terça-feira, 19 de março de 2013
Vejo Espíritos e fiz um Pacto com Lilith.
Ola. Meu nome é Helena, tenho 14 anos. Nunca postei nada, venho acompanhando o site a uns dias. Preciso muito de ajuda, espíritos estão me incomodando e fiz um pacto.
Desde pequena sempre vi vultos, espíritos. É uma coisa meio de família já que meu pai vê, faz psicografias e inclusive as vezes algum espírito "encosta" nele e ele fala pelo espírito. Minha tia também, mas não faz psicografias, o resto tudo igual.
Eu comecei a ver ainda bem nova, me lembro na primeira vez. Eu tinha uns 7 anos, estava voltado da escola, de dentro do carro entrando na garagem eu vi um espirito azul flutuando em frente a um prédio. Meu pai conta que eu já via antes disso quando era bem pequena. Eu as vezes via vultos, mas tudo bem.
Depois, a uns trés anos e meio, nos mudamos de volta para Curitiba. Era um sobrado. Em cima ficava o meu quarto, o quarto do meu pai, um banheiro e tinha um quartinho não acabado que o teto era de telhas e não tinha luz. Todo mundo tinha medo do quartinho, e é o único lugar daquela casa que eu nunca vi nada. No começo eu tinha muito medo de dormir sozinha porque achava que bandidos iam entrar na casa (é antes eu morava em apartamento). Então minha mãe dormia comigo. Inicialmente estava tudo bem, até os espíritos pareciam ter me dado paz e não apareciam mais.
A mudança foi em agosto. Logo eu comecei a me sentir sufocada e não podia mais nem ficar no andar de cima. As vezes espalhava toalhas molhadas pelo quarto e não funcionava. Eu e minha mãe fomos para o quarto de baixo. Mas não adiantou, eu não conseguia respirar e duas ou trés vezes fui para o hospital. De um dia para o outro eu fiquei bem e nunca mais tive problemas com isso. Ai começou que eu sentia uma energia horrível no meu quarto e no andar de cima. Morria de medo de ir lá. Parecia que tinha espíritos e voltei a ver vultos. Eu ouvia barulhos pela casa. Ficava apavorada. Comecei a sair de casa e ficar na casa da minha vó o dia inteiro até bem tarde da noite.
Em outubro, dia 4 (dia de São Francisco de Assis), meu pai tinha viajado e eu estava no computador no quarto dele, minha gata que eu já tinha a três anos estava deitada na cama. Fiquei com um pressentimento horrível que ela ia morrer naquele dia. Eu cheguei a chorar e me despedir dela. Tinha certeza, mas não sabia como não podia impedir. Ai minha outra gata foi enganada mas sobreviveu. Mais tarde no mesmo dia a gata que eu estava com pressentimento morreu mesmo. Eu fiquei muito triste e brava. Afinal, São Francisco não devia proteger os animas ao invés de deixa los ser envenenados e morrer em seu dia? Só no outro dia lembrei do meu pressentimento, mas deixei para lá.
Depois disso continuei vendo espíritos. Uma vez fomos na casa da minha tia e ela acendeu várias velas de cores diferente para chamar espíritos, e as velas apagavam sozinhas sem vento nenhum. Ainda naquela época, fomos eu, minha mãe e meu pai na casa da minha tia. O namorado dela também estava lá. Depois de madrugada começamos a falar do jogo do copo. Minha tia não tem medo (ela não tem medo de nada. Sério. Acho que ela faria de novo.) e resolveu fazer. Eu fiquei de fora para chamar ajuda se alguma coisa desse errado. Fiquei olhando de longe, do outro lado do portão (que da para a casa da minha vó). Uma hora o copo mexe. Mas todo mundo disse que eram uns os outros e ninguém acreditou que estava andando mesmo. Então antes de o copo formar alguma coisa eles desistiram (tudo errado né. Sem oração e terminar o jogo assim). Depois disso não sei se foi coincidência ou não, mas parece que tudo piorou. Eu via mais vultos e ouvia mais barulhos.
No outro ano meu pai foi embora e ficou só eu e minha mãe. Uma vez ela estava tomando banho eu ouvi um barulho na cozinha e corri para a rua. Lá de fora eu vi espíritos altos e magros com uma luz (branca) muito forte. Eles saiam da cozinha e subiam a escada. Teve vários casos de espíritos. Uma vez comprei uma planta carnívora. Coloquei o vaso em uma mesa, estava sentada em uma cadeira destas de rodinha, dando um mosquito para a planta. Eu não estava inclinando a cadeira nem nada, tanto é que estava debruçada para a frente. Até que a cadeira vira para trás comigo em cima. Eu cai no chão e a mesa em cima de mim. Sem mais nem menos (não me machuquei, mas a planta morreu). Fiquei apavorada.
Depois disso eu estava em outra cadeira no mesmo tipo no computador e a cadeira andou sozinha. Parece filme. Ai, ano retrasado, eu estava no computador umas dez e meia da noite e tive uma visão. Como um filme passando diante dos meus olhos. Eu estava no veterinário com meu cachorro em uma sala. No outro dia no mesmo horário meu cachorro quebrou a pata (no meio da cozinha nem tem degrau. Os veterinários não tem explicação para isso), fomos para o veterinário exatamente naquela sala.
Outra vez aconteceu a mesma coisa com outro cachorro. Eu tive a visão dele na clinica e no outro dia quando acordei ele estava doente e acabamos indo bem naquele horário, na sala que eu vi, com a veterinária que eu vi (quando chegamos ela estava saindo e voltou para atender ele).
Depois comecei a reparar e tive varias visões. Duas moças olhando uma vitrine e andando na rua, elas passaram meio minuto depois. Eu contei para minha mãe, estávamos andando na rua. Eu disse "um carro branco vai virar aquela esquina". O carro apareceu uns dez segundos depois.
Fomos em vários centros espíritas e nada funcionou, sempre continuei vendo espíritos. Eles só diziam para orar mas não funcionava.
Ano passado nos mudamos para uma casa pequena de madeira. Aqui as coisas pioraram muito. Eu durmo com a porta no meu quarto fechada para meus bichos não entrarem. E comecei a ouvir muitos barulhos, sacolas se mexendo, caixas, a porta do guarda roupa. A cortina se meche sem vento, meus livros caem sozinhos.
Podem me chamar de louca porque eu sou, e aqui vai a pior parte: Fiz um pacto com Lilith!
Em fevereiro deste ano, por motivos pessoais, resolvi fazer o pacto. Não sei o que deu em mim. Eu sei que é perigoso. Mas andava vendo a serie Sobrenatural e achando fascinante esta historia de demônios (depois do pacto ainda eu não sei porque comecei a me interessar por Lúcifer e até fazer orações). Pesquisei um monte na internet e achei um pacto com Lilith. Até ai era só curiosidade. Mas resolvi pensar em fazer, ai anotei o pacto. E uma noite por puro impulso eu fiz. Pacto de sangue. Aquela noite não aconteceu nada. Muito pelo contrario. Eu me sentia melhor do que nunca. Parecia flutuar. Dormi como se estivesse nas nuvens. E quando fui dormir não tinha mais quase nenhum resquício do corte na minha mão para selar o pacto. Estava tudo perfeito aquele dia, mas ainda estava com um medinho. No outro dia eu já estava achando que tinha ficado louca por fazer o pacto, mas me sentia tão bem. Assim ficou uns três dias e ai os barulhos pioraram muito. Vi muitos vultos. A TV desligou sozinha duas vezes. E eu cada vez mais apavorada. Fui duas vezes em um terreiro de umbanda mas não funcionou. Minha mãe não sabe do pacto e nem pretendo contar.
A umas duas semanas fui na catedral em uma missa. Nunca fui católica, minha família é espirita. No dia pareceu melhorar as coisas um pouco. No outro os espíritos voltaram. Assim mesmo comecei a rezar muito mesmo. Semana passada fui de novo na missa, desta vez não funcionou nada. No meio da missa comecei a ficar com falta de ar. Tinha horas que eu queria sair da catedral, mas achava que não poderia caminhar. Achei que ia desmaiar. Não comentei nada com minha mãe. Quando acabou a missa, melhorei um pouco e sai da catedral. Lá fora o ar voltou.
Pesquisei agora sobre um padre exorcista aqui. Vou me informar melhor esta semana. Estou muito desesperada. Sei que parece filme ou mentira, mas não é. Muitos vão achar que sou só uma fã de Sobrenatural que inventou isso, mas não é bem assim. É tudo verdade. Até pela minha idade as pessoas acham que estou mentindo para chamar atenção. Eu nem gosto de chamar a atenção. Estou com muito medo. Então, por favor, se alguem puder me ajudar ou me indicar onde eu possa ir em Curitiba... Preciso muito de ajuda.
Esqueci de colocar no texto, aqui vai mais uma coisa que aconteceu:
Ano passado, já morando nesta casa, no halloween minha tia ia dar uma festa. Eu fui tomar banho e a pia caiu. A pia caiu sem motivo nenhum. Depois assim que entrei no banho alguma coisa estourou no teto. Só vi um clarão como se fosse fogo. O chuveiro não queimou. No mesmo dia usei meu colar de pentagrama para proteção. Eu estava no pc e quando vi meu pentagrama estava misteriosamente embolado no cordão e invertido(simbolo satânico). Mesmo sendo para proteção no normal fiquei com medo de usar depois disso.
Relato tirado do site :Sobrenatural.org
domingo, 17 de março de 2013
Morbus.avi(parte 4)
Bom pessoal,mais uma parte da creepypasta "morbus.avi",falta apenas mais uma parte,espero que estejam gostando dessa creepypasta pois foi a mais difícil de traduzir até agora,se vocês ainda não leram as 3 primeiras partes leiam! os links estão aqui abaixo!
parte 1: http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusaviparte-1.html
parte 2: http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusaviparte-2.html
parte 3: http://www.creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusavi-parte-3.html
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parte 1: http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusaviparte-1.html
parte 2: http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusaviparte-2.html
parte 3: http://www.creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusavi-parte-3.html
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Eles ficaram em torno de mim, amarrando meus pulsos na mesa de aço
frio, a luz que caía por um fio que pendia do teto ofuscava meus olhos.
Eu não podia gritar, não podia pedir ajuda. Os médicos misteriosos me
cercaram, empunhavam bisturis e lâminas afiadíssimas
entre seus longos, dedos enluvados. Eu podia senti-los cortando minha carne, o
metal frio de seus instrumentos mordendo minha pele. Eles me perfuraram e
rasgaram com diferentes serras e lâminas, Gosma preta escorrendo de minhas
feridas em vez de sangue. A dor era insuportável, ofuscante.
meu peito fora serrado meu estômago estava aberto estava com os olhos
vidrados e em branco. Os médicos observavem o médico “líder” me encher de gosma,
as ferramentas em suas mãos. Minha mente estava cambaleando de terror, ela
gritava para eu fazer algo, dizer algo, mas eu não podia ... Eu não podia ...
O homem do segundo vídeo estava preso contra a parede, o sangue
escorria de sua boca.ele estava Pálido, com os olhos vidrados observando meu
rosto e ele apenas sorriu para mim, o sangue endurecido em seus dentes. Ele
sorriu e olhou para mim com seus olhos leitosos, então apenas proferiu uma
coisa
"Não ... vá ... o médico ... te encontrará ..."
Acordei suando, meu coração batendo forte contra meu peito. Senti como
se minha pele estivesse em chamas, O que estava acontecendo comigo? O que ... o
que havia de errado comigo? Meu estômago estava tão dolorido como se alguém
tivesse repetidamente socado ele com o punho, ou como se algo muito duro
batesse rápido em minha barriga.
Eu mal conseguia me mover, mal podia sequer gemer. Eu chequei a hora: 10:57 da noite de Quinta-feira.
Eu dormi por 21 horas seguidas. 21 horas.
Eu me encolhi tentando me levantar, meu corpo inteiro pulsando e
pulsando. Eu nunca na minha vida senti tanta dor, nunca me senti tão mal.
"Brian?" Eu gemi, não sai da minha cama.
Nenhuma resposta.
"Brian?"
Silêncio.
Eu lentamente rolei da cama, agarrando-me a lençóis. Eu precisava do
meu telefone, eu precisava ligar e chamar uma ambulância para ir a um hospital.
Meu corpo inteiro estava sendo lavado com mais agonia. Quando meus pés tocaram
o tapete, meu estômago embrulhou e vomitei tudo no chão, o líquido preto
jorrando da minha garganta. Oh deus. Ferido. Mesmo jogado-se, esgotado e sacudindo
os nervos em todo o meu corpo. Estremeci. O líquido preto corria da minha boca
como o petróleo.
Eu puxei meu telefone da minha mesa de cabeceira e liguei pro Brian,
em seguida, ouvi-o tocar.
Uma vez.
Duas vezes.
Três vezes.
"Olá, aqui é o Brian Rydeski. Desculpe, eu não posso atender o
telefone agora, mas deixe seu recado e eu vou retornar a sua chamada. "
Eu gemia alto. Em seu correio de voz. Deixei-lhe uma mensagem.
"B-Brian, é o Michael ... algo está errado. Eu. .. Eu preciso de
uma ambulância. Por favor, me ligue de volta, por favor. "
Deixei meu telefone cair pois minha mão estava horrivelmente dolorida,
senti os músculos de meus dedos como se eles estivessem sendo arrancados aos
pedaços. Eu gritei, agarrando o meu pulso. E caí de joelhos, tremendo, estremecendo
e quase derramando lágrimas.
O líquido preto jorrava de meus lábios e ia até ao meu queixo. Eu
estava com tanta dor que era quase ofuscante. Eu sufoquei um grito e meu
monitor começou a brilhar. Virei a cabeça para olhar e morbus.avi estava na
tela.
Não. minha mente assobiou. Não, eu não preciso disso, agora não.
Subi de joelhos tentando me aproximar do meu laptop, e tentei sair do
vídeo, mas se recusava a fechar.
"Vamos lá fecha essa merda notebook cocozento" Eu disse.
O vídeo se recusou a fechar, então eu desisti e cai da cadeira,
xingando a mim mesmo, a dor alucinante no meu estômago. Eu odiava tudo, odiava
a vida por me dar tal dor. Eu segurei a vontade de vomitar, apertando meu
queixo e tentando respirar fundo.
Talvez ... talvez fosse o vídeo...Não, poderia um clipe on-line
realmente fazer isso? Fazer pessoas ficarem doentes? Fazer você gritar no meio
da noite?
Não, não, é o vídeo. Rosnei. Um vídeo idiota não pode te fazer ficar
doente, você está bem. Eu pensei.
Mas eu não estava bem. Eu não estava bem em nada. Minha mente estava
cambaleando de terror, recuando para tentar obter um controle sobre isso. Algo
não estava bem certo aqui ...
A tela do meu laptop piscou. O vídeo piscou no meu monitor, quase me
chamando, desafiando-me a clique em Play.
Eu desisti, apertei o botão.
O vídeo começou instantaneamente, os médicos estavam em pé ao redor da
mesa, em torno de um ser humano sobre a mesa. Na qualidade horrível do vídeo
que eu podia ver que ele estava anestesiado, sem se mover. Os “ doutores” amarraram o homem contra a mesa,e então sairam de vista, deixando apenas o
médico maior e o homem na mesa.
Mas, quando eles limparam ... quando eles limparam ...
Aumentou, minha dor de estômago
como se alguém o tivesse rasgado no meio. Meu coração pulou no meu pescoço e
meu peito se apertou.
"NÃO." Eu disse em voz alta, minha voz se elevando "Não
Querido Deus, NÃO!"
Era Brian o homem amarrado à
mesa, seus olhos estavam vidrados. Ele parecia tão fora de si, tão confuso. Eu
sufocava meus soluços, observando a tela estava assustado.
A figura do medico estava levantando um dispositivo de gravação para
perto de seu rosto como ele tinha feito duas vezes antes. Minha coluna vibrou,
o mesmo texto apareceu na tela.
" O objeto foi confirmado
com a infecção,uma cirurgia imediata será iniciada."
"NÃO!" Eu chorava, gritando com o laptop. "NÃO, NÃO,
NÃO, NÃO! Nãooooo! "
Por mais de 15 minutos eu assisti a figura do médico perfurar meu
companheiro de quarto, rasgando seu estômago em pedaços com as muitas
ferramentas de lâmina em seu pequeno carrinho. Brian não se debateu, não
gritou, ele apenas observou com horror quando seu corpo foi aberto diante dele.
CONTINUA...
ULTIMA PARTE POSTADA!
http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusavi-parte-final.html
ULTIMA PARTE POSTADA!
http://creepypastadark.blogspot.com.br/2013/03/morbusavi-parte-final.html
No limite da sobrevivência

Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome. Nesse período, as pessoas contavam uma história de uma jovem moça que decidiu ajudar um cego andando dentre uma multidão.
Conta a lenda que os dois começaram a conversar e o homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele: “Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?” Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou. Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando notou no endereço, um número que não conseguia distinguir se era um “4″ ou um “9″. Virou-se novamente em direção ao cego e percebeu que o mesmo corria entre as pessoas sem seus óculos escuros e bengala, como se estivesse fugindo.
Ela, naturalmente, achou suspeito, e ao invés de ir a casa foi para a Polícia. A polícia, que já suspeitava que algo errado estava acontecendo na região pelas ocorrências registradas, foi visitar o endereço para verificar se havia ou não ligação com suas suspeitas. Chegando no local, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam cortando carne humana e vendendo para as pessoas famintas por um preço camarada!
Sabe o que estava na carta que o homem deu à moça? Uma nota, dizendo apenas: “Esse é o último que eu mando para vocês hoje.”
A estátua
Há alguns anos atrás, um casal do Estado de Oklahoma, EUA, decidiram tirar uma noite de descanço. Resolveram sair para jantar na cidade. Como eles eram pais de duas crianças e as leis americanas são rígidas em relação ao abandono de menores, eles chamaram sua babá de maior confiança.
Quando a babá chegou, os pequenos já estavam dormindo. Então a babá se sentou perto delas e verificou se tudo estava bem. Mais tarde nessa noite ela ficou com tédio e foi ver TV, mas ela não conseguiu ver na sala porque não havia TV a cabo (os pais não queriam que as crianças ficassem vendo qualquer coisa na TV). Então ela ligou para os pais e perguntou se ela poderia ver TV no quarto do casal. Obviamente, os pais permitiram, mas a babá tinha um pedido final…. ela perguntou se poderia cobrir a estátua de anjo que estava no quarto das crianças com alguma toalha ou cobertor, porque ela a deixava nervosa. O telefone ficou em silêncio por um momento, e o pai que estava no telefone com a babá falou desesperado:
”..Leve as crianças para fora de casa agora!!! Nós estamos chamando a polícia! Não temos nenhuma estátua de anjo!”
A polícia achou os três corpos dos ocupantes da casa mortos depois de cinco minutos da chama. Nenhuma estátua foi encontrada. Nenhum vestígio de invasão. Nenhuma evidência, exceto que as vítimas morreram por causa de golpes com um objeto perfurante. O caso não foi solucionado e acabou virando uma lenda urbana.
sábado, 16 de março de 2013
Acredite se quiser,o Facebook sabe quase tudo sobre você.
O Facebook sabe quem te cutucou. O Facebook sabe que máquinas você usa. O Facebook sabe para quais eventos você foi convidado. O Facebook sabe disso e muito mais.
A prova de que a rede social talvez saiba demais partiu de um grupo de usuários denominado “Europe X Facebook”. Graças a uma lei da União Europeia – que dá a cada cidadão o direito de solicitar a quaisquer sites as informações que eles possuem dele – eles descobriram o que, afinal, a empresa de Zuckerberg guarda sobre cada usuário.
A fim de exemplificar do que estavam falando, o grupo publicou um documento no qual a internauta L.B. – que não teve o nome verdadeiro revelado por motivos óbvios – teve todo o seu histórico no portal transcrito. São nada mais, nada menos, do que 880 páginas de informações das mais diversas, agregadas desde 2007, quando L.B. se cadastrou no Facebook.
Leia mais: Será que seu navegador pode mesmo bloquear o rastreamento na web?
O site da revista norte-americana Forbes investigou o arquivo e selecionou as partes mais curiosas – ou perturbadoras. Constatou que a L.B. foi cutucada mais de 50 vezes em quase quatro anos, sendo que “K.D.” foi quem mais interagiu com ela dessa forma, principalmente em 2008. Soube quais computadores foram usados para conectar-se à rede, com que frequência e, ainda por cima, que outros internautas utilizaram a mesma máquina para entra no portal.
O Facebook sabe não só sabe quem são seus amigos, como também tem conhecimento de quais contatos você não aceitou a amizade – e mesmo os que você excluiu posteriormente. Mais grave ainda é que, segundo o grupo, que diz ter recebido o alerta de alguns usuários, a rede social guarda as mensagens que você armazena, mas também possui aquelas que você apagou.
A maioria dos internautas sabe que os portais costumam guardar informações suas a partir de cookies – arquivos trocados entre o navegador e o servidor de páginas – deixados nas máquinas. Julian Assange, criador do WikiLeaks, já chamou o Facebook de uma “máquina de espionagem”. Para Richard Stallman, “smartphones são o sonho de Stalin”. A questão suscitada pelo documento é que, se antes os usuários desconfiavam do que as empresas guardavam sobre eles, agora eles podem ter uma noção exata do quanto eles estão entregando.
Será que o Mark faz parte da ''Nova ordem mundial illuminati'' ?Segundo uma entrevista com o Mark,ele teria dito ser ''Ateu''.
Squidward's Suicide
Quero começar dizendo que, se você espera uma resposta no fim, ficará desapontado. Não há.
Eu trabalhava de estagiário nos Estúdios Nickelodeon há mais ou menos 1 ano, para minha formação em Animação. Não era paga, é claro, mas a maioria dos internos também não eram: isso serviu de impulsão para minha carreira. Para os adultos, pode não significar muita coisa, mas a maioria das crianças se matariam por um emprego assim, mesmo que não remunerado. Desde que eu comecei a trabalhar diretamente com os editores e animadores, eu recebia um "prévia" dos novos episódios, alguns dias antes de eles irem ao ar.
A nova temporada estava demorando demais por razões que ninguém conseguia explicar. Havia um problema com o lançamento da quarta temporada, o que deixou a maioria da equipe longe por vários meses.
Dois outros estagiários e eu fomos levados à sala de edição junto com os animadores e editores de som para algumas edições finais. Recebemos a cópia do que supostamente seria "Fear of a Krabby Patty (Medo de um Hambúrguer de Siri)", e fomos conduzidos à tela para assistir. Por vezes, os animadores colocavam uma fita de título subersivo (era uma piada interna), por exemplo, "How Sex Doesn’t Work" em vez de "Rock-a-by-Bialve", o episódio em que o Bob e o Patrick adotam um filhote de ostra. Não havia nada particularmente divertido, exceto por algumas piadas relacionadas ao trabalho. Até que vimos uma fita com o nome "Squidward's Suicide", não fizemos nada além de uma risada doentia. Um dos internos até deu uma gargalhada. A música alegre de abertura tocava normalmente.
A história começa com Lulamolusco praticando com sua clarineta, tocando algumas notas ruins e azedas, como é de costume. Ouvimos o Bobsponja rir de longe, e o Lula parou. Ele gritou com Bob e disse que teria um concerto aquela noite: precisava praticar. Bob obedece e vai até a casa da Sandy com o Patrick. As bolhas de uma cena para outra aparecem e vemos o fim do concerto do Lulamolusco. Aí que as coisas começam a ficar bizarras. Enquanto tocava, alguns frames começavam a se repetir sozinhos, mas o som não saía (nesse ponto, o som era para começar junto com a animação, então sim, não era algo normal). Quando ele parou, o som continuou normalmente como se aquela repetição nunca houvesse ocorrido. Houve um pequeno murmúrio na platéia, antes de todos começarem a vaiá-lo. Mas não era um "buu" comum de desenhos infantis, poderia facilmente ouvir-se malícia nisso. O Lula estava na tela toda e seu estado estava visivelmente assustado. Há um "close" na platéia, onde observamos Bobsponja em seu centro. Ele também estava vaiando, o que não é muito comum. Isso não é, de longe, a coisa mais estranha. O mais esquisito, é que todos tinham olhos hiper realistas. Era muito, muito detalhados. Não eram recortes de olhos de pessoas normais, mas algo bem mais realista que Animação em CGI. As pupilas estavam marcadas. Alguns de nós nos entreolhamos, obviamente confusos, mas como não éramos os escritores, não questionamos nada... ainda.
A cena vai para Lulamolusco sentado na ponta da cama, parecendo muito desapontado e desesperançoso. A imagem na sua janela mostrava que era noite, então não fazia muito tempo que o concerto havia terminado. Nesse momento não tinha som. LITERALMENTE, não tinha som. Não ouvíamos nada, além de poucos sussurros na sala. Era como se os falantes estivessem desligados, embora o mostrador mostrasse que eles funcionavam perfeitamente. Ele estava simplesmente sentado lá, piscando, em silêncio a quase 30 segundos, até que começou a soluçar baixinho. Ele pôs seus tentáculos sob os olhos e chorou por volta de 1 minuto, o som de fundo lentamente crescia, era algo que mal se podia ouvir, como uma brisa na floresta (só que bem mais "creepy" que isso).
A tela lentamente deu um zoom em seu rosto. Mas LENTAMENTE eu quero dizer, você apenas notava o zoom 10 segundos depois de ele ter começado. Seu soluço ficou maior e cheio de dor, agonia e raiva. A tela começou a se contrair por alguns segundos e depois voltava ao normal, como se estivesse viva. O som "além-das-árvores" ficava vagarosamente mais intenso e severo, como se uma tempestade estivesse vindo de lugar nenhum. O mais assustador de tudo era o soluço do Lula, parecia real demais, como se não viesse dos alto-falantes, mas de algum ponto de dentro, ou mesmo de fora da sala. A qualidade do som era tão surpreendente, que não precisaria de bons equipamentos para ouvirmos tão bem.
Abaixo do som do vento e do soluço fantasmagórico, algo soava como se estivesse rindo. Isso vinha em esquisitos intervalos e nunca duravam mais de um segundo, você tinha que se concentrar bastante para ouví-lo. Depois de 30 segundos disso, a tela embaçou e começou a contrair violentamente ao passo que flashes saíam da tela - era como se uns poucos frames estivessem corrompidos. O líder editor parou e rebobinou frame a frame, o que vimos foi HORRÍVEL. Era a foto de uma criança morta que não deveria ter mais de 6 anos. Seu rosto estava em carne-viva havia sangue por todo lado, seu olho esquerdo estava fora das órbitas, pendendo sobre o rosto ao avesso. Ele estava nú a não ser por uma roupa de baixo, seu abdomem aberto, com os órgãos à mostra. O lugar era alguma rota pavimentada (provavelmente sofreu um atropelamento). O mais entristecedor era a sombra do fotógrafo, claramente vista por todos. Não havia marcas de pneus, nem nenhuma outra evidência, era quase como se o fotógrafo fosse o responsável pela morte da criança;
Estávamos, claro, abismados, mas continuamos assistindo, rezando para que fosse mais uma piada doentia. A tela voltou ao Lula, ainda soluçando. Um soluço mais poderoso que o anterior, mostrando apenas metade do seu corpo, as mãos no rosto e sangue saindo de seus olhos. O sangue era outra coisa hiper-realista, parecia que você poderia tocá-lo com os dedos. O que soava agora, era como uma tempestade na floresta. Havia até o som de alguns galhos quebrando. A risada, profundamente subversiva, vinha e ia com mais frequência. Depois de quase 20 segundos, a tela novamente embaçou e se mexeu violentamente. O editor estava hesitante em voltar a fita, assim como nós, mas todos sabíamos que ele tinha que fazê-lo. A foto desta vez era de uma garotinha um pouco mais velha que o menino anterior. Ela estava deitada, com uma poça de sangue próxima a ela. Seu olho esquerdo também havia sacado e ela estava nua, a não ser novamente pela roupa de baixo. O corpo estava na estrada e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar ao primeiro. Todos estavam quase catatônicos, um vomitou e a única mulher na sala correu.
O show foi retomado. 5 segundos depois que a segundo foto foi mostrada, todo o som parou, da mesma forma que aconteceu quando a cena começou. Ele tirou os tentáculos dos olhos, os quais eram hiper realistas como os dos outros no início do episódio. Eles estavam sangrando e pulsando. Lula encarava a tela como se estivesse observando o telespectador. Depois de 10 segundos, ele começou a soluçar e cobrir os olhos novamente. O som voltou, agora mais assustador do que nunca: seu soluço estava misturado com gritos insanos. Lágrimas e sangue estavam caindo de seus olhos muito mais que antes. O vento voltou e então, o som de uma risada profunda. A próxima sequência de contrações começaram, e editor estava pronto para pará-la antes de terminar, ele rebobinou. Desta vez, a foto era de um garoto, na mesma faixa etária que os anteriores, mas a cena era diferente: suas entranhas estavam sendo puxadas por uma mão enorme e seu olho direito pendendo sobre o rosto coberto em sangue. O animador prosseguiu. É difícil de acreditar, mas as próximas cenas eram mais chocantes e intensas que as anteriores, eu nem posso descrevê-las. Fomos seguindo e seguindo, assistindo quase sempre a mesma coisa. Chegou a um ponto em que eu perdi o controle e vomitei. Os outros estavam tossindo e com lágrimas nos olhos. Então chegamos um ponto crucial: alguns frames eram diferentes dos outros, exatamente 5. Cada frame era uma sequencia da foto anterior. Vimos lentamente a mão chegar perto dos olhos e então arrancá-los. O editor ordenou que aquilo parasse e mandou que chamássemos o criador, pessoalmente, para ver aquilo. o Senhor Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava muito confuso do porquê o chamaram ali, então o editor continuou o episódio.
Depois que os 5 frames foram mostrados, todos os gritos e todo o som novamente parou. Lula estava encarando o espectador, seu rosto inteiro na tela, por quase 3 segundos. Rapidamente tudo ficou escuro e uma voz profundamente insana disse "DO IT". A próxima coisa que vimos foi uma arma (shotgun) nas mãos do Lulamolusco. Imediatamente colocou o cano na boca e puxou o gatilho. Sangue hiper realista e restos de massa encefálica chocaram-se com a parede, Lula foi jogado para trás com força. Os últimos 5 segundos mostraram o personagem desfigurado deitado na cama, com um dos olhos pendendo, olhando fixamente para a tela. O episódio acabou.
O Senhor Hillenburg estava, obviamente, zangado com isso. Ele ordenou que todos explicássemos o que diabos estava acontecendo. A maioria das pessoas já havia deixado a sala, nesse momento, então tivemos que apenas assistir tudo de novo. Só de pensar em assistir tudo novamente, me causou náuseas e pesadelos. Desculpem, eu saí.
A única teoria que podíamos pensar era que alguém invadiu o estúdio e editou o arquivo. A polícia foi chamada para analisar o que estava acontecendo. A análise mostrou que aquilo realmente foi editado, mas o contador-de-tempo da edição era de meros 24 segundos antes de começarmos a assistir. Todo o equipamento envolvido foi examinado pela perícia. Potentes programas procuraram por erros (glitches) - como o do contador de tempo que, certamente, estava errado - mas tudo que foi checado estava bem. Não sabíamos o que estava acontecendo, na verdade, nesse dia ninguém sabia. Houve uma investigação para saber a natureza das fotos, mas nada foi concluído. Nenhuma criança foi indentificada, nenhum acidente (ou homicídio) com as características. Nenhuma prova ou evidência. Nada. Eu não acreditaria em tal fenômeno se eu não estivesse lá.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Sussurros-Creepypasta
Boa noite amantes de terror! Bom, antes do post eu queria falar uma coisa. Se você pegar alguma postagem do NOAdV, não se esqueça de colocar a fonte. É só isso mesmo rsrs. Então, aquela mesma frase de sempre, eu...
Espero te deixar assustado, e lembre-se: Não Olhe Atrás De Você !
Estou postando essa noite na esperança que clareie-se todos os mal-entendidos à respeito do desaparecimento de Debra Lindsay Caine, correndo assim os meu próprio risco. vida e pedras e essas coisas... Nada disso irá importar depois dessa noite. Considerem isso como minha patética tentativa de desculpas, nada além disso. É mais ou menos minha culpa que isso tudo tenha acontecido, afinal.
Mesmo em seu auge, a blogueira Sugarcaine era apenas mais uma comediante de internet. Ela era mais engraçada que a maioria e certamente hábil com a caneta, mas por outro lado não tão conhecida como o resto. Por anos as circunstâncias a respeito do seu desaparecimento eram apenas ocasionalmente mencionadas apenas nos mais obscuros tópicos de alguns fóruns. Ela teria sido esquecida por completo se aqueles funcionários públicos não tivesses encontrado a fita gravada na última segunda-feira.
A verdadeira identidade de Sugarcaine era uma menina ruiva fofinha que se vestia como um garoto chamada Debra Lindsay Caine. Sua irmã Payton descrevia ela como "... um saco cheio de pregos, punhos e opiniões apenas esperando uma desculpa para se abrir à alguém, regada a cerveja e Sprite desde que nossa pai morreu em '91."
Debra involuntariamente começou sua carreira como um blog de humor quando uma amiga convenceu-a a criar uma conta no MySpace. Ela achava que blogs eram puro egocentrismo, choramingo, e sem substância, e então começou a usar sua página do MySpace para parodiar as estúpidas divagações de seus semelhantes. Depois de certo tempo ela se graduou em menosprezar os populares e ocasionalmente por revisar alguns livros, revistas em quadrinhos, filmes, e qualquer e-mail de odiadores que ela recebia de sua crescente rede de leitores.
Ela rapidamente percebeu que as pessoas gostavam do que ela escrevia, e pela metade de 2005 ela aposentou sua conta no MySpace e começou seu próprio site de humor, Sugarcaine Junction (N.T: Junção de Sugarcaine, em tradução livre). Apesar da mais-que-decente escrita de Debra o site foi medíocre no seu melhor. A maioria dos viciados em internet nem sabiam que ela existia, muito menos que ela tinha desaparecido e possivelmente tivesse sido assassinada.
Até que os funcionários públicos acharam a fita.
Sugarcaine Junction nunca falhava em comemorar qualquer feriado e festivais que aconteciam, e seus artigos das estações eram geralmente os mais aguardados. Debra surpreendentemente compôs graciosas cações sobre bebida para seu artigo sobre a Oktoberfest, e um poema tocante para o dia dos pais, do qual ela se recusava a falar sobre depois. Para o Natal de 2005 ela escreveu séries de parodias de passagens bíblicas que quebrou o recorde de e-mails odiosos de uma noite para outra.
Naquela época eu era conhecido como DeadAtFifty (N.T: Morto aos cinquenta, em tradução livre) e era um dos regulares leitores das postagens de Sugarcaine. Durante a primeira semana de Outubro de 2006 eu sugeri que ela passasse a noite na casa assombrada da família Daley e escrevesse sobre a sua experiência para o artigo de Halloween. Ela anunciou para todos seus leitores que eu era um crianção e um débil mental. Eu adicionei o preço de mil dólares para a aposta. Ela ansiosamente aceitou.
Na última semana de Outubro Debra anunciou que ela faria sua longa viagem de carro até a Casa Daley para a "assustadora festa do pijama". Ela embarcou para lá na noite do dia 29, encorajando seus leitores à "ficarem ligados para mais detalhes à sua jornada de mil dólares até a casa Daley mal-assombrada!" Eu tinha a intenção de dar à ela o dinheiro, e nunca teria mencionado a casa caso eu soubesse o que aconteceria.
Debra sempre pesquisava sobre o assunto antes de suas "jornadas", apenas para fazer o louvor / paródia mais completa. No seu apartamento a polícia encontrou recortes de jornal desde 1960 sobre a Família Daley: A glorificação de Kevin Daley pelas vidas que salvou de um incêndio; O crescimento da fama de Jeff como um artista abstrato com apenas 11 meses de idade; os rumores de que Naomi derrubara propositalmente seu filho da escada causando ao menino Autismo Limítrofe; e é claro, a procura sem resultados dos corpos quando a família toda desapareceu em 1982.
A maior parte dos artigos eram testemunhos dos vizinhos e amigos da família sobre a última
vez que viram os Daleys. A performance escolar de Jeff diminuiu, mas o trabalho que fazia nas aulas de arte era tão detalhados como sempre, representando reinos abstratos em formas retorcidas e sombras ameaçadoras - Imagens que ele não reproduzia desde que era criança. Ele afirmava que "sussurros" o fazia desenhar essas coisas. A única explicação que ele tinha para esses "sussurros" era "eles me seguem por toda minha casa; eu não consigo vê-los, mas eu sei que estão lá."
Eu não acho que Jeff Daley estava viajando ou sonhando: Eu acho que seus subconsciente era as portas para outros mundos, e talvez sua mãe soubesse disso e tentará o matar. Se esse fosse o caso, eu gostaria que ela tivesse sido um pouco mais persistente.
Os colegas de trabalho de Kevin o descreviam como "nervoso, constantemente no limite, como se estivesse sendo perseguido por um lunático e não pudesse despista-lo." Naomi, conhecida normalmente por receber os clientes à sua taberna com sorrisos brilhantes e calorosos olás, parecia ter rastejado para dentro de uma concha e se recusava a sair de lá.
Ela começou a ter intervalos frequentes para ir ao banheiro, apenas para se dobrar num cantinho e chorar com as mãos tapando os ouvidos. E então um dia Jeff não apareceu mais na escola, e seus pais nunca mais apareceram no trabalho. Eles desapareceram no ar; e de acordo com seus vizinhos, eles não foram calados.
Outros artigos descreviam coisas estranhas, mas aparentemente banais como sons na casa abandonada dos Daleys de 1989-2004. Alguns desses artigos eram tão estranhos que eram considerados pegadinhas ou exageros grotescos.
O cão de um dos vizinhos correu para a varanda da casa dos Daley. Quando voltou, ele passou os próximos dos dias chorando a cobrindo seu focinho aparentemente por nenhuma razão. Em uma manhã os donos do cão acordaram para se deparar com o desaparecimento do cão que nunca mais viram.
Um jovem casal afirmou ter visto uma silhueta nas sombras do jardim frontal da casa, sussurrando algo para eles enquanto passavam pela casa tarde da noite. Eles não posem afirmar se havia ou não alguém lá, e enquanto continuavam sua caminha a forma os perseguiu por vários quarteirões até desaparecer completamente.
Vários carteiros deram depoimentos idênticos sobre ouvir movimentos e balbucios dentro da casa enquanto em sua rotina de trabalho em suas rotas. Um deles achou que era obra de alguns engraçadinhos fazendo um pegadinha e alertou a polícia. Eles nunca encontraram ninguém dentro da casa.
No começo da semana os funcionários públicos estavam preparando a casa para a demolição quando descobriram a fita de baixo de uma velha escrivaninha. Lembrando a história das pessoas desaparecidas, eles deram a fita para a polícia. O oficial que a recebeu - um amigo meu o qual o nome não será revelado - tinha sido um dia fã da Sugarcaine. Eu passei uma tarde inteira na casa dele ouvindo a gravação. Para espalhar a história pela internet eu transcrevi as gravações para meu próprio blog, o qual você pode ler abaixo:
*
[A fita começa com quinze segundos de silêncio. Quebrado por uma rouca voz feminina.]
"Não acho que eu tenha vindo alguma vez para esse lado da cidade. Tive que parar em um restaurante para pegar informações porque eu consegui me perder estupidamente. Acho que tenha sido uma hora de uma longa viagem, mas acho que será por volta da meia noite quando eu chegar ao local.
Ah, eu falei para a moça que eu estava indo visitar uma amiga minha que morava na vizinhança perto da casa Daley e ela ficou feliz por poder me ajudar. Imaginei que ninguém ficariam muito contente se eu ficasse falando para todos que eu passarei meu final de semana invadindo a casa dos outros. Mesmo que os Daley estejam bem mortos para dar a mínima"
[Silêncio por oito segundos. Suspiro.]
" Eu me sinto tão boba por estar fazendo isso. Mas vendo pelo lado positivo eu vou conseguir pagar meu aluguel mês que vem."
*
"Agora são... onze da noite em ponto. Demorei a eternidade para encontrar essa casa estúpida. Sempre entrava nas ruas erradas. Difícil perde-la depois que finalmente encontra. O jardim frontal é uma selva de videiras e três pés de grama infestados de milhões de espécies de insetos jamais vistos pelo ser humano. Você não consegue nem ver a porta de entrada pela rua durante a noite, porque as sombras a engole.
Estacionei dois quarteirões de distância e andei até aqui. Vou procurar uma janela que eu possa escalar e entrar na casa. Esperançosamente não quero precisar alcançar a porta de trás, pois isso levará a eternidade. Falarei mais quando entrar."
*
[Passos ocos sobre as velhas tábuas de madeira. Um série de batidas destorcidas enquanto o gravador sacode violentamente. Silêncio por dezesseis segundos]
"Tropecei. Uau, é um breu aqui. Onde está minha maldita...?”
[Silêncio arrastado pelo próprio minuto, e mais passos. Debra libera um ar exausto. Gravador se agita levemente]
"Okay, estou dentro. Meu acampamento está montado no... acho que é o escritório. Há uma velha empoeirada escrivaninha perto da janela, eu subi por esta janela e por uma estante até a porta. Ambas estão vazias. Estou pronta para fazer meu tour pela casa. Câmera apronta, embora esse lugar não tenha muito à se ver.Vou manter o flash desativado, então as fotos tenham que ser editadas depois que eu voltar. Eu deveria usar a lanterna desligada até meus olhos acostumarem mas... é, não vou fazer isso."
[Dois minutos de silêncio à parte das pegadas e ocasional som eletrônico de uma câmera tirando fotos. Tosse.]
" A casa é realmente espaçosa dentro dos seus dois andares. Ah, aí está você, escada imprecisa...O carpete foi todo rasgado exceto por um canto da sala de estar, de modo que o chão é todo de madeira dura."
[Pegadas. Alto, um grito parecido como de um humano vindo de uma das dobradiças enferrujadas de um porta. Debra solta um suspiro assustado, maldições.]
"... um banheiro mofado intocado desde mil novecentos e oitenta e dois..."
[Várias tossidas enquanto a câmera tira foto. Dobradiças mais guinchantes, silêncio significante. Mais cliques de câmera.]
"Ugh, menina coisa aranhas armadeiras em todo lugar!"
[ Sete minutos apenas com pegadas, cliques de câmeras e tossidas de Debra; Sons ocos de botas subindo escada, e pegadas mudam para mais altas, rangidos insalubres. Agora e depois Debra faz vários comentários sobre o layout da casa.]
"[Murmúrio inteligível] - poeira está me matando. Segundo andar é instável pra puxa vida. Espero que a construção não desabe em mim essa noite."
[Mais pegadas enquanto ela retorna para o primeiro andar. Na marca de dez minutos, silêncio mortal por aproximadamente vinte segundos. Debra exala.]
"Acho que é isso pelo tour. E eu vou dormir com as aranhas."
[Silêncio por dois minutos. Debra sussurrava para si mesma. Estalo de madeira]
"Achei uma madeira solta no chão do escritório. No estilo 'arrancada de propósito' solta. Eu terei que checar isso amanhã de manhã."
[Passos vagarosos, pesados e cuidadosos de botas no chão de madeira. Farfalhar de pano grosso. Tosse.]
"Ah, Deus, eu não consigo respirar nesse lugar. Certo, hora de dormir. Terminarei minhas anotações amanhã. Boa noite!"
*
Chocalhos no gravador. Debra começa a falar, mas só sai as primeiras silabas antes de ficar quieta novamente. Silêncio por mais um minuto]
"Há algo aqui..."
[Batidinhas de pés descalços. Silêncios. Rangido de porta. Farfalhar.]
"Malditos ratos. Eu sabia. Eu os ouvi cavoucando nas paredes do quarto. Eu devia ter trazido uma barraca.
*
[Suspiro exautorado]
"Okay, bem, eu não vou dormir essa noite depois de tudo, então eu vou erguer aquela tábua para passar o tempo. Falo mais sobre depois.
[ Chacoalhos são gravados enquanto o gravados e posto de lado. Nos próximos cinco minutos nada mais do som de unhas e algo metálico - provavelmente um canivete suíço - arranhando na madeira, e ocasionalmente, uma baque. Um ofego e o barulho de um pequeno objeto. As pegadas de Debra saem de alcance do som. Debra diz algo longe demais para ser ouvido e parece esperar uma resposta. Ela se repende, mais alto.]
"Quem está aí?”
[Nada por um minuto e meio. Barulho da porta do escritório se fechando. Batidinhas de pés descalços voltando. Chacoalho da fita.]
"Estou enlouquecendo. Eu juro que pude ouvir -"
[Silêncio. Arranhadas e batidas voltam, e momentos depois há um barulho de madeira sendo colocado de lado.]
"Ahá!"
[Farfalhar de papel]
"Hm..."
[Mais farfalhar de papel. Silêncio.]
"Hm, há... desenhos. Desenhos amassados recheando os pequenos espaços da tábua. Acho que são desenhos de Jeff Daley. Quando ele tinha cinco anos ele costumava desenhar seus pesadelos.Não, esses não podem ser de verdade. Os detalhes são -?”
[Amassando: papel sendo desamassado. Debra fala silenciosamente, quase inaudível, como se estivesse lendo algo pra si mesma. ]
"Não ouça. Não é o papai. Não é o papai. Não é..."
[Silêncio. Respiração profunda e tremida.]
"Okay, hm... Okay, isso não tem mais graça."
[Um som distante, possivelmente no corredor, e um suspiro agudo. Dois minutos e quarenta segundos de silêncio.]
"[Murmúrio incoerente] - não tem graça."
[ O som de novo, dentro de cinco pés do gravador. Uma voz humana falando quase como sussurros. Ela diz apenas uma palavra difícil de se entender, mas parece como o nome de Debra. O gravador se agita violentamente e atinge o chão.]
"Não tem graça! Pare com isso!"
[Silêncio. Batidas de pés descalços deixando o quarto. Três minutos passam sem barulhos exceto por baques periódicos dentro da casa e Debra gritando com raiva. Os passos voltam. Batida forte com a porta do escritório. Soluçar baixo a mais ou menos 3 pés do gravador. Nada mais por outro minuto.]
"[Falando muito baixo para que seja registrado no gravador. Sua garganta está restringida.]"
[Os soluços param em quando Debra abruptamente prende a respiração. A voz fala de novo baixinho, de dentro do quarto. Pés se debatendo pelo chão. A janela do escritório guincha enquanto é aberta. O resto da fita é silêncio.]
*
Debra postou um update na mesma noite. Não havia nenhum traço de sua narrativa costume. Ela trocou frases energéticas por maldições irritadas. Ela queria que alguém (eu) se desculpasse por algo que ela achava ser uma perversa pegadinha de halloween. Ela manteu um dos desenhos que encontrou na tabua solta e incluiu o desenho scaneado em sua postagem, condenando-o como uma tentativa óbvia de um artista adulto incapaz de reproduzir a obra de um garoto retardado de oito anos.
Desenhado inteiramente em giz de cera preto, parecia a caricatura de uma sala de estar feita por Salvador Dali. No meio de pé, uma forma negra com a cabeça negra distorcida (como em uma casa de espelhos), fazendo impossível saber se era humano ou não. A coisa olhava diretamente ao espectador por cima do ombro, com dois buracos negros sendo seus olhos. Mais três deles estavam além dele, também olhando para o espectador - era como se o ato de desenhar a cena tivesse tomado sua atenção. Embora seus rostos eram amorfos de branco e cinza, os três do fundo pareciam sorrir. E realmente sugeria um nível artístico além do que um menino de oito anos, mas o estilo se encaixava com os outros desenhos já vistos de Jeff Daley.
Debra e eu tivemos nossa parcela de mensagem de ódio depois daquela postagem. Metade dos leitores achavam que eu era um amigo por ter pregado nela uma pegadinha tão amiga; A outra metade achava que Debra estava pregando uma pegadinha nela mesmo, e quando nas duas atualizações seguintes era apenas descrições irregulares dos sons da casa Daley que a seguiram, todo mundo estava certo que era uma pegadinha dela. Eles ainda acreditavam que era uma brincadeira quando ela não atualizou nada por duas semanas.
No dia 4 de Novembro no meio da tarde, Debra ligou sua irmã, Payton. Ela estava chorando tanto que Payton não conseguia entender uma palavra que ela disse no começo.
"Ela soltou um discurso bêbado de partir o coração. Disse que estava arrependida de ter perdido meu casamento, arrependida por ser uma menina rancorosa quando estávamos crescendo, arrependida por ter chutado nosso cachorrinho quando tinha doze anos - pedindo desculpas por todas coisas bobas como uma confição desesperada de uma pecadora.
Ela parou para respirar, e eu ouvi alguém mais no quarto falando baixinho com ela como se não quisesse que eu ouvisse. Eu perguntei se ela queria que eu fosse até sua casa. Ela começou a soluçar de novo e disse, "Eu ouço o papai, mas não é o papai." Então ela desligou o telefone e eu chamei a polícia. Ele não encontraram ninguém quando chegaram lá. Eu falava com ela poucos minutos antes."
Maioria das pessoas continua pensando que o rapto de Debra pelo perseguidores sussurrantes dos pesadelos de Jeff Daley é uma farsa orquestrada por ela ou outro individuo doente. A fita foi declarada falta por céticos ignorantes um após o outro, e não vai demorar só que Sugarcaine Junction desapareça na escuridão novamente. Eu espero evitar isso, não porque eu sinta pena de Debra Lindsay Caine, mesmo que eu sinta; mas para prevenir desaparecimentos que nem o dela, como os funcionários públicos também desapareceram, e como o de meu amigo policial. Eles marcam seu território - Como eles marcaram a casa Daley e a fita - eles conseguem farejar qualquer coisa que entre em contato com eles. Uma vez que eles te farejem, eles te caçam como cães famintos até que te marquem também.
Eles te chamam baixinho como se tivessem medo de falar alto - as vezes dois quartos de distância, as vezes do seu lado. Eles imitam pessoas chegadas a você. Talvez porque acham assim mais engraçado. Mas você não pode ouvi-los. Você tem que cala-los, ou de outra forma, você está assustado demais para abrir seus olhos ou para mover um músculo. Você não terá chance de se matar antes que eles te arrastem para onde diabos seja o lugar que Debra foi levada também.
Eu vou tomar um banho com minha torradeira agora. Minha mãe tem me chamado o tempo todo na última hora, mesmo sendo que ela esteja morta a cinco anos.
fonte: Creepypasta Brazil
Espero te deixar assustado, e lembre-se: Não Olhe Atrás De Você !
Estou postando essa noite na esperança que clareie-se todos os mal-entendidos à respeito do desaparecimento de Debra Lindsay Caine, correndo assim os meu próprio risco. vida e pedras e essas coisas... Nada disso irá importar depois dessa noite. Considerem isso como minha patética tentativa de desculpas, nada além disso. É mais ou menos minha culpa que isso tudo tenha acontecido, afinal.
Mesmo em seu auge, a blogueira Sugarcaine era apenas mais uma comediante de internet. Ela era mais engraçada que a maioria e certamente hábil com a caneta, mas por outro lado não tão conhecida como o resto. Por anos as circunstâncias a respeito do seu desaparecimento eram apenas ocasionalmente mencionadas apenas nos mais obscuros tópicos de alguns fóruns. Ela teria sido esquecida por completo se aqueles funcionários públicos não tivesses encontrado a fita gravada na última segunda-feira.
A verdadeira identidade de Sugarcaine era uma menina ruiva fofinha que se vestia como um garoto chamada Debra Lindsay Caine. Sua irmã Payton descrevia ela como "... um saco cheio de pregos, punhos e opiniões apenas esperando uma desculpa para se abrir à alguém, regada a cerveja e Sprite desde que nossa pai morreu em '91."
Debra involuntariamente começou sua carreira como um blog de humor quando uma amiga convenceu-a a criar uma conta no MySpace. Ela achava que blogs eram puro egocentrismo, choramingo, e sem substância, e então começou a usar sua página do MySpace para parodiar as estúpidas divagações de seus semelhantes. Depois de certo tempo ela se graduou em menosprezar os populares e ocasionalmente por revisar alguns livros, revistas em quadrinhos, filmes, e qualquer e-mail de odiadores que ela recebia de sua crescente rede de leitores.
Ela rapidamente percebeu que as pessoas gostavam do que ela escrevia, e pela metade de 2005 ela aposentou sua conta no MySpace e começou seu próprio site de humor, Sugarcaine Junction (N.T: Junção de Sugarcaine, em tradução livre). Apesar da mais-que-decente escrita de Debra o site foi medíocre no seu melhor. A maioria dos viciados em internet nem sabiam que ela existia, muito menos que ela tinha desaparecido e possivelmente tivesse sido assassinada.
Até que os funcionários públicos acharam a fita.
Sugarcaine Junction nunca falhava em comemorar qualquer feriado e festivais que aconteciam, e seus artigos das estações eram geralmente os mais aguardados. Debra surpreendentemente compôs graciosas cações sobre bebida para seu artigo sobre a Oktoberfest, e um poema tocante para o dia dos pais, do qual ela se recusava a falar sobre depois. Para o Natal de 2005 ela escreveu séries de parodias de passagens bíblicas que quebrou o recorde de e-mails odiosos de uma noite para outra.
Naquela época eu era conhecido como DeadAtFifty (N.T: Morto aos cinquenta, em tradução livre) e era um dos regulares leitores das postagens de Sugarcaine. Durante a primeira semana de Outubro de 2006 eu sugeri que ela passasse a noite na casa assombrada da família Daley e escrevesse sobre a sua experiência para o artigo de Halloween. Ela anunciou para todos seus leitores que eu era um crianção e um débil mental. Eu adicionei o preço de mil dólares para a aposta. Ela ansiosamente aceitou.
Na última semana de Outubro Debra anunciou que ela faria sua longa viagem de carro até a Casa Daley para a "assustadora festa do pijama". Ela embarcou para lá na noite do dia 29, encorajando seus leitores à "ficarem ligados para mais detalhes à sua jornada de mil dólares até a casa Daley mal-assombrada!" Eu tinha a intenção de dar à ela o dinheiro, e nunca teria mencionado a casa caso eu soubesse o que aconteceria.
Debra sempre pesquisava sobre o assunto antes de suas "jornadas", apenas para fazer o louvor / paródia mais completa. No seu apartamento a polícia encontrou recortes de jornal desde 1960 sobre a Família Daley: A glorificação de Kevin Daley pelas vidas que salvou de um incêndio; O crescimento da fama de Jeff como um artista abstrato com apenas 11 meses de idade; os rumores de que Naomi derrubara propositalmente seu filho da escada causando ao menino Autismo Limítrofe; e é claro, a procura sem resultados dos corpos quando a família toda desapareceu em 1982.
A maior parte dos artigos eram testemunhos dos vizinhos e amigos da família sobre a última
vez que viram os Daleys. A performance escolar de Jeff diminuiu, mas o trabalho que fazia nas aulas de arte era tão detalhados como sempre, representando reinos abstratos em formas retorcidas e sombras ameaçadoras - Imagens que ele não reproduzia desde que era criança. Ele afirmava que "sussurros" o fazia desenhar essas coisas. A única explicação que ele tinha para esses "sussurros" era "eles me seguem por toda minha casa; eu não consigo vê-los, mas eu sei que estão lá."
Eu não acho que Jeff Daley estava viajando ou sonhando: Eu acho que seus subconsciente era as portas para outros mundos, e talvez sua mãe soubesse disso e tentará o matar. Se esse fosse o caso, eu gostaria que ela tivesse sido um pouco mais persistente.
Os colegas de trabalho de Kevin o descreviam como "nervoso, constantemente no limite, como se estivesse sendo perseguido por um lunático e não pudesse despista-lo." Naomi, conhecida normalmente por receber os clientes à sua taberna com sorrisos brilhantes e calorosos olás, parecia ter rastejado para dentro de uma concha e se recusava a sair de lá.
Ela começou a ter intervalos frequentes para ir ao banheiro, apenas para se dobrar num cantinho e chorar com as mãos tapando os ouvidos. E então um dia Jeff não apareceu mais na escola, e seus pais nunca mais apareceram no trabalho. Eles desapareceram no ar; e de acordo com seus vizinhos, eles não foram calados.
Outros artigos descreviam coisas estranhas, mas aparentemente banais como sons na casa abandonada dos Daleys de 1989-2004. Alguns desses artigos eram tão estranhos que eram considerados pegadinhas ou exageros grotescos.
O cão de um dos vizinhos correu para a varanda da casa dos Daley. Quando voltou, ele passou os próximos dos dias chorando a cobrindo seu focinho aparentemente por nenhuma razão. Em uma manhã os donos do cão acordaram para se deparar com o desaparecimento do cão que nunca mais viram.
Um jovem casal afirmou ter visto uma silhueta nas sombras do jardim frontal da casa, sussurrando algo para eles enquanto passavam pela casa tarde da noite. Eles não posem afirmar se havia ou não alguém lá, e enquanto continuavam sua caminha a forma os perseguiu por vários quarteirões até desaparecer completamente.
Vários carteiros deram depoimentos idênticos sobre ouvir movimentos e balbucios dentro da casa enquanto em sua rotina de trabalho em suas rotas. Um deles achou que era obra de alguns engraçadinhos fazendo um pegadinha e alertou a polícia. Eles nunca encontraram ninguém dentro da casa.
No começo da semana os funcionários públicos estavam preparando a casa para a demolição quando descobriram a fita de baixo de uma velha escrivaninha. Lembrando a história das pessoas desaparecidas, eles deram a fita para a polícia. O oficial que a recebeu - um amigo meu o qual o nome não será revelado - tinha sido um dia fã da Sugarcaine. Eu passei uma tarde inteira na casa dele ouvindo a gravação. Para espalhar a história pela internet eu transcrevi as gravações para meu próprio blog, o qual você pode ler abaixo:
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[A fita começa com quinze segundos de silêncio. Quebrado por uma rouca voz feminina.]
"Não acho que eu tenha vindo alguma vez para esse lado da cidade. Tive que parar em um restaurante para pegar informações porque eu consegui me perder estupidamente. Acho que tenha sido uma hora de uma longa viagem, mas acho que será por volta da meia noite quando eu chegar ao local.
Ah, eu falei para a moça que eu estava indo visitar uma amiga minha que morava na vizinhança perto da casa Daley e ela ficou feliz por poder me ajudar. Imaginei que ninguém ficariam muito contente se eu ficasse falando para todos que eu passarei meu final de semana invadindo a casa dos outros. Mesmo que os Daley estejam bem mortos para dar a mínima"
[Silêncio por oito segundos. Suspiro.]
" Eu me sinto tão boba por estar fazendo isso. Mas vendo pelo lado positivo eu vou conseguir pagar meu aluguel mês que vem."
*
"Agora são... onze da noite em ponto. Demorei a eternidade para encontrar essa casa estúpida. Sempre entrava nas ruas erradas. Difícil perde-la depois que finalmente encontra. O jardim frontal é uma selva de videiras e três pés de grama infestados de milhões de espécies de insetos jamais vistos pelo ser humano. Você não consegue nem ver a porta de entrada pela rua durante a noite, porque as sombras a engole.
Estacionei dois quarteirões de distância e andei até aqui. Vou procurar uma janela que eu possa escalar e entrar na casa. Esperançosamente não quero precisar alcançar a porta de trás, pois isso levará a eternidade. Falarei mais quando entrar."
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[Passos ocos sobre as velhas tábuas de madeira. Um série de batidas destorcidas enquanto o gravador sacode violentamente. Silêncio por dezesseis segundos]
"Tropecei. Uau, é um breu aqui. Onde está minha maldita...?”
[Silêncio arrastado pelo próprio minuto, e mais passos. Debra libera um ar exausto. Gravador se agita levemente]
"Okay, estou dentro. Meu acampamento está montado no... acho que é o escritório. Há uma velha empoeirada escrivaninha perto da janela, eu subi por esta janela e por uma estante até a porta. Ambas estão vazias. Estou pronta para fazer meu tour pela casa. Câmera apronta, embora esse lugar não tenha muito à se ver.Vou manter o flash desativado, então as fotos tenham que ser editadas depois que eu voltar. Eu deveria usar a lanterna desligada até meus olhos acostumarem mas... é, não vou fazer isso."
[Dois minutos de silêncio à parte das pegadas e ocasional som eletrônico de uma câmera tirando fotos. Tosse.]
" A casa é realmente espaçosa dentro dos seus dois andares. Ah, aí está você, escada imprecisa...O carpete foi todo rasgado exceto por um canto da sala de estar, de modo que o chão é todo de madeira dura."
[Pegadas. Alto, um grito parecido como de um humano vindo de uma das dobradiças enferrujadas de um porta. Debra solta um suspiro assustado, maldições.]
"... um banheiro mofado intocado desde mil novecentos e oitenta e dois..."
[Várias tossidas enquanto a câmera tira foto. Dobradiças mais guinchantes, silêncio significante. Mais cliques de câmera.]
"Ugh, menina coisa aranhas armadeiras em todo lugar!"
[ Sete minutos apenas com pegadas, cliques de câmeras e tossidas de Debra; Sons ocos de botas subindo escada, e pegadas mudam para mais altas, rangidos insalubres. Agora e depois Debra faz vários comentários sobre o layout da casa.]
"[Murmúrio inteligível] - poeira está me matando. Segundo andar é instável pra puxa vida. Espero que a construção não desabe em mim essa noite."
[Mais pegadas enquanto ela retorna para o primeiro andar. Na marca de dez minutos, silêncio mortal por aproximadamente vinte segundos. Debra exala.]
"Acho que é isso pelo tour. E eu vou dormir com as aranhas."
[Silêncio por dois minutos. Debra sussurrava para si mesma. Estalo de madeira]
"Achei uma madeira solta no chão do escritório. No estilo 'arrancada de propósito' solta. Eu terei que checar isso amanhã de manhã."
[Passos vagarosos, pesados e cuidadosos de botas no chão de madeira. Farfalhar de pano grosso. Tosse.]
"Ah, Deus, eu não consigo respirar nesse lugar. Certo, hora de dormir. Terminarei minhas anotações amanhã. Boa noite!"
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Chocalhos no gravador. Debra começa a falar, mas só sai as primeiras silabas antes de ficar quieta novamente. Silêncio por mais um minuto]
"Há algo aqui..."
[Batidinhas de pés descalços. Silêncios. Rangido de porta. Farfalhar.]
"Malditos ratos. Eu sabia. Eu os ouvi cavoucando nas paredes do quarto. Eu devia ter trazido uma barraca.
*
[Suspiro exautorado]
"Okay, bem, eu não vou dormir essa noite depois de tudo, então eu vou erguer aquela tábua para passar o tempo. Falo mais sobre depois.
[ Chacoalhos são gravados enquanto o gravados e posto de lado. Nos próximos cinco minutos nada mais do som de unhas e algo metálico - provavelmente um canivete suíço - arranhando na madeira, e ocasionalmente, uma baque. Um ofego e o barulho de um pequeno objeto. As pegadas de Debra saem de alcance do som. Debra diz algo longe demais para ser ouvido e parece esperar uma resposta. Ela se repende, mais alto.]
"Quem está aí?”
[Nada por um minuto e meio. Barulho da porta do escritório se fechando. Batidinhas de pés descalços voltando. Chacoalho da fita.]
"Estou enlouquecendo. Eu juro que pude ouvir -"
[Silêncio. Arranhadas e batidas voltam, e momentos depois há um barulho de madeira sendo colocado de lado.]
"Ahá!"
[Farfalhar de papel]
"Hm..."
[Mais farfalhar de papel. Silêncio.]
"Hm, há... desenhos. Desenhos amassados recheando os pequenos espaços da tábua. Acho que são desenhos de Jeff Daley. Quando ele tinha cinco anos ele costumava desenhar seus pesadelos.Não, esses não podem ser de verdade. Os detalhes são -?”
[Amassando: papel sendo desamassado. Debra fala silenciosamente, quase inaudível, como se estivesse lendo algo pra si mesma. ]
"Não ouça. Não é o papai. Não é o papai. Não é..."
[Silêncio. Respiração profunda e tremida.]
"Okay, hm... Okay, isso não tem mais graça."
[Um som distante, possivelmente no corredor, e um suspiro agudo. Dois minutos e quarenta segundos de silêncio.]
"[Murmúrio incoerente] - não tem graça."
[ O som de novo, dentro de cinco pés do gravador. Uma voz humana falando quase como sussurros. Ela diz apenas uma palavra difícil de se entender, mas parece como o nome de Debra. O gravador se agita violentamente e atinge o chão.]
"Não tem graça! Pare com isso!"
[Silêncio. Batidas de pés descalços deixando o quarto. Três minutos passam sem barulhos exceto por baques periódicos dentro da casa e Debra gritando com raiva. Os passos voltam. Batida forte com a porta do escritório. Soluçar baixo a mais ou menos 3 pés do gravador. Nada mais por outro minuto.]
"[Falando muito baixo para que seja registrado no gravador. Sua garganta está restringida.]"
[Os soluços param em quando Debra abruptamente prende a respiração. A voz fala de novo baixinho, de dentro do quarto. Pés se debatendo pelo chão. A janela do escritório guincha enquanto é aberta. O resto da fita é silêncio.]
*
Debra postou um update na mesma noite. Não havia nenhum traço de sua narrativa costume. Ela trocou frases energéticas por maldições irritadas. Ela queria que alguém (eu) se desculpasse por algo que ela achava ser uma perversa pegadinha de halloween. Ela manteu um dos desenhos que encontrou na tabua solta e incluiu o desenho scaneado em sua postagem, condenando-o como uma tentativa óbvia de um artista adulto incapaz de reproduzir a obra de um garoto retardado de oito anos.
Desenhado inteiramente em giz de cera preto, parecia a caricatura de uma sala de estar feita por Salvador Dali. No meio de pé, uma forma negra com a cabeça negra distorcida (como em uma casa de espelhos), fazendo impossível saber se era humano ou não. A coisa olhava diretamente ao espectador por cima do ombro, com dois buracos negros sendo seus olhos. Mais três deles estavam além dele, também olhando para o espectador - era como se o ato de desenhar a cena tivesse tomado sua atenção. Embora seus rostos eram amorfos de branco e cinza, os três do fundo pareciam sorrir. E realmente sugeria um nível artístico além do que um menino de oito anos, mas o estilo se encaixava com os outros desenhos já vistos de Jeff Daley.
Debra e eu tivemos nossa parcela de mensagem de ódio depois daquela postagem. Metade dos leitores achavam que eu era um amigo por ter pregado nela uma pegadinha tão amiga; A outra metade achava que Debra estava pregando uma pegadinha nela mesmo, e quando nas duas atualizações seguintes era apenas descrições irregulares dos sons da casa Daley que a seguiram, todo mundo estava certo que era uma pegadinha dela. Eles ainda acreditavam que era uma brincadeira quando ela não atualizou nada por duas semanas.
No dia 4 de Novembro no meio da tarde, Debra ligou sua irmã, Payton. Ela estava chorando tanto que Payton não conseguia entender uma palavra que ela disse no começo.
"Ela soltou um discurso bêbado de partir o coração. Disse que estava arrependida de ter perdido meu casamento, arrependida por ser uma menina rancorosa quando estávamos crescendo, arrependida por ter chutado nosso cachorrinho quando tinha doze anos - pedindo desculpas por todas coisas bobas como uma confição desesperada de uma pecadora.
Ela parou para respirar, e eu ouvi alguém mais no quarto falando baixinho com ela como se não quisesse que eu ouvisse. Eu perguntei se ela queria que eu fosse até sua casa. Ela começou a soluçar de novo e disse, "Eu ouço o papai, mas não é o papai." Então ela desligou o telefone e eu chamei a polícia. Ele não encontraram ninguém quando chegaram lá. Eu falava com ela poucos minutos antes."
Maioria das pessoas continua pensando que o rapto de Debra pelo perseguidores sussurrantes dos pesadelos de Jeff Daley é uma farsa orquestrada por ela ou outro individuo doente. A fita foi declarada falta por céticos ignorantes um após o outro, e não vai demorar só que Sugarcaine Junction desapareça na escuridão novamente. Eu espero evitar isso, não porque eu sinta pena de Debra Lindsay Caine, mesmo que eu sinta; mas para prevenir desaparecimentos que nem o dela, como os funcionários públicos também desapareceram, e como o de meu amigo policial. Eles marcam seu território - Como eles marcaram a casa Daley e a fita - eles conseguem farejar qualquer coisa que entre em contato com eles. Uma vez que eles te farejem, eles te caçam como cães famintos até que te marquem também.
Eles te chamam baixinho como se tivessem medo de falar alto - as vezes dois quartos de distância, as vezes do seu lado. Eles imitam pessoas chegadas a você. Talvez porque acham assim mais engraçado. Mas você não pode ouvi-los. Você tem que cala-los, ou de outra forma, você está assustado demais para abrir seus olhos ou para mover um músculo. Você não terá chance de se matar antes que eles te arrastem para onde diabos seja o lugar que Debra foi levada também.
Eu vou tomar um banho com minha torradeira agora. Minha mãe tem me chamado o tempo todo na última hora, mesmo sendo que ela esteja morta a cinco anos.
Os Muppets

Muitos conhecem o desenho ou programa de televisão(como preferir) que se chama Os Muppets (The Muppet's Show).A lenda ou creepypasta,como você preferir a seguir é somente um relato que anda pela internet e ao que sabemos ela não aparenta ser real...mas e se for?Veja o relato abaixo:
"Quando criança, um dos meus programas favoritos de televisão era Os Muppets. Toda noite antes de ir para a cama, eu pegava meu cobertor, sentava na sala e assistia a alguns episódios. Sempre ficava muito animado quando meu personagem favorito, O Sapo Caco, aparecia.
Numa noite a um bom tempo atrás, logo após o jantar, corri pra sala pra ver o sapo verde que sempre trazia um sorriso ao meu rosto. O episódio começou normalmente, com Caco fazendo a introdução de um convidado especial. No entanto, as coisas ficaram um pouco estranho, quando Caco revelou quem era o tal convidado: Seu nome era "Satan", um Muppet de cor laranja escuro com dois pequenos chifres e pequenos dentes de morcego. O que eu mais estranhei é que, ao invés das canções super animadas que normalmente tocavam ao fundo, não havia nenhum som. Depois de alguns segundos de silencio, a tela mudou para mostrar uma porta, mas tudo estava em preto e branco. Conforme a câmera se aproximava cada vez mais, comecei a ouvir pequenos ruídos incompreensíveis.
A cena então muda novamente, desta vez mostrando Caco em frente às cortinas vermelhas de teatro. No entanto, havia várias coisas fora do lugar; a cabeça de Caco parecia mais deformada do que o normal, por exemplo. As cores que ele era composto agora estavam diferentes, um pouco mais escuras. Os tijolos também estavam cobertos por uma substância muito brilhante, que parecia ter sido descuidosamente pintada sobre o muro. Caco não dizia nada. Ao invés disso, ele apenas olhava fixamente para a câmera, mal se movendo. Não tenho muita certeza de quanto tempo durou a cena, mas pra mim, parecia durar uma eternidade.
Finalmente, a cena mudou para uma sala muito mal iluminada que parecia ser o sótão de alguém. O filme era em preto e branco novamente, e a única fonte de luz vinha de trás de algumas caixas no fundo. O quarto era muito sujo, e havia objetos aleatórios espalhados pelo chão. Havia um projetor velho e muito sujo, caído no meio do quarto. Fixei naquele projetor por um tempo, até que de repente, algo se moveu por trás dele...
O que eu vi irá me assombrar pelo resto da minha vida: Um fantoche esticado, sem membros, e imundo do Caco estava sendo lentamente arrastado pelo chão por uma corda invisível. Parecia sem vida, até que de repente, sua cabeça começou a se torcer em direção a câmera, embora ninguém estivesse movendo-o. Era horrível! Levou uma eternidade até o pobre Sapo Caco finalmente chegar à câmera, mas assim que o fez, o programa mudou pra uma tela preta e não voltou mais. Sentei-me em silêncio, congelado pelo susto e encarando a TV. Até este dia, eu ainda não faço ideia do que aconteceu naquela noite. Os Muppets sempre será um dos meus programas favoritos de televisão, mas nunca será a mesma coisa por causa daquela fatídica noite."
FONTE:Granudo's
"Quando criança, um dos meus programas favoritos de televisão era Os Muppets. Toda noite antes de ir para a cama, eu pegava meu cobertor, sentava na sala e assistia a alguns episódios. Sempre ficava muito animado quando meu personagem favorito, O Sapo Caco, aparecia.
Numa noite a um bom tempo atrás, logo após o jantar, corri pra sala pra ver o sapo verde que sempre trazia um sorriso ao meu rosto. O episódio começou normalmente, com Caco fazendo a introdução de um convidado especial. No entanto, as coisas ficaram um pouco estranho, quando Caco revelou quem era o tal convidado: Seu nome era "Satan", um Muppet de cor laranja escuro com dois pequenos chifres e pequenos dentes de morcego. O que eu mais estranhei é que, ao invés das canções super animadas que normalmente tocavam ao fundo, não havia nenhum som. Depois de alguns segundos de silencio, a tela mudou para mostrar uma porta, mas tudo estava em preto e branco. Conforme a câmera se aproximava cada vez mais, comecei a ouvir pequenos ruídos incompreensíveis.
A cena então muda novamente, desta vez mostrando Caco em frente às cortinas vermelhas de teatro. No entanto, havia várias coisas fora do lugar; a cabeça de Caco parecia mais deformada do que o normal, por exemplo. As cores que ele era composto agora estavam diferentes, um pouco mais escuras. Os tijolos também estavam cobertos por uma substância muito brilhante, que parecia ter sido descuidosamente pintada sobre o muro. Caco não dizia nada. Ao invés disso, ele apenas olhava fixamente para a câmera, mal se movendo. Não tenho muita certeza de quanto tempo durou a cena, mas pra mim, parecia durar uma eternidade.
Finalmente, a cena mudou para uma sala muito mal iluminada que parecia ser o sótão de alguém. O filme era em preto e branco novamente, e a única fonte de luz vinha de trás de algumas caixas no fundo. O quarto era muito sujo, e havia objetos aleatórios espalhados pelo chão. Havia um projetor velho e muito sujo, caído no meio do quarto. Fixei naquele projetor por um tempo, até que de repente, algo se moveu por trás dele...
O que eu vi irá me assombrar pelo resto da minha vida: Um fantoche esticado, sem membros, e imundo do Caco estava sendo lentamente arrastado pelo chão por uma corda invisível. Parecia sem vida, até que de repente, sua cabeça começou a se torcer em direção a câmera, embora ninguém estivesse movendo-o. Era horrível! Levou uma eternidade até o pobre Sapo Caco finalmente chegar à câmera, mas assim que o fez, o programa mudou pra uma tela preta e não voltou mais. Sentei-me em silêncio, congelado pelo susto e encarando a TV. Até este dia, eu ainda não faço ideia do que aconteceu naquela noite. Os Muppets sempre será um dos meus programas favoritos de televisão, mas nunca será a mesma coisa por causa daquela fatídica noite."
FONTE:Granudo's
quarta-feira, 13 de março de 2013
O Cruzado
olá criaturas das trevas,tava um tempo sem postar nada por que não achei creepypastas boas,só umas lendas,então aqui vai uma,me perdoem a ortografia errada,ela estava em Alemão....
Data desconhecida,a guerra santa faz milhares de vítimas,pessoas morrem todos os dias em decorrência de promessas falsas de religiosos fanáticos que ficaram loucos pela bíblia,nesse momento os shakes árabes mostram seu poder para estabilizar a sociedade....
Neste momento também aparecem os soldados.A luta mais uma vez é iniciada,os shakes ganham....Sobram apenas 2 soldados cruzados...
Eu jamais irei servir estes hereges-diz o primeiro,e então se mata,cortando a própria barriga...
O segundo começa a se lembrar de sua mulher e sua filha,ele chora,então o tempo começa a se fechar como mágica,tudo fica escuro,nada é visto,mesmo em sua frente,o cruzado ouve uma voz que o pergunta:
Ò humanos desejas meu auxílio??desejas ter do meu poder?desejas me servir?se desejares,terás o poder do mais forte guerreiro do mundo!
Dito isso o guerreiro gaguejou,soluçou,caiu,porém ele disse,alto suficiente para os homens dos shakes ouvirem:
´´Sim eu desejo do teu poder,mas não para matar estes homens,desejo apenas ver minha família uma vez mais,então faças o que desejar´´.Dito isso a voz disse:
``Homem engana-se de pensares que eu desejo tua alma,desejo apenas teu nome,eu não sou o demônio ou um anjo,eu sou um deus,um deus sem nome,há muito esquecido,porém com teu nome reaverei o meu direito de deus´´.Diminuto o cruzado foi jogado numa pequena nascente d´água,quando levantou dela estava em sua vilarejo....
O nome do cruzado era BAPHOMET,ele pôde ver sua família,mas elas não se lembravam dele nem de seu rosto,ele também ganhou uma vida longa próspera e riquíssima,pórem hoje ele busca nomes pela noite,jamais pense que seu nome é inútil,pois há aqueles,que a única coisa que desejam,é um nome....
Data desconhecida,a guerra santa faz milhares de vítimas,pessoas morrem todos os dias em decorrência de promessas falsas de religiosos fanáticos que ficaram loucos pela bíblia,nesse momento os shakes árabes mostram seu poder para estabilizar a sociedade....
Neste momento também aparecem os soldados.A luta mais uma vez é iniciada,os shakes ganham....Sobram apenas 2 soldados cruzados...
Eu jamais irei servir estes hereges-diz o primeiro,e então se mata,cortando a própria barriga...
O segundo começa a se lembrar de sua mulher e sua filha,ele chora,então o tempo começa a se fechar como mágica,tudo fica escuro,nada é visto,mesmo em sua frente,o cruzado ouve uma voz que o pergunta:
Ò humanos desejas meu auxílio??desejas ter do meu poder?desejas me servir?se desejares,terás o poder do mais forte guerreiro do mundo!
Dito isso o guerreiro gaguejou,soluçou,caiu,porém ele disse,alto suficiente para os homens dos shakes ouvirem:
´´Sim eu desejo do teu poder,mas não para matar estes homens,desejo apenas ver minha família uma vez mais,então faças o que desejar´´.Dito isso a voz disse:
``Homem engana-se de pensares que eu desejo tua alma,desejo apenas teu nome,eu não sou o demônio ou um anjo,eu sou um deus,um deus sem nome,há muito esquecido,porém com teu nome reaverei o meu direito de deus´´.Diminuto o cruzado foi jogado numa pequena nascente d´água,quando levantou dela estava em sua vilarejo....
O nome do cruzado era BAPHOMET,ele pôde ver sua família,mas elas não se lembravam dele nem de seu rosto,ele também ganhou uma vida longa próspera e riquíssima,pórem hoje ele busca nomes pela noite,jamais pense que seu nome é inútil,pois há aqueles,que a única coisa que desejam,é um nome....
terça-feira, 12 de março de 2013
O Portal
Estava lendo um livro deitada no sofá de minha casa,com todas as luzes apagadas menos a da sala.Eu estava sozinha,quando eu ouvi um barulho vindo lá de cima.Tomei um susto,fui correndo ver o que era,subi as escadas correndo,quando cheguei ao meu quarto não tinha nada,mas o clima no meu quarto estava ''estranho'' me senti observada,estava gelado,a janela estava totalmente aberta,fui fechar e logo olhei para o quintal e vi um homem todo de preto,não sei nem se era o meu pai e sai correndo pra trancar a porta que ficava no começo da escada,fechei todas as janelas,quando eu estava indo para o meu quarto me trancar lá,eu ouvi passos lá em baixo,foi nesse momento que fiquei desesperada,me tranquei no meu quarto e liguei o computador, deixei o celular do meu lado,e fiquei mexendo no computador.Passou-se umas 2 horas e fiquei mais calma,resolvi abrir a janela,quando olhei o quintal,não tinha nada estava,tudo normal.Resolvi ir lá em baixo comer algo pois já eram 23:30 dá noite e meus pais ainda não estavam em casa para me dar comida.Desci as escadas,ascendi as luzes,e fui pra cozinha,peguei coca-cola e peguei uma esfirra que estava em cima da mesa dentro de um pote,eu estava subindo as escadas quando eu me deparo com uma mulher toda ensanguentada na porta olhando pra mim.Não sei o que aconteceu ,eu cai e vi tudo preto.Acordei em um lugar muito bonito porém sombrio,nevando,escuro,comecei a correr pra ver se conseguia voltar para minha casa,encontrei uma mulher,muito linda,parecia aquelas garotas que aparecem em imagens góticas em um paraíso perdido,branca dos cabelos pretos,com olhos azuis e de vestido vermelho,a mulher estava triste.Ela pedia para eu mudar de casa,que os meus vizinhos tinha aberto um portal que ligava o mundo real que vivemos com o outro mundo ou outra dimensão,essa outra dimensão era o mundo dos triste,dos que fizeram o mau na vida humana,espíritos totalmente perturbados,que vem pra te atormentar, e que se eu não sai-se de lá o mais rápido possível,os seres obscuros e sombrios iriam me matar e me aprisionar no mundo deles.A mulher continuou falando,disse que eu não poderia dormir essa noite em casa,pois os seres obscuros estão lá agora nesse momento me esperando.No final ela disse,''Nunca conte a ninguém que esteve aqui nesse mundo,nem que o portal está aberto''.Quando acordei,eu estava no chão em frente a escada,subi correndo no quarto peguei o celular,desci a escada correndo desesperadamente e peguei a chave,abri o portão,e corri pra casa da minha amiga que morava logo ali perto,eu estava tensa,não aguentava mais ficar em pé,olhei para o lado,vi aquele nevoeira naquele momento o mundo real parecia a outra dimensão,quando virei a esquina,vi o carro da minha mãe,eu estava tão desesperada que sai correndo e fiquei na frente do carro, e ela não viu que era eu.Fui atropelada,bati a cabeça ficando 6 dias desacordada,e cheia de machucados,o atropelamento não foi grave.Quando acordei,contei tudo para minha mãe,ela ficou totalmente horrorizada e resolveu me internar em um sanatório.Não aguento mais esse lugar os espíritos vem toda noite me visitar,toda hora eu desmaio e acordo no outro mundo,já fui arremessada contra a parede por um desses seres obscuros,enfim onde você mora pode ter um portal,e um certo dia você pode ganhar a permissão de entrar em outro mundo mesmo que não queira.
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