domingo, 26 de janeiro de 2014

Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Então, como tudo que é bom uma hora acaba, venho aqui para desejar um ótimo começo de aula para vocês , e também para trazer uma creepypasta bem bem legal que eu achei na interwebsBoa Leitura !

Acordado

Suas existências não servem mais, assim como era à milênios atrás. Além disso, seus "sacrifícios" não são de valor nenhum para mim. O que me importa se você enviar sua alma de volta para mim? Eu te fiz e te joguei para fora, o que faz pensar que eu quero você, humanidade, de volta?
Há uma razão para você não estar comigo. É porque muitos de vocês são uma experiência fracassada. Eu estava simplesmente esperando o momento que vocês destruíssem uns aos outros, mas agora você já cruzou a linha, e está se aprofundando em assuntos que não lhe dizem respeito. Vocês acham que estão seguros, confinados na prisão que chamam de Terra, mas não, um dia você vai encontrar o seu atormento. Vocês acham que vão descobrir o espaço ao seu redor, mas na verdade estão apenas balançando a gaiola que eu fiz para você. Oh, humanidade, você tinha tudo o que precisava ali mesmo, mas não, você queria mais. Se eu permitir que você continue a mexer em minhas criações mais bem-sucedidas, você iria destruí-las. "Eles" sabem disso, e é por isso que me acordaram. 
Tentei esquecer, mas eu não posso deixar isso continuar por mais tempo. Em breve você vai sentir toda a ira de seu criador, porque o que foi feito pode também ser desfeito, e todos vocês tem várias formas maravilhosas de serem desfeitos. Alguns me chamam de Deus, outros me chamam de demônio. Mas tudo o que eu sei é que estou acordado, e muito infeliz.

Eu estou acordado, mas não deveria estar. Você foi ruim por muito tempo, e é hora de parar. Eu gostaria de não ter que fazer isso, acredite. É muito mais fácil para mim continuar a dormir por eras do que ter que me preocupar com você, humanidade. Mas eu estou acordado, e muito descontente. Você cometeu muitas atrocidades em meu nome, e muitas dessas atrocidades foram cometidas contra mim. Não é uma questão de benevolência ou malevolência, mas de ponto e valor.

fonte: http://www.creepypasta.com/awake/

sábado, 25 de janeiro de 2014


Teoria da Extinção

Estima-se que, para cada milhão ou mais de seres humanos, sete espécies de animais são extintos. Você sabe o que "extintos" significa? Isso significa que eles sumiram, para sempre. Os sobreviventes finais de uma corrida pela vida, sobreviveram e agora desaparecem. Para nunca mais voltar, nunca. Quando uma espécie se extingue, o ecossistema leva um golpe.

Por exemplo, um ecossistema com dois herbívoros, um carnívoro, três tipos diferentes de plantas e um decompositor são colocados em uma área pequena. Vamos dizer agora que, devido a alguma força desconhecida, um desses herbívoros é extinto. Os carnívoros terão menos coisa para comer, obviamente. E as plantas crescerão mais sem ter quem as consumir. Assim, os carnívoros, com pouca comida, isso faz com que seu grupo caia significativamente. Os decompositores tem menos materiais para decompor.

Depois de alguns anos, os herbívoros morrem. Os carnívoros morrem de fome e os decompositores também perecem. Eventualmente, quando tudo chega ao limite, cruzam-se raças e então ervas daninhas e outros parasitas assumem e as outras espécies morrem, criando erosões no solo, e o local torna-se estéril. A morte do herbívoro 2 eventualmente causa a desconstrução do ecossistema. Sim, isso leva muito tempo, anos, talvez até décadas, mas eventualmente, a desconstrução vai acontecer. A minha teoria se baseia em acontecimentos de muito tempo atrás, antes da primeira grande extinção.

Os grandes répteis (conhecidos como dinossauros) percorriam os continentes livremente. Todos eles foram colocados juntos, em uma inimaginavelmente grande massa de terra conhecida como Pangéia. Os oceanos se reuniam em torno dela, prendendo outros animais. No entanto, uma coisa faltava nesse ecossistema florescente e maciço: senciência. Com base em registros fósseis e vários estudos científicos , a maioria dessas espécies não tinham conhecimento de sua própria existência, e o único conhecimento que eles possuíam era sobre o que precisavam para sobreviver.

A falta de conhecimento muitas vezes produz resultados ruins, como aconteceu antes. Você já viu um daqueles filmes de Hollywood com dinossauros de efeitos especiais? Os carnívoros gigantes, como o Tiranossauro Rex deveriam ser temidos, assim como eles tinham uma fome insaciável por carne e não tinha limites sobre o que eles matavam. Eles comiam tudo e qualquer coisa, herbívoros, carnívoros e geralmente, sua própria espécie.

A superalimentação de uma determinada espécie pode levar a coisas muito, muito ruins. Isso significa que outros carnívoros, muitas vezes vão consumir coisas que são muito difíceis de se restabelecer. Isto leva a certas "desadaptações" de carnívoros, menores extinções, assim que a quantidade de alimentos que os herbívoros usavam como alimento básico diminuía. À medida que estes crescem, a vida vegetal reduz. Os carnívoros maiores têm dificuldade em mover através da vida vegetal e fica cada vez mais difícil pegar as coisas. Eles comem alimentos, mas os herbívoros comem plantas.

Enquanto a vida vegetal desaparece, a erosão, a movimentação de terra através do vento, da fauna e dos meios de outra forma contundente castigam a terra. Sem grandes raízes para manter essas plantas no lugar, o processo é acelerado. Nós sabemos que em algum momento, cerca de 2 milhões de anos, os continentes começaram a rachar. É teorizado que isso foi causado pela atração gravitacional, ou o movimento das placas tectônicas, mas recentemente eu li um artigo que tem uma teoria completamente diferente.

O mundo estava morrendo.

Devido à quantidade extrema de espécies se extinguindo de uma vez, todo o "ecossistema" do mundo estava entrando em um estado preocupante. O planeta estava perdendo seu vigor, sua força. Eu ainda não sei que tipo de força desconhecida poderia ter feito isso, mas eu acredito que algo tentou corrigir isso. Então, o mundo foi colocado para dormir. Os continentes se separaram, e uma era conhecida como a "Idade do Gelo" começou, causando a extinção em massa dos grandes répteis conhecidos como os dinossauros. E então surgiu a nova classificação: mamíferos, adaptados para o gelo com incubação interna e pelos grossos para mantê-los a salvo do congelamento.

A evolução seguiu seu curso. Os mamíferos tornaram-se mais inteligentes para se afastarem do frio e se adaptarem quando a era do gelo tivesse acabado. E quando a necessidade de evolução não girava em torno da sobrevivência, ela se virou para a necessidade de conhecimento. A primeira das ciências humanas ancestrais começaram a nascer na terra, ainda tão tola quanto os seus homólogos de primatas, mas já tinham uma necessidade básica em pensar. Assim a mente da humanidade evoluiu. A invenção do fogo e ferramentas para caça foi apenas o início de nosso interesse pela senciência.

O resto é, como se costuma dizer, apenas história. A agricultura, criação de animais, a roda e, eventualmente, a energia elétrica e agora, a inteligência artificial. A inteligência nos trouxe uma recompensa de vida, uma recompensa de prazer em conhecer. Se você tivesse que voltar no tempo com a tecnologia de hoje, eles não iriam dar os créditos à você, mas sim à um deus.

Mas é claro, o poder tem as suas desvantagens. Duas guerras mundiais ocorreram apenas no século passado. As armas nucleares estão sendo estocadas, esperando para serem lançadas em algum condado desconhecido. E o mais importante, a poluição feita por combustíveis fósseis (que, ironicamente, foram criados pelos grandes animais que causaram a primeira grande extinção) rasgam a camada de ozônio, trazendo os raios solares mortais para o nosso mundo.

Voltando ao ponto inicial. As espécies estão sendo extintas a uma taxa alarmante e a nossa, a espécie humana, continua a crescer. As florestas estão sendo derrubadas, removendo nossa habilidade de criar oxigênio. E as nossas temperaturas médias aumentam, ainda que levemente, a cada ano (Isso é um fato comprovado). E se, por exemplo, houver algum tipo de sistema de defesa planetária, construído em algum lugar lá no fundo do planeta?

Quando o mundo começar a se tornar inabitável, o sistema vai se ativar para remover a ameaça, na tentativa de salvar o mundo. As calotas polares estão derretendo, aumentando o nível de água, ainda que lentamente. E se um dia os grandes oceanos subirem para destruir a nova ameaça para o mundo? Para limpar as águas e se reconstruir novamente, milhões de anos depois?

E se dessa vez, nós formos a ameaça?
fonte:http://creepypasta.wikia.com/wiki/Extinction_Theory

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Um destino pior que a morte

Levou apenas alguns segundos. Três, para ser exato. Lembro-me perfeitamente de cada nanossegundo, com detalhes perfeitos. Detalhes extremamente terríveis.

Lembro-me dos sons.

Ah, como eu detesto aqueles sons. Lembro-me dos sons de seus gritos, os sons de seus ossos sendo esmagados e cortados. Eu podia ouvir o resto da minha família. Seus gritos insuportáveis, as lamentações intermináveis de meus irmãos e parentes. Lembro-me do estalar dos meus próprios ossos. Lembro-me de ter gritado, e do som estridente de aço retorcido e as buzinas dos carros. É até engraçado como o som do estado de uma coluna pode destruir uma vida. É engraçado como aquele pequeno pedaço de pele era tudo o que ficava entre a vida e a morte.

Eu me lembro do cheiro. Cheirava a gás, fogo e sangue.

Eu me lembro do sabor. O gosto de sangue, suor, óleo e metal é mortificante, palavras não podem descrever o sabor terrível dessa combinação. Eu podia sentir a minha vida desaparecendo. Eu podia sentir meu corpo se desintegrando. Eu poderia sentir meu tempo se acabando. Então cumprimentei meu fim de braços abertos.

Mas a parte triste, porém, foi que eu fui trazido de volta da morte. Eu então estou aqui deitado, apodrecendo na minha miséria. Despojado de todo resto de dignidade que eu já tive. De cada pingo de humanidade que eu uma vez já tive. Eu estou sozinho, preso. Minha mente nunca vai descansar. Eles não vão parar. Eu costumava pensar que tudo que eu queria era paz e solidão. Aqui eu tenho tempo para pensar, para ficar sozinho com meus pensamentos e minha mente. Eu não queria isso. Eu não preciso disso. Mas eu não tenho nenhuma saída.

Sento-me sozinho no hospital onde estou sob os cuidados deles. Isolado de tudo que eu já tive, todos que eu já conheci. Eu tive décadas para pensar, refletir, sempre solitário. Eu até mesmo me tornei um grande filósofo de tanto que vaguei pelos meus pensamentos. Eu sei por que estamos aqui. Eu sei o que vai acontecer depois com todos nós. Ah, como o destino é cruel.

Eu sei todas as respostas, no entanto, eu não posso falar.

Eu não posso me mover.

E muito menos gritar.

fonte: 
http://creepypasta.wikia.com/wiki/A_Fate_Worse_Than_Death

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Olá pessoas, tudo bem com vocês ?
Não sei vocês, mas pra mim essa é  a ultima semana na moleza.
Vou continuar postando frequentemente e quem sabe trazer algumas novidades, só preciso trabalhar as ideias.
Hoje trago mais uma creepypasta traduzida para seu deleite e apreciação.
Boa Leitura.

Grimm

Ele veio no inverno. Agora que eu penso nisso, ele nunca teria chegado em qualquer outro momento.

Ele gosta de brincar, ele gosta de se divertir com suas maldades.

Eu sabia que era a minha vez, eu percebi os sinais. Como eu disse, ele gosta de se divertir.

Os primeiros sinais são geralmente tão pequenos, quase insignificantes, que você pode até não perceber. Como sussurros em uma sala vazia. Um reflexo no canto do olho, ou uma sombra em um corredor.

Ele vai quebrar seus pés para que você não possa andar.

Ele vai costurar a sua boca para que você não possa falar.

Então a paranóia vai começar. Você vai pensar que alguém está te observando. É no armário, ele está se escondendo debaixo de sua cama. Ele está vindo atrás de você, e não há nada que você possa fazer.

Na paranóia é onde eu acho que ele mais se diverte. Isso pode continuar por anos, décadas.

Eu já fechei meus olhos para que eu não possa ve-lo.

Em algum momento, ele vai se mostrar para você. Claro, ele não vai aparecer e se apresentar. Onde está a diversão nisso?

Não, ele prefere ser visto como uma sombra negra e magra em um beco, um reflexo de um terno bem arrumado.

Nada satisfaz a sua alma, mas quem disse que ele tem uma?

Ele existe desde a criação do homem, e ele vai durar mais do que todos nós.

Ele tem muitos nomes, ele já foi chamado de Thanatos, Malach Hamavet. Ele é El Muerte, Abbadon, o anjo caído, agora o chamam de "O Homem magro".

Ele é o Cavaleiro amarelo do Apocalipse.

Quando Deus não está, ele toma conta.

Ele não terá misericórdia de sua alma.

Posso ouvi-lo chamando por mim, Sua risada cruel ecoa em minha mente. Ele sabe onde eu me escondo.

As crianças brincavam, mas não estão mas lá, ele as pegou.

Ele me persegue. Você não pode ouvi-lo?
Você não vai me poupar mais um ano?

fonte: 
http://creepypasta.wikia.com/wiki/Grimm

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Cheio de Alegria
A luz branca brilhante mancha o rosto dos jovens, os círculos de música bonita e ecos em torno das orelhas encantam, e os dedos sentem o orvalho da luxúria da manhã, o sabor picante de uma maçã excita a língua e o nariz é preenchido com o aroma doce do cheiro indefinível que assombra a minha felicidade. Eu sinto meus pés trilhando através das poucas flores da primavera e assisto em silêncio enquanto você desfila em frente de mim.
Você está sempre lá, a praga do meu paraíso. É como uma janela, uma porta de vidro para um outro mundo que está bloqueado e impedido de se penetrar para o outro lado. Você escurece minha luz, você torna minhas maçãs em cinzas quando estão em minhas mãos. Um olhar em você, sem saber, apodrece a minha jovem e bonita face, seus passos se tornam criaturas que assombram minhas horas de vigília. Eu nunca durmo, eu não tenho paz, enquanto você viver.
Cada pesadelo que você já teve, cada pensamento ruim que você já teve, cada olhar lascivo, cada desejo pecaminoso. Toda a sua impureza se infiltra em meu mundo perfeito. Ela queima as minhas plantas, destroem meus filhos doces. Ela queima minha bela pele. Agora eu não posso nem fechar os olhos. A última prostituta para qual você olhou queimou minhas pálpebras delicadas.
Mas não se preocupe. A minha transição de perfeição à podridão tem um bônus. Todos os dias eu raspo na janela, na porta de vidro. Sabe aqueles estranhos sons que você ouve quando está sozinho? O medo que se arrasta em seu coração depois de escurecer? Os rangidos e as batidas que você convence a si mesmo ser apenas obra dos tubos e do aquecimento? Minhas unhas, elas se agitam e arranham a janela, na porta de vidro. Cada dia, eu chego mais perto.
Estou chegando nas últimas camadas. Em breve eu vou estar cheio de alegria novamente. Você pode me ouvir rindo agora? Eu não posso esperar para conhecê-lo.
fonte:
www.creepypasta.wikia.com

sábado, 18 de janeiro de 2014


Teletubbies e o Universo do Meio

Quem assistiu aos episódios bobos de Teletubbies nunca iria imaginar que existe a possibilidade de conter neles uma verdade perturbadora. O programa produzido pela BBC em parceria com a RagDoll tinha o propósito nobre de divertir o público infantil, no entanto, Teletubbies nunca deixou de ter um aspecto esquisito e sinistro. Na trama, seres parecidos com grandes ratazanas gordas com antenas se comportavam de forma idiota o tempo todo, em um lugar que parecia uma colina verdejante.Todas as idéias bizarras assistidas nos 365 episódios sairam da cabeça de um único homem: Andrew Davenport, e é nesse ponto que a história começa a ficar interessante. Davenport é o diretor criativo da Ragdoll e um campeão de audiência nos programas que levam sua autoria. Ingressou nesse ramo após concluir seu curso na Universidade de Londres. O sucesso e a fama de Andrew sempre foram destaque da imprensa da sua cidade natal, Folkestone, assim como o seu lado negro, um lado tão obscuro que Davenport nega veementemente, talvez porque queira esquecer.
Durante sua infância, Andrew teve problemas na escola, sendo obrigado à estudar em um colégio que era um tipo de escola militar nas proximidades de Folkestone que tinha a má fama de “maltratar” seus alunos. Nesse período, Davenport compulsoriamente se submeteu ao rigoroso Plano de Disciplina do colégio. Dentre os eventos desse plano estava passar um final de semana em uma base militar onde é a atual RAF Menwith Hill Station, em Harrogate.
Depois dessa viagem Andrew voltou transtornado. Aquele menino sempre "elétrico" virou uma criança séria, sem expressões. Sempre cabisbaixo pelos cantos, o jovem nunca tocou no assunto abertamente. Chegou a frequentar um psiquiatra para se livrar do trauma mas não obteve sucesso. Com o tempo o impacto dos acontecimentos da viagem diminuiram até se anularem nas profundezas da alma de Andrew. E ficou lá, escondido, até o dia em que Davenport decidiu colocar as idéias no papel: era o programa do Teletubbies.
Agora, o já adulto Andrew apresentava aos executivos da BBC, o projeto para esse programa infantil: tudo muito bom, muito simples … ou pelo menos era o que parecia ser. Em um certo dia, Davenport foi à uma festa com toda a equipe do programa. O diretor exagerou um pouco na bebida e terminou em um estado deplorável. No meio da choradeira, Andrew começou a confessar aos presentes sobre um tal "Operação Mider”. Segundo suas palavras, durante a viagem feita com o colégio militar aos seus 13 anos de idade, Andrew e seus colegas terminaram submetidos à um experimento de uma Operação chamada pelos militares de Mider. Todos foram postos em uma cúpula que parecia feita de um plástico líquido e permaneceram ali enquanto uma luz fortíssima tomava toda a esfera. Andrew revela que desmaiou, acordando em um lugar totalmente bizarro. Nesse lugar, nada parecia fazer muito sentido, as leis da Física não eram respeitadas e as criaturas que habitavam o local não tinham nada a ver com qualquer animal que habitava o nosso planeta. Eram seres parecidos com grandes ratos humanoídes, com cerca de 2 metros de altura, vestindo uma roupa metálicas e com antenas em cima das cabeça. Na região do abdomen desses seres havia uma display que demonstrava tudo aquilo que eles pensavam e até mesmo o que Andrew pensava. Todos se comportavam de maneira boba, emitindo algo parecido com risadas o tempo todo. Pareciam crianças. Andrew e mais três de seus colegas permaneceram nesse local, segundo sua perspectiva, por longos meses. Se comunicavam com as criaturas por pensamento e elas materializavam tudo aquilo que eles desejavam, quase sempre com um sorriso no rosto. Certo dia, no meio desse ambiente incomum, Andrew e seus colegas encontraram um pilar, uma pedra em forma cilindrica, que emitia uma luz intensa. Curioso, um dos colegas de Andrew terminou por tocar nesse cilindro e desapareceu. Os outros ficaram temerosos e saíram dali correndo. O pobre rapaz voltou ao seu lar, um globo com janelas tortas que flutuava, aonde as criaturas viviam. Porém, conta o próprio que certo dia o pilar cilindrico apareceu ao lado da sua janela. Andrew temia tocá-lo mas uma das criaturas transmitiu um sentimento positivo fazendo com que Andrew criasse coragem. E ele tocou e acordou dentro da esfera da base militar no momento exato em que aparentemente teria desaparecido. Davenport disse à sua equipe que aquilo tinha sido real demais para ser uma ilusão. Os seus outros colegas do experimento também tiveram a mesma visão de Davenport. Do total de 12 crianças, apenas ele e mais três colegas foram parar naquele lugar, os demais foram cada um para um lugar diferente. Andrew ainda concluiu dizendo que os responsavéis falaram que haviam obtido sucesso no acesso do “Universo do Meio”.
No dia seguinte, Andrew negou tudo que falou para equipe. Disse que era um pensamento bobo, para não acreditarem em nada e se calou por meses. Não se ouviu mais Andrew, senão quando tinha que dar uma ordem.
A história era estranha demais para ser mentira. Anos depois, estudiosos da Teoria das Cordas revelaram que poderia existir entre dois universos paralelos um lugar em que as leis da Física que conhecemos não se aplicariam. Acreditam eles que era um espaço vazio, sem vida, o vácuo. Mas talvez eles estejam errados, talvez exista algo, existam os “Universos do Meio” e talvez Andrew tenha sido um dos primeiros humanos a visitá-lo. Talvez essas criaturas nos visitem… o tempo todo.
Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Estou de volta e hoje trago a vocês uma postagem bem legal que eu vi uns anos atrás.
Boa Leitura.

Para começar, eu quero dizer que esse jogo realmente existe, e pode ser comprado. Eu não inventei tudo; esse artigo é baseado em fatos. Você decide se acredita ou não, mas não pode negar que esse jogo não é coincidência.

Antes de contar toda a história, você precisa saber quem os Illuminati são. Se você já sabe, você pode pular este parágrafo. Se você não sabe, é útil ler isto. Uma breve explicação sobre os Illuminati (também conhecidos como a Nova Ordem Mundial) é que ela é uma teoria da conspiração. Tudo começa com os Maias. Você provavelmente sabe sobre sua previsão de que o mundo vai acabar em 2012. No entanto, o mundo não vai acabar em 2012, mas o quinto grande ciclo vai terminar em 2012. E isso significa uma grande mudança. Os crentes da teoria da conspiração dizem que os Illuminati vão começar a reconstruir o mundo em 2012. Seu principal objetivo é reduzir a população mundial e criar um mundo melhor fazendo isso.

Tudo começou em 1995. Steven Jackson decidiu fazer um novo tipo de jogo de cartas, chamado Illuminati. Quando o jogo foi concluído, algo estranho aconteceu. O governo norte-americano tentou fazer o jogo parar de ser comercializado. A razão pela qual nunca mais saiu. Bem, alguns anos mais tarde, as coisas ficaram claras.

Seis anos após o lançamento do jogo de cartas algo terrível aconteceu. Aviões caíram no World Trade Center, como resultado de um ataque terrorista. Muitas pessoas morreram. O jogo de cartas previu exatamente isso. Olhar para este cartão. Até a posição está correta. Outro ataque terrorista que todo mundo se lembra é o desastre no Pentágono. O jogo de cartas previu isso também.
E você se lembra o derramamento de óleo da BP? Sim, o jogo sabia que isso iria acontecer. Dê uma olhada no cartão Derramamento de Petróleo. Você pode ver a água contaminada, um navio afundando e um pássaro que está morrendo por causa do petróleo. Bem, como as cartas que eu mencionei antes, estas coisas aconteceram para reduzir a população mundial e os illuminati teriam feito isso acontecer.

Poderia ser estas as razões pelas quais o governo não quer que seja publicado? O que faz o jogo prever os acontecimentos no futuro? O jogo certamente levanta questões. E isso é bom para as vendas. Mas como poderia alguém saber que isso iria acontecer?
Você pode se perguntar o que o jogo de cartas illuminati tem para nós no futuro. Eu vou falar sobre as cartas mais notáveis, porque há muitos que falar.

Há uma carta que diz "Terceira Guerra Mundial". Ela diz que haveria outra guerra mundial. Mas nesta armas nucleares serão usadas. Parece lógico que, se não houvesse outra guerra mundial as armas seriam usadas porque houve uma ameaça de uma guerra nuclear antes (entre a Rússia e o Pacto de Varsóvia e os EUA e o resto da OTAN). E há mais armas nucleares do que nas guerras mundiais do passado, e é claro que elas têm sido desenvolvidas. 

Você também pode encontrar um cartão que diz que seu objetivo é a redução da população. E isso, claro, é o objetivo do illuminati. Sob a imagem, na explicação do cartão, ele diz que "Muitas pessoas fazem muitos problemas e não há amor suficiente ', e os Illuminati vêem a redução como a solução para esses problemas.
E há também o cartão Reescrever a História, o cartão universitário illuminati, a carta do fim do mundo e muitas outras cartas notáveis
fonte: 
http://pt-br.creepypastabrasil.wikia.com/wiki/O_Jogo_Illuminati

Diga que me ama

Na minha cidade, há uma velha história de que um menino se apaixonou por uma garota. Ele nunca teve coragem para falar com ela, mas ele sempre a seguia, na espera de uma oportunidade para se aproximar dela e pedir para sair com ela. Um dia, ele descobriu que ela estava se mudando da cidade por causa de alguns problemas com seus pais e provavelmente nunca mais iria voltar. Ele então decidiu que iria esperar ela nos arredores da cidade e assim surpreendê-la.

Enquanto esperava, com a cabeça cheia de todas as possibilidades de consequências que esse evento pudesse causar, ele começou a ficar animado, mantendo os pulsos juntos, tamborilando os dedos. Ele viu o carro dela saindo da cidade e foi para baixo da estrada, escondendo-se no mato. Como se tratava de uma estrada rural, havia grandes arbustos de ambos os lados da estrada e havia somente uma pista para os carros nela dirigirem.

À medida que o carro se aproximava, a emoção tomava conta dele, e acabou saltando para o centro da estrada, chocando a menina e não deixando distância o suficiente para que ela pudesse parar. O carro desviou e bateu no menino, lançando-o no ar e pousando no terreno áspero da estrada rural. A menina saiu rapidamente do carro e se aproximou de seu corpo. Enquanto a menina se abaixava para examinar seus ferimentos, ouve um leve suspiro vindo de seu corpo, e então ele pronuncia uma única frase.

"Você me ama?" Ele pergunta com um sorriso, enquanto o sangue escorre de sua boca.

"O quê?" Ela responde confusa, após presumir que ele havia morrido.

"Você me ama?" Ele questiona, com uma voz monótona.

"Ehh... Sim, com certeza." Ela responde, depois de um momento de silêncio.

"Você está mentindo." Ele grita mais alto do que poderia ser capaz, considerando o seu estado atual.

A menina pede desculpas, e começa a se afastar com medo de seus gritos, e então um olhar aterrorizado se espalha em seu rosto. Com muita dificuldade, ele tenta se levantar, gemendo e acompanhado pelo som quebradiço de seus ossos. Ele cai no chão e solta um grito de dor.

A menina se aproxima dele novamente em piedade, levantando o braço por cima do ombro e ajudando-o a ficar de pé. Ela o leva até o carro e o coloca no banco de trás, e então perde a consciência. Ela sobe no banco do condutor e seguia do jeito que estava, como não havia nenhum hospital em sua cidade e ela não estava ansiosa para passar a noite com seus pais. A unidade mais próxima ficava na outra cidade, passando por estradas escuras e solitárias, com nada além de campos vazios ao lado delas. Ela ouve-o deslocando no banco de trás. Ela acelera, ansiosa para chegar ao hospital, onde ela pode deixá-lo e assim continuar com o resto de sua longa jornada. 

"Você está bem?" Ela pergunta, não tendo certeza se ele está acordado, mas ansiosa para preencher o silêncio com alguma coisa. Mantendo os olhos fechados, ele pergunta novamente.

"Me ame." Ele murmura, como se as palavras doessem mais do que suas feridas.

Ela fica em silêncio, fingindo não ouvi-lo e então liga o rádio para preencher o vazio estranho que a questão havia criado.  

"Por que você não me ama?" Ele questiona, continuando o interrogatório.

Ela dá um breve olhar no espelho retrovisor. O menino ainda estava sentado no banco de trás, olhando loucamente para a parte de trás de sua cabeça, e com uma falta de vida inquietante em seus olhos vazios. "Você deve descansar, ou os seus ferimentos podem piorar." Ela sugere, esperando que ele parasse seu olhar incessante para a parte de trás de sua cabeça.

"Diga que me ama." Ele exige, erguendo a voz. "Deite-se, vamos chegar no hospital em breve, eu acho que estou vendo as luzes da rua em frente." Ela responde, novamente evitando a pergunta. "Por que você não diz que me ama?" Ele grita, fazendo com que a menina salte em seu assento.

"Pare com isso!" Ela grita em resposta, tentando acabar com seus gritos de loucura. "Me ame!" Ele grita uma última vez, envolvendo as mãos em torno de seu rosto. Ela grita em agonia quando ele se agarra em sua face superior, arrancando seu olho direito. Ela grita continuamente, assim que o carro se desvia na estrada, ele a agarra ao redor do pescoço. Seu foco em conduzir o carro acaba, e ela agora age pelo seu instinto primitivo de sobreviver. O carro fica fora de controle e se choca contra um poste de telégrafo. 

Na manhã seguinte, o carro foi descoberto por agentes da polícia local e o corpo da mulher foi examinado por peritos forenses que concluíram que ela não morreu por causa do acidente, mas sim por estrangulamento, como comprovado pela contusão grave em torno de seu pescoço que tinha a forma clara das mãos de alguém. Esta foi a parte que mais confundiu a mente dos especialistas, pois havia apenas um corpo descoberto em meio aos destroços. Quem mais estava no carro com ela deveria ter morrido no próprio acidente.

O menino não foi mais avistado desde aquela noite, alguns dizem que ele voltou para a cidade e se apaixonou novamente.
fonte:
http://www.creepypasta.com/tell-me-you-love-me/

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

7 Portões do Inferno



Alguns dizem que em uma certa noite do ano, se você passar sete portas pretas você verá os sete portões do inferno. Eu pensei que era um mito no início, até que eu tentei. Passei sete portas pretas em torno de meu bairro, então quando eu fui dormir, meus sonhos estavam em um fogo furioso. Então ele parou. Havia um homem, alto e forte, seus olhos piscavam bastante, o que mostra que ele está velho, e as pernas e as mãos eram finos e parecia que ele mal conseguia suportar seu peso, ele falou. Ele falou com um tom áspero e terrivel. Ele disse: " Emoclew ot eht neves Setag fo lleh ". Ele riu e abriu o portão. Meu corpo todo ficou dormente. Eu me movia por vontade própria eu não podia lutar contra isso. Lutar não funcionou. Eu desisti de tentar combatê-lo. Sem controle, fui passando o primeiro portão.


Portão 1 - Eu vi fogo mostrando os cadáveres que foram horrivelmente mutilados, profanados e queimados. Eles estavam chorando tão alto que eu não conseguia ouvir a crepitação do fogo. Um veio até mim. Com um olho e furos de balas por todo o corpo. Ele disse: " Nós somos os cadáveres profanados que não receberam um enterro apropriado. Temos que ficar aqui até o dia do julgamento . " Passei por ele, e fui para o segundo portão. Foi em um edifício.

Portão 2 - Eu estava em um calabouço. Havia pessoas amarradas. Gritando de dor. Um estava sendo serrado ao meio de forma muito lenta e seu corpo continuava a se curar pronto para ser serrado novamente. Um deles foi jogado em um lugar com a porta sendo fechada. Quando a abri o corpo parecia tão normal como sempre. Um homem usando uma máscara de um carrasco me disse: " Nós somos os torturadores, torturados pelos nossos próprios meios. " Eu fui atrás dele até a saída, e andei até o terceiro portão.

Portão 3 - Desta vez eu estava em uma floresta. Estava tudo em silêncio, exceto por alguns gritos. Havia um homem pendurado em uma corda. Outro caiu de um penhasco, reapareceu e caiu novamente. Eu estava correndo. Olhei para trás e o que eu vi foi uma mulher terrívelmente queimada correndo atrás de mim. Eu já sabia o que isso era. Estas foram as pessoas que cometeram suicídio. Corri para o quarto portão. Foi em um palácio.

Portão 4 - Eu estava lá. Vi imperadores, políticos, e pessoas realmente ricas. Um imperador estava sendo roído por leões. Quando o leão arrancou um osso, o quebrou nos dentes. Um político estava sendo espancado pelo que parecia ser sombras de prisioneiros. Um homem em um terno veio até mim e disse: " Nós somos o povo corrompido. As pessoas que usaram nosso alcance para ajudar a nós mesmos e não as pessoas. " Eu andei até o próximo portão, o quinto .

Portão 5 - Eu estava em outra sala. Havia um homem amarrado em uma cama amarrada por chicotes de couro espetado flutuante. A mulher estava sendo queimada por um mais leve, mas seus gritos foram abafados por um pano que foi usado como uma mordaça . Um homem bastante grande veio até mim e disse: " Nós somos os estupradores e os agressores sexuais, pagando por nossos crimes na Terra. " Eu corri para o portão 6 .

Portão 6 - Eu estava em um quarto novo. Eu vi um homem e uma mulher, sendo esfaqueados, curando suas feridas quase que imediatamente. Outra pessoa estava sendo enterrada viva. E outro a ser atingido e espetado com uma barra de metal flutuante. Eu sabia quem eram, eles eram as pessoas que estão sendo mortas do jeito que matou suas vítimas. A saída foi o sétimo portão. "O final. Este pesadelo está quase no fim. Está quase no fim " eu disse para mim mesmo.

Portão 7 - Eu estava do lado de fora. Havia um homem vestindo um manto sobre a cabeça coberta com explosivos. Ele explodiu, regenerou-se, e explodiu novamente. Outro estava sendo espancado, esfaqueado por objetos de metal pontiagudos e queimados por tochas, isqueiros e fósforos. Eles foram detidos por pessoas que pareciam sombras. Um deles veio até mim e disse: "Eles são os assassinos em massa, os terroristas e homens-bomba . Eu sou a sombra de uma de suas vítimas e vim espancá-lo e me vingar pela morte de nós na terra. " Eu corri para a saída.

Quando acordei de manhã eu fiquei terrivelmente assustado. As imagens que eu vi passaram pela minha cabeça. Na verdade isso era tudo o que eu estava pensando durante todo o ano. Tornou-se dia novamente, não tive coragem de ir lá fora à noite. Eu só fui para a cama. Levei um tempo para dormir. Quando eu o fiz eu estava na frente do primeiro portão do inferno. Havia mais alguem lá não era um adolescente como eu. Ele estava olhando para mim. Ele ficou chocado ao me ver. Meu corpo, em seguida, tornou-se dormente. Eu não conseguia me controlar de novo. Eu disse a ele com um tom de terrível arranhado. " Emoclew ot eht neves Setag fo lleh ". Eu ri e abri a porta para ele. Depois que ele entrou com uma expressão que parecia que ele estava lutando contra algo e lutando. Olhei para mim mesmo em uma taça cheia com o que parecia ser sangue. Vi o porteiro . Eu me tornei o porteiro. Na verdade eu sou o porteiro.
                 O fantasma do hospital pediátrico.




Era noite o João piorou, o seu câncer alastrava e seu tempo de vida era diminuto o seu caso já era bastante mais avançado, as dores eram muitas e precisava ser de novo medicado. Seus pais, o senhor Alfredo e dona Isabel pegaram no João e arrancaram com ele para o hospital, o seu medico já estava esperando ele, recomendou que fosse melhor internar e vigiar de mais perto.
João fez cara feia, era um menino lindo de olhos verdes, cabeça sem cabelo, mas um sorriso iluminado e franco, era bastante positivo e conformado com a sua doença, às vezes era ele que tranqüilizava a sua mãe. Mala já no carro e foram para hospital oncologia de Lisboa, lá tinham tudo, uma sala, repleta com novidades, desde PC, jogos, livros e até palhaços e pessoas muito simpáticas.
Faziam um bom trabalho, de convívio e auxilio, todos eram simpáticos e o João achou que isso até ia ajudar sua mãe a superar o que vinha ai. Ele sabia que tinha pouco tempo, seu amigo invisível já tinha falado a ele que se preparasse, apenas esperava por ele para fazer a passagem.
Logo lá chegaram, o medico medicou o João e mandou fazer mais uns exames para diagnosticar melhor o estado do João, ele já estava tendo falência de órgãos, seu caso estava mesmo muito mau.
João não era parvo ele lia os olhares das pessoas e sabia o que eles pensavam, sorria e apenas se conformava. Seu quarto era grande, tinha uma cama para sua mãe ficar ou seu pai, olhava para tudo com admiração, mas era muito equipado com maquinas, nada faltava ali. As dores aumentavam à medida que a morfina já não fazia efeito, ele já ficava muito cansado, ele tinha um dom que via o que outros não viam, ele conseguia comunicar com os mortos.
A noite veio e sua mãe adormeceu cansada, ele pode conversar com seu amigo invisível, queria contar as novidades, estranhamente ele o chamou, mas ele não apareceu, nada, estava assustado ele o ajudava a superar o tempo e as dores. A noite já ia alta, eram cerca de três horas da manhã e escutou um riso assustador e um gemido de uma menina, aterrorizada, dizendo:
- Deixa-me, por favor, não faças isso.
Desatando aos gritos, como ela gritava, ele não sabia como fazer, não podia sequer sair da sua cama com os tubos que ligaram nele. Fechou os olhos e pensou no seu amigo com força e pediu a Deus que enviasse seu amigo. Nada, absolutamente nada, que iria ser dele se aquela coisa o atacasse, ele chorou, teve medo, nunca tinha medo, mas naquele exato momento um arrepio atravessou a espinha.
A noite avançava, o silêncio imperava pelo hospital, não se escutava nada e de repente, ele escuta um arrastar de passos, pesados, um cheiro nauseabundo, para exatamente a na sua porta do quarto, o frio percorre seu corpo, queria gritar, não conseguia, a voz sumiu e ficou quieto e dando a impressão que estava a dormir.
A porta abriu-se, entra um palhaço, de aspecto horrendo, mal cheiroso, seus dentes estavam podres e seus olhos esvaiam sangue. Era horrendo, ele caminha em direção de sua cama, rindo de forma assustadora, rindo ele dizia:
- Este aqui vai ser meu, eu o vou levar comigo.
Rindo e maquiavélico, ele saiu do quarto, dando o menino como alma ganha no seu assombroso mundo. Logo ele escutou a voz da menina, chorando e gritando, estava gelado e sem saber o que devia fazer também que ele poderia fazer? Nada estava preso na cama.
A porta se abre de novo e entra uma enfermeira simpática, outra dose para ele ficar sem dor e adormecer, totalmente cansado e sem forças ele adormece.
Entra a luz pela janela do seu quarto, escutando os carrinhos de comida pelo corredor, agitação, vozes, agitação e vida. Satisfeito ele fica agradecido por ser dia, certamente aquela coisa horrenda não o vai chatear, se seu amigo aparecesse logo ele saberia o que fazer.
Na sala estava uma menina linda ainda muito pequenina, teria ai cerca de quatro anos, escutou pela sua voz que era a menina que chorava e gritava. Ela sorriu para o João, nisto ela modificou o seu rosto, ficou pálida, João olhou para onde ela estava a olhar, viu o palhaço horrendo acenando com a sua mão, cheia de sangue. Ele olhou para o João e desatou a rir assustadoramente. Jessica era o nome da menina, desatou a chorar.
- Eu não quero estar aqui, deixa-me ir para casa mama, por favor.
Desolada a mãe ficava sem saber o que fazer ela também estava muito mal já não agüentava mais nenhuma sessão de quimioterapia, já não havia mais nada a fazer, apenas esperar que ela não sofra muito.
João sabia que era naquela noite que algo muito ruim ai acontecer, ele sentia dentro de si, a noite logo veio, sua mãe não parava de chorar, o coração do João estava fraco, os rins quase nem mais funcionavam, os pulmões estavam também falhando, se dessem mais morfina, ele certamente teria falência cardíaca. O câncer ósseo espalhou-se rapidamente pelo seu corpo, a noite estava ficando mais silenciosa, seu amigo nada, sem sombra dele, se ao menos ele aparecesse, poderia o ajudar á Jessica. 
Todos dormiam, estava um silêncio pesado, mortal, o ar estava sufocante, o medo invadia seu corpo, de repente escutasse um grito, um grito desesperante, volta o silêncio, que mata. Choros e correria, uma movimentação descomunal, escuta um medico falando no corredor:
- A Jessica, foi forte, apenas não compreendo, ela estava a começar responder ao tratamento e foi-se de repente, estranho.
Desolado ele fica com medo, foi o palhaço e agora sou eu. Olha para sua mãe e afaga seus cabelos, que estava dormindo aninhada em sua cama, ela sorriu dormindo, ele pensa quantas saudades eu vou ter dela e do meu pai.
Um lagrima cai pelo seu rosto, soava a despedida, lembrou as coisas boas e lindas que viveram, com os seus pais, logo tudo ia terminar.
Tudo voltou acalmar, ele queria dormir, mas não conseguia, logo voltou a escutar os passos assustadores, a porta se abre e ele decide não ter medo e lutar contra o palhaço, olhos esvaindo de sangue, voz tenebrosa, o cheiro nauseabundo era tudo o que ele conseguia sentir.
Ele enfrenta o palhaço tenta sugar a sua alma, o menino se defende fazendo uma oração que seu amigo ensinou algo acontece, o palhaço se esfuma e desfaz. Sumiu por completo e estranhamente, ele vê uma luz incrível, dela sai um anjo lindo, era seu amigo invisível, felizes eles, se abraçam e o anjo amigo fala para ele:
- João, tu mereces uma oportunidade, pois superaste a tua doença, foste gentil com os teus pais, foste valente e acreditaste no nosso Pai.
Sorrindo e suas mãos rodeadas de uma luz, uma linda luz verde clara que ele coloca no seu corpo e todo ele começa a vibrar e bilhar como uma magia, uma coisa de anjos mesmo.
Cansado e agradecido ele adormece, logo sua mãe o acorda para ser visto pelo medico, espanto o João estava com os batimentos cardíacos normais. Espantados fizeram exames e verificaram que ele estava curado, completamente curado.
João curou-se e o fantasma tira almas tinha desaparecido de vez, já não voltava para assustar as criancinhas e as levar para a escuridão