sábado, 25 de maio de 2013

O espirito sombrio


Olá seres obscuros,como estão?
Bom,desculpem por não ter postado essa semana inteira.Eu estava mal de saúde.Então postarei hoje.
Fiquei ausente,por mais um motivo também.Estou organizando junto a uma querida amiga minha,um curta metragem que faremos do misterioso e sinistro Slender Man.
Bom...
Já com começando a postar,contarei um relato de uma amiga,a mesma amiga que está organizando o curta(e que teve a ideia do mesmo).
Vou contar em primeira pessoa,assim ficará  mais fácil ^^
Eu estava no meu quarto,deitada esperando o sono vir.
E comecei a ouvir uns barulhos de passos.
Estava tudo escuro.
E vi pelas cortinas(em casa,os quartos são separados por cortinas),a postura de uma pessoa,segurando uma vela(vi a sombra).Pensei que fosse meu pai,mas na maior das duvidas,fiquei quieta debaixo das cobertas.
A sombra s dirigiu para a sala e desapareceu.
No dia seguinte,perguntei a minha mãe,se meu pai tinha ido a sala com uma vela na mão.
Ela estranhou,e respondeu que não e que meu pai tinha dormido a noite toda,não havia acordado.
Até agora,agradeço ao meu medo,pois sem ele,eu teria ido ver quem era,e quem sabe o que poderia acontecer.
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Quem me contou essa história foi a Vick,uma amiga minha ^^
(vick é o apelido).

Nicola, Minha Irmã Psicopata


Tom Edgington tem poucas lembranças felizes de sua infância em Muswell Hill, um subúrbio ao norte de Londres. Seu pai, Harry, um homem sério e de poucas palavras, era um correspondente do jornal inglês Daily Mail, e trabalhava muito dentro de casa. Sua mãe, Marion, ao contrário do marido, era uma mulher bastante comunicativa e uma personalidade bastante popular no bairro. Além de Tom, o casal tinha mais duas filhas,Nicola, a mais velha, e Sara, a caçula. A família inglesa poderia ser apenas mais uma família normal mundo afora não fosse um seríssimo problema que girava em torno da irmã mais velha de Tom, a ruivinha Nicola.
Tom diz sobre sua irmã:
“Nicola parecia gostar de criar conflitos, colocando as pessoas umas contra as outras. Eu pensava que era normal, não tinha como eu saber que não. Crescemos como forasteiros no bairro, Nicola sempre tinha problemas na escola e os pais de colegas proibiam seus filhos de brincarem com ela por acharem que ela era uma má influência.”
Voltando ao passado, uma lembrança se destaca na mente de Tom. Ele tem quatro anos e está arranhado, sangrando, caído sobre uma roseira no jardim. Seu pai corre para ajudá-lo, ao lado, sua irmãzinha Nicola assiste à cena sem expressar nenhuma emoção. Foi ela quem o empurrou contra os espinhos. Repreendida pelo pai, ela apenas diz:
“Está feito!”
Ela chamava o irmão mais novo apenas de “coisa”, e essa não fora a primeira vez que ela tentara se livrar dele. Quanto Tom tinha dois anos, Nicola empurrou o seu carrinho de bebê pela escadaria de uma igreja durante um passeio de família. Por sorte, Harry conseguiu segurar o carrinho antes que este rolasse escada abaixo.
Tom diz:
“Todo mundo pensou que era apenas rivalidade normal entre irmãos e que ela iria crescer sem isso, mas Nicola só fez piorar. Pelo que eu me lembre, Nicola não era certa, não tinha empatia com os outros.”
Marion consultou psicólogos que disseram que Nicola era “normal”, mas segundo Tom, sua irmã era uma criança mestre em manipular:
“Ela era boa em fingir sanidade.”


Aos 11 anos, Nicola ficou incontrolável, fugia de casa e passava dias desaparecida.
“Uma vez minha mãe escondeu todos os seus sapatos para impedí-la de sair de casa, ela então pegava os meus e fugia. Ficava uma ou duas semanas sumida. Os serviços sociais diziam que ela era um perigo para outras crianças, mas eles não ajudavam minha mãe.”
Quando Nicola completou 12 anos, Marion deciciu mudar-se com a família para uma casa de campo em East Sussex, uma bucólica região no sudoeste da Inglaterra. Separada de Harry, ela queria levar sua filha mais velha para longe de Londres. Na capital inglesa, apesar da pouca idade, Nicola já havia enturmado com tudo quanto era má influência, passava as noites nas ruas bebendo e fumando com amigos. No novo lar, Marion colocou os dois filhos mais novos, Tom, 10 anos, e Sara, 07 anos, em um internato onde passavam a semana inteira longe de Nicola.
“Acho que minha mãe percebeu que Nicola poderia ser violenta, estava se tornando um risco para nós. Para mim foi um alívio ficar longe dela. Eu amei a escola e não queria ir para casa nos fins de semana. Ficar com meus amigos e ver como outras famílias se relacionavam, me fez perceber o quão mentalmente instável era Nicola e como isso afetou nossa família.”
Aos 15 anos, Nicola foi expulsa do colégio e passou a morar em um apartamento pago pelo seu pai, Harry. Nessa época, depois de inúmeras tentativas, sua mãe conseguiu levá-la até um Centro de Saúde e ela começou a tomar remédios controlados. Morando sozinha, porém, ninguém poderia garantir que Nicola tomaria sua medicação.
No seu aniversário de 13 anos, Tom visitou a irmã mais velha, mas a visita quase lhe tirou a vida. Nicola o fez fumar maconha e obrigou-lhe a consumir anfetaminas até que ele caísse doente. Talvez ela o tenha usado como uma espécie de cobaia para saber quantos comprimidos eram necessários para levar alguém a óbito.
Aos 17 anos, Nicola ficou grávida de gêmeos, mas teve um aborto depois que o namorado lhe deu um soco na barriga. Ela se mudou para Londres onde trabalhou como recepcionista e dançarina de boates de strip-tease. Aos 19 anos, ficou grávida novamente de um namorado traficante e deu à luz a um filho. Foi Marion quem ajudou a filha nos cuidados com a criança, o seu primeiro neto.
Dois anos depois, aos 21, Nicola se casou com um jamaicano que conheceu em um clube. Engravidou do seu segundo filho e viveu, talvez, o período mais estável de sua vida.
Tom diz:
“O marido de Nicola amava o primeiro filho da minha irmã como se fosse dele. Ele fez com que Nicola tomasse sua medicação, mas às vezes ela o tratava horrivelmente e o acusava de todos os tipos ruins de comportamento.”
O casamento acabou quando Nicola se juntou a uma igreja cristã evangélica e tornou-se convencida de que Deus, ao invés dos seus medicamentos, poderia curá-la. Ficou convencida de que estava cercada por demônios. Seu marido voltou à Jamaica e, quando Nicola o visitou, estava num estado tão preocupante que o ex-marido a proibiu de deixar o país com o filho do casal. Ela voltou para a Inglaterra apenas com seu filho mais velho. Marion estava tão preocupada com a segurança do neto que entrou em contato com o Serviço Social inglês para que este tirasse de Nicola a guarda do seu filho.
“Acho que minha mãe esperava que Nicola teria a ajuda médica que precisava e, em seguida, teria o seu filho de volta. Mas não foi isso o que aconteceu. Sem os filhos, Nicola perdeu seu alojamento e o dinheiro do governo, e começou a culpar minha mãe, que ficou bastante assustada e disse que Nicola poderia matá-la.”
Após o episódio das anfetaminhas, Tom mudou-se para a cidade de Brighton onde cursava faculdade de Teatro. Ficou anos sem ver a irmã e fazia de tudo para evitá- la. Em um fim de semana de Novembro de 2005, ele e sua irmã mais nova, Sara, decidiram visitar a mãe em East Sussex, e quem estava lá ?
“Foi tudo difícil e tenso. Nicola estava muito tranquila e ficou lá sentada escrevendo no seu notebook, enquanto eu tentava fazer piadas para aliviar o clima.” Diz Tom
O que será que Nicola escrevia no notebook ???
“Decidi levar Nicola para um pub para que, pelo menos, Sara tivesse algum tempo com nossa mãe. Fomos para o pub, mas Nicola foi convidada a se retirar do local por brigar com um DJ. Quando ela disse que estava voltando para Londres, fiquei aliviado.”
Nicola e o irmão Tom foram para um Pub e a primeira coisa que Nicola fez foi arrumar confusão com um DJ do local. Após ser expulsa do Pub, Nicola disse ao irmão que voltaria naquele instante para Londres, o que o deixou bastante aliviado.
“Eu telefonei para casa e perguntei pra minha mãe e Sara se elas não queriam se juntar a mim no Pub. Elas vieram, mas minha mãe não conseguiu um local para estacionar o carro e então deixou Sara e voltou para casa.”
Sara e Tom ficaram conversando e bebendo no Pub. Eles não poderiam imaginar o horror que estava por vir.
“No começo eu não conseguia entender o que estava vendo. Eu vi uma trouxa de roupas e duas pernas e pensei que minha mãe tinha convidado alguém para ficar lá. Falei para Sara que entrou no quarto e disse: Chame a Polícia!”
Ao voltarem para a casa da mãe, os irmãos veriam uma cena que nunca mais sairiam de suas cabeças. Marion, a carinhosa mãe que sempre cuidou para que os filhos vivessem em paz e harmonia, estava caída no chão com uma enorme faca cravada no peito. Marion estava morta.



Chocado pela cena, Tom imediatamente soube quem era a responsável por aquela barbaridade. Sua suspeita tornou-se uma certeza quando ele acessou o notebook que sua irmã Nicola, a poucas horas atrás, usava. Lá, havia um arquivo do word salvo no desktop com o seguinte título:
“Pessoas condenadas!”
“O nome da minha mãe estava no topo da lista, e estava riscado. Foi decepcionante, também, ver o meu nome na lista. Talvez ela pretendesse me matar.” Diz Tom.
Quando Nicola Edgington foi presa em um ônibus de Londres, depois de 16 dias em fuga, suas palavras foram:
“Foi Tom quem fez isso!”
“Não bastasse ela ter deixado o corpo da minha mãe para eu encontrar, ela ainda tentou me culpar por sua morte.” Diz Tom.
Após sua prisão, Nicola foi diagnosticada com esquizofrenia e transtorno de personalidade antissocial (psicopatia) e enviada a um hospital psiquiátrico após admitir o homicídio e por ter sua responsabilidade diminuída devido à sua condição.
Na época, Tom e sua irmã Sara disseram em um comunicado que:
“Finalmente Nicola está no lugar onde não poderá machucar ninguém e que pode receber à ajuda que desesperadamente precisa.”
Mas a tranquilidade para Tom, e sua irmã Sara, se transformou em medo quando, em 2009, Nicola foi libertada.
Por dois anos, ela morou na Ambdekar House, no bairro de Greenwich, sudeste de Londres, uma casa de apoio supervisionada por uma equipe de saúde mental. Considerada “boa” pelos médicos e pela equipe do local, Nicola fazia planos para mudar para um apartamento. Na verdade, Nicola estava longe de estar estável. Ela havia parado de tomar sua medicação anti-psicótica após ficar grávida de um outro paciente, e quando ela perdeu a criança num aborto espontâneo, ela piorou.
Em 11 de outubro de 2011, Nicola enviou uma mensagem ao seu irmão Tom pelo Facebook, era a primeira comunicação entre os irmãos desde a morte de Marion.
“Ninguém está tomando conta de mim como mamãe fazia.” Escreveu Nicola.
Tom ficou assustado com a mensagem. Ele contatou a Ambdekar House e pediu para que a irmã fosse imediatamente reassistida. Dois dias depois, em 13 de outubro, Nicola discou para o serviço de emergência inglês, o 999, e disse:
“A última vez que me senti assim, eu matei alguém, matei minha mãe.”
Parecia que Nicola estava implorando por ajuda. Policiais a encontraram e a levaram voluntariamente para o Hospital londrino Queen Elizabeth II. Dentro do hospital, ela novamente ligou para o 999 e gritou para ser presa, avisando que era muito perigosa. Pensando se tratar de um surto psicótico, profissionais do hospital a transferiram para uma Unidade de Saúde Mental. Enquanto uma enfermeira preparava sua cama, Nicola fugiu.
Pegou um ônibus para Bexleyheath, um bairro no subúrbio de Londres, invadiu uma loja e roubou uma faca. Ao ver uma mulher parada num ponto de ônibus, Nicola não pensou duas vezes: Correu em sua direção para matá-la. Kerry Clark, 22 anos, teve sorte. Talvez por ser jovem, conseguiu lutar contra Nicola que não conseguiu atingir o seu objetivo. Mas ela não parou por ai. Nicola invadiu um açougue e roubou um cutelo. Naquela mesma hora, Sally Hodkin, 58 anos, caminhava em direção ao seu trabalho como fazia todas manhãs. Sally teve, praticamente, sua cabeça decapitada por Nicola.
“Você é manipuladora e excepcionalmente perigosa. Você fez sua escolha e o fato é que voce deve assumir as responsabilidades pelos seus terríveis atos,” disse o Juiz Brian Barker, a duas semanas atrás, durante o Julgamento de Nicola Edgington, 32 anos. Nicola foi condenada a duas prisões perpétuas pelo assassinato de Sally Hodkin e tentativa de homicídio de Kerry Clark.
Hoje, Tom não tem certeza sobre como se sente em relação à sua irmã mais velha. Tom aceita que Nicola sofre de uma doença mental e transtorno de personalidade, mas não acredita que ela pode ser absolvida por suas responsabilidades. Sua ira é direcionada para os profissionais médicos que decidiram que Nicola estava bem o suficiente para estar de volta à comunidade.
“Nós conhecemos Nicola por toda vida. Nós sabíamos que ela era perigosa. Dissemos a eles que ela seria um risco para outras pessoas. Ela nunca deveria ter saído, mas eles simplesmente não quiseram nos ouvir.”

sábado, 18 de maio de 2013

O menino com a mão para fora do túmulo


Até os dias de hoje sempre ouço uma lenda do interior de São Paulo, que muitos dizem ser verdade e quem costuma contar são pessoas com mais de 70 anos. Pois bem, eles dizem que a muito tempo uma moça teve um bebê do sexo masculino e quando ela ia amamentar o menino, ele se irritava e dava tapas em seus seios, ela ficava muito triste mais não tinha coragem de corrigir o bebê.
Então ele cresceu mais um pouco e atingiu uns três anos de idade e continuava com o mesmo hábito agressivo. Um dia o menino morreu e foi sepultado. O coveiro estava andando pelo cemitério viu a mãozinha do menino para fora do túmulo. Logo perto tinha uma igreja e ele correu para contar ao padre que disse que já tinha ouvido uma historia semelhante e sabia o que fazer. Disse pra localizar a mãe e ele assim o fez. Quando a mulher chegou, o padre perguntou se ela corrigia a criança quando ela fazia algo errado e ela disse que não nunca o corrigiu. Então ele pegou uma vara de madeira, passou água benta, e disse para ela falar que era errado bater na mãe, e dar umas varadas na mãozinha. Ela então assim fez e disse estas palavras, dando as varadas.
A mãozinha voltou pra dentro do túmulo....

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ilha das bonecas









Em uma sombria e assustadora ilha nos canais de Xochimico, perto da Cidade do México, fica o que pode ser a atração turística mais estranha e assustadora do mundo . No entanto, esta triste ilha não foi concebida para ser uma parada em itinerários dos turistas de férias. A Ilha das Bonecas foi dedicada à alma perdida de uma menina pobre que se encontrou o seu destino cedo demais.


A Ilha das Bonecas (Isla de las Muñecas) está localizada nos canais do sul da Cidade do México e é a atual casa de centenas de terríveis bonecas mutiladas. Seus membros decepados, cabeças decapitadas, e os olhos em branco enfeitam árvores, cercas e quase todas as superfícies disponíveis. As bonecas parecem ameaçadoras mesmo à luz brilhante do meio-dia, mas no escuro são particularmente assombrosas.







Não surpreendentemente, as origens da ilha encontram-se em uma tragédia. A história diz que o único habitante da ilha, Don Julian Santana, encontrou o corpo de uma criança que se afogou no canal cerca de 50 anos atrás. Ele foi assombrado por sua morte, por isso, quando ele viu uma boneca flutuando no canal, logo depois, ele pendurou em uma árvore para agradar a menina. Ele esperava tanto apaziguar sua alma torturada e proteger a ilha de posteriores males.


Uma boneca em uma árvore, no entanto, não foi suficiente para aliviar a mente perturbada de Santana. Ele continuou a pescar bonecas e peças de boneca para fora do canal sempre que ele as via, pendurando cuidadosamente cada uma delas na ilha. Não havia bonecas no canal suficientes para satisfazer o espírito torturado, então Santana começou a revirar os montes de lixo que encontrava em suas raras viagens para longe de casa. Mais tarde, ele começou a negociar frutas e legumes produzidas no seu lar, trocando-os por bonecas.





Muitas histórias têm sido associados com a ilha ao longo dos anos. Um conto popular era que Don Julian tinha enlouquecido e acreditava que os bonecos eram crianças de verdade, que ele tirou do e tentou reviver. Mas a verdade, como dito por membros de sua família, que agora correm a ilha como uma atração turística, é que Don Julian simplesmente acreditava que a ilha era assombrada pelo espírito da menina. Por razões conhecidas somente por Don Julian, ele acreditava que ele poderia fazer a menina morta feliz e manter o mal na baía enforcando bonecas descartadas em todas as árvores da ilha.


A história tomou um rumo particularmente sinistro em 2001, quando Don Julian morreu, aos 50 anos, afogado no canal exatamente como a menina. Muitas pessoas disseram que as bonecas, habitadas por espíritos torturados, conspiraram para matar o velho. Outros acreditam que a morte de Santana foi um acidente e que desde sua morte, as bonecas assumiram seu papel de zelador da ilha.





Embora a ilha não tenha recebido muita atenção turística durante a vida de Don Julian, tornou-se uma atração bem conhecida desde então. Equipes de televisão internacionais já filmaram-a várias vezes, incluindo um show que alegou encontrar a prova que a ilha é assombrada.


Chegar na ilha é uma tarefa longa e difícil, mas andar entre os bonecos assustadores é uma experiência como nenhuma outra. A maioria, se não todas, destas bonecas foram rejeitadas pelos seus proprietários anteriores por várias razões. Membros decepados e corpos sem suas cabeças, pendurados lado-a-lado com bonecas totalmente esbranquiçadas pelo sol. O mofo cobre algumas, enquanto outras estão perdendo quase todo o seu cabelo artificial. Aranhas e insetos fixaram residência nas partes ocas da maioria dos bonecos.


Embora o sentimento Don Julian fosse inocente e admirável, o cemitério das bonecas que ele criou é inegavelmente assustador. Olhos sem alma seguem os visitantes conforme eles se movem ao redor da pequena ilha (que na verdade é um chinampa, ou jardim flutuante artificial), e muitos juram que podem ouvir as bonecas sussurrando para eles. Este trabalho de amor (ou medo, se olharmos por outro lado) resultou em uma sensação acidental entre aqueles que admiram o lado bizarro e deturpado do turismo.



Fonte:Não adianta correr

Na sua frente

Não olhe para trás!

Não se vire!

Não olhe para cima!


Você já deve ter lido isso várias vezes, certo?


E claro, você virou e não achou nada, certo?


Não significa que não exista nada lá, você só não está vendo.


Na verdade estamos em todos os lugares.


Mas eu sou o pior...


Eu me alimento principalmente do seu medo.


No dia que eu cansar de me alimentar dele, eu vou te buscar.


Não se preocupe quando vai ser, falta pouco.


Nem se preocupe com onde não olhar.


ESTOU NA SUA FRENTE


Fonte:Caçadores do Medo

...

Olá seres obscuros,como estão?
Bom...
Depois de muito tempo fora do blog,voltei e agora para ficar(não s se vocês gostam dessa notícia,mas tudo bem).
Eu estarei postando com menos frequência agora,no caso só de segunda a sexta,por conta de uns problemas que tive com meus pais,quanto a não aceitação deles de eu gostar de terror.
Então postarei as "escondidas",pois eles mal sabem da existência do blog.
Corro risco de ficar sem net pelo resto da vida,mas tudo bem,eu não vou desistir.
Sei que vocês não querem saber da minha via pessoal,afinal,aqui é um blog de terror,mas só explico o motivo de minha grande ausência antes e agora.
Se possível,hoje postarei duas creepypastas,e farei um gameplay(sem facecam,porque a cam está no escritório de meu pai).Se possível criarei uma intro pro canal,o único problema é que perdi a senha .-.
Bom...
Só isso que tenho a esclarecer,bons pesadelos para vocês.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O Homem Estranho


    Numa noite silenciosa eu estava andando sozinho pela rua, voltando para casa. No caminho de casa costumo passar por  rua que contem uma floresta, enquanto andava olhei para o lado, dentro da floresta vi algo estranho, como nao havia iluminação alguma não consegui ver o que era, eu sentia cheiro de sangue...olhos me perseguiam, quando olhei para frente estava no meio da rua e quase fui atropelado, logo em seguida, quando olhei novamente não havia nada lá, então fui para casa.
        Chegando em casa encontrei minha mãe e perguntei onde estava meu pai, ela me disse que ele havia saído, tinha ido ao mercado, então fui para meu quarto e fui jogar para me distrair.Mas ou menos uma hora e meia depois, minha mãe, me chamou e me pediu que fosse a procura de meu pai, então fui até o mercado que ficava há umas duas quadras de minha casa, chegando lá procurei meu pai por toda a parte, não o encontrei, então resolvi perguntar para alguns funcionários se eles haviam o visto, logo me responderam que ele havia virado a esquina e entrado numa rua sem saída, logo fui atrás dele, chegando na rua havia sangue pelo chão que dava em uma passagem um pouco estreita. Resolvi dar uma espiadinha lá e vi um homem com um facão que tocava o chão, não usa camisa, tinha várias cicatrizes em suas costas, cobria seu rosto com um pano.
        Ele olhava para alguma coisa, foi aí que me dei conta de que era meu pai, o estranho homem jogou meu pai contra a parede e cravou o facão no estomago de meu pai, meu pai olhou para a brecha e disse para eu fugir, sai correndo e escorreguei no sangue, pensei que iria morrer, mas me lembrei de que desde de quando eu era pequeno meu pai falava para eu nunca me entregar e vencer meus medos, então levantei e sai correndo para casa sem olhar para trás, quando cheguei minha mãe ficou desesperada ao me ver todo sujo de sangue e perguntou o que havia acontecido, eu lhe disse que um homem estranho havia matado meu pai e que deveriamos fugir dali.

Continua...

Enviado por : Daniel Cardoso 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Caso de Canibalismo Parte Dois

Parte um dá creepy


Eu tentei voltar à escolar, eu tentei entrar lá dentro, mas estava proibido entrar lá o acesso estava bloqueado. Então decidi que ir quando a lua estiver no céu, após a decisão fui para casa.
            Quando cheguei ao portão da minha casa, olhei para a janela do meu vizinho tinha uma pessoa lá, olhando diretamente em meus olhos, demorou em que eu percebo-se que aquela pessoa estava dentro da sala de aula no dia em que aconteceu aquela tragédia misteriosa. Fiquei assustado, pois ele olhou nos meus olhos com um olhar negro, algo não agradava aquele humano, corri para dentro de casa com muito medo.
Um dos meus maiores medos era aquele homem fazer mal  a minha família, mas eu não estava passando por um momento bom, eu e meus pais brigávamos muito, por isso nem toquei no assunto com eles.
            Resolvi andar armado, com facas para que eu não fosse atacado, pois estava com um mau pressentimento sobre aquele olhar.
            Logo  a lua apareceu no céu e então eu finalmente tive coragem de sair e ir até a escola. Era por volta de umas 23h30min dá noite no bairro onde eu moro há essa hora não tem ninguém na rua. Quando cheguei na escola tudo estava ‘’quebrado’’ parece que vândalos estavam dando uma volta por ali, aproveitei que o portão estava aberto e quebrado e entrei na escola, por incrível que pareça aquele cheiro de carne humana estragada ainda estava lá e forte, a luz da quadra estava acesa então consegui enxergar o que tinha no pátio e o corredor.Eu estava subindo as escadas do prédio para ir até as salas, aconteceu algo muito estranho eu senti algo passando correndo atrás de me.
Não agüentei naquele momento eu estava totalmente paralisado de medo, resolvi voltar para o pátio, pois estava morrendo de medo.
            O inesperado aconteceu... uma pessoa estranha tentou me derrubar da escada, na hora eu já sabia que era um daqueles homens que fizeram aquilo na escola .
            Minha sorte foi à faca, consegui passar a faca em sua barriga ele caiu, mas era apenas um susto, então eu sai correndo e voltei para casa. Quando estava abrindo a porta... senti um cheiro estranho, o mesmo cheiro que estava na escola no dia do desastre.
            Corri até cozinha e lá estavam eles, fritando os órgãos da minha mãe e do meu pai, aquela cena foi horrível, sangue pela cozinha inteira. Corri para o quarto dos meus pais e lá tinha tanto sangue, dava vontade de vomitar vendo aquilo. Tentei procurar a arma do meu pai, mas não achei e logo atrás da porta vinham eles, atrás de me. Querendo fazer da minha carne seu lanchinho.
            Algo ainda não está se encaixando, como apenas cinco pessoas mataram e torturaram mais de 200 pessoas em um dia... simples não eram apenas cinco, era mais de 20 pessoas que deveriam estar internadas, como pode pessoas malucas fugirem e saírem matando todos que vêem pela frente e eu era o próximo. 

Continua 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Caso de Canibalismo.


12 de Setembro de 2001, em são Paulo.

Eu estava indo para a escola era umas 18:50 dá noite, o céu já estava escuro.
A rua estava mais movimentada que o normal, era uma correria do caramba confesso que ficava irritada por que eu queria saber o porque as pessoas estavam assustada, uns três minutos depois de ver pessoas assustada desisti de saber o porque da correria e fui para a escolar.
      Quando cheguei na frente da escola estava um tumulto no portão, e um cheiro horrível. Entrei no tumulto e olhei dentro da escola, o portão estava aberto e tinha restos de corpos na entrada da escola, uma poça de sangue, e dentro da escola estava tudo escuro. Logo quando cheguei só vi um dos meus amigos, ficamos conversando sobre o acontecimento. Não demorou muito para que a policia fosse chamada, e logo os policiais anunciaram que as aulas estava canceladas por uma semana.
      Tentei ir para casa mas não agüentei, a curiosidade falou mais alto . Eu entrei na escola. A quantidade de corpos era muito grande, o cheiro era horrível. Todos estavam mortos. As luzes das salas estavam acessas então resolvi ir olhar nas salas.
Tinha cinco pessoas estranhas, estavam cobertos de sangue , e estavam vivos. Eu pensava que era apenas cinco pessoas mas eram mais de dez pessoas vivas e ensangüentadas, o pior de tudo eles estavam rindo.
     Sai correndo da escola, aliás vou aproveitar que eles não me viram e ir pra casa.
Mas acabei batendo o portão,quando eu estava saindo os policiais estavam tentando mandar aquela gente embora, e mais trinta estava se preparando para entrar lá dentro. Eu sabia que aquelas criaturas tinham ouvido eu batendo o portão da escada,e tinham visto o meu rosto. Eu praticamente voei para casa.
Liguei a TV e estavam falando sobre um hospital de loucos que tinha sido invadido e todos os doentes mentais que estavam lá fugiram e de uns dias pra cá muitas pessoas estavam morrendo e sendo atacadas.  Bem amanha eu vou lá ver se descubro algo sobre aquela barbaridade. 

Continua...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Slender.



Eu não sei, mas a quem recorrer a policia não acredita mais em mim, eu estou ficando louco, eu não consigo dormir, não consigo mais viver em paz, vou contar minha historia a você para que passe para outras pessoas para não passarem pelo que estou passando eu estou sendo seguido por um homem de "cera" ele é, pálido, alto, os braços dele encostaram-se ao chão, não é humano é outra coisa, eu não sei se ele é real ou é coisa da minha cabeça, mas ele matou meus amigos, que ate hoje estão como desaparecidos, essa coisa é conhecida na internet por "o homem esguio".

Vamos voltar no tempo 20 de outubro de 2009 estava no meu aniversario brincando com meus amigos na rua,quando avistei um homem grande do outro lado da calçada meus amigos foram até ele, mas eu fui atraído pela minha tia que me chamou para casa, conversei com ela e voltei e vi minha vó e as mães conversando com ela pareciam preocupadas, eu nem liguei era criança ainda, mas eu percebi que havia algo errado, pois no dia seguinte não havia nenhum sinal deles.
O ENGRAÇADO É QUE DIARIAMENTE, EU CONTINUAVA A VER ELE COMO SE ELE ESPERASSE ALGUMA COISA, MAS EU NÃO PERCEBIA.

Indo mais pro futuro 16 de novembro de 2012 estava escrevendo um texto para escola olhei pela janela e senti um enjôo estranho e comecei a vomitar, olhei pela janela e um homem estava olhando pra mim, ele estava de terno era muito pálido e estava fazendo uns movimentos com a cabeça, na hora que eu consegui ver o rosto dele não acreditei, ele NÃO TINHA ROSTO, eu fiquei em pânico e fiquei pensando enquanto o olhava "não pode ser um humano" ele me encarou mais um pouco e simplesmente esticou as pernas e pulou o muro, eu fiquei encarando e me belisquei pra ver se não estava dormindo, naquela noite eu não dormi e nem sai do quarto, vomitei umas seis vezes.
Eu fui seguido por ele varias vezes na minha vida, tentei conversar isso com policiais, psiquiatras, família, não dá simplesmente me acham loucos, mas eu sinto a presença dele o todo o momento, estudei ele todo este tempo, eu quero que você me ajude e ajude as pessoas na minha mesma situação não revele meu nome, e-mail qualquer coisa, pois ele tem informantes varias vezes eu fui quase assassinado por esses caras, ele tem dupla personalidade por causa do homem esguio e não sabem oque estão fazendo. 
EU CONTO MAIS DEPOIS, AGORA TENHO QUE IR.
Manterei contato   

Enviado por: Gabriel Picirili.

Envie a sua creepy ou relato para tamiresfidelishbhy@gmail.com.