domingo, 12 de janeiro de 2014

                                  Fantasma de mulher causa pânico em estrada

Notícias sobre fantasmas

Histórias sobre uma figura feminina fantasmagórica que aparece pelas estradas de San Fernando começaram a ser contadas em abril deste ano. Segundo uma das testemunhas ele passava pela estrada rota 1 durante a noite quando avistou uma mulher vestido toda de branco no acostamento. 
Assim que passou por ela, olhou pelo retrovisor e o espectro apareceu no banco de trás de seu carro. Então ele agarrou o volante e quase bateu o carro, quando olhou de novo para trás a mulher havia sumido.
Desde então vários outros homens tem relatado ter vivido experiências semelhantes próximos ao mesmo km onde o fato narrado ocorreu. Os motoristas estão ficam tão apavorados que estão optando por rotas alternativas.
Uma das histórias mais assustadoras é a de um homem, que por um problema mecânico, estava parado na Rota 1 tentando consertar seu veículo quando uma luz o assustou e ele correu para dentro do carro, porém lá dentro viu uma mulher jovem e bonita que estava sentada no banco traseiro. O medo fez ele tentar ligar o carro, que surpreendentemente voltou a funcionar sem problemas. Depois de rodar um tempo, olhou para trás e percebeu que a mulher havia sumido misteriosamente.
Seria a aparição a vitima de um acidente ou apenas uma lenda urbana repetida por várias pessoas?

                         Conto de Terror Japonês - A Garota do Prédio 

Contos Japoneses

Esta é uma história conhecida no Japão e não se sabe se é ficção ou se realmente ocorreu.
Em um grande condomínio de prédios morava uma garota, um dia ela disse a sua mãe que estava descendo para ir brincar com seus amigos. Passada algumas horas, a mãe decidiu ir chamar a menina parar jantar. Procurou por todo o local, mas acabou não encontrando sua filha.
A senhora perguntou a todas as crianças que moravam no condomínio se eles tinha visto sua filha. Todos afirmaram que não tinha visto a garota durante todo o dia. Um pavor invadiu seu interior .. a menina havia desaparecido! A policia foi chamada e todos os outros pais ajudaram nas buscas, porém mesmo após horas procurando não conseguiram encontrá-la.
Três meses após o desaparecimento da menina, os moradores do condomínio começaram a reclamar sobre a falta de água. Sempre que abriam as torneiras notavam um escurecimento da água e um odor estranho.
O sindico foi notificado sobre as reclamações e junto ao zelador decidiu subir até o telhado e verificar o grande reservatório de agua. Assim que chegaram até lá um fedor insuportável os atingiu. Olhando para dentro do grande reservatório, perceberam que algo boiava nas aguas, um corpo em decomposição de uma criança.
Chamada a policia, foi realizada uma autopsia que confirmou a identidade da criança. Era realmente a menina desaparecida. Deduziu-se que a garotinha havia se debruçado sobre o tanque, enquanto ele estava sem a tampa , e provavelmente deveria ter caído na agua e se afogado.
O cadáver ficara ali, por três meses, e durante todo este período os moradores daquele edifício beberam a água onde o corpo se consumia, apodrecendo lentamente....

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Hoje trago mais uma creepypasta, essa é uma bem conhecida. Resolvi posta-lá no blog por que é muito boa e tocou meus sentimentos mais do que o filme do Titanic.
Boa Leitura.
Abandonados Pela Disney

Talvez vocês não saibam, mas a Disney é a principal responsável por tornar uma pequena vila em uma vila fantasma que hoje é conhecida como “Ghost Town”. Deixe-me explicar, a Disney construiu o “Treasure Island Resort” (traduzido: Resort da ilha do tesouro), que em 1999 teve o nome alterado para “Discovery Island “ que esta localizada na Baía de Baker, nas Bahamas.
Discovery Island não era uma vila fantasma. Navios de cruzeiro da Disney realmente desembarcavam no resort e deixava os turistas para relaxarem no luxo.
Outro fato verdadeiro que você mesmo pode comprovar é que a Disney investiu 30 milhões  neste paraíso tropical... Sim, trinta milhões de dólares. Em seguida eles simplesmente abandonaram o local.
Eles culparam as águas rasas (rasas demais para que seus navios operassem em segurança), e sobrou até para os trabalhos, a Disney disse que como eles eram das Bahamas, eles eram muito preguiçosos para trabalhar em um horário regular.
É aqui que a natureza factual da história acaba. Não era por causa da areia, e obviamente não era porque "os trabalhadores eram preguiçosos". Ambas eram desculpas convenientes.
Não, eu sinceramente duvido que essas razões eram legítimas. Porque eu simplesmente não acreditei na história oficial?
Por causa do Palácio de Mogli.
Perto da cidade litorânea de Emerald Isle na Carolina do Norte, a Disney começou a construção do "Palácio de Mogli" na década de 1990. O conceito era um resort com a temática da selva, com um enorme PALÁCIO, como você pode imaginar, no centro de tudo isso.
Se você não estiver familiarizado com o personagem Mogli, então você deve se lembrar melhor da história Mogli - O menino lobo. Se você não o viu antes em outro lugar, você o conheceria como o personagem dos desenhos da Disney de décadas atrás.
Mogli é uma criança abandonada na selva, simultaneamente criado e também ameaçado por animais.
O Palácio de Mogli era um empreendimento polêmico desde o início. A Disney comprou uma tonelada de terra de alto custo para o projeto, e na verdade houve um escândalo envolvendo algumas das compras. O governo local declarou as casas das pessoas como "domínio eminente" e as vendeu para a Disney. Em determinado ponto, uma casa que tinha acabado de ser construída era simplesmente condenada com pouca ou nenhuma explicação.
A terra agarrada pelo governo era supostamente para o suposto projeto de uma rodovia nunca construída. Sabendo muito bem do que estava acontecendo, o povo passou a chamá-la de "Rodovia Mickey Mouse"
Então, tinha o conceito de arte. Um grupo de camisetas da Disney foram feitas para a reunião com os moradores da cidade. Eles vendiam a ideia, como se fosse ser lucrativo para todos. Quando eles mostraram o conceito, aquele enorme palácio Indiano... cercado pela Selva... composta por homens e mulheres vestindo tangas e roupas tribais... bem, basta dizer que eles não aceitaram a ideia.
Estamos falando de um enorme palácio Indiano, Selva, e tangas não relativamente no centro de uma área de luxo, mas sim em uma área xenofóbica do sul dos estados unidos. Foi uma mistura questionável a esse ponto da história.
Um membro da multidão tentou invadir o palco, mas foi impedido pelos seguranças assim que ele tentou quebrar uma das placas a frente dele.
Disney pegou aquela comunidade e lhe quebrou os joelhos. As casas foram arrasadas, o terreno foi limpo, e não havia uma maldita coisa que qualquer um pudesse fazer sobre isso. TV e jornais locais eram contra o resort desde o início, mas alguma ligação insana entre as explorações de mídia da Disney, e os locais de interesse turístico entrou em jogo e as opiniões mudaram repentinamente.
De qualquer forma, Treasure Island, nas Bahamas. Disney investiu milhões no lugar e começou o trabalho. A mesma coisa aconteceu com o Palácio de Mogli.
A construção estava completa. Os visitantes realmente se hospedaram no resort. As comunidades do entorno foram inundadas com o tráfego e os aborrecimentos habituais associados com o fluxo de turistas perdidos e irados.
Então, tudo parou.
Disney desligou o lugar e ninguém sabia, sequer, o que pensar. Mas eles estavam bastante felizes com isso. A perda da Disney foi bastante hilária e maravilha para um grande grupo pessoas que não queriam tudo aquilo em primeiro lugar.
Honestamente, eu não pensei nesse lugar, desde que soube que tinha fechado a décadas atrás. Eu vivo a quatro horas de Emerald Isle, então realmente só ouvi rumores, não presenciei nada disso.
Então eu li este artigo de alguém que tinha explorado resort Treasure Island e criado um blog inteiro apenas sobre as coisas loucas que ele tinha achado por lá. Coisas apenas... Deixadas para trás. Coisas queradas, desfiguradas, provavelmente destruídas por funcionários descontentes que perderam seus empregos.
Todos os locais ao redor tinham uma mão na destruição daquele lugar. As pessoas simplesmente ficaram furiosas sobre o Treasure Island e fizeram isso com o Palácio de Mogli.
Além disso, há rumores de que a Disney tinha lançado seu "estoque" de aquário nas águas locais quando fecharam... Incluindo tubarões.
Quem não gostaria de ter algumas oscilações em merchandising após isso?
Bem, o que estou querendo dizer, é que esse blog sobre o Treasure Island me fez pensar. Mesmo muitos anos tendo se passado, desde que o resort fechou, eu pensei que o Palácio de Mogli er um lugar legal para uma "Exploração Urbana". Bater algumas fotos, escrever sobre a minha experiência, e provavelmente ver se eu encontrava alguma coisa para levar de recordação.
Eu não vou dizer que não demorei em realmente ir lá, porque, honestamente, demorei um ano desde que descobrir o artigo sobre Emerald Isle.
Durante esse ano eu fiz uma imensa pesquisa sobre o Palácio do resort... ou pelo menos, eu tentei.
Naturalmente, nenhum site oficial da Disney ou fonte fazia qualquer menção sobre o lugar.

Ainda mais estranho, no entanto, era que ninguém antes de mim tinha pensado em blogar ou até mesmo postar uma foto sobre o lugar. Nenhuma TV local ou Site de notícia tinham uma palavra sobre o lugar. O que era de se esperar, uma vez que todos se movido da maneira que a Disney quis. Eles não sairiam por aí falando sobre os próprios erros, não é mesmo?
Recentemente, eu descobri que empresas podem realmente pedir ao Google, por exemplo, para remover links dos resultados de busca... Basicamente por qualquer coisa. Olhando para trás, provavelmente, não era que ninguém tinha falado sobre o resort, mas suas palavras estavam apenas inacessíveis.
Então, no final eu mal conseguia encontrar o lugar. Tudo que eu tinha era um mapa velho pra caralho que eu recebi pelo correio nos anos 90. Era um item promocional enviado a pessoas que tinham ido recentemente a Disneylândia, e eu acho que já que eu estive lá nos anos 80, ainda era "recente".
Eu realmente não pretendia me pendurar nele. Ele acabou esquecido com meus livros e revistas em quadrinhos da minha infância. Eu só lembrei após meses de pesquisa, e mesmo assim, ainda levei algumas semanas para localizar a caixa onde meus tinham guardado.
Mas eu FINALMENTE encontrei. Os moradores não ajudaram nem um pouco, como a maioria tinha se mudado para a praia nos últimos anos... ou os antigos moradores que apenas zombavam de mim e faziam gestos rudes, antes mesmo que eu pudesse dizer, "Onde eu encontro o Palácio de..."
Após um longo tempo, a viagem me levou longo corredor. Plantas tropicais que se alastravam e cobriam a área repleta de espécies nativas de flora que na verdade sempre pertenceu aquele lugar, e apenas tentava tomá-lo de volta.
Fiquei admirado quando cheguei aos portões da frente do resort. Enormes portões monolíticos de madeira que de ambos os lados pareciam ter sido cortados de uma gigantesca Sequoia. O portão em si tinha sido cavado em vários lugares por pica-paus e comido na base por insetos escavadores.
Pendurado no portão havia uma folha de metal, algum rabisco aleatório com letras negras feitas a mão, que dizia "ABANDONADO PELA DISNEY". Claramente um pequeno protesto de algum funcionário.
Os portões estavam abertos o suficiente para que eu pudesse entrar, mas não dirigir, então eu peguei minha câmera digital e o mapa, cujo outro lado mostrava apenas o projeto do resort. Segui a pé.
O terreno interno do lugar era tão cheio quanto a porta de entrada. Palmeiras permaneciam tortas apoiadas nas pilhas de seus próprios cocos. Bananeiras, também estavam lá em seus resíduos fedorentos. Havia essa espécie de confronto entre a ordem e o caos, como plantas cuidadosamente plantadas.
Tudo o que restava de quaisquer estruturas exteriores foram quebradas, a madeira apodreceu e haviam vários pedaços de um material queimado que não pude identificar. O que parecia ser um balcão de informações ou um bar ao livre, agora era apenas uma pilha de destroços vítima de vandalismo e desgastado pelo tempo.
A coisa mais interessante no lugar era uma estátua de Baloo, o urso do livro Mogli - O Menino Lobo, que ficava em uma espécie de pátio em frente ao edifício principal. Ele estava congelado em uma onda jovial, olhando para o nada com um sorriso cheio de dentes e cocô de pássaros cobrindo todo o seu "pêlo" e vinhas ao redor da plataforma onde ele estava.
Me aproximei do edifício principal - o PALÁCIO - apenas para encontra o exterior do prédio coberto por pichações onde a pintura ainda não tinha descascado. As portas da frente não estavam apenas abertas. Suas dobradiças foram quebradas e as portas tinham sido roubadas.
Acima das portas de entrada, ou a abertura onde um dia houve portas, mais uma vez alguém tinha escrito, "ABANDONADO PELA DISNEY".
Eu gostaria de poder contar as coisas incríveis que vi dentro do Palácio. Estátuas esquecidas, caixas registradoras abandonadas, uma sociedade secreta de mendigos... Mas não.
O interior do prédio era tão gritante, tão cru, que eu acho que na verdade alguém tinha roubado a moldura das paredes. Tudo que era grande demais para ser roubado... Balcões... Mesas... Árvores gigantes de plástico...  Tudo isso descansava em meio a essa câmara vazia que ecoava lentamente cada passo que eu dava como uma metralhadora.
Eu verifiquei a planta do lugar e me dirigi aos locais que pareciam de alguma forma interessante.
A cozinha era como você pode imaginar... Uma área de preparação de alimentos industriais com todos os aparelhos e espaço, nenhuma despesa poupada. Cada superfície de vidro foi quebrada, cada porta teve suas dobradiças roubadas, cada superfície metálica havia sido chutada e amassada. O lugar inteiro cheirava muito a mijo velho.
O enorme freezer, nem mesmo esfriava um pouco, agora, tinha filas e filas de espaço vazio nas prateleiras. Ganchos pendurados no teto, provavelmente para pendurar os pedaços de carne, e como eu estava por dentro por um momento, eu percebi que eles estavam balançando.
Cada gancho balançava em uma direção aleatória, mas seus movimentos eram tão lentos e pequenos que era quase impossível de se ver. Achei que tinha sido causado por meus passos, então fiz um parar de balançar segurando-o com a mão, então, cuidadosamente deixei ir, mas em poucos segundos começou a balançar mais uma vez.
Os banheiros estavam em grande parte no mesmo estado que o resto do lugar. Assim como no resort Treasure Island, alguém tinha metodicamente quebrado cada vaso sanitário de porcelana, repletos de fezes. Havia cerca de meia polegada de sujeira, fedendo a água estagnada no chão, então eu não fiquei lá por muito tempo.
O que é estranho é que os banheiros e as pias (e os bidês no banheiro das mulheres, sim eu fui lá) tudo pingava, vazava, ou apenas escorria livremente. Me pareceu que deviam ter fechado a água por muito tempo. Há muito tempo.
Havia muitos quartos no resort, mas, naturalmente, eu não tive tempo de olhar todos eles. Os poucos que eu olhei estavam igualmente destruídos, e eu também não esperava encontrar nada lá. Eu pensei que tivesse uma televisão ou um rádio em um dos quartos, porque eu realmente acho que eu ouvi uma conversa tranquila saindo de um deles.
Apesar de ter sido como um sussurro, provavelmente era a minha própria respiração ecoando no silêncio, ou apenas outro caso do som da água fluindo brincando com a minha mente. A conversa foi algo como...
1: "Eu não acredito."
2: (resposta curta e incompreensível)
1: !Eu não sabia disso. Eu não sabia disso."
2: "Seu pai te disse."
1: (resposta incompreensível, ou apenas murmúrio)
Eu sei, eu sei , isso soa ridículo. Estou apenas dizendo o que eu experimentei, por isso que eu pensei ter visto algo correr naquela sala - ou pior, alguns mendigos que tinham se escondido lá e, provavelmente, me esfaqueariam.
Às portas da frente do Palácio de novo, eu percebi que eu não tinha encontrado nada interessante e tinha perdido a viagem.
Enquanto eu olhava para fora da porta, notei algo interessante no pátio que eu tinha aparentemente não visto. Algo que iria me dar pelo menos UMA coisa para mostrar que valesse todo esse esforço, mesmo que fosse apenas uma fotografia.
Havia uma estátua realista de uma Python, talvez dois metros e meio de comprimento, enrolada e "tomando sol" em um pedestal bem no centro do lugar. Era quase hora de o sol começar a nascer, para que a luz caiu sobre o objeto de forma perfeita para uma fotografia. Aproximei-me da Python e tirei uma foto. Então, eu fiquei na ponta dos pés e tirei outra. Eu me aproximei novamente para obter uma foto mais detalhada do seu rosto.
Lentamente, a Python levantou a cabeça, olhou diretamente nos meus olhos, virou-se e deslizou fora do pedestal, passou sobre a grama, e desapareceu entre as árvores.
Todos os dos metros e meio da estátua. Sua cabeça longa desapareceu na floresta antes mesmo de sua cauda deixou o local enquanto o sol aparecia.
Disney havia soltado todos os seus animais exóticos no terreno. Bem ali no meu mapa era onde ficava o "Reptile House". Eu deveria ter sabido. Eu tinha lido sobre os tubarões no Treasure Isle, e eu deveria ter SABIDO que eles tinham feito isso.
Fiquei chocado, apenas absolutamente estupefato. Minha boca deve ter ficado escancarada por um bom tempo antes que eu voltasse à Terra a fechar. Pisquei algumas vezes e me afastei de onde a cobra tinha sido. Voltei para o Palácio.
Apesar de ela não estar mais ali, eu ainda não queria correr nenhum risco e continuei o meu caminho para dentro do prédio.
Demorou algumas respirações profundas e tapas na minha própria cara para cair em si depois dessa.
Procurei um lugar para me sentar, já que minhas pernas estavam m pouco parecidas com geleia neste momento. É claro que não havia lugar para se sentar, a menos que eu quisesse repousar sobre cacos de vidro e carpete mofado ou arrastar-me em cima de uma mesa de confiabilidade questionável.
Eu já tinha visto algumas escadas perto do átrio do palácio e decidi me sentar lá até que eu me sentisse melhor.
A escadaria, diferente da frente do edifício não estava tão suja, exceto por um acúmulo surpreendente de poeira. Puxei uma cunha de metal fora da parede, mais uma vez, pintada com o "ABANDONADO PELA DISNEY" lema cujo qual eu já estava acostumado. Eu coloquei a cunha nas escadas e me sentei sobre ela para me manter pelo menos um pouco limpo. (Nota do Tradutor: Cunha é algo que possa ser usado como uma ferramenta, ou algo do tipo, não me veio à mente nenhum outro sinônimo)
A escada levava para baixo, abaixo do nível do solo. Usando o meu flash da câmera como uma espécie de lanterna improvisada, eu podia ver que a escada terminava em uma porta de malha de metal com um cadeado. A placa na porta... um sinal De VERDADE... dizia "SOMENTE MASCOTES! OBRIGADO!".
Isso animou meu espírito um pouco, por duas razões. Um deles, uma área de Mascotes teria definitivamente algo interessante. Dois, o cadeado ainda estava no local. Ninguém tinha ido lá embaixo. Nem os vândalos, não os saqueadores, ninguém.
Este era o único lugar que eu poderia realmente "explorar" e, talvez, encontrar algo interessante para fotografar ou até mesmo, roubar. Eu havia chegado ao Palácio concordando comigo mesmo que estava tudo bem qualquer coisa que eu quisesse porque - hey - "abandonado".
Não demorou muito para arrombar a fechadura. Bem, na verdade isso foi errado. Não demorou muito para prender a placa de metal na parede que o cadeado estava preso. O tempo e a decadência tinha feito a maior parte do trabalho para mim, e eu era capaz de dobrar a placa de metal suficiente para puxar os parafusos para fora da parede - algo que ninguém tinha aparentemente pensado, ou tivesse sido capaz de fazer no momento.
A área de Mascotes foi uma mudança surpreendente e muito bem-vinda do resto do edifício que eu tinha visto. Além disso, nada havia sido roubado ou quebrado, mesmo que a idade e a exposição tivessem sido definitivas tomando seu pedágio.
As Mesas tinham blocos de anotações e canetas, havia relógios... Até mesmo um relógio de parede completamente cheio de cartões antigos. Cadeiras foram espalhadas e havia até uma pequena sala de descanso com uma velha televisão cheia de estática e um enorme balcão repleto de comida e bebidas estragadas.
Era como um daqueles filmes pós-apocalípticos, onde tudo é deixado jeito que estava na hora da evacuação.
Enquanto eu caminhava pelos corredores que mais pareciam um labirinto da área Mascotes, o local se tornava mais e mais interessante. Conforme eu ia mais longe, via balcões e mesas derrubadas, papéis espalhados e quase se fundindo com o chão úmido, e um grande tapete lentamente apodrecia no chão.
Tudo parecia "mole". Tudo que era de madeira se desintegrava como mingau quando aplicado até mesmo a menor quantidade de força, e itens de vestuário pendurados em ganchos em uma das salas simplesmente caiam em fios úmidos, se eu tentasse retirá-los.
Uma coisa que me incomodou foi que a luz estava se tornando mais escassa e pouco confiável conforme eu ia mais para as úmidas e sufocantes profundezas do lugar.
Eventualmente, cheguei a uma porta listrada, preta e amarela com as palavras "PERSONAGEM PREP 1" estampadas nela.
A porta não abria de primeira. Eu percebi que aquele provavelmente era o lugar onde as fantasias eram mantidas, e eu definitivamente queria uma fotografia daquela bagunça fedorenta e bizarra. Por mais que tentasse, qualquer ângulo ou truque que eu tentei a porta não queria ceder.
Isto é, até que eu desisti e comecei a me afastar. Foi quando houve um ligeiro som de estalo e a porta se abriu lentamente.
No interior, o quarto estava completamente escuro. Breu total. Eu usei o flash da câmera para procurar um interruptor de luz na parede, mas não havia nada.
Enquanto fazia minha pesquisa, eu fui jogado para fora do meu sentimento de emoção por um zumbido alto elétrico. Fileiras de luzes em cima de mm repente começaram a se acende.
Demorou um segundo para os meus olhos se ajustarem, e parecia que a luz ia a ficar cada vez mais brilhante até que todas as lâmpadas explodissem... Mas só quando eu pensei que iria chegar a essa fase crítica, as luzes diminuíram um pouco e estabilizaram.
O quarto era exatamente como eu havia imaginado. Vários uniformes da Disney pendurados nas paredes, pareciam cadáveres desenhos animados pendurados por forcas invisíveis.
Havia uma prateleira inteira de tangas e roupas "nativas" em cabides.
O que eu achei estranho, e o que eu queria fotografar imediatamente, era uma fantasia de Mickey Mouse no centro da sala. Ao contrário das outras roupas, esta estava deitada de costas no centro do quarto como uma vítima de assassinato. O pelo sobre o traje estava podre e caindo, criando remendos.
O que foi ainda mais estranho, porém, era a cor do traje. Era como um negativo fotográfico do real Rato Mickey. Preto, onde devia ser branco e branco onde devia ser preto. Seu macacão normalmente vermelho era azul claro.
A visão foi desanimadora o suficiente para que eu realmente adiasse fotografar a coisa até o último instante.
Tirei uma foto dos trajes pendurados nas paredes. Ângulos para cima, para baixo, fotos de lado para mostrar todas as fantasias, os rostos dos desenhos animados pútridos, alguns com olhos de plástico faltando.
Então eu decidi encenar uma foto. Precisava apenas um dos personagens enlameados no chão sujo.
Peguei a cabeça de um traje do Pato Donald e cuidadosamente o removi para que a coisa toda não desmoronasse em minhas mãos.
Enquanto olhava para o rosto de olhos arregalados, daquela cabeça mofada, um barulho alto me fez pular de susto.
Olhei para os meus pés, e entre os meus sapatos tinha um crânio humano. Ele tinha caído para fora da cabeça do mascote e quebrou em pedaços aos meus pés, apenas o rosto vazio e o maxilar inferior permaneceram, olhando para mim.
Larguei a cabeça do Donald imediatamente, como seria de esperar, e corri para a porta. Como eu estava na porta, olhei de volta para crânio no chão.
Eu tive que tirar uma foto dela, sabe? Eu TINHA.
Eu precisava de uma prova do que aconteceu, especialmente se a Disney iria de alguma forma acobertar isso. Eu não tive nenhuma dúvida em minha mente, desde o início, que, mesmo se fosse apenas negligência grosseira, a Disney era responsável por isso.
Foi então que o Mickey, no meio do chão, começou a se levantar.
Primeiro se sentou, em seguida, se apoiou sobre os pés, o traje de Mickey Mouse... Ou quem quer que estivesse dentro dele, ali no centro da sala, com seu rosto falso apenas se virando diretamente para mim enquanto eu murmurava "Não..." de novo, e de novo, e de novo...
Com as mãos trêmulas, o coração batendo violentamente, e pernas que mais uma vez se transformaram em geléia, eu consegui levantar a câmera e apontá-lo para a criatura que agora me avaliava calmamente.
A tela da câmera digital exibidos apenas pixels mortos na forma da coisa. Era uma silhueta perfeita do traje Mickey. À medida que a câmera se movia em minhas mãos trêmulas, os pixels mortos se espalhavam por onde o esboço de Mickey se movia.
Em seguida, a câmera parou. Ficou em branco, e silenciosa e... Quebrou.
Ergui os olhos mais uma vez para o traje de Mickey Mouse.
"Hey", ele disse em um tom abafado, mas perfeitamente executado a voz de rato, pervertidamente, "Quer ver minha cabeça sair?".
Ele começou a puxar a sua própria cabeça, movendo seus dedos desajeitado, com luvas, em torno de seu pescoço arranhando. Seus movimentos eram impacientes, semelhante a um homem ferido tentando se livrar das garras de um predador...
Enquanto ele trabalhava seus dedos em torno do pescoço... Muito sangue ...
Muito sangue... Amarelo... Grosso, espesso...
Eu me virei quando ouvi um doentio rasgar de pano e carne... Só me preocupava em fugir. Acima da porta para fora desta sala, eu vi a mensagem final crava com osso ou unhas...
"ABANDONADO POR DEUS"
Eu nunca peguei as imagens da câmera. Eu nunca escrevi no blog sobre isso. Depois que eu fugi daquele lugar, para o bem da minha sanidade mental, se não a minha própria vida, eu entendi por que a Disney não queria que ninguém soubesse sobre este lugar.
Eles não queriam que ninguém como eu entrasse lá;
E Eles não queriam que nada parecido com aquilo saísse de lá.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

                                                                     Knock

 "O Último homem da terra sentou-se sozinho em um quarto. Ouvia-se uma batida na porta." (Knock)
Olá pessoas, tudo bom com vocês ?
Desculpem não ter postado mais cedo, estava sacrificando um bode e o filha da mãe me deu um coice na cabeça. Fiquei com dor de cabeça o dia inteiro e só agora pude postar.Hoje apresento a vocês a historia que deu origem ao jogo Fatal Frame, depois de lê-lá  eu senti uma nostalgia tão grande que tive que baixar um emulador só pra jogar o jogo.
Boa leitura

A franquia Fatal Frame é indiscutivelmente uma das melhores representantes do gênero survival horror. Muitas pessoas jogaram seus games e certamente se amedrontaram com o clima macabro, opressor e fantasmagórico da saga. Mas será que elas sabem de onde surgiu a inspiração para sua história? Você sabe?

Produzido pela Tecmo e lançado no dia 13 de Dezembro de 2001 no Japão e em Março de 2002para o resto do mundo, o primeiro game da série contava a obscura história de uma mansão abandonada habitada por almas de pessoas brutalmente assassinadas, que atacavam qualquer um tolo ou desavisado o bastante para entrar ou passar próximo ao local.
Entre as pessoas que ousaram entrar nessa mansão estava Mafuyu Hinasaki, um jovem escritor à procura de um amigo e ídolo seu, que por sua vez havia viajado até o casarão com sua equipe afim de fazer pesquisas para seu próximo romance, mas nunca retornou.
Dentro dela, Mafuyu viu-se preso em um pesadelo: o lugar era cheio de espíritos e de maldade. As almas penadas vagavam por todos os lados, alguns sem rumo, outros observando-o e muitos tentando matá-lo. Ele trazia consigo uma antiga câmera fotográfica que pertencia a sua família e, estranhamente, essa câmera tinha o poder de exorcizar os espíritos que apareciam diante dele.
Mesmo munido do artefato, Mafuyu também desapareceu. Sua irmã, Miku Hinasaki, partiu em sua busca e acabou chegando à mansão. Nela, encontrou apenas a câmera do jovem escritor, sem saber que aquela era uma Camera Obscura, um artefato poderoso criado há muitos anos atrás com o objetivo de capturar fotos de “coisas inexistentes” e expelir o mal.
tumblr lkwg06gMdE1qb6tyto1 5001 Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame
A Mansão Himuro do game Fatal Frame
Em sua busca, Miku passou a desvendar a história daquela mansão e das almas que a habitavam. Não por acaso, o velho casarão ficava no terreno profano onde se escondia o próprio Portão para o Inferno. O local era o lar de uma antiga família que tinha como dever manter o portão fechado, impedindo que um terrível mal se abatesse sobre toda a Terra.
Para manter o portão fechado, rituais terríveis e sangrentos eram realizados, demandando sacrifícios de vidas humanas. Porém, o último ritual acabou falhando, causando a morte de toda a família e a abertura do portão, de onde uma poderosa força maligna escapou e condenou todas as pessoas e toda a região próxima.
A trama de Fatal Frame  é rica e construída de forma a causar muito medo em quem joga. Esse terror fez com que o game se tornasse famoso por todo o mundo. Em seu lançamento, o jogo recebeu ótimas críticas e notas altas de revistas e sites especializados, além de criar uma grande quantidade de fãs. Um detalhe em específico fez com que  fama do game fosse ainda maior: “Baseado em uma história real.”
No Japão, existe uma famosa lenda daquele que é considerado o mais terrível massacre da história do país, onde sete pessoas foram brutalmente assassinadas em um evento terrível. Muitos anos depois, coisas inexplicáveis que desafiam a realidade continuariam acontecendo no local onde o grupo morreu, um lugar que tornaria-se conhecido por todo o país: a famosa Mansão Himuro, também conhecida como a Mansão Himikyru.
casa +himuro1 Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame
Suposta foto real da Mansão Himuro
Segundo uma antiga lenda japonesa, em uma área montanhosa nos limites da cidade de Tokyo, havia uma grande mansão, circundada por outras três residências onde há muitos e muitos anos vivia a família Himuro. O fato do clã morar em uma região afastada não era por acaso. Cabia a eles uma sinistra missão que deveriam cumprir rigorosamente: Evitar que os Portões do Inferno, localizados em uma área oculta da mansão, se abrissem e um terrível mal escapasse.
Por gerações e gerações, a família realizou esse trabalho amaldiçoado, mantendo a si mesmos e a todos a salvo graças a um terrível ritual: O Ritual do Estrangulamento.
A família era praticante do Xintoísmo, a religião ou, mais precisamente, a espiritualidade predominante do Japão, junto com o Budismo. Ambas as doutrinas se unificaram nesse país, expandindo suas crenças pacíficas e de purificação da alma, adoração à natureza e o caminho para Kami, Deus.
hqdefault1 Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame
Fantasma de Fatal Frame
No entanto, os misteriosos membros da família Himuro realizavam práticas consideradas obscuras do Xintoísmo, rituais esses que são mantidos em segredo absoluto para todos os demais. O chamado Ritual do Estrangulamento era o evento mais importante para toda a família.
Reza a lenda que, a cada 50 anos (ou uma quantidade próxima de meio século), os Portões do Inferno ameaçariam se abrir e só havia uma maneira de impedir que isso acontecesse: O chefe da família devia escolher uma bebê menina de sua própria família para ser isolada do mundo antes de passar por um rito tenebroso… Imediatamente após ser escolhida, a criança era trancada sozinha dentro de um quarto da mansão.
Ela deveria ser criada em total enclausuramento e jamais ter contato com nenhuma pessoa ou qualquer coisa pela qual pudesse gerar afeto ou outro sentimento, para que seu corpo e espírito permanecessem “puros”. Qualquer contato com o mundo exterior mancharia sua alma e o ritual não teria efeito.
Quando era chegada a época marcada, a garota, que recebia o nome de A Dama do Santuário das Cordas, era removida de seu quarto e levada até uma espécie de altar, onde seus pulsos, tornozelos e pescoço eram amarrados por fortes cordas. As cordas então eram amarradas a bois ou cavalos… e puxadas a toda força, cada animal puxando-as em uma direção diferente.
Puxadas, até que os membros da garota fossem arrancados violentamente do próprio corpo e ela perdesse a vida após um indescritível sofrimento.
Após o brutal sacrifício, as cordas usadas para desmembrar a Dama eram banhadas em seu próprio sangue até encharcarem e então presas diante do Portão do Inferno, selando-o assim por mais meio século e protegendo a família e todas as pessoas do mal supremo.
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O Ritual do Estrangulamento
Porém, há cerca de 60 ou 70 anos, o último Ritual do Estrangulamento falhou. Próximo ao dia da realização do ritual, a garota escolhida para ser sacrificada viu um jovem rapaz pela janela de seu quarto e se apaixonou por ele. Com isso, sua alma foi manchada pela influência do mundo externo e o ritual foi arruinado. Diz-se que o jovem tentou libertar a garota de seu terrível destino, mas jamais conseguiu, pois quando o chefe da família descobriu sobre o amor da jovem, enlouqueceu totalmente.
Vendo que o ritual realizado por sua família a tantas e tantas gerações falharia, ele perdeu todo o controle, empunhou sua katana, a espada samurai japonesa, e assassinou todas as pessoas que estavam com ele. A jovem escolhida, o garoto de fora, sua própria família e qualquer pessoa que estivesse próxima foi morta pelos golpes da katana do homem enfurecido. E quando todas as pessoas jaziam mortas, depois de seus corpos serem mutilados e seu sangue derramado por toda a mansão, o chefe de família tirou a própria vida usando sua espada.
Dizem que, quando o chefe descobriu sobre o amor da jovem, ele temeu pelo sofrimento terrível que a família passaria uma vez que o mal escapasse pelo Portão e acabou matando a todos como forma de poupá-los de um fim pior. Não por arrependimento pelos assassinatos, nem por uma loucura incontrolável, ele se suicidou após a chacina para que também escapasse do terror que viria pelosPortões.
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O Portão do Inferno – Fatal Frame
Por décadas, a população mantinha silêncio absoluto sobre o que havia acontecido na mansão e os acontecimentos posteriores. Após os terríveis assassinatos, muitas pessoas diziam que coisas estranhas passaram a acontecer na casa: marcas de mãos ensanguentadas eram vistas em várias partes, assim como feixes de sangue espirrado, como se tivessem escorrido da lâmina de uma espada.
Várias pessoas diziam que por toda a mansão era possível ver aparições de espíritos vestidos comkimonos (roupa cerimonial tradicional do Japão) brancos. Os fantasmas podiam ser vistos de noite e até mesmo em plena luz do dia. E havia mais um detalhe: Se uma pessoa fotografasse uma certa janela específica da mansão, seria possível ver claramente a imagem fantasmagórica de uma garota.
A lenda diz que os espíritos da família assassinada ainda tentam completar o antigo ritual fracassado, matando quem se aproxime da mansão. Os corpos dessas vítimas eram encontrados com marcas de corda em seus pulsos, tornozelos e pescoço.
Outros tinham um destino ainda pior: seus corpos eram totalmente despedaçados e seus restos mortais jaziam espalhados pela mansão e por um estranho labirinto de túneis que ficava abaixo dela. Ninguém sabe quem construiu o labirinto, muito menos qual era o seu propósito para a famíliaHimuro ou para o Ritual do Estrangulamento.
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Fantasma de uma mulher morta por golpes de espada
Graças à essas histórias, as pessoas que viviam próximas ao casarão abandonaram seus lares, com medo de que o mal libertado e os espíritos amaldiçoados as atacassem. Com isso, a lenda do terror que se abateu sobre a mansão Himuro se espalhou por todo o Japão, até que, muitos anos depois, foi usada como base para a criação do game Fatal Frame.
Segundo o criador do game, Makoto Shibata, o primeiro título da série teve outras inspirações além da Mansão Himuro. Após a história que baseou Fatal Frame se espalhar mundo afora, Makoto comentou durante uma entrevista que o jogo também usou referências de duas outras lendas muito conhecidas no Japão. Ele jamais contou ou sequer mencionou, porém, o conteúdo dessas duas outras histórias.
Makoto também comentou em entrevista sobre a base do enredo de Fatal Frame, a mansão Himuro. Ele falou sobre o assassinato das sete pessoas, as marcas de sangue vistas nas paredes, os corpos daqueles que entraram na mansão, os misteriosos túneis e de outros detalhes intrigantes.
Nas próprias palavras de Makoto: “Uma estreita escadaria levava a um sótão onde rumores diziam que um talismã selado espiritualmente estava trancado. Homens buscaram este talismã, apenas para serem encontrados depois com seus corpos quebrados  e marcas de cordas em seus pulsos. Há uma velha estátua desmoronada de uma mulher em um kimono, mas sua cabeça está perdida.”
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The Crimson Sacrifice – Fatal Frame II
Há alguns pontos curiosos sobre a lenda, que vieram à tona após o sucesso do game. Aquela frase “Baseado em uma história real” fez com que muitas pessoas se interessassem na “verdade” por trás do enredo do jogo e de onde veio a inspiração para sua criação. E, como já é de se imaginar, muitos fãs pesquisaram sobre o assunto.
O primeiro game da série foi lançado em três versões diferente. A versão japonesa (e original), onde o game é chamado de Zero. A versão européia, a qual, graças a um erro de tradução, recebeu o nome de Project Zero. E a versão americana, chamada Fatal Frame. O termo “Fatal Frame” se referia a um ataque especial do game em que, quando o jogador tira a foto de um fantasma em um momento exato, o poder da câmera consegue exorcizar o fantasma instantaneamente. No Japão, o termo para esse ataque é “Zero Shot”.
Mas há uma outra diferença entre a versão americana para a japonesa e a européia: Somente a versão americana possuía a inscrição “Baseado em uma história real”. Os fãs entenderam essa diferença como uma estratégia de marketing da Tecmo para que o game tivesse um maior número de vendas nos Estados Unidos, porém o motivo dessa inscrição não estar contida nas outras edições, em especial a européia, não é conhecido.
Veja na imagem a baixo a capa americana do game com a inscrição:
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Capa americana de Fatal Frame. Clique na imagem para ampliá-la
Como a inscrição aparece somente na versão americana, os fãs passaram a duvidar da veracidade da lenda da Mansão Himuro, crendo que no fim das contas aquela frase era pura propaganda e que a lenda pudesse nem mesmo existir. A própria dúvida também contribuiu com a fama do game e a busca pela “verdade” sobre a lenda, se era era ou não real, moveu fãs por todo o mundo.
Mas a lenda da Himuro Mansion realmente existe. Há décadas, a história dos terríveis assassinatos corre pela capital do país, Tokyo. A lenda já era contada por bisavós, avós e pais antes mesmo de chegar ao mundo dos games e é uma das lendas mais famosas do país, sendo considerada inclusive como o “pior massacre já registrado na história do Japão”, como já dito.
Por muito tempo, pessoas procuraram pela lendária mansão. Porém, ninguém jamais foi capaz de localizá-la e mesmo os que afirmam já terem visto a mansão, antes ou após a tragédia, não conseguem (ou não querem) indicar sua localização exata. A lenda conta que a mansão se localiza numa região montanhosa nos limites da cidade de Tokyo, porém cerca de um terço do território atual da cidade é composto por florestas e montanhas, o que torna quase impossível a procura pela mansão.
tokyo 560x288 custom Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal FrameMapa atual de Tokyo. A metade esquerda da área em verde é composta somente por florestas e montanhas
Um fator curioso é que não existe nenhuma espécie de notícia de jornal ou registro policial dos acontecimentos na mansão. As dúvidas cresceram ainda mais com isso, pois se a lenda aconteceu há cerca de 60-70 anos atrás, porque não há nenhum tipo de informação oficial da mídia ou mesmo da polícia? Essa pergunta gera grande debate entre aqueles que pesquisam sobre a tragédia.
Dada a falta de informações, a maioria das pessoas considera a história da Mansão Himuro apenas uma lenda e não um acontecimento real. Mas muitos também defendem que a falta de informações possa ser proposital. Devido à época em que aconteceu, as autoridades teriam mantido o caso em segredo para não causar temor na população, seja pelo terrível massacre ou pelo mal que a mansão abrigaria, pois, dada a religiosidades dos japoneses, a história do mal poderia ter uma repercussão muito negativa.
A conclusão da lenda em si também é bastante discutida. Diversas teorias foram criadas para tentar “explicar” tudo: Para alguns, a mansão existe, mas nenhum massacre ou maldição aconteceu. Para outros, os Himuro que não estava envolvidos no ritual conseguiram recuperar a posse da mansão. Além de pessoas que não acreditam que a lenda possa ter qualquer traço de realidade.
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A Camera Obscura
Mas a lenda da Mansão Himuro ainda vive e, graças ao Fatal Frame, será lembrada pelo mundo inteiro. Ainda existem pessoas que procuram pelo local exato onde a mansão se encontra. Estudam mapas, buscam informações e talvez saem em expedição florestas adentro.
Se a lenda é de fato uma história real ou não, se o massacre realmente ocorreu ou se ao menos o lugar é real, não há confirmação. Mas para aqueles que a buscam, que creem na lenda e temem o mal que foi libertado, talvez seja melhor nunca encontrarem a terrível mansão – para não se juntarem aos inúmeros espíritos atormentados que buscam eternamente libertarem-se de seu sofrimento, revivendo o sangrento ritual que falhou, anos e anos atrás.
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Se você não conhece, ou nunca jogou a série Fatal Frame, tente procurá-la: sustos e momentos de terror estão garantidos para aqueles que gostam de passar calafrios em jogos de survival horror e com certeza uma noite mal-dormida acompanha o game!
Ou que tal dar uma conferida em seus álbuns de fotos? Aquela mancha estranha que parecia ser um reflexo ou um desfoque pode não ser somente um erro na fotografia… Na dúvida, esteja bem atento ao visor de sua câmera quando for tirar uma foto, quem sabe isso não salve sua vida?
fonte: http://www.arkade.com.br/imagens/creepypasta-arkade-maldicao-mansao-himuro-historia-sangrenta/