terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O ritual do espelho


Há rumores de que a cada Halloween, entre as 02:00 e 05:00 da manhã, existe um vazio.

Você deve ficar de pé em frente a um espelho em um quarto totalmente escuro. Você deve ficar com o olhar fixo no espelho. Se você ficar lá até o momento certo chegar, você sentira um arrepio tomando conta de seu corpo. Coloque sua mão direita no espelho e sussurre "Eu aceito". Se feito corretamente, aparecerá no espelho uma fraca imagem de um bebê sem pele, e olhos completamente negros. Ele vai olhar diretamente na sua alma e você ouvirá o som de moscas e sussurros nervosos.

Você não será capaz de distinguir a imagem no espelho, mas será preenchido de um terror inexplicável. O bebê irá perguntar para você cinco perguntas sobre eventos que ocorreram em sua vida. A voz dele será como uma lixa, ou qualquer outro tipo de fricção, e você estará desprovido de qualquer emoção humana.  Para cada pergunta que você responder errado, você perderá  um dos seus 5 sentidos para sempre. Para cara pergunta que você responder certo, você poderá dizer o nome de alguma pessoa que você conhece.
Essa pessoa será encontrada morta na manhã seguinte com sua pele removida e sem olhos.

FONTE:Creepypasta Brasil

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Brinque comigo

O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer.
Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha.
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
"Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!" Sally olhou para sua boneca e sorriu.
"Ok mamãe!"
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
"Obrigada mamãe".
"Você é bem-vinda, querida." Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. "Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo." Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.
"Mmg! Jommy Munle?" Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.
"Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!" Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
"A Sarah e Jennie virão também?" Sua mãe olhou-se no pensamento.
"Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!" Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
"Tio Johnny!" Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
"Heyy Sal! Como tens passado?" Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
"Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!"
"Parece uma ótima ideia." Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. "Marie! Estou aqui!" Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
"Mama! Ele está aqui!" A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
"Johnny, você chegou aqui são e salvo." O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
"É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?" Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
"Certifique-se de vir antes de escuro!"
"Sim, senhora!" E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
"É bom te ver homem, como tem passado?" Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
"Eu e Karen nos separamos."
"Ah, isso é terrível, me desculpe .." Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
"Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo." Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. "Mmm Marie, isso é maravilhoso."
"Obrigada, estou feliz que você tenha gostado."
"Mhm! É gostoso." Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
"Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!" Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
"Vou levá-la para a cama." Ele sorriu, ganhando um em troca.
"Tudo bem, obrigada John." O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.

"Você precisa de ajuda?" Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. "Ok, vamos ver o que você tem." O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. "Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.". Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. "Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui." Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. "Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso." Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
"Eu posso me vestir tio." Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.
"Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?" Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. "Tudo pronto!" Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
"Você está pronta para a cama?" Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
"Vou guardá-la, tudo bem?" Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
"Claro que não." Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. "Boa noite meu amor."
"Mama Boa noite." Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
"Querida, você está se sentindo bem?" Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. "Sally?"

"M-mãe ... eu ... eu não queria t-to ..." A garota conseguiu dizer que soluços.
"Não queria fazer o que querida?"
"E- .. Eu não queria tocar ... Eu não queria jogar seu jogo..." A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. "El- ... Ele tocou m-me ... A-e me fez to- toca-lo!" Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
"Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora." Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. "Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso." Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
"Tudo bem-mamãe .." A mãe sorriu e beijou sua testa.
"Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja". Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
"Sally o que?" Frank perguntou.
"Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse 'Ele tocou."
"Bem, quem diabos é 'Ele'!?"
"Eu não sei, Frank ... Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente."
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
"Opa .. eu interromper alguma coisa?" Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. "Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?" A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
"Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?" Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
"Sally quer ir também, só queria informá-lo." Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.

"Sally!" A criança olhou para ele e ficou olhando. "Vamos lá, vamos para a loja!" João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
"Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim." Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro "Será que mamãe quer que você vá até a loja?" Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
"Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também." Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.

"Tio Johnny, a loja é do outro lado" Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
"Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?" Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. "Você não está jogando o jogo certo, Sally." Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. "Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim." Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. "Você tem que ser punida agora por quebrar as regras." Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
"Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada."
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci...” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de... Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredor, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
"Quem ... Quem é você? Como você chegou na minha casa?" , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
"Esta é minha casa ...." A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. 'Sally' O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
"Brinque comigo ..."

domingo, 9 de dezembro de 2012

Polybius

Tulpa



Ano passado eu gastei mais ou menos seis meses em algo que podia se chamar "projeto psicológico". Estive procurando no jornal local anúncios de emprego e achei um convidando pessoas criativas que estivessem procurando por um dinheiro fácil. Bem, a partir do momento em que aquele era o único para o qual eu estava relativamente qualificado, liguei para o número do anúncio e arrumei uma entrevista.

Me disseram que tudo que eu precisava fazer era ficar parado, sentado em uma sala, sozinho, com sensores colocados em minha cabeça para ler atividade cerebral, e enquanto eu estivesse lá, eu visualizaria uma duplicata de mim mesmo que eles chamaram de minha "tulpa".

Parecia bem fácil, eu concordei quando disseram quanto iam me pagar. No dia seguinte, comecei. Me levaram para uma sala simples com uma cama e colocaram sensores na minha cabeça, sensores que estavam ligados a uma pequena caixa preta em uma mesinha ao meu lado. Eles falaram comigo sobre eu visualizar minha duplicata de novo. Eu expliquei a eles que era chato, e eu ficava impaciente, invés de me mexer, eu deveria ver minha duplicata se mexendo e tentar interagir com ela e assim por diante. A idéia era manter ele comigo o tempo todo em que eu estivesse na sala.

Eu tive uns problemas nos primeiros dias. Era muito mais difícil do que qualquer experiência extra corpórea que eu já houvesse feito. Eu imaginava e visualizava minha duplicata por alguns minutos e então me distraia. Pelo quarto dia, eu já conseguia manter ela por mais ou menos 6 horas por perto. Me disseram que eu estava indo muito bem.

Na segunda semana me colocaram em uma sala com auto-falantes acoplados nas paredes. Me disseram que gostariam de ver se eu conseguia manter a tulpa mesmo com estímulos para me distrair. A música era bem desordenada, feia, inaudível e fazia o processo ser mais difícil, mas eu consegui de qualquer modo. Na semana seguinte, eles tocaram uma música ainda mais insuportável, piorada com loops, distorções, microfonias e algo que pareciam serem vozes guturais falando em idiomas estrangeiros. Eu só ria daquilo, já tinha me tornado profissional em manter a tulpa.

Comecei a ficar entediado com o passar dos dias. Para animar as coisas, comecei a interagir com minha cópia. Conversávamos, jogávamos jo-ken-po, e eu imaginava-o dançando break dance ou qualquer coisa que eu julgasse engraçado. Perguntei aos doutores se aquilo atrapalharia os estudos, mas eles só me encorajavam a continuar.

Então brincávamos e conversávamos e foi divertido até que as coisas começaram a ficar estranhas... Um dia eu estava contando a ele sobre meu primeiro encontro e ele me corrigiu, dizendo que a garota estava vestindo uma camisa amarela, e não uma verde. Pensei no que ele disse por um momento e notei que ele estava certo. Isso me assustou um pouco, e após o expediente eu falei com os pesquisadores sobre aquilo. "Você está usando ele como forma de chegar ao seu subconsciente", eles explicaram. "Você sabia em algum lugar que estava errado, então seu subconsciente lhe auto-corrigiu".

O que era assustador se tornou divertido! Eu podai consultar meu subconsciente e revirar memórias passadas muito facilmente. Minha tulpa podia citar páginas inteiras de livros que eu havia lido anos atrás e se lembrar de coisas que eu havia aprendido no ensino médio e já havia esquecido. Era incrível.

Com o tempo, comecei a levar minha duplicata para fora do centro de pesquisas. No começo tive medo mas então me senti a vontade de sempre que me entediava, o trazia e passava o tempo. Então comecei a trazê-lo tanto que começou a parecer estranho não tê-lo por perto. Levava-o quando saia com amigos, quando ia a casa da minha mãe, e até levei ele uma vez para um encontro, e uma vez que não precisava falar em voz alta com ele, eu podia manter conversas sem que ninguém soubesse.

Eu sei que pode soar estranho, mas era divertido. Além de ser minha subconsciência e memória sempre ao meu dispor, estava começando a ficar mais atento do que eu mesmo as coisas ao meu redor, notando detalhes e sinais de linguagem corporal que eu não percebia. Por exemplo, nesse encontro em que o levei, eu pensei que as coisas estavam indo mal a beça, até que ele me apontou sinais de que ela estava rindo demais de minhas piadas e estava dando muitas chances para que eu falasse algo a mais, então eu realmente notei e escutei o que ele dizia e vamos apenas dizer que o encontro se saiu muito bem.

Quando fizeram 4 meses em que eu estava no centro de pesquisas, ele estava comigo constantemente. Então os pesquisadores vieram até mim e pediram para que eu parasse de visualizá-lo. Eu me neguei, e isso agradou eles. Eu silenciosamente perguntei a minha duplicata o que deveria ter trazido essa idéia e ele simplesmente deu de ombros. Eu também.

Eu me retive um pouco do mundo naquela época. Estava tendo problemas em conviver com as pessoas. Parecia muito que elas não sabiam ou estavam confusas sobre o que falavam, enquanto e tinha uma manifestação de mim mesmo para consultar. Fez com que socializar ficasse estranho. Ninguém parecia ciente do que fazia elas ficarem bravas ou alegres, não pareciam saber a razão por trás de tudo. Eu sabia. Ou pelo menos podia perguntar a mim mesmo.

Um amigo que confrontou em uma tarde. Ele socou a porta até eu abrir e caiu como uma tempestade em mim, raivoso. "Você não atendeu o telefone por duas semanas seu porra!" Gritou. "Qual é a porra do teu problema?"

Eu ia pedir desculpas e provavelmente iria com ele a um bar naquela. Mas então minha tulpa ficou furiosa. "Bata nele", ela disse, e antes que eu soubesse o que estava fazendo, eu soquei ele. Ouvi seu nariz quebrar. ele caiu no chão e se levantou balançando, e batemos um no outro até arrebentar meu apartamento. Eu nunca estive tão furioso quanto naquele momento, e não tive piedade. Derrubei-o no chão e dei dois pontapés nas costelas, e foi ai que ele fugiu, machucado e choramingando.

Em alguns minutos a polícia chegou, e eu aleguei auto-defesa, e uma vez que ele não estava lá para se defender, a polícia me deixou com uma advertência e foi embora. Minha tulpa estava animada o tempo todo, e passamos a noite falando sobre a briga e sobre como eu dei uma bela surra no meu amigo.

Na manhã seguinte vi meu olho roxo e meu corte no lábio, e lembrei do que havia ocorrido para iniciar a briga. Minha duplicata é que havia se irritado, e não eu. Eu bati em um amigo chateado e me senti bem por isso. Tive vergonha e me senti culpado. A tulpa estava presente, é claro, e sabia meus pensamentos. Então disse: "você não precisa dele". "Você não precisa de mais ninguém". Me arrepiei.

Contei aos pesquisadores tu que se passara e eles apenas riram de mim, dizendo que eu não podia ter medo de algo que eu estava imaginando. Minha tulpa apenas balançou a cabeça e sorriu para mim.

Tentei considerar aquelas palavras seriamente e não ter medo, mas a tulpa estava realmente me incomodando com seu sorriso constante e malicioso, e não havia emprego no mundo que valesse minha sanidade. Evitava olhar ou me concentrar nele, mas sempre que olhava ele estava com os olhos rápidos e mais tenso, então comecei a tentar fazê-lo sumir. Nos primeiros dias foi bem difícil, mas finalmente conseguia manter ele longe por umas horas, mas cada vez que voltava, estava pior e pior, mais tenso, mais alto e ameaçador, com os olhos mais fundos, a pele mais acizentada, os dentes mais pontudos. E cada vez em que ele voltava, aquela música destonada que em faziam ouvir, voltava com ele. Quando estava e casa, tetando relaxar e cochilar, não mais me concentrando nele, ele aparecia, e o barulho agudo junto dele.

Ainda visitava o centro de pesquisas naquela época, e estava fazendo meu trabalho pelas próximas 6 horas, precisava do dinheiro, e achava que eles não haviam percebido que eu não estava mais visualizando minha tulpa constantemente. Eu estava errado. Dentro de pouco tempo, dois homens me seguraram e me contiveram e alguém com uma jaleco médico aplicou uma injeção hipodérmica em mim.

Acordei de meu torpor preso em minha cama, com a música tocando e minha tulpa sobre mim. Ele mal se parecia mais com um humano. Tinha os olhos afundados até as órbitas, os dedos longos e deformados, era muito mais alto que eu, porém corcunda. Ele era, em suma, assustador pra caralho. Tentei me concentrar em não vê-lo, mas não conseguia me concentrar. Ele riu e deu um tapinha na intra-venosa em meu braço. Eu lutei contra as amarras da melhor maneira que pude, mas mal pude me mover.

"Eles estão te enchendo com aquela merda, eu acho. Como vai a cabeça? Tudo confuso?" Ele chegava mais e mais perto conforme falava. Tive náuseas, seu hálito era como carne passada. Me concentrei muito, mas não era capaz de baní-lo.

As próximas semanas foram terríveis. Quase sempre entrava alguem em um jaleco e me injetava algo ou me forçava a engolir uma pílula. Me mantiveram tonto e inconsciente, e as vezes me mantinham alucinado e tendo visões. Minha tulpa estava lá, o tempo todo, zombando. Ele interagia, ou talvez até fosse o motor das minhas alucinações. Cheguei a alucinar que minha mãe veio me visitar, me abraçando e chorando, e então ele cortava a garganta dela e me banhava em seu sangue. Foi tão real que pude sentir o gosto.

Os médicos nunca falavam comigo. Eu implorava, gritava, pedia em grunhidos e nada. Mas falavam com minha tulpa. Ao menos eu acho... estava tão dopado e alucinado que não sei dizer, mas comecei a me convencer de que ele era real e eu era a cópia. Algumas vezes ele encorajava essa linha de pensamento, outras vezes ria de mim.

Então, um dia, enquanto ele me contava uma história de como ia degolar todos que eu amava, começando por minha irmã, ele parou, um ar tenso cruzou seu rosto e ele colocou a mão em minha testa, como minha mãe fazia para saber se eu estava febril. Ficou parado por um bom tempo e sorriu. "Todos os pensamentos estão criativos", ele me disse, então saiu pela porta.

Após três horas vieram a meu quarto e me injetaram algo muito forte, de modo que desmaiei, e quando acordei, estava deitado, desamarrado e livre. Levantei, corri até a porta e estava destrancada. Abri e corri por um longo corredor vazio, abri outra porta e tropecei escadas a baixo até a porta dos fundos do prédio. Desmaiei de novo, devido a dor, gritando feito uma criancinha. Sabia que deveria continuar correndo, mas não conseguia.

Cheguei em casa, de algum modo. Tranquei a porta e coloquei um armário na frente.Tomei um longo banho e dormi por um dia e meio. Ninguém veio a minha casa naquele dia, nem no seguinte, nem no próximo nem no outro, por uma semana me mantive naquele quarto. Havia acabado. Pareceu um século. Eu havia tirado tanta coisa da minha vida que ninguém se importo com o fato de eu estar desaparecido.

A polícia não achou nada. O centro de pesquisas estava vazio quando investigaram. A documentação foi inútil e os nomes que eu dei não resultaram em nada. Até o dinheiro que eu havia recebido era irastreável.

Eu me recuperei o máximo que pude. Não saio muito de casa, e quando saio, tenho ataques de pânico. E choro. Choro muito. Não durmo muito, e meus pesadelos são horríveis. Acabou, tento me convencer, eu sobrevivi. Uso as técnicas de concentração que aqueles bastardos me ensinaram, e até que funciona um pouco.

Não hoje. A três dias, recebi uma ligação de minha mãe. Uma tragédia havia ocorrido. Minha irmã havia sido a última vítima de uma série de assassinatos, dizia a polícia. O assassino sangra as vítimas, então as degola.

Houve o funeral essa tarde, o mais bonito que se pode imaginar, eu suponho. Eu estive um pouco distraído. Não conseguia pensar direito ouvindo uma música muito baixa, com estática, distorção, sem tom e com microfonia, vindo de longe. Ainda estou ouvindo - mais alto agora.


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Masky

Este é o relato da garota que viveu a experiência.
Esta história se passa cerca de um ano atrás, quando eu estava na sétima série. Por favor, não ache que estou mentindo por causa da minha juventude, porque nem todas as crianças são mentirosas. Em torno do tempo, meu primo es

tava morando comigo, e como o nosso apartamento era tão pequeno, tivemos que dividir um quarto. Felizmente eu tinha um beliche.

Então, eu tenho uma tendência a acordar tarde da noite. Não é grande coisa né? Meu primo estava dormindo no beliche acima de mim e da porta do banheiro fica ao lado de minha cama. A porta estava entreaberta e a luz estava acesa, eu e Nick (meu primo) não gostamos do escuro. Eu fico paranóica, mas ele apenas tem medo.
Enfim, eu olhei para o meu despertador no meio da noite, por volta das duas da manhã. Havia um pouco de luz no quarto, vindo do meu banheiro. E eu notei uma figura de pé no meu armário. Eu até esfreguei os olhos várias vezes para me certificar de que não estava imaginando isso ou se eu não estava vendo claramente. Ele era baixo, vestiaum casaco preto e uma máscara branca.

Foi a máscara branca que me assustou mais. Era normal, porcelana, mas os olhos estavam abertos. Quase como os olhos da máscara nas entradas de mármore Hornets. Mas eu nem sabia o que Marble Hornets estavam naquele momento. Então como eu poderia estar tendo um pesadelo sobre isso (quando este não era mesmo um sonho em tudo)?! Parecia muito real!

A boca da máscara foi puxada para um sorriso, um muito grande, sorriso de boca fechada.

Eu não podia me mover, estava muito assustada. Eu sabia que não era Nick fazendo uma brincadeira comigo, porque eu podia ouvi-lo roncar em cima da minha cama. A figura não se mexeu, nem sequer piscou. Eu lentamente me levantei, e apoiei em minha porta do banheiro. Quando eu virei minha cabeça para alcançar a maçaneta, então mais luz poderia iluminar todo o quarto, olhei para trás e não havia nada.

Escusado será dizer que, eu quase não dormi à noite.

Na manhã seguinte, antes da escola, eu verifiquei meu armário para ver se havia alguma roupa branca que poderia ter feito a forma da máscara. Nada estava lá! Segui em frente e me aprontei para a escola. Quando meu amigo me perguntou o que diabos havia de errado comigo, eu respondi: "Havia um garoto mascarado no meu armário!"

Um tempo depois comecei a pesquisar sobre ele.Foi então que eu descobri Marble Hornets.

Eu ouvi do Homem Magro (mas ele não desempenha um papel especial neste) e na entrada # 19, eu vi um homem mascarado.

Pareço louca?

Estou louca?

Hoje em dia, a própria máscara tornou-se popular, as pessoas usam-na. Mas por quê?

Só sei isso, uma vez que você vê-lo. Ele segue você. Ele vai assombrá-lo em seus sonhos. Alguns dizem que se você manter seus olhos sobre ele, ele nunca vai te prejudicar. Mas se você virou sua cabeça, como eu fiz, ele é livre para atormentá-lo até o fim de seus dias. Depois de piscar uma certa quantidade de vezes, ele vai desaparecer por conta própria, e você nunca vai vê-lo novamente.

Não fuja.


FONTE:Creepypasta BR

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Você tem 1 Nova Mensagem




Droga. 

Estou trancado dentro de meu armário, na verdade não posso dizer que estou trancado já que a porta só se tranca do lado de fora. Eu estou perdido, sei que vou morrer e por isso estou lhe mandando essa mensagem seja lá quem você for. Eu simplesmente coloquei um numero de celular qualquer para ser o receptor dessa mensagem. 

Vou lhe contar o que aconteceu. 

Á dois dias atrás eu estava em uma lanchonete com minha namorada, estávamos só comendo, conversando, e eu recebi uma mensagem de um numero desconhecido, estava escrito: 

“Desculpe-me por fazer isso com você, eu não sabia que era real, eu tentei fugir, mas esse é o único meio de me salvar...”. 

Depois de ficar confuso por alguns minutos, eu liguei para o numero, e ele era um numero inexistente. Então eu achei que devia ser algum babaca tentando assustar qualquer um, por nenhum motivo... 

Eu levei minha namorada para casa e fui para a minha para ficar um pouco no computador e depois dormir, eu me sentei no PC e comecei a mexer nas redes sociais, vi alguns sites de tirinhas e então encontrei um site de bizarrices, falando sobre como se comunicar com um Deus, bom eu achei tudo aquilo uma bosta, mas eu li mesmo assim, sobre como fazer um ritual para invocar, e obrigar ele a conceder seu maior desejo. 

Eu pensei então que talvez eu pudesse... sei lá conseguir meu tão sonhado Xbox 360... então eu comecei a ler o feitiço, que agora eu não me lembro de nenhuma palavra, só sei que, meu computador começou a entrar em pane a tela começou a piscar, e o teclado e o mouse se desabilitaram sozinhos, logo vi que tinha pegado um vírus de computador foda... 

Mas eu não peguei. 

Depois e a tela piscar algumas vezes ela ficou totalmente preta e quando voltou a acender, começou a passar um vídeo no media player, era em um tipo de porão ou mausoléu sei lá e haviam muitas pessoas amarradas nas paredes pelas mãos com correntes, tinha muita fumaça, e o local era úmido demais, pensando bem, agora, parecia uma sala de fornalha, bom as pessoas estavam gritando, chorando, e sendo torturadas, haviam algumas mulheres empaladas ao fundo, e alguns homens tendo seus órgãos genitais sendo devorados por porcos. Eu tentei mexer com o mouse para fazer uma varredura no PC com o antivirus, mas eu não consegui. 

Eu cansei de ver aquele filme bizarro, que só passava aquelas pessoas morrendo e sendo torturadas, então eu desliguei o estabilizador... Mas quem disse que o vídeo parou, foi ai que a porra ficou seria e eu entrei em pânico, eu tentei desligar o monitor, e o vídeo ainda estava lá, o jeito ia ser, assistir. 

Eu fiquei lá sentado observando aquelas pessoas, e notei que era real demais, aquelas pessoas eram muito normais e feias, sem ofensa. Eu não sabia o que fazer... Em certa parte do filme, apareceu um ser obscuro, parecia uma pessoa, mas era muito irreal, era muito branco, com os olhos vermelhos, ele também era muito forte, muito mesmo e estava com um manto branco, o cobrindo dos ombros aos pés... E infelizmente dava para ver que ele estava nu, eu fiquei com nojo... Principalmente quando ele fez um homem defecar na cara de outro, enquanto o ameaçava com um tipo de maquina de choque, o cara não ia ter nem chance de resistir, bom caiu minha ficha na hora... Era a merda de um filme pornô. 

Droga... 

Estou perdendo o foco, sempre fui conhecido por falar demais, bom eu descobri que aquele cara do vídeo é um deus depois de eu acordar no dia seguinte e ele estar ao lado da minha cama, me olhando dormir, eu pensei que eu seria estrupado ou algo assim, mas ele me perguntou com uma voz de trovão, qual era meu pedido... E eu pedi... Um Xbox 360... eu sei eu sei, eu fui um idiota, mas eu não estava pensando muito bem... 

Ele então começou a falar algumas palavras em uma língua estranha, e em seguida falou comigo: 

“Eu usei o meio que vocês mortais usam para se comunicar, para lhe mostrar o que acontecerá com sua alma, agora que você tem o seu maior desejo realizado... Você sofrerá para sempre” 

Eu comecei a chorar e á implorar para que ele não fizesse isso comigo, eu disse a ele que eu não queria mais o vídeo game, que eu queria voltar a trás... Mas ele simplesmente disse: 

“Se você quiser, você poderá se salvar. Apesar de não parecer eu sou muito muito velho, e preciso que vocês humanos me deem suas almas para que eu meu alimente de seu sangue mortal, o único jeito de eu te deixar ir é você me influenciando outra pessoa a me ceder a alma. Mas pense bem, você sacrificaria qualquer pessoa, qualquer um, por um vídeo game? Acho que não, mas existem pessoas que dariam qualquer coisa para ter coisas muito mais valiosas do que a que você me pediu, como... para salvar a vida de alguém...” 

“Se você diz que isso será melhor para a outra pessoa... Espero que ela tenha um bom pedido, por que eu digo sim, eu passo isso para outra pessoa” 

“Você tem certeza? Você sacrificaria a alma de outro ser humano pelo seu capricho, seu desejo fútil, mesmo não sabendo se a outra pessoa fará a escolha certa?” 

“Sim...” 

“Você tem dois dias, para encaminhar uma mensagem por qualquer meio de comunicação humano, para qualquer um que você quiser, ou eu virei lhe buscar...” 


Ele esta em meu quarto agora... me desculpe.

FONTE:Creepy Worl

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

CHANNEL 911

Eu estava quase dormindo, mas antes de dormir eu fui assistir um pouco de TV, eram 5 horas da manhã, e eu ainda tinha que estudar ás 8 horas, então eu ia assistir algo rápido, eu passei por todos canais da minha TV, não tinha nada que prestasse, eu passei pelo 910, o último canal da minha TV, até que cheguei em um canal chamado: CHANNEL 911.

Eu achei aqueles 3 números familiares, me lembraram o 9/11, bem, eu começei a assistir um programa  chamado: ON, me soou meio sarcástico, porque não tinha nada ligado, um vídeo começou a rodar, era uma daquelas câmeras que os Mythbusters parecem usar, era bem macabro, não tinha nada, apenas um chão, um lugar vazio, e uma cadeira virada para a câmera, a câmera estava posicionada do teto, um homem meio pálido e com medo, com a roupa toda marrotada, veio e sentou-se na cadeira, e logo depois 2 guardas, cada um com uma M4A1 armada, estavam do lado do homem com a arma apontada na cabeça dele, ele parecia ser aqueles psicopáticos e tal.

O homem falou algo que não reconheci, parecia árabe, um americano disse para ele falar em inglês, o homem então disse:

-Eu nunca soube de nada disso!

Um dos guardas se irritou e tocou um pente da arma no chão, quebrando-o, e disse:

-FALE LOGO ONDE ESTÁ ESTA PORRA! AGORA! SE NÃO EU JURO QUE EU DISPARO A ARMA NA SUA CABEÇA SEU MERDA!

O homem então disse:

-NÃO FALO NADA ATÉ QUE VOCÊS PAREM DE INVADIR O MEU PAÍS, ESTÃO MATANDO MEUS IRMÃOS! PAREM COM ISTO! PAREM!

O homem começou a gritar alto, depois mandaram ele para uma sala, um dos homens pegou a câmera e acompanhou eles, então um homem engatilhou a arma e atirou no psicopata, então o psicopata caiu no chão e morreu, e arrastaram o corpo dele até uma sala, o câmera foi até lá, e a sala estava com muitos corpos mortos, a maioria eram mulçumanos, eu chuto que eram uns 5000 corpos, então jogaram ele na pilha.

O vídeo parou, era 5:16 da manhã, apareceu um aviso, e parecia algo como um alerta de teste nuclear, eu não sei que merda era aquela, mas mesmo assim eu fui dormir e desliguei tudo.

Na manhã seguinte eu acordei em um lugar estranho, parecia ser a sala que eu vi no vídeo, eu fiquei todo assustado, e saí correndo até uma porta que iria para fora, mas estava trancada, eu achei um corredor, segui em frente, e eu achei algo muito bizarro, uma máquina, que dizia: MÁQUINA DO FUTURO, USE COM CUIDADO, tinha um botão de ligar, eu apertei nele, e apareceu uma tela holográfica, tinham 3 opções: VIAJAR NO PASSADO, VIAJAR NO FUTURO, VER O FUTURO, eu escolhi: VER O FUTURO, então, o aviso era válido "USE COM CUIDADO", eu encherguei minha cidade, os dados processaram e diziam que era em 2034, a cidade estava toda devastada, os céus estavam vermelhos de radioatividade, e o chão morto, e tinha lixo tóxico pelas ruas.

Hoje é 2012 ainda, mas eu não sei qual o tempo que isto irá acontecer, não sei o porque daquele canal, não sei oque os americanos estavam fazendo no país daquele árabe, bem, era isto que apareceu de aviso nuclear na tela depois do vídeo:

Eles

Existe silêncio onde você está agora, exceto para o zumbido do seu computador, ou qualquer outro enquanto você está lendo isso ? Ótimo. Desligue esse barulho. Ouça. Com muito cuidado. O ruído dentro de seus ouvidos. Antes que você pode rejeitar algo como a estática em sua cabeça, ou um ruído quase imperceptíveis de outra coisa. Mas eu estou dizendo a você agora não é mais. É o seu corpo avisando que eles estão aqui. Eles. Com o seu vazios e negros olhos, de grandes dimensões e pele pálida esticada sobre eles. Garras carnudas, ossos alongados. Eles não têm origem. Muito antigos, muito lentos. E muita, muita fome. Condenados a se esconderem com bocas secas do tamanho de uma caixa de alfinetes e um apetite tão colossal como montanhas. E você pode senti-los, porque eles estão sempre lá, eles tentam saborear a vida que nunca tiveram, almas ou carne. Eles não são esquisitos. Mas eles existem apenas de energia do ser, e eles mal existem neste reino, e é por isso que a maior parte do tempo, não podemos vê-los. Mas seu corpo sabe que eles estão lá. Você pode ouvir a sua energia. Em seus ouvidos, agora, no silêncio. O silêncio é bom, porque significa que não há nenhuma perturbação para as energias. Quando não há perturbação, é que eles passam. O silêncio é bom. Para eles. Não Olhe Atrás de você.

FONTE:Caçadores do Medo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Conheça o circo dos horrores e suas aberrações



Essas pessoas nasceram com algum tipo de anomalia genética, e isso as tornou tão bizarras quanto as aberrações do Freakshow.

Conheça agora a história de bizarros seres humanos dignos de ser atração do Circo dos Horrores.


Wang – O homem unicórnio


Em 1930, um fazendeiro Chinês da Manchuria foi descoberto por um banqueiro Russo expatriado. O Russo então tirou uma foto do Chinês e enviou para Ripley, do “Acredite se quiser”. Conhecido apenas como Wang, algumas vezes referido também como Weng, o fazendeiro era normal em todos os aspectos, exceto pelo fato de que possuía um chifre enorme na cabeça. Ripley se dispôs a pagar uma nota preta para quem pudesse levar Weng em seu programa, mas avesso à fama, Wang sumiu do olhar do publico em 1930 e nunca mais se soube dele. Baseado nas fotos obtidas na época, Ripley mandou fazer uma réplica de cera, que hoje está exposta nos EUA.

Mme. Clofullia – A lady barbada


Madame Clofullia nasceu com o nome real de Josephine Boisdechene, na Suíça. Ela nasceu com bastante pelos e segundo contam, aos oito anos já tinha uma barbinha respeitável. Com 14 anos ela começou a viajar pela Europa, primeiro acompanhada de seu pai, depois de um agente e finalmente sozinha. Em Paris ela conheceu o pintor Fortune Clofullia e casou-se com ele. Ela ganhou uma fama extra quando cortou sua barba em uma imitação da barba de Napoleão III. Como agradecimento, Napoleão lhe deu um grande diamante.

Mademoiselle Gabrielle – A mulher pela metade


Ela nasceu em Basle, na Suíça em 1884. Gabrielle Fuller juntou-se a um circo similar ao de Barnum durante a exposição de Paris em 1900. Posteriormente ela foi contratada por Barnum para o Ringling Brothers Circus e fez apresentações no Coney Island’s Dreamland sideshow. Ela casou-se duas vezes, uma com um cara de nome John de Fuller. Gabrielle tem o corpo perfeitamente formado apenas da cintura para cima.

Mary Ann Bevan – A mulher mais feia do mundo


Mary Ann Webster nasceu em Londres, na Inglaterra em 1874, a oitava filha de um casal. Quando jovem, ela foi enfermeira, e em 1903 casou-se com um cara de nome Thomas Bevan. Logo após o casamento, Mary Ann começou a exibir os sinais de acromegalia, um tipo de gigantismo progressivo que causa uma distorção óssea facial, bem como sintomas sinistros como dores de cabeça fortíssimas, dor muscular e perda de acuidade visual. Mary teve quatro filhos com Thomas Bevan e ficou casada com ele até sua morte, em 1914.

Martin Laurello – O homem elástico


Martin Laurello nasceu em Emmerling, em Nuremburg, na Alemanha, por volta de 1886. Ele começou a exibir seus dotes performáticos quando tinha 20 anos. Emigrou para a América em 1921 e trabalhou para Barnum e seu circo. Ele também trabalhou para Dick Best’s Royal American Shows e posteriormente, em 1945 apareceu em programas como o show do Ripley´s (criador da serie “acredite se quiser”) ao lado de estrelas como “Popeye Perry” e “Junior Stiles”, um moleque de 7 anos chamado de “menino lagosta”.

Myrtle Corbin – A mulher de quatro pernas


Josephine Myrtle Corbin nasceu em Lincoln County, Tennessee no ano de 1868. Ela nasceu como dipygus, o que significa que tinha duas pélvis separadas lado a lado no fim da coluna. As pernas extras eram parte de uma irmã gêmea siamesa que não separou-se corretamente. Josephine conseguia ficar de pé só com as perninhas do centro, mas elas não eram fortes o suficiente para aguentar o seu peso por muito tempo. Posteriormente ela casou-se e teve quatro filhas e um filho. Todos com apenas duas pernas.

Ella Harper – A mulher camelo


Da moça chamada Ella Harper não se sabe muito. A maior parte das fontes indicam que Ella nasceu em Hendersonville, Tennessee no ano de 1873. Embora exista controvérsia sobre as datas, todas as fontes são unânimes com relação a uma má formação ortopédica que causou uma condição curiosa a Ella. Suas pernas dobravam-se para trás como as de uma ave. 

Esta condição física de Ella é raríssima e muito pouco conhecida. Seu nome é congenital genu recurvatum – também conhecida como “deformidade do joelho para trás”. Ela preferia andar de quatro e por isso ganhou o bizarro apelido de “mulher camelo”. Em 1886, Ella virou estrela do W. H. Harris’s Nickel Plate Circus, aparecendo acompanhada de um camelo de verdade.

FONTE
:Ah Manolo

Meu Querido Palhaço



Tio Valter era o apelido do bruxo aqui da vila. Não havia ninguém que não tivesse medo dele... Eu tinha apenas 5 anos quando isso aconteceu, e pra falar a verdade não é uma história minha e sim do meu amigo, Jonas. Posso dizer com muita certeza de que tudo que ocorreu foi verdade, pois presenciei algo que até hoje me deixa intrigado.

Tio Valter tinha cara de bravo. Lembro que quando ele passava na rua todo mundo baixava a cabeça e ficava quieto. As duas ex-esposas dele haviam morrido, por isso o tremendo medo das pessoas. Não me lembro muito bem, mas minha mãe contava que ia para dentro de casa quando Tio Valter passava. Era um homem de poucos amigos e muito, muito quieto.

O tempo passou e um dia Tio Valter morreu. Até hoje ninguém sabe por quê. Os boatos eram que ele tinha morrido com uma faca no pescoço, agora, por quem ou o que... isso eu nunca quis saber. Ele tinha uma filha linda, Samanta, totalmente crente, daquelas que usam saia e cabelos longos. Era uma boa garota. Era totalmente brigada com o pai porque os dois eram totalmente opostos. Fosse o que fosse, haviam tantos boatos... que tio Valter abusava de Samanta, que ela se converteu por ter se arrependido de ter participado das bruxarias do pai, enfim... como disse, a vila toda comentava coisas que muitos duvidariam. Mas como disse, essa história não aconteceu comigo.

A mãe de Jonas, Fátima, era uma mulher muito trabalhadora, era costureira na época e um dia Samanta pediu para que ela costurasse uma roupa que era de seu pai. Fátima costurou e sobrou um pequeno pedaço, com esse pedaço Fátima costurou no palhaço de brinquedo do Jonas. Ele também tinha cinco anos e eu sempre o chamei de Jaime.

Depois que Fátima costurou esse pedaço de pano no brinquedo, Jonas nunca mais foi o mesmo. Ele ficava o dia inteiro no quarto, mal saia. Na verdade só saía para almoçar e mal jantava, mas sempre que saía, Jonas olhava reto e nunca falava uma palavra. Sua mãe, Fátima, lhe perguntava as coisas e Jonas nunca respondia, só acenava com a cabeça de vez em quando. Fátima o levou no psicólogo, mas não adiantou de nada. Fátima percebeu uma coisa: Jonas sempre estava com o palhaço nas mãos. Nunca, em momento algum ele largava, e quando sua mãe tentou tirar o palhaço dele Jonas a agrediu.

Fátima não sabia o que fazer e nem o que era. Havia gastado muito dinheiro com psicólogos, deixou até mesmo de pagar muitas contas, mas infelizmente foi dinheiro jogado fora. Tudo estava como estava. Quando certo dia Fátima entrou no quarto e viu Jonas desenhando uma cruz de cabeça para baixo. Ela tentou tirá-lo, mas ele era tão forte que a derrubou no chão. Fátima fez de tudo, chamou o marido, os vizinhos... mas ninguém tirou Jonas de lá. Quando Fátima me contou essa história ela me Jurou que os olhos do palhaço ficaram vermelhos. Na hora fiquei com arrepio e juro por tudo mesmo que sempre ia na casa do Jonas e via uma cruz desenhada de cabeça pra baixo. Nunca entendi. Às vezes perguntava pro Jonas, mas ele fugia do assunto. Nunca entendi por que ter uma cruz de ponta cabeça na porta do quarto.

Terminando a história.... Fátima chamou alguns irmãos para orarem na casa dela. Um dia, quando Jonas estava dormindo ela pegou o palhaço e o jogou no fogo, e aos poucos Jonas foi voltando ao normal.
Hoje Fátima é uma mulher acabada, velha, mas muito trabalhadora e diz que nunca presenciou algo tão ruim na vida dela. Percebi que quando me contava essa historia ela ficava meio tensa, nervosa, não sei, talvez um trauma. Mas hoje Jonas é um ótimo garoto, fazendo faculdade, dando muito orgulho pra mãe, só não é um garoto que tem muita fé, mas posso dizer que não existe pessoa melhor que Jonas, que jamais pensou em fazer mal pra alguém.

E o que eu tiro disso é que, sei lá, as pessoas precisam acreditar que o Sobrenatural existe, e que ele está entre nós.....

FONTE:Medo Sensitivo