sexta-feira, 12 de junho de 2015

Ezequiel








Eu tinha doze anos quando Ezequiel entrou em contato comigo pela primeira vez. Eu tinha que comprar um celular novo, uma vez que meu cachorro tinha devorado o antigo. Eu era uma daquelas crianças gananciosas que exigia sempre tecnologias mais modernas. Naquela época eu perguntei se poderia ganhar um BlackBerry, eu recebi um “não” e fiquei de “birra” por um tempo. Nós éramos relativamente pobre, e eu incrivelmente exigente. Meu avô se ofereceu a comprar o modelo exato do meu celular antigo que eu já tinha visto vendendo no eBay, uma vez que o modelo deixou de ser vendido nas lojas. Eu aceitei a alternativa, já que eu realmente gostava do meu celular, antes dele entrar no sistema digestivo do meu cão.




Cerca de uma semana depois, eu estava sentado no sofá, com meu cachorro deitado no meu colo e meu notebook ao lado. Eu odiava as pessoas, sempre fui assim e provavelmente sempre serei, por isso eu estudava em casa online. Eu sei que estou muito a frente do tempo, mas eu consegui burlar o sistema de ensino a distância de uma faculdade e eu ficava muito tempo assistindo aulas da faculdade e eu ainda só estava no ensino fundamental. Minha mãe vivia para seu trabalho, então eu ficava a maior parte do tempo sozinho em casa, todos os dias, até altas horas da noite, quando ela voltava para casa. Eu não me importava, mas admito que era um pouco insuportável, especialmente que agora eu não tinha um celular. Eu ouvi uma batida na porta, tirei o cão de cima de mim e andei até a porta e abri, para encontrar meu avô, sorrindo para mim e segurando um pequeno pacote.







Aparentemente, alguém no eBay vendeu um celular no modelo e cor exata do meu antigo. Fiquei bastante empolgado, embora chateado quando percebi que tínhamos que esperar até que minha mãe chegasse em casa, para que possamos ativar a linha do celular. Uma vez que isso foi feito, eu imediatamente começei a brincar com ele, me certificando de recuperar todos os meus contatos do celular antigo ao novo. Alguns deles ainda estavam faltando, o que tende a acontecer quando se muda as informações para um novo telefone. Notei que de alguma forma, tinha coisa errada.




Haviam algumas fotos no celular, mas nenhuma que eu me lembra-se de ter tirada. Havia uma grande árvore Salgueiro-chorão, apesar de estar desfocado devido o nevoeiro, também havia um velho caminhão enferrujado e uma vaca atrás de uma cerca. Eu lembrei da camionete que era do meu avô, e me lembrei que havia um Salgueiro-chorão onde ele e minha avó viveram. Meu avô deve ter mexido no celular mais cedo, o que fazia sentido, já que ele tinha um espírito jovem e brincalhão. Na época, eu nem sequer reparei que não podia ser o caso, já que o pacote estava selado quando ele me trouxe.




Mexendo nos meus contatos, descobri que ninguém de importante estava faltando, apenas alguns velhos amigos que não falavam comigo há muito tempo, mas tinha um contato que se destacou. Ele não tinha nome, apenas um número sem rótulo, e o número não tinha o mesmo código de área da cidade, por isso não poderia ser alguém local. Eu segui a lista até o final e não pensei em nada.




No mesmo dia, por volta das 20:00hrs, recebi uma chamada. Eu não me lembro muito bem, porque já faz um bom tempo. Mas eu estava deitado na cama, com meu cão deitado ao meu lado quando ouvi o celular tocar. Eu distraidamente atendi sem verificar o número.




- Alô?




Não houve resposta por alguns segundos, eu estava prestes a desligar quando falou.




- Alô? – Sua voz era rouca, parecia um menino. Imaginei que poderia ser algum velho amigo meu, então não desliguei.




- Quem é?




Mais uma vez, nenhuma resposta por um tempo.




- ... Que é? – Ele me repetiu mais uma vez, e eu fiquei um pouco irritado com isso.




- Eu sou o Ariel, agora quem é você? – Eu respondi, e não querendo esperar muito ja fui um pouco arrogante. – Ande, responde logo!




- ... Oh, Ezequiel... meu nome é Ezequiel.




- Que nome estúpido. Eu não conheço nenhum Ezequiel. – Eu então voltei minha atenção ao meu Game boy. Eu ainda estava irritado, mas não a ponto de desligar na cara dele.




- ... Eu conheço você, Ariel.




- Bem, existem vários Ariel. Você deve ter ligado para pessoa errada. – Eu revirei meus olhos, começando meu jogo do pokémon, embora mantendo o som mudo para que eu pudesse ouvir o rapaz do outro lado da ligação.




- Você esta jogando Pokémon... e tem um cachorrinho chamado... Sammy. Ele é um filhote de cachorro bonito... ele não gosta de morder suas meias verdes?




Eu fiz uma pausa por um momento, franzindo as sobrancelhas. Sammy levantou a cabeça quando ouviu seu nome, batendo a cauda lentamente.




-Quem é? – Me levantei olhando para a minha janela. As cortinas estavam fechadas, minha porta estava fechada... Não havia nenhuma maneira que ele pudesse ver o que eu estava fazendo. Embora isso não explicaria como ele saberia sobre as meias.




- ... Eu sou Ezequiel. – Ouvi um tom irônico em sua voz.




- Sim, isso você já disse. Mas... como sabe todas essas coisas sobre mim? – Tentei manter a calma, mas tive uma sensação estranha na boca do estômago, o tipo de sentimento que você senti quando sabe que fez algo errado, no caso, eu senti que nunca deveria ter atendido o telefone.




- ... Eu sei muito sobre você... Eu sou seu anjo da guarda.




- Anjo da guarda? – Na época essa explicação fez sentido pra mim, já que não havia outra maneira que ele pudesse saber sobre mim. Eu nunca conheci nenhum Ezequiel. Mas eu não aceitaria sua resposta tão facilmente. Peguei o notebook, entrei em um site de busca que me cobrou 3 dólares para me mostrar as informações desse número de telefone.




- Sim... Anjo da guarda.




- Anjos não usam telefones, sabia? – O código de área vinha de três estados de distância, o proprietário da linha era Charles Ethan McClain. Nascido no dia 02 de outubro de 1932. Morreu 27 de agosto de 2007. Sua ultima residência esta localizada na pequena cidade de Chaffe, Dakota do norte. A mesma cidade que meu avós moram; eu lembrei de seu nome; ele devia ser algum amigo próximo de meus avós. Eu fui ao site de jornal local e digitei seu nome para encontrar o obituário dele. A causa da morte era desconhecia, apenas marcas de garras suspeitas sobre seu peito. Lembrei de minha vó dizendo que haviam lobos nas redondezas. Ele morreu recentemente. O telefone dele não deve ter sido cancelado ainda.




- Eu o encontrei.




Eu fiquei sem palavras e apertei o botão vermelho e desliguei o telefone. Não dormi a noite toda; Eu estava muito confuso e com medo. Eu me lembro que demorou pelo menos uma semana para eu superar o meu medo, se passou um longo tempo até acontecer de novo.




Em torno dos meus quatorze anos, eu aprendi a amar tudo relacionado ao mundo do terror. Eu lia creepypastas quase religiosamente na época.




A segunda ligação de Ezequiel foi durante o inverno do mesmo ano. Eu ainda ficava em casa sozinho 90% do tempo. Eu tinha levado Sammy para xixi na rua, e parei à porta do patio para nosso cercado no quintal, gritando para ele voltar para dentro. Ele me ignorou e continuou a farejar o quintal. Foi quando o telefone no meu bolso, o mesmo de dois anos atrás, começou a tocar. Mais uma vez sem verificar o número, eu atendi.




-Alô?




Depois de cinco segundos sem resposta, fiquei um pouco incerto, quase paranoico. Todas essas histórias assustadoras que ei lia, tendia a me deixar no meu limite, mesmo que eu não admitisse isso.




-... Olá, Ariel – Ele parecia feliz como de costume.




-... Ezequiel? – Eu tinha reprimido o que aconteceu há dois anos, até aquele momento, não era algo que eu estava preparado.




-... Sim. Sou eu. Como você está? Como esta Sammy? – Foi como se ele me obrigasse a lembrar de tudo da nossa última conversa. Era impossível. A companhia telefônica teria notado que as contas não estavam sendo pagas. Porém, eu vi ele como algo... legal. Eu tinha minha própria criatura, assim como as histórias que eu lia. Eu decidi conversar um pouco mais com meu anjo, ou stalker.




- Uh, Eu estou bem e Sammy também, embora ele não quer entrar – eu puxei o telefone um pouco longe da minha boca para gritar com Sammy. – Vamos! Entre logo!




-... Oh.




Eu ainda estava desconfiado com Ezequiel, especialmente por causa de sua voz estranha, mas eu afastei o meu medo e tentei manter uma conversa. Talvez eu poderia aprender algo sobre isso.




-Yeah. Às vezes ele é uma verdadeira praga – Falei tão casualmente que consegui.




-... isso é uma vergonha.




-Ás vezes eu gostaria que ele mo... – Eu estava prestes a dizer o que ele acabou de ouvir, quando eu parei, observando Sammy caído na neve. Ótimo, agora eu tinha que ir atrás dele. Eu relutantemente calcei os sapatos e sai para o quintal.




-Tudo bem.




Ele falou humildemente, como uma criança que tinha feito algo errado, eu não entendi no momento.




- Eu tenho que desligar – Então desliguei a chamada e coloquei meu telefone de volta no bolso, correndo até onde Sammy estava deitado. – Droga Sammy! O que você esta fazendo? Está muito frio aqui fora! Sua pele estava polvilhando com a neve, sua língua estava pendurada para fora e estava cinza ao invés de rosa. Seus olhos estavam abertos, mas olhando para longe de mim. Sua cauda nem sequer se moveu quando me aproximei dele. Cheguei minha mão para acaricia-lo. Mas seu corpo estava frio, eu pensei que era devido a temperatura da noite e por estar muito tempo aqui fora, então tentei pega-lo. Seu corpo caiu quando fiz... sem vida... ele não estava respirando. Eu soltei ele e dei alguns passos para trás, em estado de choque antes de correr para casa. Liguei para minha mãe, pedindo-lhe para voltar para casa do trabalho. Sammy estava morto.




Ele me ligou de novo naquela noite, quando minha mãe já tinha me acalmado e eu estav na cama. Eu relutei em atender, mas após chamar quatros vezes eu virei o telefone no viva voz, sem dizer uma palavra.




- ... Achei que ficaria orgulhoso de mim... Eu sinto muito.




Eu suspirei e desliguei o telefone, deixando-o no chão ao lado da minha cama. Eu não achei tão legal quanto as histórias agora. Eu só queria esquecê-lo e queria que ele nunca me ligasse novamente.

Eu ainda tinha quatorze anos, mas a terceira ligação foi na primavera. Eu tinha entrado em uma discussão com minha mãe por eu ter tirados notas ruins na escola. Eu estava clinicamente deprimido, tomando três tipos de medicamentos, embora às vezes eles simplesmente... não funcionavam. Faltei muito na escola. Ele me ligou um dia desses, chamando ela de vadia para mim, eu suspirei e coloquei no alto-falante – O quê? – Eu gritei.




- Eu sinto muito. Você está bem?




Eu estava querendo dormir, eu realmente queria desligar. Pela primeira vez eu percebi que sua voz nunca mudo, sempre foi tão infantil, soando quase inocente.




- Não! E minha mãe não é uma vadia! – Me queixei distraidamente.




- ... Eu sinto muito. Você precisa de ajuda?




- Sim, às vezes eu acho que preciso de ajuda! – Revirei meus olhos e desliguei a chamada.




Algumas horas depois, meus avós estavam em minha casa, com todos meus pertences empacotados, sem dizer uma palavra sobre o que estava acontecendo. Eles demoraram um tempo para me explicar. Minha mãe tinha sofrido um acidente a caminho do trabalho para casa. Eu fui o último a saber sobre sua morte. E de alguma forma, eu fiquei feliz.




Quinze anos de idade. Eu tinha largado meus estudos temporariamente e agora vivia junto com meus avós, isso ajudou um pouco com meu estado mental. Eu adorava o ar fresco de Dakota do Norte, adorava estar longe das pessoas e sem mencionar que adorava as refeições caseiras da minha avó... eles me ajudaram muito. Eles sempre me mimaram porque eu era seus único neto e eu era grato por isso.




Eram 18:00hrs. Eu estava vestindo minha jaqueta leve e colocando minhas botas perto da porta.




- Estou indo fazer uma caminhada. Volto logo.

Eu gritei para minha avó, caminhando para fora e descendo as escadas para varanda, eu ouvi fracamente ela me gritando de volta. – Cuidado com os lobos! – O que ela me dizia todas as vezes. Embora eu já morava ali por um bom tempo, eu nunca tinha visto um lobo e estou certo que sempre que ouvia uivos era os cães do vizinho.




Por aqui sempre cheirava grama recém cortada, com um cheiro persistente de esterco de vaca, embora fosse suportável quando se acostuma. Decidi caminhar até a arvore do salgueiro e voltar, que era apenas um milha de distancia. Você podia ver todas as estrelas daqui, o céu daqui me surpreende até hoje.




Depois que cheguei na árvore, eu me inclinei contra ela, apenas ouvindo sons de grilos cantando e mariposas batendo as asas. Eu fechei meus olhos por um minuto e suspirei. Estava tão sereno aqui, eu adorei essa sensação. Eu não sei quanto tempo eu fiquei la, mas eu voltei subitamente ao meu consciente quando ouvi um rosnado. Não era um lobo... era de fato um dos cães vizinhos. Ele estava parado a poucos metros na minha frente, rosnando ferozmente para mim.




Os cães de fazenda não são sociáveis com seres humanos, eles sabem que estão lá para proteger sua propriedade. Deu uma olhada no cachorro e congelei em pânico, até que ele correu até mim. Em vez de correr como eu deveria ter feito, eu puxei os ramos da árvore tentando subir no tronco, mas sem sucesso. O cachorro pulou e agarrou minha calça, me puxando para baixo e agarrando minha perna. Eu gritei por socorro, batendo minha perna freneticamente, tentando acertar o cachorro para que eu pudesse fugir... mas isso fez que le me mordesse com mais força, rosnou mais alto rasgando minha carne.




Meus olhos estavam fechados de dor enquanto eu gritava mais alto, sentindo minha voz começar a desvanecer-se... Até que eu ouvi um grito agudo e o cão não estava mais em mim.




Eu rapidamente corri para me levantar, embora a dor na minha perna era demais para colocar pressão sobre ela. Olhei o cão deitado no chão, com ferimentos de garras sobre seu abdômen, deixando uma grande poça de sangue por baixo.




- Eu sinto muito. Você está bem?




A voz estava perto agora, embora eu nem sequer trouxe meu telefone comigo. Olhai por cima do cão e de pé do outro lado da árvore tinha uma figura diferente de tudo que eu já tinha imaginado, com a voz do menino, que me assombrava meus pesadelos por anos. Ele tinha pelo menos sete metros de altura, quase tão alto quanto a árvore, seu rosto de um preto escuro, podre e coberto a sujeira. Seus braços e pernas eram incrivelmente longos, suas mãos tinham garras de marfim longos, como unhas humanas crescidas e pingando sangue. Seu rosto contrastava seu corpo, que era branco pálido e tinha dois grandes olhos redondos, sem pálpebras, brilhando como faróis o que tornou difícil olhar diretamente para ele. Sua boca estava permanentemente se curvando em um sorriso.




Suas asas eram de um inseto, eu nem tinha notado até que ele pulou, sobrando seus longos membros e voou para cima, acima da árvore. Ele foi em cima dela, agachando, inclinando a cabeça para mim. Seus membros de desvaneceu muito bem na folhagem da árvore e simplesmente escondeu o rosto nos ramos.




-... Você precisa de ajuda?




Olhei para ele boquiaberto, para o que pareceu uma eternidade. Eu queria gritar, mas não conseguia. Minha perna tremeu e eventualmente caí de volta no cão; estremecendo com a dor na minha perna. Ele lentamente se arrastou para baixo da árvore e para o chão, chegando a tocar minha perna com a palma de sua mão podre. Não doeu quando ele tocou. De repente... Eu não tinha mais machucado.




- Eu só quero ajudá-lo. Eu sou seu anjo da guarda.




Eu sorri para ele, como se a minha boca forçasse um sorriso. Eu não queria sorrir, eu queria correr, foi ai que eu percebi o que estava do outro lado da árvore. O Sr. McClain estava lá com exatamente o mesmo sorriso que Ezequiel tinha. Seus olhos completamente brancos e brilhantes também e ele ainda tinha sangue em sua camisa, em forma de uma marca de garra grande. Olhei para o lado e vi Sammy correndo até mim, bem como abanando o rabo, lambendo minha mão com sua língua cinza e fria. Sua pele estava coberta de neve e suas orelhas estavam pretas e congeladas, seus olhos tinha a mesma luz que eles. Minha mãe saiu de trás da árvore e se aproximou de mim lentamente, com pedaços de metal afiado saindo de seu abdômem, sangue escorrendo de seu corpo. Ela sorriu para mim e acenou com a cabeça. Eu sorri de volta para ela, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto.




- Eu sei querido, Você esta em casa agora – Ela me abraçou e eu acreditei nela, Eu estava em casa.







Ezequiel olhou de volta para mim, então me pegou, voando até o topo da árvore e sentou-se ali, comigo no colo. Todo mundo desapareceu em torno de nós.




- Porque eles foram embora? – Eu consegui perguntar, incapaz de mover minha boca se tirar o sorriso, mas de alguma forma eu era capaz de falar com Ezequiel.




-Nós não precisamos deles – Ele respondeu.




Ficamos lá a noite toda, rindo de nada em particular, observando as estrelas juntos. Quando minha avó veio, gritando meu nome na outra manhã, eu olhei e tentei me levantar, mas Ezequiel segurou-me no chão.




-... Nós não precisamos deles – Ele falou com um tom mais escuro neste momento, segurando sua mão no meu pescoço - ... Fique aqui. Por favor. Nós não precisamos deles – Lutei um pouco mais, tentando gritar para minha avó, mas desta vez eu não poderia fazer som. – Você vai ficar comido. Eu sei o que é melhor para você. Eu sou seu anjo da guarda. – Ele segurou meu pescoço um pouco apertado, de repente... só... me convenci de que estava certo.




- Claro, você esta certo, Ezequiel. – Eu olhei para ele e ele apenas sorriu de volta para mim.




- Está tudo bem. Vamos lá, vamos brincar com Sammy! – Ele me colocou em suas costas e pulou como um gafanhoto, me levando para longe, em outro lugar. Eu dei uma ultima olhada para minha avó, que parecia estar ajoelhada junto à árvore, chorando por algum motivo, havia um garoto deitado ao lado dela. Eu disse adeus a ela.




---




O xerife e alguns outros oficiais estavam ao redor da grande árvore de salgueiro, um tentando acalmar a a senhora que não parava de chorar, enquanto os outros estavam dentro da fita amarela e preta de proteção;




-Os grandes arranhões no peito, muito parecido com o caso McClain, certo? E no mesmo local, Eim? – Perguntou o xerife.




- Com certeza. Temos que alertar a população sobre os lobos da região - O xerife balançou a cabeça e se aproximou para inspecionar o cão morto ao lado do corpo do rapaz. Todo mundo pareceu concordar com sua declaração, exceto por um policial.




- Mas... as garras são grandes para serem de lobos, senhor. Tem que ser outra coisa! - Ele insistiu.




- Não me diga que você é uma daquelas pessoas que realmente acredita na lenda do Salgueiro do homem morto, Diretor de Dickinson. É só lobos. - O xerife gritou de volta para ele.




- Ei, eu nunca disse que eu acreditava nessas histórias. Eu só não acho que podemos culpar os lobos por tudo - Dickinson replicou. – Esperem um minuto, meu telefone esta tocando.

Fonte:SigmaPasta

terça-feira, 9 de junho de 2015

Jogo:Mogeko Castle,O jogo Bizarro e Doentio




Criador:Mogeko.
Idioma:Português/Español/Japanese.
Engine:RPG Maker VX Ace.
Gênero:Comédia com elementos de terror.
Tradução:Mei de Zero Corpse(link do game aí no nome)

Sobre


Mogeko adversa que este jogo é recomendado para maiores de 15 anos.
(Este faixa de idade é baseada nos padrões japoneses e podem sem mais limitadas em outros países até mesmo para maiores de 18 anos.)
O jogo é muito violento e aborta conteúdo sexual, nos finais ruins e muitas outras partes.
É recomendado que não jogue o jogo se tais conteúdos lhe perturbam.

Castelo Mogeko (Mogeko Castle) é um jogo grátis de "aventura prosciutto" feito por Mogeko no RPG Maker VX Ace. Não há batalhas no jogo, e tem uma história completamente linear.

Começa com uma garota bem comum chamada Yonaka Kurai.
Toda dia quando ela volta para casa, é de trem que ela vai.
Hoje seria só mais um dia normal de sua rotina, porém com algo especial.
O seu querido irmão está finalmente voltando para casa.

Fonte:Fórum Mundo Rpg Maker

Caso Mary Bell












O nome Mary Flora Bell é uma espécie de sinônimo para crueldade infantil. É o caso mais famoso no mundo de criança com Transtorno de Personalidade Anti-Social. Tão famoso que uma Lei com o seu nome foi estabelecida na Inglaterra em 2003.






Mary Bell tinha apenas 10 anos - na verdade, um dia antes de completar 11 anos de idade - quando ela matou a primeira vez. Voltou a assassinar com 11 anos. Suas vítimas foram dois menininhos, Martin Brown de 4 anos e Brian Howe de 3 anos. Houveram outras acusações de tentativas de estrangulamento dela contra quatro meninas. A natureza cruel de seus atos e a pouca idade da garota tornaram o seu caso muito expoente, havendo as mais variadas teorias sobre sua postura social e psicológica. Seria ela um monstro ou vítima das circunstâncias?


Mary Flora Bell nasceu em 26 de maio de 1967, em Newcastle Upon Tyne, Scotswood, Inglaterra. Nascida em um lar completamente desestruturado, era filha ilegítima de Beth Bell, uma prostituta de 17 anos de idade e mentalmente perturbada, além de ser ausente. Bell nunca chegou a conhecer seu pai. Mary e seus irmãos tratavam o padrasto, Billy Bell, como tio, pois assim a mãe dela receberia auxílio do governo.


Durante a infância, Mary era constantemente humilhada pela mãe devido ao fato de urinar na cama. Betty esfregava o rosto da filha na urina e pendurava o cochão molhado ao lado de fora para todos verem. Beth também levou a filha para uma agência de adoção, mas não conseguiu que a filha fosse adotada. Beth aplicava castigos severos; nas inúmeras tentativas de se livrar de Mary, entupiu a menina de remédios fazendo com que Mary fosse parar no hospital para fazer uma lavagem de estômago. O mais perturbador para Mary era quando Beth permitia - forneceu o consentimento - que ela fosse abusada sexualmente, sendo forçada a participar dos jogos sexuais da sua mãe com os clientes diversas vezes. Isso tudo antes dela completar 5 anos de idade.


Com isso Mary desenvolveu seu passatempo favorito: maltratar animais. Além disso, ela adorava espancar suas bonequinhas e não chorava quando machucava. Aos 4 anos tentou matar um coleguinha enforcado e aos 5 presenciou sem nenhum tipo de emoção o atropelamento de um outro amiguinho. Depois que aprendeu a ler ficou incontrolável. Pichava paredes, incendiou a casa onde morava e torturava animais com maior frequência.


Norma Bell





Em 11 de maio de 1068, Mary Bell era amiga de Norma Joyce Bell de 13 anos (apesar do mesmo sobrenome, não havia parentesco entre elas); as duas brincavam com um primo de Mary, de 3 anos, em um abrigo em desuso. A criança aparentemente caiu e machucou a cabeça. No dia seguinte, três meninas de 6 anos brincavam quando foram surpreendidas por Mary e Norma. Mary aproximou-se de uma delas e apertou seu pescoço com força, Norma fugiu deixando Mary sozinha e a polícia foi chamada.Em 15 de maio os policiais conversaram com Mary e Norma.




Martin George Brown – A primeira vítima Fatal





Em 25 de maio, dois meninos procuravam pedaços de madeira em uma casa em ruínas, quando se depararam com um cadáver de menino louro; o menino era Martin George Brown, 4 anos. Ele estava deitado próximo a uma janela, com sangue e saliva escorrendo pelo rosto, eles alertaram os operários de uma construção perto dali; um dos operários tentou reanimar a criança, mas o menino já estava morto. Um dos rapazes percebeu quando Mary e Norma se dirigiam para o interior da casa, na verdade, a intenção de Mary era mostrar à amiga seu “trabalho”. Quando elas passaram por entre as tábuas que cercavam a porta, eles as fizeram ir embora.


As duas então decidiram comunicar a tia de Martin, elas disseram que uma criança havia sofrido um acidente fatal, e que acreditavam que Martin havia morrido.



Outra foto de Martin Brown



A polícia chegou ao local, e viram que Martin havia sofrido várias lesões na cabeça e não havia sinais de violência. A polícia acreditou que a causa da morte fora acidente e o caso permaneceu em aberto. A população exigiu das autoridades que se tomassem medidas para o perigo representado pelos prédios abandonados.




Prédio onde o corpo de Martin foi encontrado.



No dia 26 de maio, aniversário de Mary, ela tentou estrangular uma outra amiguinha mas o pai da menina chegou a tempo de tirar Mary Bell a bofetadas de cima da filha.


“Foda-se, nós matamos, cuidado Fanny e Faggot”- disse ela.


Em 30 de Maio, ela bateu na porta da casa dos pais de Martin George e pediu para falar com ele.


“Martin está morto querida!” disse a mãe do menino.


“Eu sei que ele está morto. Só queria vê-lo no caixão!”respondeu Mary Bell.


O comportamento de Mary perante a morte de Martin era estranho, mas ninguém ligou isso á morte misteriosa do menino.


No dia 27, segunda-feira de manhã, os professores de uma creche no final de Whitehouse Road a encontraram vandalizada. O material letivo e os produtos de limpeza estavam jogados pelo chão, e haviam bilhetes com mensagens grosseiras e confissões de assassinatos:








Um dos recados encontrados no chão da creche.







“ I murder so THAT I may come back”










“fuch of we murder watch out Fanny and Faggot”


“ we did murder Martain brown Fuck of you Bastard”





“ You are micey Becurse we murdered Martain Go Brown you Bete Look out THERE are Murders about By FANNYAND and auld Faggot you Srcews”


“ Eu mato PARA que possa voltar”


“ Foda-se, nós matamos, cuidado Fanny e Faggot”


“ Nós matamos Martain Brown , foda-se seu bastardo”


“ Vocês estão ferrados, nós matamos Martain Brown, você, Bete, procure por aí, HÁ Assassinos por FANNYE Faggot, seus idiotas” (sic)


A polícia coletou as notas ameaçadoras. Mais tarde, Mary e Norma assumiriam que elas vandalizaram a creche. Depois do episódio, a escola instalou um sistema de alarme.




Brian Howe - Segunda vítima





Brian Howe, 3 anos.


Dois meses depois, no dia 31 de julho Pat Howe procurava seu irmão, Brian de 3 anos quando Mary perguntou “Você está procurando o Brian?” e ofereceu-se para ajudar nas buscas. Mary, Pat e Norma seguiram para um terreno baldio cheio de blocos de concreto, pois Bell disse que o menino poderia estar brincando ali. O corpo de Brian foi encontrado às 23:10, Mary Bell conduziu Pat até ali para ver qual seria a sua reação.


Mary Bell estrangulou até a morte Brian Howe, de 3 anos. Além de estrangulá-lo, a pequena Mary Bell ainda fez cortes em suas pernas e furou seu abdômen marcando um M. O corpo do menino estava coberto de grama, e uma tesoura foi encontrada ao lado do corpo.




Começam as Investigações



No verão de 1968 a polícia começou a interrogar os moradores de Scots Wood, principalmente as crianças. No total, mais de 1200 crianças foram ouvidas. O primeiro ponto da polícia foi o depoimento de Norma Bell, ela disse ter estado presente quando Brian foi morto, e disse que um menino matou o garoto. Maria também disse que no dia do crime viu um menino agredindo Brian aparentemente sem motivo, ela também alegou que viu o menino com uma tesoura quebrada. Estava claro que as duas meninas haviam visto Brian sendo assassinado. Antes do enterro de Brian, os policiais interrogaram Norma novamente; dessa vez ela entregou Mary, dizendo que ela havia matado Brian e que levou ela e Pat para o local do crime.


Mary e Norma foram presas no mesmo 7 de agosto, durante a noite.



Jornal da época sobre os crimes.

Mary era uma menina inteligente, divertia-se esquivando das perguntas dos policiais. Durante o seu julgamento Mary chegou a declarar: "Eu gosto de ferir os seres vivos, animais e pessoas que são mais fracos do que eu, que não podem se defender" -, influenciando para que a mesma fosse condenada a prisão por tempo indeterminado, mediante avaliações psiquiátricas.


“Ela não demonstrou remorso, ansiedade ou lágrimas. Ela não sentiu emoção nenhuma em saber que seria presa. Nem ao menos deu um motivo para ter matado. É um caso clássico de sociopatia,” disse o psiquiatra Robert Orton em seu laudo psiquiátrico. Sociopatia e psicopatia são termos equivalentes na psiquiatria. Alguns especialistas defendem que ambos são transtornos diferentes, já outros dizem tratar da mesma coisa.


Mary e Norma foram a julgamento pelas mortes de Brian Howe e Martin George Brown no dia 5 de agosto de 1968, o julgamento durou dias. O promotor de acusação Rudolf Lyons comentou sobre o comportamento mórbido de Bell de caçoar da dor dos familiares da vítima; citou também o conhecimento de Bell sobre o estrangulamento de Brian, pois não foi publicamente comentado a causa da morte do garoto.



Juiz Cusack e Promotor Rudolf Lyons.

Peritos encontraram fibras de lã cinza nos corpos de Brian e Martin que eram compatíveis com uma blusa de lã pertencente a Mary, e fibras marrons de uma saia de Norma foram encontradas em um dos sapatos de Brian. Peritos em caligrafia também analisaram os bilhetes deixados na creche vandalizada, e eles confirmaram que Norma e Bell escreveram os recados. A promotoria culpou Mary de influenciar norma nos atos ilícitos.


O veredicto saiu em 17 de Dezembro de 1968: Norma foi inocentada de todas as acusações; Mary Bell, culpada foi condenada por assassinato em função de redução de responsabilidade. Mary Flora Bell foi enviada para a Red Bank Special Unit, uma clínica altamente segura e de certa forma confortável. Ela ficou sob os cuidados de James Dixon, que de certa forma lhe serviu como um pai. Ela também recebeu visitas da mãe, Betty; que ao perceber a aparência masculinizada de Bell disse: “Jesus Cristo, o que ainda vai ser? Primeiro assassina, agora lésbica?”





Mary Bell aos 16 anos de idade.

Em 1973, Mary foi transferida para a prisão de Moor Court Open; essa mudança provocou efeitos negativos em seu comportamento. Em 1977, Mary Bell fugiu, perdeu a “virgindade” e foi recapturada alguns dias depois. Ela afirmou que tentou engravidar, e seu companheiro vendeu sua história para os tablóides.





Bell, recapturada três dias após a sua fuga.



Liberdade




Jornal noticia a liberdade de Bell.


Mary Bell, depois de solta, aos 23 anos de idade.


O tempo passou e após muitos tratamentos e avaliações ela foi liberada em 14 de maio de 1980, com 23 anos. Teve alguns empregos que não foram bem sucedidos, em parte pela preocupação de que voltasse a transgredir, como quando arranjou emprego em uma creche. Mary então arrumou outro emprego como garçonete.





O tempo passou e após muitos tratamentos e avaliações ela foi liberada em 14 de maio de 1980, com 23 anos. Teve alguns empregos que não foram bem sucedidos, em parte pela preocupação de que voltasse a transgredir, como quando arranjou emprego em uma creche. Mary então arrumou outro emprego como garçonete. Mais tarde casou e engravidou e devido ao seu passado teve que lutar pelo direito de criar sua filha, a qual nasceu em 1984. De certa forma os anos de tratamento surtiram efeito, Mary tornou-se uma mãe amorosa.




Mary Bell já adulta.


Ela tem sua nova identidade e endereço mantidos sob sigilo pela “Ordem Mary Bell”, uma Lei criada em 21 de maio de 2003 na Inglaterra que protege a identidade de qualquer criança envolvida em procedimentos legais. Apesar disso continuou tendo problemas com a vizinhança que sempre descobria sua verdadeira identidade. Mary não se livrou de seu passado macabro. Em 2007, depois da morte da sua mãe Mary Bell aceitou ser entrevistada, pela jornalista Gitta Sereny, resultando no livro “Gritos no Vazio” que contém sua biografia escrita pela mesma jornalista. Mas o governo inglês evita a comercialização da obra, tentando mantê-la apenas nas mãos de pessoas que estudam temas ligados à psicopatia.







Acredita-se que o livro rendeu um bom dinheiro à Bell, e tanto esse dinheiro quanto o anonimato causaram controvérsias, principalmente entre os familiares de Martin e Brian.



Mãe de Martin Brown e a foto do seu filho.

As últimas notícias que se tem dela é que hoje ainda está casada, é avó e vive sob o medo da exposição.


Fonte:Psicologia Florense

Quem lembra do Edifício Joelma?


Em uma sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, um incêndio parou a cidade de São Paulo.
Aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.
Por volta das 8:50 am um funcionário ouviu um ruído de vidros sendo quebrados, proveniente de um dos escritórios do 12º andar.
Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando.
Em seguida foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia, mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede.
As cortinas se incendiaram rapidamente e o incêndio começou a se propagar pelas placas inflamáveis do forro.
O funcionário correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça.
Então ele subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor.
A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio.



Foram feitas várias viagens com os elevadores enquanto o oxigênio permitiu, salvando dessa forma muitas pessoas.
No final, uma ascensorista, na tentativa de salvar mais vidas, prosseguiu, mas como a fumaça havia piorado, ficou sem oxigênio e acabou falecendo no 20º andar.
Passados muitos anos da tragédia, o antigo Edifício Joelma foi reformado, sendo batizado com o nome de Edifício Praça a Bandeira, disponibilizando para aluguel várias salas para escritórios e empresas. No entanto pessoas que frequentam o local relatam fatos estranhos e sombrios no interior do edifício.
Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.
O saldo da tragédia foi de 191 mortos e mais de 300 feridos.





As treze almasUma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de que treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizadas em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas.
As sepulturas atraem centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas.
Ao lado das sepulturas, foi construída a "Capela das Treze Almas", onde diariamente muitos visitantes fazem suas preces agradecendo à Deus pelas graças alcançadas e também fazendo seus pedidos.



O local ficou conhecido algum tempo depois do sepultamento das 13 vítimas não identificadas do Joelma, quando pessoas ouviram gemidos e choros misteriosos.
Assustados, procuraram verificar de onde vinha aquilo, sendo que descobriram que os gemidos e choros saiam das sepulturas das 13 vítimas.
Então sabendo como morreram (queimados), foi derramada água sobre as sepulturas, sendo que em seguida os gemidos e choros cessaram.
Sabendo do ocorrido, pessoas começaram à fazer orações para as 13 almas, pedindo graças diversas.
Muitas dizem que foram atendidas, e como agradecimento colocam faixas e "placas" com mensagens de gratidão no local.
Quem visita os túmulos das "Treze Almas" no Cemitério São Pedro, sempre pode verificar a existência de um copo com água sobre cada sepultura, isso com o objetivo de tranquilizar as almas dessas vítimas do incêndio do Edifício Joelma, as quais morreram carbonizadas em um imenso calor.





Alguns relatos sobrenaturais

O Caso do Escritório de Advocacia"Em um escritório da advocacia alugado pouco tempo após a re-inauguração, uma assistente ficou até mais tarde para organizar os documentos deixados no final do expediente.
Como já era tarde da noite, e devido a existência de muitas salas ainda vazias e sem utilização, o prédio mantinha um silêncio sombrio e assustador.
Isso em conjunto com as lembranças do incêndio que ocorreu no passado, produzia um ambiente ainda mais assustador.
Em certo momento a assistente ouviu um barulho na ante-sala do escritório, como se a porta tivesse sido aberta.
Quando ela foi olhar, a porta estava fechada, como havia estado antes.
Então ela imaginou que fosse uma outra porta em outra sala do mesmo andar que havia gerado aquele ruído.
Instantes depois ela ouviu o barulho novamente, e quando se voltou, viu um vulto de uma mulher passando pela ante-sala.
Ela se assustou chegando a dar uma grito.
Foi observar novamente e não havia ninguém no local, apenas ela. Rapidametne ela pegou suas coisas, e saiu do escritório.
Quando foi trancar a porta, novamente ela viu o vulto de uma mulher no fundo do corredor, desaparecendo em seguida.
A assistente rapidamente deixou o edifício e tempos depois se demitiu, pois havia a necessidade de ficar em alguns dias até mais tarde e ela não concordou com a solicitação, temendo ver aquele vulto novamente ou algo ainda pior ".




O Caso do Motorista de Entregas"Havia chegado com minha perua Kombi no sub-solo do "Edifício Praça da Bandeira", para entrega de algumas encomendas, isso aproximamente às 20:00' horas.
Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado.
Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora.
Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua.
Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida.
Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício.
Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local".




Poderia o passado ter prejudicado o local?

EscravidãoSabe-se que na época da escravidão (séculos XVIII E XIX), o local de construção do Edifício Joelma foi onde os escravos considerados indisciplinados ou que não realizavam seus trabalhos conforme mandado, eram torturados até a morte, marcando o local com dor raiva, tristeza e sofrimento.
Devido ao extremo sofrimento acontecido no local, marcado por diversas mortes, poderia este local já estar marcado para o acontecimento de tragédias futuras?




O crime do poçoDia 23 de novembro de 1948, depois de várias denuncias do estranho desaparecimento das mulheres em uma casa da Rua Santo Antonio, nº 104, região central de São Paulo, o químico e professor Paulo Ferreira de Camargo, com 25 anos de idade, suicida-se no exato momento em que a policia retirava do poço do seu quintal os corpos de sua mãe, Benedita de Camargo, com 56 anos de idade, e de suas duas irmãs, Maria Ferreira de Camargo, 23 anos e de Cordélia Ferreira de Camargo, 19 anos, pessoas que ele havia matado há 19 dias.
“O Crime do Poço” como ficou conhecido, foi uma vingança de Paulo contra sua família que não aceitava seu romance com uma enfermeira, a qual não era mais virgem, indo totalmente contra os padrões da época, sendo um completo escândalo para a sociedade da década de 1940.
Paulo Ferreira enfrentava constantes brigas com sua mãe e irmãs, as quais eram totalmente contra seu namoro com a enfermeira.
Irritado ao extremo, arquitetou o modo como resolveria aquilo.
Mandou então que fosse construído um poço nos fundos da casa, já como parte do seu plano.
No dia 23 de novembro de 1948, Paulo se reunião com sua família para lancharem, como normalmente faziam.
De modo furtivo, Paulo colocou sonorífero no alimento de sua mãe e irmãs.
Drogadas, elas dormiram rapidamente. Em seguida Paulo peqa um revólver e efetua vários disparos contra todas elas, as quais morrem na hora.
Após o assassinato, Paulo coloca capuzes nas cabeças da vítimas, arrasta os corpos para os fundos da casa, e os joga no poço recém construído. Nos dias que se seguem, Paulo leva uma vida normal.
Passados alguns dias, as pessoas estranham o desaparecimento das três mulheres.
A polícia então visita a casa de Paulo, o qual entra em contradição, dizendo ora que sua mãe e irmãs viajaram, ora que sofreram um acidente.
Vizinhos então contam à polícia que alguns dias antes ouviram barulho de tiros e uma estranha movimentação nos fundos da casa, próximo ao novo poço.
Quando a polícia vai verificar o local, acaba encontrado a horrivel cena do crime, com os corpos dentro do poço.
Vendo que não havia mais saída, Paulo Ferreira pede para ir ao banheiro. Chegando lá, pega o revólver que havia escondido nesse local, e comete suicídio com um tiro no peito, deixando para sempre dúvidas e suposições das mais absurdas.
Paulo Ferreira de Camargo era Professor do Departamento de Química da Universidade de são Paulo, a qual se localizava naquela época na alameda Glette. Uma carreira brilhante, interrompida estupidamente.
Descobriu-se posteriormente que o Professor Paulo Ferreira fazia uso de drogas, isso talvez devido ao fácil acesso aos produtos químicos em sua profissão.
Também foi revelado por companheiros de onde lecionava, que o Professor Paulo Ferreira já apresentava à algum tempo um comportamento desiquilibrado, pois andava armado, e segundo constatado, havia efetuado disparos com seu revolver no interior do laboratório de química da faculdade.



A casa onde ocorreu o crime ficou fechada por muitos anos.

Mais tarde foi demolida e no seu terreno foi construído o Edifício Joelma, objeto de tão triste memória.


Fonte:Brasil Bizarro

sábado, 30 de maio de 2015

Slenderman Proxy: Rouge



As pessoas pouco passavam por este território, mais devido ao fato do clima ser muito frio, Isso entediava a "cão de guarda" do domínio do Slenderman. Ela não era biologicamente um cão, mas ela ganhou o nome por vigiar o perímetro,locomoves-se rastejando em suas vigílias como um lobo e se destacando por seus ataques aéreos. Ela usava um moletom vermelho e esfarrapado, com capuz; As mangas arregaçadas até os cotovelos, revelando ferimentos auto- infligidos que agora só restavam cicatrizes, em volta o pescoço ela usava um lenço cinza com a marca do circulo com um “X” dentro, significando que ela era um proxy, uma marionete viva do Homem esguio




Ela também tinha manchas em sua calça bege, pesados ​​coturnos pretos e uma máscara com horríveis atributos sombrios.Olhos pretos e vazios, um largo sorriso enigmático e manchas de sangue seco salpicado de suas vítimas anteriores, que podem causar medo e arrepio a qualquer pessoa sã. Sua característica mais destacada é suas luvas que continham afiadasgarras de metal curvadas na ponta dos dedos. Todos esses recursos contribuíram para o que ela fosse à escolhida, a mais recente Proxy do Slenderman.




Rouge se arrastava pelo mato, realizando manobras e afastando restos mortais dispersos que exalavam um odoralmiscaro, enquanto atravessava o nevoeiro muito bem acomodado. Para dizer a verdade, ela não sabia que tipo de caça a aguardava. Nenhum ser humano no perfeito juízo iria fazer uma viagem de caminhada tão cedo. A Proxy mascaradaparecia não encontrar nada de interessante para fazer nesse meio tempo. O outro ainda estava dormindo e ela estava de plantão para vigiar o terreno reivindicado. Ela escalou para cima das copas das árvores e encontrou um ramo robusto para lounge enquanto ela mantinha estreita vigilância de cima.




Quando o céu tornou-se um tom mais claro e o sol surgiu, não havia mais vida na floresta. Apenas o chilicar das cigarras e uma voz inconfundível de um ser humano

-Não, eu não encontrei Greg ainda querida. Estou tentando! Os policiais não estão ajudando muito e eu me sentiria um péssimo dono se não fizesse algo sobre isso... Já faz três semanas Kayla!




A voz pertencia a um homem adulto. Finalmente! Depois de semanas de espera por algo que vale a pena, Rougeposicionou-se como um predador, cravando suas garras de metal para o ramo enquanto ouvia atentamente de onde o som vinha. Uma vez que ela identificou a localização, ela agiu! Saltava de galho em galho dos topos das árvores, emitindo estridentes e agudos gritos como de um coiote. Uma vez que ela avistou o confuso, homem magro de meia idade que estava conversando ao telefone, suas risadas excruciantes cessou, apenas se movendo através das copas das árvores, galho em galho, fazendo com que as folhas caíssem em um ritmo acelerado. Ela continuou assustando e brincando com sua vítima.




Ao vê-lo encharcado de medo, foi o suficiente para incentivá-la o tormento contínuo. Enquanto se movia de uma árvore para outra, ela voltou com seus uivos semelhantes de um animal assustador, provocando arrepios na espinha do homem.




- Eu te ligo quando chegar, querida - Ele gaguejou quando clicou para encerrar a chamada e deixou o telefone cair no chão devido à mão tremula, tentando reunir coragem suficiente para produzir uma sentença coerente – G-Greg? ...Gregory? – Ele murmurou pateticamente, esperando que fosse seu ente querido desaparecido. Mal sabia ele que seu filho tinha sido vítima do Slenderman.




Depois de um tempo brincando com seus medos, ela parou em um galho resistente acima dele, pairando sobre ele e olhou para o homem, com seus olhos murchados, ocos e escuros. Ele podia ouvir o som abafado de respiração pesada que vinha acima dele. Ela sorriu maliciosamente por trás da máscara enigmática que obscurecia o rosto da predadora.




-Não olhe para cima... Ou você vai se arrepender.




Ela murmurou enquanto passava as pontas dos dedos com garras em seu outro braço, fazendo mais uma ferida fina que sangrava seu sangue fresco que caia pingando na cabeça do homem.
O perigo era pior do que qualquer coisa que ele já encontrou na vida. As características horríveis desta criatura quase a fezparecer tão desumana. Ele começou a gritar e tropeçou para trás quando viu o horror acima dele. Rouge se lançou para fora do galho, derrubando-o no chão com seus pés sobre seu peito e começou a cortar o seu rosto, suas garras cortando a sua carne como se fosse manteiga e torceu os braços até que eles se separaram de seu corpo.

O homem indefeso começou a chorar de dor quando ele tentou lutar contra a Proxy acima dele, mas sem sucesso. Seusgritos eram apenas música para os ouvidos ímpios quando ela usou a ponta de sua garra para penetrar através de seu olho,ligando-o e puxando a esfera para fora do soquete e cobiçado-lo antes de jogá-lo de lado e fazer o mesmo com o outro olho.




Ela continuou sua tortura, até que ele deu o seu último grito de gelar o sangue que ecoou pela floresta.




- Você não deveria se perder por aqui, estranho - A assassina riu com o homem desfigurado, morto em seu próprio líquido vermelho.

Fonte:SigmaPasta

Creepypasta Cueio-Canl Gato Galatico



O relato a seguir foi me enviado por um amigo hacker, conhecido na inter web como Cop. Não tenho noticias dele já faz um tempo.

Eu costumo hackear sites, roubar templates das páginas, descriptografar códigos e depois vender para outros hackers, que se rotulam profissionais, mas não quero entrar nesses detalhes desnecessários, eles nem sequer estão relacionados com a história. Eu só que entendam que ganho a vida com isso, hackear é uma arte e assim eu me considero um “Picasso”.

No dia 1 de abril de 2014 eu decidi trollar alguns youtubers roubando suas senhas, lendo alguns e-mails pessoais e quem sabe assistir algum vídeo privado inédito antes que qualquer outro. Eu comecei minha diversão roubando várias contas de amigos e trocando suas senhas, mas salvando tudo no bloco de notas para devolver para eles no dia seguinte.

Mas eu não estava satisfeito, queria hackear um youtubers grande o suficiente para dar um susto, mas não tão grande a ponto dele querer me processar por algum crime virtual.

Eu me arrependo dessa minha pequena ambição. Inferno!

Depois de analisar os canais que sou inscrito, vi o do Gato Galáctico e pensei:
Esse canal é uma boa, não tem tantos inscritos e com certeza deve ter backup das animações.

Então coloquei meu programa e meus códigos em ação.

Eu descobri a senha dele, e é aqui que o inferno começa, porque era uma senha obscura e macabra, eu me perguntei por que alguém colocaria uma senha dessas...
Antes que você venha a comentar “Qual era a senha?” Me desculpe, para a minha e para sua segurança é melhor não querer saber, e é obvio que ele já deve ter alterado.

Continuando... Eu estava com a conta dele em minhas mãos. Eu poderia apagar o canal dele a qualquer momento, mas primeiro decidi procurar algum vídeo privado.

Eu achei um vídeo.

O título era: “A verdade – Cueio 666”

Eu fiquei desconfortável, aquele clima de mistério. Pensei que fosse um episódio especial para o Halloween que já estava preparado, mas eu estava errado.

O episódio começa com uma tela preta sob o efeito de estáticas como em filmes antigos.
Ficou assim por pouco mais de um minuto, e após esse minuto, comecei a ouvir um choro de criança ao fundo, parecia o choro daquele gordinho presente no começo dos episódios, Mas o choro era tão baixo que não dava para notar direito.

Depois de dois minutos, o episódio ficou “normal”, até o que parece. Cueio estava em uma maca hospitalar com a cabeça enfaixada em uma clinica veterinária. Ele parecia estar em coma. O choro ainda continuava, mas foi interrompido com o ruído de uma porta se abrindo, mas depois o choro voltou um pouco mais alto. Um garoto entra na sala junto com um veterinário, e o doutor pergunta ao garoto:

- Meu jovem, tem como você explicar o que aconteceu com seu “cuieo”?

- Eu estava deitado, na cama lendo um gibi, então ele conseguiu sair da gaiola, mas acontece que a gaiola dele fica no alto da estante, ai ele pulou e caiu de “cabeçi”... Ele vai ficar bem moço?

-Sim, Vai ficar tudo bem.

O médico foi pegar a lista de resultados dos exames.

-Pobre garoto, não sabe que esse cueio talvez nunca mais acorde.

De repente um flashback aconteceu, e começou o 1º episódio “Quero Aipim!”
E foi assim por diante, até o Episódio 12º “Lembranças do Céu”, e no fim desse episódio mais um flashback aonde mostrava Cueio, na maca de barriga para cima, com a cabeça enfaixada, pra ser mais especifico, da testa pra cima, com alguns aparelhos conectados nele. Já era noite, até que eu comecei a escutar um beep contínuo, e o eletrocardiograma, mostrou que Cueio estava morto.

Após o vídeo acabar, apareceu a cara de Cueio num fundo preto, ele também estava preto com muito sangue. Eu tentava fechar a janela, mas ela não respondia até aparecer uma janela do Windows com um texto escrito em vermelho e de fundo preto... Estava escrito:

Agora que você sabe da verdade, não vou deixar você sair ileso dessa.
Meu computador desligou, mas enquanto a tela de “Encerrando” carregava, ficou de fundo a mesmo imagem do player só que vaco estava com a barriga aberta com suas tripas, preso na parede com uma faca na garganta, e o menino apenas enforcado, enquanto que o Cueio aparecia com um sorriso macabro, olhando direto pra tela. Bem, aliás, só aparecia a cara dele.

Quando meu computador desligou, eu logo tentei liga-lo novamente, mas deu tela azul.
Windows Failed. Naquele momento comecei a gritar, xinguei tudo, meu vizinho chamou a policia, já que em nossa cidade ocorrem muitos assaltos. Quando eu relaxei um pouco peguei meu celular e fui direto ao canal do Gato Galáctico e xinguei ele de tudo.

Denunciei-o, mas como sempre não dá em nada...

Agora, Gato Galáctico, se você estiver lendo ou ouvindo essa historia, preste atenção seu maldito, se eu descobrir a sua localização, eu juro que te darei um soco no meio dessa sua cara, ou quem sabe uma facada na garganta, mas isso não importa...

https://twitter.com/OGatoGalactico/status/455763244003512320/photo/1

Fonte:SigmaPasta

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Five Nights at Freddy’s: veja a aterrorizante história por trás do game

Five Nights at Freddy’s, desde que foi lançado, tem despertado a curiosidade dos jogadores sobre o seu enredo. O game em si não explica muito sobre sua história, o que deixou o restante por conta da imaginação dos jogadores, povoando a internet com todo tipo de teoria, mitos e até especulações de que a história do jogo é real? Saiba agora o que é mito e o que é verdade na história de Five Nights at Freddy’s 2.



Conheça a verdadeira história do tenebroso jogo Five Nights at Freddy's





A história verdadeira do game de terror



Em Five Nights at Freddy’s, assim como na sua sequência, Five Nights at Freddy’s 2, controlamos um personagem que aceitou o emprego para trabalhar cinco noites (são sete no segundo jogo) como vigia noturno na Freddy Fazbear’s Pizza. O trabalho consiste em verificar as câmeras de segurança. A tarefa parece simples, mas já na primeira noite, coisas estranhas começam a acontecer.


Porém, a pizzaria, que por fora parece um lugar de diversão com foco no público infantil, possui diversos rumores envolvendo sumiços de crianças e até homicídios. Todos os rumores cercam os bonecos usados para animar a pizzaria, os “animatrônicos”. Todos os rumores apontados aqui, como parte da história real do jogo, foram retirados do próprio game. Esses rumores podem ser encontrados em artigos que estão grudados nas paredes da pizzaria.Artigos nas paredes confiram os rumores de que há algo estranho na pizzaria




São quatro artigos, e cada um trata de um incidente em particular. O primeiro deles menciona o desaparecimento de duas crianças, cujos corpos nunca foram encontrados, mas o sequestrador foi localizado graças as câmeras de vigilância. As crianças porém, nunca foram localizadas e presume-se que estejam mortas.


O segundo artigo trata de uma interdição sanitária. A Freddy Fazbear’s Pizza teria sido interditada depois que alguns consumidores estariam se queixando de fortes odores de putrefação vindo dos bonecos que animam a pizzaria.


O terceiro artigo comenta o desaparecimento de mais três crianças, o que dá a entender que agora são cinco crianças desaparecidas, todas ligadas a incidentes ocorridos dentro da pizzaria Freddy Fazbear’s. Segundo o artigo, há um novo suspeito, mas a polícia nunca encontrou os corpos das crianças desaparecidas. Ainda segundo esse artigo, a Freddy Fazbear’s passa por várias dificuldades financeiras, depois dos polêmicos desaparecimentos das crianças.




                                                                         Five Nights at Freddy's





O quarto e último artigo narra o fechamento da pizzaria. Segundo o artigo, a pizzaria fechou após um ano procurando um comprador, o dono não encontrou alguém disposto a comprar o seu negócio, que faliu devido às polêmicas envolvendo o desaparecimento de crianças. No artigo, o proprietário deixa uma mensagem que parece não ter sentido: “Esses bonecos vão viver, no coração das crianças, esses bonecos vão viver”.


Algum tempo depois, misteriosamente, a pizzaria Freddy Fazbear’s reabre suas portas. O classificado de um jornal menciona o evento ao mesmo tempo em que anuncia a demanda por um vigia noturno, para trabalhar da meia noite às seis da manhã. Dentre outras informações, o anúncio descreve o salário mas deixa um aviso de que o empregador “Não assumirá a responsabilidade por lesões e desmembramentos”.


Assim se inicia um dos jogos indie de terror mais divertidos da atualidade. Mas a história de Five Nights at Freddy’s não acaba com esta breve introdução. Durante o primeiro jogo, um personagem obscuro, uma pessoa que conversa com você pelo telefone, dá dicas e mencionando eventos anteriores a contratação do novo vigia. Esse personagem também aparece em Five Nights at Freddy’s 2.


Five Nights at Freddy’s 2


Os animatrônicos estão possuídos por alguma “coisa”



Há quatro bonecos animados em Five Nights at Freddy’s: Freddy (o urso), Bonnie (o coelho) Chica (a galinha) e a raposa Foxy. No segundo jogo são seis animatrônicos, os três do primeiro jogo (Freddy, Bonnie e Chica) e mais três bonecos novos: Puppet, Ballon Boy e Mangle.


Os animatrônicos são bonecos animados através de motores elétricos, capazes de se movimentar sozinhos e com grande complexidade de movimentos. Na história do jogo, eles são usados para servir os clientes da pizzaria, e animar o ambiente através de brincadeiras e shows.


Entretanto, o jogo não explica se por mau funcionamento ou algum outro motivo, esses robôs começaram a importunar os clientes. Mas segundo o próprio criador do jogo, que confirmou, via twitter, que os bonecos do jogo são mal assombrados.




próprio criador do jogo confirma que os bonecos são mal assombrados


A “Mordida de 87″



A “mordida de 87″ é um incidente ocorrido na pizzaria Freddy Fazbear’s em 1987. Quem menciona este evento pela primeira vez é o “Phone Guy”, a pessoa que fala pelo telefone em ambos os jogos. Os detalhes deste incidente macabro, são contados em Five Nights at Freddy’s 2.


Neste incidente, que custou a reputação da pizzaria, um dos clientes foi atacado e mordido por um dos animatrônicos. Os detalhes do ataque não são mencionados, apenas o estado em que a vítima ficou, sem partes do rosto e do cérebro.

A Pizzaria Freddy Fazbear realmente existe?



Com um enredo cheio de lacunas e dando margem a imaginação dos jogadores, não demorou muito para a internet ser inundada com teorias sobre o jogo. A mais descabida é que a pizzaria existe de verdade.

Rumor de que a pizzaria era verdadeira se espalhou rapidamente na internet


Esse rumor ganhou força no mês seguinte ao lançamento do primeiro jogo, quando os jogadores foram buscar informações sobre o mesmo. Ao pesquisar no site da Google, um dos resultados aponta para um local no Google Maps, chamado Freddy Fazbear’s Pizzaria.


Segundo o Google Maps, a pizzaria macabra estaria localizada nos Estados Unidos, mais precisamente na cidade de Hurricane, estado de Utah. Obviamente tudo não passa de uma brincadeira. Alguém marcou o local no Google Maps e adicionou fotos falsas, todas já foram apagadas.


Teorias e conspirações dos jogadores



Como o próprio criador do jogo, Scott Cawton, comentou, o restante da história fica a cargo do jogador. Há muitas teorias sobre o que realmente aconteceu na pizzaria. A mais forte delas é que os próprios animatrônicos foram os responsáveis pelo desaparecimento das crianças e que eles teriam destruído as evidências.

Novos bonecos são um dos destaques de Five Nights at Freddy’s 2

Outra teoria supõe que os animatrônicos confundem os seres humanos com versões de deles, mas o revestimento exterior. Assim, eles tentam colocar os humanos dentro de carcaças de outros animatrônicos.




Não há como confirmar nenhuma delas, já que o restante da história é quase interpretativa, ou seja, depende de cada jogador. Ainda assim, Five Nights at Freddy’s é um jogo cheio de segredos e os jogadores não veem a hora de colocar as mãos no terceiro jogo para descobrir mais sobre o mistério dessa pizzaria macabra.


Fonte:Techtudo

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Piloto Automático


Já esqueceu o celular alguma vez? 
Quando foi que percebeu que o havia esquecido? Creio que simplesmente não bateu com a mão na cabeça e exclamou “droga” do nada. A percepção provavelmente não veio de maneira espontânea. Seria mais provável que você, ao checar o próprio bolso, encontrou-se momentaneamente confuso por não haver algo ali. Então, mentalmente, refaria todos os passos do dia.
Merda.
No meu caso, o alarme do celular acordou-me como sempre, mas percebi, de antemão, que a bateria estava mais baixa do que esperava. Era um celular novo, e eu tinha esse hábito ridículo de deixar os aplicativos ativos, consumindo bateria noite adentro. Então o coloquei no carregador por um momento, e fui para o banho. Isso foi apenas um pequeno acaso, nada além disso. E, durante o banho, meu cérebro voltara à rotina matinal.
Esquecido.
Não era como se estivesse sendo desatencioso, pois conforme pesquisei depois, isto é reconhecido como uma função normal do cérebro. Explicando melhor, os neurônios não funcionam com simplesmente “um nível”, mas sim vários. Como, por exemplo, quando você não precisa pensar em locomover as pernas para que elas se movimentem normalmente.
Não estive pensando na minha respiração, mas sim se deveria pegar um copo de café no caminho para o trabalho (o que acabei fazendo). Não estive pensando em mover o café pelos meus intestinos, mas sim se conseguiria acabar a tempo de buscar a minha filha Emily na creche depois do trabalho, ou se me atrasaria e tivesse de pagar a multa pela hora extra. Enfim, o que quero dizer é que existe um nível do cérebro que lida com a rotina, para que todo o resto possa se preocupar com as outras coisas.
Pense sobre isso. Pense sobre a última vez que dirigiu para o trabalho. Você consegue se lembrar de todos os detalhes? A maioria dessas memórias se torna opaca, emergidas em algo comum, tornando-se difícil lembrar-se de algo em específico. Faça qualquer coisa regularmente, todos os dias, e isso se transformará em rotina. Continue fazendo e, eventualmente, o cérebro não o processará como uma condição pensante, mas sim o realocará para o nível em que lida com a rotina. Seu cérebro continua perpetrando isto sem sequer pensar sobre. Consequentemente, você pensa em sua ida ao trabalho da mesma forma que pensa em suas pernas se movendo enquanto anda. Ou seja, não pensa.
A maioria das pessoas chama isto de piloto automático. Mas há um perigo aí, pois se houver uma quebra na rotina, a sua habilidade de lembrar-se, ou perceber algo, é tão ruim quanto à habilidade de fazer o cérebro parar de pensar no modo rotina. Minha habilidade para lembrar-me do celular em cima do meu balcão é a mesma que a minha habilidade em impedir que o meu cérebro entre no modo “rotina matinal”, do qual me diria, erroneamente, que o celular estaria no meu bolso. Mas eu não detive o meu cérebro de entrar no modo rotina. Simplesmente fui tomar meu banho, como normalmente o faria. A rotina começou. A exceção foi esquecida.
Piloto automático: ligado.
Assim, meu cérebro estava de volta à rotina. Tomei banho. Barbeei-me. O rádio transmitia as condições do tempo. Dei a Emily o seu café da manhã e levei-a até o carro (ela estava adorável, reclamando sobre o “sol malvado” da manhã que atrapalhava o seu cochilo durante o caminho para a creche) e saí. Isso era a minha rotina. Não importava que o meu celular estivesse no balcão, carregando as baterias silenciosamente. Meu cérebro estava no modo rotina e na minha rotina o meu celular estava na meu bolso. É por isto que esqueci o celular. Não foi desatenção. Nem negligência. E sim nada mais do que o meu cérebro entrando em modo rotina e sobrescrevendo a exceção.
Piloto automático: ligado.
Eu saí para o trabalho. Era um dia quente e o sol estava escaldante antes mesmo do meu traidor e absente celular acordar-me. A direção estava ardente ao toque quando entrei no carro. Acho que ouvi Emily trocar de lado no assento, alocando-se atrás do meu para escapar da luz do sol. Segui com a minha rotina. Fui para o trabalho. Submeti o relatório. Compareci a reunião. Não foi até que parei para tomar um rápido café, e colocar a mão no bolso para pegar o meu celular, que a ilusão estilhaçou-se diante de meus olhos. Refiz mentalmente os meus passos. Lembrava-me da bateria fraca. Lembrava-me de colocá-lo para carregar. E me lembrava de deixá-lo.
Meu celular estava no balcão.
Piloto automático: desligado.
De novo, é aí que se encontra o perigo. Até que você tenha esse momento – onde tenta pegar o celular e a ilusão desaparece – essa parte do cérebro continua em modo de rotina. Não há razões para questionar os fatos, é por isto que é uma rotina. Fricção da repetição. Não é como se alguém poderia lhe perguntar: “Por que você não se lembrou do seu celular? Isso não lhe ocorreu? Como você pôde esquecer? Você deve ter sido negligente”; pois isto sairia do ponto.
Meu cérebro me dizia que a rotina estava completamente normal, com exceção ao fato de que não estava. Não é que eu havia esquecido o celular. De acordo com o meu cérebro, de acordo com a rotina, meu celular estava comigo. “Por que eu iria questionar isto?” “Por que eu deveria checar?” “Como iria me lembrar, absolutamente do nada, que o meu celular estava no balcão?” Meu cérebro permanecia ligado no modo rotina, e no modo rotina o meu celular continuava no bolso.
O dia alongou-se. E a manhã deu espaço para o calor implacável da tarde. O asfalto borbulhava, e o pavimento parecia prestes a quebrar-se sob os raios de sol. As pessoas trocavam os seus cafés por drinks gelados. As jaquetas, guardadas. Cachecóis, enrolados. Gravadas, afrouxadas. Testas, esfregadas. Os parques gradualmente encheram-se com pessoas se bronzeando e assando churrascos. Janelas dilatavam com o calor. O termômetro continuava a subir... Graças a Deus pelo ar-condicionado do escritório.
Mas, como sempre, a fornalha do dia dissipou-se, dando lugar ao frescor do anoitecer. Outro dia, outro dólar. Ainda amaldiçoando-me por ter esquecido o celular, dirigi para casa. O calor havia transformado o interior do carro em um forno, trazendo um cheiro horrível de algum lugar. Quando cheguei à garagem, e as pedras do asfalto esmagaram-se confortavelmente sob os pneus, minha esposa cumprimentou-me da porta.
“Onde está Emily?”
Porra.
Não bastasse o meu celular, depois de tudo, ainda esqueci-me de buscar Emily na porcaria da creche. Imediatamente dirigi de volta para o local. Enquanto caminhava até a porta, comecei a praticar as minhas desculpas, me perguntando, em vão, se conseguiria escapar de pagar o tempo extra. Vi um pedaço de papel preso à porta.
“Em razão do vandalismo ocorrido durante a noite passada, por favor, solicitamos que utilize a porta ao lado. Apenas por hoje”.
Noite passada? O que? A porta estava bem esta manh-.
Paralisei. Meus joelhos tremiam.
Vândalos. Uma mudança na rotina.
Meu telefone estava no balcão.
Não estive aqui esta manhã.
Passei direto porque estava bebendo meu café. Eu não deixei Emily aqui.
Meu telefone estava no balcão.
Ela se moveu no assento. Eu não podia vê-la no retrovisor.
Meu telefone estava no balcão.
Ela adormeceu. Não disse uma palavra quando eu passei em frente à creche.
Meu telefone estava no balcão.
Ela mudou a rotina.
Meu telefone estava no balcão.
Nove horas. O carro. O sol quente. Sem ar. Sem água. Sem energia. Sem ajuda. O calor. Uma direção muito quente ao toque.
Aquele cheiro.
Andei até a porta do carro. Entorpecido. Em choque.
Abri a porta.
Meu telefone estava no balcão e a minha filha estava morta.
Piloto automático: desligado. 

sábado, 4 de abril de 2015

League Of Legends Creepypasta



Antes de ler isso, eu só quero esclarecer que esse post não é um ataque ao sistema de honra do League of Legends; é mais uma afirmação pessoal.
Meu jogo Crashou na metade de uma partida há dois dias. Como estava me sentindo cansado, fui dormir. 
Quando eu loguei hoje, eu percebi que eu tinha recebido uma honra, mais especificamente a de "Oponente Honrado". Eu achava originalmente que fosse apenas um Bug Splat, mas o fato que eu recebi honra nesse jogo era estranho para mim. Eu não conseguia me lembrar direito do jogo, já que foi bem curto, mas por sorte, eu tinha a gravação da partida no meu LolReplay, mesmo sem a partida aparecer para mim no histórico.
Eu joguei de Nocturne jungle nessa partida, como costumo jogar, e estava com uma build normal, lá para uns 15 minutos, o que era uma Pedra Espiritual, Botas da Mobilidade, duas Espadas Longas e algumas poções, até o ponto em que meu jogo fechou.




Enquanto eu estava assistindo, eu percebi algo estranho no jogo. O jungler inimigo nunca se conectou. Na tela de carregar, o nome dele nunca apareceu. "O nome deve estar em outra língua, e deve ter bugado", eu pensei. Mas depois do jogo carregar, eu vi que ele simplesmente não tinha nome. Mais estranho ainda, ele também era um Nocturne. Desde o começo, ele ficou parado na base.
Eu também posso descrever a você o que aconteceu durante o jogo. Nós começamos normalmente, eu fiz meu trabalho normal na jungle, mas ninguém morreu nos 15 primeiros minutos. Todos estavam com um bom nível e farmando razoavelmente, com todos os jogadores nos níveis de 6 a 10, exceto, obviamente, pelo Nocturne inimigo. 
Eram 15:13 quando eu ultei para pegar o que me parecia uma kill garantida na Soraka inimiga. Foi quando o jogo Crashou, ou quando eu pensei que tinha crashado. Meu LolRecorder pensou ao contrario.
No replay, minha tela travou por aproximadamente 10 segundos depois de eu ultar nela, com tudo congelado no lugar. Quando eu estava jogando o jogo, foi durante essa glitch que meu jogo fechou. Mas, no replay, mostrou todos nós jogando. Isso REALMENTE me assustou, mas eu continuei assistindo. Aparentemente, meu "Personagem" conseguiu matar a Soraka, voltou base e continuou na jungle. Foi quando eu ouvi a mensagem "Um invocador foi reconectado". O jungler sem nome do time inimigo voltou e começou a jogar normalmente. Eu me sentia apreensivo assistindo-o.
As outras lanes se mantinham normais, e não demorou muito tempo para eu descobrir a próxima esquisitice. A Soraka que "eu" tinha matado nunca deu respawn. Quando eu apertei TAB para ver o contador, não havia numero algum. Ela apenas ficou morta. "Um aliado foi eliminado." Desta vez uma pessoa no meu time morreu, e foi o Nocturne inimigo que o matou. Ele jamais deu respawn também. Eu fiquei congelado na minha cadeira, assistindo-os morrer, um por um, deixando, em cada morte, uma má sensação em mim.
O Nocturne que eu estava "Supostamente" jogando fez tudo que eu faria, o que me assustava ainda mais. Era como se eu ainda estivesse jogando a partida. Depois que algum jogador morria, ele não voltava ao jogo. Eu quase infartava quando via meu personagem com pouca vida, a ponto de cair da cadeira. Eu não sei explicar por que, mas é uma sensação horrível saber que se o seu personagem morrer, ele não volta. Eu não parava de dizer para mim mesmo que era um glitch, mas o que aconteceu depois, eu achei difícil de acreditar.
Haviam apenas 3 pessoas sobrando. Eu, o Nocturne sem nome, e o mid laner inimigo, a Diana. Nesse ponto, meus olhos estavam grudados na tela, e eu não conseguia parar de assistir enquanto meu personagem caçava ela. Essa foi a morte que mais me chocou. Meu personagem ultou nela, como eu teria feito, e pulou nela nos fantasmas da jungle. Quando meu personagem chegou lá, eu vi o Nocturne inimigo parado na passagem do red buff deles... Ele... apenas ficou parado e assistiu meu Nocturne massacrar a Diana inimiga...
Apos a morte dela, tudo ficou parado.
Os minions não se moviam, os projeteis estavam congelados, junto do meu personagem. Tudo estava parado exceto pelo jungler sem nome. Ele andou na minha direção e pausou por um segundo. O timer da gravação ainda estava andando, como se a partida não estivesse parada. Eu não tinha visto o chat. Eu lembro meus dedos tremendo após abrir o chat.
O jungler sem nome inimigo estava digitando a partida inteira depois do meu jogo crashar. Tudo que ele dizia, repetidamente, a cada minuto era "MORTE" até eu ter matado a Diana. Eu senti meu coração parar. quando li essas palavras, decoradas na minha tela. O que ele falou depois foi de gelar a espinha.
"Obrigado pela sua assistencia"
E foi assim que o jogo acabou. Nenhum nexus foi destruído, nenhuma votação de surrender aconteceu. O jogo simplesmente acabou. Traumatizado pelo que vi, eu imediatamente pesquisei o nome de todos no jogo. Vi ,então, que nenhum deles jogou outro jogo depois dessa. Ainda procuro a cada minuto, torcendo para que um deles entre em um jogo. Eu realmente não seu o que aconteceu com essas pessoas, e eu não quero saber.
Eu deletei a gravação do meu computador. Eu não quero nunca mais a ver.
A mensagem de "Oponente Honrado" na minha tela apos logar ainda me assusta. Eu nunca me senti tão mal.


Fonte:SigmaTerror #CreepyArmy