domingo, 13 de abril de 2014

A mais bela criatura

A criatura mais linda que eu já vi parecia nunca fechar as cortinas do seu quarto ao lado. Ela só se mudou há uma semana, mas era difícil não notar uma garota como ela. Eu acho que ela nunca tinha mevisto, mas acho que isso só tornou tudo muito mais interessante. 
Ela era jovem e magra, de pele tão branca quanto o inverno, e ela tinha um lindo cabelo de cor carmesim.Eu gostava de vê-la dançar todas as noites, e o cabelo dela incendiando o ar com cadamergulho e giroFiquei fascinada imediatamente, pegando todos os movimentos que eu podia veratráves daquele portal de vidro. Algumas noites ela dançava, e em outras ela apenas se sentava em sua mesa, às vezes falando em seu celular a noite toda. Isso durou até o fim do mês, quando eu vi o assassinato da primeira pessoa.
Era uma garota da escola, ela estava entusiasmada para entrar de cabeça no mundo das drogas"legais", ela era rejeitada por todos, mas não por ela. Era a vítima perfeitaEla sempre fez as coisas de modo perfeito. Foi a primeira noite que ela acendeu a luz tão cedoEla segurava um marcador de prata que combinado com a escuridão que logo começou a brilhar um vermelho escarlate. Não houve gritosnão havia nenhum somDeve ter durado apenas alguns segundos, mas parecia ter durado horas enquanto eu observava. Era espetacular.
Quando ela finalmente terminou, ela olhou pela janela e me olhou. Seu rosto, seu lindo rostofoi cuidadosamente revestido por uma camada de sangue fresco. Ela tinha o mais lindo sorriso, e os olhos mais sedutores e selvagens. Ela cruzou a linha do mais profundo e pecado mais obscuro. Meu Deus, como ela era linda. Seu cabelo vermelho caia tão graciosamente em seu rosto como um anjo caído.
Os próximos três iam e vinham da mesma formaum jogador de futebol bêbado, um ator de teatro recluso e uma garota gótica - todos eles eram os artistas desse maravilhoso show que ela fazia para mim durante todo o ano. Ela a convidou para o seu quarto, como uma velha amiga para falar dasúltimas fofocasEntão eu vi, o momento que eu sempre esperavaum sorriso insinuou em seus lábios.Ela sempre apagava as luzes para matar, o olhar em seu rosto lindo enquanto ela tirava suas vidas. Eu quase podia sentir o êxtase que ela deve ter sentido.
Um dia, eu finalmente tive a coragem de ir conhecê-la ou, talvez se juntar no seu show. Se eu estava realmente com sortetalvez eu pudesse ser a única a inspirar aquele sorriso terrivelmente sedutor.Comprei algumas roupas, um perfume caro. Eu até repintei meu cabelo de loiro, esperando que eu pudesse faze-lo brilhar como a dela. Mas naquela manhã recebi a pior notícia de todas.
Meus pais me disseram que estavamos nos mudando. Eles estavam temendo por mim, já que muitos adolescentes tinham desaparecido recentemente. Tentei contestar, mas o que eu posso fazer? Se eu falar para eles sobre a garota da minha janelaeu nunca mais a veria. Eles me mandaram embora imediatamente para ficar com um amigo da famíliaFoi difícil, eu fiquei tão triste por não estar no meu quarto novamente, para vê-la dançar para mim uma última vez.
Eu iria ficar muito triste sem ter meu espelho na parede. Quando eu saí da enfermaria, o meu médicorecomendou que eu o colocasse ao lado da minha cama, como uma janela. Eu pensei que isso seria estranho no começo, mas logo eu esqueci que estava lá. Desde que ele estava lá, no meu quarto,parecia que eu estava ao lado da mais bela criatura que eu já vi.


fonte: http://www.creepypasta.com/the-most-beautiful-creature/

sábado, 12 de abril de 2014

Eeeeeeeee !!
Hoje é dia de Historinha dos Leitores, e enviaram duas historinhas pra mim, duas ótimas historinhas, que, mesmo sem título não deixam de ser muito bem escritas.Boa Leitura


Historinha dos Leitores 01:
Nos anos 80, um garoto inglês de apenas 8 anos,após voltar da igreja, o pediu para os pais para ir numa loja de brinquedos que tinha no caminho, a loja era uma casa de madeira gigante e também muito velha, os pais disseram ao filho que podia escolher um brinquedo, então o filho apontou para uma boneca, das mais altas prateleiras da loja, o dono explicou que era uma boneca de porcelana antiga, de 1 metro de altura, já com os olhos arrancados e um vestido azul desbotado, mesmo assim, o menino insistiu que queria a boneca, os pais acharam estranha a atitude dos garotos, mas compraram. O vendedor advertiu que era a boneca da falecida filha dele, que morreu misteriosamente após 3 meses de ter tido contato com a boneca, ele falou que a filha era meio perturbada e numa noite chuvosa, arrancou os olhos da boneca e jogou-a debaixo da cama, na manhã seguinte, amanheceu morta.Quando chegaram em casa, naquela nebulosa tarde, o garoto pegou sua boneca e subiu para o quarto, duas horas depois, o filho se despediu dos pais e disse que ia dormir mais cedo, nada de incomum. Na manhã seguinte havia um bolor estranho na parede principal da casa, eles não se incomodaram muito, após o filho voltar da escola, aquela mesma cena se repetiu, ir para cama sem jantar.Um mês depois, os pais notaram que o filho estava mais pálido e quieto, então leveram ao médico, ele recomendou que os pais passassem mais tempo com o filho. No outro dia, quando o filho voltou da escola, os pais haviam trancado a porta do seu quarto com a boneca dentro, o filho vendo isso, abaixou a cabeça e disse "Eu quero brincar com a minha boneca!" os pais ignoraram o pedido, o filho então gritou "EU VOU BRINCAR COM A MINHA BONECA!!" e nesse exato momento, o lustre de velas caio e quase atingiu sua mãe.Os pais, ambos assustados, abriram o quarto do garoto,dois meses depois e os pais não conseguiam separar aquela boneca dele.Os pais começaram a notar comportamentos mais estranhos ainda no garoto, seus olhos estavam ficando pretos, toda vez que o garoto andava, via-se a sombra de uma pequena criança ao seu lado, quando passava por espelhos, surgiam misteriosas mãos.Os pais já enlouquecidos, chamaram um padre para ver se conseguia fazer algo pelo seu filho, naquele mesmo dia fazia 3 meses que o garoto ganhou a boneca, quando o padre chegou, chamaram-lhe e ele desceu com sua boneca no colo.O garoto deixou sua boneca em pé, ao seu lado, o padre perguntou se havia alguma coisa que ele queria lhe contar, nesse momento, ouviu-se um sussurro vindo da boneca que dizia "Mate todos! Ai poderemos brincar para sempre!" nesse momento, o garoto abaixou a cabeça e mãos começaram a bater nas portas e janelas, de todos os lugares.O padre os os pais muitos aterrorizados, juntaram-se no centro da sala, logo os vidros trincaram e as luzes se apagaram, ninguém sabe o que aconteceu depois disso, só acharam o corpo dos pais e do padre ensanguentados, sem os olhos e com um escrito de sangue dizendo "Você será o próximo! Minhas mãos procuraram dia e noite, até segurar os seus olhos eternamente!" 
Autora:
Camila Schastai


Historinha dos leitores 02
Nota do jornal local:
" O corpo do jovem Tomas M**, de 19 anos, foi encontrado essa manhã por agentes da polícia. Seu desaparecimento foi informado por sua mãe havia dois dias. Ele se encontrava em sua antiga residência, na rua *** número ***, o qual encontrava-se interditada pela polícia para investigação de um crime anterior. O corpo foi encontrado sentado no chão da sala, apresentava duas facas de caça, uma em cada mão, curiosamente limpas e relativamente novas.
O laudo do Iml acusa uma overdose de heroína. Sua mãe alega não saber do uso de entorpecentes pelo filho. Tudo indica um suicídio, uma vez que fora encontrado um bilhete ao lado do corpo do jovem.
" Querida mãe, sinto muito por este meu ato tão extremo, sei que você nunca irá compreender completamente, mas espero que me perdoe e acredite em mim. Preciso fazer isso e não esconderei nenhum dos meus motivos aqui. Diga ao idiota do meu pai que morri sem gostar dele.
Lembro que Ana ficou encantada com a árvore nos fundos da casa e de ter me pedido para pôr um balanço lá. Eu deveria ter feito isso...eu deveria ter feito tudo para ela.
Comecei a descer as escadas, ela me seguia e puxava a minha camisa. Chorava muito.

Desejamos a família muita paz neste momento."
Bilhete de Tomas:
Como vc sabe, nossas vidas mudaram bruscamente de um dia para o outro. Lembro claramente das lágrimas nos seus olhos quando veio me contar que meu pai iria sair de casa, que ele tinha um caso com aquela secretária cafona dele e que a vadia estava grávida. E ele realmente saiu para nunca mais mostrar a cara para a gente de novo. Lembro dos nossos bens congelados por causa do processo e da pensão ridícula que ele pagava. Nós falimos por causa daquele idiota, vc não teve culpa mamãe, por favor não carregue isso.
Por causa do pouco dinheiro vendemos nossa antiga casa e nos mudamos para uma menor, mais afastada. Mas ali poderíamos começar uma vida nova. Eu, você e Ana. Lembra o quão nova ela era? Tinha apenas oito anos, lembra? Sentia orgulho de minha irmãzinha por ela não chorar muito e por nunca ter reclamado. Ela sempre ficava feliz com coisas poucas e bobas. Normal de criança, né? Nossa casa "nova" era um lixo, com todo o glamour que ela poderia oferecer. As paredes eram velhas e descascadas, tudo em todo canto ou estava com defeito ou ia ficar, todo o percurso do chão rangia e era muito mal iluminada. Mas era o que podíamos ter.
Você começou um emprego novo de vendedora de porta em porta, e, fora isso, afundou na depressão dos remédios e álcool. Quando estava em casa estava dormindo, e quando não estava gostaria de estar. Não se culpe, eu e Ana nunca te culpamos, isso foi uma reação normal por 25 anos de casamento sendo jogado fora na sua cara. Você só precisava de tempo.
Tudo começou logo depois da primeira semana que nos mudamos. Eu dormia quando escutei batidas leves, mas desesperadas na minha porta. Acordei e fui abrir. Ana estava ali, com seu gato de pelúcia na mão e chupando o dedão da outra.
- Maninho, posso dormir com vc? Estou com medo.
Deixei ela entrar sem questionar. Afinal, ela era pequena, estávamos em uma casa nova e isso devia ser assustador para ela. Mas isso começou a se repetir, noite após noite, até eu começar a achar aquilo muito irritante. Uma noite, quando ela se deitou na cama, decidi conversar com ela, para ver se acabava com isso. "Do que vc tem medo - perguntei - do quarto novo?". Ela me olhou com aqueles olhos enormes e azuis (ela era tão lindinha, lembra? Sempre pensava no trabalho que ela ia me dar quando crescesse).
-Não, eu tenho medo do Vovô Ed.
Aquela resposta me deu calafrios e decidi deixar ela dormir antes de acabar com a conversa. No dia seguinte, ela estava no jardim, embaixo da árvore e fui falar com ela.
-Aninha, quem é o Vovô Ed?
Ela me respondeu baixinho, quase num sussurro.
-Ele não gosta que fale dele.
-Mas, vc pode falar para mim - retruquei- eu defendo vc.
-Eu sei, ele não gosta de vc. Acho que tem até medo. Fala que vc é muito velho e muito forte. Por isso eu durmo com vc. Lá ele não pode me pegar.
- E a mamãe? Ela também não é muito velha e forte?
- Não, a mamãe é fraca, ela toma coisas que a deixam muito fraquinha. Ela não me escuta bater.
Na hora fiquei entre o achar graça e o me preocupar, o fato dela falar que o tal Vovô Ed tinha medo de mim me divertia, mas a seriedade com que ela falava me preocupava, ela parecia realmente assustada. E como, diabos, ela sabia dos vícios da mamãe? Ela continuou.
- Ele morava aqui antes, sabe maninho, antes da gente. E ele adora criancinhas. Realmente adora. Ele fala que somos criaturinhas deliciosas.
Aquilo me fez gelar e me deu uma sensação de náuseas. Até que ponto vai a imaginação de uma criança? Estava certo que ela estava passando por muitas mudanças, isso com certeza abala qualquer um... Mas uma coisa assim já era demais. Era uma coisa assustadora. Decidi que iria deixar Ana dormir comigo por mais um tempo e procurar o psicólogo do colégio para conversar sobre o que fazer. Toda noite, então, era a mesma coisa.
-Maninho, posso dormir com vc?
Com o tempo, procurei mesmo o psicólogo da escola dela e marquei uma sessão. Levei ela até a sala dele, um cara simpático, e a deixei lá enquanto lia uma revista no corredor. Eles conversaram por quase duas horas e depois ele pediu para falar comigo.
-Tomas - ele disse - sua irmã apresenta um quadro normal de medo. Ela me contou sobre o seu pai, sobre sua mãe e a casa nova. Ela é apenas uma criança, não sabe canalizar o abandono de seu pai e as mudanças de atitude de sua mãe. Muito provavelmente por isso ela inventou um "ser", o tal do Vovô Ed, que por acaso só vc consegue combater. Isso reflete o medo que ela tem de ser abandonada por vc também, o que é extremamente natural. O que vc tem que fazer é mostrar para ela que vc não vai abandona-la e que esse ser não existe.
Relaxei ao ouvir essas palavras, afinal, ele era um especialista, certo? Agradeci e já ia embora quando vi um desenho em cima da mesa. Era inquietante e nojento. Tinha o formato de um rosto, mas havia rabiscos negros em certas partes, como se ali faltasse pele, os cabelos eram poucos em um couro cabeludo enrugado e cheio de feridas, sorria debilmente e isso mostrava a falta de muitos dentes. Os olhos eram incompletos, como se tivessem sido comidos. Pensei que minha irmãzinha tinha uma puta imaginação macabra.
Fomos para casa e decidi botar os conselhos do psicólogo em prática. Levei Ana para o quarto dela e mostrei que não havia nada de anormal ali, abri armários, levantei a cama. Fiz um verdadeiro teatro. Mas ela não parecia convencida, e naquela noite:
-Maninho, posso dormir com vc?
Tentei ignorar, mas comecei a ouvir o choro forte dela e as batias mais desesperadas.
- Por favor, maninho, por favor, ele quer me pegar, sei que quer. Não quero ir com ele. Ele vai me prender aqui com todos os outros.
Abri a porta.
-Que outros, Aninha?
-As outras criancinhas que ele pegou, maninho, vc não escuta elas chorarem?
Fiquei de coração partido e deixei ela entrar.
Mas tomei a decisão de que aquilo devia parar de um vez. Ana precisava aprender a dormir sozinha, e, Deus sabe o quanto eu estava cansado e irritado por acordar toda noite. Marquei então com uns amigos de ir à uma festa e de lá ir dormir na casa de um deles. Quando começou a escurecer, comecei me arrumar e vi Ana parada em minha porta.
-Vc vai sair, maninho?
-Vou.
-Mas vc vai voltar, não vai?
-Por favor, maninho, diz que vc vai voltar.
-Vou.- menti, olhei para a carinha dela, seu rostinho inchado do choro, os cabelinhos curtos e desgrenhados. - Me espera, tá?
E fui embora.
Na manhã seguinte, quando cheguei em casa havia viaturas e policiais em minha porta. Tentei entrar mas eles me barraram, e então eu vi eles retirando uma maca coberta, num formato pequenininho. Senti uma vertigem e desmaiei.
Quando acordei estava em um hospital e me contaram o que eu já sabia, que minha irmãzinha de alguma forma havia sido assassinada. Suspeitavam que alguém poderia ter entrado pela janela a noite, e como minha mãe estava dopada, nada ouviu. Pedi para ver o corpinho dela, mas me desaconselharam. Insisti.
Ela estava deitada nua naquelas macas de metal, seu rosto retorcido e inchado demonstrava o pavor que ela havia sentido. Ela apresentava marcas de mordidas e pedaços de carne faltavam em todo o corpo. Cortes e arranhões também se espalhavam. Havia uma marca roxa em volta de seu pescocinho. Alguém havia estrangulado e, literalmente, comido pedaços da minha irmãzinha. E eu sabia quem havia sido.
Saí de lá e fui direto para a biblioteca confirmar o que eu já sabia, a minha casa, na década de 50, havia sido de um tal de Edmund K***, um senhor acusado de raptar e assassinar crianças da região, mas nunca haviam achado provas e ele não foi condenado. Morreu na própria casa e seu corpo só foi descoberto pelo mal cheiro que tomou a região.
Lembrei do rosto de minha irmã quando fui embora naquela noite e tomei uma decisão, a mais calma e fria da minha vida.
Comprei duas facas de caça, bem resistente e fortes do mesmo homem que comprei uma dose absurda de heroína, pensei em um jeito que eu não ficasse debilitado após a morte. Fui para casa.
"Ele não gosta de vc. Acho que tem até medo"
" E ele adora criancinhas. Realmente adora. Ele fala que somos criaturinhas deliciosas."
" Vc é muito velho e muito forte"
Isso tudo passou pela minha cabeça enquanto preparava minha dose na seringa.
Esse filho da puta pegou a minha irmã. 
Mas nunca mais ele poderá encostar nela.
Porque agora eu que estou indo pegar ele."

Autora: Lara Gonzalez

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Operação Cegueira da Neve

Antes do surgimento das televisões, os rádios eram amplamente utilizados como um meio de transmitir notícias e anúncios. Na Segunda Guerra Mundial, as estações de rádio rebeldes usaram a Quinta Sinfonia de Beethoven, com a repetição do "V" em códigos morse para indicar a vitória. Não demorou muito para que o governo encontrasse uma maneira de usá-la para transmitir mensagens subliminares.
Não foi uma tarefa fácil, a questão era esconder a mensagem bem, mas ao mesmo tempo deixar claro instruções para o alvo. Alguns psicólogos do governo proporam atacar o inconsciente com a hipnose. Por exemplo, um programa de rádio exibe a notícia sobre um alvo político e logo em seguida segue com uma tragédia ou uma história criminal, para os ouvintes casuais, pensariam que essas são as mesmas notícias, a nossa mente junta as suas coisas para simplifica-las. A razão pela qual esse tipo de coisa ser tão difícil de detectar é simples: Não são dadas falsas notícias, portanto, ninguém reclamaria.
Alguns psicólogos do governo estavam céticos sobre a hipnose inconsciente, e então se voltaram para um método mais científico para fazer a lavagem cerebral dos ouvintes. Quando os militares estavam à procura de um canal de rádio codificado para transmitir informações de batalha, eles encontraram uma onda sonora que apenas certos indivíduos poderiam ouvir. No início, eles pensavam que isso acontecia porque a zona de radar estava à um determinado nível de profundidade do oceano, onde o radar não conseguia detectar os submarinos. No entanto, verificou-se mais tarde que o sonar do navio de guerra foi afastado devido à temperatura da água e pressão, e a onda sonora relacionada mais tarde foi chamado de ultra-som.
Após mais investigação sobre o ultra-som, os cientistas do governo perceberam que apenas as pessoas com idade inferior a 25 anos poderiam ouvir esta onda sonora, o que era perfeito para uma lavagem cerebral, porque é mais eficaz quando feita para jovens ouvintes. O governo colocava guinchos do radar ultra-som ao longo de países ou pessoas que não concordavam com suas idéias. O resultado desses esforços de lavagem cerebral era impossíveis de serem monitorados, assim, a sua eficácia não foi capazes de ser bem determinada.
Com o surgimento da televisão, o governo suspendeu novas pesquisas sobre a hipnose em onda sonora devido ao declínio do uso do rádio. Em vez disso, o governo se concentrou em como usar mensagens subliminares visuais para fazer lavagem cerebral dos cidadãos. Por exemplo, os anúncios publicitários associados a uma família feliz, com imagens de águias e da bandeira americana, junto com notícias associadas a morte de políticos ou outros líderes do país. Como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras, e tal método mostrou-se bastante eficiente. A lavagem cerebral pela associação foi utilizada com muita freqüência, assim o governo iria associar a sua própria religião como boa utilizando lemas como "Deus abençoe a América", em seguida, demonizava outras religiões e países.
Outras pesquisas foram interrompidas mais uma vez, mas não porque o governo estava com medo de que as pessoas descobrissem essas mensagens subliminares, mas sim porque a CIA encontrou uma maneira melhor para fazer lavagem cerebral no povo. Ela foi chamada de "Operação Cegueira da neve". Quando uma antena de televisão não recebia sinal, o monitor exibia "estática", ou um padrão preto e branco gerado aleatoriamente por pontos, assim como a neve. Assim foi explicado para o público o que acontecia com a televisão, mas isso está longe da verdade. Já se perguntou porque a antena faz a televisão exibir esse padrão de movimentos pretos e branco, em vez de apenas uma tela em branco quando não recebe sinal?
Você pode dizer que não notou nenhum efeito olhando para a tela estática por um longo tempo. Isso porque apenas 1 em 100 milhões de pessoas podem realmente ver o que está por trás disso. A maioria de nós somos daltônicos, para ser mais específico, daltônicos para as cores preto e branco. Enquanto você pode dizer a diferença entre as cores comuns, para que você possa assistir suas notícias ou o seu programa favorito de TV, há pessoas que podem dizer a diferença de algumas cores em preto e branco, de tal forma que eles podem assistir outra notícia ou qualquer outra coisa que a maioria das pessoas da Terra não podem ver na estática.
A maioria das pessoas que não podem ver o "Projeto Cegueira da Neve" desligam a televisão, enquanto os poucos que podem vê-lo pensam que a sua antena está totalmente normal. Como a maioria das pessoas não podem perceber, nenhuma queixa foi levada a sério. Você pode perguntar o que esse projeto pode fazer para o governo se só aféta 1 em cada 100 milhões de pessoas. Bem, esse projeto não foi usado apenas como um dispositivo de propaganda, ele foi usado também como instrumento para treinar agentes adormecidos. 
As pessoas que não puderam se tornar agentes adormecidos, em vez disso, tornaram-se terroristas e assassinos em massa, dizendo que ouviram de seu deus instruções e permissões para cometer atos terríveis.


fonte: http://www.creepypasta.com/operation-snow-blindness/

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Olá amigos, tudo bem com vocês ?
Essa semana já temos uma historinha dos leitores, mas continuem mandando mais pelo meu e-mail: joaopangelico@gmail.com

A Tribo Belga

Meu avô serviu nas Operações Europeis durante a Segunda Guerra Mundial, uma experiência que ele raramente falava muito. Eu só consegui persuadir uma história dele. Ele me contou que um oficial de baixa patente (meu avô era soldado) e ele estavam viajando de jipe ​​em algum lugar na Bélgica, comum cache de munição necessáriaEles tomaram um caminho errado em uma estrada de terra ecomeçaram a ficar com pouco combustível. Meu avô e o tenente vagaram pelo lugar pedindo ajuda para alguns moradorespois os belgas eram muito solidários com os Aliados.
Eles avistara uma pequena aldeiacomposta de menos de uma dezena de cabanas de colmoe foram em direção a elaEles foram até um grupo de três homens vestidos de peles de animais, no qual um deles falou com raiva em uma língua que nenhum deles entendianão era francês, não era alemão, e certamente não era inglês. 
Não houve tempo para negociações, pois um dos três atirou uma pequena faca enferrujada. O tenente sacou a pistola .45 de volta e matou o homem enquanto ele avançava na direção deles, como se fosse atacar. Este ato assustou os outros dois e fugiram.
Eventualmente, eles repararam o jipe e encontraram seu caminho de volta para a base no dia seguinte.Um relatório foi arquivado, mas logo abandonado. No inverno seguinte, o tenente foi morto em uma barragem de artilharia, fazendo com que o meu avô fosse a única testemunha viva desse incidente.
Nós estávamos assistindo a um documentário sobre o desenvolvimento da linguagem, que falava especificamente sobre a língua saxonica, que há milhares de anos tinha sido desenvolvida em linguagens como Inglês e AlemãoO meu avô comentou que isso soava exatamente como as palavras que tinha ouvido naquele dia.


fonte: http://www.creepypasta.com/the-belgian-tribe/

domingo, 6 de abril de 2014

Parece que esse final de semana não vai ter historinha dos leitores...

O Doutor

Lá no meio de uma massa de veículos de todos os tamanhos e tipos, de todo o país, estava especialmente quente hoje. Era uma cidade de calor em miniatura dentro de outra cidadeEsse não é o lugar mais maravilhoso do mundo, e a manhã também nunca foi a melhor hora do mundo. Eu tinha um compromisso com o meu médico naquela manhã que não poderia ser ignorado.  
Eu tinha o meu médico desde a infância, e seus tratamentos sempre tinham feito milagres, ele fazia coisas que seus colegas de profissão nunca fizeram. Outros profissionais da medicina falaram que minha condição era como se fosse uma espécie de grande mistério do mundo, como se fosse um antigo templo maia no fundo do Golfo do México. Minha condição era crônica, mortal e sem curaOu, pelo menosaté quando o meu médico tivesse começado a me tratar.
O tráfego avançou alguns metros, e eu quase comecei a ter esperança de que tudo que tinha causado o impasse tinha ido emboraEu já fui desapontado por situações semelhantes muitas no passado. Eu era um cientista, um homem racional do nosso tempoEu não poderia estar esperandoEu trabalho com fatos e fatos tinham que avançar sozinho. No entanto, o tráfego começou a mudare eu continuei seguindo até o laboratório de química, onde eu trabalhava. 
Eu estacionei meu carro e entrei, meus colegas de trabalho  estavam em seu trabalho duro para resolver os problemas do mundo. Homens da razãotodos e cada um de nós, empurrando as massas em direção ao progresso. Eu continuei em direção a área onde eu trabalhava, e sentei na minha mesa.O laboratório em si era bastante solitário, especialmente os quartos para a experimentaçãomas eu tinha me acostumado. As decorações eram supérfluas e desnecessárias para os homens que trabalham em responder as mais complicadas perguntas do mundo.
Vasculhei o bolso para achar a prescrição que meu médico tinha me dado. Ela estava na minha letra, mas porque meu médico tinha um problema na mão. Ele ditou as suas receitas para mim, e eu sempre confiei no meu médico. Foi a confiança que ele tinha ganhado de mim ao longo de anos de sucesso.Seus tratamentos foram bem sucedidosMas meus pais não gostavam da sua maneira de trabalhare os médicos que meus pais escolheram tinham apenas franzido a testa e me dado pílulas. Meu médico não falava comigo quando eu tomava essas pílulas, então eu nunca mais as usei. Isto perturbou muito meus pais, mas eu sabia o que era melhor pra mim. Eu sabia que o meu médico me conhecia melhor do que os outros médicos. Apenas ele poderia me dar o tratamento adequado.
O último tratamento que eu estava passando era um recém-inventado pelo meu médicoEle realmente era um visionário. Ele recomendou a aplicação firme e constante na pressão da artéria carótida por períodos de tempo entre 4 e 5 horas por dia, para atacar a minha condição na fonte. Ah, que gênio! Ele era um verdadeiro mestre em seu campoNa verdade, ele foi o último grande gigante da área médica.Eu tinha tirado meu cinto e prendido firmemente em volta do meu pescoço, da maneira que o meu médico tinha me mostrado em seu escritórioEu comecei a me sentir muito fraco, mas meu médico disse que era normal. Eu simplesmente focava nisso, e sentia o bater do meu coração ficando cada vez mais fracoMeu médico disse que isso iria ajudar a remover parte do desconforto que eu sentiria durante o tratamento. Minha visão estava ficando embaçada como o meu médico disse que ficaria, quando notei que vários dos meus colegas de trabalho estavam correndo para minha mesa e tirando o cinto das minhas mãos. Por que essas pessoas estavam interferindo no meu tratamento?
Acordei no hospital novamente. Eu não gosto do hospital. As camas são muito pouco confortáveis. Pelo que eu pude ouvir, eu tinha de alguma forma conseguido um cinto no meu quartoe estava tentando me matar com ele. Eu tinha sido salvo a tempo pelos assistentes do manicômio. Eu tentei explicar à enfermeira o que realmente estava acontecendo, mas ela não quis ouvir. Ela dizia que eu estava delirando e que deveria me acalmarComo se os homens da ciência e da razão pudessem ser iludidos
Ela me disse que eu pensava que eu estava no laboratório de química, onde eu costumava trabalhar.Isso era novo, eu não me lembro de ir para lá depois da minha consulta com meu médico. Deve ser um truque, apenas mais um método que eles inventaram para me fazer ingerir aquelas pílulas malditasA enfermeira me deu um comprimido e um copo de águaEu segurei o comprimido na boca e fingi que o engoli, como sempre, e depois fui de volta para a cama até que a enfermeira estivesse satisfeita. Eu cuspi a pílula assim que ela saiu. Sentei-me na cama e me deitei, de modo que ela nunca suspeitasse que eu tinha adivinhado seu truque de tentar me envenenar 
A genialidade do meu médico nunca seria apreciada. Eu odiava o incomodatanto, mas seus planos eram sempre chateados. Eu não tinha sido autorizado a pular da varanda e me curar com a pressão da coluna vertebralou comer os fungos que me curariam do estômagoe agora a mais recente tentativa também foi frustradaEu teria que voltar a falar com eleFelizmente, ele era um homem da ciência e da razão, assim como eu. E nenhum de nós iria parar até nós termos a nossa cura.

fonte: http://www.creepypasta.com/the-doctor/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Olá pessoal, faz um tempo que eu não falo com vocês, pois estou tendo muitas provas e compromissos de forma que eu só posso fazer traduções de madrugada. então só estou passando aqui pra pedir a vocês que enviem seus textos, se não essa semana não vai ter historinha do leitor.
Meu e-mail: joaopangelico@gmail.com

Paranoia

Silêncio.
O silêncio era desconfortável, e Amy não gostava disso. Os seus dedos agilmente tocavam nas teclas pretas e brancas enquanto ela digitava o que esperava ser um ensaio de inglês fenomenal. Ela esfregou os olhos cansados ​​e suspirou, esforçando-se para ver o que ela tinha acabado de digitar na penumbra proporcionada por seu laptop. Os números na parte inferior do seu monitor indicavam que já era quase meia-noite, com certeza, essa iria ser uma noite bem longa.
Ela virou-se para alcançar seus fones de ouvido. O laptop lhe permitiu ver o que ela estava escrevendo, mas não a permitiu ver a sombra que aparecia no reflexo do seu laptop enquanto ela se afastava da tela. Voltando-se para o seu laptop com fones de ouvido na mão, Amy respirou fundo e depois se castigou por ser tão infantil. Ela já tinha dezesseis anos, tinha idade suficiente para saber que não havia absolutamente nada para o que se preocupar.
No entanto, ela não conseguia afastar a sensação de que algo estava a observando. Ela tentou continuar digitando normalmente quando escutou algo como passos por trás dela. Amy congelou. Ela podia ouvir seus pais roncando no quarto do outro lado do corredor e suas irmãs que há muito haviam adormecido. Amy virou-se rigidamente, com medo de pensar o que estaria por trás dela. Cada monstro que ela já tinha lido ou visto em um filme de horror veio à sua mente de uma só vez quando ela finalmente olhou para o local onde os passos soaram.
Não era nada.
Amy hesitantemente levantou-se da cadeira, ainda não está completamente convencida de que estava sozinha em seu quarto. Ela praticamente correu para a porta e rapidamente ligou o interruptor de luz. Cautelosamente, contornou o quarto dela com os olhos, tinha certeza de que iria encontrar algo medonho sorrindo para ela em algum um canto, ou no seu espelho, ou debaixo de sua cama.
Não era nada.
Amy soltou um suspiro, deixou a luz acesa e caminhou de volta para seu laptop, plugou seus fones de ouvido. Rapidamente, a batida de sua música inundou os seus ouvidos, e Amy retornou para a digitação rítmica de seu ensaio. Ela estava quase acabando o seu terceiro parágrafo, quando ela olhou para o relógio novamente. Amy fez uma pausa a sua música por um momento para descansar, e percebeu o quanto o silêncio era ensurdecedor.
Sua música atuava como uma máscara que temporariamente encobertava a sensação inquietante do nada. Com horror, Amy pensou em como algo poderia ter entrado em seu quarto sem que ela pudesse ouvir sobre o volume de sua música. Ela rapidamente foi em direção a porta de novo, e enquanto fez isso, ela sentiu um toque tênue de algo no seu ombro. Reprimindo um grito, Amy olhou para o ombro, à espera de ver alguma mão retorcida a segurando.
Era apenas o seu rabo de cavalo loiro, descansando no ombro dela enquanto ela tinha balançado sua cabeça ao redor tão rapidamente. Amy esfregou as têmporas e suspirou. Talvez ela devesse o cabelo de novo. O silêncio e sua própria exaustão estavam acabando com ela, estava apenas imaginando coisas. Isso não era saudável. Sem sequer se preocupar com a qualidade do trabalho, Amy digitou várias frases corriqueiras e concluiu seu ensaio. Timidamente, Amy olhou para trás mais uma vez.
Não era nada.
Estar sozinho era assustador, Amy pensou, cansada de si mesma enquanto ela se arrastava para a cama, no final não era nada, apenas mais uma de suas paranóias infantis. Amy deixou-se cair no sono, sentindo-se segura, enquanto estava enrolada em seus cobertores.
Ela nunca perceberia as mãos retorcidas que discretamente a apreciava na porta do armário, nem o sorriso que brilhava através da escuridão enquanto olhava para o rosto adormecido de Amy, sem piscar, começou a pensar em idéias de como brincar com ela amanhã à noite.

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Purgatório

O barulho de um dedo vasculhante ecoa através do pequeno quarto escuro. Às vezes até mesmo sussurros saltam para fora das paredes de outros quartos, sussurros que não faziam sentido para mim.Gostaria de ouvir coisas como: "Pare com isso, ele vai nos ver" e "não confio nele" mas são apenas os gemidos de sofrimento e desespero.
Vivendo o seu passado uma e outra vezaté que chegue seu fim. Então você está de volta no quarto brancoe os flashbacks da morte das pessoas chegam em sua mente. Às vezes, a morte é tão horrível,os gritos de agonia escoam através da fina camada de paredes que separam todos nós.
Isso me perturba às vezes, ouvir a dor e a tristeza de outros, então eu bloqueio meus ouvidos e fecho os olhos com força para que eles não me vejam chorandoIsso é o que eles querem, eles riem de todos nós. Os ecos risos histéricos chegam aos quartos, era como ser intimidado em um playground, cercado por pessoas que riem de vocêIsso é o que se sente estando nesse lugarEu não vou dar essa satisfação a eles, não agora. Enquanto os gritos ficam mais perturbadores e agonizantes, o riso histérico fica mais alto e mais obscuro.
Quando uma criança começa a chorar e você a ignora, assim você acha que eles vão parar, mas eles não param, eles tornam cada vez mais difícil a convivência aqui dentro. Isso é o que eles fazem,sempre que eu ignoro ou tento lutar contra os meus sentidos, eles começam a ficar irritados e impacientes. Você pode ouvi-los grunhirEnquanto eles fazem isso, eles tentam trazer o seu passado a tona, até que você continue jogando o seu joguinho.
Então deixe eu te dar um conselhoquando você morrer, calmamente fique de  na frente da luz que está perto de você. Não pare, mesmo se você se sentir fraco ou cansado, não pare até chegar à luz.Ignore a pessoa respirando no seu pescoçonão volte para trás. Não importa o quanto ele se pareça como o seu pai morto.
Ignore-o.


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terça-feira, 1 de abril de 2014

Imaginação

E acontece de novo. Foi muito rápido, mas com o canto do olho, você sabe que viu alguma coisa. Mas esperetodas as portas estão trancadas, você não tem animais, e seus pais não iriam chegar em casa até o dia 10Então, não há nenhuma maneira de algo ter si movido no meio da casa. É apenas a sua imaginação tentando te enganarSentado sozinho em seu quarto, a única luz do lugar é a do seu computador, você olha fixamente para a escuridão por vários minutos, só para ter certezaAgora você se sente boboO que estava pensando? É claro que não há nada no meio da escuridãoVolte para o que você estava fazendo.

15 minutos depois, enquanto se prepara para ir para a cama, você vai rapidamente para o banheiro.Então percebe uma pequena mudança nas cortinas do chuveiroEspere, não. Pare de assustar assim mesmo. É apenas a sua imaginação, enchendo a sua cabeça com essas baboseirasVocê olha para o espelho, diz a si mesmodevagar e claramenteque era apenas a sua imaginaçãoCom um suspiro,você desliga as luzes e vai em direção ao seu quarto. 

15 minutos depois, enquanto se prepara para ir para a cama, você vai rapidamente para o banheiro.Então percebe uma pequena mudança nas cortinas do chuveiroEspere, não. Pare de assustar assim mesmo. É apenas a sua imaginação, enchendo a sua cabeça com essas baboseirasVocê olha para o espelho, diz a si mesmodevagar e claramenteque era apenas a sua imaginaçãoCom um suspiro,você desliga as luzes e vai em direção ao seu quarto. 15 minutos depois, enquanto se prepara para ir para a cama, você vai rapidamente para o banheiro.Então percebe uma pequena mudança nas cortinas do chuveiroEspere, não. Pare de assustar assim mesmo. É apenas a sua imaginação, enchendo a sua cabeça com essas baboseirasVocê olha para o espelho, diz a si mesmodevagar e claramenteque era apenas a sua imaginaçãoCom um suspiro,você desliga as luzes e vai em direção ao seu quarto. Deitado na camavocê olha para teto escuro, apenas o movimento de um pequeno ventilador perturba a calmaria da noite. Você notou que a sombra da luz no corredor mudou repentinamenteNão. Não, não, não. Pare com issoÉ apenas a sua imaginação. Apenas isso. Vai logo dormir, seu idiota.Mas então, quando você está prestes a cair no sonovocê sente alguma coisa na escuridão. É a sua imaginação, olhando para vocêcom um macabro sorriso.

fonte: http://www.creepypasta.com/imagination/