sábado, 3 de novembro de 2012

O porão


Na pequena cidade de Stull, Kansas, existia uma pequena e antiga capela, no topo de uma colina, rodeada por sepulturas. Ao lado da igreja estava um porão, muito difícil de ser encontrado, já que suas portas haviam sido cobertas por grama que crescera lá. Na frente da igreja, havia uma grande árvore que estava sempre sem folhas. Nenhum dos membros da cidade conseguiam se lembrar de ter visto alguma vez uma folha sequer em seus ramos.

Nos primeiros anos da cidade, bem antes da guerra civil, havia várias famílias de agricultores que viviam por lá. A filha do pastor havia se apaixonado loucamente por um jovem que morava perto de lá, mas teve seu coração partido quando descobrira que o jovem havia engravidado uma outra garota sua cidade. Os dois se casaram, e enquanto a filha do reverendo observavam-nos, juntos e felizes, seu ódio pelos dois só aumentava, até que após 9 meses de dolorosa resistência, seu desprezo transbordou. Pouco tempo depois da criança do casal nascer, a filha do reverendo foi em sua casa.

Eles a cumprimentaram alegremente, mas perceberam, tarde demais, que seus olhos estavam sedentos de sangue... Ela cortou as gargantas daqueles dois que haviam feito sua vida tão miserável, e em seguida, arrastou seus corpos, junto com o filho recém-nascido, até o morro da igreja. Ela colocou os corpos no porão e deixou o bebê ali, entre seus corpos, para morrer de fome. Ela trancou fortemente o porão e se enforcou na árvore em frente à igreja. Os corpos do porão não foram encontrados durante três semanas.

Daquele dia em diante, nunca mais cresceram folhas naquela árvore. Algumas pessoas dizem que sevocê andar no cemitério à noite, você pode ouvir levemente o som do choro arrepiante de um bebê. As pessoas da cidade incendiaram a árvore há muitos anos atrás, na esperança de colocar o espírito da filha do reverendo para descansar. E, mais recentemente, a igreja desabou sobre si mesmo, enterrando o porão já difícil de ser encontrado.

Muitos têm procurado pelas portas, mas os poucos que encontraram e aventuraram-se sob suas profundezas raramente voltavam, com a exceção de alguns que voltaram à luz do sol após cerca de três semanas lá embaixo – quase mortos de fome e cobertos por sangue que não pertenciam a eles.

FONTE:Caçadores do Medo

Train and Tunnel for Tots


Na Wisconsin rural, existe um velho parque de diversões abandonado. Construído em meados de 1920, ele serviu de ponto de encontro principal para todos.
Isto é, até um recém-desenvolvido trem de passeio (Train and Tunnel for Tots™) ser instalado em 1932. Era um trem de aparência inocente e infantil, com um carro-chefe principal (mecanizado) e três pequenos carrinhos sendo puxados por ele. Isso dava algumas voltas antes de entrar no pequeno túnel.
Mas é aí que a história se torna estranha. Houve inúmeros casos de mortes infantis naquele ano, todos eles acontecendo depois que a criança andava no trem de passeio. Algumas crianças desapareciam naquele túnel curto (cerca de 3 a 4 metros) e outras ficaram em coma depois de sair. Uma delas, após sair, foi encontrada morto. Seu vestido estava coberto com o que parecia ser pequenas marcas de dedos sangrentas. Algumas crianças mataram-se arranhando as próprias gargantas até que sangrassem, e uma delas até matou outra criança antes de se enforcar com arame farpado na fazenda da família.
O parque foi fechado, e a popularidade da cidade como atração turística despencou.
Recentemente, uma equipe de cientistas foi enviada ao parque. Eles prenderam uma câmera de vídeo no trem e colocaram um novo estagiário com ela antes de mandá-lo para os trilhos.
Quando o trenzinho deixou o túnel, ele estava vazio, exceto pela câmera.
Os últimos dez segundos não tinham nada além de estática, exceto pelo som de crianças rindo.


FONTE:Survival Horror Brasil

Na Inglaterra, mulher é expulsa de casa por 12 fantasmas



A britânica Vanessa Mitchell, 37 anos, teve que abandonar sua residência em St. Osyth. O motivo? Segundo ela, por causa de fantasmas. No caso, 12. Eles a expulsaram de lá.

Vanessa afirma que os fantasmas vivem no local e ficavam a atormentando. Eles batiam nela pelas costas, puxavam seus cabelos, tentavam empurrar as visitas escada abaixo, moviam objetos, abriam as portas e torneiras, além de ficarem girando as maçanetas.

A moça resistiu a tudo isso durante três anos, mas agora se sentiu obrigada a sair, ainda mais depois do nascimento de seu filho. "Pensei: sou uma mãe solteira, não posso viver assim", disse Vanessa.

Segundo o especialista em casos sobrenaturais Chris Palmer, há muitos anos atrás a casa de Vanessa teria sido uma prisão de bruxas. "É uma das mais negativas atmosferas que já encontrei", afirmou.

FONTE:Doce Psicose

Sr.Cordeiro e a Vingança de Beatrice


Estávamos todos lá empilhados dentro daquela van suja. Eu e Kent, Bonnie e Simon, Nora e Anthony, Dustin e Patrick, e Darlene. Nós não levamos as crianças. Eu acho que essa era a ideia de Nora, deixá-los em casa. E fora ideia de Patrick ir ver nosso “amigo” Chad que estava saindo da prisão. Ele parou no portão, olhando nós, dando aquele sorriso forçado, de quem tinha passado seis longos anos no inferno. Dustin acenou. Darlene levantou o pescoço para ve-lo melhor. E ele fez uma cara ranzinza, saiu do portão, e virou para oeste, em direção à parada de ônibus. Havia um terreno baldio em frente à prisão onde estávamos esperando em nosso carro. Nós verificávamos continua mente por cima do ombro, observando ele ir embora. Ele não estava com medo, mas estava sendo cauteloso. Quando ele desapareceu de vista, Nora disse categoricamente: "Está na hora. Temos de ir atrás dele agora".

Há três anos, as crianças começaram a ter pesadelos. Eles acordavam chorando, e se recusavam a dizer o motivo. Eles começaram a arranjar desculpa para não ir à escola; reagiam se defendendo, quando nós perguntávamos como iam as aulas; e se protegiam como se não quisessem ser tocados. Chad era o professor deles do jardim de infância, ele era charmoso e simpático, o que fazia dele confiável.

Finalmente, durante o verão, Patrick e Dustin tinha convencido sua filha adotiva Yuan a se consultar com um psicólogo, e ela se abriu. Sr.Cordeiro como eles o chamavam os havia tocado. Ele havia tocado vários outros estudantes. Sentindo-se mais a vontade em outras consultas, ela deu os nomes de outros alunos molestados. Dustin e Patrick, eram um casal gay convencional, nunca havia lhes acontecido isso na infância, por isso foi tão difícil de acreditar. Eles reuniram os pais dos alunos da classe de Yuan, e lhes contaram a barbaridade, para que eles todos tomassem a atitude levar seus filhos ao psicólogo e mais tarde para denunciar á policia. O filho de Simon e Darlene, havia  sido convencido de que o Sr.Cordeiro era seu dono e o amava, por isso se deixava ser sodomizado, sem resistência. Então teve Violeta, Eddie, Tyler e os gêmeos e Beatrice e Bernardo, eles contaram as coisas que Cordeiro havia feito com eles, isso demonstrou que ele havia deixado um trauma iremediável sobre as crianças. A polícia foi maravilhosa, foi cautelosa e nos ouviu. Gradativamente, as crianças tomaram coragem de testemunhar. Meu estômago revirou quando ouvi o testemunho de Violeta, ela chorava enquanto contava, o que ele á havia obrigado á fazer. Violeta era tão doce. Ela passou de vitima tímida de seis aninhos, á lutadora de karate faixa preta aos dez anos. Se ao menos Beatrice tivesse sido tão forte, ela não teria se matado. Mais uma vez, eu agradeci a Deus por não ter acontecido nada com meu Stan.

Me senti horrível pensando nessas coisas. Eu ouvi o carro parar, levantei minha cabeça que até então estava baixa, longe com essas lembranças terríveis. Estávamos na frente de uma loja. Eu podia ver os outros pais esperando na frente da porta cor de mostarda. "Vamos". Kent disse. "Ela odeia quando estamos atrasados ​​para nossos compromissos".

A loja estava cheia de livros, ossos de animais, estátuas de deuses e fadas, cipós de plantas estranhas, e várias armas antigas. O balcão de vidro na parte de trás da loja separava o público da sala de reunião privada. Darlene se arrastou para o balcão e bateu o sino uma vez. Uma cortina preta, estampada com os olhos roxos, foi puxado para o lado, revelando Georgia, uma senhora muito ativa e bastante misteriosa.
"Olá!! Olá!! Muitíssimo Bom dia meus queridos!! Hoje é o dia, não é?!" Georgia era sempre alegre, não importa com quem. Ele tinha dentes longos e afiados e unhas podres para combinar, com os olhos com um tom amarelo, ela parecia uma criatura das trevas. "Eu vou verificar se vocês podem entrar no meu espaço... Esperem, ok?" Georgia desapareceu trás das cortinas e retornou. "Vamos lá!" Ela chamou, e nós á seguimos. Cada um de nós se sentou em um lugar em torno de uma mesa e esperou.

Georgia se retirou por um minuto para trazer seu livro e sua mestra, ela voltou com um senhorinha de com certeza mais de cem anos em uma cadeira de rodas feita de vime, ela colocou a Pequena senhora ossuda e quase morta em seu lugar e juntou-se á nós com um livro nas mãos. Ela colocou o livro grosso, encadernado em um material branco brilhante na frente da senhorinha. Tínhamos visto o livro antes. Ela nos mostrou em nossa primeira visita. O Veneficus Caligo The Darkest Magic, um dos 13 livros que existiam espalhados no mundo. Então a senhorinha disse: “Meu nome é Coda e hoje o limite na carne humana será rompido” Em seguida falou um monte de coisas ininteligíveis como “De um sacerdote assassinado, a costura feita em fio de cabelo humano, tirado de uma mãe que morreu no parto, do sangue de um homem enforcado”.

"Vocês tem certeza?" Ela perguntou, quebrando nosso silêncio. "Nós temos certeza". Dissemos em uníssono. Ela assentiu com a cabeça, e lançou o livro aberto em uma página do centro. E começou á gritar, e fazer um som estranho com a garganta, em um momento pensamos que ela havia engasgado com um catarro. “Os Motuus Iratus the Dead! Alalala lala lala...”

Nora e Anthony pareciam concentrados e sombrios. Bonnie colocou a mão no ombro de Nora e cochichou: "Você tem certeza, querida?.E ela respondeu: “Completamente, esta é a única maneira de obter justiça". Anthony assentiu.

Coda então disse: "Eu vou precisar do item". Nora enfiou a mão no bolso e tirou um colar de prata. Com um pingente em forma de coração, que brilhou a luz da vela. Anthony segurou suas lágrimas nos olhos, assim que viu o colar. Lembrou-se que era o colar favorito de Beatrice.

Ela estava usando ele quando Anthony a encontrou pendurada por um cinto no ventilador.

Mas a notícia da liberação de Chad Cordeiro da prisão fez seu sangue ferver. “Nora entregue a jóia para a mulher”. Ela o pegou, inspecionado, e acenou com a cabeça. "A alma de sua filha deixou uma marca sobre este objeto". Coda foi até uma sala ao lado e voltou, segurando várias garrafas, latas e ervas. Ela jogou tudo em cima da mesa, e então se virou para uma prateleira no quarto, em buscar de... Um pote de metal. Ela colocou ele na mesa também, e desapareceu novamente.

À medida que observávamos em silêncio, a mulher óssea começou seu trabalho. Ela parecia não precisa de olhos para identificar o que era o quê. Ela pegou uma garrafa de vinho, vermelho escuro, despejando-o no pote, e começou a cantar. Três pétalas de rosas amarelas e rosa, uma pitada de sal, sete ossos de coelho, uma mecha de cabelo humano vermelho, um punhado de terra de cemitério, as presas de cobra. A bebida começou a evaporar, sem ser fervida, e ela continuava cantando fazendo a fumaça ficar cada vez mais densa. Eu ouvi o nome de Beatrice polvilhado no canto externo do pote. Finalmente, ela chegou à fase finalmente e gritou: "Levanta-te, meu filho, levanta, levanta-te! Seu assassino agora caminha livre, e a justiça não fez seu dever. O tempo da justiça se foi, agora vem o tempo da vingança. Levanta-te, meu filho, levanta, levanta-te, levanta!". Houve uma explosão e fumaça cor de lavanda vertia do pote, enchendo a sala e nos cegando. Um grito, torturado de agonia dividiu o ar. Era um grito de Beatrice.

A fumaça se dissipou, e Coda nos olhou gravemente. "Está feito. Ela deve estar esperando por você no lugar combinado. Vão até ela. Mas, Nora e Anthony, estejam avisados. Esta não é mais sua filha. Este é um instrumento de vingança, um demônio profano. Lembre-se disso".
...

O caixão fedia. E o corpo estava nojento. Por que ela deveria se levantar? Ela queria um cadáver fresco. O corpo lentamente começou a se remontar, costurando-se novamente através de magia negra. Uma das mais fortes. Logo, as mãos foram totalmente reformadas, e ela bateu na tampa do caixão de madeira de cerejeira, rompendo-o. Ela o empurrou para cima, através da Terra, suave e gelada, erguendo-se sobre o buraco formado pela terra que escorria para dentro do caixão, ela sentiu o ar da meia-noite. A garganta se asfixiou, e ela engoliu oxigênio. Ela não precisava, mas ele era bom para o corpo. Ela levantou-se colocando seus pés calçados na grama. Ela sabia para onde ir. Revirou os ombros ainda se recompondo, e andou. Indo para os portões de ferro, na estrada de terra, para um celeiro abandonado que seu mestre havia lhe ordenado. "Eles, devem, estar, esperando." O demônio resmungou.

O vestido branco estava esfarrapado, rasgado, a renda ligeiramente amarelada. Ela perdeu um sapato na viagem pela estrada acima, e o outro na caminhada descendo a colina de sua sepultura. Eram duas horas quando ela avistou o celeiro, mas as pernas estavam rígidas. Os braços balançavam desordenadamente, os pés embaralhados e trôpegos. Ela não fazia muito esforço para manter a boca fechada, e ela deixou-a cair aberta, com língua pendurada para fora. Ela se sentia inquieta. Ela queria rasgar, rasgar, matar, devorar. Ela queria fazer o trabalho e ir para casa, onde o cheiro de enxofre perfumava e os campos queimavam. O celeiro em ruínas apareceu, e viu vários carros estacionados. Ela fez uma careta. “Droga é tarde”. Quando ela se aproximou, ela ouviu gritos. "A bruxa maldita nos enganou! Não á nada aqui! Maldição Nora, como você pode". Ela chegou à porta, estendeu a mão, e empurrou-a. Nove seres humanos vivos olharam para ela, assustados. Um deles deu um passo hesitante para frente. "Seja bem vinda, Beatrice?" O ser humano sussurrou. Ela não disse nada. Apenas um gemido rouco como uma resposta.

O homem recuou, sussurrando. "O que Coda disse para nós fazermos?"

"Hum... Nós devemos enviá-la ao Cordeiro".
Eles se separaram e formaram um circulo em volta de Beatrice, enquanto Nora falava as palavras mágica: "Es... Es vos Iratus... Mortuus" Ela se atrapalhou. Seu latim era horrível, mas ela balançou a cabeça, e se concentrou uma vez: “Es Vos Iratus Mortuus!!”. A menina se afastou, os lábios enegrecidos, mostrando os dentes afiados concedidos pelo feitiço. Ela levantou as mãos e seus dedos viraram garras, pretas como pregos. Ela deu outro gemido rouco, com fome gemido, e um dos seres humanos irrompeu, em lágrimas: "Envie, mande-a embora". Darlene lamentou. Nora apontou de volta para a noite e falou. "Chad, o Cordeiro" Ela disse com firmeza. "Rua. Carmen, número 5831. Dentro de uma semana. Compreendido?". Ela balançou a cabeça, gemeu, e virou-se, cambaleante, indo em direção de Cordeiro. Algum instinto evoluiu desde os primeiros dias que ela estava sobre a terra. Ela não fugiu. Ela tinha tempo para concluir sua tarefa. Muito tempo.

Alguns dias se passaram...
Ela retornou ás estradas, movendo-se como uma sombra entre as árvores e quintais, aproximando-se rapidamente da casa de Cordeiro. Ela ficava com mais fome a cada passo. Ela precisava de comida! Bom, ela tinha certeza de que o estava sentindo o cheiro de Chad. Finalmente, lá estava a casa. Era a sua refeição.

Chad ainda estava acordado. Em seu computador, navegar por seus sites 'especiais'. Graças a Deus que o governo americano ainda não tinha começado a monitorar o que os criminosos sexuais registrados procuravam na internet. Ele estava tão ‘envolvido’ em um vídeo, que ele não ouviu a porta de trás se abrir. Nem ouviu o som de pés frios em sua cozinha, através de seu hall de entrada. Ele finalmente ouvir a porta do escritório se abrir, e olhou para trás.

 "Que diabos?!" Beatrice Martin? Quer dizer que você gostou mesmo de nossa brincadeira, não é!!!”. Ele tirou sarro enquanto seus olhos se acostumavam a luz que estava entrando na sala, ele não havia visto nitidamente, que quem estava ali, não era Beatrice.

Era ela de pé em sua porta, de frente para ele com os olhos inchados e pegajosos. Ela sorriu para ele suas presas enchendo a boca, ainda havia terra em seus cabelos ruivos e cacheados. Ela o observou com as calças arreadas, com o pênis para fora, ela enrijeceu os braços e suas garras saíram de dentro, para fora. Chad caiu da cadeira, as calças em torno de seus tornozelos, ele lutava para se afastar, até que ela correu para a parede oposta. Beatrice chegou até ele, parou... Olhando para ele.

A menina estava longe, em outro mundo, mas sentiu-se confortável para dizer alguma coisa.
“Olá Sr.Cordeiro, confie em mim, não vai doer nada, vou colocar minhas garras onde o senhor também nunca foi tocado”. Naquele momento Beatrice fechou os olhos e deixou que o demônio tomasse de conta de seu corpo. E o demônio acordou com os olhos cheios de sangue, e a saliva escorrendo se suas presas. Afinal, o medo dele fez o gosto da carne muito melhor.
"Estou com fome, Sr.Cordeiro..."
 Os gritos do homem eram quase tão doces quanto o sabor de sua pele.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Antigas e bizarras fantasias de halloween




Estava procurando coisas relacionadas a halloween(tentando entrar no "espírito da coisa")e acabei achando essas imagens num blog(o link está no fim da postagem).Sem mais enrolação,aí abaixo estão as imagens.






















Marcas de nascença

Sabe aquelas pessoas que nascem com marcas de nascença (pintas, manchas, etc)?
Bem, normalmente essas marcas são feitas quando “eles” tentam captura-lo de sua mãe, e troca-lo por uma das replicas deles.
Se você tem alguma dessas marcas, significa que eles falharam.
Se você conhecer alguma pessoa que não tenha… Bem, eu não confiaria nela se fosse você.

FONTE:Survise Horror Brasil

O lado negro de Goosebumps



Goosebumps foi um dos destaques de minha infância. Devo ter lido praticamente todos os livros e assistido a uma grande parte dos episódios. A melhor coisa era a razão de todo o terror das histórias. A maioria das histórias tinham monstros, fantasmas e demônios. Mas eu amava aquelas que realmente fodiam com o seu cérebro, como “Um Choque na Rua Shock”. Goosebumps era minha série favorita de livros, mesmo que me mantivessem acordados durante toda a noite.

Na semana passada, eu estava limpando meu quarto reserva. Estava cheio de caixas, livros e roupas velhas, o que era estranho, visto que eu só estava morando em minha casa a três meses. Encontrei uma velha caixa marrom com a palavra "GOOSEBUMPS" escrito nela. Todos os meus antigos livros Goosebumps estivessem dentro dela. Uma onda de nostalgia tomou conta de mim, e eu chorava enquanto olhava para as capas que me deixavam cagando de medo em minha infância. Muitas das páginas estavam com as pontas dobradas, e eu também encontrei dois marcadores e seis cartões de visita.

Na parte inferior da caixa estava uma fita VHS. O titulo "Goosebumps: Esconde-Esconde" estava escrito nela com marcador permanente azul. Eu sinceramente não me lembrava de possuir qualquer episódio da série de TV, então achei muito estranho aquela fita estar lá. Cego pelas memórias de minha infância, não cheguei a pensar muito nisso, e somente pensava nas memórias que o episódio iria me trazer quando o assistisse.

Demorou um pouco pra encontrar meu videocassete no meio de toda aquela bagunça, mas depois de cerca de vinte minutos, finalmente achei. Depois de instala-lo na sala, comecei a assistir a fita. Tudo começou com R.L. Stine (o narrador e criador da série) surgindo debaixo de uma cadeira. Ele começa a falar sobre o jogo Esconde-Esconde: "Não é maravilhoso quando você encontra um bom esconderijo para que ninguém consiga encontrá-lo até o fim?", disse ele, agora sentado na cadeira. "Mas, às vezes, os melhores esconderijos... Podem acabar sendo os piores", continuou ele. Em seguida, o episódio começa.

Três garotinhas estavam num quarto sentadas em círculo. Uma delas aparentemente estava contando uma história assustadora. "Pare com isso Amy! Você está me assustando!", gritou uma das amigas.

"Vê se cresce, Rachel! Não é real!" zombou Amy.

"Talvez devêssemos fazer outra coisa, Amy", disse outra garota.

"É uma festa do pijama, Emily! Isso é o que você faz: Conta histórias de terror! Mas já que você é muito criancinha pra essas coisas, vamos fazer outra coisa", disse Amy.

"Vamos brincar de Esconde-Esconde!", exclamou Rachel, alegre.

"Tudo bem. Não está comigo!", gritou Emily.

"Também não está comigo!", gritou Rachel.

"Tudo bem, tudo bem, está comigo. Eu vou contar até sessenta!", disse Amy, e em seguida começa a contar. Quando chega ao três, Emily corre pelo corredor e se esconde em um armário.

Depois de esperar por algum tempo, ela dá uma olhada no relógio e grita: "Gente! Vocês já desistiram?" Em seguida abre as portas e olha pra fora.

Ela estava em um quarto muito escuro. Havia somente um pequeno homem de terno com o rosto muito borrado, parado em sua frente.

"Bem-vindo", disse ele em uma voz profunda.

"Quem é você?! Onde estou?!", perguntou Emily em uma voz de pânico. "Espere só até meus pais chegarem para casa, eles irão me encontrar!"

O homem riu. "Vocês humanos me divertem. Seus pais te odeiam. Você odeia seus pais."

"Isso é mentira! Eu os amo e eles também me amam!", gritou Emily.

"O amor é apenas uma reação química. Composta para nos fazer pensar que viver realmente valesse a pena. Todos nos odiamos. Sentimentos são feitos somente para nos confortar...”.

Emily se arrastou de volta ao armário, chorando. Você pode ouvi-la batendo na parte de trás da porta.

O homem olha para a câmera: "Seus pais te odeiam muito. O amor é falso. Você odeia todos os seus chamados ‘amigos’. Ninguém se importa com você. Você não se importa com ninguém. Não há nenhuma razão para vivermos, nós somente gostamos de fingir que há. Você pode muito bem acabar com isso agora. Não é tão doloroso quanto você pensa...".

A cena muda para Emily dentro do armário. Ela abre as portas novamente. O homem ainda estava lá. Ele estava prestes a dizer algo, mas eu desliguei a TV antes que ele o fizesse.

Fiquei sentado lá durante uma meia hora, olhando para a estática. Decidi tomar um banho logo em seguida, o que provavelmente deixou os vizinhos estressados, já que era meia-noite, mas eu não dava à mínima. Tentei ler algo para me distrair, mas não conseguia prestar atenção nas palavras. Tudo que eu conseguia ouvir eram as palavras daquele homem: "Ninguém se importa comigo, eu não me importo com ninguém", disse a mim mesmo várias vezes.

Tentei entrar na Internet. Dei uma olhada em algumas paginas do 4chan, tentei ler umas Fanfics, mas eu não conseguia tirar essas palavras de minha cabeça. Entrei no Facebook. Todos esses "amigos" me mandando mensagens, me convidando pra festas, postando fotos de mim. Eles não se importavam comigo. Sentimentos são feitos somente para nos confortar. O amor é apenas uma reação química. Eu poderia muito bem acabar com isso, agora mesmo.

FONTE:Caçadores do Medo

A Síndrome da mão alheia



A síndrome da mão alheia, ou síndrome da mão estranha, é na verdade um efeito colateral, causado por um problema neurológico, onde a pessoa perde o domínio de uma das mãos.

Esse acontecimento foi visto inicialmente em pessoas que passaram por alguma cirurgia, que visava minimizar os efeitos de ataques epiléticos.

Essa estranha síndrome faz com que a pessoa perca o controle de uma das mão. É como se o membro ganhasse vida própria. Ela pode chegar a fazer qualquer coisa. Há relatos de pessoas que acordaram no meio da noite, com a mão agarrada ao seu pescoço, tentando estrangular a vítima.

Esse assunto foi abordado em alguns filmes no cinema. Um desses era Dr. Strangelove de Stanley Kubrick, onde o personagem principal era o Dr. Strangelove, interpretado pelo ator Peter Sellers, onde a mão mecânica do protagonista passava o filme tentando dar cabo a vida do mesmo, ou fazendo cumprimentos nazistas.


A casa abandonada





Era uma tarde quente de verão, eu e meu amigo decidimos ir ao rio para da um mergulho, foi uma pausa bem-vinda por causa do calor sufocante. Embalamos o almoço, algumas bebidas e trouxemos a minha câmera, no caso de eu ver algo interessante para fotografar para meu projeto da faculdade. Nós montamos as barracas e fomos para o cais de bicicleta, nadamos por algumas horas, e então fizemos o nosso caminho de volta pela rota ciclovia que ficava ao lado do rio. Ao longo do caminho eu indiquei um edifício de tijolo vermelho para o meu amigo, dizendo quantas vezes nós passamos por aquele lugar, e nunca entramos. A curiosidade foi maior daquela vez e nós pulamos a cerca de metal e arrombamos a porta.


Aquele lugar tinha uma estrutura totalmente abalada, notava-se que estava á muito esquecida e que tinha visto melhores dias, o telhado tinha parcialmente cedido e as ervas daninhas e arbustos quase cobriam o teto inteiramente. O interior era sombrio, a luz que penetrava, naquele fim de tarde, era amarelada e fazia o local parecer ter um tom de sépia, as janelas de vidro estavam quebradas e o chão estava coberto de garrafas de cerveja vazias, pontas de cigarro e ratos mortos. A parede do fundo era imunda, e havia um colchão, o lugar inteiro fedia a urina velha e ratos podres. Meu amigo estava muito nervoso queria sair dali de qualquer modo, mas eu queria ver o que havia nos outros quartos. Explorando mais eu encontrei um pequeno banheiro, o interior do vaso quebrado estava recheado com folhas e mofo, na pia de plástico havia três pequenos esqueletos de aves mumificadas. Meu amigo disse que não estava se sentindo bem e disse que esperaria por mim, lá fora.


Ao lado do quarto com o colchão havia outro espaço com uma mesa de madeira no centro. A luz aqui era muito fraca, pois a janela havia sido bloqueada com caixas de papelão. Sobre a mesa, um pano maltrapilho vermelho, e uma série de frascos e garrafas. Segurando um dos recipientes contra a luz vejo dentro algo carnudo e flutuante. Todos os outros jarros continham fragmentos de ossos, dentes, um foi estava preenchido com cinzas. Eu não sei o que continha naquelas garrafas, mas todas elas tinham um odor desagradável. Este lugar tanto fascinou e como me perturbou, eu não conseguia parar de olhar. Tirei várias fotografias das garrafas e frascos e algumas das aves mortas na pia.

Como eu estava prestes a sair deste lugar o meu olhar foi atraído para uma caixa de lata pelo colchão. Dentro deste havia fotografias antigas, de um menino em um balanço, uma noiva e um noivo, um cachorro, uma velha em uma cama que estava dormindo ou morta. Houve também um cavalo de brinquedo com as pernas quebradas, um relógio que já não funcionava, os mostradores havia parado em um minuto passado 12, e envolto em um lenço rosa foi um conjunto de dentaduras amareladas. Fiz questão de colocar a caixa de volta exatamente onde eu encontrei, quando noto no colchão um detalhe que eu não tinha visto antes, havia o contorno definido de um corpo estampado nele da cor marrom, era nojento, parecia que alguém tinha se decomposto ali. Eu tirei a última foto do colchão imundo antes de deixar o casebre sombrio. Meu amigo estava esperando ansiosamente por mim lá fora, andando em volta da casa, e dizendo o quanto o lugar era fantasmagórico.


Num dia que se seguiu, na faculdade, eu estava no departamento de fotografia revelando minhas fotos tiradas naquele fim e semana anterior. Eu coloquei todas as fotos para secar e analisei cada uma para ver quais melhorias que poderiam ser feitas, como aplicar contraste, quando vi algo que fez meu coração parar. Em uma foto que eu tirei das garrafas e frascos, aparece uma figura escura pode ser claramente visto em pé no canto escuro da sala. É uma sombra esgueirada de uma pessoa desdentada com olhos furiosos, frios e mortos. 

Votos

Eu te amo.

 Você me ama também, não é? Claro que sim. O anel no meu dedo prova. Idiota sou para sempre pensar o contrário.

Meu bem? Por que você parece assustado? Sou só eu. Amy. A mulher que você prometeu seu amor a doze anos atrás. "Nem mesmo a morte vai nos separar." Lembra disso? Foi o seu voto para mim. Você me disse, e outra vez, que você me amaria para sempre. Que você iria ficar ao meu lado e nunca ia me deixar.

Você está pálido. Eu sei que eu o deixei por um tempo, mas você não precisa me tratar como se eu fosse um monstro. Eu tinha uma boa razão. Eu tinha que recuperar dos destroços que eu tinha por dentro. Eu passei muito tempo no hospital, então um período longo foi necessário. O lugar que eu fui foi tão pacífico, mas eu perdi você. Eu quero voltar, mas não sem você.

Pare de me olhar assim! Eu sei que pareço um pouco diferente. Ninguém seria o mesmo depois de um acidente como aquele. Mas não foi você que disse que minha beleza interior é tudo o que importa? Que meu rosto poderia ser derreteu pelo ácido, e você ainda beijá-lo todas as noites? Bem, me beije. Vamos lá! Você prometeu. Eu vou chorar se você o não faz.

Pronto, pronto. Viu só? Ainda sou eu. Agora, venha comigo, como prometeu. Precisamos partir agora, para que eu possa lhe mostrar o lugar. Precisamos também de nos instalar lá antes que nossa menininha saía do hospital.

Você já ouviu falar, certo? Bem, a pequena Lily teve que ficar no hospital um pouco mais do que eu. Mas ela estará saindo em breve, e ela vai direto para o lugar que estamos indo. Isto é tão excitante. Nós finalmente voltaremos a ser uma família novamente.

Amor, por que você está chorando? Por favor, pare. Isso é uma coisa boa. Para todos nós. Nossa família vai estar junta em um lugar agradável, seguro. Ah, e eu esqueci de te dizer a melhor parte! Meus pais estão lá! Eles vão nos ajudar a nos instalar lá dentro, não é incrível? Você e Lily finalmente vão poder conhecer os meus pais. Faz tanto tempo desde que eu os vi.

Pare de argumentar. Você prometeu-me que ia ficar comigo para sempre, e eu levo votos a sério. Além disso, Lily vai estar lá, e ela não pode ficar sem seu pai.
Estou tão animada que você finalmente concordou. Bagagens? Não. Tudo o que precisamos já está lá. Há um regime especial para nós três. Eu só precisava vir buscá-lo.

Faca? O que, isso? Oh, não é nada. Você me ama, certo? Bom. Feche os olhos. Agora, me beije antes de partir.

Eu te amo.

FONTE:Creepypasta Brasil