Olá seres obscuros,como estão?
Vocês já ouviram alguma voz estranha,e já perguntaram quem era?
Quero que saiba que isto é perigoso.
Aqui contarei o que aconteceu comigo.
Bom...
Ontem a noite,estava quase que sozinha em casa.Meus pais haviam saído,só minha irmã e eu estávamos em casa.Porém,minha "maninha" estava dormindo.
Eu não podia ligar o computador por ordem de meus pais,então sem nada pra fazer,fiquei vagando pela casa.
Ouvi um barulho vindo das correntes do portão,fiquei com um pouco de medo,mas logo me esqueci.
Fui até a cozinha fazer um lanche,pois estava com fome.
Enquanto eu cortava o pão,ouvi risos e um "Shhhhh".
Procurei em volta,não havia ninguém.A voz parecia de uma garota jovem.
Perguntei quem era.
Então ouvi risos altos.
Fui ao quarto de minha irmã.Ela estava dormindo.
Deitei-me ao lado dela,tremendo de medo,com medo que essa "coisa" me atacasse,e esperando meus pais chegarem.
Ouvi passos perto quarto,e vi uma sombra se deslocando.A sombra tinha postura humana.
Arregalei os olhos de medo.
Fiquei esperando ela vir até mim,quando ouvi o som do carro de meus pais voltando.
Quando percebi a sombra havia sumido.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Eu te Observo
Você já teve a sensação de estar sendo observado? Ah, mas que pergunta idiota, com certeza você já teve essa sensação, mas com certeza, não sabe o que foi ou quem era.
Era eu.
Sim, era eu. Sempre vendo e estudando você. Escondido e vendo cada passo que você dava e o destino que você deu a sua própria vida. Eu sempre estive lá, sempre.
Eu queria lhe causa medo, eu me divertia com isso.
Mas você me ignorou, humano tolo. Criou seus próprios monstros, escreveu e desenhou seus próprios demônios, espelhou seus próprios medos, e me esqueceu.
Eu cansei disso, não quero mais te dar medo, mas....
.... Eu ainda te observo
FONTE:Terror Fatal
Era eu.
Sim, era eu. Sempre vendo e estudando você. Escondido e vendo cada passo que você dava e o destino que você deu a sua própria vida. Eu sempre estive lá, sempre.
Eu queria lhe causa medo, eu me divertia com isso.
Mas você me ignorou, humano tolo. Criou seus próprios monstros, escreveu e desenhou seus próprios demônios, espelhou seus próprios medos, e me esqueceu.
Eu cansei disso, não quero mais te dar medo, mas....
.... Eu ainda te observo
FONTE:Terror Fatal
Postagens
(caso quiser ver a imagem maior clique sobre ela)
Como podem ver na imagem a cima,criei uma nova "pagina" para o blog.
Em -"Postagens "corrompidas" - vocês poderão dizer ou indicar o link de postagens com os seguintes problemas:
Caso seja algo fora dos requisitos a cima,diga por email
wolf_nightmare_@hotmail.com
Aceitarei elogios e criticas,mas qualquer comentário ofensivo será deletado.
(Uma das postagens,que é a do eyeless jack,já foi revisada por mim,e revisarei outras hj ^^ )
Como podem ver na imagem a cima,criei uma nova "pagina" para o blog.
Em -"Postagens "corrompidas" - vocês poderão dizer ou indicar o link de postagens com os seguintes problemas:
- Falta de link ou vídeo citado na própria postagem
- Texto que não dá para sem intender,sem sentido ou com grandes erros gramaticais
Caso seja algo fora dos requisitos a cima,diga por email
wolf_nightmare_@hotmail.com
Aceitarei elogios e criticas,mas qualquer comentário ofensivo será deletado.
(Uma das postagens,que é a do eyeless jack,já foi revisada por mim,e revisarei outras hj ^^ )
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
DEAD.txt
bom galera,essa creepypasta e muito boa,traduzi ele hoje,espero que gostem,e lembrem-se se quiserem uma tradução em especial,peçam nos comentários,ou pela xat box se eu estiver online!
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Olá pessoas.
Meu nome é Robin, e ontem eu recebi um
e-mail do meu amigo online, Nick. Ele tinha o título de "morto", e
continha apenas a palavra morto e um arquivo txt chamado "DEAD.txt".
Ele dizia o seguinte:
Minhas últimas palavras.8/7/2012 23:23 PM
"Estou assustado para a vida”.
Deixe-me dizer-lhe toda a história, se puder. É engraçado como a internet e a
paranóia podem destruir sua vida em tão pouco tempo.
Nos últimos dias tenho lido muitos
Creepypastas. Eu li tantos que eu virei completamente paranóico.
Não apenas paranóico, mas também
louco.
Hoje, algo muito estranho aconteceu.
Gostaria apenas de acordar, levantar-se, vestir-se e sentar-se no meu quarto
pesquisando na internet. Da mesma forma que o habitual. Mas por alguma razão,
eu fiquei pensando sobre essas creepypastas.
Sempre em mente que elas eram falsas,
eu ainda iria pensar sobre elas.
Com a música de Lavender Town em minha
mente e as fotos de Ben na frente dos meus olhos, eu quase me tornei louco.
Tentei ignorar um pouco, por isso desci para verificar a geladeira (eu gosto de
comer quando estou entediado). Eram 10:53 da manha e para minha surpresa a
campainha da porta tocou. Porque a cozinha é bem perto da porta de entrada, não
demorou muito tempo para ir para lá. Eu abri a porta, mas ninguém estava lá.
Exceto uma coisa. Uma coisa que provavelmente foi a mais terrível da minha
vida. A carta.
Antes de eu ir para dentro com a
carta, mais uma vez eu verifiquei se realmente não havia ninguém lá. Eu até
gritei se havia alguém lá, mas nada, ninguém respondeu. Voltei para dentro.
Entrei na sala com a carta e abri-a.
Ele dizia: "Eu sou a pessoa que
olha pra você. Eu sou a pessoa que você segue. Eu sou a pessoa que te odeia. Eu
sou a pessoa que vai te matar hoje. Você é a pessoa que eu vejo Você é a
pessoa... que eu sigo. Você é a pessoa que eu vou matar hoje. " Ele foi
escrito em vermelho escuro. Parecia sangue, mas eu disse a mim mesmo que era
apenas tinta.
Eu pensei que era apenas mais uma
piada "engraçada" que os meus "amigos" tentaram puxar em
mim, então eu ignorei. Mas eu não sabia que ia chegar tão longe.
Depois que eu li, eu subi as escadas,
e eu continuei fazendo as coisas que eu tenho feito da outra vez. Por volta das
seis horas, eu tenho fome de novo, e desço para me jantar. Como eu estava
preparando o jantar, eu vi algo realmente assustador lá fora. Alguém estava
atrás da garagem, só olhando para mim. Eu mal podia vê-lo, porque não havia luz
onde ele estava. Mas você pode ver claramente seus olhos brilhantes brancos,
que refletiam a luz da lâmpada da cozinha. Eu estava com medo. Eu revirei de
rolo de utensílios e pegou uma faca da gaveta para o caso.
Enquanto comia o jantar na sala, eu vi
a cara de novo, olhando-me do jardim. Como que diabos ele chegou lá? De
qualquer forma, eu chamei a polícia para virem a minha casa, assim eu talvez pudesse conseguir afastar essa fluência da
minha propriedade.
Cerca de 7:51, quando eu terminei de
comer alguém bateu na minha porta. Eu podia ver os uniformes azuis (moro na
Alemanha, como você sabe), e através de uma porta de vidro. Abri, e disse aos
policiais, exatamente o que aconteceu.
Eles deram uma olhada em volta da
minha casa por cerca de 20 minutos. E não encontraram ninguém. Pedi desculpas a
eles, por ter "perdido" o seu tempo.
Depois disso, eu subi de novo. Eu ouvi
ruídos de baixo. Primeiro, uma porta se abriu e então algo começou a subir as
escadas. Corri para a porta e tranquei-a no medo completo.
Agora, eu ouvir a respiração pesada na
frente da minha porta. Às vezes, "ele" também diz que sabe que estou
aqui. Às vezes, "ele" bate na minha porta ou chuta minhas paredes.
Eu não tenho um telefone. Eu não tenho
nada para me proteger. Eu não tenho nada que poderia me salvar desta situação.
Eu vou morrer.
A última coisa que eu vou fazer é
enviar esta ( carta ) ao meu amigo, Robin.
Robin, se você ler isso, poste isso na
net
-Nick "
Eu não tenho notícias dele desde então. Eu não sabia o que
"Creepypastas" eram, mas eu pesquisei isso. Encontrei este lugar, por
isso vou postar aqui. Eu não sei o que aconteceu com ele, mas eu espero que ele
esteja bem.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
RUN.avi
bom pessoal,traduzi mais uma creepypasta exclusiva,tem sugestões de traduções?peça nos comentarios ou pela xat box mesmo.enfim espero que estejam gostando das minhas traduções e que estejam no mínimo compreensiveis!
Então, eu estava olhando uns arquivos aleatórios em um site,
e encontrei um chamado "RUN.avi". Não havia descrição para o arquivo,
nem todos os downloads tinham. Eu decidi fazer o download, para ver o que era.
Depois que baixou, olhei para o arquivo, e foi nomeado como
"RUN.avi". Eu cliquei sobre ele e isso foi o que vi.
O vídeo começava com um cara correndo pela floresta à noite.
Ele estava realmente ofegante, e começa a dizer "Puta merda, puta merda, puta merda!". Isso se prolonga por alguns segundos e, em seguida, do
nada, alguém a distância é ouvido gritando e gritando: "Seu maldito pedaço
de merda eu vou te matar lenta e dolorosamente!" Em seguida, a voz começa
a gritar muito estranhamente. Aquela foi
muito profunda e semelhante a um demônio.
Por esta altura, o Sobrevivente começa a soluçar baixinho, e
começa a dizer: "Oh, Deus, não, por favor ... Por favor!" Os passos e
gritos à distância começavam a ficar mais altos e pertos. Toda vez que eles soavam,
o Sobrevivente começou a chorar ainda mais alto. Finalmente, todos os ruídos
pararam, e o Sobrevivente parou. Ele estava prestes a se virar, mas quando fez,
uma mensagem de erro surgiu na minha tela e disse: “Arquivo corrompido" Eu
estava meio decepcionado, porque eu queria ver o que estava atrás dele.
Bem, depois de um tempo eu consegui o arquivo corrigido e
este é o resto do vídeo:
Quando o homem se virou, algo rapidamente saltou contra ele.
O Sobrevivente cai na câmera, e pode-se ver o corpo de outra pessoa gritando a
distância. O homem começa a dizer: "Você acha que poderia me superar seu
pedaço de merda? HUH!?" Notei também que sua voz foi distorcida, então eu
acho que alguém editou o vídeo. O Sobrevivente disse: "Não, por favor não,
me deixe em paz ... Por favor ..." O outro homem começa a rir, e O Sobrevivente
diz: "Espere, o que você vai fazer! Oh Deus, por favor não" Em
seguida dava para ouvir algo sendo arrancado. O Sobrevivente começa a gritar,
bem alto.
De repente, o vídeo fica estático. Eu pensei que ficaria
assim até o final, mas depois alguém pegou a câmera, com a respiração muito
difícil. E eu, então, sabia que a pessoa que segura à câmera não era o Sobrevivente,
era o homem que o perseguia. Ele finalmente coloca a câmera para seu rosto, e
... seu rosto ... Era horrível. O rosto do homem estava horrivelmente
desfigurado, ele começava a sorrir para a câmera. Ele então puxou a câmera
longe de seu rosto e mostrou uma pessoa, pendurada em uma árvore (ainda na
floresta), com os braços cortados. E percebia-se que o homem pendurado na
árvore foi o Sobrevivente. Então se começa a ouvir o
riso do homem, e em seguida, o vídeo termina.
Fiquei chocado depois disso, eu fui para o meu banheiro para
vomitar algumas vezes, e voltei. Quando eu saí do vídeo, houve um novo arquivo,
ele foi chamado: "SMiLe.png" Eu abri-o e era o homem sorrindo no
vídeo. Essa imagem ainda me assombra hoje. Eu o vejo em meus sonhos.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
DO INFERNO
Você tem medo de morrer? Ou tem medo do que vem após a morte?
Posso lhe contar sobre o inferno, se você quiser ouvir. Quer saber se é um lugar feio? Aqui existem lugares lindos também, iguaizinhos ao paraíso. Mas acho que servem apenas como lembrança, para você saber o que perdeu, sei lá. O que faz do inferno o pior de todos os lugares é a repetição. O inferno é pura repetição.
O que eu quis dizer com isso? Bem, você fuma? Então, seria melhor considerar parar, você não imagina o que é passar a eternidade com um cigarro colado aos lábios, ou inalando uma fumaça fétida que te corrói lentamente, te matando de novo e de novo, incontáveis vezes. Aqui sofremos punições de acordo com nossas culpas, parece ser uma coisa justa até, sabia? Aquele florentino maldito, il sommo poeta, estava certo sobre um monte de coisas.
Quem eu era antes de estar aqui? Pouco importa. Eu também não fiz grandes coisas para merecer este lugar. Lembro-me de ter sido declarado um Fornicador e essa foi minha ruína. Mas até que foi ameno, pois sei que os pervertidos sexuais sofrem mais que eu. Eles gritam o tempo todo, é horrível.
E aquela história de suas tripas serem devoradas por monstros, você ser açoitado por chicotes e tridentes, arder em chamas brandas até o fim dos tempos? Calma, não se preocupe, isso não existe. As coisas são piores. Por exemplo, dia desses encontrei por aqui uma menina linda, linda mesmo. Só que a pele dela era azulada, as unhas roxas, os olhos levemente saltados das órbitas, e, coitada... ela não conseguia guardar a própria língua dentro da boca! Triste sina para uma suicida.
Fui humano um dia, sim. Era um Fornicador, como já citei antes. Ganhei esse singelo apelido de meus novos amigos, se bem que às vezes até parece ser um título, sei lá. Era um senhor rico, cheio de posses, numa época de superstições, lendas e ignorância.
Eu era rico o suficiente para ser abençoado pela igreja, e assim ela fazia vista grossa para minhas excentricidades. Fui muito feliz na minha vida terrena, com um baronato, status e todas as mulheres do mundo conhecido. Meu feudo era vasto, próspero e continha várias aldeias de camponeses que me prestavam a corvéia, ou seja, trabalhavam de graça em minhas terras em troca de sobrevivência. Sim, sim. Bons tempos! Mas o diabo dá com uma mão e toma com a outra.
Era uma noite muito quente, quando eu vi uma agitação fora dos muros de minha casa, na floresta dentro de meus domínios. Despachei meus homens para investigarem o que acontecia, pois vi algumas fogueiras acesas.
Quando eles voltaram, me informaram do casamento de uma dócil camponesa e que os noivos estavam comemorando. Questionado por mim, meu homem de confiança respondeu que ela era muito bonita. A luxúria dentro de mim se retorceu, sussurrando "jus primae noctis".
-Traga essa mulher para meus aposentos. Ela será minha, antes de ser do esposo.
Ele engasgou seco, e partiu para cumprir minha ordem. Até pensei em acompanhá-lo, para ver pessoalmente a indignação dos camponeses mas isso seria grosseiro até mesmo para alguém com tantas falhas de caráter como eu.
Em menos de vinte minutos, eu estava admirando a jovem camponesa. O olhar furioso a deixava ainda mais bela. Devia ter entre dezoito e vinte anos. Era loura, de pele dourada de sol e mãos pequenas, porém calejadas do trabalho diário. Tinha algumas cicatrizes pelo corpo, e um jeito rude e dócil ao mesmo tempo de se mexer. Um enigma.
-Sabe que posso desvirginá-la antes de seu marido, não? É um direito meu. Sou dono de todos vocês.
-O senhor pensa que pode tudo. Tolo. Não sabe com o que está se metendo. Farei seu jogo, mas sua alma pagará por isso. O verdadeiro sofrimento não está nesse mundo, e sim no próximo!
Eu não temia mais aquelas ameaças vazias de camponesas. A maioria delas se diziam bruxas e que me amaldiçoariam, mas nunca nada me aconteceu. Certa vez uma delas me rogou toda uma litânia de pragas e maldições mas, quando pendurada na forca, pediu clemência se mijando toda.
-Tire as vestes.
Estranhamente, ela não tirou. Ao contrário, veio para cima de mim e começou a tirar as minhas, impaciente.
Quando eu estava totalmente nu e com minha masculinidade exposta, a fúria inicial dela transformou-se em docilidade. Ela enfim começou a se despir. Tinha mais cicatrizes escondidas. Mas a visão daquele belo corpo nu, da penugem macia entre as coxas, loura como seus cabelos, os seios médios, como duas peras no ponto e as pernas bem torneadas me excitaram. Minha ânsia de entrar por aquelas coxas e rasgar sua virgindade me cegava para todos os avisos de que algo estava completamente errado.
-Venha meu senhor. - ela me convidou para a posição missionária, deitando-se na cama e abrindo as pernas.
O sexo naquela época era bem mais simples, o homem apenas se concentrava em penetrar e se satisfazer. No meu caso, as mulheres se maravilhavam com meu dote e com o tempo que eu resistia durante o coito.
Porém antes que eu a penetrasse, a mulher me segurou como nenhuma outra fizera antes e ajoelhou-se de maneira profana. Sentia a respiração quente em minha genitália quando ela sussurrou, quase um gemido:
-Pense em mim como um anjinho tocando a flauta celeste, meu senhor.
Nenhuma mulher antes tinha tocado minha intimidade daquele jeito. Existe uma clara diferença entre você mandar uma mulher fazer algo e ela fazê-lo espontaneamente. Ela chupava como uma fruta madura, segurava firme os bagos, e fazia movimentos tão úmidos quanto excitantes com a boca. E o barulho daquilo? Nunca sentira nada igual. Por um momento, meu poderoso garanhão que aguentava firme por horas quase se entregou. Estava quase indo naquela boca, e parecia ser aquilo mesmo que ela queria, pelo olhar com que me encarava de baixo para cima. Enxerguei nesse momento que ela tinha duas grandes marcas que cortavam e desciam pelas costas, o que me causou estranhamento.
Segurei firme os cabelos louros, afastando aquela boca faminta de mim. Ela grunhia, e me puxava pelas pernas para penetrar a boca quente e ávida novamente. O mundo perdeu o sentido por um instante louco, e eu deixei que ela sugasse tudo.
Nem um minuto se passou quando me acabei, molhando sua boca, queixo e todo seu rosto, que se deliciou. Era muito estranho comportamento para uma simples camponesa. Mas o calor da cama me fazia esquecer o raciocínio. Ordenei que lavasse o rosto antes de me cavalgar como Lilith, e ela atendeu prontamente. Eu precisava de tempo para recompor minha virilidade.
Podia ser impressão, mas algumas cicatrizes dela sumiram, enquanto sorria. Lavou o rosto, engoliu água em grande quantidade e gargarejou, cuspindo pela janela. Quando ela se encaixou em cima de mim, disse, sorrindo:
-Nunca experimentei um tão grosso, grande e leitoso como o seu. Esses camponeses que o senhor explora são fracos, mínimos, pequenos. Quero ver o quanto ainda me dará.
Estranhei o fato dela não ser mais virgem. Geralmente esses camponeses guardam as filhas com cintos de castidade, vigilância cerrada e medo católico. Sexo oral era sexo antinatural, ela poderia ser punida com uns bons seis anos de jejum por aquele ato obsceno. Por que essa era tão diferente? A maioria das mulheres de meu tempo só praticavam o sexo vaginal, ficando sempre por baixo e no escuro. Não podiam ver a nudez do outro. Eram frias como peixes mortos, apenas abriam as pernas, raramente se mexiam, ou falavam algo durante o coito. Ela não! Rebolava, gritava, arranhava minha carne, me falava e pedia coisas que só de ouvir sentia vontade de inundá-la com meu caldo.
Foi quase uma hora. Eu suava muito, ela estranhamente não. Só mantinha um ritmo em cima de mim. Lambia meus dedos, depois segurava minhas mãos e com elas apertava os seios duros, me guiava em toda a extensão daquele corpo torneado. Para quem me amaldiçoaria, ela estava sendo muito amável.
Mas o diabo mora nos detalhes. Enquanto eu a sodomizava - a posição da Besta, a posição dos animais - pensando que qualquer padreco me excomungaria por aquilo, vi claramente as marcas das costas dela sumirem bem diante de meus olhos perplexos. Um pânico instintivo me fez gritar e jogá-la fora da cama!
Porém caí na cama, enfraquecido, e me vi incapaz de ao menos andar. A mulher veio rastejando novamente para mim, um sorriso diabólico nos lábios, o brilho no olhar quase que dizendo "Ainda não acabei".
Me excitava novamente, e tirava tudo o que podia de minha masculinidade. Fazia loucuras que eu nunca tinha experimentado. Sua língua era como o chicote de um demônio, serpenteando em meus mamilos, descendo para meu umbigo e enfim se deleitando em meu membro.
Desfaleci. Não sei por quanto tempo apaguei, mas quando abri os olhos após o merecido descanso, um homem estava ao meu lado na cama. Sim, um homem!
Tentei levantar, entender o que acontecia, mas ainda me sentia fraco e debilitado. Olhando direito, parecia-se muito com a camponesa. Era idêntico, de fato. Dormia um sono agitado, e eu vi as mesmas cicatrizes no corpo dele.
Antes que minha mente trabalhasse meu aposento foi invadido. Inquisidores. A igreja, faminta por bens, tinha enfim descoberto um barão da luxúria para espoliar. Tudo demorou poucas horas. Me torturaram, mutilaram minha genitália, e meus dedos foram quebrados em nome de Deus, pois eles queriam uma confissão. Eu não cometi pecado algum que não a luxúria, e me mantive em silêncio. Lembrei das palavras da camponesa. A maldição.
Trouxeram o motivo de minha desgraça à minha frente, presa. Era a mulher, também mutilada de tanto apanhar. Ouvi dizerem que se tratava de um demônio chamado de Succubus, ou Incubus. Ele me seduziu na forma de mulher, e após manter relações sexuais comigo, se fortaleceu, enquanto eu me enfraqueci. Após o ato, ele se transforma em homem, até que tenha relações sexuais novamente e volte a ser mulher, e assim indefinidamente vive trocando de forma. Também foi dito que se alimenta de energia sexual.
-Mas, se fez sexo comigo e virou homem, com quem mais fez para voltar a ser mulher?
Nenhum inquisidor me respondeu. Ao contrário, queimaram minha língua com brasas quentes. A pergunta pelo jeito tinha sido delicada demais.
Naquele entardecer três forcas foram erguidas em meu feudo. Uma para mim, outra para a succubus que me possuiu e a terceira, provavelmente para o coitado que transou com o demônio depois de mim. Estávamos em celas separadas, apenas esperando nossa hora chegar.
Ao anoitecer, todos os aldeões estavam à minha frente. Eles riam, me vendo com a corda no pescoço. Ao meu lado, um inquisidor também surrado, pendurado, e na terceira forca, a mulher-demônio. Não parecia nada poderosa agora. Sua arena era no sexo mesmo, onde impunha sua vontade insidiosa e sua força.
O inquisidor começou por ela. Apesar de saber que se tratava de um demônio verdadeiro, preferia pensar que era uma mulher comum possuída. A ladainha começou, enquanto ele a forçava beijar um crucifixo bento:
"Sit haec sancta et innocens creatura, libera ab omini impugnatoris incursu et totius nequitiae purgata discessu. Sit fons vivus aqua regenerans, unda purificans: ut omnes hoc lavacro salutifero diluenti, operante in eis Spiritum Sancto, perfactae purgationis indulgentian consequantur. Unde benedicto te, creatura aquae, per Deum vivum, per Deum verum, per Deum Sanctum: Per Deum qui in principio verbo separavit ab arida: cuius spiritus super te ferebatur."
No fim do exorcismo a mulher cuspiu no Inquisidor. O velho de rosto pétreo ordenou que tirassem o apoio dela, e o demônio pendurou-se pelo pescoço. Gritou blasfêmias e babou, tentou segurar-se, recusando-se a deixar essa Terra. Diante de tanta demora, o velho decidiu que seria melhor queimá-la.
Ganhei mais meia hora de vida, enquanto os inquisidores arrumavam montes de palha embaixo de mim e do outro condenado. Este, aliás, talvez por ter sido um inquisidor como eles, teve uma morte rápida e menos sofrida. Nem chegaram a acender o fogo para ele. Ainda bem, já que o cheiro da mulher até hoje incomoda minhas narinas. Odeio carne queimada.
Eu ainda ouvia os estalos da fogueira da succubus quando o crucifixo foi encostado em meus lábios. O velho me olhou com desgosto e começou a oração novamente. Quando terminou, perguntou sério:
-Você se arrepende de seus pecados perante a igreja, homem?
Minha morte não seria diferente se eu tivesse dito outras palavras. Disse-lhe que não havia cometido pecado algum diferente de minha natureza, lembrei-o do meu baronato e dos meus generosos donativos à igreja que ele tanto prezava, e sorri.
Ele me sorriu de volta, mas também chutou meu apoio. Foi tudo rápido. Dizem que toda a vida passa ante seus olhos no momento derradeiro da morte, mas eu só consegui lembrar de todas as mulheres que possuí na vida, antes da ossatura do meu pescoço quebrar. Minha espinha rompeu e eu escorreguei para a inconsciência, nem senti as chamas me queimando.
Quando acordei novamente, ganhei lindas asas de anjo negro. Sou um Fornicador, e aqui é onde vivo. Pense nisso.
Talvez você esteja se perguntando o que faço no seu sonho...? Eu estou sempre com você. Principalmente quando está fazendo sexo. Sei de todos seus desejos mais íntimos. Seus sonhos, fantasias e perversões. Apenas hoje você descobriu que existo porque eu decidi me mostrar.
Ah, como cheguei até você?
Bem, os fornicadores eu sinto pelo cheiro. Sempre que alguém deseja um parceiro que não é seu, um homem ou uma mulher alheia, lá eu estarei. Sei tudo sobre fantasias negras, sobre desejos escondidos, sobre traição e culpa.
Hoje em dia não existe mais a inquisição. Vivemos numa época cínica, e eu adoro isso. Os culpados fingem ignorância. O pecado se alastra das mais doces maneiras.
Mas, chega de devaneios. É hora de você acordar. Pense bem no que anda aprontando de sua vida...
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Choke.exe
certo pessoal,traduzi mais uma creepypasta,se vocês quiserem que eu traduza alguma em especial,basta pedir aqui nos comentários e eu estudarei o caso
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Bem,
eu não tenho certeza por onde começar.
As
últimas semanas têm sido muito duras para mim. Eu perdi minha mãe na
última primavera para o câncer, que causou uma grande tristeza entre a minha
família. No entanto, o meu pai levou-a
pior. Ele nunca foi o mesmo depois da morte da mãe. Ele se
trancava em sua casa, sozinho, fugindo do resto do mundo. Fugindo de mim. Era
estranho. Ao longo de toda sua vida, ele sempre foi assim afastado.
Minha mãe, minha irmã, e eu éramos tudo o que ele tinha. Agora que minha irmã mais velha tinha crescido, casado
e se mudado, eu acho que eu era tudo que ele tinha agora.
Duas
semanas atrás
Uma semana depois
Dia Atuais
Uma semana depois
Dia Atuais
Eu
recebi um telefonema. Eu estava no 4Chan, um site de imagens
infames, lendo comentários em um daqueles tópicos " You Laugh, You Lose". Ugh, Se afastando longe do tópico. Tendo ficado
na frente do meu monitor por horas em um silêncio morto, fui pego de surpresa
quando o meu toque, " Believe it or Not" do Joey Scarbury, soou a
partir dos pequenos mas poderosos alto-falantes do meu telefone. Eu quase
saltei da cadeira. Peguei meu celular, e verifiquei o identificador de
chamadas. Era o hospital local, ligando para me dizer que o meu pai tinha se
matado.
Minha irmã
veio para o funeral. Foi bom vê-la novamente depois de todos esses anos,
mesmo que fosse em circunstâncias adversas. Ela não levou o babaca do
marido com ela. Nós compartilhamos alguns abraços, falamos sobre o
falecido por um tempo, e então ela seguiu seu rumo.
Sua
casa, e todo o seu conteúdo, foi dado a mim. É desnecesario dizer que foi
um bom passo, de um quarto para meu apartamento. Eu decidi ir
bisbilhotando o meu apartamento novo no dia seguinte, talvez limpar o lugar um
pouco. Honestamente, eu não tinha idéia do que eu iria encontrar lá. Pelo
que eu sei, ele tinha perdido todo o senso de pudor, após a morte da
mãe. Eu meio que esperava ver merda manchada em todas as paredes,
juntamente com mobiliário destruído.
Eu
estava na porta da frente. Ao pegar a maçaneta da porta, uma sensação
instantânea de pavor superou meu corpo. Eu gelei. A idéia de estar na
mesma sala que meu pai havia se enforcado. Eu balancei a cabeça e engoliu
meus sentimentos perturbados. Eu respirei fundo, me
preparando. Fechei os olhos e abri a porta...
A
porta da frente me leva para um corredor que se dividia em duas
direções. Na minha frente havia uma porta, que leva para o
banheiro. Para a direita era a sala de estar. Esperando o pior, eu
virei a esquina... Para minha surpresa, tudo estava em bom estado. Eu
fiz a varredura da área. Havia poucos sofás ao redor de um aparelho de
televisão de aparência antiga. Meu pai nunca tinha sido tecnológico. O
que me chamou a atenção, porém, foi o grande lareira perto da sala de
estar. Eu não lembrava disso. Certo, eu só tinha estado na casa de um
punhado de vezes antes, mas isso não estava aqui antes. Agora, a lareira
não é exatamente o que me chamou a atenção. Era o que foi
montado acima dela.
Foi
um grande retrato emoldurado pintado de minha mãe, rodeado de velas na
lareira. Algo apenas parecia um pouco fora do comum. Ela tinha um
sorriso condescendente em seu rosto, como se dissesse: "Eu sei
algo que você não" Mais uma vez, aquela sensação estranha. Eu
realmente me senti como se eu não deveria estar naquela casa. Sendo o
idiota que eu sou, eu decidi ficar lá por mais algum tempo. Se aventurar
na cozinha, bisbilhotar. Os armários estavam cheios de conjuntos novos de
pratos, e a geladeira estava cheia de nada alem de cerveja e água. Bom e
velho pai.
Um
pensamento passou pela minha mente. Eu deveria verificar o quarto
principal, o quarto onde ele se enforcou. Eu empurrei de volta todos os
sentimentos incertos que eu tinha, e começou a ir em direção aos fundos da
casa. A porta do quarto de meu pai estava ligeiramente aberta. Nós no
meu estômago crescendo sempre tão apertados, e eu lentamente empurrei a porta
entreaberta. As dobradiças soltaram um rangido horripilantemente
alto. Eu não tinha idéia de por que eu estava sendo tão quieto. Eu me
esforçava para me convencer de que eu era a única pessoa na casa. E as
borboletas no meu estômago se recusavam a ir embora.
O quarto principal era normal. Tudo parecia
claro, eu dei alguns passos, enquanto analisava a área. Havia uma mesa de
cabeceira ao lado direito de sua cama, seus óculos estavam descansando em cima,
aparentemente intocados. Ele nunca gostou de usá-los, disse que o fazia parecer
um "sissy-boy" (afeminado). À esquerda da sala tinha uma
porta. E alguma coisa, eu não sei o que, me atraiu para esta
porta. Eu queria abri-la. Não. Eu precisava abri-la.
Fazendo
meu caminho até a porta misteriosa, fiz questão de ficar quieto. Mais uma
vez, não me pergunte porquê. Eu me senti como se eu estaria perturbando
algo se eu fizesse barulho. Mordi o lábio inferior, colocando a mão na
maçaneta. Eu estava tremendo por antecipação. Fechei os olhos, e
contando a partir de três, rapidamente abri o armário ...
Casacos. Lotes
de casacos. Algumas calças e sapatos também. Era uma caminhada comum
ao armário. Eu levei um suspiro, aliviado, mas secretamente desapontado... até
que eu vi. Algo brilhante no chão. Ajoelhando-se, eu mudei algumas caixas
de sapatos fora do lugar. E era uma alça de bronze, aparafusada ao chão.Eu
também tinha notado um aumento no piso acarpetado. Era uma pequena
escotilha, que levava para o porão. Meu coração disparou. O que
poderia ser lá?
Meu
desejo para a aventura tinha conseguido o melhor de mim. Sem pensar,
peguei a alça de bronze e abri a escotilha. Olhei para dentro. Estava
escuro. Todos os meus instintos foram contra o que eu estava prestes a
fazer, mas ignorei completamente.
Eu
pulei dentro.
Felizmente,
não era uma grande queda. Eu era capaz de me puxar para fora se fosse
necessário. O porão estava escuro, e extremamente
empoeirado. Pescando no meu bolso, tirei meu Zippo. Levei algumas
tentativas, mas finalmente consegui uma chama constante para iluminar pequena
parte do quarto. Foi quando eu vi a última coisa que eu já esperava ver no
porão da casa de meu pai. Um computador. Sentado à beira do quarto
estava uma pequena mesa, teclado, mouse e um monitor. Uma dessas cadeiras
de plástico brancas foi empurrada para a mesa.
Curiosamente,
eu caminhei até ele. O computador parecia novo, como se nunca tivesse sido
usado. Isso não poderia ser do meu pai. Por que ele teria um
equipamento bom como este no porão? Puxei a cadeira frágil da mesa, e me
sentei em frente ao monitor. Eu cruzei meus dedos, inclinou-se, e tentou
arrancar o computador. Eureca, funcionou. O logotipo de boot do Windows 7
apareceu na tela. Mais uma vez, pareceu-me estranho que o meu pai era dono
de um ótimo e caro computador. Ele me pediu para selecionar um
usuário. Havia apenas um.
"DECEPÇÃO"
Um
calafrio percorreu minha espinha. Decepção? Por que ele iria nomear
seu perfil como “Isso” ? Eu cliquei nele. Ele me
pediu uma senha. Eu sorri, e digitei "Cheyenne". O nome da
minha mãe. Inclinei minha cabeça para o lado. Algo estava errado. Seu
fundo de tela era preto sólido. Não houve Bar Iniciar, e havia apenas um
ícone. No meio da tela era um único arquivo executável.
"Choke.exe"
Minhas
mãos tremiam. Eu não tinha idéia do que estava fazendo, e por que eu vim ali,
em primeiro lugar. Eu queria voltar para o conforto do meu
apartamento. A curiosidade não me deixou. Eu não consegui me
controlar. Quase contra a minha vontade, eu parei o cursor sobre o ícone e
dei um duplo clique.
A
tela piscou. Eu percebi que havia algo errado com os cabos. Eu
estendi minha mão atrás da máquina, para checar os fios.
Impossível. Não
havia nada plugado.
O
computador emitia um zumbido agudo, quase como se estivesse trabalhando sozinho
em algo muito difícil. Tons de azul, vermelho, verde acendiam e apagavam
no monitor. Os zumbidos do computador se tornavam mais e mais alto,
aumentando de intensidade a cada segundo. De repente, tudo ficou quieto
novamente. Eu olhei para a tela. Houve um ponto vermelho bem no meio e
por baixo um texto, simplesmente dizendo, "Decepção".
Meu
coração estava batendo no peito. Tudo tinha chegado a um impasse. Eu
relaxei, para o que parecia ser alguns segundos. Até que eu ouvi. O
som de uma respiração pesada, e passos atrás de mim, chegando mais
perto. Eu não ousava olhar para mudar meu olhar do monitor.
Os
passos pararam. Quem, ou o que estava atrás de mim, se inclinou. Sua
boca foi bem próximo ao meu ouvido.
Eu
ouvi um sussurro de voz familiar,
"Choke".
Com
grande força, uma corda foi enrolada no meu pescoço. Eu gritei mais alto
que pude. A corda estava me sufocando, eu tinha sido puxado para trás da
cadeira. E não conseguia respirar. Meu pescoço estava dolorido. Minha
visão começou lentamente a desaparecer devido à falta de oxigênio. Eu ia
morrer. Amordaçado, algo arranhou meu pescoço.
Não
havia nada lá.
Eu
estava com minhas mãos e joelhos, ofegantes por ar. Minha visão voltou, eu
me levantei e cambaleei ao redor, tentando recuperar meus sentidos. Eu
estava na sala, em frente à lareira. Olhando para mim era o retrato da
minha mãe, olhando para baixo, para mim, com aquele sorriso condescendente.
Enquanto me
sento aqui escrevendo isso, no meu apartamento de um quarto sujo, eu posso
honestamente dizer,
"Não
há lugar como o lar".
Eu
não tenho nenhuma idéia de que diabos aconteceu.
Honestamente? Eu
não quero saber.
Tudo
o que eu tenho certeza, é que eu nunca vou pôr os pés naquela casa novamente.
Olhe para a câmera
Eu me mudei para minha casa há cinco anos. Nos últimos dois anos, houveram coisas estranhas. Tudo começou em outubro de 2004. Notei passos estranhos, mas dei de ombros, pensando que havia provavelmente uma explicação para eles. Meu filho de dezesseis anos, Michael, dormia no quarto andar de baixo enquanto sua irmã e eu temos nossos próprios quartos no andar de cima.
Eu acordava de manhã com Michael dormindo no chão do meu quarto. Ele, a princípio, ouviu barulhos estranhos e logo viu sombras em movimento em toda a sala. Ele veio correndo de seu quarto um dia, porque um plug voou da tomada. Eu coloquei a culpa nas falhas elétricas. Ele sentiu algo roçando nele também.
Eu namoro Mike há um ano e agora se ele mudou para cá em abril. Na primeira noite, Mike não conseguia dormir com o barulho de alguém se movendo para cima e para baixo nas escadas. Ele sempre olhava, mas nunca havia nada lá. Ele sempre dizia: "Você ouviu isso?" Eu estava acostumada a ouvir isso.
Quatro meses atrás, Mike estava sentado em frente ao computador ao lado da porta do quarto de Michael e ele pulou de dor. Ele levantou a camisa e encontrou um arranhão profundo em seu estômago. Não havia instrumentos cortantes sobre a mesa e nenhuma explicação possível para isso. O computador sempre agia estranho com ele, mas não com ninguém mais na família. Eu também estou notando sombras com o canto do meu olho e tento dizer que é minha imaginação.
Estávamos deitados na nossa cama há duas semanas assistindo TV. Eu deitada mais próximo da porta e vi uma sombra que ia para o quarto da minha filha. Mike levantou-se e disse-me que também viu. Pela primeira vez, eu estava completamente apavorada. Eu tive de dormir no outro lado da cama.
Tudo foi esquecido, mas há dois dias Mike estava sentado em frente ao computador novamente, segurando um pedaço de papel de desenho em seu colo. O papel bateu no seu olho de alguma forma e tirou um pedaço de sua córnea. Ele foi internado no hospital e está com muitas dores. Ele não pode explicar como o papel bateu no olho do ângulo que ele estava segurando no colo, mas sabemos que, mesmo que ele tentasse fazê-lo em si mesmo, seria impossível.
No início, eu pensei que era apenas um fantasma do tipo travesso, mas agora eu estou começando a ficar muito preocupada com essa coisa de agredir meu parceiro. Não é mais travesso, mas mal. Eu me pergunto se ele é a sombra que sempre esteve comigo, que eu sempre vi com o canto do meu olho ... ou se é algo que já estava na casa.
Duas semanas atrás, meu filho veio gritando do banheiro dizendo que ele tinha visto um rosto sangrento envolto em um lençol sujo. Ele se matou na sexta-feira e estamos todos abalados além de palavras.
Sua nota de suicídio, dizia: "Eu consegui mamãe. Olhe a câmera. "
Essa foi a foto que havia...

FONTE:Caçadores do medo
Pesadelo
Meu maior pesadelo ocorreu quando ainda era um adolescente. Eu estava dentro de um hotel, e nele, era um detetive forense.
Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma "simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar à cena do crime para acabar com as provas".
Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura, fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.
Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um homem, com suas mãos sangrando.
Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim, prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas, braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos, mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.
Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não estou bonita, filho?!".

E então, acordei.
FONTE:Creepypasta Brasil
Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma "simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar à cena do crime para acabar com as provas".
Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura, fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.
Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um homem, com suas mãos sangrando.
Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim, prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas, braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos, mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.
Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não estou bonita, filho?!".

E então, acordei.
FONTE:Creepypasta Brasil
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