domingo, 4 de novembro de 2012
Mitos Urbanos:A casa Assombrada
Olá seres obscuros,como estão?
Quem nunca ouviu uma história bizarra contada por um amigo ou parente?
Agora vou contar a vocês,uma história que uma antiga amiga minha me contou,ela disse isso havia acontecido com ela e uma amiga,e disse que ficou muito assustada com isto.
Então lhes contarei a história.
Ela estava uma festa na casa da amiga.Só as duas.Estavam vendo um filme de terror no quarto dela,quando ouviram passos.Elas desligaram a TV,e se esconderam debaixo do cobertor.
Os passos havia parado então elas saíram debaixo do cobertor.
No quarto,havia uma lousinha,com um giz ao lado.
Elas voltaram a assistir o filme.
De repente ouviram um barulho.
Parecia um barulho de giz escrevendo em lousa.
Elas olharam para lousa,pra se deparar com uma coisa realmente estranha.
O giz estava escrevendo sozinho na lousa.
Ele escrevia coisas horríveis como:
VOCÊS NÃO VÃO ESCAPAR!!
SEUS DESTINOS ESTÃO SELADOS!!!
VOCÊS VÃO MORRER AQUI HAHAHAHA
A coisa começou a arranhar a parede,juntamente a lousa também.
A menina que me contou diz que saiu correndo da casa,nunca mais voltou e nem sequer passou perto da casa.
No dia seguinte,perguntei a alguns conhecidos se a pessoa da casa(da história)ainda morava lá.
Mas para a minha surpresa,me disseram que ela havia morrido,misteriosamente.
Ela havia desaparecido,mas depois a encontraram num matagal nas redondezas.Ela estava toda arranhada.
Seu rosto totalmente estava desfigurado.
Depois daquilo,o pai da da garota se divorciou da esposa,e se mudou para outra cidade.
Já a mãe se suicidou na casa,cortando seu pescoço.
Desde então ninguém ousa entrar na casa,ou passar perto dela a noite.
(na casa que mencionei,antes dessa familia morar,morava outra.O pai havia matado a filha e logo após a esposa,e depois se suicidou)
Minha criação:A voz
No meio da
noite,acordei com uma enorme sede.Então fui andando em direção a cozinha.Ela só
estava “iluminada” pela luz do luar.
Eu vi o que
parecia ser uma sombra de uma pessoa,mas deixei isso de lado.Tomei um copo
d’água e voltei pra cama.
Senti uma
coisa estranha...
era como se tivesse alguém me observando.
era como se tivesse alguém me observando.
Foi quando
eu ouvi uma voz rouca e baixa.
Parecia de
uma jovem,e dizia:
-Você não está imaginando coisas.Você viu aquilo,você está ouvindo minha voz agora.Não adianta esconder,você está com medo eu consigo sentir ele exalando de seu corpo.
-Você não está imaginando coisas.Você viu aquilo,você está ouvindo minha voz agora.Não adianta esconder,você está com medo eu consigo sentir ele exalando de seu corpo.
Ela estava
certa,eu estava com medo.Era inevitável ter medo.
Então abri
meus olhos,aos poucos.Para ver um humano na minha frente.
Ela era um
humano normal,porém,seus olhos...
Bem...como posso dizer...
eram... estranhos.
Eram orbitas vermelhas.
Aparentemente,era uma jovem.Deveria ser uns anos mais nova que eu.
Bem...como posso dizer...
eram... estranhos.
Eram orbitas vermelhas.
Aparentemente,era uma jovem.Deveria ser uns anos mais nova que eu.
Ela vestia
um longo,velho e esfarrapado vestido branco,e tinha longos cabelos negros e pele
incrivelmente branca.
Ela estava
em minha frente,olhando diretamente e fixamente para mim.
Eu estava
paralisado.
Aquilo era... REAL??
Ou estava sonhando??
Ela se arrastou lentamente até chegar centímetros de meu rosto.
Aquilo era... REAL??
Ou estava sonhando??
Ela se arrastou lentamente até chegar centímetros de meu rosto.
Ela ficou de
joelhos e levou suas mãos até meu rosto.
Elas tinha
enormes unhas,e suas mãos eram incrivelmente frias.
Eu não
conseguia dizer uma única palavra.Apenas olhar para aquela “coisa”.
Ela passava
suas mãos em meu rosto suavemente.Enquanto eu a olhava fixamente e ela também
me olhava.
Depois que o
que pareceu uma eternidade,ela disse uma frase,uma simples frase,mas que me
gelou inteiro:
-Sabe?Você não precisa ter medo.Pois de agora em diante sempre virei aqui,pra te ver dormir.Até o dia em que você ficar igual a mim.
Ela sorriu depois de dizer a frase.
-Sabe?Você não precisa ter medo.Pois de agora em diante sempre virei aqui,pra te ver dormir.Até o dia em que você ficar igual a mim.
Ela sorriu depois de dizer a frase.
E vi.
Dentro de sua boca...
Dentro de sua boca...
Seus
dentes...
Eles eram afiados,como as presas de um cão.E estavam com um tom vermelho.Como se estivesse cheio de sangue .
Sua língua era comprida,e estava vermelha como seus dentes.
Dei um enorme grito,mas ela tapou minha boca suas mãos.
-Por que você tem medo de mim?Me responda!!!
Eu não disse nada.Então ele desceu de minha cama e sumiu na escuridão.
Eles eram afiados,como as presas de um cão.E estavam com um tom vermelho.Como se estivesse cheio de sangue .
Sua língua era comprida,e estava vermelha como seus dentes.
Dei um enorme grito,mas ela tapou minha boca suas mãos.
-Por que você tem medo de mim?Me responda!!!
Eu não disse nada.Então ele desceu de minha cama e sumiu na escuridão.
Sei que não
é mais seguro morar nesta casa,e ao menos dormir aqui,então me mudei para uma
nova casa.
Aqui é bem
melhor que antiga.
Tanto no aspecto que a vizinhança é mais segura,quanto os vizinhos.Eles são
ótimos.
Acho que ela não pode me encontrar aqui.Estou salvo aqui.
Acho que ela não pode me encontrar aqui.Estou salvo aqui.
Bem acho que
vou dormir.
Acordo de
novo no meio da noite,com barulhos estranhos.
Parecia que
alguem estava arranhando alguma coisa.
Penso:
Penso:
-Deve ser um
gato ou um cão,que entrou no quintal,ou coisa do tipo.
Então,tento voltar a dormir.
Então,tento voltar a dormir.
De repente
ouço a voz,aquela voz,daquela “casa”,daquela “coisa”.
-Pensou que
estaria seguro aqui?Foi um erro seu pensar nisso.
NOTA:Ouvimos um chamado de vizinhos perto da casa.Ouviram-se gritos vindo da casa ao lado.Chegamos ao local e só encontramos uma cama ensanguentada com um bilhete em cima do travesseiro.
NOTA:Ouvimos um chamado de vizinhos perto da casa.Ouviram-se gritos vindo da casa ao lado.Chegamos ao local e só encontramos uma cama ensanguentada com um bilhete em cima do travesseiro.
Nele dizia,escrito em sangue:
-É
INEVITÁVEL,NÃO SENTIR MEDO,E NÃO GRITAR AO ME VER.MAS ISSO PODE LHE CUSTAR A
VIDA.GUARDE ESSA FRASE EM SUA MENTE,E NUNCA SE ESQUEÇA,QUE A NOITE IREI VIR AÍ TE DAR UMA VISITA.
Siga em frente
Eu fui depositado nesse mundo com uma brusquidão normalmente reservado para os recém-nascidos, e assim como eles, minha primeira visão do mundo foi o suficiente para me causar choros profundos. Tentei recuar, na esperança de voltar para o nada de que eu tinha vindo, mas encontrei-me congelado, meu corpo não era mais meu; eu só era capaz de olhar com horror para o mundo em que agora me encontrava.
Tijolos e blocos rachados formavam uma estrada sem fim diante de mim, enquanto uma massa muito escura e vazia se encontrava as minhas costas, o lugar de onde eu tinha vindo. Pedras e blocos de madeira flutuavam aqui e ali, como se estivessem congelados após serem arrancados do chão por algum tipo de explosão. Tubos enormes complementavam esta estreita e vazia estrada, e havia vários buracos ao longo do caminho, revelando algumas quedas obscuras aparentemente sem fim.
Porém, não foi esta paisagem sobrenatural que me encheu de horror. Enquanto ela rangia e cansava as forças de minha consciência... Os objetos sutis e observadores faziam com que meu corpo sem controle congelasse de medo. Em todos os lugares, rostos semi-percebidos riam-se de mim; os tijolos, o chão, as nuvens. Vários olhos, sem vida, mas brilhando com uma maliciosa e predatória cautela, pareciam me observar, aparentemente se camuflando quando aproximados por mim.
Conformado com a escuridão constante atrás de mim, eu forçava meus membros a irem pra frente, cada tentativa com um mínimo resultado. Mantive meus olhos fixos à minha frente, vendo apenas o próximo passo, a próxima pedra, nunca olhando para as ilhas de tijolo, flutuando acima de mim, nem para os rostos zombeteiros rindo de minha situação.
Apenas alguns passos a frente de minha jornada, eu congelei, quase recuando pra trás e batendo na parede invisível, ao invés de dar outro passo. Onde antes não havia nada, exceto pela estrada em ruínas, havia agora um outro viajante... Ele cambaleava em minha direção, arrastando-se sob seu próprio peso podre, e minúsculas botas pretas arrastavam-no lentamente ao longo da estrada. Dois olhos vazios e nervosos boiavam em sua massa inchada corporal, fixados em mim com o foco cego de uma mente estranha demais para minha compreensão.
Eu fiquei lá, congelado e sem entender enquanto ele lentamente caminhava em minha direção, seu corpo chiado pouco maior do que o de uma criança. Seus olhos brilhantes estavam fixos em mim, e suas pequenas botas se aproximavam lentamente. Eu não podia me mover. Recuar resultaria apenas na minha eventual captura pelo monstro, mas avançar significaria atravessá-lo, e só o pensamento de tocar naquela... coisa...
A decisão foi tomada por mim, por que a coisa já estava muito próxima, e eu estava preparado para esta ação. Ao horror ou raiva, eu pulei pra frente, gritando sem sentido, e atingi aquele corpo inchado. Eu chutei e pisei nele, esmagando a carne flácida e muito macia debaixo de meus pés, soluçando em horror enquanto sentia sua carne me tocar, e em seguida derreter, apodrecendo ao nada em questão de segundos, mas deixando uma memória tão imunda em minha mente que eu sabia que sentiria todo o peso mais tarde, encharcado contra mim muito tempo depois do doce frio do além.
Depois disso, eu corri. Eu corri e amaldiçoei qualquer destino que havia me trazido até aqui e apagado minha memória, minha vida, e deixado apenas uma estrada: a estrada eterna. Eu teria chorado, teria me amarrado e me jogado em um desses buracos sem fim que havia espalhados por partes da estrada, mas fui obrigado a continuar... Minhas pernas continuavam em um ritmo espasmódico que me impulsionou sobre os tijolos em ruínas e saltando sobre os buracos, apesar de eu querer secretamente cair em suas profundezas e acabar com a estrada, com os rostos, comigo.
Enquanto eu corria e pulava, cheguei a um desses grossos e retorcidos tubos que pontilhavam a paisagem claustrofóbica. Pensei em dar uma olhada por um momento, a curiosidade lutando para superar meu desejo quase maníaco de me livrar deste lugar, mas ao ouvir alguns barulhos estranhos e borbulhantes, juntamente com um profundo pulso baixo vindo do interior desses tubos gigantes, decidi deixar minha curiosidade de lado, e então passei reto do tubo. Assim que sai de lá, senti uma corrente repentina de ar atrás de mim, seguido de um estalo estranhamente abafado, como se barras de ferro envolvidas em algodão tivessem sido colocadas atrás de mim. Eu não me virei, apenas usando isso para galvanizar ainda mais minha caminhada sem fim, ignorando tudo enquanto desaparecia atrás de mim.
Muito à frente, avistei uma escada longa e brilhante, levando a um caminho acima de mim, e além dela o que parecia ser uma pequena casa feita dos próprios tijolos em ruínas, assim como a estrada. Enquanto temia o que poderia estar lá dentro, a idéia de outra pessoa, outra pessoa com a qual eu poderia compartilhar este lugar horrível, me encheu com um grande raio de esperança. Então corri desesperadamente, os olhos fixos na tal escada, e disparei a toda velocidade por cima do buraco. Foi na metade do caminho entre o abismo e a escada que eu vi a coisa me esperando do outro lado.
Era uma paródia retorcida de algum tipo de réptil. Sua face alongada enchia-se com um tom de ameaça, e sua boca bocejava em antecipação do meu chegar ao outro lado, suas bordas irregulares afiadas brilhando como quem estivesse pronto pra atacar. Seu corpo estava equilibrado sobre duas minúsculas e disformes pernas, e ele tinha uma concha de carne dura e quebradiça, que envolvia todo seu tronco bulboso. Dois membros atrofiados se esticaram através de sua concha, revestido em crescimentos fibrosos, e ele lentamente se aproximava de mim.
Eu gritei desesperado, tentando em vão voltar para a borda mais distante, mas já era tarde demais, e meus esforços foram suficientes para fazer com que eu perdesse meu equilíbrio, batendo na parede ao lado do buraco, a coisa acima de mim gritando em frustração enquanto eu caia. Caindo, e caindo, girando em direção a escuridão sem fim, senti a escuridão consumir todo meu corpo. No entanto, segundos antes do vazio poder me fornecer seu consolo final, de repente eu me lembrei...
Estradas intermináveis, lagos de fogo, túmulos em ruínas cheias de ossos podres de animais, formas nebulosas de luzes brilhantes seguindo em direção a escuridão, redes flutuantes de madeira antiga que vagueavam em um céu quente, tudo voltou para mim em um rápido momento: a lembrança de onde eu estava, o que eu havia feito, e sabendo que aquilo iria continuar.
Eu não sei por quanto tempo já fiz isso, nem o que fiz para merecer isso.
Só que devo caminhar nesta estrada.
Para sempre.

FONTE:Estranho Universo
O ônibus
Eu nunca me senti completa. Nunca estive satisfeita. Mas também nunca me interessei em fazer algo para mudar. Quando Robert, meu esposo não estava comigo, o que cuidava da minha ansiedade era passear com Billy. E ainda evitava que ele fizesse suas necessidades pela casa obviamente.
Eu fazia esse passeio pelas redondezas toda madrugada. Pelo menos até aquele dia. Eram 1 e 45 da manha, um babaca freou bem em cima de nós, por pouco não nos acertou. Apesar do susto o que mexeu comigo não foi isso, e sim aquele ônibus verde que apareceu. Lotado de passageiros, o motorista com cabelo milimetricamente penteado, com um sorriso que parecia sugar toda minha coragem. Ele estacionou, abriu a porta da frente e desceu.
- Está na hora de vir conosco Clarisse.
Ele disse com um tom acolhedor e ao mesmo tempo frio. Eu não entendia como ele sabia meu nome, nem porque passara por ali, já que havia nenhuma linha de ônibus nessa rua. Entre o medo, a desconfiança e a curiosidade, tudo que pude responder foi:
- Não, obrigado.
Virei-me e voltei para casa. Meu marido já havia chegado.
- Onde você estava amor?
- Fui passear com o cachorro.
- A essa hora de novo amor? Amor? Ei!
- Desculpe.
- O que foi?
- Robert, qual linha de ônibus passa na rua aqui em frente a nossa casa?
- Nenhuma amor. Faz quatro anos que moramos aqui e nunca passou sequer um ônibus, e caso alguma linha fosse criada aqui, acho que saberíamos. Por quê?
- Um ônibus parou pra mim hoje. E o motorista sabia o meu nome.
- O que? Como assim?
- Eu também não sei.
- Olha amor, você anda muito estressada com os preparativos do nosso casamento, ainda decidiu parar com seu remédio para ansiedade.
- Você está dizendo que eu sou louca? Eu não vi coisa. Era um ônibus, um ônibus de verdade.
- Não estou dizendo que não era amor. Apenas durma um pouco, descanse. Amanha vai perceber que pode ter sido algo da sua cabeça.
Fui-me deitar furiosa, mas sem admitir que o que ele disse fazia mais sentido. E realmente, acordei no dia seguinte mais leve e feliz por saber que finalmente seria o dia de escolher o vestido.
O olhar das moças do ateliê eram os juízes da minha escolha. Se eu escolhesse um que fizesse os olhos de todas elas brilharem, esse era o certo.
- O que é isso no seu nariz Clarisse?
Uma senhora me questionou com espanto.
- O que?
Minha calma e leveza foram embora quando levei as mãos ao rosto e percebi que o sangue escorria pelo meu nariz. Senti-me sufocada. Precisava de ar e por isso corri para fora da loja. Lá fora estava ele me esperando. Aquele mesmo ônibus. Os mesmos passageiros. E o mesmo motorista parado na porta com seu sorriso.
- Eu não posso esperar mais Clarisse. É hora de vir conosco.
- Não! Você não vai me levar!
Naquele momento tudo fez sentido. Talvez aquele carro... Aquele carro não "quase" me acertou. Aquele carro me atropelou. É isso. Estou morta, não me resta nada a não ser me entregar. Mas agora não, agora eu tenho tudo. Vou me casar. Não posso abandonar tudo isso. E não vou! Voltei para dentro da loja.
- Moça, chame a policia, por favor!
- O que houve minha jovem?
- Aquele homem está me perseguindo!
- Quem?
- Aquele dentro do onib...
Era até óbvio. O ônibus não estava mais lá.
- Menina, sente-se. O que aconteceu? Seu nariz está sangrando.
Aquela gentil senhora limpava meu rosto e eu sequer podia sentir suas mãos. A imagem do ônibus, aquele sorriso macabro, nada daquilo deixava minha mente a sós por sequer um segundo. Acho melhor ir pra casa. Um banho deve esfriar minha cabeça.
A água fria pelo meu corpo me dava uma falsa sensação de alívio. Saí do banho e fui me secar. Meu cachorro me olhava quase implorando para passear.
- Desculpe Billy, você sabe quem está lá fora esperando por mim.
Será que esse seria o meu destino? Presa dentro de casa, com medo de um ônibus que sequer existe. Presa na dúvida. A vida é minha e ninguém pode me tomar. Pela primeira vez eu não senti medo. Eu estava pronta pra enfrentar tudo aquilo. Eu não podia fugir mais. O medo deu lugar à confiança. Aprontei Billy, pus um casaco e saí. Já era tarde mesmo, quase duas da manha. Depois de uma pequena caminhada, lá estava ele me esperando. Vi o ônibus fazer uma curva e vir até a mim. Ele estacionou e como sempre, o motorista desceu.
- Clarisse, não seja egoísta, você não é a única aqui. Você tem que vir conosco.
- Não, eu não vou!
- Você tem certeza?
- Tenho!
Eu gritava tão determinada que não percebi que Billy escapava das minhas mãos e entrava no ônibus.
- Não Billy, vem cá! Devolva meu cachorro!
- Não posso Clarisse, foi ele quem escolheu.
Eu não sabia se devia continuar e deixa-lo, eu o amava demais. Mas manti minha posição.
- Eu não vou! Essa é a minha vida eu escolho!
- Não Clarisse... Essa não é a sua vida. É a vida que você poderia ter tido...
O homem voltou para seu banco, fechou a porta e foi embora. Acho que agora sim, está tudo resolvido. Nunca mais verei aquele maldito ônibus. Sinto-me mais leve, porém de um jeito estranho. Toda aquela preocupação e ansiedade se foram, agora eu só vejo uma luz. Uma luz intensa. Finalmente eu acho que terei paz.
-
- Minha nossa, que horrível!
- Eu a conheço, ela se chama Clarisse, é minha vizinha.
- Esperem! O cachorro está vivo, isso só pode ser um milagre
FONTE:Estranho Universo
FONTE:Estranho Universo
sábado, 3 de novembro de 2012
O porão
Na pequena cidade de Stull, Kansas, existia uma pequena e antiga capela, no topo de uma colina, rodeada por sepulturas. Ao lado da igreja estava um porão, muito difícil de ser encontrado, já que suas portas haviam sido cobertas por grama que crescera lá. Na frente da igreja, havia uma grande árvore que estava sempre sem folhas. Nenhum dos membros da cidade conseguiam se lembrar de ter visto alguma vez uma folha sequer em seus ramos.
Nos primeiros anos da cidade, bem antes da guerra civil, havia várias famílias de agricultores que viviam por lá. A filha do pastor havia se apaixonado loucamente por um jovem que morava perto de lá, mas teve seu coração partido quando descobrira que o jovem havia engravidado uma outra garota sua cidade. Os dois se casaram, e enquanto a filha do reverendo observavam-nos, juntos e felizes, seu ódio pelos dois só aumentava, até que após 9 meses de dolorosa resistência, seu desprezo transbordou. Pouco tempo depois da criança do casal nascer, a filha do reverendo foi em sua casa.
Eles a cumprimentaram alegremente, mas perceberam, tarde demais, que seus olhos estavam sedentos de sangue... Ela cortou as gargantas daqueles dois que haviam feito sua vida tão miserável, e em seguida, arrastou seus corpos, junto com o filho recém-nascido, até o morro da igreja. Ela colocou os corpos no porão e deixou o bebê ali, entre seus corpos, para morrer de fome. Ela trancou fortemente o porão e se enforcou na árvore em frente à igreja. Os corpos do porão não foram encontrados durante três semanas.
Daquele dia em diante, nunca mais cresceram folhas naquela árvore. Algumas pessoas dizem que sevocê andar no cemitério à noite, você pode ouvir levemente o som do choro arrepiante de um bebê. As pessoas da cidade incendiaram a árvore há muitos anos atrás, na esperança de colocar o espírito da filha do reverendo para descansar. E, mais recentemente, a igreja desabou sobre si mesmo, enterrando o porão já difícil de ser encontrado.
Muitos têm procurado pelas portas, mas os poucos que encontraram e aventuraram-se sob suas profundezas raramente voltavam, com a exceção de alguns que voltaram à luz do sol após cerca de três semanas lá embaixo – quase mortos de fome e cobertos por sangue que não pertenciam a eles.
FONTE:Caçadores do Medo
FONTE:Caçadores do Medo
Train and Tunnel for Tots
Na Wisconsin rural, existe um velho parque de diversões abandonado. Construído em meados de 1920, ele serviu de ponto de encontro principal para todos.
Isto é, até um recém-desenvolvido trem de passeio (Train and Tunnel for Tots™) ser instalado em 1932. Era um trem de aparência inocente e infantil, com um carro-chefe principal (mecanizado) e três pequenos carrinhos sendo puxados por ele. Isso dava algumas voltas antes de entrar no pequeno túnel.
Mas é aí que a história se torna estranha. Houve inúmeros casos de mortes infantis naquele ano, todos eles acontecendo depois que a criança andava no trem de passeio. Algumas crianças desapareciam naquele túnel curto (cerca de 3 a 4 metros) e outras ficaram em coma depois de sair. Uma delas, após sair, foi encontrada morto. Seu vestido estava coberto com o que parecia ser pequenas marcas de dedos sangrentas. Algumas crianças mataram-se arranhando as próprias gargantas até que sangrassem, e uma delas até matou outra criança antes de se enforcar com arame farpado na fazenda da família.
Mas é aí que a história se torna estranha. Houve inúmeros casos de mortes infantis naquele ano, todos eles acontecendo depois que a criança andava no trem de passeio. Algumas crianças desapareciam naquele túnel curto (cerca de 3 a 4 metros) e outras ficaram em coma depois de sair. Uma delas, após sair, foi encontrada morto. Seu vestido estava coberto com o que parecia ser pequenas marcas de dedos sangrentas. Algumas crianças mataram-se arranhando as próprias gargantas até que sangrassem, e uma delas até matou outra criança antes de se enforcar com arame farpado na fazenda da família.
O parque foi fechado, e a popularidade da cidade como atração turística despencou.
Recentemente, uma equipe de cientistas foi enviada ao parque. Eles prenderam uma câmera de vídeo no trem e colocaram um novo estagiário com ela antes de mandá-lo para os trilhos.
Recentemente, uma equipe de cientistas foi enviada ao parque. Eles prenderam uma câmera de vídeo no trem e colocaram um novo estagiário com ela antes de mandá-lo para os trilhos.
Quando o trenzinho deixou o túnel, ele estava vazio, exceto pela câmera.
Os últimos dez segundos não tinham nada além de estática, exceto pelo som de crianças rindo.
FONTE:Survival Horror Brasil
FONTE:Survival Horror Brasil
Na Inglaterra, mulher é expulsa de casa por 12 fantasmas
A britânica Vanessa Mitchell, 37 anos, teve que abandonar sua residência em St. Osyth. O motivo? Segundo ela, por causa de fantasmas. No caso, 12. Eles a expulsaram de lá.
Vanessa afirma que os fantasmas vivem no local e ficavam a atormentando. Eles batiam nela pelas costas, puxavam seus cabelos, tentavam empurrar as visitas escada abaixo, moviam objetos, abriam as portas e torneiras, além de ficarem girando as maçanetas.
A moça resistiu a tudo isso durante três anos, mas agora se sentiu obrigada a sair, ainda mais depois do nascimento de seu filho. "Pensei: sou uma mãe solteira, não posso viver assim", disse Vanessa.
Segundo o especialista em casos sobrenaturais Chris Palmer, há muitos anos atrás a casa de Vanessa teria sido uma prisão de bruxas. "É uma das mais negativas atmosferas que já encontrei", afirmou.
FONTE:Doce Psicose
FONTE:Doce Psicose
Sr.Cordeiro e a Vingança de Beatrice
Estávamos todos lá empilhados dentro daquela van suja. Eu e Kent, Bonnie e Simon, Nora e Anthony, Dustin e Patrick, e Darlene. Nós não levamos as crianças. Eu acho que essa era a ideia de Nora, deixá-los em casa. E fora ideia de Patrick ir ver nosso “amigo” Chad que estava saindo da prisão. Ele parou no portão, olhando nós, dando aquele sorriso forçado, de quem tinha passado seis longos anos no inferno. Dustin acenou. Darlene levantou o pescoço para ve-lo melhor. E ele fez uma cara ranzinza, saiu do portão, e virou para oeste, em direção à parada de ônibus. Havia um terreno baldio em frente à prisão onde estávamos esperando em nosso carro. Nós verificávamos continua mente por cima do ombro, observando ele ir embora. Ele não estava com medo, mas estava sendo cauteloso. Quando ele desapareceu de vista, Nora disse categoricamente: "Está na hora. Temos de ir atrás dele agora".
Há três anos, as crianças começaram a ter pesadelos. Eles acordavam chorando, e se recusavam a dizer o motivo. Eles começaram a arranjar desculpa para não ir à escola; reagiam se defendendo, quando nós perguntávamos como iam as aulas; e se protegiam como se não quisessem ser tocados. Chad era o professor deles do jardim de infância, ele era charmoso e simpático, o que fazia dele confiável.
Finalmente, durante o verão, Patrick e Dustin tinha convencido sua filha adotiva Yuan a se consultar com um psicólogo, e ela se abriu. Sr.Cordeiro como eles o chamavam os havia tocado. Ele havia tocado vários outros estudantes. Sentindo-se mais a vontade em outras consultas, ela deu os nomes de outros alunos molestados. Dustin e Patrick, eram um casal gay convencional, nunca havia lhes acontecido isso na infância, por isso foi tão difícil de acreditar. Eles reuniram os pais dos alunos da classe de Yuan, e lhes contaram a barbaridade, para que eles todos tomassem a atitude levar seus filhos ao psicólogo e mais tarde para denunciar á policia. O filho de Simon e Darlene, havia sido convencido de que o Sr.Cordeiro era seu dono e o amava, por isso se deixava ser sodomizado, sem resistência. Então teve Violeta, Eddie, Tyler e os gêmeos e Beatrice e Bernardo, eles contaram as coisas que Cordeiro havia feito com eles, isso demonstrou que ele havia deixado um trauma iremediável sobre as crianças. A polícia foi maravilhosa, foi cautelosa e nos ouviu. Gradativamente, as crianças tomaram coragem de testemunhar. Meu estômago revirou quando ouvi o testemunho de Violeta, ela chorava enquanto contava, o que ele á havia obrigado á fazer. Violeta era tão doce. Ela passou de vitima tímida de seis aninhos, á lutadora de karate faixa preta aos dez anos. Se ao menos Beatrice tivesse sido tão forte, ela não teria se matado. Mais uma vez, eu agradeci a Deus por não ter acontecido nada com meu Stan.
Finalmente, durante o verão, Patrick e Dustin tinha convencido sua filha adotiva Yuan a se consultar com um psicólogo, e ela se abriu. Sr.Cordeiro como eles o chamavam os havia tocado. Ele havia tocado vários outros estudantes. Sentindo-se mais a vontade em outras consultas, ela deu os nomes de outros alunos molestados. Dustin e Patrick, eram um casal gay convencional, nunca havia lhes acontecido isso na infância, por isso foi tão difícil de acreditar. Eles reuniram os pais dos alunos da classe de Yuan, e lhes contaram a barbaridade, para que eles todos tomassem a atitude levar seus filhos ao psicólogo e mais tarde para denunciar á policia. O filho de Simon e Darlene, havia sido convencido de que o Sr.Cordeiro era seu dono e o amava, por isso se deixava ser sodomizado, sem resistência. Então teve Violeta, Eddie, Tyler e os gêmeos e Beatrice e Bernardo, eles contaram as coisas que Cordeiro havia feito com eles, isso demonstrou que ele havia deixado um trauma iremediável sobre as crianças. A polícia foi maravilhosa, foi cautelosa e nos ouviu. Gradativamente, as crianças tomaram coragem de testemunhar. Meu estômago revirou quando ouvi o testemunho de Violeta, ela chorava enquanto contava, o que ele á havia obrigado á fazer. Violeta era tão doce. Ela passou de vitima tímida de seis aninhos, á lutadora de karate faixa preta aos dez anos. Se ao menos Beatrice tivesse sido tão forte, ela não teria se matado. Mais uma vez, eu agradeci a Deus por não ter acontecido nada com meu Stan.
Me senti horrível pensando nessas coisas. Eu ouvi o carro parar, levantei minha cabeça que até então estava baixa, longe com essas lembranças terríveis. Estávamos na frente de uma loja. Eu podia ver os outros pais esperando na frente da porta cor de mostarda. "Vamos". Kent disse. "Ela odeia quando estamos atrasados para nossos compromissos".
A loja estava cheia de livros, ossos de animais, estátuas de deuses e fadas, cipós de plantas estranhas, e várias armas antigas. O balcão de vidro na parte de trás da loja separava o público da sala de reunião privada. Darlene se arrastou para o balcão e bateu o sino uma vez. Uma cortina preta, estampada com os olhos roxos, foi puxado para o lado, revelando Georgia, uma senhora muito ativa e bastante misteriosa.
"Olá!! Olá!! Muitíssimo Bom dia meus queridos!! Hoje é o dia, não é?!" Georgia era sempre alegre, não importa com quem. Ele tinha dentes longos e afiados e unhas podres para combinar, com os olhos com um tom amarelo, ela parecia uma criatura das trevas. "Eu vou verificar se vocês podem entrar no meu espaço... Esperem, ok?" Georgia desapareceu trás das cortinas e retornou. "Vamos lá!" Ela chamou, e nós á seguimos. Cada um de nós se sentou em um lugar em torno de uma mesa e esperou.
Georgia se retirou por um minuto para trazer seu livro e sua mestra, ela voltou com um senhorinha de com certeza mais de cem anos em uma cadeira de rodas feita de vime, ela colocou a Pequena senhora ossuda e quase morta em seu lugar e juntou-se á nós com um livro nas mãos. Ela colocou o livro grosso, encadernado em um material branco brilhante na frente da senhorinha. Tínhamos visto o livro antes. Ela nos mostrou em nossa primeira visita. O Veneficus Caligo The Darkest Magic, um dos 13 livros que existiam espalhados no mundo. Então a senhorinha disse: “Meu nome é Coda e hoje o limite na carne humana será rompido” Em seguida falou um monte de coisas ininteligíveis como “De um sacerdote assassinado, a costura feita em fio de cabelo humano, tirado de uma mãe que morreu no parto, do sangue de um homem enforcado”.
"Vocês tem certeza?" Ela perguntou, quebrando nosso silêncio. "Nós temos certeza". Dissemos em uníssono. Ela assentiu com a cabeça, e lançou o livro aberto em uma página do centro. E começou á gritar, e fazer um som estranho com a garganta, em um momento pensamos que ela havia engasgado com um catarro. “Os Motuus Iratus the Dead! Alalala lala lala...”
Nora e Anthony pareciam concentrados e sombrios. Bonnie colocou a mão no ombro de Nora e cochichou: "Você tem certeza, querida?.E ela respondeu: “Completamente, esta é a única maneira de obter justiça". Anthony assentiu.
Coda então disse: "Eu vou precisar do item". Nora enfiou a mão no bolso e tirou um colar de prata. Com um pingente em forma de coração, que brilhou a luz da vela. Anthony segurou suas lágrimas nos olhos, assim que viu o colar. Lembrou-se que era o colar favorito de Beatrice.
Ela estava usando ele quando Anthony a encontrou pendurada por um cinto no ventilador.
Mas a notícia da liberação de Chad Cordeiro da prisão fez seu sangue ferver. “Nora entregue a jóia para a mulher”. Ela o pegou, inspecionado, e acenou com a cabeça. "A alma de sua filha deixou uma marca sobre este objeto". Coda foi até uma sala ao lado e voltou, segurando várias garrafas, latas e ervas. Ela jogou tudo em cima da mesa, e então se virou para uma prateleira no quarto, em buscar de... Um pote de metal. Ela colocou ele na mesa também, e desapareceu novamente.
À medida que observávamos em silêncio, a mulher óssea começou seu trabalho. Ela parecia não precisa de olhos para identificar o que era o quê. Ela pegou uma garrafa de vinho, vermelho escuro, despejando-o no pote, e começou a cantar. Três pétalas de rosas amarelas e rosa, uma pitada de sal, sete ossos de coelho, uma mecha de cabelo humano vermelho, um punhado de terra de cemitério, as presas de cobra. A bebida começou a evaporar, sem ser fervida, e ela continuava cantando fazendo a fumaça ficar cada vez mais densa. Eu ouvi o nome de Beatrice polvilhado no canto externo do pote. Finalmente, ela chegou à fase finalmente e gritou: "Levanta-te, meu filho, levanta, levanta-te! Seu assassino agora caminha livre, e a justiça não fez seu dever. O tempo da justiça se foi, agora vem o tempo da vingança. Levanta-te, meu filho, levanta, levanta-te, levanta!". Houve uma explosão e fumaça cor de lavanda vertia do pote, enchendo a sala e nos cegando. Um grito, torturado de agonia dividiu o ar. Era um grito de Beatrice.
A fumaça se dissipou, e Coda nos olhou gravemente. "Está feito. Ela deve estar esperando por você no lugar combinado. Vão até ela. Mas, Nora e Anthony, estejam avisados. Esta não é mais sua filha. Este é um instrumento de vingança, um demônio profano. Lembre-se disso".
...
O caixão fedia. E o corpo estava nojento. Por que ela deveria se levantar? Ela queria um cadáver fresco. O corpo lentamente começou a se remontar, costurando-se novamente através de magia negra. Uma das mais fortes. Logo, as mãos foram totalmente reformadas, e ela bateu na tampa do caixão de madeira de cerejeira, rompendo-o. Ela o empurrou para cima, através da Terra, suave e gelada, erguendo-se sobre o buraco formado pela terra que escorria para dentro do caixão, ela sentiu o ar da meia-noite. A garganta se asfixiou, e ela engoliu oxigênio. Ela não precisava, mas ele era bom para o corpo. Ela levantou-se colocando seus pés calçados na grama. Ela sabia para onde ir. Revirou os ombros ainda se recompondo, e andou. Indo para os portões de ferro, na estrada de terra, para um celeiro abandonado que seu mestre havia lhe ordenado. "Eles, devem, estar, esperando." O demônio resmungou.
O vestido branco estava esfarrapado, rasgado, a renda ligeiramente amarelada. Ela perdeu um sapato na viagem pela estrada acima, e o outro na caminhada descendo a colina de sua sepultura. Eram duas horas quando ela avistou o celeiro, mas as pernas estavam rígidas. Os braços balançavam desordenadamente, os pés embaralhados e trôpegos. Ela não fazia muito esforço para manter a boca fechada, e ela deixou-a cair aberta, com língua pendurada para fora. Ela se sentia inquieta. Ela queria rasgar, rasgar, matar, devorar. Ela queria fazer o trabalho e ir para casa, onde o cheiro de enxofre perfumava e os campos queimavam. O celeiro em ruínas apareceu, e viu vários carros estacionados. Ela fez uma careta. “Droga é tarde”. Quando ela se aproximou, ela ouviu gritos. "A bruxa maldita nos enganou! Não á nada aqui! Maldição Nora, como você pode". Ela chegou à porta, estendeu a mão, e empurrou-a. Nove seres humanos vivos olharam para ela, assustados. Um deles deu um passo hesitante para frente. "Seja bem vinda, Beatrice?" O ser humano sussurrou. Ela não disse nada. Apenas um gemido rouco como uma resposta.
O homem recuou, sussurrando. "O que Coda disse para nós fazermos?"
"Hum... Nós devemos enviá-la ao Cordeiro".
Eles se separaram e formaram um circulo em volta de Beatrice, enquanto Nora falava as palavras mágica: "Es... Es vos Iratus... Mortuus" Ela se atrapalhou. Seu latim era horrível, mas ela balançou a cabeça, e se concentrou uma vez: “Es Vos Iratus Mortuus!!”. A menina se afastou, os lábios enegrecidos, mostrando os dentes afiados concedidos pelo feitiço. Ela levantou as mãos e seus dedos viraram garras, pretas como pregos. Ela deu outro gemido rouco, com fome gemido, e um dos seres humanos irrompeu, em lágrimas: "Envie, mande-a embora". Darlene lamentou. Nora apontou de volta para a noite e falou. "Chad, o Cordeiro" Ela disse com firmeza. "Rua. Carmen, número 5831. Dentro de uma semana. Compreendido?". Ela balançou a cabeça, gemeu, e virou-se, cambaleante, indo em direção de Cordeiro. Algum instinto evoluiu desde os primeiros dias que ela estava sobre a terra. Ela não fugiu. Ela tinha tempo para concluir sua tarefa. Muito tempo.
Alguns dias se passaram...
Ela retornou ás estradas, movendo-se como uma sombra entre as árvores e quintais, aproximando-se rapidamente da casa de Cordeiro. Ela ficava com mais fome a cada passo. Ela precisava de comida! Bom, ela tinha certeza de que o estava sentindo o cheiro de Chad. Finalmente, lá estava a casa. Era a sua refeição.
Chad ainda estava acordado. Em seu computador, navegar por seus sites 'especiais'. Graças a Deus que o governo americano ainda não tinha começado a monitorar o que os criminosos sexuais registrados procuravam na internet. Ele estava tão ‘envolvido’ em um vídeo, que ele não ouviu a porta de trás se abrir. Nem ouviu o som de pés frios em sua cozinha, através de seu hall de entrada. Ele finalmente ouvir a porta do escritório se abrir, e olhou para trás.
"Que diabos?!" Beatrice Martin? Quer dizer que você gostou mesmo de nossa brincadeira, não é!!!”. Ele tirou sarro enquanto seus olhos se acostumavam a luz que estava entrando na sala, ele não havia visto nitidamente, que quem estava ali, não era Beatrice.
Era ela de pé em sua porta, de frente para ele com os olhos inchados e pegajosos. Ela sorriu para ele suas presas enchendo a boca, ainda havia terra em seus cabelos ruivos e cacheados. Ela o observou com as calças arreadas, com o pênis para fora, ela enrijeceu os braços e suas garras saíram de dentro, para fora. Chad caiu da cadeira, as calças em torno de seus tornozelos, ele lutava para se afastar, até que ela correu para a parede oposta. Beatrice chegou até ele, parou... Olhando para ele.
A menina estava longe, em outro mundo, mas sentiu-se confortável para dizer alguma coisa.
“Olá Sr.Cordeiro, confie em mim, não vai doer nada, vou colocar minhas garras onde o senhor também nunca foi tocado”. Naquele momento Beatrice fechou os olhos e deixou que o demônio tomasse de conta de seu corpo. E o demônio acordou com os olhos cheios de sangue, e a saliva escorrendo se suas presas. Afinal, o medo dele fez o gosto da carne muito melhor.
"Estou com fome, Sr.Cordeiro..."
"Estou com fome, Sr.Cordeiro..."
Os gritos do homem eram quase tão doces quanto o sabor de sua pele.
FONTE:Creepy World
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Antigas e bizarras fantasias de halloween
Estava procurando coisas relacionadas a halloween(tentando entrar no "espírito da coisa")e acabei achando essas imagens num blog(o link está no fim da postagem).Sem mais enrolação,aí abaixo estão as imagens.

FONTE:Noite Sinistra
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