Foto das vítimas:

1ª vítima:
Mary Ann Nichols


2ª vítima:
Annie Chapman

3ª vítima:
Elizabeth Stride

4ª vítima:
Catherine Eddowes

5ª e última vítima:
Mary Jane Kelly


Fonte:Creepypasta(cripta virtual)

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Caso de Canibalismo.


12 de Setembro de 2001, em são Paulo.

Eu estava indo para a escola era umas 18:50 dá noite, o céu já estava escuro.
A rua estava mais movimentada que o normal, era uma correria do caramba confesso que ficava irritada por que eu queria saber o porque as pessoas estavam assustada, uns três minutos depois de ver pessoas assustada desisti de saber o porque da correria e fui para a escolar.
      Quando cheguei na frente da escola estava um tumulto no portão, e um cheiro horrível. Entrei no tumulto e olhei dentro da escola, o portão estava aberto e tinha restos de corpos na entrada da escola, uma poça de sangue, e dentro da escola estava tudo escuro. Logo quando cheguei só vi um dos meus amigos, ficamos conversando sobre o acontecimento. Não demorou muito para que a policia fosse chamada, e logo os policiais anunciaram que as aulas estava canceladas por uma semana.
      Tentei ir para casa mas não agüentei, a curiosidade falou mais alto . Eu entrei na escola. A quantidade de corpos era muito grande, o cheiro era horrível. Todos estavam mortos. As luzes das salas estavam acessas então resolvi ir olhar nas salas.
Tinha cinco pessoas estranhas, estavam cobertos de sangue , e estavam vivos. Eu pensava que era apenas cinco pessoas mas eram mais de dez pessoas vivas e ensangüentadas, o pior de tudo eles estavam rindo.
     Sai correndo da escola, aliás vou aproveitar que eles não me viram e ir pra casa.
Mas acabei batendo o portão,quando eu estava saindo os policiais estavam tentando mandar aquela gente embora, e mais trinta estava se preparando para entrar lá dentro. Eu sabia que aquelas criaturas tinham ouvido eu batendo o portão da escada,e tinham visto o meu rosto. Eu praticamente voei para casa.
Liguei a TV e estavam falando sobre um hospital de loucos que tinha sido invadido e todos os doentes mentais que estavam lá fugiram e de uns dias pra cá muitas pessoas estavam morrendo e sendo atacadas.  Bem amanha eu vou lá ver se descubro algo sobre aquela barbaridade. 

Continua...

domingo, 31 de março de 2013

O Assassino do Zodíaco



O Assassino do Zodíaco foi um assassino em série estadunidense que atuou no Norte da Califórnia durante 10 meses desde o final da década de 1960. Sua identidade permanece desconhecida. O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados.

O Assassino do Zodíaco matou cinco vítimas reconhecidas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa, e São Francisco entre Dezembro de 1968 e Outubro de 1969. Quatro homens e três mulheres entre 16 e 29 anos foram os alvos do assassino. Outras pessoas foram consideradas possíveis vítimas. Com a falta de precisão no número de vítimas, a incapacidade de decifrar suas cartas criptografadas e a falha na busca de suspeitos, o caso pode ser considerado como um crime perfeito.

Em Abril de 2004, o Departamento de Polícia de São Francisco marcou o caso como inativo, mas o reabriu após Março de 2007. O caso está aberto até hoje em outras jurisdições.

Em Agosto de 2008, um homem de Sacramento disse que tinha evidências que apontava seu padrasto sendo o Assassino do Zodíaco. Um capuz preto, uma faca com sangue, escritos, e rolos de filme fotográfico foram examinados pelo FBI. Entretanto, a investigação está parada, devido a falta de provas.


  • Vítimas confirmadas
David Arthur Faraday, 17 anos.
Betty Lou Jensen, 16 anos.
Michael Renault Mageau, 19 anos.
Darlene Elizabeth Ferrin, 22 anos.
Bryan Calvin Hartnell, 20 anos.
Cecelia Ann Shepard, 22 anos.
Paul Lee Stine, 29 anos
E outras vítimas

No dia 20 de dezembro de 1968, mais de dois meses depois da 1ª vítima do assassino do zodíaco, ele entra em ação novamente atacando David Arthur Faraday, de 17 anos, e Betty Lou Jesen, de 16, em uma localização próxima ao lago Herman, chamado Lover's Lane. Cerca de 3 semanas antes desse encontro Betty disse ter tido a sensação de esta sendo observada por alguma pessoa na escola, podendo citar também o episódio que sua mãe achou o portão que dava de encontro para a janela da menina aberto mais de uma vez, coisa estranhas, mas nada de muito preocupante para a família.

Voltando a noite do crime, cerca de 4 testemunhas viram o casal no carro, eles tinham trancado as portas e reclinado os bancos. Duas das testemunhas que eram caçadores afirmam terem visto o que parecia ser uma Valiant azul seguindo o casal, o provável Valiant azul parou junto ao carro do casal quando eles já estavam perto de sair e pediu para eles saírem do carro, estando com as portas do carro trancadas, se negaram, então o homem corpulento que saíra do carro, sacou uma arma da jaqueta e estourou o vidro traseiro e outra janela traseira com tiros. Betty apavorada correu e sem tempo de reação David recebeu um tiro no seu ouvido esquerdo horizontalmente arrancado parte dele. Logo depois, o homem atirou nas costas de Betty 5 vezes, que ainda conseguiu dar alguns passos mas acabou por tombar a 9 metros do carro, David ainda estava vivo. Logo depois, Stella Borges ligou para uma ambulância e pediu socorro medico imediato, Betty já estava morta e David morreu no hospital enquanto recebia socorro.

sexta-feira, 29 de março de 2013

O Palhaço Assassino: John Wayne Gacy Jr.


Especial do "Palhaço Assassino" Exclusivo no CreepyPasta Dark, Feito por mim, demorei muito pra fazer >.> se gostarem irei fazer outros

  • Matéria sobre o Palhaço Assassino
  • Dois Poemas sobre ele
  • Musica Sobre ele com Clip e Letra Traduzida
  • Documentário em vídeo sobre sua Vida
  • Creepypasta curta sobre ele
  • Trailer e Informações Acerca do Filme
Nota: John Wayne Gacy Jr. teve uma vida muito sofrida e traumatizada, fizeram videos e poemas para ele, ate mesmo um documentário  dentre todos os psicopatas esse é o meu favorito, sua vida foi dificil, complicada, complexa... para a época ele tinha uma mente brilhante e cheia de problemas, tinha trauma em ser homossexual por conta do pai, então tinha relações sexuais com jovens e os matava logo para não admitir que era gay nem para que ninguém soubesse, aconselho ler sua historia antes dos poemas, videos, musica e filme.



O Palhaço Assassino
Nome: John Wayne Gacy Jr. 
Nacionalidade: Americano 
Assassinatos: 33 ou Mais



John Wayne Gacy Jr., nascido em Chicago em 1942, teve uma infância traumática: era espancado e chamado de "bichinha" pelo pai alcoólatra, sofreu um traumatismo craniano aos 15 anos, e em 1968 foi preso por estar praticando atos sexuais com um jovem no banheiro de um bar. Gacy começou a matar em 1972, e suas vítimas eram todas do sexo masculino. Os rapazes recebiam propostas de emprego, iam até a casa de Gacy, eram embebedados, amarrados em uma cadeira e violentados.

Como um lobo da noite, Gacy saia à “caça” pelas ruas de Chicago dirigindo seu Oldsmobile preto em busca de vítimas. Chegava em rapazes e oferecia empregos em sua construtora. Por agir durante o dia, a mentira do “emprego” caía bem e muitos rapazes aceitavam a “carona” até a empresa de Gacy. Quando a vítima não aceitava, Gacy partia para o “Plano B”: oferecia maconha e dinheiro caso o rapaz fizesse sexo com ele. Uma vez dentro do carro, Gacy atacava suas vítimas com clorofórmio. Com a vítima desacordada, a levava até sua casa. Amarrava-a e iniciava a sessão de tortura com diversos instrumentos. Muitas das vezes garotos iam até a casa de Gacy a procura de emprego. Gacy então os convidava para entrar e mostrava o “Truque das Algemas”. Uma vez algemados, os garotos eram dopados e molestados sexualmente por Gacy. Mas antes, para que ninguém escutasse os gritos dos garotos, Gacy os amordaçava com suas próprias cuecas. Era sua assinatura. Muitas das vezes as torturas eram feitas, segundo Gacy, por uma de suas personalidades, “O Palhaço”. Vestindo-se de Palhaço Pogo as torturava lendo passagens da Bíblia. Depois da tortura e dos abusos sexuais, Gacy estrangulava suas vítimas usando um instrumento conhecido como Garrote. Instrumento o qual foi apreendido na primeira busca que a polícia fez na casa de Gacy


John Wayne foi pego em 1978. Sua empresa prestou um serviço de reforma a uma loja, e nesta loja Gacy convidou um jovem a trabalhar em sua firma. O jovem, quando foi encontrar Gacy à noite, disse a amigos o que estava indo fazer. Quando se notou o seu sumiço, a polícia foi à casa de Gacy e sentiu o odor pútrido da morte. Entretanto, não foram encontrados corpos, mas: sedativos, algemas, livros sobre homossexualismo, instrumentos para “jogos” sexuais, uma pistola, um pênis de borracha, maconha, além de objetos que aparentavam não pertencer a Gacy.

A polícia começou a periciar as evidências e instituiu vigilância sobre ele. Descobriu-se então sobre o seu passado ( a condenação em outro estado) e que vários empregados seus, que geralmente eram menores, haviam desaparecido. Acabaram voltando à sua casa que ainda tinha aquele cheiro horrível. Resolveram escavar. Foram encontrados nada menos que 28 corpos enterrados! Mais cinco foram resgatados nos rios. Já preso, John Wayne Gacy tentou culpar “Jack Hanson”, uma suposta segunda personalidade sua. Em um depoimento, desenhou um mapa com a disposição dos corpos – em seguida, aparentou desmaiar. Quando “voltou a si”, disse que foi “Jack” o autor do desenho. Os vários psiquiatras que o entrevistaram não quiseram embarcar nesta história, embora tenham feito várias hipóteses para o diagnóstico: “pseudoneurótico esquizofrênico paranóico”, “personalidade borderline”, “sociopata”, “narcisista”, “mentiroso patológico” etc. Gacy era contraditório em seus depoimentos, e em um deles disse lembrar-se de apenas cinco homicídios, e de forma incompleta – sendo que, além disto, as memórias pareciam não ser suas, e sim de outra pessoa, conforme disse.

Em 1988, Gacy foi condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte. Enquanto aguardava no Corredor da Morte do Menard Correctional Center de Illinois, Gacy - apelidado pela imprensa de "Palhaço Assassino" - passava o tempo fazendo desenhos infantis, especialmente palhaços. Suas ilustrações são consideradas itens de coleção, e alcançam altos preços no mercado.

Na prisão, ainda ganhou bastante dinheiro – com as pinturas que fazia (especialmente populares eram as de palhaço e auto-retratos, mas também retratou Jesus, Hitler, personagens da Disney, outros criminosos etc.) e com outros métodos, como um serviço telefônico pago que criou, onde a pessoa que ligava podia ouvir sua alegação de inocência. Suas pinturas chegaram a fazer parte de exposições.

Tinha uma rotina obsessiva na cadeia: anotava cada ligação, carta ou visita recebida, e até mesmo o que comeu. Conta-se que, nos 14 anos que esteve preso, passou a abusar de álcool e tentou suicídio.

Pouco antes de morrer, em 1994, de injeção letal, já sedado, pronunciou suas últimas palavras: “Kiss my ass!” ( Beije minha bunda!” ou “Beije meu cu!”, traduza como preferir…)

Instrumentos de Tortura usado por Gacy


 Escavação para Achar os Corpos Enterrados



 Corpo Encontrado em Decomposição após a Escavação






O Palhaço Assassino
Capítulo 1
A Letter For Daddy

Eu iria casar com uma linda moça.
Eu iria tem lindos filhos com ela.
Ele seria médico, ela professora.
Eu envelheceria ao seu lado, e morreria ao seu lado.
Essa é a vida ideal que você deseja?
Talvez eu deseje isso também.
Mas agora meus cabelos brancos começaram a surgir.
Eu sou um velho nojento, eu sou uma bichinha.
Pois é papai, você conseguiu.
Ainda guardo aquela ferida na cabeça que você me deu.
Ainda doí.
Você subiria do inferno, para dar um beijinho nela?
Que nem você dava um beijinho na mamãe depois de bater nela?
Ainda me lembro disto papai, mas não importa.
Eles disseram que eu ainda posso desenhar, isto não é maravilhoso?
Estou sentadinho, me comportei direito.
Mas eles não vão me soltar, não é papai?
Me lembro daquele tal palhaço, o meu único amigo.
Aquele que ficou ao meu lado mesmo quando minha mão ficou suja com o vermelho.
Aquele que me ajudou a guardar aqueles garotinhos no porão.
Aquele que me fez levar prazer e dor aos mesmos.
Mas eu estou feliz, ele esta aqui do meu lado.
Eu estou vendo ele, papai.
Ele me disse que eu vou para um lugar melhor,
Que eu sou diferente,
Que eles não podem me ter por perto,
Que eu não me comportei.
Mas qualquer coisa eu te amo mamãe.
Quanto ao papai, ele vai ficar bem no inferno.
Onde é o lugar dele.

Capítulo 2
The Corridor

De branco e listrado
Com duas algemas na mão
Os dois lacaios, me levam para a execução
É um enorme corredor
O que haveria no final?
Eu gostaria de pensar assim
Mas a resposta eu já sei
Eu vou para o céu, não é?
Eu carrego uma cruz
Vinte e nove cruzes, para ser exato
Eles me interrogaram e me encheram o saco
O que eu acho das minhas vítimas?
"Eles eram um bando de gays e vagabundos inúteis"
Porque agem como se não fossem
Eles mereciam isso certo?
Eles tinham tudo,
Eles tinham mamãe,
Eles tinham papai,
Eles tinham amor
Porque eu não posso também?
Gostaria de ir embora com a minha fantasia
Aquela com que eu enfiei meu orgão nas minhas vadias
Vocês precisavam ver,
Eles gritaram
Se debateram
E finalmente morreram
Igual a mim
Eu já estava morto por dentro há muito tempo
No fim do corredor veio uma luz
No fundo da luz havia uma porta
E ao entrar pela porta, uma linda cadeira
Uma cadeira bonitinha feita de madeira
Eu particularmente gostei das amarras
Tinha uma janelinha do lado
Que triste, não havia ninguém
Apenas um vácuo assim como eu
Um enorme vazio sem ninguém
Ele virou para mim e disse:
''Ei, suas últimas palavras''
Minhas últimas palavras?
"Beije minha bunda"





John Wayne Gacy, Jr (Traduzida)

Seu pai era um bêbado e sua mãe chorava na cama
Dobrando as camisetas de John Wayne, quando o balanço acertou sua cabeça
Os vizinhos, eles o adoravam
Pelo seu humor e sua conversa
Olhe debaixo da casa
Ache algumas coisas vivas, apodrecendo rápido, em seu sono
Oh, os mortos
Vinte e sete pessoas
Talvez mais, eram garotos, com seus carros e empregos de verão
Oh meu Deus
Você é um deles?
Ele se vestia como um palhaço para eles
Com seu rosto pintado de branco e vermelho
E em sua melhor atitude
Num quarto escuro, na cama ele beijou a todos.
Ele mataria dez mil pessoas
Com a leveza de sua mão, rompendo longe, rompendo rápido nos mortos
Ele tirou toda as suas roupas por eles
Ele pôs um pano em seus lábios, mãos silenciosas, beijo silencioso na boca
E na minha melhor atitude
Eu sou igualzinho a ele
Olhe debaixo das tábuas do assoalho
Para os segredos que escondi

Sufjan Stevens-  John Wayne Gacy Jr.

His father was a drinker and his mother cried in bed
Folding John Wayne's t-shirts when the swingset hit his head
The neighbors they adored him
For his humor and his conversation
Look underneath the house there
Find the few living things, rotting fast, in their sleep
Oh the dead
27 people
Even more, they were boys, with their cars, summer jobs
Oh my God
Are you one of them?
He dressed up like a clown for them
With his face paint white and red
And on his best behavior
In a dark room on the bed he kissed them all
He'd kill ten thousand people
With a slight of his hand, running far, running fast to the dead
He took off all their clothes for them
He put a cloth on their lips, quiet hands, quiet kiss on the mouth
And in my best behavior
I am really just like him
Look beneath the floor boards
For the secrets I have hid

Documentário Sobre John Wayne Gacy Ainda Vivo com Entrevistas:


Para Configurar a Legenda Click na Segunda Opção e Ajuste do seu Jeito, Fonte e Cor ^^

CreepyPasta: O Palhaço


Era uma vez um casal, que tinham ido jantar fora e tinham deixado os filhos com a babysistter, que era muito querida por eles, e de confiança. Tudo estava a correr bem até que o pai recebe um telefonema da babysitter. Preocupado, pensando que umas das crianças estava com algo como, uma alergia, engasgada com alguma coisa, ou até um acidente, atendeu logo:
- Sim? ah Emily... O que aconteceu? Algo grave?
- Nada de mais patrão, só queria perguntar uma coisa. Posso tirar a estátua de Palhaço do quarto dos seus filhos? É que ele está assustando as crianças... - Disse a babysistter
O pai perplexo, fica pálido, e com uma voz eufórica ao telefone diz:
- Tira as crianças de casa! JÁ!
- Porquê?!
- Nós não temos nenhuma estátua de palhaço!
A babysistter correu para o quarto, mas quando chegou lá, já era tarde. Encontrou as crianças, com uma enorme mancha de sangue na cama, elas estavam mortas e desmembradas.
Ela saiu correndo da casa, viu uma viatura passar rondando a rua, e contou tudo à polícia. Até hoje ninguém sabe o que aconteceu realmente com as crianças, só que dizem que esse palhaço, entra nas casas onde haja crianças, finge-se de estátua e mata as crianças quando menos elas esperarem...






Título Original: Gacy

Sinopse: Em 1978, a polícia de Chicago fez uma busca na casa n° 8213 da West Summerdale Avenue, interrogando seu morador, John Wayne Gacy, palhaço amador muito querido pelas crianças da cidade e que dificilmente cometeria algum crime. Leve engano. Antes de deixarem o local um dos policiais estranhou um cheiro desagradável na casa; "É só um entupimento nos canos de esgoto", explicou Gacy. Mas os policiais decidiram investigar mesmo assim. No porão, sob um alçapão oculto, foram encontrados os restos de vinte e nove garotos entre nove e vinte e sete anos, com sinais de tortura, violências sexuais e estrangulamento.

Baseado em uma história real.


Em DVD- 13 de Maio de 2003 (Brasil)
Elenco:Adam Baldwin (John Gacy, Sr.)
Allison Lange (Gretchen)
Charlie Weber (Tom Kovacs)
Eddie Adams (Duane)

Estreou no Brasil: 13 de Maio de 2003




Cena do Filme:






quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Apresentação Atrasada

Olá seguidores do CreepyPastaDark, Vou fazer uma apresentação aqui atrasada. Meu nome é Erick Guimarães. Vocês devem ter percebido que o blog esta de cara nova, eu que mudei tudo, foi mal se ficou ruim    T-T meus contatos são...
Facebook: https://www.facebook.com/EriickGuimaraes
Sou dono do grupo: https://www.facebook.com/groups/311568258958248/?fref=ts

Msn: erick_guimaraes97@hotmail.com

Gmail: erickguimaraes97@gmail.com

Essa é uma CreepyPasta feita por mim baseada em um sonho que eu tive por 5 dias seguidos, espero que gostem ^^, quem quiser enviar uma creepypasta me add no facebook, caso tenha duvida, queira sugestões etc, participe do grupo, la também há muitos autores prontos pra ajudar, enfim ela ai.

O Diário de um Psicopata

09/01/2012
Olá, meu nome é Hunter , tenho 15 anos moro com minha mãe, comecei esse diário porque ultimamente minha cabeça não esta indo bem, venho me esquecendo das coisas...hoje não teve nada de diferente, acordei, tomei o café da manhã, fui pro colégio, voltei pra casa, enfim... nada demais

10/01/2012
Hoje me acordei péssimo, tive um pesadelo, não consigo me lembrar muito bem oque aconteceu nele mas foi muito ruim, não quero ter mais esse pesadelo de novo. Fora isso tudo como sempre.

11/01/2012
Tive aquele pesadelo de novo, estou cansado, me acordo suado, com mal estar.
Hoje eu encontrei uma caixa de ferro no porão da casa, grande o suficiente pra colocar um cachorro la dentro, não sei porque ela esta lá mas depois pergunto a minha mãe, ela trabalha o dia todo, não quero incomoda-la com isso

12/01/2012
Novamente aquele pesadelo... Porém me lembro um pouco dele, estava tudo escuro, talvez um lugar subterrâneo, eu estava parado olhando algo, não sei oque é, mas quero q acabe logo.

13/01/2012
Pesadelo de novo... Achei alguns fios elétricos no Porão, minha mãe chega do trabalho quando estou dormindo, por isso não vejo ela colocando as coisas lá, provavelmente está querendo fazendo algo para iluminar aquele porão.
Vou para casa de minha vó passar o final de semana lá, afinal hoje é sexta, dia de viagem.

16/01/2012
Pesadelos, Pesadelos... Quando isso vai acabar?...
O pesadelo foi diferente hoje, me lembro dele, eu estava em uma casa familiar, vi um rapaz jovem esfaqueando uma senhora de idade, foi triste... porque estou com esses sonhos... quero que acabe logo.

17/01/2012
Hoje o pesadelos foi mais intenso, me acordei tremendo, estou com medo... achei um papel na minha cama com algo escrito nele.

"Vamos nos divertir juntos, apenas eu estou brincando enquanto você observa, os pesadelos irão acabar."

Me assustei bastante com o que li, alguém esta querendo me perturbar? como entrou aqui em casa? Está na hora de falar com minha mãe, estou assustado.

18/01/2012
Pesadelos de novo, isso esta me enlouquecendo, Dessa vez eu estava observando alguém matar uma senhora com facadas... Foi Horrível...
Minha mãe não veio pra casa ontem, fiquei ate tarde esperando e nada... ligo pra elas mas ninguém atende, estou preocupado...

19/01/2012
Tive o mesmo pesadelo... fui ao porão e a caixa estava encima de uma mesa, tinha fios elétricos ligados a caixa, não sei porque aquilo estava ali, tive medo de mexer, vou chamar a policia.
Minha tia veio morar comigo e trouxe sua filha, passar um tempo aqui, estou precisando de apoio... São 19h, a Policia deve chegar amanhã, para não preocupar minha tia.

20/01/2012
São 2h da manhã. Sonhei com uma criança dentro de uma caixa de ferro, sendo eletrocutada ate a morte, ela começou a pegar fogo dentro da caixa enquanto se debatia com o choque, estou chorando...

4h da manhã. tive o mesmo sonho que tive quase agora mas dessa vez tinha uma mulher ao lado, amarrada, chorando... o rapaz a esfaqueou também, porque estou tendo esses sonhos? minha cama esta suja de sangue... oque esta acontecendo? minha tia sumiu... minha prima também... não aguento mais essa angustia...

5h da manhã, um policial apareceu aqui em casa por ter escutado gritos, estava escondido atras da porta, esperei ele passa e o acertei com uma faca na nuca...
Não sei mais oque estou fazendo, preciso de uma noite de sono sem pesadelos, não aguento mais.

6h da manhã me acordo no porão, encontro 4 corpos mutilados e 1 corpo pequeno, queimado dentro da caixa de ferro, um bilhete com uma mensagem

"Obrigado, você brincou comigo, agora só falta uma pessoa para que você durma em paz, você deve imaginar quem é... Não está com saudades da sua mãe? e da sua Vó?
Apenas durma...

-Hunter"

Mãe, Vó, Tia, Prima, me desculpem... irei encontrar vocês... finalmente irei durmir em paz...

                                                                                                                                      -Erick Guimarães

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Jovem Assassina


Mary Flora Bell (Newcastle upon Tyne, Inglaterra 26 de maio de 1957) foi a mais jovem homicida da história. Foi condenada em dezembro de 1968 pelo homicídio de dois meninos, Martin Brown (com quatro anos) e Brian Howe (com três). Bell tinha dez anos quando matou Brown, e 11, quando ela matou Howe. 

Filha de mãe solteira, prostituta e mentalmente perturbada, foi sexualmente abusada entre os quatro e oito anos de idade. 

Mary era filha de Betty McCrickett e Billy Bell, embora não se possa afirmar ao certo sua paternidade. Durante a infância, sua mãe teria tentado assassiná-la pelo menos uma vez. Mary, apelidada May desde cedo, era a filha mais velha de Betty, nascida quando esta contava com dezesseis anos. Billy Bell e Betty foram casados, e acredita-se que Mary tivesse um bom relacionamento com seu pai - fosse biológico ou não. No entanto, Bell seria preso por assalto armado. 

A vida familiar de Mary era completamente desestruturada, sua mãe aplicava castigos severos. Durante a infância, Mary era constantemente humilhada pela mãe, devido ao fato de urinar na cama. Betty esfregava o rosto da filha na urina e pendurava o colchão molhado do lado de fora , para todos verem. Mary também havia sido levada para uma agencia de adoção em 1960, porem não conseguiu que a filha fosse adotada. Nas inúmeras tentativas de se livrar de Mary, Betty entupiu a menina com remédios. Mas o que mais perturbava a menina era quando a sua mãe à obrigava a manter relações sexuais com homens adultos. E não rara as vezes, Mary era obrigada a participar de jogo sexuais com os clientes da mãe. Muitas vezes Betty obrigava a filha a se despir e fazer sexo oral em vários clientes. 
Ela foi condenada por asfixiar Martin Brown de de idade em 25 de maio de 1968 e jogá-lo do segundo andar de uma casa abandonada um dia antes de seu 11º aniversário. Matou ajudada pela amiga Norma Bell, que não era sua parenta. 

Dois meses depois matou Brian Howe em um local perto de uma linha de trem onde outras crianças costumavam brincar em meio a carros abandonados. A menina, após estrangular e perfurar as coxas e genitais do menino perfurou a letra "M" em sua barriga. 

Ela também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas. Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes. 

Foi considerada culpada de homicídio involuntário em 17 de dezembro de 1968. Em seu diagnóstico, psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatia. 

Mary Bell foi liberada da custódia em 1980, aos 23 anos, e foi concedido anonimato para começar uma nova vida com sua filha, que nasceu em 1984, e o marido. Vinte e sete anos depois de sua condenação, em 2007 e após a morte de sua mãe, ela aceitou falar à jornalista Gitta Sereny sobre sua infância. O resultado é uma biografia chamada Gritos no Vazio.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Jeffrey Dahmer



Jeffrey Lionel Dahmer,foi um serial killer americano.Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo. Já foi inspiração de vários artistas, como as bandas de thrash metal Slayer e Soulfly fizeram músicas sobre a história de Dahmer: "213" do Slayer, e "Jeffrey Dahmer" do Soulfly. Seu nome é citado na música "Cannibal" da cantora americana Kesha.


Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, onde estudou na Revere High School. Lá Dahmer jogava tenis e tocava clarinet. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Muitos de seus colegas o descreviam como "estranho" e "bizarro" por causa das constantes brincadeiras que cometia. Tudo parte de uma tentativa de Dahmer de se entrosar entre os colegas, algo em vão.
Após formar-se no ensino médio, foi abandonado por sua mãe em Bath, Ohio. Foi deixado, então, sem comida, sem dinheiro e com uma geladeira quebrada com apenas 18 anos. Estudou durante três meses na Universidade do Estado de Ohio, mas largou a universidade após 3 meses de bebedeiras. Foi então numa noite de Junho de 1978 que Dahmer cometeu seu primeiro assassinato.

O pai de Dahmer então o fez entrar no Exército, onde iria servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981, deram-lhe uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer revelou mais tarde à polícia que não conseguiria ver seu pai, então foi para Miami Beach, Florida porque estava "cansado do frio".
Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto deste ano, foi detido por expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.
No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.

A 25 de Setembro de 1988 foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi libertado. Pouco depois começou uma onda de crimes, matando quase uma pessoa por semana, que só terminaram em 1991.

Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando pelo ânus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse à polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido “os amantes”).

No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).

Em 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas. Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia, conduzindo-a até ao apartamento de Dahmer. Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um policial subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário. Dahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zombies".


Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15. As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa de homicídio de Edwards. O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade. O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão. Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.

Dahmer cumpriu a pena no Columbia Correctional Institution em Portage, Wisconsin, onde se tornou cristão.(por que todo mundo vira cristão affs) Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo seu pai. Roy Ratcliff, um pastor local, concordou em batizá-lo.

Depois de assistir a um serviço religioso na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer ficou apenas com feridas superficiais.
Em 28 de Novembro de 1994 Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até à morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico (afirmava receber visões do Além, sendo que em uma delas teria recebido a ordem para assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital, devido a vários traumas na cabeça.

O apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vago. Existem planos para o tornar num jardim em memória às vítimas.
Em 1994 Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel está reformado e vive com a mulher em Medina County, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey, apesar dos seus crimes. A banda de Thrash metal, Slayer, fez uma música sobre a história de Dahmer, o nome da música é "213".


FONTE:O Limbo

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Os10 serial killers mais conhecidos(ou não)

1 – JAVED IQBAL





Javed Iqbal Mughal (1956? – 2001) foi um assassino em série de Lahore, Punjab, Paquistão. Ele alegou ter matado 100 rapazes durante um período de 18 meses.


Ele foi preso em junho de 1998 por abusar sexualmente de dois meninos por dinheiro. Ele saiu da prisão sob fiança, e começou a matar meninos logo depois. Iqbal encontrava os garotos na rua, conquistava sua confiança, e, em seguida, drogava, estuprava e estrangulava os rapazes.


Cortava os corpos em pedaços e os colocava em um tanque cheio de ácido clorídrico. Depois que todos os restos mortais estavam liquefeitos, ele os despejava. Antes, ele usava o esgoto, mas os vizinhos reclamavam de um cheiro acre.


2 – GILLES DE RAIS





Rais lutava contra os ingleses, servindo muitas vezes ao lado de Joana d’Arc. Um ano depois dela ser queimada na fogueira, Rais se aposentou do serviço militar e retornou ao castelo de sua família, em Machecoul.


Lá, Rais começou uma campanha de assassinatos sádicos, matando entre 60 e 200 crianças. Ele preferia meninos com idades entre 6 e 18 anos. Suas vítimas tinham geralmente olhos azuis e cabelos loiros, e eram raptadas da vila de Machecoul e zonas circundantes, ou atraídos para o seu castelo.


Rais tinha uma câmara especialmente construída para manter suas vítimas. Além dos atos sexuais, ele matava usando uma variedade de métodos que incluía decapitação, desmembramento e estripação.


Sua primeira vítima foi um mensageiro de 12 anos, enforcado pelo pescoço em um gancho de metal, e estuprado antes de ser morto. Mais e mais crianças começaram a desaparecer e uma suspeita surgiu. Infelizmente, os moradores tinham medo de ir contra um dos homens mais poderosos da França.


Depois de alguma dificuldade, um caso foi finalmente criado contra ele. Rais declarou em seu julgamento que admirava as cabeças e partes de corpo de suas vítimas. Ele foi preso em setembro de 1440, e indiciado por 34 acusações de assassinato.


Ele acabaria por confessar os assassinatos sob a ameaça de tortura. Foi considerado culpado de assassinato, sodomia e heresia. Foi enforcado e depois queimado em 16 de outubro de 1440, juntamente com dois de seus servos.


3 – MIYUKI ISHIKAWA





Miyuki Ishikawa foi uma parteira experiente, que matou pelo menos 103 crianças recém-nascidas durante a década de 1940. Os pais destes recém-nascidos eram pobres e não podiam se dar ao luxo de criar uma criança. Ela também não podia criar os filhos, de modo que resolvia este problema negligenciando-os, e muitas destas crianças morreram por causa dessa negligência.


Ela até tentou receber pagamento por esta prática repugnante. Suas ações fizeram com que o governo japonês começasse a considerar a legalização do aborto.


4 – THUG BEHRAM





Behram era o líder da seita Thuggee, responsável pelo assassinato de 931 pessoas entre 1790 e 1840. Behram cometeu cerca de 125 assassinatos, usando o cerimonial ruhmal (que envolvia um lenço).


Para aderir à seita, um pai ou mãe deveria ter sido membro. Em pelo menos 65 assassinatos cometidos por Behram, um medalhão Canova foi lançado sobre o pomo de Adão (o medalhão era muito pesado) para aumentar a pressão, enquanto Behram estrangulava a vítima.


5 – DARYA SALTYKOVA





Como se servidão não fosse ruim o suficiente, esta nobre russa, durante os anos 1700, tornou o período ainda pior. Ela torturou e matou pelo menos 100 de seus servos, mas não foi presa até 1762, por causa de suas riquezas.


Em 1762, a imperatriz russa Catarina II decidiu julgar Saltykova publicamente, depois de parentes das mulheres assassinadas levarem uma petição até ela.


Saltykova foi considerada culpada do assassinato de 38 servas. Para punir Saltykova, Catarina acorrentou a mulher a uma plataforma por uma hora em Moscou, com um sinal no pescoço que dizia: “Esta mulher torturou e assassinou”. Darya foi condenada à prisão perpétua e morreu em 1801.


6 – HAROLD SHIPMAN





Harold Shipman, filho de pais religiosos e graduado em medicina, se tornou um médico e um membro respeitado em sua comunidade. No entanto, ele injetava seus pacientes – a maioria idosos – com venenos.


Sua última vítima foi a rica Kathleen Grundy, ex-prefeita de Hyde, Reino Unido, onde Shipman, conhecido como “Doutor Morte”, vivia. A filha de Grundy ficou alarmada quando sua mãe não deixou nada para seus filhos, mas deixou 386.000 libras esterlinas (mais de um milhão de reais) para Shipman. A polícia usou isso como evidência e o Doutor Morte foi preso. Ele cometeu suicídio na prisão, em 2004. Não o confunda o estadunidense Dr. Jack Kevorkian, defensor da eutanásia, também apelidado de Dr. Morte.


7 – AMELIA DYER





Amelia Dyer foi a pior assassina de bebês da história. Ela “cuidava” de filhos ilegítimos por uma taxa fixa. Dyer deixava as crianças morrerem por negligência e abusava quase que imediatamente delas.


O assassinato mais famoso foi, possivelmente, de Doris Marmon. Evelina Marmon deu à luz uma filha ilegítima, que ela deu para Dyer. O bebê, Doris, foi trazido para a casa da filha de Dyer, onde ela matou Doris amarrando seu pescoço em uma fita. Dyer foi enforcada por apenas um assassinato, mas matou cerca de 200 crianças.


8 – ELIZABETH BATHORY





Elizabeth Bathory foi uma condessa no século 16 na Hungria, responsável pelo assassinato de 200 a 300 mulheres jovens, trazidas para seu castelo com a promessa de um trabalho de serva bem remunerado.


Elas eram torturadas e mortas. As atrocidades incluíam espancamentos; queima ou mutilação das mãos, rostos e órgãos genitais; congelamento; mordidas na carne dos rostos e outras partes do corpo; cirurgias; fome; estupro e abuso sexual.


Ela acabou condenada à prisão domiciliar, onde morreu em 1614. Ela inspirou muitos mitos, o mais difundido sendo o de que se banhava no sangue de suas vítimas para restaurar sua aparência jovem.
(para ver sua biografia inteira aqui no blog clique aqui


9 – PEDRO LOPEZ





De longe, um dos assassinos mais prolíficos de todos os tempos, o “Monstro dos Andes” massacrou pessoas suficientes para encher uma pequena cidade.


Depois de matar cerca de 100 mulheres tribais no Peru na década de 1970, ele foi detido por forças tribais que estavam prontas para executá-lo quando foram convencidas por um missionário americano que estava hospedado com eles a levá-lo à polícia.


Infelizmente, a polícia deixou Lopez ir, e ele viajou ao Equador, onde passou a matar cerca de 3 a 4 meninas por semana, alegando que no Equador elas eram “mais gentis e confiantes, mais inocentes”.


Isso continuou até que ele foi pego, em 1980, mas a polícia ainda não tinha certeza de sua culpa. Uma enchente descobriu uma vala comum onde ele tinha escondido muitas de suas vítimas, que levou à sua prisão. No entanto, o governo do Equador o liberou em 1998, por “bom comportamento”.


10 – LUIS GARAVITO





Luis Garavito não é tão famoso quanto alguns de seus rivais, mas é o assassino mais prolífico de todos os tempos. Nascido em 25 de janeiro de 1957, “La Bestia” é o mais velho de sete irmãos. Sua infância foi governada por seu pai, mais tarde descrito como fisicamente e emocionalmente abusivo. Além disso, durante seu julgamento, Garavito disse ter sido abusado sexualmente quando era jovem, mas não disse por quem.


Os detalhes que cercam seus assassinatos maníacos são assustadores. Ele fazia as crianças acompanhá-lo através de ofertas de dinheiro para trabalhos, doces ou drogas. Todas as crianças eram amarradas, cruelmente torturadas, estupradas e acabavam mortas com a garganta cortada. Muitas foram decapitadas completamente.


Garavito foi capturado em 22 de abril de 1999. Ele confessou ter assassinado 140 crianças. Ele levou com precisão os investigadores da polícia aos túmulos de mais de 170 vítimas. Os investigadores acreditam que Garavito é responsável por mais de 400 mortes durante os anos antes de sua captura.


Ele está sob investigação pelo assassinato de 172 crianças em mais de 59 municípios da Colômbia. Ele foi considerado culpado em 138 dos 172 casos, os outros estão em andamento. As sentenças para estes 138 casos somam 1.853 anos e 9 dias.


Devido às restrições de direito colombiano, no entanto, ele não pode ser preso por mais de 30 anos. Além disso, como ele ajudou as autoridades a encontrar os corpos, sua pena foi reduzida para 22 anos. Garavito é considerado o pior assassino em série da história, por ter o maior número de mortes.


BÔNUS: MANÍACO DO PARQUE





Não podíamos deixar de falar do Maníaco do Parque, que apesar de não ter matado centenas de pessoas, chocou o Brasil como um serial killer brutal. Uma pesquisa do Ibope mostrou esse é o caso policial mais lembrado pelos brasileiros, com um índice de 76%.


Francisco de Assis Pereira, vulgo Maníaco do Parque, é um assassino em série brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove no ano de 1998. O referido parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo.


A polícia descobriu vários corpos, torturados, estrangulados, alguns nus, no parque. Francisco era motoboy. Quando virou suspeito dos crimes, desapareceu.


Mais tarde, seu ex-chefe percebeu que havia algo de errado com o vaso sanitário da empresa. Tentou consertar duas vezes, mas não conseguiu. Quebrou o encanamento e descobriu um bolo de papéis queimados, misturados aos restos de um churrasco feito no final de semana anterior, no cano de saída da privada.


Entre as coisas que o empresário recolheu do cano estava a carteira de identidade de Selma Ferreira Queiroz, uma das vítimas, parcialmente queimada. Isso alertou seu ex-patrão, que comunicou a polícia.


Quando capturado, o Maníaco do Parque disse que convencê-las era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria as garotas de elogios, se identificava como um caça-talentos de uma importante revista, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Elas aceitavam, e lá ele as estuprava e matava.


Ele mudou várias vezes o número de mulheres que matou, mas chegou a ter dito 15. Preso, o motoboy afirmou que havia sido abusado por uma tia materna, o que o fez desenvolver uma “fixação por seios”. Já mais velho, teria sido assediado por um patrão, passando então a ter relações homossexuais. Pereira disse ainda que teve uma namorada gótica que quase arrancou seu pênis com a boca. Por causa desse episódio, ele passou a sentir dor nas relações sexuais, fato confirmado por suas vítimas que sobreviveram.


No total, foi sentenciado a 271 anos de prisão. No entanto, de acordo com a lei brasileira, ninguém pode ficar mais de 30 anos preso. No mês posterior à sua prisão, em 1998, o motoboy recebeu mais de mil cartas de mulheres apaixonadas por ele, segundo Gilmar Rodrigues, autor do livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais”.


Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da cadeia confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo.


Francisco diz que hoje é um homem guiado pela palavra de Deus e se considera normal. Segundo ele, está vivo em razão da fé e também pelo “elo de amizades” que construiu. O que fez no passado não teria sido fruto de sua própria vontade e sim de “uma coisa maligna, maldita”

Elizabeth Bathory - História verídica da sangüinária Condess

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Resumo


Nasceu em 1560. Era considerada uma das mulheres mais belas da altura. Poderia ser muito atraente por fora, mas o seu interior revelava uma pessoa muito diferente.Elizabeth era uma sanguinária por natureza e há quem diga que assim o era devido a traumas de infância (não consegui apurar se era verdade ou mentira).Casou muito nova com o conde Ferencz Nadasdy de quem teve três filhos. O conde era um guerreiro conhecido e respeitado e como tal estava constantemente em guerras fora do seu castelo e da sua terra. Aproveitando isso e talvez por se sentir sozinha, Elizabeth começou então a buscar prazeres noutros lados.As influências foram surgindo da parte da sua tia, uma lésbica muito conhecida na altura e a partir daí, Elizabeth começou a partilhar o mesmo gosto por esse tipo de aventuras, participando em várias orgias organizadas pela sua tia.Recebeu também muitas influências da parte de criados seus que praticavam as artes da magia negra. 

Uma visita pela sua vida... 

A história da vida de Elizabeth começa na antiga fronteira entre a Roménia e a Hungria no castelo Ecsed, onde a família Bathory estava instalada.Em 1560, George Bathory (de descendência Ecsed) e Anna Bathory (de descendência Somlyo) tiveram uma filha, Elizabeth, fruto de um casamento entre duas nobres, mas decadentes famílias húngaras.A família Bathory era uma das mais ricas e poderosas famílias protestantes em toda a Hungria.Nela existiram dois dos mais importantes príncipes reinantes na Transilvânia, um vasto número de heróis de guerra, oficiais da igreja na Hungria e até mesmo um grande construtor de impérios, Stephen Bathory, príncipe da Transilvânia e rei da Polônia.Para além destes nobres a família Bathory era constituída por mais pessoas de um foro não tão nobre.Elizabeth tinha um tio que era supostamente adicto aos rituais e adoração em honra de Satanás, uma tia, (de quem já falei), Klara Bathory, conhecida como lésbica e bissexual que se divertia a torturar criados e ainda um irmão, Stephan, conhecido pela sua fama de bêbado e libertino. 

Passemos então a alguma informação sobre a condessa, apresentando um incidente acontecido durante a sua infância e que nos pode esclarecer acerca das suas atitudes:

Não se sabe bem quando, mas imagina-se que esta cena se passou entre os seis e os onze anos de Elizabeth, quando um grupo de ciganos foi chamado ao castelo de Ecsed (na altura sua casa) para divertir a corte.Durante a estadia dos ciganos no castelo um deles foi acusado de vender crianças aos turcos.Foi levado a julgamento, considerado culpado e sentenciado à morte.Elizabeth lembrava-se do choro do cigano durante a noite, lamentando a sua sentença e isso deve tê-la impressionado. De madrugada, Elizabeth escapou à vigilância da sua ama e correu para fora do castelo para ver a punição.Aí viu um cavalo no chão, moribundo, e alguns soldados a abrirem-lhe a barriga. Três dos soldados agarraram então no cigano e puseram-no dentro da barriga do cavalo, deixando-o apenas com a cabeça de fora e seguidamente coseram a barriga com uma agulha e linha.Outro relato que se conhece, mas não se sabe se é verídico é o seguinte:
- Aos nove anos de idade, um grupo de rebeldes atacou o seu castelo. A maior parte deste foi destruída e muitas das pessoas que lá viviam foram torturadas, violadas e posteriormente mortas.Elizabeth e as suas duas irmãs Anichka e Shandra foram levadas pelas suas amaspara se esconderem na floresta.Elizabeth encontrou refúgio numa árvore, mas as suas irmãs foram encontradas e torturadas até à morte. Elizabeth não teve outra escolha senão ver as suas irmãs e aias a serem violadas e mortas.Mais tarde encontrou o caminho para casa e viu os assassinos sentados numa mesa, posta fora do castelo, com o seu líder, Dozsa, numa cadeira de ferro, com fogo no fundo da mesma estando ele a ser cozinhado. Os outros assassinos foram obrigados a comer a carne cozinhada do seu líder. Parece que alguns não se importaram muito, talvez porque tinham fome na altura... Foram depois mortos.Esta punição foi infligida neles quando foram apanhados e o tio de Elizabeth pronunciou a sentença.O castelo foi restaurado, mas ninguém pôde preencher o vazio causado pela perda das irmãs e pai de Elizabeth.Embora isto não seja uma desculpa, para o posterior comportamento de Elizabeth, podemos perceber mais um bocado das suas atitudes anos mais tarde.Estes e mais alguns incidentes durante a sua infância, influenciaram a sua idéia do que seria um comportamento correto e conceitos de moralidade. 

Um olhar sobre a mulher:

Ao contrário de muitas mulheres da altura, Elizabeth foi muito bem educada e a sua inteligência ultrapassava até mesmo a de muitos homens. Ela era excepcional, tornou-se fluente em húngaro, latim e alemão quando a maior parte dos nobres húngaros nem sequer sabiam escrever. Até mesmo o príncipe regente daTransilvânia nesse tempo tinha pouca educação.Alguns professores modernos e contemporâneos dizem que embora ela fosse louca e capaz de fazer inúmeras atrocidades, era também uma pessoa com pleno controlo das suas faculdades. 

O seu futuro marido:

Em 1555, Ferenc Nadasdy nasce no seio de uma família que por direito de nobreza era tão prestigiosa quanto a dos Bathory, mas não era nem tão rica nem tão antiga.A educação de Ferenc foi meticulosamente documentada pela sua mãe, Ursula, viúva, durante o período entre 1567 e 1569 altura em que ele andava na escola de Vienna.Estes documentos comprovam que Ferenc não era um bom estudante. Mal aprendeu a escrever húngaro e a escrever e ler um pouco de alemão e latim.Ferenc desenvolveu-se como um atleta e pouco mais.Embora tivesse adquirido pouca educação acadêmica era certamente popular entre os seus colegas. Em 1571, aos 16 anos, graças às cuidadosas manipulações de sua mãe, Ferenc ficou noivo de Elizabeth, quando esta tinha apenas 11 anos de idade. 

O casamento:

Ferenc casou com Elizabeth a 8 de Maio de 1575 num acontecimento de gala onde até o Santo Imperador Romeno Maximian II foi convidado a estar. Sabe-se que ele não pôde ir devido a viagens, mas enviou uma delegação para o representar e um caro presente de casamento.O casamento, que juntou as duas proeminentes famílias protestantes realizou-se no castelo Varanno, onde o jovem Conde Ferenc Nadasdy juntou o nome da condessa ao seu. Mas Elizabeth, naquela altura já emancipada, escolheu permanecer uma Bathory a ficar apenas com o nome dela, já que o seu nome era mais antigo e mais ilustre que o dele. 

O desenrolar da história:

Ferenc escolheu a guerra como carreira e já não permanecia muito em casa, deixando assim Elizabeth no castelo Sarvar reinando e especialmente disciplinando os criados. A Condessa levava essa disciplina a um ponto considerado hoje sadismo.Bater nas criadas com um cacete era a menor das suas punições, de acordo com os relatos. Freqüentemente ela espetava alfinetes na parte superior e inferior dos lábios das raparigas...na sua carne...e debaixo das unhas.Uma punição particularmente dura era arrastar as raparigas para a neve, fora do castelo, onde ela ou as suas aias despejavam água fria nelas até morrerem congeladas.Durante os primeiros 10 anos de casamento, Elizabeth e Fernenc não tiveram filhos já que estavam muito pouco tempo juntos, dado o seu empenhamento na sua carreira militar, mas por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma rapariga que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes deu à luz Ursula e Katherina e em 1598 nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que ela escreveu a parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.Uma das coisas que Elizabeth fazia para se divertir durante a ausência do conde era visitar a sua tia Klara, a tal bissexual assumida de quem já falei. Rica e poderosa, Klara tinha sempre muitas raparigas disponíveis.Sendo assim, Elizabeth divertia-se muito nas suas visitas à tia, fato revelado pela freqüência das mesmas. Enquanto isso, Ferenc criava um grande nome para si próprio. Em meados de 1598, Ferenc era um conhecido herói de guerra: era um de cinco heróis conhecidos como o quinteto profano que inspirava o terror nos turcos que até mesmo o coroaram com uma popular alcunha reveladora do medo por eles sentido. Chamaram-no de "Cavaleiro Negro da Hungria".Durante essa mesma altura, a coroa começou a ter problemas por causa do pagamento aos seus heróis e acabou por gerar uma enorme dívida monetária à família Nadasdy, de quem Elizabeth agora fazia parte. 

A morte do Conde

No final de 1603, Ferenc ficou subitamente doente e acabou por morrer na manhã de 4 de Janeiro de 1604, quando uma forte nevada caiu no castelo Servar.Nunca se chegou, a saber, se Ferenc tinha conhecimento das atividades homicidas da sua mulher, mas sabe-se que durante o tempo que estava em casa também gostava de torturar os criados. Quando Ferenc permanecia em casa durante as raras tréguas com os turcos, juntava-se a Elizabeth e planeavam métodos de tortura, não chegando, no entanto, a ponto de matar os próprios criados como Elizabeth fazia.Apenas quatro semanas depois da morte do seu marido, Elizabeth decidiu que já tinha lamentado a morte dele o suficiente e depressa se apressou a fazer aparições na corte.Muitos historiadores pesquisadores da vida da Condessa dizem que a morte de Ferenc foi o impulso suficiente para a sua reputação de usar os banhos de sangue para fins cosméticos.Os relatos mostram que o seu comportamento sádico começou em força depois da morte do seu marido e indicam que nenhuma das testemunhas no julgamento mencionou o facto da Condessa se banhar em sangue. 

Uma possível justificação sobre o medo do envelhecimento demonstrado pela Condessa. 

Uma antiga lenda diz que em certa altura enquanto passeava com um jovem cavalheiro, Elizabeth foi verbalmente abusiva para uma senhora idosa, pois a Condessa achou que o aspecto da senhora era repulsivo.A senhora respondeu: "Cuidado, ó vaidosa, em breve ficarás como eu e depois, o que farás?” Esta foi outra das razões apresentada para justificar a obsessão de Elizabeth com a idade e o envelhecimento, apesar de não haver evidências em nenhum documento que comprovem este evento.Vale a pena mencionar aqui algumas outras lendas embora novamente aqui falte documentação para comprovar estas histórias.A prática sanguinária de Elizabeth começou quando uma criada acidentalmente puxou o cabelo da Condessa enquanto o estava a pentear.Elizabeth instintivamente bateu na rapariga com tanta força que a mesma começou a sangrar, fazendo com que o sangue espirrasse para a mão da Condessa.Ao princípio Elizabeth ficou enraivecida e apanhou uma toalha para limpar o sangue, mas subitamente reparou que à medida que o sangue ia secando a sua pele parecia ter retomado a mesma brancura e jovialidade da pele das jovens camponesas.Embora pareça que ela nunca tomou banho em sangue de raparigas, vários relatos mostram que as torturava de tal maneira que ficava ensopada no sangue delas tendo de trocar de roupa antes de poder prosseguir.Elizabeth poderia ter continuado com esta moda de torturar criados até à morte, à sua vontade e indefinidamente, porque até os clérigos naquele tempo consentiam que os nobres tratassem os seus criados da maneira que quisessem, por mais cruel que essa fosse e legalmente não faziam nada. 

Os seus cúmplices

Acompanhando a Condessa nestas ações macabras estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.Entre os anos de 1604 e 1610 uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia, que provavelmente era amante de Elizabeth, juntou-se a ela e ensinou-lhe novas técnicas de tortura. Passou a ser uma das mais ativas sádicas nas práticas de Elizabeth.Depois de um severo golpe, que a deixou cega, Darvulia deixou o seu trabalho a Elizabeth, Helena Jo e Dorka, certa de que as tinha ensinado bem.Completamente em pânico, algumas raparigas tentaram em vão escapar-se do castelo, embora se saiba que poucas o conseguiram. Aquelas que escapavam, eram logo encontradas e punidas da maneira a seguir relatada: “... uma rapariga de 12 anos chamada Pola conseguiu escapar do castelo, mas Dorka, ajudada por Helena Jo, apanhou a assustada rapariga de surpresa e levou-a à força para o castelo de Csejthe.A Condessa recebeu a rapariga no seu retorno. Estava furiosa, novamente. Avançou para a rapariga e forçou-a a entrar numa espécie de jaula, construída com a forma de uma grande bola, demasiado estreita para ser possível a pessoa sentar-se e demasiado baixa para se poder permanecer em pé.Uma vez colocada a rapariga lá dentro a jaula era erguida por uma roldana e dezenas de espigões ressaltavam de dentro dela.Pola tentou não ser apanhada pelos espigões, mas Ficzko manuseou as cordas de modo a que a jaula oscilasse para os lados. A carne de Pola ficou desfeita.Com a morte de Darvulia, na altura em que Elizabeth atingiu os seus 40 anos, esta tornou-se ainda mais descuidada.Era Darvulia que se certificava que as vítimas seriam apenas camponesas e que nenhuma rapariga da nobreza era levada, mas com a sua morte e também com as dúvidas das camponesas acerca das maravilhas do castelo Csejthe, Elizabeth começou então a escolher raparigas da baixa nobreza. Sentindo-se sozinha, a Condessa juntou-se à viúva de um fazendeiro da cidade vizinha de Miava. O nome dela era Erzsi Majorova.Aparentemente foi ela que encorajou Elizabeth a ir atrás de raparigas de berço nobre para além de continuar a sua busca entre as camponesas.As atrocidades de Elizabeth continuaram: Um cúmplice seu testemunhou que em alguns dias Elizabeth deitava raparigas nuas no chão do seu quarto e torturava-as de tal maneira que o chão ficava inundado de sangue.Elizabeth teve de pedir aos criados que trouxessem um tapete para tapar as poças de sangue.Uma jovem aia que não conseguiu agüentar as torturas e morreu muito rapidamente mereceu o seguinte comentário no diário da Condessa: "Ela era muito pequena...” Elizabeth chegou a um ponto na sua vida em que ficou muito doente e não conseguia levantar-se da cama nem arranjar forças para torturar as suas criadas. Ordenou então que lhe fosse trazida uma das suas jovens criadas.Dorothea Szentes, uma rude mulher camponesa arrastou uma das criadas jovens de Elizabeth para o seu lado e segurou-a aí.Elizabeth ergueu-se da sua cama e tal como um cão raivoso abriu a boca e mordeu a rapariga na face. Depois seguiu para os ombros onde rasgou um pedaço de carne com os dentes.Depois disso, Elizabeth mordeu os seios da rapariga.

O seu maior erro:

Elizabeth deixou de ter o cuidado de providenciar enterros cristãos, feitos pelo pastor protestante do local, pelo menos inicialmente. Depois de algum tempo, o pastor recusou-se a prosseguir com estes ritos, pois haviam muitas raparigas mortas por causas desconhecidas e misteriosas, mas sempre levadas a cabo por Elizabeth.Ela ameaçou-o então para que ele não revelasse os seus atos e continuou a ter os corpos enterrados secretamente.Mais perto do fim, os corpos começaram a serem deixados em locais perigosos (nos campos junto ao castelo, na horta perto da cozinha, etc.) Estas ações contribuíram muito para a descoberta dos seus crimes. 

Pormenores e descoberta dos crimes:

Ao longo do seu reinado como "Condessa Sanguinária", depois da morte do seu marido, outro dos seus propósitos foi fazer com que o rei húngaro, Mathias II pagasse as dívidas que tinha ao seu falecido marido Ferenc, de modo a que ela pudesse continuar com a sua vida sem preocupações.O rei não pagou essas dívidas e Elizabeth teve de vender dois castelos pertencentes à sua família nos arredores da Transilvânia.Estas ações chamaram a atenção do primo de Elizabeth, o conde Thurzo.O conde, reconhecendo o perigo deste procedimento, reuniu o resto do clã Bathory e planeou mandar exilar Elizabeth num convento onde iria findar os seus dias.Os planos do conde Thurzo para conseguir salvar a família foram interrompidos quando:- no Inverno de 1610, Elizabeth achou que a sua posição social era intocável perante a lei, desde que os seus criados lançassem raparigas mortas das muralhas do castelo para um sítio descampado onde existiam lobos vorazes. Mas, esta cena foi vista pelos habitantes da vila de Csejthe, que informaram os oficiais do rei.O rei e os altos oficiais da igreja forçaram o rei Thurzo a agir, e ele assim o fez, pretendendo apenas proteger os interesses da família Bathory. O ataque foi planeado para ser feito no feriado de Natal, enquanto o Parlamento Húngaro não estava reunido.A 29 de Setembro de 1610 foi efetuado o ataque ao castelo Csejthe.Não houve necessidade de fazer um ataque noturno de surpresa, pois ao longo dos anos, as evidências dos crimes de Elizabeth foram-se acumulando.Quando o grupo de ataque chegou à mansão senhorial de Elizabeth, encontraram o corpo de uma criada espancada mesmo antes de entrarem, pois Elizabeth e os seus cúmplices não se tinham preocupado em enterrar o corpo.Dentro da casa, os nobres depararam-se ainda com os corpos de mais duas raparigas, muito marcadas pelas torturas estando uma delas ainda viva.Na carta que escreveu à sua mulher, o conde Thurzo disse: "Tomei a mulher Nadasdy em custódia, ela foi imediatamente levada para a sua fortaleza... Irá ser bem vigiada e mantida em forte imprisionamento até Deus e a lei decidirem acerca dela... Esperarei apenas até que a mulher acusada seja levada para a fortaleza e se instale num quarto próprio para ela”.O conde Thurzo não esperou por Deus e a lei, pois decidiu que Elizabeth não devia ser levada a tribunal, mas sim sentenciada a permanecer presa no seu castelo Csejthe. 

Os julgamentos:

Os julgamentos em 2 e 7 de Janeiro de 1611 foram feitos apenas para satisfazer um ato oficial.Durante os julgamentos, os testemunhos dos seus cúmplices, Ficzko, Dorka, Katharina Beneczky e Helena Jo foram ouvidos. Erzi Majorova foi julgada muito mais tarde porque desapareceu. É importante salientar que as quatro testemunhas mencionaram apenas entre 30 e 60 mortes, mas uma quinta testemunha, ouvida no dia 7 de Janeiro, revelou a peça do puzzle que faltava.O testemunho mais surpreendente veio de uma mulher, identificada apenas como "senhora Zusanna", não tendo sido mencionado o seu último nome, que depois de descrever as torturas feitas por Helena Jo, Dorothea e Ficzko...e de ter pedido um atenuante para Katarina Beneczky, revelou a evidência mais chocante deste julgamento: existia uma lista ou registro (que se encontrava num cesto de desenhos), feito pela Condessa onde a própria revelava o número de raparigas mortas até então: foram 650.Os criados foram considerados culpados e as suas penas deliberadas da seguinte maneira:- Em primeiro lugar, Helena Jo, seguida por Dorothea Szentes, as então chamadas de culpadas do grande crime foram condenadas a: os seus dedos (aqueles que usaram como instrumentos de tortura e na carnificina e ainda por onde pingou o sangue de cristãs) seriam arrancados pelo executor público com uma pinça incandescente e posteriormente os seus corpos deveriam ser atirados ainda vivos para o fogo.- Ficzko foi decapitado. O seu corpo, exangue, juntar-se-ia ao dos seus cúmplices e seria também queimado.Apenas Katharina Beneczky escapou à sentença de morte.Mais tarde, a 24 de Janeiro de 1611, Erzsi Majorova foi encontrada, considerada culpada e executada.Apenas Elizabeth não foi trazida perante a corte e julgada, graças a uma carta escrita pela sua poderosa família e às maquinações do conde Thurzo. 

A sentença de Elizabeth:

A sentença de Elizabeth foi proferida pelo próprio conde Thurzo: "Tu, Elizabeth, és como um animal" - disse ele - "estás nos últimos meses da tua vida. Não mereces respirar o ar nesta terra, nem ver a luz do Senhor. Irás desaparecer deste mundo e nunca mais irás aparecer. As sombras irão encobrir-te e terás tempo para te arrependeres da tua brutal vida. Condeno-te, Senhora de Csejthe, a seres impressionada perpetuamente no teu próprio castelo."Trabalhadores foram chamados para tapar totalmente as janelas e a porta com tijolos do quarto de Elizabeth no castelo de Csejthe onde ela passaria o resto da sua vida. Seria deixado aberto apenas um pequeno orifício por onde passaria a comida e o ar. Fora desta cena, quatro forcas foram mandadas construir nos quatro cantos do castelo para demonstrar aos camponeses que justiça havia sido feita.Em 31 de Julho de 1614, Elizabeth deu a conhecer a sua última vontade em testamento a dois padres catedráticos da diocese de Esztergon. Ela desejou que todos os bens que restassem da sua família fossem divididos igualmente pelos seus filhos e descendentes.

Acerca da sua morte:

Em Agosto do ano de 1614 um dos carcereiros da Condessa quis vê-la, pois era sabido que ela tinha sido (ou era ainda) uma das mulheres mais bonitas da Hungria.Espreitando através da pequena abertura na sua cela de paredes, ele viu a Condessa deitada no chão.Elizabeth Bathory estava morta aos 54 anos.O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "infame Senhora" sepultada na cidade. 

Curiosidades:

Sobre a lápide do túmulo desta sangrenta Condessa, Elizabeth Bathory, que fora enterrada depois de muitas discussões, está este símbolo...Detalhe, quem mandou incuti-lo ali, foi um de seus fiéis Lacaios:

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