domingo, 9 de março de 2014

Esperança

Uma brisa suave soprou no pequeno vale, empurrando as nuvens perfeitamente formadas de gás através do céu. Na altura, a grama verde repetia o movimento do céu, balançando suavemente enquanto a luz do sol estendia até o horizonte distante. Os pássaros cantavam suavemente em uma árvore em cima de uma pequena colina, lançando sombra sobre uma figura solitária. Ele abriu gradualmente seus olhos e acordou. O homem levantou-se lentamente, trêmulo, e olhou ao redor.

Ele não tinha visto tanta beleza na sua vida.

O homem não sabia que lugar era esse. Ele colocou um pé na frente do outro, e começou a se mover para a frente. Seu progresso foi lento, até mesmo doloroso, mas seu ritmo acelerava a cada passo. Logo, ele estava correndo despreocupado ao longo do vale com seus passos leves e fáceis. Ele subiu em uma colina, e foi capaz de ver uma cidade pequena à distância. O sol ainda estava alto no céu, então homem desceu o morro correndo em direção a aquelas casas. O sol afundou-se gradualmente para trás, e as nuvens escureceram sutilmente.

Os passos do homem agora eram agora enormes. O homem disparou sobre os campos serenos de flores, cheias de vida e cores vibrantes. O homem saltou e voou pelo ar, cercado por toda aquela beleza indescritível que até as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ainda assim, ele continuou correndo em direção à cidade. De repente, o sol se pôs e as nuvens se reuniram.

Ele agora estava perto o suficiente para que ele pudesse ver alguns dos habitantes daquela pequena cidade. Todos os seus amigos, toda a sua família, todos aqueles que ele amava estavam apenas à um batimento cardíaco de distância. Um pequeno soluço escapou da garganta do homem quando viu sua esposa e filhos em pé na borda da cidade, esperando por ele. Ele se jogou para fora do chão com toda sua força, indo em direção aos seus braços acolhedores.

O sol conheceu o horizonte e o seu belo mundo foi consumido pelo fogo. Um par de cães correram para fora das chamas, e agarraram os pés do homem, arrastando-o de volta para a Terra. O homem agarrou a sua família, mas as criaturas o mantiveram longe. Os animais arrastaram o homem de volta em direção ao fogo, enquanto começou a chover fogo debaixo da pequena aldeia, matando seus habitantes e retorcendo a paisagem. O homem quase chorou quando via seu mundo sendo destruído novamente. Ele quase fez isso, quase.

O inferno seria fácil, se não fosse a esperança, pensou.

fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Hope

sábado, 8 de março de 2014

Alô amigos e amigas, hoje é com muito orgulho que trago a postagem dos leitores desse final de semana.
É só uma creepy, mas vale apena ler, nosso amigo Lucas Prado tem um talento incrível para textos e me mandou uma creepyapsta bem legal. Peço mais uma vez que continuem mandando suas historia pelo meu e-mail: joaopangelico@gmail.com
Boa Leitura !

BENKI

Não são poucos que, diante do fascínio à luz da ciência, desconhecem a verdadeira face dos experimentos realizados em prol do conhecimento. Talvez consiga elucidar melhor os meus dizeres, uma vez que contar-lhes o que aconteceu a um de meus subordinados. Devo, com antecipação, contextualizar a situação a que nos encontrávamos. Meu nome é Dr. Richard Andon, e há duas semanas fui designado como pesquisador-chefe no setor de biomedicina e genética. Meu novo assistente, David Thompson, introduziu-me ao laboratório.


O laboratório era deveras encantador. Espaçoso o suficiente para as inúmeras aparelhagens que o compunham. Não perderei meu curto tempo para descrevê-las, pois causaria a mim apenas maior ressentimento em perdê-las. Devo salientar que conforme David me acompanhava, atentei a uma pequena incubadora encostada ao canto, como que deixada de lado perante aos demais maquinários científicos. Dentro, pude observar apenas uma placa de petri, enquanto que abaixo, estampada na máquina, havia uma etiqueta onde podia ser lida a seguinte palavra: “BENKI”.David era um rapaz modesto, de carreira promissora no campo da ciência biológica. Sua aparência dispensava quaisquer apresentações, uma vez que era dotado do característico semblante “rato de laboratório”. Sei que não deveria descrevê-lo desta maneira, porém não tenho palavras que possam lhe surtir melhor. Era um excelente homem. E naquele enfadonho dia, após uma série de comprimentos e discursos de colegas de trabalho, levou-me ao setor do qual lhes falei.
Questionei a David o significado daquilo, a que este me respondeu: Pertencia ao meu antigo chefe, do qual o senhor substituíra. Seu nome é Dr. Brian H. Larsen. E este era o seu experimento particular. Dr. Larsen, muito reservado por sinal, apenas me dizia que estava próximo do que seria “uma descoberta revolucionária ao campo do evolucionismo”. Após sua demissão, fui ordenado a destruir o seu trabalho, mas não pareceu correto desfazer-me dela. Não até pelo menos conseguir algum contato com o Doutor para saber sua opinião.
Aquilo me pareceu no mínimo instigante. Não compreendi, no momento, as razões que levaram Dr. Larson à demissão. Agora, no entanto, tenho minhas suposições confirmadas. David, porém, apresentou-me às demais áreas do laboratório. Em particular, à sala responsável por abrigar a incineradora local. Ao entrar, perguntou-me: Você fuma? E ao passo que respondi que sim, prontificou-se logo a dizer: Este recinto demanda um cuidado especial. Se houver qualquer vazamento do gás que alimenta esta máquina, uma minúscula faísca ou chama pode mandar o laboratório inteiro para os ares.
Recordo-me, até este momento, de seu rosto contraindo-se em um sorriso enquanto articulava estas palavras, pois tornaria a vê-lo não pouco antes do que algumas horas atrás. Estávamos cobrindo turnos noturnos, pois nossos experimentos demandavam constante observação. Foi então que David atentou-me para a incubadora de BENKI, pedindo que eu viesse observar a curiosa placa.
Havia algo ali, sabia disso. Porém, até então, não era possível enxergá-lo a olho nu. Ao contemplá-la, notei a presença de uma minúscula forma esbranquiçada, quase oval, semelhante a uma gota de água. Aproximei-me o bastante para perceber que não permanecia parada, mas movendo-se estranhamente, em pequenos padrões aleatórios. Estava viva, e tanto David quanto eu, olhávamos com fascínio o seu despertar.
Agora, enquanto lhes escrevo, pergunto-me: “O que realmente é BENKI?”, “Como Dr. Larsen criara tamanha abominação?”. Talvez, se certos eventos não houvessem saído de tal maneira desastrosa, poderíamos encontrar estas e outras respostas. Pois conforme acompanhávamos o crescimento de BENKI, percebi de antemão que presenciávamos algo formidável. O trabalho de milhões de anos sendo realizado ali, bem à nossa frente. Como se um número inimaginável de células multiplicassem e desenvolviam-se em velocidade assustadora.
David correu para apanhar a câmera de vídeo, enquanto eu olhava maravilhado para o fenômeno que acontecia dentro da incubadora. A pequena forma crescia, evoluía. A princípio, notei que se assemelhava muito a um girino, ou algo similar. E pude ver o que pareciam membros superiores começarem a se desenvolver. David voltara com câmera em mãos. Era algo que definitivamente teria de ser documentado.
A mim, parecia que aquele ser admirável modificava-se intensamente, e à medida que David filmava, a criatura expandia-se em tamanho e forma. O que aconteceu na verdade foi extremamente rápido, portanto não tenho meios de dar-lhe ênfases com tantos detalhes. Se possuíssemos apenas uma maneira de recuperar o vídeo... Porém creio agora que seja tarde demais. No momento, pude ver os membros e corpo alongarem-se. Os olhos, até então cegos, ganharam cor e brilho. Um focinho começara a tomar forma.
Era como se estivéssemos presenciando o surgimento de uma espécie do gênero Eomaia, porém de pele pálida e totalmente lisa. BENKI, como seu criador o havia nomeado, tornara-se grande o bastante para caber em uma de nossas mãos. Aquilo era incrível, para não dizer inacreditável. Podia-se ouvir claramente a baixa respiração da criatura, que se movia de um lado para o outro dentro da incubadora. De prontidão, pedi a David que não parasse de filmar, e que iria ligar para o departamento contando sobre tal descoberta.
Foi então que, após alguns passos apressados, escutei o barulho de vidro estilhaçando-se, e os gritos enlouquecedores de meu assistente. Corri para onde David se encontrava, e não estava preparado para o que estava prestes a presenciar. Os cristais de vidro da incubadora encontravam-se espalhados por toda a parte, enquanto que David, debatendo-se aflito, trazia BENKI (com quase o dobro de seu tamanho anterior) agarrado a sua face, mordendo e depredando sua carne e sangue.
David, contorcendo em dor, agitava-se com BENKI ainda preso em seu rosto. Paralisado momentaneamente diante de tamanho horror, assisti a criatura rasgar sua pele. Voltei-me a procura de algo que pudesse salvá-lo, mas não havia nada. Em um momento de desespero, quebrei a perna de um dos bancos de madeira, mas quando corri até David, percebi que minhas ações demonstraram-se infundadas. Estirado ao chão, seu corpo agora inanimado, era apenas dilacerado pela criatura raivosa. Não estava alimentando-se de David, mas sim destruindo os seus órgãos com violência absurda.
Emudecido pela agonia e desespero, percebi que não conseguiria enfrentá-la. De algum modo sabia que não teria forças ou habilidades para me defender. Tentei correr para a saída do laboratório, mas BENKI postou-se em meu caminho, como se soubesse de minhas intenções. Em uma tentativa fútil, atirei o pedaço de madeira em sua direção, irritando-o ainda mais. Voltei-me para a única sala disponível, aquela contendo a incineradora. Em disparada, cheguei até a porta, fechando-a bem a tempo de ver BENKI avançando em minha direção, com dentes propagando-se de sua mandíbula comprida.
Agora estou, neste exato momento, sozinho. Refugiado sabe-se lá por quanto tempo. Com o corpo de meu assistente jazido na câmara ao lado e a criatura atirando-se contra a porta, tentando ultrapassar pela fina espessura de madeira que nos separa. Provavelmente conseguirá atravessá-la em pouco tempo. Na verdade, ainda tenho dificuldades em compreender exatamente como estou conseguindo manter a calma. Talvez em parte porque sei o que devo fazer. Tomei minha decisão há momentos atrás, ao encontrar este computador, que até então julgara estar desativado.
Estou escrevendo estas últimas palavras para que talvez a verdade possa vir à tona. Não salvarei o arquivo deste texto, porque temo que nenhuma mídia física o abrigue com segurança, uma vez que almejo a destruição total deste lugar. Enviá-lo-ei, no entanto, para qualquer local que desejar expô-lo. Despeço-me, pois minhas esperanças de sobreviver a esta situação esvaíram-se totalmente. BENKI continua a todo o tempo arremessando-se contra a porta. Parece-me que aumentou em força e tamanho, assim como em inteligência. No entanto, não darei a esta aberração a satisfação da vitória.
Não vai demorar muito. As dobradiças estão prestes a se soltar. Ele vai entrar, e assim que me ver, correrá em direção a minha garganta. Até lá, irei somente esperar. Com o odor do gás que se espalha por toda a minha volta. Tenho meu isqueiro em mãos. A qualquer momento BENKI irá surgir pelo vão da porta, e eu estarei preparado. Não tenho a mínima chance de sair com vida, mas nem ele terá. Apenas espero que este documento chegue ao Dr. Larsen, para que ele saiba o que aconteceu a seu experimento. E talvez, perceba que algumas experiências não mereçam contemplar a luz do dia.

Dr. Richard Andon.
autor: Lucas Prado AKA Drin

quarta-feira, 5 de março de 2014

Se este espelho está quebrado

Seu filho, ah seu filho, ele era o melhor do mundo. Ela sabia, apesar de ter tido alguns outros, e tivesse conhecido muitos, ela o amava. "Ele é tão bom", dizia ela, quase ronronando de satisfação ao sorver o chá nas mãos ainda firmes o suficiente para não derramar no pires.

"Cale a boca, mulher", disse seu marido, dando um tapa quase que automático nela, tão rápido quanto uma armadilha de urso escondida nas folhas. Então, ela apenas balançou a cabeça enquanto lia o jornal, ela sorriu, mesmo com o sangue derramando de seus lábios. O melhor filho do mundo? Talvez, melhor ouvinte do mundo, para ser mais precisa. Ele nunca a machucou, ele não a dirigiu palavras tolas. Seu filho era uma tábua de salvação. Ela olhou para o relógio, aquele lindo relógio de madeira escura rígida que perseverou por tanto tempo e mesmo assim continuava sempre alerta.

Oh, o seu maravilhoso filho.

É claro que é natural que, algumas vezes, quando ela está falando, seu filho parecer se distrair um pouco, mostrando seu erro com uma expressão momentânea em seu rosto como se ele não estivesse realmente ouvindo. Ainda sim, ele era um bom ouvinte, era o melhor de todos os seus filhos. O relógio passaria a hora em breve. Ela estava animada, sorveu o chá doce frio, sentindo a umidade do mesmo e viu seu marido ao longo da borda do copo delicado. O relógio soltou o seu som típito, aquela pequena nota de aviso.

"Eu vou alimentá-lo", disse ela. "Eu terminei o chá."

Ele olhou para ela, aqueles olhos cinza escuras não eram suaves, eram difíceis, mas podiam ver cada detalhe. Ele podia perceber o entusiasmo dela. "Ok", ele murmurou, voltando às palavras impressas com mais outro farfalhar do papel. Enquanto ela aquecia a sopa, cantarolava parte de uma música de ninar, pois seu marido não iria ouvi-la na sala de estar. As doces palavras levantaram e sairam de sua mente com um impulso natural e assim fluindo como belas e delicadas notas musicais.

"Silêncio bebezinho, não diga uma palavra,
Mamãe vai comprar um passarinho... ".

A sopa estava quente agora, e ela derramou um pouco do pó que guardou por tanto tempo em um velho frasco de especiarias, agitando -a até dissolver. Ela cantava para cada pequeno trecho da doce canção. Destrancou a porta do porão, equilibrando a bandeja em um braço enquanto ela acendia a luz com o outro. Era realmente necessário uma limpeza naquele lugar, ela pensou enquanto olhava para as teias de aranha e o pó de carvão espalhados pelo quarto escuro. O seu bebê não se importava, apesar de tudo, e por isso ela o amava muito.

Ela deu cada passo com cuidado enquanto o cheiro de umidade causava cócegas em suas narinas.

Deus queria que as pessoas tivessem filhos, o padre dizia que sim, e ela sabia disso, e tudo falava a mesma coisa. As lojas cheias de coisas de bebê, as crianças na TV e os raros momentos em que o marido estava fora. O governo que também sempre ajudava as famílias com filhos. As crianças eram uma benção de Deus, ele a deu um outro filho, e ele era o melhor de todos os filhos.

Ela abriu a porta para a sala, e viu seu filho, seu lindo filho, de costas perto da pilha de carvão negro, ele tentou se levantar porque era bem educado, mas as correntes o impediam, ele tentou fazer barulho, mas sem sua língua ele sempre estaria quieto, isso o ajudou a se tornar um bom filho, assim como a irregular ferida que marcava sua panturrilha, ela começou a pedir para ele não chorar, pois ele era um bom filho, ele durou mais do que os outros. Ela limpou o sangue seco em torno da sua boca e perguntou se deveria fazer a barba dele ou talvez cortar o cabelo emaranhado.

"Silêncio bebezinho, não diga uma palavra", ela cantava para ele, enquanto pegava sua sopa, ele era o seu filho, o melhor de todos os seus filhos até agora.

fonte: http://www.creepypasta.com/if-that-looking-glass-gets-broken/

terça-feira, 4 de março de 2014

Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Como vai o carnaval de vocês ? Nessa linda época do ano eu nem saio de casa, posso pegar AIDS só por ir tomar um ar fresco, mas e vocês, como estão comemorando ?
Hoje trago uma creepypasta bem interessante.
Boa Leitura !

Conheça Thorvaldr

Fórum Necronymous
Mensagem Privada

Assunto: Okay... Quin 08 de janeiro, 18:36
De: Seraphine - Para: Centurion616
Essa é uma mensagem aleatória, mas eu notei que seus posts mencionam constantemente esse personagem, alguém chamado Thorvaldr. Você sempre diz que ele está observando algo ou que ele está espera de alguma coisa, mas ninguém mais tem alguma ideia de quem ou o que é. Estou curiosa... Quem é Thorvaldr ? :O

Assunto: Re: Okay... Sex 09 de janeiro, 02:17
De: Centurion616 - Para: Seraphine
Thorvaldr? Estou feliz que você tenha perguntado. Ele é apenas uma espécie de... como posso dizer, uma espécie de presença, de ser. Eu realmente não posso explicá-lo corretamente sem soar estranho. A propósito... ele te observa agora.

Assunto: Re: Okay...  Sex 09 de janeiro , 12:01
De: Seraphine - Para: Centurion616
Oh... você poderia explicar isso um pouco melhor? Desculpe, eu não entendi. Ele é uma pessoa, um fantasma, um animal, ou o quê? D:

Assunto: Re: Okay... Sex 09 de janeiro , 05:20
De: Centurion616 - Para: Seraphine -
Thorvaldr é um rei guerreiro. Ele está esperando a lua vir agora ...

Assunto: Re : Okay... Sáb 10 de janeiro , 04:14
De: Seraphine - Para: Centurion616
9_9 Sinto muito, isso só levanta mais perguntas do que respostas. Eu sei que estou sendo um pouco rude, mas parece que você não está levando isso a sério. Eu tentaria ajudá-lo no fórum, já que todo mundo acha que você é um estranho e assim mudar a ideia que os outros tem de você me explicando.

Assunto: Re: Okay... Domingo 11 de janeiro , 20:43
De: Centurion616 - Para: Seraphine
Eu quase considerei apenas apagar essa resposta e continuar a minha vida, mas eu senti algo, um sentimento que não vai simplesmente morrer. Se é tão importante para você, eu vou explicar tudo. Thorvaldr é uma entidade, e como eu disse antes, ele apenas existe. Ele nem sequer tem um corpo, mas de alguma forma, eu sou capaz de saber todos os seus movimentos, e ele quer contar aos outros sobre isso. É um impulso. Se eu não contar a todos sobre Thorvaldr, ele fica irritado e então ele começa a embaçar minha visão e tudo fica escuro. Eu quase posso ouvir a sua voz, mas ele não diz nada em particular, apenas sílabas e palavras sem sentido. Ele está lá, ele está sempre lá. Eu não consigo simplesmente me livrar dele. Eu não quero ir a um psiquiatra porque da última vez que eu fui, eles só me deram umas pílulas que só fizeram piorar tudo. Eu comecei a ver Thorvaldr no meu próprio reflexo, mesmo que ele estivesse muito vago e difícil de se ver, eu sabia que era dele.

Eu não posso lutar contra isso. Não se pode lutar contra um rei guerreiro. Estou tentando lembrar o que aconteceu, mas de alguma forma a minha memória foi apagada. Talvez Thorvaldr tenha feito isso. Lembro-me vagamente sobre ter ficar perdido em algum lugar quando eu estava na Noruega, mas é só isso do que me lembro e que estou autorizando a dizer. Eu diria mais coisas para você, mas temo que ele esteja tentando me sufocar enquanto escrevo isso...

Assunto: Re: Okay... Ter 13 jan, 11:00
De: Seraphine - Para: Centurion616
Uau... isso é realmente estranho. Enfim, a razão pela qual eu demorei para responder foi porque quando eu li essa mensagem eu não tinha praticamente nenhuma ideia do que dizer. Isso é realmente muito estranho. Você disse que ele não tem um corpo? lol

Assunto: Re: Okay... Ter 13 jan, 13:10
De: Centurion616 Para: Seraphine
Thorvaldr acha isso uma ótima ideia. Obrigado.

Assunto: Re : Okay... Enviado : ter 13 jan , 07:19
De: Seraphine - Para: Centurion616
O quê?

Necronymous Tópico Forum - "Conheça Thorvaldr" Por: Centurion616
Enviado: Ter 13 janeiro, 19:20
Pelo menos ele não está mais esperando (Com o perdão do sangue).
[Vídeo incorporado]

Assunto : Re: Conheça Thorvaldr Por: Demona
Ter 13 janeiro , 07:26
Isso foi realmente perturbador. Coloque um aviso da próxima vez, por favor...

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: milkofthedead
Ter 13 janeiro , 19:27
^ Eu acho que "Perdoem o sangue" pode ser um aviso... :O

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: Neocracy
Ter 13 janeiro , 07:29
Alguém poderia me dizer o que é? Estou com muito medo de assistir a coisa toda, eu parei de ver assim que ele saiu da sala.

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: Demona
Ter 13 janeiro , 19:36
Ok, aqui vai um resumo do que aconteceu, pelo menos do jeito que eu vi. Se alguém tiver algo errado, eu vou editar.

00:00-01:12 - Um cara (eu acho que é Centurion, mas eu não tenho certeza) está em pé sobre um cadáver parcialmente desmembrado em sua cama. Ele está substituindo os membros que faltam por outras partes do corpo que ele está tirando de um saco.

01:13 - 01:40 - Ele sai da sala e volta com uma espada enferrujada e um capacete, ele "veste" o corpo com eles. Em seguida, o vídeo fica todo preto.

1:40 - 3:40 - Ele agora está sentado na frente da câmera, olhando. Você pode ver o cadáver no fundo, por alguma razão os membros estão ligados ao corpo, como se eles realmente viessem de lá. Em seguida, o maldito vídeo corta novamente.

3:40 - 04:36 - Centurion aparece jorrando sangue através de suas pálpebras e de sua boca. Você pode ver um pouco de sangue no corpo também, e no final de tudo isso, Centurion sorri e acena.

Como eu disse, essa merda realmente é preocupante, é pior do que eu pensei.

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: Neocracy
Ter 13 janeiro , 07:38
Ah, era isso? Deve ser falso. Quero dizer, se ele está sangrando com olhos como que ele pode ver e ter postado isso? E é definitivamente o Centurion no vídeo. Ele tem uma tatuagem de suástica, lembra?

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: ForTheEmpire
Ter 13 janeiro , 07:44
Se isso é falso, esses efeitos foram bem reais.

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: Seraphine
Ter 13 janeiro , 19:49
Não, não... É tudo culpa minha. Veja as nossas mensagens anteriores, quando eu perguntei sobre Thorvaldr. Se eu não tivesse sugerido que Thorvaldr precisava de um corpo, então nada disso teria acontecido.

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: milkofthedead
Ter 13 janeiro , 07:55
Não é culpa sua, Seraphine. Centurion teria feito isso de qualquer maneira.

Assunto: Re: Conheça Thorvaldr Por: Winterwing
Ter 13 janeiro , 20:00
04:21 - Ele piscou, juro por deus, eu o vi piscar.

fonte: 
http://luapalida.blogspot.com.br/2013/09/conheca-thorvaldr.html

domingo, 2 de março de 2014

Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Desculpem minha falta de postagens, fiquei sem net por um tempo, mas hoje estou de volta com uma postagem bem legal, peço a vocês que continuem enviando seus textos e historias pois nesse final de semana não recebi nada de vocês.
Boa Leitura !

A Lição das sombras de Hiroshima

"Papai, porque eles nos odeiam?"
"Oh querida, pode parecer que eles nos odeiam, mas na verdade, eles nos escolheram".
"Mas papai, porque eles estão fazendo isso?"
"Não sei querida, mas, infelizmente, essa é a vontade deles. Esta será a última guerra nuclear, o mundo vai ver. Há um velho ditado que diz que é preciso destruir antes que se possam criar. É como quando você brinca com seus blocos de montar. Depois de construir algo que você não tem mais como desmontar, não seria melhor construir algo maior? A mesma coisa acontece com os homens e as cidades". 
"Eles não poderiam ter escolhido outro lugar?"
"Eles poderiam sim, meu bebê, muitos outros. Mas fomos os escolhidos. Não havia comida suficiente e para eles nós consumíamos demais, por isso que há tanta maldade no mundo agora."
"Sim, papai." 
"Já faz nove minutos desde que as sirenes tocaram e eu quero que você seja corajosa, meu anjo.Vamos ser imortais depois de hojeisso significa que nós vamos viver para sempre. Sem mais dor, sem mais fome, sem mais lágrimas. Isso não soa tão ruimnão éÉ hora de dizer adeus um ao outro. Eu te amo muito minha querida. Estou muito orgulhoso de você."
A família Smith amarra os sinais estampados sobre suas costas enquanto eles se posicionam na frente de uma grande e imóvel laje de mármore, eles apertam as mãos e fecham os seus olhosAs lágrimas que rolam pelo seu rosto evaporam imediatamente assim como seus corpos, uma vez que a explosão nuclear alcançaSuas sombras queimam contra a mármore deixando uma mensagem para os sobreviventes"Nós te perdoamos, isso não será em vão."


fonte: http://www.creepypasta.com/lessons-from-the-shadows-of-hiroshima/

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O Caso das Máscaras de Chumbo


Em 1966, Jorge da Costa Alves estava empinando sua pipa em Niterói, no Rio de Janeiro, quando o jovem de 18 anos faz a macabra descoberta de dois corpos deitados no chão lado a lado. Os corpos eram de dois homens, que pareciam estar vestidos de forma idêntica. Os dois homens estavam vestidos com ternos iguais e usavam casacos impermeáveis, o que não era fora do comum, pois a área tinha sido encharcado por chuvas recentes. O mais estranho foi as máscaras de chumbo que estavam sobre os seus rostos, aqueles tipos de máscaras usadas para se proteger contra possíveis sinais de radiação.

Jorge corre até o telefone mais próximo. A polícia e os jornalistas locais tentaram juntar as peças desse quebra-cabeça com as poucas evidências que tinham, só para depois saírem confusos e coçando suas cabeças. 45 anos depois o mistério conhecido como o "O Caso das Máscaras de Chumbo " ainda é repleto de teorias como suicídio, assassinato e até mesmo abdução alienígena.

Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana eram engenheiros elétricos que faziam reparações de televisores. Os dois eram bons amigos e muitas vezes foram vistos trabalhando juntos. Em 17 de agosto de 1966, os homens precisavam comprar alguns materiais para o trabalho, então pegaram um ônibus que ia em direção a Niterói. Três horas e 160 milhas de distância e três dias depois, em 20 de agosto, Jorge tropeça sobre os corpos dos dois reparadores de televisão.

A polícia e os jornalistas foram até os corpos e os encontraram em um estado grave de decomposição. Imediatamente os investigadores tomaram nota do que foi encontrado perto dos corpos, uma garrafa vazia de água com um pacote contendo duas toalhas e um caderno nele escrito uma nota enigmática: "16:30 Horas estar no lugar determinado, aguardar sinal com a máscara."

Eu me pergunto o que os detetives pensaram quando leram o bilhete enigmático. Suicídio? Talvez. Mas para o que servia as máscaras de chumbo? Se Manoel Pereira e José Miguel foram assassinados, qual era o objetivo? Obviamente, o dinheiro seria um objetivo, mas eu duvido que os dois homens tivessem muito dinheiro. Poderia ser algum tipo de culto que incentivasse o suicídio em massa? Não há menção de qualquer culto ou atividade religiosa no local onde os corpos foram achados.

Com quem eles iriam se reunir? Eles estavam se encontrando uma pessoa ou esperando por algo? A maioria das fontes dizem que o exame de toxicologia não deu em nada porque os órgãos não foram preservados. Portanto, não sabemos se os homens tomaram as cápsulas que foram achadas ou o que elas continham. 

Uma explicação seria que os homens estavam se encontrando com alguém para um negócio clandestino envolvendo material radioativo. No entanto, isso não explicaria as cápsulas, as toalhas ou as jaquetas. Outra explicação é a de que eles estavam realizando uma experiência ultra-secreta mas não há nenhuma evidência de uma experiência que tenha conduzido a sua morte. Eles podem também terem sido enganados, assassinados e jogados no morro, mas não havia nenhuma evidência de violência ou agressão. Ou então eles estariam esperando por um passeio intergaláctico.

fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Lead_Masks

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

As Últimas Palavras

Certa manhã, minha família e eu fomos para a casa do meu avô em Mississauga. Minha irmã e eu sempre usamos seu quintal grande para andar e correr. Eu estava especialmente animado hoje porque a minha irmã e eu tínhamos planejado uma caminhada até o barranco antes do almoço. A subida para cima* foi um pouco mais difícil do que eu esperava, mas como a minha irmã sendo três anos mais velha que eu, ela era bastante ágil. Assim que chegamos, fomos para dentro da floresta.

Foi apenas depois de um ou dois minutos antes de nos deparamos com uma velha cabana. Nós lentamente nos aproximamos da porta da frente e eu já poderia ter uma visão do interior da casa. Tudo estava sujo e mofado e parecia que havia sido abandonada à muito tempo. Sem aviso, a minha irmã correu até mim e em voz alta gritou: "Nós temos que sair, agora!". O grande pânico em sua voz era suficiente para eu nem mesmo pensasse em alguma coisa. Nós rapidamente nos afastamos da cabana e começamos a correr. À vista havia uma pilha de membros decepados de cotovelos e joelhos. Eu mal podia compreender o que eu estava vendo, ou como eu só tinha notado agora aquilo.

Cada pequeno remanescente da pele haviam sido brutalmente arrancado, revelando a carne molhada por baixo com todos eles empilhados contra uma árvore. Eu fiquei em estado de choque, apenas encarando a pilha arrumada de membros rasgados. Eventualmente, minha irmã bateu freneticamente no meu braço. Ela estava do lado da segunda árvore à nossa esquerda. Foi então que nós dois ouvimos um sussurro nitidamente claro dizendo: "Eles nunca vão encontrá-lo."

Eu imediatamente senti uma vontade de gritar, então começamos a correr o mais rápido que podíamos para a ladeira íngreme que ia para a casa do nosso avô. Eu usei minhas mãos como um impulso extra contra o terreno íngreme. Minha irmã estava bastante à frente de mim. Depois de correr o que parecia uma eternidade, eu podia ouvir a voz alegre da minha mãe rindo e brincando com os meus avós no quintal, então eu vi minha irmã desaparecer sobre o topo da encosta, eu podia ouvi-la gritando para minha mãe.

Eu era apenas capaz de ver para o quintal e a minha mãe correndo em minha direção, e então isso aconteceu. Eu escorreguei na beira do quintal e comecei a deslizar para trás. Eu estendi minha mão para alcançar a de minha mãe que estava estendida por meros centímetros, mas a perdi. Eu tinha quase parado de correr quando o meu pé ficou preso em algo e caí. Enquanto eu caia, eu pude pegar alguns vislumbres da velha cabana. Eu notei uma figura fraca de um homem coberto de sangue rastejando cada vez mais para o fundo da borda da colina. Era isso. Como o aperto final de um galho de árvore que caiu no chão, assim foi o baque que quebrou meus ossos. Então... a escuridão.

Podia até mesmo sentir meu corpo tremer. Eu levei muito tempo para perceber que eu estava em minha cama, tão assustado que eu literalmente não conseguia me mover. Eu ainda podia sentir o olhar intenso do homem enquanto eu tentava recuperar a compostura, me levantei e tentei observar ainda com os olhos entreabertos o redor. E fora da escuridão, no mesmo sussurro nítido, eu ouvi:

"Eles nunca vão encontrá-lo."

fonte: http://www.creepypasta.com/the-last-words/

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Olá pessoal, tudo bem com vocês ?
Hoje é dia da postagem dos leitores, e nosso amigo Lucas Prado mandou mais uma de suas histórias.
Continuem mandando seus textos e eles serão postado aqui no blog.
Boa Leitura!


CONFINAMENTO

Eu me vejo.
Vejo meus olhos desorientados no meio da escuridão. Como uma criança perdida em uma multidão de estranhos. Não me lembro de quando começou. Talvez porque nas primeiras noites pareciam sonhos. Sonhos que se confundiam com a realidade. Como uma droga que perde o seu efeito conforme o passar do tempo. Sim... E com o tempo, a realidade intensifica-se. E com isso, percebo que há formas. Formas que transitam por toda a minha volta. Ousam cada vez mais, como se ganhassem confiança. Agora estão por toda a parte. Não posso realmente vê-los. Sei disso. Mas posso senti-los. Como alguém sente o cheiro que precede a chuva. Sim, não posso vê-los, mas eles estão aqui. Estão aqui comigo...
Eu me vejo.
Vejo minha ânsia e desespero em descobrir o que querem de mim. Vejo minhas respostas se mostrarem infundadas. Tento, de todas as formas, entender, mas não consigo. Não falam comigo, porém sei que estão por perto. Vigiando, esperando, observando. Observando minha sanidade esvair-se conforme as noites ininterruptas de horror avançam. Almejam por isso. Divertem-se com isso. Tudo não passa de apenas um jogo. Não vão parar até que minha mente se esvazie, e o medo domine todos os meus sentidos. Temo que não haja coisa pior, nem mesmo a morte. Não quero me perder no mundo deles. Não aguento mais isso. Quero a realidade, por mais difícil que ela possa ser. E por isso preciso sobreviver. Sim, preciso...
Eu me vejo.
Vejo minhas pernas correrem. Vejo que estão atrás de mim. Perceberam que não vou ceder à vontade deles. Perceberam que prefiro arriscar-me à própria morte a continuar com esta tortura. Estão me segurando. Não tenho mais esperanças. Não os vejo. Mas estão me segurando. Minhas mãos foram colocadas para trás. Tenho sangue por todo o meu corpo dolorido. Eles são mais fortes do que eu. Maiores. Não terei outra chance. Já se divertiram. Já conseguiram o que queriam. Já brincaram com o meu corpo por tempo o suficiente para que não restasse nada. Não havia mais o que ser feito. Eu não os vejo. Mas vejo a mim mesma. Vejo meus pulsos partirem-se ao meio. Vejo meu torso afundar-se durante a agressão. Vejo minhas últimas forças esvaírem-se em um grito enfraquecido. Vejo minha mandíbula quebrar-se e o vomito de sangue escorrer pelo o que sobrou da minha boca. Vejo meu corpo ser largado ao chão...
Eu me vejo.
Vejo-me da mesma forma que me deixaram. Nenhuma lágrima a ser derramada. Porque não sobrou nada dentro de mim. Apenas o horror desta última lembrança. Vejo apenas a mim mesma e os tormentos que passei. Pois sei que não queriam que eu os visse. Sabia desde o início. Quando colocaram uma venda sobre os meus olhos.

autor: Drin, LP AKA Lucas Prado

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Olá amigos, tudo bom com vocês ?
Passei aqui pra avisar que amanha vai ter uma creepyapsta do nosso amigo Lucas, mas se vocês quiserem podem mandar mais algumas pra mim, também passei pra mostrar uma creepypasta bem louca pra vocês,foi uma das primeiras que eu li e é um pouco antiga.
Boa Leitura

O Livro Especial

Olá, sou um jovem adolescente que teve uma experiência estranha quando eu era apenas uma criança. Sim, isso faz parte da minha memória, não é algo que eu mesmo fabriquei, mas eu não sei se essa lembrança é real ou se foi apenas um sonho. Ok, eu estava na segunda série e eu era um verdadeiro rato de biblioteca. Eu lia livros o tempo todo, então quando eu vi a história de uma menina e uma árvore, eu decidi lê-lo. Eu não me lembro o título então vamos apenas chamá-lo de "A Árvore".

Quando abri, vi um desenho de uma jovem menina escrevendo em um livro. O livro dizia que ela estava escrevendo sobre o quanto amava a árvore. Ela disse que a amava por ela ser apenas um lugar agradável para se estar. Era um livro curto e eu não lembro muito dele mas tenho vagas lembranças de duas ou mais páginas sobre a garotinha escrevendo em seu livro sobre a árvore. Isso parece estúpido agora mas eu não me importei muito com isso naquela época.

Então, as coisas começaram a tomar um rumo estranho. A próxima página a mostrava em seu quarto, preparando-se para ir ao seu local de diversão, a árvore, mais uma vez. Na página seguinte, no entanto, mostra sua mãe gritando com ela por ela estar sempre saindo de casa. Depois disso, o livro mostrava ela arrumando suas coisas, então sua mãe veio de novo e disse que ela só poderia pegar coisas que eram realmente necessárias. A imagem seguinte mostrava ela olhando pela janela, enquanto o céu tinha uma estranha cor avermelhada. Em seguida, o livro mostrava ela escrevendo seu livro na árvore uma última vez, pois ela dizia que iria perder a árvore, assim como sua casa e seus pertences.

Em seguida, ela entra em um ônibus. Neste ponto, a razão pela qual ela está deixando sua casa ainda não é explicada. A página final mostrava ela olhando pela parte de trás do ônibus e um meteoro atingindo sua casa. Ele era tão grande quanto a casa e até hoje eu ainda me pergunto como ela sobreviveu. Bem, já faz cinco anos e eu não encontrei nenhuma evidência sobre este livro. Se eu fosse mais velho, teria mostrado para alguém, mas eu tinha sete anos na época e não sabia de nada e não notei o quanto aquilo era anormal. Talvez fosse apenas um sonho, talvez seja real, quem sabe, mas até então eu vou passar minha vida inteira tentando encontrar evidências. Eu vou voltar para a minha sala de aula ou então eu vou procurar no eBay.

Se você encontrar provas, por favor mande uma mensagem mim, eu preciso de provas sólidas. Eu preciso disso. Por favor, me ajude.

fonte: 
http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Special_Book

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Olá amiguinhos, tudo bem com vocês ?
Só passei aqui pra avisar que já recebi uma creepypasta dos leitores, e ela será postada no sábado, se vocês quiserem mandar mais algumas seria bem legal.
Boa leitura!

Boa noite

Ela morava em um pequeno apartamento com o marido e seus dois cães. Uma vez que o edifício era antigo e suas paredes eram finas, cada barulho feito na entrada e na sala de estar poderia ser ouvido mesmo a partir do quarto. No tardar da noite, ela decidiu ir para a cama, enquanto seu marido levava os cães para forapara fazer a sua última caminhada do dia antes de dormir. Depois que ela entrou no quarto, ouviu o barulho dacoleiras dos cães e a abertura e o fechamento da porta da frente.

Quando ela começou a cochilar, ouviu a porta da frente abrir e fechar enquanto o seu marido entrava novamente no apartamento. Ela viu uma pequena faixa de luz quando ele abriu a porta do quarto e em seguida, calmamente a fechou por trás dele. Em silêncio, ele subiu na cama e ficou por debaixo das cobertasEla murmurou"Eu te amo" e adormeceu antes que ele pudesse responder.

Alguns minutos depois ela foi despertada quando ouviu a porta da frente abrir e fechar novamente.Então ela ouviu novamente o barulho da coleiras dos cães e então escutou a voz abafada do seu marido. No momento em que ela percebeu que o marido não estava na cama, ela sentiu uma fria mão no seu rosto.




fonte: 
http://www.creepypasta.com/goodnight/