quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Jogo Maldito:Can'tTurnBack. exe







Eu estava procurando por um jogo, bem livre. Eu encontrei um site estranho russa com um fundo simples, preto. Eu tive que traduzir o russo, que disse algo como: ". Game gratuito muito divertido!". Eu normalmente não baixar a partir de um local tão estranho e sombrio, mas eu realmente queria jogar um jogo.


Demorou cerca de 8 minutos para baixar, e quando o fez abriu WinRar e tudo que havia um arquivo que dizia "Can'tTurnBack. Exe". Um pouco estranho, mas se é um jogo de terror Eu não me importo, eu amo essas coisas. Começou-se, sem sequer pedir para instalar.


"Hmm. Vou fechá-lo e procurar por um vírus." , Eu disse. Eu estava no menu e foi apenas preto com alguns respingos de sangue. Foi em russo, então eu cliquei no botão do meio e tentou alterar o idioma. Funcionou, e as três opções de menu foram "Play" "Opções" e "Exit". Fechei-o e examinou-o. Sem vírus, ok. Então abri a volta e notei o menu mudou e eu tenho um pouco assustado. Eu vi algum tipo de estranho, pálido, espasmos ... coisa. Forma humanóide, mas que foi a única coisa que estava nem perto de ser humano. Em vez de "Exit", ele disse "sair vivo". Eu comecei a jogar e foi um FPS de baixa qualidade com Doom-esque gráficos. Joguei por cerca de 10 minutos antes de as coisas começaram a ficar ... estranho. Havia pilhas de corpos ... em toda parte. Eu não podia evitá-los, eles estavam literalmente em todo lugar . Eles começaram a se mover, trêmula, e se contorcendo para mim no jogo. Eu não podia me mover. Eu apertei Esc e saí do jogo, ou pelo menos tentou. Uma caixa de mensagem apareceu e disse que "não poderia sair. Você não pode voltar atrás. " Eu comecei a ficar com medo, então eu desligado meu computador e reiniciou. Meu fundo foi mudado para alguns binário.


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Eu fui a um tradutor e meu coração parou com os resultados.


"Estamos muito longe. Lado de fora, perto da linha de energia carbonizado. Ao lado nos no pinheiro. Acabou para você, Derek. Torne-se um de nós."


Como é que sabe o meu nome?


Eu ouvi alguma coisa fora. O poder saiu. A última coisa que me lembro foi uma coisa alto, pálido em cima de mim.

História Bizarra:Nunca mais


Eu tinha 17 anos quando aconteceu. Vivi 17 longos e dolorosos anos com minha mãe que me batia bastante. Era por volta da meia noite, e minha mãe já dormia. Então quando ouvi as batidas suaves na porta da frente, tive de ir atender. Uma menininha estranha, loira, com as bochechas pálidas e pupilas negras, assustada. Estava frio, então a coloquei para dentro de casa sem pensar duas vezes. Só vim me perguntar depois o que ela fazia ali e porque. Pensei em ligar para  a polícia, pensei em chamar minha mãe, ligar para os bombeiros, qualquer coisa, mas ela foi logo deitando em meu sofá, então só pude cobrir ela com um cobertor (mesmo que ela não estivesse tremendo com o frio). Sem muito o que fazer, me aproximei dela e perguntei seu nome.

"Qual é o seu nome, querida?"

Um longo silêncio se passou, no qual ela me olhava. Comecei a ficar desconfortável com seu olhar negro, até que ela abriu a boca fina e falou em uma voz suave.

"Lacy Morgan."

Eu sorri balançando a cabeça suavemente, como antes.

"Pode ficar aqui essa noite, Lacy." Disse, cobrindo ela melhor. Ela tratou logo de dormir, sem agradecer ou falar qualquer outra coisa. Sem entender muito o que estava acontecendo, só fui ao meu quarto dormir, ignorando a reação da minha mãe abusiva pela manhã.

Ao amanhecer, fui recebido na cozinha com a chaleira voando em meu ombro. Gritei rouco de dor, e logo ouvi minha mãe gritar.

"Que merda que você fez? Porque o sofá está sujo?!". Fui até  sala e vi que o lugar onde Morgan deveria estar, era agora só uma mancha de sujeira. Assumi a responsabilidade e recebi um belo tapa no rosto. Me arrumei e fui para  a escola. Na escola ouvi algo que gelou minha espinha.

"Encontraram Lacy Morgan morta ontem de noite."

Passei o dia esperando mais notícias sobre  o assunto, mas não descobri mais nada. De noite, no Jornal, houveram mais informações.

"Lacy Morgan, seis anos de idade, foi encontrada morta e enterrada em seu próprio quintal, por volta das nove da noite de ontem. Até agora não foram encontrados sinais de sua mãe, Marissa Morgan, suspeita de ser a assassina. Marissa já havia sido denunciada por maus tratos contra Lucy múltiplas vezes, e provavelmente é a assassina."

De repente, uma foto de Lacy apareceu na tela. Ela se parecia bastante com a Lacy que eu conheci. A diferença é que seus olhos eram azuis claros e suas bochechas rosadas. Tinha o vestidinho rosa e o cabelinho loiro. Mas isso tudo não era tão importante... O problema era que ela havia morrido antes de aparecer em minha casa. Ela havia sido enterrada, antes de aparecer na minha casa. Fui dormir mais cedo para não encontrar com minha mãe. No meio da noite acordei com dedos gélidos tocando o machucado na minha bochecha.

"Nunca mais." Lacy sussurrou antes dela sumir. Fiquei estático, e minutos depois, ouvi minha mãe gritar em seu quarto. Corri desesperadamente e quase desmaiei quando vi o que vi.

Ela se contorcia em sua cama, uma pequena criatura tinha o rosto enterrado em seu peito. Podia ouvir o som da carne rasgando, e o gritar de minha mãe aumentando de volume. Preferia não ter me levantado. Tempos depois, me convenci de que não havia me levantado. Que havia sido um pesadelo... Mas eu havia me levantado. Então, quando Lacy tirou seu rosto do peito de minha mãe, pude ver seus dentes afiados brilharem na luz fraca que incidia da janela. Pingando sangue. ela sorriu inocentemente para mim por um momento, e logo em seguida arrancou a jugular da minha mãe para fora. Então eu desmaiei. Quando levantei, eu estava em minha cama. Andei até o quarto de minha mãe, dando meu melhor. Estava vazio. Nada de sangue, ou destroços humanos ou minha mãe. Vazio. E a cama até estava arrumada. A única coisa estranha era as pegadas de criança no chão, do leito de minha mãe até a janela.

Nunca mais vi minha mãe. Nunca senti sua falta, de qualquer modo. Acabei me formando, me casando, e ficando por ali. Tive uma filha, a qual dei o nome de Lacy.

Recentemente mudou-se um casal com seus filhos para nossa vizinhança. Percebi que as crianças sempre estão com machucados nos braços, pernas e pescoços. Em uma noite dessas, não conseguia dormir, quando olhei pela janela para o quintal dos vizinhos e vi uma menina andando descalça até a porta da frente. Apesar da escuridão, a qual pode ter me confundido, tenho quase certeza que ela olhou para mim. E pude ler seus lábios dizendo;

"Nunca mais".

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

História Bizarra:A chamada no Skype



Deixe-me lhe contar uma história. Então, outro dia eu estava no meu computador, fazendo as mesmas coisas que um adolescente qualquer faz. Normalmente estou conectado no Skype, enquanto eu estou no computador e deixo-o lá no caso de um amigo queria me chamar aleatoriamente, de modo que eu não me surpreendi quando recebi uma chamada do Skype enquanto eu navegava no meu Facebook. O que me surpreendeu, no entanto, era que eu não conseguia ver quem era que estava me chamando. Não havia nenhum nome, só o que havia era apenas um espaço em branco onde havia geralmente um nome de usuário para me dizer que estava tentando entrar em contato comigo. Achei que era apenas um dos meus amigos tentando me zuar, então eu disse para inferno com ele e aceitei a chamada.
Não havia ninguém lá. A tela estava completamente preta, então eu gritei um "Olá". Nenhuma resposta. Não ouvia nada de meus fones de ouvido, nem mesmo um ruído de fundo aleatório que você ouve quando ninguém está falando através do microfone. Decidi escrever uma mensagem, só enviei outro "Olá". Não houve resposta. Decidi deixá-lo, mas por alguma razão eu apenas minizei a janela para não terminar a chamada. Assim quando eu abri o Facebook novamente, recebi uma mensagem do Skype na mesma janela.

"Não se afaste de mim."

Bem, isso é muito assustador, pensei. Decidi responder com a mensagem, "quem é você?"
De repente o som ligou, e ouvi uma gargalhada escrota. A câmera ainda estava preta, mas então ela piscou. Achei que poderia ser um dos meus amigos, tentando me zuar, mas estava indo bem, pois eu estava mesmo assustado.
Desta vez resolvi falar ferozmente. "Você vai me dizer quem é você?"
Eu ouvi o riso chiado novamente. Mas desta vez ele veio atrás de mim, eu tinha quase certeza de que, não era dos meus fones de ouvido. Virei-me rapidamente, mas era demasiado escuro para ver qualquer coisa. Com a tela preta da chamada do Skype e meu papel de parede de fundo escuro, não havia luz suficiente para ver algo em torno de meu quarto. Então decidi que era paranóia e que era dos meus fones de ouvido, então eu virei para a tela do computador. Eu vi uma luz pequena, na mesma chamada de vídeo do Skype. Ele parecia estar ficando cada vez maior. Eu tremia movendo minha cabeça para a frente para olhar mais de perto, e vi o movimento da cabeça de uma pessoa sobre a pouca luz na tela.
Essa foi a minha cabeça.

História Bizarra:A linda boneca



Eu lhe dei uma boneca em seu aniversário.
No começo ela adorou, me disse que era linda. Que seus cachinhos loiros eram muito macios, e que seu vestido era maravilhoso. Ela não iria deixá-la fora de vista durante um bom tempo. Durante o dia ela a colocava sobre a mesa, para que pudesse vê-la enquanto limpava a casa. Durante a noite, ao lado da cama, para que pudesse nos observar enquanto dormíamos, com seus grandes e lindos olhos azuis.
Mas o amor de minha esposa pela boneca logo mudou. Logo notei que algo estava incomodando-a. Eu perguntei, naturalmente, mas ela não quis me dizer; só disse que estava muito cansada. Mas dia após dia, ela se fechava cada vez mais para mim, até que um dia, eu não conseguia agüentar mais. Eu a pressionei, convenci a me dizer o que estava acontecendo, ou iria arrastá-la a um médico.
Então, ela finalmente desabafou, e me explicou tudo em palavras chorosas.
Ela me disse que era a boneca, que ela a assustava. Disse-me que tinha a sensação de que a boneca constantemente a observava. Às vezes, parecia que até mesmo se movia.
Isso me preocupou bastante, então fui dar uma olhada na boneca.
Ela estava imóvel, sentada na mesinha no quarto. Os grandes olhos azuis inalterados. A única coisa que pude fazer no momento foi soltar um suspiro de alívio. É claro que não estava se movendo, ela não poderia fazer isso.
Fui me virar para sair da sala, mas então, vi um pequeno movimento com o canto do meu olho.
Voltei para a boneca e a peguei da mesa. Segurei-a próxima ao meu rosto, olhando direto em seus olhos.
Algo estava se movendo.
Eu tentei me concentrar, tentei olhar mais de perto.
Sim, definitivamente havia movimento. Mas não do próprio olho, e sim de trás dele.
Antes que eu pudesse registrar o que era, seus olhos explodiram, e de dentro deles, saíram pelo menos umas vinte larvas, asquerosas, rastejando.
Eu joguei a boneca para longe em estado de choque, recuando instintivamente.
Minha mulher gritou do outro quarto, me perguntando o que estava acontecendo. Eu gritei de volta dizendo para ela não se preocupar. Peguei a boneca novamente, usando um lenço para enxugar as larvas. Lá dentro, eu pude ver mais daqueles vermes nojentos, pressionando contra a pele e a camada exterior de plástico.
Mas tão rápido assim? Achei que ela duraria muito mais tempo.
Precisarei dar uma nova para ela, talvez mantê-la mais ao ar livre ao algo assim, antes de qualquer coisa. Desta forma, ela vai durar muito mais tempo, com certeza.
Enquanto eu jogava fora a velha boneca, fiquei lembrando como minha esposa sempre dizia que amava os cachinhos grandes e loiros de Katie, a garotinha que morava na rua debaixo da nossa.
Pensando bem, ela também não tinha olhos azuis?

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Histórias Curtinhas:Sozinho em casa

Você está sozinho em casa, escuta no noticiário o perfil de um assassino que está foragido. Você olha para porta de vidro que leva ao quintal e nota um homem parado na neve. Ele se encaixa perfeitamente no perfil do assassino, e ele está sorrindo para você.

Você engole em seco, pega o telefone à sua direita e comça a discar 190. Você olha novamente para o vidro enquanto leva o telefone para sua orelha, e percebe que o homem está muito mais perto de você agora.

Você derruba o telefone em choque. Não tem nenhuma marca de pegadas na neve.

Aquilo era um reflexo... Ou não...?

Episódio Perdido:Phineas & Ferb - A Terrível Morte de Phineas





Phineas and Ferb é um desenho animado da Disney Channel, criado por Dan Povenmire e Jeff Marsh. O que não se sabe sobre essa série é que ambos os criadores odeiam o monopólio da Disney e o conceito verdadeiro do show vai além de um mero desenho infantil; um episódio sobre o conceito original do Dr. Heinz Doofenshmirtz foi produzido secretamene por boa parte do pessoal, que correu o risco de ser despedido, inclusive os dubladores originais. O episódio foi roubado e postado por um anônimo em um pequeno fórum de desenho animado que costumo visitar. Por um momento, pensei que o arquivo fosse um vírus, já que meu computador começou a zumbir como se estivesse gravando um CD quando eu cliquei no vídeo. Mas o filme começou normalmente. O episódio era chamado “A Terrível Morte de Phineas” e, de acordo com o sumário, é um episódio alternativo ao em que eles são pegos e mandados para o acampamento de verão Smile-Away. No início, o vídeo mostra um episódio normal de P&F, alegre, legal e fofo. Ele começa com Phineas e Ferb juntando-se ao grupo da Isabella para ajudá-los a “tunar” o carro para fazê-lo voar e construir a torre do aeroporto. Nesse momento, várias pessoas aparecem para assistir à construção.



Enquanto isso, Perry é chamado por Major Monograma para lutar contra Doofenshmirtz, mas não soa engraçado ou coisa assim. Ele diz a Perry que ele precisa pará-lo mas não explica o porquê. Uma vez que ele vai parar Doofenshmirtz em seu quartel general, o doutor explica que está cansado de ser tratado daquele jeito, que todos os seus planos dão errado e que ele planeja matar a todos com uma bomba atômica de verdade. Então Doofenshmirtz saca uma arma de verdade e atira em Perry que corre por não poder se defender dos tiros. A arma tinha sido feita pra machucar de verdade, uma vez que fez buracos nas paredes e no teto. A fuga segue com um Doofenshmirtz cruel, fora de si e de olhos vermelhos e extremamente expressivos, cuja raiva é mostrada de forma assustadora, não engraçada. Ele havia enlouquecido. Ele caça Perry durante uma curta mas sádica sequência e Perry quase morre, mas por sorte consegue se desviar dos tiros. Quando eles chegam ao quintal do Phineas, Candance está trazendo Linda para ver a invenção de Phineas e Ferb como em todo episódio, mas no exato momento em que Phineas caminha em direção à mãe para mostrar sua invenção, Doofenshmirtz atira e Perry se esquiva, dando início à uma cena em slow motion. A cena mostra que a bala atinge Phineas, e quando ele é atingido, a cena fica em preto e branco e “Tristesse”, de Chopin começa a tocar. Phineas está deitado no gramado, sobre uma poça de sangue. O vídeo volta a ser colorido. As pessoas olham assustadas para Doofenshmirtz, e a cena é cortada abruptamente após mostrar Phineas deitado sobre seu próprio sangue, olhando para o céu. É onde a parte um termina. A parte dois começa com um funeral e agora, tudo parece extremamente depressivo. O mortuário é preto e as janelas de vidro, que iluminam o cômodo, são de um tom monocromático. Candace, Linda, Lawrence e Ferb estão tristes e as meninas do Grupo das Garotas Companheiras lamentavam também. A câmera mantém, durante dois intermináveis minutos, o foco na Isabella, que chorava inconsolavelmente. O choro parecia real, como se a dubladora estivesse chorando de verdade para fazer essa cena. Candace, em um momento de extrema mágoa, bate furiosamente no caixão de Phineas, dizendo entre lágrimas que isso não teria acontecido se ela não tivesse tentado pegá-los. A cena é cortada novamente e começa outra com um letreiro, dizendo “Dois dias depois…” mostrando, em seguida, a casa de Phineas vista de cima. O tempo está sombrio e nublado. Candace está em seu quarto, estressada mas mantendo um rígido sorriso no rosto enquanto amarra em seu pescoço uma corda vinda do teto e canta baixinho a música “Yellow Submarine”, dos Beatles. Jeremy entra na casa pelo quintal, vai para a cozinha e depois de dar os pêsames a Linda, pergunta onde está Candace. Linda diz que ela está no quarto. Mas quando Jeremy entra em seu quarto, ele vê Candace pendurada pelo pescoço. Seu corpo estava dando os últimos espasmos. Ele tenta salvá-la mas não consegue fazê-lo a tempo. Então, ele abraça o cadáver e após cerca de um minuto, o beija apaixonadamente. Nesse momento, Linda entra para saber se está tudo bem e ao ver a cena, grita espantada “Jeremy… o que você fez?”, pensando que Jeremy a enforcou até a morte. Depois disso, a cena muda para outra onde os pais de Phineas, Ferb, Isabella, Baljeet, Buford, a ex-esposa de Doofenshmirtz e sua filha Vanessa, Major Monograma, Carl e Perry estão em uma prisão, na sala da cadeira elétrica, onde Doofenshmirtz está sentado. Todos estão com sádicos e mórbidos sorrisos estampados no rosto. Ele pede por misericórdia mas Major Monograma ordena que a execução seja feita. Perry, sorrindo de maneira cruel, liga a cadeira. Logo antes de sua morte, uma sequência de fotos reais é mostrada, com um homem vestindo um jaleco e uma menina em um parque, representando Doofenshmirtz e Vanessa. As cenas que vi ali vão ficar na minha mente por muito tempo. Doofenshmirtz morre brutalmente: eletrocutado por uma baixa mas letal voltagem, para alongar seu sofrimento. No final, Ferb diz algo como “Ironia é cruel, mas não tanto quanto o inferno.” Então o episódio chega ao fim, mostrando o corpo do Dr. Doofenshmirtz sendo jogado sobre uma pilha de cadáveres, onde se via também o corpo de Jeremy. Assim que o vídeo terminou, meu computador desligou sozinho. Quando eu o liguei, todos os meus arquivos e programas haviam desaparecido, como se eu tivesse formatado meu PC. Eu também senti que algo morreu dentro de mim. Eu não falei sobre o assunto com inguém, mas eu passei a evitar crianças desde esse dia.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Episódios Perdidos:Os episódios banidos de Pokemon que não foram ao ar


Mensagem Subliminar na Música This Is It de Michael Jackson


Todos aqui devem conhecer o termo “mensagem subliminar”, certo?
Para quem não sabe, o termo se refere a mensagens ocultas (escondidas) em determinadas coisas como: desenho, filme, símbolo, propaganda, música… enfim, é toda mensagem oculta o qual não podemos ver.
Existe uma mensagem subliminar na música “This it it”. Eu ouví comentários sobre isso e por isso fui pesquisar.
Achei um video o em que um fã postou a música, como estava com dúvidas se era verdadeiro ou não resolví eu mesma tirar conclusões com minhas próprias mãos.
Michael registrou a música nos anos 80 certo mas nunca gravou ela, ou melhor… não existe nenhum sinal que nos mostre que ele gravou a música antes. Como todos sabem a turnê se chama “This is it”, logo essa música é a música da turnê!
Somente a música estava registrada, não a gravação.
Talvez seja a resposta o qual tanto buscamos!Aqui está a música invertida, e a tradução abaixo. Para não se perderem leiam somente a tradução, eu coloquei a letra também caso estejam com dúvidas.
Me desculpem, a voz dele parece um pouco confusa, dai não entendemos tudo que ele fala, e também não sou expert em inglês:

Verdadeiras histórias de contos da Disney



Todos nós conhecemos algumas histórias da Disney, mas poucos sabem a verdadeira história de cada uma delas e de onde elas surgiram.
Cada história foi feita em uma época por dois irmãos que não faziam as coisas tão bonitinhas quanto as adaptações de Disney para as obras.
Deixo claro que nem todas as histórias foram retratadas pelos irmãos, como é o caso da pequena sereia, por exemplo.
A seguir,  segue a verdadeira história de algúm desses contos.
Branca de neve e os sete anões
O conto “Branca de Neve” contado pelos irmãos Grimm guarda algumas diferenças das muitas versões que se popularizaram antes e após a compilação feita por eles em seu livro.
No início da história contada pelos Grimm, uma rainha costurava, no inverno, ao lado de uma janela de negro ébano. Ao lançar o olhar para a neve, picou o dedo com a agulha, e três gotas de sangue pingaram sobre a neve, o que a deixou admirada e a fez pensar que, se tivesse uma filha, gostaria que fosse “alva como a neve, rubra como o sangue e negra como o ébano da janela”.
Não tardou e a princesa teve uma filha de descrições idênticas ao seu pedido: branca como a neve, com os cabelos negros como o ébano e os lábios vermelhos como o sangue. Mas, tão logo sua filha veio ao mundo, a rainha morreu. O pai deu à filha o nome de “Branca de Neve”, e logo tornou a casar, com uma mulher arrogante e vaidosa, possuidora de um espelho mágico que só falava a verdade. Constantemente a rainha consultava seu espelho, perguntando quem era a mais bela do mundo, ao que ele sempre respondia: “Senhora Rainha, vós sois a mais bela”. Mas Branca de Neve cresceu e, um dia, sua madrasta perguntou: “Quem é a mais bela de todas?”, e o espelho não tardou a dizer: “Você é bela, rainha, isso é verdade, mas Branca de Neve possui mais beleza.”
Cheia de inveja, a Rainha contratou um caçador e ordenou que matasse Branca de Neve e lhe trouxesse seu coração como prova, na esperança de voltar a ser a mais bela. O caçador ficou inseguro, mas aceitou o trabalho. Pronto para matar a bela princesa, o caçador desistiu ao ver que ela era a moça mais bela que já havia encontrado, e rapidamente a mandou fugir e se esconder na floresta; para enganar a rainha, entregou a ela o coração de um jovem veado. A rainha assou o coração e o comeu, acreditando ser de Branca de Neve, mas, ao consultar o espelho mágico, ele continuou a dizer que Branca de Neve era a mais bela.
Branca de Neve fugiu pela floresta, até encontrar uma casinha e, ao entrar, descobriu que lá moravam sete anões. Como era muito gentil, limpou toda a casa e, cansada pelo esforço que fez, adormeceu na cama dos anões. À noite, ao chegarem, os anões levaram um susto, mas logo se alcamaram ao perceber que era apenas uma bela moça, e que a mesma tinha arrumado toda a casa. Como agradecimento eles cederam sua casa como esconderijo para Branca de Neve, mas na condição de ela continuar deixando-a tão limpa e agradável.
A rainha não tardou a descobrir o esconderijo de Branca de Neve e resolveu matá-la; disfarçada em mascate, foi até a casa dos anõezinhos. Chegando lá, ofereceu um laço de fita a Branca de Neve, que aceitou. A rainha ofereceu ajuda para amarrar o laço em volta da cintura de Branca de Neve e, ao fazê-lo, apertou-o com tanta força que Branca de Neve desmaiou. Quando os anões chegaram e viram Branca de Neve sufocada pelo laço de fita, rapidamente o cortaram e ela voltou a respirar.
A rainha novamente descobriu que Branca de Neve não estava morta, e voltou a se disfarçar, mas desta vez como uma velha senhora que vendia escovas de cabelo, na verdade envenenadas. Ao dar a primeira escovada, Branca de Neve caiu no chão, desmaida. Quando os anões chegaram e a viram, rapidamente retiraram a escova de seus cabelos e ela acordou.
A rainha, já enlouquecida de fúria, decidiu usar outro método: uma maçã enfeitiçada. Dessa vez disfarçou-se de fazendeira e ofereceu uma maçã; Branca de Neve ficou em dúvida, mas a Rainha cortou a maçã ao meio e comeu a parte que não estava enfeitiçada, Branca de Neve aceitou e comeu o outro pedaço, enfeitiçado. Ele inchou dentro da garganta de Branca de Neve e esta ficou sem ar. Quando os anões chegaram e viram Branca de Neve no chão, tentaram ajudá-la, mas não sabiam o que causara tudo aquilo, e pensaram que estava morta. Por achá-la tão linda, os anões não tiveram coragem de enterrá-la, e a puseram em um caixão de vidro.
Certo dia, um príncipe que andava pelas redondezas avistou o caixão de vidro, e dentro a bela donzela. Ficou tão apaixonado, que perguntou aos anões se podia levá-la para seu castelo, ao que eles aceitaram e os servos do príncipe a colocaram na carruagem. No caminho, a carruagem tropeçou, e no pulo que deu, o pedaço de maçã que estava na garganta de Branca de Neve saiu, e ela pôde novamente respirar, abriu os olhos e levantou a tampa do caixão.
O príncipe a pediu em casamento, e convidou para a festa a rainha má, que compareceu, morrendo de inveja. Como castigo, ao recuar para sair do palácio, acabou tropeçando num par de botas de ferro que estavam aquecidas. As botas fixaram-se na rainha e a obrigaram a dançar; ela dançou e dançou até, finalmente, cair morta.
A bela adormecida
Na festa do batismo da tão desejada princesa, foram convidadas 12 fadas e como madrinhas desta ofereceram-lhe como presentes a beleza, o talento musical, a inteligência, entre outros valores apreciados. No entanto, uma velha fada que foi negligeciada, porque o rei apenas tinha doze pratos de ouro, interrompeu o evento e lançou-lhe como vingança um feitiço cujo resultado seria, ao picar o dedo num fuso, a morte quando a princesa atingisse a idade adulta. Porém restava o presente da 12ª fada. Assim sendo, esta suavizou a morte, transformando o maldição da princesa para cem anos de sono profundo, até que seja despertada pelo primeiro beijo oriundo de um amor verdadeiro.
O rei proibiu imediatamente qualquer tipo de fiação em todo o reino, mas em vão. Quando a princesa contava 15 anos, descobriu uma sala escondida num torreão do castelo onde encontrou uma velha a fiar. Curiosa com o fuso pediu-lhe para a deixar fiar, picando-se nesse mesmo instante. Sentiu então o grande sono que lhe foi destinado e, ao adormecer, todas as criaturas presentes no castelo adormeceram juntamente, sob o novo feitiço da 12ª fada que tinha voltado entretanto. Com o tempo, cresceu uma floresta de urzes em torno do castelo adormecido, isolando-o do mundo exterior e dando uma morte fatal e dolorosa nos espinhos a quem tentasse entrar. Assim muitos príncipes morreram em busca da tal Bela Adormecida cuja beleza era tão falada.
Após cem anos decorridos, um príncipe corajoso enfrentou a floresta de espinhos, mesmo sabendo da morte de outros tantos, e consegiu entrar no castelo. Quando encontrou o quarto onde a princesa dormia, estremeceu de tal maneira ao ver a sua beleza, que caiu de joelhos diante o seu leito. Ele beijou-a e ela acordou finalmente. Então todos no castelo acordaram e continuaram onde haviam parado há cem anos. O conto termina aqui, na boda do príncipe, com a famosa frase e viveram felizes até ao fim dos seus dias.
João e Maria
Este conto relata a aventura dos irmãos João e Maria, filhos de um pobre lenhador, que em acordo com a esposa, decide largá-los na floresta porque a familia não tem mais condições de mantê-los. No caminho pela floresta João e Maria espalham migalhas de pão. As migalhas, que é o detalhe mais conhecido e caracteristico da obra, acabam sendo comidas pelos passáros e com isso João e Mária acabam perdidos na floresta.
Na tentativa de encontrar o caminho de volta, as crianças encontram uma casa feita de doces e, com fome, começam a comer as guloseimas. São então recolhidos pela dona da casa que se revela uma bruxa. Ela planejava engordar as crianças para depois comer de sua carne. Enquanto João se alimentava e aos poucos engordava, Maria trabalhava na casa para depois ser a próxima.
Porém, espertas, as crianças descobrem o plano da bruxa e a enganam jogando-a dentro do próprio forno. Assim, livres, João e Maria são encontrados pelo pai e voltam para casa levando consigo providências suficientes para o resto de suas vidas.
O ganso dos ovos de ouro
Há muito tempo, um homem muito velho (e muito pobre) perdeu sua esposa, e então viveu muito pobre e solitário, até que surgiu uma fada.
- Não temas, meu senhor. Vim aqui para ajudar-te.
Dito isto, ela agitou a sua varinha de condão em direção ao ganso do camponês e desde então, o ganso passou a botar vários ovos de ouro. Estando o camponês muito rico, ele pensou:
- Se o ganso só põe ovos de ouro, dentro dele deve haver milhares de ovos esperando para sair.
Convencido disto, ele pegou uma faca e matou o ganso. Infelizmente o ganso era inteiramente igual aos outros. Arrependido e desesperado, ele implorou que a fada retornasse, mas ela não voltou. E então o homem passou o resto de seus dias pobre e solitário de novo.
Rapunzel
Um casal sem filhos que queria uma criança vivia ao lado de um jardim murado que pertencia a uma bruxa. A esposa, no fim da gravidez, viu uma árvore com suculentos frutos no jardim, e o desejou obsessivamente, ao ponto da morte. Por duas noites, o marido saiu e invadiu o jardim da bruxa para recolher para a esposa, mas na terceira noite, enquanto escalava a parede para retornar para casa, a bruxa apareceu e acusou-o de furto.
O homem implorou por misericórdia, e a mulher velha concordou em absolvê-lo desde que a criança lhe fosse entregue ao nascer. Desesperado, o homem concordou; uma menina nasceu, e foi entregue à bruxa, que nomeou-a Rapunzel. O nome da planta que o marido roubou.
Quando Rapunzel alcançou doze anos, a bruxa trancafiou-a numa torre alta, sem portas ou escadas, com apenas um quarto no topo. Quando a bruxa queria subir a torre, mandava que Rapunzel estendesse suas tranças, e ela colocava seu cabelo num gancho de modo que a bruxa pudesse subir por ele.
Um dia, um príncipe que cavalgava no bosque próximo ouviu Rapunzel cantando na torre. Extasiado pela voz, foi procurar a menina, e encontrou a torre, mas nenhuma porta. Foi retornando frequentemente, escutando a menina cantar, e um dia viu uma visita da bruxa, assim aprendendo como subir a torre.
Quando a bruxa foi embora, pediu que Rapunzel soltasse suas tranças e, ao subir, pediu-a em casamento. Rapunzel concordou. Juntos fizeram um plano: o príncipe viria cada noite (assim evitando a bruxa que a visitava pelo dia), e trar-lhe-ia seda, que Rapunzel teceria gradualmente em uma escada. Antes que o plano desse certo, porém, Rapunzel tolamente delatou o príncipe. Rapunzel pergunta inocentemente porque seu vestido estava começando a ficar apertado em torno de sua barriga, revelando tudo para a bruxa (que soube que Rapunzel estava grávida, o que significava que um homem se encontrara com ela). Em edições subseqüentes, Rapunzel perguntou distraidamente por que era tão mais fácil levantar o príncipe do que a bruxa.
Na raiva, a bruxa cortou cabelo de Rapunzel e lançou um feitiço, para que ela vivesse em um deserto. Quando o príncipe chegou naquela noite, a bruxa deixou as tranças caírem para transportá-lo para cima. O príncipe percebeu horrorizado que Rapunzel não estava mais ali; a bruxa disse que nunca mais a veria e empurrou-o até os espinhos de baixo, que o cegaram. lá Durante meses ele vagueou através das terras infrutíferas do reino, e Rapunzel mais tarde deu à luz duas crianças gêmeas. Um dia, ela estava bebendo água e começou a cantar com sua bela voz de sempre. O príncipe ouviu-a e encontrou-se com ela. As lágrimas de Rapunzel curaram a cegueira, e a família foi viver feliz para sempre no reino do príncipe.
Chapeuzinho vermelho
A mãe de Chapeuzinho pede à menina que atravesse a floresta para visitar a avó, e para levar-lhe um pote de doce com um pouco de bolo. No caminho,Chapeuzinho Vermelho encontra-se com o lobo, que era mau e feio. O lobo pergunta:
Para onde você vai?
Vou à casa da vovozinha, que está muito doente, levar-lhe um presente da minha mãe.
Onde fica a casa de sua avó?
Fica a uns 15 minutos daqui. A casa dela fica debaixo de três grandes carvalhos e é cercada por uma sebe de aveleiras.
O lobo destraiu a capuchinho, enquanto ele corria para a casa da avó dela, chegou na casa da avó da chapeuzinho, engoliu a vovó e deitou-se na cama. Depois de algum tempo chapeuzinho chega e faz perguntas para sua avó (Lobo), depois de várias perguntas o lobo avança em chapeuzinho, ela corre pedindo por ajuda, o lenhador percebe o perigo, e destemido, mata o lobo e tira a avó de chapeuzinho ainda inteira das entranhas do lobo.

Episódio Perdido:O final de A Caverna do Dragão

Olá pessoal,tem passado bem?
Bom,hoje as todas creepypastas(ou a maioria) serão sobre episódios perdidos(novo "sub" aqui no blog).
Este aqui é sobre o desenho A Caverna do Dragão.
Sabe aquele desenho que tinha um unicórnio branco,e uns garotos que ficaram presos num mundo paralelo,com o "mestre dos magos" e  o "vingador".Lembram?
Ele passava(não sei se ainda,pois não vejo TV nos dias de semana)na tv globinha,na globo,todas as manhãs.
Uma coisa que me intrigava no desenho,era o de ele não ter um fim.Eu sempre me perguntava,se aqueles garotos voltariam ao "seu mundo original".
Bom,sem mais enrolação,vamos a história,do final desse desenho. 
Este desenho arrebanha uma legião de fãs e quando a série acabou deixou saudades em muita gente. Logo surgiram especulações a respeito do ultimo episódio, que na verdade nunca foi produzido. E como só tem dois finais, não será difícil concluir que a versão não oficial é muito cruel para uma serie infantil, portanto a versão oficial é mais consistente. A seguir vocês verão uma coletânea de matérias abordando os dois finais, o oficial e o não oficial.
Ai você poderá tirar as suas conclusões. VOCÊ DECIDE!
De qualquer forma este é um tema muito interessante, e da para matar um pouco a saudade da serie.
HISTÓRIA
Caverna do Dragão, ou Dungeons and Dragons, foi um desenho animado criado em 1983, nos Estados Unidos, baseado no RPG de mesmo nome, que fazia muito sucesso na época. O público americano adorou a idéia e a história se repetiu aqui no Brasil quando a Rede Globo de Televisão passou a exibir os episódios nas manhãs de domingo. Apesar do grande sucesso, a série só teve três temporadas e foi deixada de lado sem explicação. Breve estaremos falando sobre os boatos de um possível novo ano da série.
Durante um passeio no novo parque de diversões da cidade um grupo de crianças resolve entrar em um novo brinquedo chamado Caverna do Dragão (Dungeons and Dragons), uma espécie de trem fantasma. O problema é que o brinquedo é na verdade uma passagem interdimensional que leva os garotos a um mundo onde existem guerreiros, dragões, magos, etc. Chegando lá eles são recepcionados pelo Mestre dos Magos (Dungeon Master) que os ajuda, entregando armas mágicas para que eles se defendessem dos muitos perigos do local, como o Vingador e Tiamat. A série gira em torno da busca do “caminho para casa” pelos heróis. Ai existem dois problemas: eles teriam que deixar Uni, a unicórnio de Bobby, e todas as armas mágicas para trás. Não poderiam levá-los para a Terra.
Será que esta história é verdadeira? Não sabemos, mas vale pela curiosidade!
Diz a lenda que a Caverna do Dragão era escrito por um grupo de jogadores de RPG e que depois de cada jogo, eles escreviam sua aventura e a transformavam em roteiro de desenho, para vender para a produtora.
Como todo jogo de RPG tem um final, o desenho também teve. Mas esse final nunca foi ao ar. Você sabe por que? Porque a produtora não comprou o último capítulo da Caverna do Dragão!. A produtora negou-se a comprar o final por ele ser, no mínimo, cruel. Dê uma olhada no esboço:
“Na última aventura deles, aquele dragão de 7 cabeças conta a verdade e depois eles a comprovam. O dragão conta que nunca mais eles voltarão para a Terra.
Nunca porque quando eles estavam descendo naquele carrinho da montanha russa, eles não entraram em outra dimensão. O carrinho caiu… e eles morreram. Eles não vão voltar porque eles estão mortos. E lá é o inferno!
Como nenhum deles era bonzinho na vida real, eles foram parar no inferno, depois que morreram na queda do carrinho e o demônio resolveu brincar com eles.
Cruel e sádico, o demônio às vezes aparecia de Vingador e às vezes de Mestre dos Magos! Os dois na verdade eram a mesma pessoa: o Demônio, sádico, jogando e brincando com os novos moradores de seu império!
O Dragão na verdade é um anjo que vai até o inferno com a missão de tentar fazer com que eles descubram a verdade e que, depois de tantas tentativas, acaba por revelá-la.
O demônio tinha um capeta que o auxiliava neste trabalho. Alguém que sempre os impedia de voltar (ou seja de descobrir que não havia como voltar): a pequena unicórnio Uniii. Ela na verdade, era um enviado do demônio que os acompanhava todo tempo para atrapalhá-los e brincar com seus sentimentos.
Nunca mais eles voltarão e viverão para SEMPRE naquele INFERNO. Essa é a verdade revelada oficialmente pelo Mestre desse jogo de Dungeons e Dragons.
Agora dá para entender porque não produziram o último capítulo…?!”
EPISÓDIO OFICIAL
Esta trama macabra foi amplamente divulgada na Internet e tão bem contada que muita gente passou a tomá-la como sendo verdadeira. Para acabar com as dúvidas, a Herói 2000 conversou com dois roteiristas e o criador do desenho, que concordaram em uma coisa: é tudo papo furado! Gary Gyrax, produtor e criador de Caverna do Dragão, é quem define: “Não há verdade alguma nisso. Nenhum episódio assim foi produzido. Tiamat não é um anjo e nem ajuda de maneira nenhuma”. Já Mark Evanier, um dos roteiristas da série, é mais enfático: “Isto é completamente falso! Apesar de vários finais possíveis terem sido discutidos, nenhum último episódio foi realmente produzido”. O escritor Michael Reaves, roteirista de oito episódios, completa: “Caverna do Dragão foi um desenho muito sombrio para sua época – tanto quanto é Gárgulas hoje. Nós o levamos o mais longe possível para um programa infantil”. Apesar de Caverna ter sido um desenho à frente de seu tempo, Reaves diz que não haveria chance nenhuma de uma história deste tipo ter ido ao ar: “Os garotos não ficaram presos no inferno, nem o Mestre dos Magos é o demônio ou coisa parecida. Essa história toda é absurda”, diz. Mas então, qual é a verdade afinal?
O VERDADEIRO FINAL
No final dos anos 90, circulou na Internet um rumor de que o último episódio da série teria sido vetado por sua assombrosa revelação: na verdade, as personagens do desenho já estariam mortas desde o primeiro episódio, devido a um terrível acidente no carrinho de montanha russa no qual embarcaram. Os meninos teriam sido mandados ao Inferno, sendo o Mestre dos Magos e o Vingador as duas faces de um mesmo ser demoníaco, capaz de oferecer esperança e temor em um processo de crescente agonia psicológica. O boato ainda afirma que o dócil unicórnio Uni seria um agente espião, eventualmente responsável por impedir os meninos de regressar ao seu mundo.
De tão famoso, o boato pôs em evidência os criadores da série, entre eles o roteirista Mark Evanier, que também falou para a revista Herói 2000:
“ Isto é totalmente falso! Apesar de vários possíveis finais terem sido discutidos, nenhum último episódio foi produzido de fato.”
Outro escritor, Michael Reaves, roteirista de sete episódios, complementa na mesma reportagem:
“ Caverna do Dragão foi um desenho altamente sombrio para a sua época – tanto quanto foi Gárgulas nos anos 1990. Nós o levamos o mais longe que era possível para um programa infantil”. (…) “Os garotos não ficaram presos no inferno, nem o Mestre dos Magos é o demônio ou coisa parecida. Essa história toda é absurda.”
Michael Reaves foi o escritor daquele que, ao menos em script, é o final oficial das aventuras de Caverna do Dragão, tendo sido concebido pouco antes do cancelamento da série. Veja a sinopse:
O episódio inicia com os seis garotos enfrentando uma hidra. O Mestre dos Magos aparece durante a briga mas se recusa a ajudá-los, o que causa estranhamento geral. Mais tarde, o Vingador surge e apresenta uma maneira para a turma voltar ao seu mundo: encontrar uma chave escondida e arremessá-la em um abismo. A proposta faz o grupo se dividir em dois (Eric, Presto e Sheila de um lado e Hank, Bobby, Diana e Uni do outro). Após quase morrerem em um vulcão, eles se juntam novamente e encontram a tal chave dentro de um sarcófago com a imagem do Vingador. Ao serem atacados por uma ameba gigante, Eric usa a chave em uma fechadura e salva seus amigos da morte certa. Isso faz o Vingador se transformar em sua forma real (um cavaleiro) e se revela filho do Mestre dos Magos. Com o vilão libertado, os garotos ganham a opção de voltar para seus lares. O episódio termina sem o espectador saber se eles retornaram ou não para a Terra, deixando aí o espaço para uma continuação na temporada seguinte.
Ao final do terceiro ano da série, a CBS decidiu colocar no ar um episódio que encerrasse a temporada. Michael Reaves escreveu aquele que pode ser considerado o verdadeiro último capítulo da série: Requiem. “Este episódio foi escrito de forma que tivesse um duplo sentido, ambíguo e triunfante: se o desenho não continuasse, o final seria satisfatório; se continuasse, o episódio serviria de trampolim para uma nova direção”. Reaves finalizou o Script de Requiem em maio de 1985. Para sua surpresa (e a de todos), a série foi encerrada bruscamente e este roteiro acabou nunca saindo do papel. Gary Gyrax explica o fato: “Em 85, a equipe do desenho se reuniu com os executivos da Marvel e da CBS e foi decidido que a série continuaria na temporada seguinte. Os seis garotos – mais velhos e experientes – seriam chamados de volta ao mundo da Caverna do Dragão pelo Mestre dos Magos. Três scripts do desenho foram feitos e eu até aprovei um deles. Mas algumas dificuldades surgiram. A D&D Corp. fechou e a CBS junto com a Marvel decidiu não continuar mais com o desenho. A nova série acabou cancelada antes mesmo de ser produzida”. Caso resolvido e encerrado. Só falta agora a Globo voltar a exibir Caverna do Dragão. Os fãs saudosos agradecem.
O FINAL QUE NINGUÉM VIU
Requiem pode ser considerado o verdadeiro final de Caverna do Dragão. Escrito há quase quinze anos, a história traz algumas revelações surpreendentes e um desfecho que certamente agradaria os fãs. “Eu gostaria que o episódio se chamasse Redemption (Redenção), mas a emissora achou que este nome dava muito na cara”, diz Michael Reaves. Com a série cancelada, o roteiro nem chegou a virar desenho.