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quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Teoria de Barney e seus Amigos



Sei lá, eu tenho uma pequena teoria sobre Barney, o dinossauro:
Não é novidade pra ninguém, o dinossauro roxo vem da imaginação das crianças, é dito até na música. Porém, já notou o papel que o dinossauro faz na vida das crianças? As vezes, algumas crianças enfrentam problemas com o irmão, como dividir um brinquedo e o Barney conversa com elas, as vezes até é demonstrado não ter preconceito com crianças (recordo-me de um episódio em que tem uma criança que andava de cadeira de rodas e outro que uma garota não possuía um braço) como se fosse um conselheiro... ou um pai.
O local que se passa a historia de Barney e seus "amigos" é, na verdade, um orfanato e não uma escola ou algo assim. A mulher de pele negra que aparece em todo episódio mostrando algo de outro país para os pequenos é uma garota que viveu no orfanato a anos atrás e que sonhava em conhecer o mundo, e hoje cumpre tudo que seus sonhos de infância a mandam e volta ao orfanato ao final de viagens para visitar as crianças.
Ok, mas no final dos episódios as crianças dizem "eu vou pra casa, minha mãe está me esperando" ou algo do gênero... Isso pode ser na verdade elas indo se deitar, fechar os olhos e sonhar com possíveis casais que os adotarão um dia.
A teoria explica também a música, já que nela é dita "Somos uma família feliz"; exatamente, família. Um orfanato passa isso pra crianças que vivem lá.

Fonte:Silvio Nilo (O Pior dos Cartoons)

terça-feira, 22 de março de 2016

O CANAL INFINITO



Existe uma lenda que circula em torno da indústria televisiva.

Trata-se do Canal ∞, é difícil acessa-lo, mas não impossível e ,os relatos dos que conseguiram, são variados. Dizem que grandes figuras conseguiram acessa-lo, e isso foi a verdadeira razão de seu sucesso. É um ritual que pode te revelar informações preciosas, pode te mostrar o caminho do poder, mas também pode ter suas consequências.

Eu vou lhe dizer como chegar lá e então o que fazer.

Primeiramente você vai precisar de:

Uma televisão, de preferência uma analógica ou a mais antiga que conseguir.
Um controle remoto, não precisa ser exatamente o controle da televisão, pode ser de qualquer outra.

Ligue a TV e coloque em qualquer canal estático, ou que apenas esteja em tela azul ou preta. Basicamente só colocar em algum canal que não receba sinal.

Saia de sua casa por três horas, mas mantenha a TV ligada. Se tiver outra pessoa na casa, deve sair com você. Também é importante e recomendado chamar outros amigos quando voltar à sua casa.

Durante essas três horas, você precisará adquirir alguns itens. Nenhum deles é obrigatório, mas podem serão úteis. Vou listar os itens em ordem de importância.



Um item muito querido por você;
Dois espelhos. Devem ser pequenos, como espelhos de bolso;
Uma faca , de pelo menos 25 cm;
Um livro que você já leu;
Um aparelho de celular;
Uma chave;
Um martelo ou marreta;


Após se passarem às três horas, retorne à sua casa e para o quarto ou sala onde a TV está.

Feche a porta.

Olhe fixamente para tela de estática até se sentir desorientado ou tonto.

Chame seus amigos para entrar.


Dê o item querido por você para a pessoa na qual você mais se preocupa, em seguida, peça para que todos se retirem. Se você não pegou um item querido, você deve sussurrar algum segredo em seu ouvido.

Peça para que todos saiam da sala e que de forma alguma, não abram a porta novamente, não importe o que aconteça, não importe o que eles escutem, NÃO ABRAM A PORTA!

(Obs.: Quanto mais amigos você chamar, mais seguro você estará, porém, mais riscos eles correrão)

Fique de costas para TV e segure os espelhos a sua frente, um em cada mão, um refletindo o a estática e outro refletindo seu rosto. Fique assim até que uma pergunta apareça na tela. Se você não trouxe os espelhos, sente-se de costas para TV até ouvir um barulho vindo dela.

Peque o controle remoto. Haverá uma pergunta qualquer na tela. Pressione botão que avança ao próximo canal para responder sim ou aperte o que retrocede ao canal anterior para responder não. Serão ao todo 26 perguntas, suas respostas devem ser honestas. Podem ser desde questões triviais até profundas questões filosóficas pessoais. Você responder com honestidade todas as questões, ou você não terá sucesso em alcançar o Canal ∞.

Após as perguntas, uma dessas três coisas acontecerá:

Ou seu programa favorito de todos os tempos vai iniciar em um episódio totalmente inédito, porem, com todos os personagens estão mortos.
Ou um vórtice de vento ira cercá-lo e você será puxado para uma dimensão alternativa. Se isso acontecer, você ficará preso lá e precisará do celular, chave, livro e o martelo para poder sair. Não vou lhe dizer o que fazer, você terá que descobrir por si só, caso seja necessário.
Ou talvez a imagem da pessoa que você menos goste dentre seus amigos vai aparecer na tela da TV. Você vai encravar a faca na televisão, óbvio que não é para acertar o vidro e sim a parte de plástico ou madeira dependendo da TV.

Depois disto, você terá alcançado o Canal ∞.

Na tela aparecerá um menu de navegação com links como “O sentido da vida” ou “Poderes ocultos da mente” entre várias perguntas que nenhuma ciência poderia responder. Escolha uma para obter a resposta.

Se você continuar assistindo a estática, sem se desorientar ou quebrar o contato visual com a televisão, você vai ver uma série de imagens se decifrado, revelando a resposta da questão que você mais gostaria de responder.

Ainda existem muitas coisas para se desvendar desse ritual. Basta fazer o que acha que deve ser feito. Você pode descobrir coisas realmente boas, mas algumas serão ruins. Você pode deixar o quarto a qualquer momento.

No entanto existem mais dois pontos de atenção. Você nunca pode contar a ninguém as respostas que descobriu depois de acessar o canal ∞ e você só pode acessar o canal∞ quatro vezes em sua vida.

Espero que você encontre suas respostas.


sábado, 30 de maio de 2015

Slenderman Proxy: Rouge



As pessoas pouco passavam por este território, mais devido ao fato do clima ser muito frio, Isso entediava a "cão de guarda" do domínio do Slenderman. Ela não era biologicamente um cão, mas ela ganhou o nome por vigiar o perímetro,locomoves-se rastejando em suas vigílias como um lobo e se destacando por seus ataques aéreos. Ela usava um moletom vermelho e esfarrapado, com capuz; As mangas arregaçadas até os cotovelos, revelando ferimentos auto- infligidos que agora só restavam cicatrizes, em volta o pescoço ela usava um lenço cinza com a marca do circulo com um “X” dentro, significando que ela era um proxy, uma marionete viva do Homem esguio




Ela também tinha manchas em sua calça bege, pesados ​​coturnos pretos e uma máscara com horríveis atributos sombrios.Olhos pretos e vazios, um largo sorriso enigmático e manchas de sangue seco salpicado de suas vítimas anteriores, que podem causar medo e arrepio a qualquer pessoa sã. Sua característica mais destacada é suas luvas que continham afiadasgarras de metal curvadas na ponta dos dedos. Todos esses recursos contribuíram para o que ela fosse à escolhida, a mais recente Proxy do Slenderman.




Rouge se arrastava pelo mato, realizando manobras e afastando restos mortais dispersos que exalavam um odoralmiscaro, enquanto atravessava o nevoeiro muito bem acomodado. Para dizer a verdade, ela não sabia que tipo de caça a aguardava. Nenhum ser humano no perfeito juízo iria fazer uma viagem de caminhada tão cedo. A Proxy mascaradaparecia não encontrar nada de interessante para fazer nesse meio tempo. O outro ainda estava dormindo e ela estava de plantão para vigiar o terreno reivindicado. Ela escalou para cima das copas das árvores e encontrou um ramo robusto para lounge enquanto ela mantinha estreita vigilância de cima.




Quando o céu tornou-se um tom mais claro e o sol surgiu, não havia mais vida na floresta. Apenas o chilicar das cigarras e uma voz inconfundível de um ser humano

-Não, eu não encontrei Greg ainda querida. Estou tentando! Os policiais não estão ajudando muito e eu me sentiria um péssimo dono se não fizesse algo sobre isso... Já faz três semanas Kayla!




A voz pertencia a um homem adulto. Finalmente! Depois de semanas de espera por algo que vale a pena, Rougeposicionou-se como um predador, cravando suas garras de metal para o ramo enquanto ouvia atentamente de onde o som vinha. Uma vez que ela identificou a localização, ela agiu! Saltava de galho em galho dos topos das árvores, emitindo estridentes e agudos gritos como de um coiote. Uma vez que ela avistou o confuso, homem magro de meia idade que estava conversando ao telefone, suas risadas excruciantes cessou, apenas se movendo através das copas das árvores, galho em galho, fazendo com que as folhas caíssem em um ritmo acelerado. Ela continuou assustando e brincando com sua vítima.




Ao vê-lo encharcado de medo, foi o suficiente para incentivá-la o tormento contínuo. Enquanto se movia de uma árvore para outra, ela voltou com seus uivos semelhantes de um animal assustador, provocando arrepios na espinha do homem.




- Eu te ligo quando chegar, querida - Ele gaguejou quando clicou para encerrar a chamada e deixou o telefone cair no chão devido à mão tremula, tentando reunir coragem suficiente para produzir uma sentença coerente – G-Greg? ...Gregory? – Ele murmurou pateticamente, esperando que fosse seu ente querido desaparecido. Mal sabia ele que seu filho tinha sido vítima do Slenderman.




Depois de um tempo brincando com seus medos, ela parou em um galho resistente acima dele, pairando sobre ele e olhou para o homem, com seus olhos murchados, ocos e escuros. Ele podia ouvir o som abafado de respiração pesada que vinha acima dele. Ela sorriu maliciosamente por trás da máscara enigmática que obscurecia o rosto da predadora.




-Não olhe para cima... Ou você vai se arrepender.




Ela murmurou enquanto passava as pontas dos dedos com garras em seu outro braço, fazendo mais uma ferida fina que sangrava seu sangue fresco que caia pingando na cabeça do homem.
O perigo era pior do que qualquer coisa que ele já encontrou na vida. As características horríveis desta criatura quase a fezparecer tão desumana. Ele começou a gritar e tropeçou para trás quando viu o horror acima dele. Rouge se lançou para fora do galho, derrubando-o no chão com seus pés sobre seu peito e começou a cortar o seu rosto, suas garras cortando a sua carne como se fosse manteiga e torceu os braços até que eles se separaram de seu corpo.

O homem indefeso começou a chorar de dor quando ele tentou lutar contra a Proxy acima dele, mas sem sucesso. Seusgritos eram apenas música para os ouvidos ímpios quando ela usou a ponta de sua garra para penetrar através de seu olho,ligando-o e puxando a esfera para fora do soquete e cobiçado-lo antes de jogá-lo de lado e fazer o mesmo com o outro olho.




Ela continuou sua tortura, até que ele deu o seu último grito de gelar o sangue que ecoou pela floresta.




- Você não deveria se perder por aqui, estranho - A assassina riu com o homem desfigurado, morto em seu próprio líquido vermelho.

Fonte:SigmaPasta

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Five Nights at Freddy’s: veja a aterrorizante história por trás do game

Five Nights at Freddy’s, desde que foi lançado, tem despertado a curiosidade dos jogadores sobre o seu enredo. O game em si não explica muito sobre sua história, o que deixou o restante por conta da imaginação dos jogadores, povoando a internet com todo tipo de teoria, mitos e até especulações de que a história do jogo é real? Saiba agora o que é mito e o que é verdade na história de Five Nights at Freddy’s 2.



Conheça a verdadeira história do tenebroso jogo Five Nights at Freddy's





A história verdadeira do game de terror



Em Five Nights at Freddy’s, assim como na sua sequência, Five Nights at Freddy’s 2, controlamos um personagem que aceitou o emprego para trabalhar cinco noites (são sete no segundo jogo) como vigia noturno na Freddy Fazbear’s Pizza. O trabalho consiste em verificar as câmeras de segurança. A tarefa parece simples, mas já na primeira noite, coisas estranhas começam a acontecer.


Porém, a pizzaria, que por fora parece um lugar de diversão com foco no público infantil, possui diversos rumores envolvendo sumiços de crianças e até homicídios. Todos os rumores cercam os bonecos usados para animar a pizzaria, os “animatrônicos”. Todos os rumores apontados aqui, como parte da história real do jogo, foram retirados do próprio game. Esses rumores podem ser encontrados em artigos que estão grudados nas paredes da pizzaria.Artigos nas paredes confiram os rumores de que há algo estranho na pizzaria




São quatro artigos, e cada um trata de um incidente em particular. O primeiro deles menciona o desaparecimento de duas crianças, cujos corpos nunca foram encontrados, mas o sequestrador foi localizado graças as câmeras de vigilância. As crianças porém, nunca foram localizadas e presume-se que estejam mortas.


O segundo artigo trata de uma interdição sanitária. A Freddy Fazbear’s Pizza teria sido interditada depois que alguns consumidores estariam se queixando de fortes odores de putrefação vindo dos bonecos que animam a pizzaria.


O terceiro artigo comenta o desaparecimento de mais três crianças, o que dá a entender que agora são cinco crianças desaparecidas, todas ligadas a incidentes ocorridos dentro da pizzaria Freddy Fazbear’s. Segundo o artigo, há um novo suspeito, mas a polícia nunca encontrou os corpos das crianças desaparecidas. Ainda segundo esse artigo, a Freddy Fazbear’s passa por várias dificuldades financeiras, depois dos polêmicos desaparecimentos das crianças.




                                                                         Five Nights at Freddy's





O quarto e último artigo narra o fechamento da pizzaria. Segundo o artigo, a pizzaria fechou após um ano procurando um comprador, o dono não encontrou alguém disposto a comprar o seu negócio, que faliu devido às polêmicas envolvendo o desaparecimento de crianças. No artigo, o proprietário deixa uma mensagem que parece não ter sentido: “Esses bonecos vão viver, no coração das crianças, esses bonecos vão viver”.


Algum tempo depois, misteriosamente, a pizzaria Freddy Fazbear’s reabre suas portas. O classificado de um jornal menciona o evento ao mesmo tempo em que anuncia a demanda por um vigia noturno, para trabalhar da meia noite às seis da manhã. Dentre outras informações, o anúncio descreve o salário mas deixa um aviso de que o empregador “Não assumirá a responsabilidade por lesões e desmembramentos”.


Assim se inicia um dos jogos indie de terror mais divertidos da atualidade. Mas a história de Five Nights at Freddy’s não acaba com esta breve introdução. Durante o primeiro jogo, um personagem obscuro, uma pessoa que conversa com você pelo telefone, dá dicas e mencionando eventos anteriores a contratação do novo vigia. Esse personagem também aparece em Five Nights at Freddy’s 2.


Five Nights at Freddy’s 2


Os animatrônicos estão possuídos por alguma “coisa”



Há quatro bonecos animados em Five Nights at Freddy’s: Freddy (o urso), Bonnie (o coelho) Chica (a galinha) e a raposa Foxy. No segundo jogo são seis animatrônicos, os três do primeiro jogo (Freddy, Bonnie e Chica) e mais três bonecos novos: Puppet, Ballon Boy e Mangle.


Os animatrônicos são bonecos animados através de motores elétricos, capazes de se movimentar sozinhos e com grande complexidade de movimentos. Na história do jogo, eles são usados para servir os clientes da pizzaria, e animar o ambiente através de brincadeiras e shows.


Entretanto, o jogo não explica se por mau funcionamento ou algum outro motivo, esses robôs começaram a importunar os clientes. Mas segundo o próprio criador do jogo, que confirmou, via twitter, que os bonecos do jogo são mal assombrados.




próprio criador do jogo confirma que os bonecos são mal assombrados


A “Mordida de 87″



A “mordida de 87″ é um incidente ocorrido na pizzaria Freddy Fazbear’s em 1987. Quem menciona este evento pela primeira vez é o “Phone Guy”, a pessoa que fala pelo telefone em ambos os jogos. Os detalhes deste incidente macabro, são contados em Five Nights at Freddy’s 2.


Neste incidente, que custou a reputação da pizzaria, um dos clientes foi atacado e mordido por um dos animatrônicos. Os detalhes do ataque não são mencionados, apenas o estado em que a vítima ficou, sem partes do rosto e do cérebro.

A Pizzaria Freddy Fazbear realmente existe?



Com um enredo cheio de lacunas e dando margem a imaginação dos jogadores, não demorou muito para a internet ser inundada com teorias sobre o jogo. A mais descabida é que a pizzaria existe de verdade.

Rumor de que a pizzaria era verdadeira se espalhou rapidamente na internet


Esse rumor ganhou força no mês seguinte ao lançamento do primeiro jogo, quando os jogadores foram buscar informações sobre o mesmo. Ao pesquisar no site da Google, um dos resultados aponta para um local no Google Maps, chamado Freddy Fazbear’s Pizzaria.


Segundo o Google Maps, a pizzaria macabra estaria localizada nos Estados Unidos, mais precisamente na cidade de Hurricane, estado de Utah. Obviamente tudo não passa de uma brincadeira. Alguém marcou o local no Google Maps e adicionou fotos falsas, todas já foram apagadas.


Teorias e conspirações dos jogadores



Como o próprio criador do jogo, Scott Cawton, comentou, o restante da história fica a cargo do jogador. Há muitas teorias sobre o que realmente aconteceu na pizzaria. A mais forte delas é que os próprios animatrônicos foram os responsáveis pelo desaparecimento das crianças e que eles teriam destruído as evidências.

Novos bonecos são um dos destaques de Five Nights at Freddy’s 2

Outra teoria supõe que os animatrônicos confundem os seres humanos com versões de deles, mas o revestimento exterior. Assim, eles tentam colocar os humanos dentro de carcaças de outros animatrônicos.




Não há como confirmar nenhuma delas, já que o restante da história é quase interpretativa, ou seja, depende de cada jogador. Ainda assim, Five Nights at Freddy’s é um jogo cheio de segredos e os jogadores não veem a hora de colocar as mãos no terceiro jogo para descobrir mais sobre o mistério dessa pizzaria macabra.


Fonte:Techtudo

terça-feira, 22 de abril de 2014

Suposta história do Flappy Bird

Olá seres obscuros?Como estão?
Tem tido boas noites de sono?
Desculpem pela ausência no blog(grande ausência por sinal).Estava com problemas na antena da net do meu pc,mas tudo já foi resolvido, voltarei a postar de segunda a sexta no blog.
Mas então...
Sentiram falta da "Titia GirlWolf" U.U?

Abaixo está uma das creepys que achei,láááá no Medo B (link do blog no fim da postagem),trata-se do jogo Flappy Bird,o jogo que "bombou" em dowloads.
Leiam abaixo a suposta história do jogo.




Um assunto curioso e um tanto estranho. 
Costumo visitar a deep web de vez em quando, embora ela tenha se tornado notória recentemente, ela já existia, sempre existiu. 
Pouco tempo atrás me deparei com algo que achei interessante mas que não era relevante, algo que não dei muita atenção porém, passei essa madrugada toda tentando localizar o que eu havia visto pois, achei que gostariam de saber de uma história que chamo de "coincidência intrigante."
Antes de começar a história, vai aqui um resumo do que é a deep web:
Muitos conhecem ou ao menos já ouviram falar da chamada Deep Web, estou certo disso.
Por lá encontramos todo o tipo de informação e a quantidade de coisas bizarras e até mesmo desumanas são abundantes.
Em resumo, na deep web está tudo aquilo que o google e outros buscadores desprezam e o motivo é óbvio, o conteúdo geralmente é ilegal.



Muitos já sabem, para navegar na deep web basta ter um navegador específco mas, o que a maioria dos usuários comuns desconhecem é que a deep web possui níveis mais profundos e nem sempre os aplicativos padrões da própria deep web são capazes de chegarem nesses níveis.
Estou falando do que há muito além da deep web, falo da última camada chamada: Marianas Web.
A deep web é uma criança perto do primeiro nível da camada Mariana, muitos pensam ter acessado informações privadas e bizarras na deep web mas a verdade é que parte do que está ali é fake, um "vídeozinho" de alguém sendo decaptado, um animal sendo queimado vivo, por conta dessas coisas muitos pensam terem chegado ao fundo da deep web mas, estão enganados, o fundo é tão dificil de se ter acesso que até mesmo o FBI tem dificuldades em checar, ali é para poucos e sem conhecimento avançado, sem alguém que é parte disso para lhe dar as instruções e sem a ajuda de diversos softwares você não será capaz de acessá-la, eu não recomendo mas, se você é uma pessoa teimosa ao menos tenha um pc só para isso pois, ali a coisa não é brincadeira.
Agora que resumi a questão, contarei uma histórinha...
Na Marianas web existe o site de um grupo conhecido por "Devil Mate." Trata-se de uma seita satânica bem diferente de todas as outras que já conhecemos antes.
Para começar, o local é um fórum e aceita qualquer um como membro porém, os membros devem evoluir para ter acesso às informações e a única maneira de fazer isso é praticando rituais bizarros que deverão serem gravados em vídeo como uma maneira de comprovar o ato.
Os usuários membros possuem um nível que vai desde o 1 ao 66.
Usuários nível 1 não praticam rituais, basicamente são os considerados "leitores."
Depois de um tempo, a pessoa decide se quer ou não fazer parte da seita e do nível 2 em diante a coisa pega.
Beber sangue de galinha preta, comer um coração cru de um porco, beber sangue de virgem menstruada, essas são apenas algumas das obrigações dos membros que se aprofundam nessa seita e acreditem ou não, existem outros rituais ainda mais macabros e de nível extremamente cruel por lá.



Mas a questão é:
Por que alguém faria isso? Ou melhor! Em troca de que?
A resposta é: Dinheiro e fama.
A proposta da seita Devil Mate é a de formar um exercito de pessoas bem sucedidas financeiramente aliás, essa é a meta deles.
Há muito do bizarro e estranho por lá e parece que todos os membros estão satisfeitos com os resultados, funciona assim: 
Para cada nível, o membro pratica um ritual, depois disso os anciões (acho que são os moderadores ou líderes da seita) instruem o membro com uma espécie de manual detalhado sobre o que ele deverá fazer para ser bem sucedido financeiramente, por exemplo:
Se a pessoa trabalha com uma franquia de fast food, deverá seguir algumas regras e rituais, assim ela terá prosperidade financeira em seu negócio.
Eu realmente vi muitos membros por lá e teve um que me chamou muita a atenção:

Usuário Gnod...
Esse usuário parece estar em um nível relativamente avançado, 
Em uma das discussões do forum Gnod recebeu uma tarefa definitiva para alcançar o primeiro nível de prosperidade, ele já havia feito outras tarefas antes mas agora, ele passaria para o nível 27, esse parece ser o nível onde as coisas começam a andar.
Depois de ter cumprido com a tarefa ele recebeu instruções do que deveria fazer para alcançar o sucesso. As instruções estão criptografadas e podem ser lidas por meio de um criptograma especifico criado pela a Devil Mate, apenas usuários de confiança e de determinado nível conseguem a ferramenta e antes que me perguntem como eu consegui, aqui vai a resposta: Não sou membro, apenas consegui.

Na instrução criptografada contém um código fonte de um software que Gnod deveria desenvolver, o código não é completo, apenas algo oculto dentro disso tudo. Tal software faria render muito dinheiro para Gnod e a data da discussão é do final de 2012 e se trata de um jogo que deveria rodar nas plataformas iOS e Android. Após a publicação do suposto jogo, Gnod deveria realizar mais um ritual e apartir daí, seu sucesso seria absoluto, em outras palavras, Gnod se tornaria bem sucedido financeiramente. 
Agora, veremos a razão por tal assunto chamar um pouco minha atenção, veja essa imagem abaixo:



Você notou algo familiar nisso? O desenho de um pequeno pássaro na imagem é idêntico ao de um jogo chamado Flappy Bird. O jogo fez muito sucesso e o seu desenvolvedor ganhou (e ainda ganha) muito dinheiro com ele mas...
Por incrível que possa parecer, sem motivos, causa ou razões divulgadas, o desenvolvedor resolveu publicar em seu perfil no Twitter que irá retirar o jogo do ar.
Ele não diz a causa, apenas diz "Eu não aguento mais."
Veja: 



Agora, vamos analisar algumas coincidências:

Na pagina do grupo Devil Mate, temos uma imagem de um jogo que conhecemos e isso meses antes do lançamento do jogo, além disso temos o nome "Gnod," que se escrito ao contrário fica Dong.
O jogo Flappy Bird foi desenvolvido por Dong Nguyen e agora fica a pergunta: 

Gnod e Dong são pessoas diferentes?
Por que Flappy Bird, que rende milhares de dólares por dia, foi descontinuado com uma única frase,"não aguento mais" ?
Essa história toda é uma simples coincidência, ou há algo oculto nisso?
Pense no que quiser, estamos apenas supondo algo mas, se tudo tiver uma ligação então o que vem depois disso?
Dê a sua opinião! 

Fonte:Medo B

domingo, 1 de dezembro de 2013

A Teoria de Silent Hill

Já parou para pensar, que todos em Silent Hill, na verdade, são esquizofrênicos?

Harry Mason é um homem que olha na janela de seu quarto toda a noite ou dia, e vê um cenário nublado e um lugar destruído, e pensa em si mesmo correndo pela cidade para tentar encontrar sua filha e matar monstros, que na verdade, está matando crianças na vida real.

James Sunderland é um homem que aos 16 anos começou a fumar Crack, sempre alucinado, via monstros, e pensava que queria parar, mas não conseguiu parar seu vício, e criou um personagem no qual pune ele por que se sente culpado por isto, e acha que está em Silent Hill, mas na verdade ele está em uma cidade no meio de uma multidão.

Walton era um canibal que matava os outros, ingeriu drogas e ao mesmo tempo era esquizofrênico, ele vive em seu quarto, e imagina que está em outros lugares ao mesmo tempo.





sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O Delírio de Harry Potter...

Pois bem, o mundo do bruxinho, é cheio de fantasia, magia, Hogwarts é a escola de bruxaria que todos os fãs da série, e de magia, gostariam de frequentar... mas algum momento vocês já pensaram, que esse mundo mágico, não passou da imaginação, um delírio de um garotinho perturbado, que era trancado debaixo da escada? E isso confirmado pela própria JK Rowling em uma entrevista? Tá achando que é brincadeira? Pois, não é...





É, pois é... querem saber como eu cheguei á isso? Bom lá vai... Estava eu, pesquisando sobre pin-ups (aquelas mulheres de fotos atraentes dos anos 40-50, antes de vir o império Playboy, veja um exemplo de pin-up aqui e aqui.), e a minha pesquisa me levou á esse blog. Okay, nele eu achei a matéria sobre as Pin-ups, e as informações que eu procurava sobre elas, até que eu vejo, que em uma das matérias mais lidas do blog, era essa aqui sobre Harry Potter.


E não deu outra cliquei, li e choquei. Quando eu vi, que tudo não poderia passar de um delírio de um garotinho perturbado, foi o clássico, "estraga infância", sendo que eu assisti todos os filmes, e nunca levei esse tipo de pensamento em conta... Bom, chega de embromar, eu vou transcrever parte das matérias que achei sobre o assunto abaixo.


Só um aviso como se fosse adiantar, sei que você vai ler, se vocês não querem estragar a concepção de Harry Potter que você tem, ou sua infância, NÃO LEIA. Bom, avisados, vamos ao que interessa.


A autora do blog, da matéria citada, disse ter achado a notícia no twitter, no qual á levou ao siteLiteratortura. E lá ela achou a tal notícia... Segundo o site, durante os extras dos especiais de DVD's de Harry Potter, Steve Kloves (roteirista dos filmes) e J.K. Rowling falam sobre cenas retiradas do roteiro original e pistas sobre que toda a Hogwarts e seus personagens tão queridos como Hagrid, Hermione, Rony, os Weasleys, Dumbledore, Snape, Luna, Neville, Draco, entre outros.... Não passavam da imaginação, um tanto quanto fértil, de um garoto mentalmente perturbado que vivia debaixo da escada.


ISSO MESMO QUE VOCÊ OUVIU!! HARRY POTTER NÃO PASSAVA DE UM LOUCO!!


Em um clipe extra do box Harry Potter Wizard Collection – que conta com mais de 30 discos -, a escritora inglesa sugere que Harry teria enlouquecido no armário debaixo da escada, ainda no primeiro filme, ao conversar com uma aranha chamada Alastor. Com isso, Rowling diz ainda que a aparição de Hagrid – que o levou ao mundo mágico – possa ter sido um salvamento, como uma visão.


Depois de especularem que os Rugrats (Os anjinhos, no Brasil) eram bebês mortos (por isto anjinhos) e só viviam na cabeça da Angélica, e que Mansão Foster para amigos imaginários também veio da imaginação de uma menina, em virtude do autismo. E que Ash nunca foi um mestre Pokémon, e sim sonhava com eles enquanto estava em coma, por isto ele sempre tem 10 anos, sem contar o final do desenho Caverna do Dragão. Agora temos o próprio Harry, que nunca foi um bruxinho e nunca frequentou a escola de magia...


Sei que utilizarem esta premissa de delírios esquizofrênicos, autismo e outras possibilidades seja muito rico, e até mesmo inesperado pra algo que se julga infanto-juvenil. Mas revelar isto anos depois do término da saga, e se havia pistas na história, PORQUE DIABOS NINGUÉM NUNCA NOTOU OU SUPÔS?? Porque todo mundo cheio de magia tem que ser um ataque de esquizofrênico, porque imaginar é tão ruim?


Hogwarts, gringotes, beco diagonal, quadribol, horcruxes e tantas outras coisas, simplesmente foram invenções de uma mente despirocada de um garotinho? Hermione, Rony, Dumbledore, Os Weasley, Luna, Snape, nenhum deles jamais existiram? Lilian e Tiago Potter realmente morreram num acidente de carro? Harry, hoje, devido a loucura, está num hospício, tendo uma vida dúbia?


Bom vou deixar com vocês o vídeo da entrevista, para saberem mais sobre o que estou falando:





Veja o que foi dito na entrevista, para quem não entende inglês:


Steve Kloves: Havia essa parte no roteiro, quando ele estava no armário debaixo da escada, inventei para ele uma aranha chamada Alastor, com quem ele conversava. E ele pegava soldadinhos quebrados da lixeira e os alinhava na prateleira. Esse exército quebrado que Duda jogou fora.


JK Rowling: Era uma imagem tão excelente, o exército quebrado.


Steve Kloves: E ele costumava conversar com eles e a questão é que ele parecia ligeiramente louco quando escrevi o primeiro rascunho. Quando Hagrid aparecia, você achava que ele havia saído de sua imaginação por um segundo. Ele havia convocado esse cara.


JK Rowling: Acho que esta questão é fabulosa e que conversa com perfeição com a verdade dos livros, porque eu sugeri mais de uma vez que, para mim, Harry enlouqueceu no armário debaixo da escada e que tudo que aconteceu subsequentemente foi algum tipo de vida fantasiosa que ele desenvolveu para se salvar.


Steve Kloves: E aí é de onde veio.Veio do livro. Quando você lê o livro, você percebe muito bem que ele é um garoto torturado.


JK Rowling: Totalmente. Claro que ele é sim.


Steve Kloves: E, então, há escuridão lá, então é


[Retirado de Gazeta do Povo]


É difícil acreditar em tamanha contradição na obra, e que ela só tenha revelado isto agora. Mas creio que ela quis deixar isto apenas como uma grande e torturante dúvida na cabeça dos fãs... Claro, há talvez possibilidades deste mundo fabuloso ser fruto de uma imaginação, mas ele é tão cheio de detalhes e não deixa nenhuma ponta solta pra que se possa supor tal delírio (coisa que seu subconsciente sempre faz).


Claro, que há a conversa de Dumbledore com Harry em uma Plataforma 9 3/4 do além, em que Dumby diz: "É claro que isso está acontecendo dentro de sua cabeça, Harry, mas por que isso deve significar que não seja real?". Que pode ser interpretado de uma maneira muito dúbia, assim como muitos outros pontos na saga...





Um caso é certo, J.K. nunca deu todas as pistas de graça, muito ficava a cargo da capacidade imaginativa do leitor, e creio que esta polêmica seja mais um destes fatos.


Apesar que, após essa notícia, a indignação dos fãs que viram ela, JK Rowling, desmentiu tudo que falou na entrevista... Coincidência com um outro caso? Como o caso do Desenho Caverna do Dragão, no qual como não teve final, nos disseram que os personagens nunca iriam voltar, pois estava mortos e no inferno, e depois os criadores desmentiram, com um final estapafúrdio?


Só sei que ela só desmentiu tudo depois de ver a indignação dos fãs da série, caso o contrário, ela não havia se manifestado conta antes...


Bom, mas isso cabe á concepção de vocês, em acreditar ou não. Eu fico por aqui.


Fontes: Literatortura e Mundinho Insano

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Bob Esponja:A teoria



Você já ouviu falar do desenho "Bob Esponja Calca Quadrada"? É basicamente sobre uma esponja alegre e amarela que vive em uma cidade fictícia chamada Fenda do Bikini, que é no fundo do mar. Mesmo que você o tenha assistido, você provavelmente não conhece a história real. Então, aqui está. A história real de Bob Esponja.

A mãe é o pai de Bob Esponja são na verdade irmão e irmã, por isso, quando Bob Esponja nasceu, ele tinha várias doenças como esquizofrenia, bipolaridade e retardamento mental. A bipolaridade o fez ter alterações de humor muito agressivas. Todas as crianças na escola sabiam sobre suas doenças e faziam piada com ele. Ele nunca teve nenhum amigo, o que o levou a ser pressionado.


Uma noite, enquanto ele estava fazendo sua lição de casa, ele teve uma explosão de raiva, que fez com que ele matasse sua irmã mais velha. Ele foi julgado, mas por conta de sua doença, ele foi levado para um asilo mental. Enquanto ele estava lá, sua esquizofrenia começou a tomar conta de sua vida. Ele criou uma cidade imaginária chamada Fenda do Bikini e seus habitantes. Aqui está uma lista dos personagens e o que eles representam em sua vida real:

Patrick Estrela foi feito para representar o seu desejo por um amigo real. Ele também foi feito porque ele sempre quis ter um amigo que fosse mais burro do que ele para que ele se sentir melhor pelo seu retardamento mental.

Lula Molusco foi feito para representar os valentões que encrencavam com ele. O amor de Bob Esponja por Lula Molusco representa todas as vezes que ele tentou fazer amizade com os valentões, mas nunca conseguindo.

Sr. Siriguejo foi feito para representar todos os momentos em que os agressores fingiam ser seus amigos e se aproveitavam de sua estupidez.

Gary foi feito para representar seus pais, que tinham que cuidar sempre dele, por causa de sua doença.

Sandy foi feita para representar o seu amor pela garota mais popular da escola e de seu sonho de que ela o amasse de volta.

Plâncton foi feito para representar a sua irmã mais velha, que estava sempre o incomodava e tirando sarro dele, o que fez com que ele a matasse.




Desde que os espectadores começaram a assistir este programa, em 1999, aproximadamente 207 crimes foram influenciados por esse desenho, e sua "inocente" história.

domingo, 24 de março de 2013

O ritual da estática



Quando eu ajudei meu amigo a se mudar da sua casa antiga, encontrei um pedaço amassado de papel. Quando abri, ele era todo cheio de desenhos estranhos e letras amassadas ilegíveis. Pareciam ser instruções. A primeira imagem que consegui ver nitidamente foi de uma velha televisão. Uma daquelas bem velhas com antenas grandes. Ao lado da TV havia uma pessoa, e de cada lado do corpo havia uma marca atrás. Também notei que havia essas mesmas marcas ao lado da TV, o que implicava que as marcas estavam designando o comprimento, para que esse processo, a pessoa deveria “caber” dentro da televisão. Antes de eu continuar olhando o papel, mostrei para meu amigo. Ele fez a mesma expressão que dúvida e confusão que eu fiz quando olhou o papel, e disse que havia retirado uma TV similar a do desenho de um dos quartos de cima da casa antiga e estava trazendo para a nova. “Deve ser algo que as crianças desenharam a um longo tempo atrás” e “longo tempo atrás”, quer dizer algo por volta de 1935. Era uma casa cara, e a família bem rica, uma das primeiras a ter uma televisão. Perguntei a ele se poderia ficar com o papel, e ele realmente não se importou com isso. Pensei em tentar fazer uma versão mais compreensível e reproduzir o procedimento.



Normalmente eu não consideraria uma atividade tão suspeita, mas o ritual parecia levar ao autoconhecimento e eu poderia me utilizar de algumas técnicas de relaxamento mental. Decidi digitar as instruções para que ficassem mais fáceis de entender. Após mais ou menos de uma hora de interpretação, concluí as seguintes instruções:


Requerimentos:

1.     Você deve ter uma televisão que seja de seu tamanho ou maior que a largura de seu corpo.
2.     Você deve ter uma banheira e vela.
3.     Sua televisão deve ser audível mesmo do banheiro.
4.     Você vai precisar de algum modo de saber as horas, deixe um celular ou um relógio no banheiro.

Passos:

1.     A meia-noite coloque velas no banheiro e as acenda. Encha a banheira com água. Todas as luzes da casa devem estar apagadas antes que você prossiga para o próximo passo.
2.     Ligue a televisão. Mude o canal até encontrar um que seja só estática. O som deve provir da própria televisão, e não de caixas de som/estéreos conectadas a ela. Sente-se de frente para a televisão e diga seu nome. Nada mais.
3.     Entre na banheira e simplesmente relaxe. Ouça o som da estática vindo da TV. Fique confortável e aguarde até uma hora da manhã. Então ligue a torneira da banheira. Você precisará sair e desligar a TV. Precisará então voltar ao banheiro e desligar a água. Se a banheira transbordar, bem, você terá uma bagunça para limpar e o ritual acaba para você. Seja rápido, mas não corra. A torneira ligada é para gerar ruído mesmo quando a TV for desligada. Volte para a banheira e deixe a água ser drenada (entrar no ralo). Quando estiver vazia, saia da banheira (e então pode colocar suas roupas de volta, eu suponho).
4.     Apague todas as velas, e lentamente direcione-se até a televisão que você desligou. Tenha certeza que deixou seu celular ou relógio no banheiro. Enquanto se aproxima, chame seu próprio nome, como se estivesse tentando encontrar alguém. Ao chegar à televisão, ponha as mãos sobre a tela e posteriormente a testa.
5.       Fale sobre si mesmo (no papel havia desenhado um balão de palavras ao lado da pessoa com uma pessoa dentro do balão, então essa foi a minha interpretação).
6.     Agora, você deve confiar no seu próprio senso de tempo. Se você acredita que são três da manhã ou mais tarde, retorne ao banheiro. Ligue a luz.

No último quadrinho do papel aparece a figura de duas pessoas após a luz ser ligada, uma delas sendo normal e a outra com o corpo feito de estática.


Este ritual é de caráter meditativo e não estou ciente de possíveis riscos. Faça-o por livre e espontânea vontade.

Fonte(s): www.creepypastabrazil.blogspot.com.br

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A Profecia do Século - A Volta do Papa João Paulo II




No dia (01/05/2011) o mundo assistiu à beatificação do papa João Paulo II, morto em 2005. Esse foi o primeiro passo para transformá-lo em mais um santo da Igreja Católica. A cerimônia aconteceu na praça de São Pedro, no Vaticano, diante de  1 milhão de pessoas.

Circula na internet, há algum tempo, um vídeo explicando o significado dos 7 reis de Apocalipse 17. Em forma de profecia, esse vídeo diz que os reis são na verdade papas, sendo João Paulo II o 6º e o atual papa Bento XVI o 7º. Ainda de acordo com essse vídeo, o 8º rei (que faz parte dos 7, de acordo com a Bíblia) seria o mesmo João Paulo II, que voltaria de alguma forma, da morte, tornando-se assim, a besta descrita no versículo 8 do mesmo capítulo.

Seria a sua beatificação o início de uma suposta volta? Será possível uma reaparição depois de morto?

Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Blog Irmão: Leitura Creepy

Horror Society

É uma ideia de Sociedade entre certos blogs de terror, o CreepyPasta Dark fundou com o Leitura Creepy tornando-se "Blog Irmão" é como um "Upgrade" de Parceiro, tem uma área de destaque e é o blog de uma grande amiga a Micky Nekoi ^^



Teia de Conspirações - KKK (Ku Klux Klan)


N/T: Olá seres noturnos, hoje eu vim fazer uma matéria sobre a organização KKK, que também é conhecida como Ku Klux Klan. Eu sei sim que é um tema polêmico (por ser uma organização racista que fez e ainda faz milhões de vítimas) mas já estava na hora dessa matéria vir para o Leitura Creepy, já que faz um tempo que eu não faço uma matéria que preste,e com temas que ninguém quer mexer. Então estão preparados para conhecer um pouco mais na história sobre essa organização? Então reabrindo a sessão Teia de Conspirações no blog, vamos falar da Ku Klux Klan.




Cerca de dez mil pessoas. Dez mil pessoas é um número médio apontado para o número de vítimas do Ku Klux Klan. Decorria o ano de 1865 e Jesse James andava a assaltar bancos nos EUA. Saídos de uma guerra sangrenta, os Estados Unidos estavam neste momento tudo menos unidos. Havia uma forte separação entre Norte e Sul. Foi neste clima alucinante que seis indivíduos fundam esta máquina assassina.

A Guerra

A Guerra de Secessão (ou Guerra Civil Americana) consistiu no combate entre 11 Estados Confederados do Sul, latifundiário, fidalgo e defensor da escravatura, contra os Estados do Norte, já industrializados, onde a escravidão era mais escassa do que no Sul. Estas diferenças estão entre as principais causas da guerra e têm origem ainda no período colonial.

Em 1861, ano do início da guerra, o país consistia em 19 estados livres, onde a escravidão era proibida, e 15 estados onde a escravidão era permitida. No dia 4 de Março, antes de Lincoln assumir a presidência, 11 Estados esclavagistas declararam secessão da União, e criaram um novo país, os Estados Confederados da América.




A guerra estalou quando as forças confederadas atacaram o Fort Sumter, um posto militar americano na Carolina do Sul, no dia 12 de Abril de 1861. A Guerra termina no dia 28 de Junho de 1865, com a rendição das últimas tropas remanescentes da Confederação, no Sul.




É também muito importante perceber as facções políticas saídas deste brutal confronto. A Guerra leva a uma divisão em três diferentes partidos muito, muito diferentes daquilo que a maioria das pessoas pudesse pensar: osanti - esclavagistas radicais da União, que formariam o Partido Republicano; os pró-esclavagistas da União, que formariam o Partido Democrata e ainda os separatistas. De facto, ao contrário do que acontece atualmente a reviravolta absoluta do Partido Democrata acontece já em no século XX, até lá, era um partido muito vocacionado para os ricos e pró-escravatura.

É neste cenário que regressamos ao ano de 1865, num Sul destruído pela Guerra, absolutamente humilhado, desesperado pela fome e desemprego. Centenas, milhares de jovens vagueiam pelas cidades e campos sem qualquer ocupação, não há emprego.

Véspera de Natal

Foi na véspera de Natal que Calvin Jones, Frank McCord, Richard Reed, John Kennedy, John Lester e James Crowe se reunirem para fundar uma associação. Nada de política! Nada de religião! Apenas fraternidade de armas. Relembrar a união que os manteve durante os psicadélicos dias de Guerra. Foi, naturalmente, necessário batizar a união com um nome.

Kuklos, que significa "círculo" em grego foi adotada por Kennedy; já Crowe divide-a em dois : "ku klux". “Observando que os fundadores eram de origem escocesa, lester propôs acrescentar ao nome uma evocação ao "clã", em harmonia com a ortografia adotada” daí o "klan".

Estando numa época festiva, surge a Crowe a ideia de adoptar uma fantasia tanto para os membros do grupo, como para os cavalos (o seu meio de transporte…), roubando para tal panos, lençõis e capuzes brancos da casa dos seus hóspedes. Nasceu a organização ku klux klan.







Vamos brincar

Tudo começa como uma mera brincadeira. Era “divertido” desfilarem pelas ruas de Pulaski, de noite, perto das casas dos negros que, sendo iletrados e altamente supersticiosos, acreditavam verdadeiramente que os fantasmas dos confederados mortos na Guerra tinham voltado para os atormentar. O terror descrito por alguns indivíduos é aterrador.





A brincadeira tem repercussões impensáveis: fazendeiros do sul vêem aqui a verdadeira oportunidade de voltarem a ter de volta os seus escravos! Nem mesmo eles teriam pensado num plano tão perfeito, uma“oportunidade de trazer de volta para o trabalho nas plantações os 4 milhões de negros que Abraham Lincoln tinha liberado com a Proclamação da Emancipação de 1º de janeiro de 1863”. Os negros procuravam na casa dos “senhores” proteção.

Deixou de ser brincadeira. Os “cavaleiros brancos” perseguiam agora com um único intuito: aterrorizar,“utilizando diversos dispositivos para dar credibilidade aos seus poderes sobrenaturais: ossos de esqueletos escondidos sob os tecidos com que se cobriam, para apertar a mão dos antigos escravos alforriados, abóboras habilmente recortadas, que colocavam e retiravam rapidamente, para evocar a lenda do cavaleiro sem cabeça (…)”.





Convém nunca esquecer o ambiente que se vivia no Sul: um ódio profundo ao Norte, que continuava as suas políticas anti-esclavagistas; uma pobreza seguida de perto pela fome. É neste cenário que a KKK, nomeadamente os seus seis elementos, é vista como salvadora da Pátria e dos valores: adquire uma impensável notoriedade na região.

Elementos

Se no início temos os seis amigos, rapidamente a sociedade tende a aumentar. Para evitar denúncias, o segredo torna-se um componente essencial, largamente auxiliado pelo anonimato garantido pelo capuz e reforçado pelo uso de títulos esotéricos e ritual iniciático: numa seleção no mínimo estranha, o infeliz candidato a membro era punido pela sua curiosidade, sendo fechado num túnel, dentro de um barril e empurrado para rolar.

Aquilo que apenas os seis começaram por fazer, rapidamente grupos organizados começam também a executar: organizam-se, cobrem-se, surpreendem e matam negros.

No começo de 1867, em Nashville, no Texas, os seis de Pulaski, sentindo-se ultrapassados pelos acontecimentos, tentam retomar o controlo das operações. Adotaram uma proclamação dos princípios fundamentais da KKK: uma"instituição cavalheiresca, humanitária, misericordiosa e patriótica"(incompreensível, não?).





Elaboraram organograma à semelhança de uma hierarquia medieval fantasiada. “Cada estado tornou-se um reinado governado por um Grande Dragão; cada distrito era um domínio, dirigido por um Grande Titã; cada condado ou província ficava sob a autoridade de um Grande Gigante. Tudo constituía o "Império Invisível", dominado pelo Grande Feiticeiro. As funções mais modestas eram ligadas a títulos como Grande Monge, Grande Escriba ou Grande Turco.”

Acima de tudo, a KKK era a organização responsável pela liberdade dos brancos.

Ideais

O dever sagrado de qualquer membro da KKK seria "a manutenção da supremacia da raça branca na República". Um objectivo justificado pela “sacrossanta psicologia" : "os negros são verdadeiramente homens?” e por uma teologia estranha: "O Criador, elevando - nos dessa forma acima do nível ordinário dos humanos, quis nos fornecer, sobre as raças inferiores, um poder que nenhuma lei humana pode nos retirar de maneira permanente".

Quanto a política, não haviam dúvidas: juravam fidelidade à Constituição americana, da qual se viam herdeiros exclusivos, por serem brancos; porém, o klanista prestava também juramento de "se preservar das leis do governo federal, cujo poder era declarado "arbitrário e ilícito"”.

A verdade é que a KKK nunca teria ido tão longe se não estivesse largamente apoiada por altos dignitários, dos quais a maior parte eram antigos oficiais confederados. Previsto para ser o primeiro Grande Feiticeiro da KKK, o general Robert Edward Lee, o ex-comandante-chefe dos exércitos do Sul, declinou o convite, mas aceitou ser o presidente "invisível".



                                                                     Robert Edward Lee


Nathan Bedford Forrest

Era necessário um presidente. Era necessário tornar a KKK oficial. Em 1867, uma estrela lendária foi aclamada: o general Nathan Bedford Forrest. Sabia-se que havia acumulado uma grande fortuna como traficante de escravos, assim como os seus feitos eram também eles famosos: “as suas tropas massacraram os soldados negros que se renderam em Fort Pillow, gritando "Matem os negros!"”. Era o homem de que a KKK necessitava. Deva-se dizer que foi brilhante na sua actuação. Em 1869 procede solenemente à dissolução da “irmandade”. Na realidade foi um bluff colossal, sabido por todas as pessoas: colocando o “império” numa clandestinidade cada vez maior, a irmandade desaparecia aos olhos da lei, crescendo cada vez mais e mais.



                                                                            Forrest

Vamos a votos!

Além das mutilações, chicotadas e assassinatos, a KKK era particularmente influente nos momentos eleitorais. O método parecia eficaz: obrigavam negros, através de visitas surpresas a meio da noite, acompanhadas por chicotadas e ameaças de morte, ou a abster-se ou a votar no partido Democrata, tendo em conta que no século XIX o Partido Republicano estava largamente associado aos inimigos do Norte.





Além da sua actuação eleitoral, os negros tinham agora também a liberdade de se associarem, de se juntarem em grupos. Ora tal prática era absolutamente indigesta para a KKK. Muitos dos negros tinham-se juntado à Loyal League, que cultivava o pensamento igualitário de Lincoln e autorizava seus membros, a partir de 1867, a portar armas. Se a associação era impensável, o porte de armas por parte da população negra era a verdadeira heresia! Assim, durante os primeiros meses de 1868, “o Grande Feiticeiro percorreu seus estados convocando para a mobilização”.





Respondendo a um jornalista, Forrest explicou: "Os negros faziam reuniões noturnas, iam e vinham, tornando-se extremamente insolentes, e todo o povo do Sul, em todos os estados, estavam muito preocupados". O que Forrest não explicou foi o motivo pelo qual “os seus próprios militantes, em nome da "preocupação" dos cidadãos americanos, tiravam ilegalmente prisioneiros negros de suas celas e pendurando-os em árvores.”

A KKK atacava morbidamente os negros que tinham conseguido juntar alguns bens no pós-guerra, sempre em nome do raciocínio segundo o qual eles eram “preguiçosos, inconstantes e economicamente incapazes e, por natureza, destinados à escravidão. A Klan "mantinha a ordem". Natural e social.” . Note-se que a actuação da KKK não se limitou aos negros. Todos aqueles considerados anti-americanos tinham visitas surpresa: judeus, católicos, prostitutas e sobretudo indivíduos vindos do Norte, tais como professores e mais tarde todos os emigrantes europeus e comunistas.

A situação descontrolou-se. Registaram-se tiroteios, chicoteamentos, linchamentos que acabaram por degenerar em anarquia total, com alguns grupos do KKK a lutarem entre si. Forrest sai discretamente da organização…

A KKK não recuava. Nada a conseguia travar. Um caso caricato aconteceu em pleno tribunal, onde o senador republicano Stephens foi brutalmente apunhalado. Terá sido perante tal que no dia 20 de Abril de 1871, o presidente Ulysses S. Grant assinou um acto draconiano (o mesmo que excessivamente severo), que colocou, definitivamente, o grupo na ilegalidade. Passou a ser autorizada o uso da força para dissolver núcleos de associados da KKK, tendo, seis meses mais tarde, sido decretada a lei marcial em nove condados da Carolina do Sul.

Apesar de ter sofrido uma dura derrota, a KKK desmembra-se por forma a não ser apanhada: White League, Shot Gun Plan, Rifle Club, entre outros.

Horror no século XX

Em 1915 acontece aquilo por que muita gente se recorda desta organização. Nas Montanhas Rochosas dos EUA, o reverendo William Simmons queimou uma grande cruz à frente de 15 dos seus companheiros da KKK.









A KKK desenvolve-se a partir de 1920, com a entrada em cena de dois novos associados de Simmons: Edward Clarke, ex-jornalista e Elizabeth Tyler, um viúva milionária. Clarke tornou-se chefe do estado-maior da KKK, não fosse ele um expert em publicidade. Fixa o quartel-general em Atlanta, “reinstaurou, grosso modo, as antigas subdivisões e o ritual clássico de iniciação, multiplicou os desfiles em que queimava cruzes, deu um salário aos que exerciam uma função no seio da KKK”.

Num ano “o Sul foi "reconquistado" e, novidade, o Norte ficou seriamente tentado, em particular os estados de Indiana, Oklahoma e Oregon”. De facto, Republicanos e burgueses das cidades ficaram aliciados.

O número de membros oscilou entre os 3 e os 5 milhões… MILHÕES! Com tal colossal apoio, a KKK diversifica as suas actividades: publicou jornais e folhetos, comprou imóveis, assumiu o controle da Lanier University. Mais tarde, a KKK tem um novo presidente: um dentista franco-maçom (32.° grau) Hiram W. Evans, de Dallas, que se torna Feiticeiro Imperial e aproveita igualmente para expulsar Clarke e Tyler.





Em 1924, a KKK organiza um desfile descomunal em Washington. As massas ficam impressionadas.









“Fortalecido pela relativa neutralidade da polícia e pelo apoio de diversos magistrados locais, a Klan, copiosamente armada, multiplicou os seus atos de crueldade.”





Os negros, ou aqueles que se confraternizavam com eles, homens da lei, políticos e pastores viam os seus cabelos serem rapados, eram marcados na testa com as três iniciais KKK, açoitados ou ainda cobertos por asfalto, no qual colocavam penas. Apresentando-se, novamente, como justiceira da moralidade pública, a Klan punia as mulheres adúlteras, os médicos aldrabões, as prostitutas, marginais, sem-abrigos. O cenário era repleto de crimes hediondos, como o de “criminosos moídos por um trator”.





O descontrolo tinha regressado aos EUA.

É votada nalguns estados, como Louisiana, uma lei anti-máscara (proibição de usar máscaras fora do Dia de Todos os Santos e do carnaval).

Nos anos 1930, a ideologia Nazi exerceu um grande fascínio sobre a KKK. Porém, toda esta paixão acaba quando Pearl Harbor é atacado pelos Japoneses (aliados dos Alemães), verificando-se uma enorme afluência aos alistamentos no exército por forma a combater o “perigo amarelo”.

O último prego no caixão?

Sabe-se que muitas acções dos patrões contra os empregados e sindicalistas na grande crise de 1929-30 tiveram por trás a mão da KKK. Nos anos que se seguiram, a KKK observou um progressivo declínio. Pensa-se que o que terá feito a organização recuar, terá sido a acção do Internal Revenue Service (Receita Federal Americana), em 1944, tendo cobrado 605 000 dólares em impostos atrasados. Apesar da esmagadora fortuna, a KKK começou-se a desmoronar, falando-se até em falências.

Renascimento?

Nos anos 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões antigas, voltando-se a observar cruzes acesas. Seguiram-se confrontos violentos, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais).





As ações anti-comunismo, combate aos índios ou mesmo anti-catolicismo marcaram esta época dos KKK, contudo, a sua força de outrora… já não era a mesma.

De facto, o soldado negro, durante a II Guerra Mundial, provou ser tão capaz de combater o inimigo e tão capaz de defender a Pátria como o soldado branco. A sociedade americana viu isso.

Contudo, entre 1980 e 1986 registaram-se oficialmente 3 000 ameaças, agressões ou mortes.

Atualmente, já no século XXI existem mais do uma facção da KKK. Efetivamente, ao pesquisar para este post consultei pelo menos dois sites ditos oficiais de duas dessas facções. Num deles, é apontado como principal “vocação” a fraternidade e o amor entre todos os irmãos brancos; já num outro site, de uma outra facção, os membros mostram-se mais "activos", dizendo-se vítimas de anos de “incompreensão”, dando grande relevo ao seu passado (não referem massacres…), dando bastante ênfase a relatos de racismo contra indivíduos brancos (que também existe, como todos sabem), apelando à união dos brancos.







Na "terra dos sonhos", na "terra das oportunidades", como é ainda possivel existir algo assim? Ainda mais curioso é o facto do presidente americano actual ser negro. Como é possivel continuar a co-existir num mesmo país tantas "américas" diferentes e escondidas?

Dois testemunhos:

“Os brancos de classe baixa (…) têm sólidos preconceitos contra o negro, porque lhe faz concorrência como mão de obra não qualificada e, quando colidem, essa gente organiza-se em Klan, ataca os negros que encontra e maltrata-os (…). Por exemplo, um branco arrenda uma terra a um negro. Outro branco quer a mesma terra, mas o dono prefere dá-la ao negro. Para punir o negro, o branco que pretende a terra junta um grupo de vizinhos e, mascarados, chicoteiam o negro e deixam-no meio morto.”

“Fusilaram um homem de cor chamado Joe Kennedy e espancaram a sua mulher, de cor clara. Acusavam Joe Kennedy de ter casado com essa mulata; não queriam que ele desposasse uma mulher tão branca; e espancaram-na por se ter casado com um negro tão preto”.


G. Hodgson, “Carpetbaggers” et Ku Klux Klan, Julliard – Gallimard, Paris 1966