Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Hoje não trago nenhuma creepypasta (pelo menos nessa postagem).
Estou aqui pra sugerir uma ideia pra vocês leitores e leitoras do blog. Essa ideia consiste em vocês, me mandando seus textos/sugestões pelo meu e-mail, e dessa forma eu posso posta-las aqui no blog.
Pode não ser uma ideia original, mas é uma boa forma de interagir com os leitores.
Então é só isso.
Abraços muito grandes.
e-mail: joaopangelico@gmail.com
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Noite de Filmes
Você está animado para este dia. Você deveria estar, afinal de contas, você tem trabalhado duro e merece ter um pouco de diversão. Para hoje à noite você planejou uma noite de cinema com um casal de velhos amigos. Filmes de terror, é claro, como você fazia de costume desde seus dias mais jovens. Você assistiu tudo com os olhos arregalados e com mãos trêmulas enquanto contava piadas e neganva sentir qualquer medo. Ninguém quer parecer fraco, certo?
Foi por volta das 04:00 quando o último filme acabou e todo mundo foi para casa, te deixando sozinho. Você percebeu os rangidos e gemidos da noite que pareciam muito mais perceptível durante o silêncio, principalmente após assistir sobre fantasmas e gore. Eventualmente, você decidiu ir para a cama, mas não antes de uma última ida para o banheiro.
A caminhada parecia longa e difícil como sempre era depois de uma noite de sustos. Você não parava de olhar para trás, verificando se havia algo à espreita nas sombras. Você sabia que você estava sendo ridículo, mas os sentimentos de angustia teimavam em continuar. Nem mesmo dormir iria acalmar sua mente. Você se jogou na cama, virou-se e murmurou durante toda a noite. Não havia sentido em negar isso, mas eu sei que você negou, era natural.
Pois eu vi você
fonte: http://www.creepypasta.com/movie-night/
Foi por volta das 04:00 quando o último filme acabou e todo mundo foi para casa, te deixando sozinho. Você percebeu os rangidos e gemidos da noite que pareciam muito mais perceptível durante o silêncio, principalmente após assistir sobre fantasmas e gore. Eventualmente, você decidiu ir para a cama, mas não antes de uma última ida para o banheiro.
A caminhada parecia longa e difícil como sempre era depois de uma noite de sustos. Você não parava de olhar para trás, verificando se havia algo à espreita nas sombras. Você sabia que você estava sendo ridículo, mas os sentimentos de angustia teimavam em continuar. Nem mesmo dormir iria acalmar sua mente. Você se jogou na cama, virou-se e murmurou durante toda a noite. Não havia sentido em negar isso, mas eu sei que você negou, era natural.
Pois eu vi você
fonte: http://www.creepypasta.com/movie-night/
O Diário dos Sonhos de James
07 de julho
Eu me sinto tão estúpido em escrever isso. Alan sugeriu que eu escrevesse um diário detalhando meus sonhos porque talvez eu possa descobrir por que eu sempre fico com tanto medo depois que eu acordo. Bem, eu acho que eu vou acabar com isso aqui até que eu realmente tiver um sonho para escrever.
James.
09 de julho
Olhos... Aqueles penetrantes olhos negros. Me ueimando por dentro, mostrando tudo o que eu já fiz de errado. Me senti envergonhado, eles estavam ali de pé, imóveis como uma estátua. Imóveis, me julgando. Isso é tudo o que me lembro. Meu coração ainda está batendo muito rápido.
12 de julho
Eu era incapaz de me mover. Eles estavam mais perto dessa vez, não muito, mas ainda perceptíveis. Os mesmos penetrantes olhos negros.. Eu era incapaz de me mover ou gritar como seu olhar que queimava cada centímetro do meu corpo. A dor era excruciante. Não consigo nem descrevê-la com palavras. Eu queria morrer. Seus lábios se moviam e eu me lembro da sua voz rouca profunda, mas não me lembro o que suas palavras significavam. Espero que isso termine logo.
James.
O sorriso era inconfundível. Ele estava rindo da minha dor. Desta vez ele estava mais perto, ele estava bem na minha cara com aqueles olhos impenetráveis que estavam à um pé de distância da minha cabeça. Os gritos, eu até estremeço lembrando deles... e aqueles sinistros lábios repetindo a mesma palavra sem parar: 'VOCÊ'.
James.
30 de julho
Eu não estou animado para escrever. O cheiro de ferrugem estava me deixando louco. Tentei cobrir meu nariz, e me vi preso à uma cama médica verticais pelos pulsos, cintura, pescoço e tornozelos. Comecei a sentir a queimação novamente enquanto uma porta se abria atrás de mim. Tudo o que eu podia ouvir era o seu profundo riso e o que parecia ser alguém pedindo para ser morto. Eu sabia que estava próximo.
Eu quero ser o próximo.
01 de agosto
A tortura não é mais tão ruim. Pelo menos eu posso me concentrar na luz fluorescente que pisca, deixando o a escuridão momentânea do quarto. Essa é a única vez que eu não posso ver seus olhos e a dor que eles trazem junto com eles. É nesse breve flash que eu possa relaxar e respirar de novo. Eu nem me importo o cheiro do sangue. O sangue que está escorrendo lentamente dos cortes deixaram de lutar contra as restrições do aço e caindo dentro de um balde debaixo de mim. Toda vez que esse sonho começa a caçamba está vazia, por causa do barulho oco do metal atingido pelas primeiras gotas de sangue.
Por que isso não vai acabar
James.
02 de agosto
Eu nem me lembro de ter dormido. Eu estava tentando ficar acordado agora, e eu não tenho consigo dormir. Ele está sempre lá, olhando para mim, esperando por mim. Olhando para mim com seu sorriso imutável. Seus olhos me queimando por dentro, aquele cheiro cheiro. Eu tenho que quebrar as amarras. Eu tenho que tirar o sangue, eu sei que é o que ele quer mas não consigo resistir. O que isso tudo significa?
Estou implorando por um fim.
02 de agosto
O cheiro foi embora e o sangue que estava no balde sumiu. Eu vou matá-lo! Essa era a porra do meu sangue! Eu tenho que ir dormir, eu devo me vingar!
James.
02 de agosto
Eu o encontrei e peguei o meu sangue de volta e o bebi também. Estou muito nesse momento sonolento, tenho que ir para a cama agora.
13 de dezembro
Eu tinha esquecido completamente desse diário. É estranho como tudo muda, não é? Eu sei que você que está lendo isso não entendeu. Eu não desejaria esses 25 dias de tortura para ninguém, mas é sempre um alívio saber a verdadeira diferença entre um sonho e a realidade. Acho que isso vai ser a minha última entrada. Afinal de contas, tudo isso é apenas fruto da minha imaginação.
James.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Dream_Journal_of_James
07 de julho
Eu me sinto tão estúpido em escrever isso. Alan sugeriu que eu escrevesse um diário detalhando meus sonhos porque talvez eu possa descobrir por que eu sempre fico com tanto medo depois que eu acordo. Bem, eu acho que eu vou acabar com isso aqui até que eu realmente tiver um sonho para escrever.
James.
09 de julhoOlhos... Aqueles penetrantes olhos negros. Me ueimando por dentro, mostrando tudo o que eu já fiz de errado. Me senti envergonhado, eles estavam ali de pé, imóveis como uma estátua. Imóveis, me julgando. Isso é tudo o que me lembro. Meu coração ainda está batendo muito rápido.
12 de julho
Eu era incapaz de me mover. Eles estavam mais perto dessa vez, não muito, mas ainda perceptíveis. Os mesmos penetrantes olhos negros.. Eu era incapaz de me mover ou gritar como seu olhar que queimava cada centímetro do meu corpo. A dor era excruciante. Não consigo nem descrevê-la com palavras. Eu queria morrer. Seus lábios se moviam e eu me lembro da sua voz rouca profunda, mas não me lembro o que suas palavras significavam. Espero que isso termine logo.
James.
O sorriso era inconfundível. Ele estava rindo da minha dor. Desta vez ele estava mais perto, ele estava bem na minha cara com aqueles olhos impenetráveis que estavam à um pé de distância da minha cabeça. Os gritos, eu até estremeço lembrando deles... e aqueles sinistros lábios repetindo a mesma palavra sem parar: 'VOCÊ'.
James.
Eu não estou animado para escrever. O cheiro de ferrugem estava me deixando louco. Tentei cobrir meu nariz, e me vi preso à uma cama médica verticais pelos pulsos, cintura, pescoço e tornozelos. Comecei a sentir a queimação novamente enquanto uma porta se abria atrás de mim. Tudo o que eu podia ouvir era o seu profundo riso e o que parecia ser alguém pedindo para ser morto. Eu sabia que estava próximo.
Eu quero ser o próximo.
01 de agosto
A tortura não é mais tão ruim. Pelo menos eu posso me concentrar na luz fluorescente que pisca, deixando o a escuridão momentânea do quarto. Essa é a única vez que eu não posso ver seus olhos e a dor que eles trazem junto com eles. É nesse breve flash que eu possa relaxar e respirar de novo. Eu nem me importo o cheiro do sangue. O sangue que está escorrendo lentamente dos cortes deixaram de lutar contra as restrições do aço e caindo dentro de um balde debaixo de mim. Toda vez que esse sonho começa a caçamba está vazia, por causa do barulho oco do metal atingido pelas primeiras gotas de sangue.
Por que isso não vai acabar
James.
02 de agosto
Eu nem me lembro de ter dormido. Eu estava tentando ficar acordado agora, e eu não tenho consigo dormir. Ele está sempre lá, olhando para mim, esperando por mim. Olhando para mim com seu sorriso imutável. Seus olhos me queimando por dentro, aquele cheiro cheiro. Eu tenho que quebrar as amarras. Eu tenho que tirar o sangue, eu sei que é o que ele quer mas não consigo resistir. O que isso tudo significa?
Estou implorando por um fim.
02 de agosto
O cheiro foi embora e o sangue que estava no balde sumiu. Eu vou matá-lo! Essa era a porra do meu sangue! Eu tenho que ir dormir, eu devo me vingar!
James.
02 de agosto
Eu o encontrei e peguei o meu sangue de volta e o bebi também. Estou muito nesse momento sonolento, tenho que ir para a cama agora.
13 de dezembro
Eu tinha esquecido completamente desse diário. É estranho como tudo muda, não é? Eu sei que você que está lendo isso não entendeu. Eu não desejaria esses 25 dias de tortura para ninguém, mas é sempre um alívio saber a verdadeira diferença entre um sonho e a realidade. Acho que isso vai ser a minha última entrada. Afinal de contas, tudo isso é apenas fruto da minha imaginação.
James.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Dream_Journal_of_James
Eu tinha esquecido completamente desse diário. É estranho como tudo muda, não é? Eu sei que você que está lendo isso não entendeu. Eu não desejaria esses 25 dias de tortura para ninguém, mas é sempre um alívio saber a verdadeira diferença entre um sonho e a realidade. Acho que isso vai ser a minha última entrada. Afinal de contas, tudo isso é apenas fruto da minha imaginação.
James.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Dream_Journal_of_James
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
O Caminho para o Yin
Em apenas quantas maneiras se pode reconhecer o desespero? Descobrir a escuridão escondida na mente de uma sala bem iluminada? São essas sequências de falhas sempre presentes que assombram todo o sucesso? Ou talvez apenas o conhecimento de que não há nada mais para o mundo que te espera para ser descoberto? Quando o véu é puxado para trás e você percebe que a magia sempre foi um mito, e não há nenhum tipo de ser eterno pronto para te levar embora, a vida perde o seu brilho.
Claro, às vezes você pode vislumbrar o efeito de esforços e recompensas, mas eles sempre parecem necessitar de mais trabalho que precisa para ser feito. E depois do trabalho, predomina o tédio solitário e miséria. É ciclo inescapável. Então, qual é o ponto da nossa existência superficial? Apenas para acordar, trabalhar, comer e dormir? Esse é o destino das massas assim o seu também. Mas se você quiser, eu posso te ensinar o Caminho para o Yin.
Primeiro, eu quero que você medite. Não, não é o tipo de meditação que controla sua respiração e permite-lhe entrar na beautitude budista ou qualquer coisa assim. Eu preciso que você feche os olhos e se concentre. Concentre em toda a dor que você já sentiu. Todo o medo, tristeza , vergonha, tristeza, angústia e sofrimento que já abateu você. Você precisa revivê-los de uma forma tão vívida que esses sentimentos vão estar perto de sobrecarregá-lo, e não abra seus olhos.
Na verdade, você deve apertar eles tão forte até que você começe a ver luzes. Em cerca de 10 minutos, terríveis memórias e imagens devem inundar seu olho interior. Seu corpo vai tremer, e o suor vai começar a derramar através de sua pele. Neste ponto, tudo o que você quer fazer é abrir os olhos para fazer essas imagens irem embora, mas você não pode fazer isso. Se você tiver algum sentimento feliz em sua mente, descarte-o agora. Você deve reconhecer o peso de seu desespero nesse momento. Você vai começar a sentir uma atração enquanto o horror chega ao seu clímax. Enquanto você entra em colapso, seu corpo vai relaxar, e o contorno de olhos será brevemente impresso em sua visão.
Depois de meditar, você vai encontrar uma porta que não estava lá antes. Pode ser o lugar onde você mora ou onde você trabalha mas vai ser idêntica a todas as outras portas do lugar onde você está. Você só vai encontrá-la quando estiver sozinho, você também pode encontrá-la imediatamente ou no decorrer dos anos. Não há como ter certeza, mas geralmente vem quando você está menos preparado. A porta estará sempre desbloqueada. Quando aberta, você verá uma escuridão mais escura que sua capacidade de discernir a profundidade pode perceber. Você também vai sentir uma pontada de medo dentro de você, mas você não pode desanimar. Não vá embora para encontrar uma lanterna ou para se preparar de qualquer maneira, pois você nunca vai encontrar a porta novamente. Essa é a sua última chance.
A porta se fechará atrás de você, e você vai ser engolido pela escuridão. Não entre em pânico. O próprio caos vai ficar ao seu redor e a dor que você sentiu durante a meditação será nada comparado a isso. Você agora estará experimentando toda a agonia acumulada do mundo. Cada vida perdida, cada coração partido, e cada consciência se juntando por sua destruição.
Este é o lugar onde as almas mais tristes e pobres são perdidas. Eles ou lutam contra a maré, se dilacerando ou vão para o desespero e são absorvidos pelo mar negro como a tinta. Você não tem que lutar. Você deve reconhecer a dor. Deixe-a fluir através de você e levá-lo, no entanto, mantenha sua presença de espírito. Em breve você verá uma réstia de luz. Não lute contra o seu caminho para chegar até a luz, pois será ela que vai chegar até você. Ele vai chegar até você.
Uma vez dentro, você vai estar flutuando através de uma pequena esfera branca. As bordas desta esfera parecem estar mantendo você longe da escuridão na baía. Parabéns, pois você conseguiu fazer isso. Imediatamente você vai se sentir quente, energizado e em paz com o seu interior. Você também vai notar que estará compartilhando este espaço com uma outra alma. Você deve reconhecer o contorno dos seus olhos. Este homem é Yin, ou a corrente dele.
Ele vai falar sobre o mundo como um Taijitu, rodando, sempre equilibrado, com as forças da paz e do caos fazendo companhia um ao outro. Ele vai alegar que não existe nem um bom nem um mal absoluto , pois cada instância de cada um contém uma fração do outro. Você é um testemunho desse fato, como você sobreviveu ao caos para encontrar a paz interior. Ele também irá fazer uma reflexão sobre a responsabilidade de sua atual posição. Assim como te salva contra a escuridão, ele também te protege contra a luz. Você pode se perguntar por que Yang não deixa a luz livre para conquistar tudo. Yin vai sacudir a cabeça e explicará que o lado esquerdo poderia corromper seu próprio propósito e não deixaria nada, corrompendo o equilíbrio.
Ele, então, irá te dar uma liberdade sem limites ao projetar sua forma astral física de volta à Terra. Uma liberdade de um deus e a liberdade de afetar a própria realidade. E de seu dever implacável. Você deve levar em conta tudo isso para a decisão em breve você vai fazer. Yin viveu uma eternidade e o tempo tem tomado a sua portagem sobre ele, e tudo o que ele quer agora é um fim. A sua maior liberdade reside na capacidade de acabar com sua própria existência. Com isso, ele vai finalmente encontrar a verdadeira paz. Ele simplesmente precisa de um substituto para transportar sua carga.
Por favor, considere este pedido final, você é a única chance que eu tenho.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/The_Way_to_Yin
Aço Alemão
Eu olhei no Craigslist e depois de uma semana ou algo assim, eu tinha uma boa faca de aço alemã, assim como a que eu encontrei na loja. Ela custava apenas 20 dólares! Aceitei de bom grado e quando cheguei em casa depois do trabalho, eu trouxe para casa alguns restos de carne. Eu desembrulhei a faca e fui para o porão com ela. Com a faca na minha mão, eu me sentia bem. Muito bem para ser exato. Cortei o lombo facilmente, sem qualquer esforço ou resistência alguma.
"Incrível!" Eu proclamei.
Eu continuei cortando a carne em fatias finas. Fiz uma bela salada sem ter de deslizar a faca. Uma vez que tudo estava feito, eu comi e provei do mais magnífico prato que qualquer outro que eu tinha experimentado na vida. Então eu gostaria de saber o quão forte essa faca era. Depois que eu terminei de fazer os pratos, eu lavei a faca. Uma vez que a faca tocou a água, ela ficava impecável. Eu a cheirei (por curiosidade natural) e podia sentir o aroma limpo dos limões.
"Cheira tão bem..." eu comentei.
Comecei a testar a força e a nitidez da faca. Peguei uma velha lata de metal. Pus lâmina da faca suavemente ao lado da lata e comecei a serrar. Para minha surpresa, em apenas dois finos cortes a lata foi cortada de forma limpa pela metade.
"Incrível..."
Poucos dias depois, eu decidi ir caçar. Peguei meu rifle e saí no meu caminhão. Eu trouxe a minha faca comigo, só no caso de haver algo bom. Fui até uma árvore e me escondi à espera de algum animal. Eu pensei que, desde que eu levasse a minha faca, eu sempre fazia os melhores pratos, então encontrei alguns cervos aqui na floresta. O seu sangue ainda estava quente em minhas mãos, ele estava quase morto, mas ainda estava agarrado à vida enquanto eu cortava suas vísceras. Quando voltei para casa eu assei os cervos e a refeição foi ainda melhor do que a anterior. Fiquei satisfeito com o meu trabalho. Eu logo tentei com todos os tipos de alimentos. Fiquei cada vez mais perto da faca, levando-a em todos os lugares que eu ia.
Um dia eu fiquei fora no que eu achava que havia passado apenas algumas horas, e quando voltei para casa, minha namorada estava preocupada. Ela disse que eu fiquei fora por semanas. Ela também sabia sobre a minha linda faca. Ela me disse que era um problema. Nós lutamos pela faca, mas, finalmente, chegamos a um acordo, mais ou menos. Quando eu percebi que ela estava dizendo a verdade, eu contemplei se devia ou não se livrar da faca. Mas, eu decidi que não. Afinal, esta faca é minha agora, ela é a melhor coisa do mundo, é a minha vida. Ah, o acordo?
Bem, vamos apenas dizer que carne humana não tem um gosto muito bom...
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/German_Steel
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Pelo que parece, minha última postagem não deu em nada, então vou apenas continuar me esforçando para mandar o máximo de conteúdo para vocês queridos leitores.
Só peço que compreendam que não sou o melhor postador do mundo e posso errar algumas vezes, e também como não sou o "chefe" e não tenho experiencia com blogs e layouts, não tenho como fazer grandes mudanças, como tornar os textos acessíveis aos leitores pelo celular.
Traduzi esse texto há algumas horas, espero que gostem.
Boa leitura !
Eu costumava sair de casa para fazer alguns passeios ao longo do canal ao lado de meu apartamento, acenava para os barcos que atravessavam aquele canal e olhava para a beleza dos cisnes. Eu costumava ouvir as crianças rindo no parque. Eu costumava comprar algo para o mendigo que morava debaixo da ponte, eu costumava chamá-lo de "Hobo Baggins", ele também costumava se recusar a me dizer seu verdadeiro nome. Sim, essa costumava ser minha rotina.
Está tudo mais "tranquilo" agora. Não vejo mais cisnes por aqui há dois anos. As embarcações foram abandonadas e marcadas com um aviso escrito em vermelho preso nas portas, e agora você raramente vê alguém passando pelas ruas. Depois do desaparecimento dos cisnes, a cidade começou a ficar coberta de cartazes de desaparecidos, de cães a gatos e vários outros tipos de animais. Os proprietários encontravam as partes dos seus corpos despejados e jogados atrás das casas ou na rua. Lembro-me que uma vez que eu encontrei algumas caudas de raposas na parte de trás do meu apartamento. Naquela época as chamadas de emergência, aquelas que informavam que algum lugar está sendo invadido, tocavam várias vezes. Por mais cruel que pareça, eu faria qualquer coisa para ouvi-las novamente.
A polícia começou a investigar os desaparecimentos que se relacionavam com o sumiço dos cisnes. Eles não puderam concluir o que os atacou. Os pedaços de animais que eram deixados, na maioria das vezes eram pequenos demais para identificar quaisquer marcas de dentes ou de garras de acordo com os jornais. As pessoas na cidade começaram a ficar com muito medo de sair à noite, convencidos de que algo poderia ter escapado de um jardim zoológico. Desde então eu comecei a ver um monte daqueles caras do controle de animais ao redor da vizinhança.
Uma noite, há um ano atrás, eu comecei a pensar mais nisso. Sempre houve atropelamentos na cidade, mas estava se tornando algo assustador, pois já havia se tornado comum você ver uma carcaça de esquilo descartada ao caminhar pelo parque, ou penas de aves espalhados pelo chão e os restos de um pato preso nas árvores. As autoridades nunca culparam um predador quando os cisnes foram todos embora. Antes isso era culpa das raposas. Agora eles sabem que não. Eu acho que o que quer que fosse, precisaria ter presas bem maiores.
Presas maiores. Liguei para a polícia no dia seguinte para relatar que "Hobo Baggins" tinha sumido, pois eu não o vi em minha caminhada habitual ao longo do canal. Eles disseram que não podiam fazer nada, e que talvez ele poderia ter se mudado para outro lugar. Quem poderia culpá-lo? Eu nem sequer sabia o seu nome real. Meses se passaram e as noites ficaram ainda mais silenciosas. Não havia mais os barulhos dos pássaros para nos fazer acordar de madrugada. Não havia nem mesmo bêbados tropeçando após uma noite de bebedeira. A maioria dos bares e restaurantes fecharam e as pessoas simplesmente não se sentiam mais seguras saindo de casa. A polícia ainda estava "investigando", mas eu nunca mais os vi na rua, assim como nunca mais vi qualquer pessoa.
Está cidade está muito solitária nas últimas semanas. Um monte de pessoas se mudaram para fora da cidade. Os únicos que permanecem não podem se dar ao luxo de deixar, assim como eu. Eu mal estou cobrindo as contas e não conseguiria bancar uma viagem dessas. Você só vê as pessoas durante o dia e elas sempre estão dentro de seus carros. Ao pôr do sol, não há mais ninguém nas ruas, todas as cortinas estão fechadas e as pessoas deixam suas luzes apagadas. Eles deixam o seu lixo bem longe de casa, mas não tão longe que possa bloquear a passagem ou as ruas
Pela manhã, os sacos estão em pedaços. Qualquer coisa comestível neles terá desaparecido. As ruas estão cheias de lixo que as pessoas tem jogado na rua, e o estado já parou de enviar homens para recolher. Eu telefonei para eles uma vez, mas a única resposta que recebi foi "Este serviço está suspenso devido à reestruturação de departamentos. Desculpe-nos o transtorno".
Na semana passada, eu recebi dois telefonemas. O primeiro era de meu chefe. "Não se preocupe em vir aqui. Estamos fechando a loja. Vou tentar deixar o seu último pagamento para você pegá-lo assim que eu puder." Ele fez uma pausa. "Eu eu vou tentar pagar uma indemnização por despedimento também. Use-o para sair da cidade." Eu nunca recebi esse dinheiro. A segunda chamada era do meu senhorio. Ele apenas deixou uma mensagem de voz. "Olá, [Nome Redigido] cancelei o débito directo, não me dê mais dinheiro. Eu me sinto mal em tomá-lo de você, por favor, basta sair da cidade." Nós todos sabemos o que deveríamos fazer. Talvez se eu tivesse recebido esse dinheiro do meu chefe eu poderia ter fugido, não que eu tinha para onde ir. Apenas sair daqui teria sido melhor do que ficar.
Eu fiz a minha última caminhada ao longo do canal na terça-feira. Quando me aproximei da ponte, notei algo na água. Um pedaço de uma caixa torácica flutuando dentro d'água. Eu espero que não pertença a quem eu estava pensando, mas eu sabia que era verdade. Liguei para a polícia. Eu já sabia o que iria ouvir. O oficial fazendo um rápido relatório sobre o incidente me dizendo para não tirar conclusões precipitadas, que um oficial vai investigar. Eu sabia que ninguém iria. Eu estava exausta, desgastada, sobrecarregada pelo conhecimento de que nada poderia ser feito. Ele nunca sequer me disse o seu nome verdadeiro.
Eu estava conversando com meu vizinho ontem, um senhor mais velho. Ele já vivia aqui quando me mudei. Ele estava no mesmo barco que eu, sem amigos, sem família, sem nenhum lugar para onde ir. Ele até mesmo tentou me convencer a sair. "Uma menina bonita como você deveria ir para longe daqui. Não precisa de nenhum dinheiro quando se é tão bonita assim", zombou. De qualquer forma, não havia mais ninguém por aqui para me levar a lugar nenhum agora.
"Ele está chegando mais perto das casas." Eu disse a ele, enquanto olhávamos para as nossas janelas do primeiro andar ao longo do canal.
"Sim... Você escutou os sons que ele faz? Eu nunca ouvi sons parecido vindo de uma raposa ou texugo." Ele continuou, olhando para fora da janela balançando a cabeça lentamente.
"Não. Eles não soam assim..." Eu olhei para fora da janela. As árvores ao longo da margem do canal tinham arranhões e estavam com os galhos quebrados, como se algo grande tivesse subido lá em cima. "Você viu o que aconteceu com a janela do piso térreo?"
"Sim". Ela tinha sido arrancada do quadro, deixando uma grande lacuna estampada na parede. O interior do apartamento tinha sido revirado, os móveis foram quebrados e havia sangue, cabelo, pedaços de carne e ossos por toda a sala da frente.
"Quem morava lá?"
Suas mãos tremiam enquanto ele falava: "Um homem que viva junto de sua filhinha. Se lembra? Você foi na casa dele uma vez, quando ele estava doente".
Eu não consegui responder.
"George" Meu vizinho disse: "Ele se chamava George". Ele fazia um gesto, enquanto colocava a mão nas marcas e arranhões que estavam no lugar.
Eu ia perguntar por que, mas porque se preocupar? "Com o que mais..."
A noite passada foi a pior de todas. Os gritos e uivos que eu ouvi não eram parecidos como nada que já tinha ouvido falar. Eu tinha deixado a minha janela aberta, mas como o fechamento cego, pois estava muito quente para dormir. Assim que estava prestes a cair no sono, eu ouvi passos pesados e um som de ronco. Eu congelei, apavorada. Eu podia sentir minhas pálpebras descascando para trás no meu crânio e o meu peito ficou frio, eu estava com medo. Minhas pernas e braços se retraíram em posição fetal, então eu esperei de costas para a janela.
Depois de alguns minutos, a sala inteira tremeu quando um baque pesado bateu na parede atrás de mim. Um rugido reverberou através de mim, quando um barulho de unhas arranhando algo começou. O som rapidamente se tornou mais pronunciado, mais cruel. A raspagem, rosnando, coçando, fui atrás de explicações menos assustadoras para tentar me tranquilizar. Poderia ser o vento, ou então as árvores, ou mesmo a chuva, poderia ser qualquer coisa, exceto o que era de verdade. "É isso", pensei. "Esta é a minha noite". Eu até mesmo pensei por um momento que ele poderia entrar aqui.
Eventualmente eu devo ter adormecido. Quando acordei na manhã seguinte, eu esperava que tudo poderia ter sido um sonho, um pesadelo. Então eu fui para fora ver o meu vizinho. A porta estava trancada e ele não respondia. Saí para ver se eu podia vê-lo através de uma janela. Então eu vi, do lado de fora da minha janela. Arranhões. Longas cicatrizes debaixo da minha janela. Não pareciam com qualquer outra coisa que eu tinha visto antes. Estou com medo neste momento. Não apenas assustada, não apenas preocupada. Eu estou muito medo. Liguei para a polícia novamente. Nem sequer havia alguém atendendo, havia apenas uma mensagem automática.
"[Localização Redigida] A Delegacia de Polícia é incapaz de processar chamadas neste momento. Aconselhamos os moradores a ficar com a família ou amigos que moram longe, se possível, enquanto investigamos esses eventos. Se isso não for possível, por favor, permaneçam dentro de casa e tranquem suas casas. Evite fazer viagens desnecessárias. Sob nenhuma circunstância deixe a sua casa de noite. Não investigue quaisquer ruídos ou eventos estranhos. Apenas mantenha a calma, estamos investigando".
Quer saber, eu estou feliz por eu não ter visto isso. Fico feliz por ter ouvido apenas os arranhões e barulhos, e pegadas de sangue espalhadas no canteiro. Eu estou acostumada a viver com medo agora, mas eu também não quero viver com pesadelos. Seja lá o que for, está ficando maior. Como é que algo tão grande poderia andar por aí sem que ninguém o veja?
Então aqui estou eu. Tenho certeza de que este é o meu último dia por aqui, e enquanto eu ainda tenho um meio para me comunicar com o mundo exterior, estou lhe contando tudo isso. Tudo o que aconteceu aqui. Sobre como estava sendo fácil para mim manter a minha cabeça na areia e dizer a mim mesma que nada disso estava acontecendo, mas a verdade é que eu estou presa aqui. Está provavelmente a última coisa que alguém vai me ouvir dizer, então dou um aviso.
Se você ouvir falar de uma pacata cidade, famosa por seus belos canais e cisnes, não vá até lá, pois todos os cisnes se foram.
fonte: http://www.creepypasta.com/all-the-swans-are-gone/
Pelo que parece, minha última postagem não deu em nada, então vou apenas continuar me esforçando para mandar o máximo de conteúdo para vocês queridos leitores.
Só peço que compreendam que não sou o melhor postador do mundo e posso errar algumas vezes, e também como não sou o "chefe" e não tenho experiencia com blogs e layouts, não tenho como fazer grandes mudanças, como tornar os textos acessíveis aos leitores pelo celular.
Traduzi esse texto há algumas horas, espero que gostem.
Boa leitura !
Todos os Cisnes se foram
Está tudo mais "tranquilo" agora. Não vejo mais cisnes por aqui há dois anos. As embarcações foram abandonadas e marcadas com um aviso escrito em vermelho preso nas portas, e agora você raramente vê alguém passando pelas ruas. Depois do desaparecimento dos cisnes, a cidade começou a ficar coberta de cartazes de desaparecidos, de cães a gatos e vários outros tipos de animais. Os proprietários encontravam as partes dos seus corpos despejados e jogados atrás das casas ou na rua. Lembro-me que uma vez que eu encontrei algumas caudas de raposas na parte de trás do meu apartamento. Naquela época as chamadas de emergência, aquelas que informavam que algum lugar está sendo invadido, tocavam várias vezes. Por mais cruel que pareça, eu faria qualquer coisa para ouvi-las novamente.
A polícia começou a investigar os desaparecimentos que se relacionavam com o sumiço dos cisnes. Eles não puderam concluir o que os atacou. Os pedaços de animais que eram deixados, na maioria das vezes eram pequenos demais para identificar quaisquer marcas de dentes ou de garras de acordo com os jornais. As pessoas na cidade começaram a ficar com muito medo de sair à noite, convencidos de que algo poderia ter escapado de um jardim zoológico. Desde então eu comecei a ver um monte daqueles caras do controle de animais ao redor da vizinhança.
Uma noite, há um ano atrás, eu comecei a pensar mais nisso. Sempre houve atropelamentos na cidade, mas estava se tornando algo assustador, pois já havia se tornado comum você ver uma carcaça de esquilo descartada ao caminhar pelo parque, ou penas de aves espalhados pelo chão e os restos de um pato preso nas árvores. As autoridades nunca culparam um predador quando os cisnes foram todos embora. Antes isso era culpa das raposas. Agora eles sabem que não. Eu acho que o que quer que fosse, precisaria ter presas bem maiores.
Presas maiores. Liguei para a polícia no dia seguinte para relatar que "Hobo Baggins" tinha sumido, pois eu não o vi em minha caminhada habitual ao longo do canal. Eles disseram que não podiam fazer nada, e que talvez ele poderia ter se mudado para outro lugar. Quem poderia culpá-lo? Eu nem sequer sabia o seu nome real. Meses se passaram e as noites ficaram ainda mais silenciosas. Não havia mais os barulhos dos pássaros para nos fazer acordar de madrugada. Não havia nem mesmo bêbados tropeçando após uma noite de bebedeira. A maioria dos bares e restaurantes fecharam e as pessoas simplesmente não se sentiam mais seguras saindo de casa. A polícia ainda estava "investigando", mas eu nunca mais os vi na rua, assim como nunca mais vi qualquer pessoa.
Está cidade está muito solitária nas últimas semanas. Um monte de pessoas se mudaram para fora da cidade. Os únicos que permanecem não podem se dar ao luxo de deixar, assim como eu. Eu mal estou cobrindo as contas e não conseguiria bancar uma viagem dessas. Você só vê as pessoas durante o dia e elas sempre estão dentro de seus carros. Ao pôr do sol, não há mais ninguém nas ruas, todas as cortinas estão fechadas e as pessoas deixam suas luzes apagadas. Eles deixam o seu lixo bem longe de casa, mas não tão longe que possa bloquear a passagem ou as ruas
Pela manhã, os sacos estão em pedaços. Qualquer coisa comestível neles terá desaparecido. As ruas estão cheias de lixo que as pessoas tem jogado na rua, e o estado já parou de enviar homens para recolher. Eu telefonei para eles uma vez, mas a única resposta que recebi foi "Este serviço está suspenso devido à reestruturação de departamentos. Desculpe-nos o transtorno".
Na semana passada, eu recebi dois telefonemas. O primeiro era de meu chefe. "Não se preocupe em vir aqui. Estamos fechando a loja. Vou tentar deixar o seu último pagamento para você pegá-lo assim que eu puder." Ele fez uma pausa. "Eu eu vou tentar pagar uma indemnização por despedimento também. Use-o para sair da cidade." Eu nunca recebi esse dinheiro. A segunda chamada era do meu senhorio. Ele apenas deixou uma mensagem de voz. "Olá, [Nome Redigido] cancelei o débito directo, não me dê mais dinheiro. Eu me sinto mal em tomá-lo de você, por favor, basta sair da cidade." Nós todos sabemos o que deveríamos fazer. Talvez se eu tivesse recebido esse dinheiro do meu chefe eu poderia ter fugido, não que eu tinha para onde ir. Apenas sair daqui teria sido melhor do que ficar.
Eu fiz a minha última caminhada ao longo do canal na terça-feira. Quando me aproximei da ponte, notei algo na água. Um pedaço de uma caixa torácica flutuando dentro d'água. Eu espero que não pertença a quem eu estava pensando, mas eu sabia que era verdade. Liguei para a polícia. Eu já sabia o que iria ouvir. O oficial fazendo um rápido relatório sobre o incidente me dizendo para não tirar conclusões precipitadas, que um oficial vai investigar. Eu sabia que ninguém iria. Eu estava exausta, desgastada, sobrecarregada pelo conhecimento de que nada poderia ser feito. Ele nunca sequer me disse o seu nome verdadeiro.
Eu estava conversando com meu vizinho ontem, um senhor mais velho. Ele já vivia aqui quando me mudei. Ele estava no mesmo barco que eu, sem amigos, sem família, sem nenhum lugar para onde ir. Ele até mesmo tentou me convencer a sair. "Uma menina bonita como você deveria ir para longe daqui. Não precisa de nenhum dinheiro quando se é tão bonita assim", zombou. De qualquer forma, não havia mais ninguém por aqui para me levar a lugar nenhum agora.
"Ele está chegando mais perto das casas." Eu disse a ele, enquanto olhávamos para as nossas janelas do primeiro andar ao longo do canal.
"Sim... Você escutou os sons que ele faz? Eu nunca ouvi sons parecido vindo de uma raposa ou texugo." Ele continuou, olhando para fora da janela balançando a cabeça lentamente.
"Não. Eles não soam assim..." Eu olhei para fora da janela. As árvores ao longo da margem do canal tinham arranhões e estavam com os galhos quebrados, como se algo grande tivesse subido lá em cima. "Você viu o que aconteceu com a janela do piso térreo?"
"Sim". Ela tinha sido arrancada do quadro, deixando uma grande lacuna estampada na parede. O interior do apartamento tinha sido revirado, os móveis foram quebrados e havia sangue, cabelo, pedaços de carne e ossos por toda a sala da frente.
"Quem morava lá?"
Suas mãos tremiam enquanto ele falava: "Um homem que viva junto de sua filhinha. Se lembra? Você foi na casa dele uma vez, quando ele estava doente".
Eu não consegui responder.
"George" Meu vizinho disse: "Ele se chamava George". Ele fazia um gesto, enquanto colocava a mão nas marcas e arranhões que estavam no lugar.
Eu ia perguntar por que, mas porque se preocupar? "Com o que mais..."
A noite passada foi a pior de todas. Os gritos e uivos que eu ouvi não eram parecidos como nada que já tinha ouvido falar. Eu tinha deixado a minha janela aberta, mas como o fechamento cego, pois estava muito quente para dormir. Assim que estava prestes a cair no sono, eu ouvi passos pesados e um som de ronco. Eu congelei, apavorada. Eu podia sentir minhas pálpebras descascando para trás no meu crânio e o meu peito ficou frio, eu estava com medo. Minhas pernas e braços se retraíram em posição fetal, então eu esperei de costas para a janela.
Depois de alguns minutos, a sala inteira tremeu quando um baque pesado bateu na parede atrás de mim. Um rugido reverberou através de mim, quando um barulho de unhas arranhando algo começou. O som rapidamente se tornou mais pronunciado, mais cruel. A raspagem, rosnando, coçando, fui atrás de explicações menos assustadoras para tentar me tranquilizar. Poderia ser o vento, ou então as árvores, ou mesmo a chuva, poderia ser qualquer coisa, exceto o que era de verdade. "É isso", pensei. "Esta é a minha noite". Eu até mesmo pensei por um momento que ele poderia entrar aqui.
Eventualmente eu devo ter adormecido. Quando acordei na manhã seguinte, eu esperava que tudo poderia ter sido um sonho, um pesadelo. Então eu fui para fora ver o meu vizinho. A porta estava trancada e ele não respondia. Saí para ver se eu podia vê-lo através de uma janela. Então eu vi, do lado de fora da minha janela. Arranhões. Longas cicatrizes debaixo da minha janela. Não pareciam com qualquer outra coisa que eu tinha visto antes. Estou com medo neste momento. Não apenas assustada, não apenas preocupada. Eu estou muito medo. Liguei para a polícia novamente. Nem sequer havia alguém atendendo, havia apenas uma mensagem automática.
"[Localização Redigida] A Delegacia de Polícia é incapaz de processar chamadas neste momento. Aconselhamos os moradores a ficar com a família ou amigos que moram longe, se possível, enquanto investigamos esses eventos. Se isso não for possível, por favor, permaneçam dentro de casa e tranquem suas casas. Evite fazer viagens desnecessárias. Sob nenhuma circunstância deixe a sua casa de noite. Não investigue quaisquer ruídos ou eventos estranhos. Apenas mantenha a calma, estamos investigando".
Quer saber, eu estou feliz por eu não ter visto isso. Fico feliz por ter ouvido apenas os arranhões e barulhos, e pegadas de sangue espalhadas no canteiro. Eu estou acostumada a viver com medo agora, mas eu também não quero viver com pesadelos. Seja lá o que for, está ficando maior. Como é que algo tão grande poderia andar por aí sem que ninguém o veja?
Então aqui estou eu. Tenho certeza de que este é o meu último dia por aqui, e enquanto eu ainda tenho um meio para me comunicar com o mundo exterior, estou lhe contando tudo isso. Tudo o que aconteceu aqui. Sobre como estava sendo fácil para mim manter a minha cabeça na areia e dizer a mim mesma que nada disso estava acontecendo, mas a verdade é que eu estou presa aqui. Está provavelmente a última coisa que alguém vai me ouvir dizer, então dou um aviso.
Se você ouvir falar de uma pacata cidade, famosa por seus belos canais e cisnes, não vá até lá, pois todos os cisnes se foram.
fonte: http://www.creepypasta.com/all-the-swans-are-gone/
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Hoje trago uma postagem especialmente pra mim e os outros pastadores do blog.
Não que eu esteja reclamando, mas não é sempre que eu consigo postar as coisas em dia, e isso me deixa profundamente triste (até me cortei aqui).
Então, oque eu proponho é algo como uma tabela de postagens, onde cada um terá o compromisso de postar em certos períodos de tempo, isso junto com o comprometimento de cumprir os horários.
Pra gente discutir isso melhor vou passar meu facebook/skype pra vocês.
facebook: João Pedro Modesto Angelico
skype : Modesto
E pra essa postagem não ser um total desperdício para os nosso queridos leitores, logo abaixo segue uma creepypasta.
Hoje trago uma postagem especialmente pra mim e os outros pastadores do blog.
Não que eu esteja reclamando, mas não é sempre que eu consigo postar as coisas em dia, e isso me deixa profundamente triste (até me cortei aqui).
Então, oque eu proponho é algo como uma tabela de postagens, onde cada um terá o compromisso de postar em certos períodos de tempo, isso junto com o comprometimento de cumprir os horários.
Pra gente discutir isso melhor vou passar meu facebook/skype pra vocês.
facebook: João Pedro Modesto Angelico
skype : Modesto
E pra essa postagem não ser um total desperdício para os nosso queridos leitores, logo abaixo segue uma creepypasta.
Os ventos sussurram um segredo
Sentei-me na minha varanda, me preparando para fumar o último cigarro da noite. Já era tarde e os meus próprios ossos já estavam cansados. Enquanto o cigarro aos poucos se apagava, um barulho me chamou a atenção. Era tão fraco que eu imediatamente o considerei como apenas o barulho do vento e segui para a cama, já com o ruído fora da minha mente.
Na manhã seguinte voltei para a varanda para mais cigarros e café. Eu vi o mundo acordar comigo, os carros passando através do cruzamento como formigas, os pássaros fazendo suas balbúrdias sem fim e as sombras crescendo constantemente. Assim que eu assistia esse cenário do amanhecer, eu ouvi o barulho de novo. Por um momento, eu pensei que era o vento, pois eu podia ver algumas folhas de palmeira atravessando a estrada. Apertando os olhos e olhando para nada em particular, eu inclinei minha cabeça para tentar ouvir melhor. Não era apenas um vento, era uma voz.
Eu tentei ignorar de novo, e também tentei continuar normalmente o meu dia, retornando para a varanda de vez em quando para fumar outro cigarro. Mas eu sempre me encontrava apertando os olhos e inclinando a cabeça, e o mundo em volta de mim era esquecido em favor deste vento sussurrante. Eu não conseguia entender o que ele estava dizendo. Era como o som da televisão em uma sala no fundo de um corredor, sufocado por três ou quatro muros. Não importa o quanto de barulho soprasse em torno dos meus ouvidos, ele ainda era inaudível para mim.
Eu peguei outra xícara de café, juntamente com o meu almoço e um cigarro para fumar e me sentei nessa maldita varanda. Eu me sentia estranho. Eu me senti quase como se não fosse eu fazendo aquilo, como se eu fosse um ator em um roteiro da minha vida. Eu sabia instintivamente minhas falas e cada movimento que eu tinha de fazer. Então eu comecei a temer a voz do vento.
Jantar. Eu ainda estava sentado na varanda enquanto eu comia. Eu não queria comer, mas sabia que eu deveria. Eu não tinha certeza de que eu realmente queria comer, mas eu ainda estava comendo por necessidade. Acendi meu cigarro e escutei atentamente. Eu queria ouvir o que dizia essa voz. Devo ouvir esta voz. Durante uma hora, ainda sentado, permitindo que o cigarro até mesmo queimasse meus dedos. Eu não me mexia nem mesmo quando senti minha carne queimando. Eu queria ouvir essa voz. Eu queria ouvir essa voz e o seu segredo.
Eu balancei a minha cabeça. Eu não sabia quanto tempo eu tinha dormido, mas o céu estava escuro e as luzes da rua estavam acesas. Quando eu acordei, tive uma idéia. Eu pretendia continuar dormindo. Eu deixaria isso em aberto. O torcicolo no meu pescoço me incomodava apenas pouco enquanto eu esperava o vento me dizer o que eu desesperadamente queria saber. Do canto do meu olho eu vi a lua crescente no alto do céu, quando eu finalmente escutei a voz novamente. Estava muito claro. Não mais de três ou quatro quartos de distância do outro lado da parede.
Eu podia ouvir, eu podia ouvir as palavras!
Minha comemoração interna foi interrompida, no entanto, quando finalmente ouvi o segredo que o vento estava escondendo de mim.
"Os anti-psicóticos parecem estar funcionando, doutor."
Na manhã seguinte voltei para a varanda para mais cigarros e café. Eu vi o mundo acordar comigo, os carros passando através do cruzamento como formigas, os pássaros fazendo suas balbúrdias sem fim e as sombras crescendo constantemente. Assim que eu assistia esse cenário do amanhecer, eu ouvi o barulho de novo. Por um momento, eu pensei que era o vento, pois eu podia ver algumas folhas de palmeira atravessando a estrada. Apertando os olhos e olhando para nada em particular, eu inclinei minha cabeça para tentar ouvir melhor. Não era apenas um vento, era uma voz.
Eu tentei ignorar de novo, e também tentei continuar normalmente o meu dia, retornando para a varanda de vez em quando para fumar outro cigarro. Mas eu sempre me encontrava apertando os olhos e inclinando a cabeça, e o mundo em volta de mim era esquecido em favor deste vento sussurrante. Eu não conseguia entender o que ele estava dizendo. Era como o som da televisão em uma sala no fundo de um corredor, sufocado por três ou quatro muros. Não importa o quanto de barulho soprasse em torno dos meus ouvidos, ele ainda era inaudível para mim.
Eu peguei outra xícara de café, juntamente com o meu almoço e um cigarro para fumar e me sentei nessa maldita varanda. Eu me sentia estranho. Eu me senti quase como se não fosse eu fazendo aquilo, como se eu fosse um ator em um roteiro da minha vida. Eu sabia instintivamente minhas falas e cada movimento que eu tinha de fazer. Então eu comecei a temer a voz do vento.
Jantar. Eu ainda estava sentado na varanda enquanto eu comia. Eu não queria comer, mas sabia que eu deveria. Eu não tinha certeza de que eu realmente queria comer, mas eu ainda estava comendo por necessidade. Acendi meu cigarro e escutei atentamente. Eu queria ouvir o que dizia essa voz. Devo ouvir esta voz. Durante uma hora, ainda sentado, permitindo que o cigarro até mesmo queimasse meus dedos. Eu não me mexia nem mesmo quando senti minha carne queimando. Eu queria ouvir essa voz. Eu queria ouvir essa voz e o seu segredo.
Eu balancei a minha cabeça. Eu não sabia quanto tempo eu tinha dormido, mas o céu estava escuro e as luzes da rua estavam acesas. Quando eu acordei, tive uma idéia. Eu pretendia continuar dormindo. Eu deixaria isso em aberto. O torcicolo no meu pescoço me incomodava apenas pouco enquanto eu esperava o vento me dizer o que eu desesperadamente queria saber. Do canto do meu olho eu vi a lua crescente no alto do céu, quando eu finalmente escutei a voz novamente. Estava muito claro. Não mais de três ou quatro quartos de distância do outro lado da parede.
Eu podia ouvir, eu podia ouvir as palavras!
Minha comemoração interna foi interrompida, no entanto, quando finalmente ouvi o segredo que o vento estava escondendo de mim.
"Os anti-psicóticos parecem estar funcionando, doutor."
fonte: http://www.creepypasta.com/the-wind-whispered-a-secret/
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Armadilha Turística
Na área rural de Wisconsin, existe um velho parque abandonado. Construído em 1920, servia como ponto de encontro de turistas na cidade. Isto é, até que um trem recém-desenvolvido e um túnel para passeio foi instalado em 1932. Era um comboio infantil aparentemente inocente, com um carro chefe mecanizado e com três pequenos carrinhos puxados por trás dele. Duravam em torno de algumas voltas antes de entrar no pequeno túnel final.
Mas é aí que a história fica estranha. Houve inúmeros casos de mortes de crianças naquele ano, todos eles acontecendo depois que a criança entrava no sistema do trem. Algumas crianças desapareciam nesse curto túnel (cerca de 10 pés), e outras entraram em coma depois de sair. Uma delas, ao sair, foi encontrada morta. Seu vestido estava coberto no que parecia ser pequenas impressões de mãos sangrentas. E algumas outras das crianças foram mortas por arranhões em suas gargantas até sangrar.
O parque foi fechado e a popularidade da cidade como uma cidade turística despencou. Recentemente uma equipe de cientistas foram enviados ao parque. Eles colocaram uma câmera de vídeo no trem e um estagiário nele antes de enviá-lo para as trilhas. Quando o trem saiu do túnel, estava totalmente vazio, exceto para a câmera que ainda estava lá. Os últimos dez segundos da gravação não mostravam nada além de estática, exceto o som de algumas crianças rindo ao fundo.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Tourist_Trap
Mas é aí que a história fica estranha. Houve inúmeros casos de mortes de crianças naquele ano, todos eles acontecendo depois que a criança entrava no sistema do trem. Algumas crianças desapareciam nesse curto túnel (cerca de 10 pés), e outras entraram em coma depois de sair. Uma delas, ao sair, foi encontrada morta. Seu vestido estava coberto no que parecia ser pequenas impressões de mãos sangrentas. E algumas outras das crianças foram mortas por arranhões em suas gargantas até sangrar.
O parque foi fechado e a popularidade da cidade como uma cidade turística despencou. Recentemente uma equipe de cientistas foram enviados ao parque. Eles colocaram uma câmera de vídeo no trem e um estagiário nele antes de enviá-lo para as trilhas. Quando o trem saiu do túnel, estava totalmente vazio, exceto para a câmera que ainda estava lá. Os últimos dez segundos da gravação não mostravam nada além de estática, exceto o som de algumas crianças rindo ao fundo.
fonte: http://creepypasta.wikia.com/wiki/Tourist_Trap
Não-Existência
Você já se perguntou como a morte é assustadora? Pense nisso, ela é a única coisa que realmente nós não sabemos de absolutamente nada. Algumas pessoas podem citar as crenças religiosas de uma vida após a morte, mas ela realmente é algo totalmente e completamente estranho para nós. Mas e se as pessoas religiosas estiverem erradas? E se a morte realmente for a inexistência, e que simplesmente o cérebro morre de uma vez? Aterrorizante, não? Mas é claro, você nunca será capaz de raciocinar sobre isso, pois quando acontecer com você, não vai notar, já que não vai mais existir.
Mas... digamos que um certo alguém pudesse expor você à inexistência. Digamos que essa pessoa pode realmente deixá-lo experimentar o estado de não existir e, mais importante, deixar que você se lembre. Ele provavelmente seria capaz de levá-lo a concordar com qualquer coisa, afim de evitar esse destino. Para certas pessoas à beira da morte, sua atividade cerebral por vezes se acaba totalmente por cerca de três segundos e em seguida, retorna, apenas para morrer da uma forma mais convencional possível.
Muitos enfermeiros de hospitais tem notado um homem vestindo um terno que nunca viram em nenhum catálogo ou sendo usado por qualquer pessoa antes. Curiosamente, quando você pergunta sobre o terno aos enfermeiros, eles vão relutar em falar por um momento, e em seguida, responder que é difícil de descrever, mas eles tem certeza de que nunca tinham o visto antes. Se você então perguntar sobre o homem, no entanto, eles vão congelar e em um espasmo violento, responder: "Que homem?"
fonte: http://www.creepypasta.com/nonexistance/
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Hoje trago duas postagens para compensar minha ausência no sábado.
Gostei muito das duas e pra dar uma váriada traduzi uma de outro site.
Boa Leitura !
Hoje trago duas postagens para compensar minha ausência no sábado.
Gostei muito das duas e pra dar uma váriada traduzi uma de outro site.
Boa Leitura !
Os tempos estão difíceis
Seth nem sempre foi um desabrigado. Em um momento, ele tinha uma vida decente como um gerente de recursos humanos e vivia em uma bela casa, em um bairro agradável e seguro. Ele tinha uma mobiliária agradável e um novo Ford Mustang que amava, e tinha praticamente tudo o que queria. Ele sempre foi cuidadoso com seu dinheiro para que sua conta bancária nunca estivesse vazia (ele fazia sempre questão de ter, pelo menos, $ 1.000 sempre a disposição). Claro, tudo isso mudou quando a empresa em que ele trabalhava foi por água abaixo e ele acabou perdendo o emprego.
Inicialmente, ele não estava muito preocupado em estar desempregado e não achava que teria muita dificuldade em encontrar um novo emprego rapidamente. Ele tinha mestrado em recursos humanos, bem como uma tonelada de experiências gerais, ele estava certo de que haviam inúmeras empresas lá fora que iriam contratá-lo num piscar de olhos. O que ele não sabia , porém, era que devido ao terrível estado da economia atual e o fato de que seu campo estava em baixa, especialmente na área onde ele morava, onde você praticamente tinha que conhecer alguém na administração superior para poder assim ser contratado por alguma empresa dessas.
Ele enviou uma série de currículos brilhantes e cartas em que se gabava de sua experiência e suas realizações em todas as empresas da cidade, mas ele nunca recebeu nenhuma resposta de um único deles. Ele vasculhou anúncios e sites de emprego na Internet obsessivamente, e quando ele conseguia algumas entrevistas, ele nunca recebeu uma chamada de alguém oferecendo-lhe uma posição. Depois de vários meses tentando conseguir alguma coisa com os seus cheques de desemprego, ele agora estava desesperado e começou a aplicar para tudo e para qualquer coisa, contanto que isso significasse que ele teria no final do mês algum dinheiro adicional. Afinal, ele tinha uma hipoteca e um carro para pagar, assim como várias outras despesas mensais para pagar.
Ele começou a ir em mais entrevistas, principalmente para trabalhos que só pagavam salário mínimo ou alguns dólares a mais, mas não importava o quanto ele tentasse, simplesmente não conseguia ser contratado para nenhum deles. A principal razão parecia ser que as pessoas responsáveis pela contratação de outras pessoas pensavam que ele era extremamente qualificado, devido à sua formação e experiência de trabalho anterior (o que não fazia sentido para ele, pois ele sempre dizia que alguém com um diploma universitário tinha uma melhor chance de encontrar um emprego). Ele sabia estava praticamente no fundo do poço quando ele não conseguiu nem mesmo ser contratado como lavador de pratos em um restaurante italiano local, e alguém que costumava trabalhar com ele na empresa de pagamento de contas foi escolhido para o cargo em seu lugar.
Uma vez que seus benefícios de desemprego, eventualmente, eram rapidamente gastos e ele ainda estava sem emprego fixo, teve que confiar em seus cartões de crédito para poder sobreviver. Não demorou muito para que ele estourasse cada um deles para pagar as contas e comprar itens necessários, como alimentos, e antes que percebesse, já havia acumulado 26 mil dólares em dívidas de cartão de crédito. Até a empresa de telefone cortou sua conta porque ele não podia mais pagar, estava sendo bombardeado dia e noite com chamadas de credores furiosos que queriam o seu dinheiro, fazendo ameaças aleatórias contra ele. A única coisa boa sobre a perda de sua casa algumas semanas depois foi o fato de que ele não teria que temer a visão do carteiro andando até sua calçada todos os dias para entregar vários quilos de contas em atraso, assim como os avisos e cartas de vários credores, ameaçando processá-lo se não pagasse.
Ser sem-teto era terrível, e claro, todos os dias ele pensou em se matar. Passava os dias vasculhando lixeiras à procura de fatias meio comidas de pizza e cheeseburgers deixados no lixo. Quando ele não estava fazendo isso, ele passava o tempo pedindo esmola das pessoas que passavam por ele em seu caminho para o trabalho, que sempre lhe davam um olhar de desprezo e ao mesmo tempo, de piedade. Alguns deles até diziam a ele para procurar um emprego, o que sempre o fazia rir. Para ele, um bom dia consistia em encontrar um sanduíche de peixe que alguém tivesse jogado fora ou que não estivessem estragados ou coberto de moscas e outros insetos.
Em uma fria manhã de dezembro, antes do Natal, Seth descobriu que seu lixo favorito que ficava atrás de uma lanchonete, havia sido removido. Em seu lugar ficou uma nova lata, que apresentava uma foto do prefeito da cidade e sobre ele o slogan "ninguém passa fome na minha cidade". Ele ouviu em algum lugar que o prefeito estava fazendo o melhor para ajudar os moradores de rua na cidade e tinha muitos planos em andamento, incluindo a abertura de novos abrigos e cozinhas de sopa para se certificar de que as almas infelizes que viviam na ruas tivessem os devidos cuidados.
Além de alimentá-los e dar-lhes um lugar para ficar para que eles não morressem de fome ou congelassem até a morte, no final de um beco escuro, estava no processo de criação de um centro de colocação de trabalho que proporcionaria empregos de treinamento e de trabalho real para aqueles que perderam sua sorte no mundo, e assim ficassem livres de encargos. Seu objetivo geral era de acabar com todas as pessoas sem-abrigo até à Primavera, e Seth era um deles.
Então o estômago de Seth começou a rosnar, ele se aproximou da caçamba de lixo na esperança de encontrar um bife descartado ou um par de peitos de frango cozido. E então, sem aviso, a lixeira se abriu enquanto ele chegava mais perto dele e então um par de cabos de aço se envolveram em torno de suas pernas. Ele gritou por socorro enquanto os cabos de tentáculos o puxavam para o lixo, mas ninguém o ouviu ou, provavelmente, não queriam ajudá-lo, afinal ele era apenas um vagabundo que não faria diferença para ninguém. Ele tentou agarrar em algo enquanto os cabos continuavam a arrastá-lo, mas ele só conseguiu quebrar as suas unhas enquanto se agarrava desesperadamente no asfalto.
Até que ele estivesse a centímetros de distância do lixo, ele então viu as engrenagens girando dentro da lixeira esperando por ele. Pouco antes de suas pernas serem puxadas para dentro e enfim serem dolorosamente esmagadas pelas engrenagens, ele descobriu o que o prefeito realmente quis dizer quando ele disse que ia se livrar de todas as pessoas sem teto até à Primavera.
A tampa da caçamba se fechou e as engrenagens continuaram girando até que não tivesse mais nada de Seth além de um par de quilos de carne e ossos mutilados. Várias horas depois, um homem velho que fazia os jantares públicos enviou seu filho deficiente mental para recolher os restos do lixo. Ele voltou para a cozinha com o que restava de Seth, temperando e colocando os restos em um bolo de carne que serviria para alimentar fregueses famintos da lanchonete mais tarde naquela noite.
As novas lixeiras do prefeito foram colocados atrás de cada restaurante, lanchonete e loja na cidade, e em pouco tempo não haviam mais moradores de rua em lugar nenhum. O prefeito foi elogiado por atingir suas metas em vários meses de antecedência e como resultado, recebeu um prêmio especial na cerimônia do jantar. Durante seu discurso, no qual agradeceu à comunidade por seu prêmio, os habitantes da cidade não puderam deixar de notar o quão boa era a "carne assada" que tinha sido servida no evento.
fonte:http://www.chillingtalesfordarknights.com/2013/06/05/times-are-tough/
Inicialmente, ele não estava muito preocupado em estar desempregado e não achava que teria muita dificuldade em encontrar um novo emprego rapidamente. Ele tinha mestrado em recursos humanos, bem como uma tonelada de experiências gerais, ele estava certo de que haviam inúmeras empresas lá fora que iriam contratá-lo num piscar de olhos. O que ele não sabia , porém, era que devido ao terrível estado da economia atual e o fato de que seu campo estava em baixa, especialmente na área onde ele morava, onde você praticamente tinha que conhecer alguém na administração superior para poder assim ser contratado por alguma empresa dessas.
Ele enviou uma série de currículos brilhantes e cartas em que se gabava de sua experiência e suas realizações em todas as empresas da cidade, mas ele nunca recebeu nenhuma resposta de um único deles. Ele vasculhou anúncios e sites de emprego na Internet obsessivamente, e quando ele conseguia algumas entrevistas, ele nunca recebeu uma chamada de alguém oferecendo-lhe uma posição. Depois de vários meses tentando conseguir alguma coisa com os seus cheques de desemprego, ele agora estava desesperado e começou a aplicar para tudo e para qualquer coisa, contanto que isso significasse que ele teria no final do mês algum dinheiro adicional. Afinal, ele tinha uma hipoteca e um carro para pagar, assim como várias outras despesas mensais para pagar.
Ele começou a ir em mais entrevistas, principalmente para trabalhos que só pagavam salário mínimo ou alguns dólares a mais, mas não importava o quanto ele tentasse, simplesmente não conseguia ser contratado para nenhum deles. A principal razão parecia ser que as pessoas responsáveis pela contratação de outras pessoas pensavam que ele era extremamente qualificado, devido à sua formação e experiência de trabalho anterior (o que não fazia sentido para ele, pois ele sempre dizia que alguém com um diploma universitário tinha uma melhor chance de encontrar um emprego). Ele sabia estava praticamente no fundo do poço quando ele não conseguiu nem mesmo ser contratado como lavador de pratos em um restaurante italiano local, e alguém que costumava trabalhar com ele na empresa de pagamento de contas foi escolhido para o cargo em seu lugar.
Uma vez que seus benefícios de desemprego, eventualmente, eram rapidamente gastos e ele ainda estava sem emprego fixo, teve que confiar em seus cartões de crédito para poder sobreviver. Não demorou muito para que ele estourasse cada um deles para pagar as contas e comprar itens necessários, como alimentos, e antes que percebesse, já havia acumulado 26 mil dólares em dívidas de cartão de crédito. Até a empresa de telefone cortou sua conta porque ele não podia mais pagar, estava sendo bombardeado dia e noite com chamadas de credores furiosos que queriam o seu dinheiro, fazendo ameaças aleatórias contra ele. A única coisa boa sobre a perda de sua casa algumas semanas depois foi o fato de que ele não teria que temer a visão do carteiro andando até sua calçada todos os dias para entregar vários quilos de contas em atraso, assim como os avisos e cartas de vários credores, ameaçando processá-lo se não pagasse.
Ser sem-teto era terrível, e claro, todos os dias ele pensou em se matar. Passava os dias vasculhando lixeiras à procura de fatias meio comidas de pizza e cheeseburgers deixados no lixo. Quando ele não estava fazendo isso, ele passava o tempo pedindo esmola das pessoas que passavam por ele em seu caminho para o trabalho, que sempre lhe davam um olhar de desprezo e ao mesmo tempo, de piedade. Alguns deles até diziam a ele para procurar um emprego, o que sempre o fazia rir. Para ele, um bom dia consistia em encontrar um sanduíche de peixe que alguém tivesse jogado fora ou que não estivessem estragados ou coberto de moscas e outros insetos.
Em uma fria manhã de dezembro, antes do Natal, Seth descobriu que seu lixo favorito que ficava atrás de uma lanchonete, havia sido removido. Em seu lugar ficou uma nova lata, que apresentava uma foto do prefeito da cidade e sobre ele o slogan "ninguém passa fome na minha cidade". Ele ouviu em algum lugar que o prefeito estava fazendo o melhor para ajudar os moradores de rua na cidade e tinha muitos planos em andamento, incluindo a abertura de novos abrigos e cozinhas de sopa para se certificar de que as almas infelizes que viviam na ruas tivessem os devidos cuidados.
Além de alimentá-los e dar-lhes um lugar para ficar para que eles não morressem de fome ou congelassem até a morte, no final de um beco escuro, estava no processo de criação de um centro de colocação de trabalho que proporcionaria empregos de treinamento e de trabalho real para aqueles que perderam sua sorte no mundo, e assim ficassem livres de encargos. Seu objetivo geral era de acabar com todas as pessoas sem-abrigo até à Primavera, e Seth era um deles.
Então o estômago de Seth começou a rosnar, ele se aproximou da caçamba de lixo na esperança de encontrar um bife descartado ou um par de peitos de frango cozido. E então, sem aviso, a lixeira se abriu enquanto ele chegava mais perto dele e então um par de cabos de aço se envolveram em torno de suas pernas. Ele gritou por socorro enquanto os cabos de tentáculos o puxavam para o lixo, mas ninguém o ouviu ou, provavelmente, não queriam ajudá-lo, afinal ele era apenas um vagabundo que não faria diferença para ninguém. Ele tentou agarrar em algo enquanto os cabos continuavam a arrastá-lo, mas ele só conseguiu quebrar as suas unhas enquanto se agarrava desesperadamente no asfalto.
Até que ele estivesse a centímetros de distância do lixo, ele então viu as engrenagens girando dentro da lixeira esperando por ele. Pouco antes de suas pernas serem puxadas para dentro e enfim serem dolorosamente esmagadas pelas engrenagens, ele descobriu o que o prefeito realmente quis dizer quando ele disse que ia se livrar de todas as pessoas sem teto até à Primavera.
A tampa da caçamba se fechou e as engrenagens continuaram girando até que não tivesse mais nada de Seth além de um par de quilos de carne e ossos mutilados. Várias horas depois, um homem velho que fazia os jantares públicos enviou seu filho deficiente mental para recolher os restos do lixo. Ele voltou para a cozinha com o que restava de Seth, temperando e colocando os restos em um bolo de carne que serviria para alimentar fregueses famintos da lanchonete mais tarde naquela noite.
As novas lixeiras do prefeito foram colocados atrás de cada restaurante, lanchonete e loja na cidade, e em pouco tempo não haviam mais moradores de rua em lugar nenhum. O prefeito foi elogiado por atingir suas metas em vários meses de antecedência e como resultado, recebeu um prêmio especial na cerimônia do jantar. Durante seu discurso, no qual agradeceu à comunidade por seu prêmio, os habitantes da cidade não puderam deixar de notar o quão boa era a "carne assada" que tinha sido servida no evento.
fonte:http://www.chillingtalesfordarknights.com/2013/06/05/times-are-tough/
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