Oi Adoradores da escuridão,eu sou Dark Angel,sou dos moderadores do blog ,eu estava meio sem tempo e viajando muito,mas agora estou de volta e com novas creepypastas para vocês.
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bjs,e que seus dias sejam cheios de escuridão.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
O Ceifador
Há muito tempo atrás um rapaz de
16 anos morreu assassinado nunca se soube o por que.Ele foi enterrado no jardim
de sua casa e dizem que ele volta toda sexta feira 13 para matar varias pessoas.Ele tem dois companheiros:O vulto branco de olhos amarelos(que indica que sua
morte está próxima)e,o vulto negro de olhos vermelhos(que indica que chegou há
sua hora). Certa vez, uma mulher se olhando em frente ao espelho,vê o reflexo do
vulto branco passando rapidamente.Ela se desespera e vai correndo consultar uma
macumbeira,que morava próxima a sua casa.Ela conta a história à mulher e a
mulher diz:
- Você vai morrer daqui a 2 anos.
A mulher desesperada pergunta o que pode fazer para mudar isso.Ela responde que,o único jeito é aprisionar o ceifador.Ela então pergunta do que precisa para o fazer.A macumbeira responde:
-Então você tem que pegar uma esmeralda azul e,chamar o nome do ceifador 3 vezes ás meia noite e,quando o vulto negro aparecer deve-se apontar a esmeralda em sua direção!
A mulher então resolve fazer isso.
Um ano depois a mulher faz uma barraca,dizendo que pode curar pessoas da morte (ela mandava o ceifador não matar aquela pessoa,assim livrando a pessoa da morte) mais ninguém acreditava, até que um aidético,a beira da morte foi até a mulher,já que era sua ultima esperança.
Chegando lá,ele explica o caso a mulher,que finge examinar o rapaz,põe a mão em sua cabeça,faz uma oração e diz que ele está salvo, duas semanas depois o rapaz estava curado,a cidade inteira ficou sabendo e a mulher começou então a se tornar muito famosa,assim resolveu montar uma igreja,e conseguiu.
Vinte anos depois a mulher,já um pouco velha,ela saiu para ir ao banheiro na hora do culto.Foi quando viu a macumbeira num dos corredores da igreja,com sua esmeralda.A macumbeira estava fazendo um feitiço,para que a esmeralda continuasse com poder sobre o ceifador,mas a mulher pensou que ela estava libertando o ceifador,e rapidamente desesperada colocou fogo no local,onde a mulher estava.A esmeralda parecia estar derretendo.A mulher assustada, correu para a igreja foi quando viu o vulto negro acompanhado de um rapaz com uma foice na mão.
O rapaz matou a mulher e todos que na igreja estavam,até mesmo os que a mulher ordenou que ele não os matasse.
Foi a maior tragédia da cidade.Todos os moradores que sobrarão,se mudaram dali,e hoje é uma cidade fantasma.
Dizem que o ceifador ronda a cidade até hoje,e quem ousar o aprisionar vai morrer.Nunca na sua vida chame ceifador 3 vezes de noite ou você morrerá dois anos depois.
Pode não acreditar,mais é verdade.
A mulher desesperada pergunta o que pode fazer para mudar isso.Ela responde que,o único jeito é aprisionar o ceifador.Ela então pergunta do que precisa para o fazer.A macumbeira responde:
-Então você tem que pegar uma esmeralda azul e,chamar o nome do ceifador 3 vezes ás meia noite e,quando o vulto negro aparecer deve-se apontar a esmeralda em sua direção!
A mulher então resolve fazer isso.
Um ano depois a mulher faz uma barraca,dizendo que pode curar pessoas da morte (ela mandava o ceifador não matar aquela pessoa,assim livrando a pessoa da morte) mais ninguém acreditava, até que um aidético,a beira da morte foi até a mulher,já que era sua ultima esperança.
Chegando lá,ele explica o caso a mulher,que finge examinar o rapaz,põe a mão em sua cabeça,faz uma oração e diz que ele está salvo, duas semanas depois o rapaz estava curado,a cidade inteira ficou sabendo e a mulher começou então a se tornar muito famosa,assim resolveu montar uma igreja,e conseguiu.
Vinte anos depois a mulher,já um pouco velha,ela saiu para ir ao banheiro na hora do culto.Foi quando viu a macumbeira num dos corredores da igreja,com sua esmeralda.A macumbeira estava fazendo um feitiço,para que a esmeralda continuasse com poder sobre o ceifador,mas a mulher pensou que ela estava libertando o ceifador,e rapidamente desesperada colocou fogo no local,onde a mulher estava.A esmeralda parecia estar derretendo.A mulher assustada, correu para a igreja foi quando viu o vulto negro acompanhado de um rapaz com uma foice na mão.
O rapaz matou a mulher e todos que na igreja estavam,até mesmo os que a mulher ordenou que ele não os matasse.
Foi a maior tragédia da cidade.Todos os moradores que sobrarão,se mudaram dali,e hoje é uma cidade fantasma.
Dizem que o ceifador ronda a cidade até hoje,e quem ousar o aprisionar vai morrer.Nunca na sua vida chame ceifador 3 vezes de noite ou você morrerá dois anos depois.
Pode não acreditar,mais é verdade.
Slender Womem
Trevas, trevas...
Embora elas não me rodeiem completamente, elas me cegam. No céu negro e estrelado a lua cheia brilha através das copas das árvores , o único ponto de luz nessa escuridão, vem do coração de um pequeno rapaz, que esta perdido nesta floresta imensa á pelo menos uma hora. A lua o ilumina, mas eu não o vejo, existe uma névoa em torno de dele, que me faz enchergar apenas a luz que ele exala, aquela luz é meu único alimento, assim como seu sangue, sua dor.
Antes de me tornar essa coisa que sou hoje, eu não me alimentava da vitalidade de corações, eu era apenas uma enfermeira, eu ajudava as pessoas, e agora tenho de viver escondida em florestas, e quando estou com muita fome, até me arisco em entrar em algumas casas a noite.
Mas agora eu só vejo uma luz.
Ele olhava em volta freneticamente, temendo não estar sozinho, eu via seu interior, eu me camuflava entre os ganhos, como ele poderia saber. Certamente, ele deveria ter notado que aqueles dois outros garotos tinham sumido do acampamento. E com toda sua bravura ele veio os procurar, sozinho. Sua imaginação começou a tomar conta de seus sentidos e sua frequência cardíaca aumentou.
Ele ouviu um galho estalar em algum lugar perto de dele, e de repente todas as histórias que foram contadas ao redor da fogueira na noite anterior vieram a tona em sua mente mais uma vez. Especialmente o que seu irmão havia dito... Qual era o nome da criatura que não tem rosto e ataca em florestas? Outro galho estalou um pouco mais distante dessa vez...
Sem boca, sem nariz. Ele me procurou loucamente ao seu redor, mas era impossível ver qualquer coisa neste nevoeiro.
“Ele supostamente vive nessa floresta, mas que é apenas uma história, certo?” O garoto falou consigo mesmo, deixando obviu, estar falando de mim, ou não exatamente.
Seus pensamentos se dissolveram quando ele viu o contorno de uma figura, mas não a de um homem. Era obviamente uma fêmea. Estava usando um vestido preto que parecia abraçá-la, ela tinha seios, e uma de suas pernas aparecia em uma fresta do vestido, apesar de desfigurada, ela um dia fora uma bela moça, modéstia parte.
O garoto esta paralisado, seus lindo olhos brilhantes, incapazes de desviar o olhar.
“Por que você esta tão assustado?” É o que eu gostaria de dizer se tivesse lábios.
Quando eu percebo, você esta vindo em minha direção. Há algo estranho com ele, parece inebriado com minha presença, e eu não consigo colocar minhas mãos sobre ele. A calma esta enchendo seu corpo como uma droga. Quando ele chega bem perto de mim, ele me olha de um jeito peculiar, como se me conhecesse.
Eu não podia ouvir seus pensamentos mas sei exatamente o que ele pensou.
“Seus belos olhos são a meia-noite, são o motivo de ter medo do escuro, sem alma, mas ainda sim eu estou atraído por ela, incapaz de desviar o olhar. O medo começa a me queimar, mas é imediatamente dizimado, por aquela aura demoníaca e angelical ao mesmo tempo.”
Mas é ai que ele entra em pânico, quando percebe que não consegue parar de olhar.
O que ele não percebe é a boca... Ou a falta dela, melhor dizendo. Você está tão longe que você nem percebe. Seu corpo inteiro, exceto por seus olhos negros como tinta, é branco como um alabastro. Ele parou de andar, mas ainda parece estar se movendo em direção a mim, ou flutuando.
De repente eu o engulo, mas a única coisa que ele verá será uma nevoa negra, que antes você observava atentamente em meus olhos adoravelmente assassinos, e então tudo, se torna nada. Em um instante, ele deixa de existir.
Ela não tem alma, mas ela possui milhões. Ela é o conforto, e também o medo. Ela foi criada por uma criatura de morte, para que ele pudesse ter alguém também para amar...
FONTE:Creepy World
Jeffrey Dahmer
Jeffrey Lionel Dahmer,foi um serial killer americano.Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo. Já foi inspiração de vários artistas, como as bandas de thrash metal Slayer e Soulfly fizeram músicas sobre a história de Dahmer: "213" do Slayer, e "Jeffrey Dahmer" do Soulfly. Seu nome é citado na música "Cannibal" da cantora americana Kesha.
Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, onde estudou na Revere High School. Lá Dahmer jogava tenis e tocava clarinet. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Muitos de seus colegas o descreviam como "estranho" e "bizarro" por causa das constantes brincadeiras que cometia. Tudo parte de uma tentativa de Dahmer de se entrosar entre os colegas, algo em vão.
Após formar-se no ensino médio, foi abandonado por sua mãe em Bath, Ohio. Foi deixado, então, sem comida, sem dinheiro e com uma geladeira quebrada com apenas 18 anos. Estudou durante três meses na Universidade do Estado de Ohio, mas largou a universidade após 3 meses de bebedeiras. Foi então numa noite de Junho de 1978 que Dahmer cometeu seu primeiro assassinato.
O pai de Dahmer então o fez entrar no Exército, onde iria servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981, deram-lhe uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer revelou mais tarde à polícia que não conseguiria ver seu pai, então foi para Miami Beach, Florida porque estava "cansado do frio".
Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto deste ano, foi detido por expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.
No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.
A 25 de Setembro de 1988 foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi libertado. Pouco depois começou uma onda de crimes, matando quase uma pessoa por semana, que só terminaram em 1991.
Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando pelo ânus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse à polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido “os amantes”).
No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).
Em 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas. Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia, conduzindo-a até ao apartamento de Dahmer. Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um policial subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário. Dahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zombies".
Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15. As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa de homicídio de Edwards. O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade. O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão. Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.
Dahmer cumpriu a pena no Columbia Correctional Institution em Portage, Wisconsin, onde se tornou cristão.(por que todo mundo vira cristão affs) Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo seu pai. Roy Ratcliff, um pastor local, concordou em batizá-lo.
Depois de assistir a um serviço religioso na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer ficou apenas com feridas superficiais.
Em 28 de Novembro de 1994 Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até à morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico (afirmava receber visões do Além, sendo que em uma delas teria recebido a ordem para assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital, devido a vários traumas na cabeça.
O apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vago. Existem planos para o tornar num jardim em memória às vítimas.
Em 1994 Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel está reformado e vive com a mulher em Medina County, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey, apesar dos seus crimes. A banda de Thrash metal, Slayer, fez uma música sobre a história de Dahmer, o nome da música é "213".
FONTE:O Limbo
FONTE:O Limbo
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O ritual do espelho
Há rumores de que a cada Halloween, entre as 02:00 e 05:00 da manhã, existe um vazio.
Você deve ficar de pé em frente a um espelho em um quarto totalmente escuro. Você deve ficar com o olhar fixo no espelho. Se você ficar lá até o momento certo chegar, você sentira um arrepio tomando conta de seu corpo. Coloque sua mão direita no espelho e sussurre "Eu aceito". Se feito corretamente, aparecerá no espelho uma fraca imagem de um bebê sem pele, e olhos completamente negros. Ele vai olhar diretamente na sua alma e você ouvirá o som de moscas e sussurros nervosos.
Você não será capaz de distinguir a imagem no espelho, mas será preenchido de um terror inexplicável. O bebê irá perguntar para você cinco perguntas sobre eventos que ocorreram em sua vida. A voz dele será como uma lixa, ou qualquer outro tipo de fricção, e você estará desprovido de qualquer emoção humana. Para cada pergunta que você responder errado, você perderá um dos seus 5 sentidos para sempre. Para cara pergunta que você responder certo, você poderá dizer o nome de alguma pessoa que você conhece.
Essa pessoa será encontrada morta na manhã seguinte com sua pele removida e sem olhos.
FONTE:Creepypasta Brasil
FONTE:Creepypasta Brasil
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Brinque comigo
O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer.
Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha.
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
"Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!" Sally olhou para sua boneca e sorriu.
"Ok mamãe!"
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
"Obrigada mamãe".
"Você é bem-vinda, querida." Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. "Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo." Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.
"Mmg! Jommy Munle?" Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.
"Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!" Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
"A Sarah e Jennie virão também?" Sua mãe olhou-se no pensamento.
"Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!" Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
"Tio Johnny!" Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
"Heyy Sal! Como tens passado?" Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
"Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!"
"Parece uma ótima ideia." Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. "Marie! Estou aqui!" Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
"Mama! Ele está aqui!" A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
"Johnny, você chegou aqui são e salvo." O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
"É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?" Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
"Certifique-se de vir antes de escuro!"
"Sim, senhora!" E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
"É bom te ver homem, como tem passado?" Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
"Eu e Karen nos separamos."
"Ah, isso é terrível, me desculpe .." Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
"Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo." Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. "Mmm Marie, isso é maravilhoso."
"Obrigada, estou feliz que você tenha gostado."
"Mhm! É gostoso." Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
"Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!" Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
"Vou levá-la para a cama." Ele sorriu, ganhando um em troca.
"Tudo bem, obrigada John." O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.
"Você precisa de ajuda?" Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. "Ok, vamos ver o que você tem." O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. "Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.". Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. "Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui." Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. "Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso." Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
"Eu posso me vestir tio." Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.
"Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?" Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. "Tudo pronto!" Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
"Você está pronta para a cama?" Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
"Vou guardá-la, tudo bem?" Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
"Claro que não." Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. "Boa noite meu amor."
"Mama Boa noite." Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
"Querida, você está se sentindo bem?" Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. "Sally?"
"M-mãe ... eu ... eu não queria t-to ..." A garota conseguiu dizer que soluços.
"Não queria fazer o que querida?"
"E- .. Eu não queria tocar ... Eu não queria jogar seu jogo..." A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. "El- ... Ele tocou m-me ... A-e me fez to- toca-lo!" Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
"Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora." Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. "Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso." Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
"Tudo bem-mamãe .." A mãe sorriu e beijou sua testa.
"Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja". Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
"Sally o que?" Frank perguntou.
"Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse 'Ele tocou."
"Bem, quem diabos é 'Ele'!?"
"Eu não sei, Frank ... Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente."
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
"Opa .. eu interromper alguma coisa?" Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. "Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?" A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
"Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?" Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
"Sally quer ir também, só queria informá-lo." Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.
"Sally!" A criança olhou para ele e ficou olhando. "Vamos lá, vamos para a loja!" João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
"Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim." Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro "Será que mamãe quer que você vá até a loja?" Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
"Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também." Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.
"Tio Johnny, a loja é do outro lado" Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
"Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?" Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. "Você não está jogando o jogo certo, Sally." Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. "Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim." Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. "Você tem que ser punida agora por quebrar as regras." Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
"Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada."
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci...” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de... Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredor, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
"Quem ... Quem é você? Como você chegou na minha casa?" , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
"Esta é minha casa ...." A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. 'Sally' O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
"Brinque comigo ..."
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
"Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!" Sally olhou para sua boneca e sorriu.
"Ok mamãe!"
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
"Obrigada mamãe".
"Você é bem-vinda, querida." Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. "Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo." Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.
"Mmg! Jommy Munle?" Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.
"Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!" Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
"A Sarah e Jennie virão também?" Sua mãe olhou-se no pensamento.
"Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!" Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
"Tio Johnny!" Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
"Heyy Sal! Como tens passado?" Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
"Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!"
"Parece uma ótima ideia." Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. "Marie! Estou aqui!" Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
"Mama! Ele está aqui!" A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
"Johnny, você chegou aqui são e salvo." O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
"É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?" Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
"Certifique-se de vir antes de escuro!"
"Sim, senhora!" E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
"É bom te ver homem, como tem passado?" Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
"Eu e Karen nos separamos."
"Ah, isso é terrível, me desculpe .." Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
"Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo." Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. "Mmm Marie, isso é maravilhoso."
"Obrigada, estou feliz que você tenha gostado."
"Mhm! É gostoso." Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
"Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!" Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
"Vou levá-la para a cama." Ele sorriu, ganhando um em troca.
"Tudo bem, obrigada John." O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.
"Você precisa de ajuda?" Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. "Ok, vamos ver o que você tem." O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. "Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.". Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. "Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui." Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. "Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso." Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
"Eu posso me vestir tio." Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.
"Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?" Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. "Tudo pronto!" Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
"Você está pronta para a cama?" Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
"Vou guardá-la, tudo bem?" Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
"Claro que não." Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. "Boa noite meu amor."
"Mama Boa noite." Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
"Querida, você está se sentindo bem?" Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. "Sally?"
"M-mãe ... eu ... eu não queria t-to ..." A garota conseguiu dizer que soluços.
"Não queria fazer o que querida?"
"E- .. Eu não queria tocar ... Eu não queria jogar seu jogo..." A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. "El- ... Ele tocou m-me ... A-e me fez to- toca-lo!" Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
"Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora." Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. "Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso." Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
"Tudo bem-mamãe .." A mãe sorriu e beijou sua testa.
"Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja". Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
"Sally o que?" Frank perguntou.
"Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse 'Ele tocou."
"Bem, quem diabos é 'Ele'!?"
"Eu não sei, Frank ... Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente."
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
"Opa .. eu interromper alguma coisa?" Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. "Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?" A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
"Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?" Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
"Sally quer ir também, só queria informá-lo." Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.
"Sally!" A criança olhou para ele e ficou olhando. "Vamos lá, vamos para a loja!" João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
"Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim." Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro "Será que mamãe quer que você vá até a loja?" Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
"Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também." Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.
"Tio Johnny, a loja é do outro lado" Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
"Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?" Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. "Você não está jogando o jogo certo, Sally." Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. "Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim." Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. "Você tem que ser punida agora por quebrar as regras." Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
"Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada."
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci...” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de... Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredor, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
"Quem ... Quem é você? Como você chegou na minha casa?" , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
"Esta é minha casa ...." A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. 'Sally' O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
"Brinque comigo ..."
domingo, 9 de dezembro de 2012
Tulpa
Ano passado eu gastei mais ou menos seis meses em algo que podia se chamar "projeto psicológico". Estive procurando no jornal local anúncios de emprego e achei um convidando pessoas criativas que estivessem procurando por um dinheiro fácil. Bem, a partir do momento em que aquele era o único para o qual eu estava relativamente qualificado, liguei para o número do anúncio e arrumei uma entrevista.
Me disseram que tudo que eu precisava fazer era ficar parado, sentado em uma sala, sozinho, com sensores colocados em minha cabeça para ler atividade cerebral, e enquanto eu estivesse lá, eu visualizaria uma duplicata de mim mesmo que eles chamaram de minha "tulpa".
Parecia bem fácil, eu concordei quando disseram quanto iam me pagar. No dia seguinte, comecei. Me levaram para uma sala simples com uma cama e colocaram sensores na minha cabeça, sensores que estavam ligados a uma pequena caixa preta em uma mesinha ao meu lado. Eles falaram comigo sobre eu visualizar minha duplicata de novo. Eu expliquei a eles que era chato, e eu ficava impaciente, invés de me mexer, eu deveria ver minha duplicata se mexendo e tentar interagir com ela e assim por diante. A idéia era manter ele comigo o tempo todo em que eu estivesse na sala.
Eu tive uns problemas nos primeiros dias. Era muito mais difícil do que qualquer experiência extra corpórea que eu já houvesse feito. Eu imaginava e visualizava minha duplicata por alguns minutos e então me distraia. Pelo quarto dia, eu já conseguia manter ela por mais ou menos 6 horas por perto. Me disseram que eu estava indo muito bem.
Na segunda semana me colocaram em uma sala com auto-falantes acoplados nas paredes. Me disseram que gostariam de ver se eu conseguia manter a tulpa mesmo com estímulos para me distrair. A música era bem desordenada, feia, inaudível e fazia o processo ser mais difícil, mas eu consegui de qualquer modo. Na semana seguinte, eles tocaram uma música ainda mais insuportável, piorada com loops, distorções, microfonias e algo que pareciam serem vozes guturais falando em idiomas estrangeiros. Eu só ria daquilo, já tinha me tornado profissional em manter a tulpa.
Comecei a ficar entediado com o passar dos dias. Para animar as coisas, comecei a interagir com minha cópia. Conversávamos, jogávamos jo-ken-po, e eu imaginava-o dançando break dance ou qualquer coisa que eu julgasse engraçado. Perguntei aos doutores se aquilo atrapalharia os estudos, mas eles só me encorajavam a continuar.
Então brincávamos e conversávamos e foi divertido até que as coisas começaram a ficar estranhas... Um dia eu estava contando a ele sobre meu primeiro encontro e ele me corrigiu, dizendo que a garota estava vestindo uma camisa amarela, e não uma verde. Pensei no que ele disse por um momento e notei que ele estava certo. Isso me assustou um pouco, e após o expediente eu falei com os pesquisadores sobre aquilo. "Você está usando ele como forma de chegar ao seu subconsciente", eles explicaram. "Você sabia em algum lugar que estava errado, então seu subconsciente lhe auto-corrigiu".
O que era assustador se tornou divertido! Eu podai consultar meu subconsciente e revirar memórias passadas muito facilmente. Minha tulpa podia citar páginas inteiras de livros que eu havia lido anos atrás e se lembrar de coisas que eu havia aprendido no ensino médio e já havia esquecido. Era incrível.
Com o tempo, comecei a levar minha duplicata para fora do centro de pesquisas. No começo tive medo mas então me senti a vontade de sempre que me entediava, o trazia e passava o tempo. Então comecei a trazê-lo tanto que começou a parecer estranho não tê-lo por perto. Levava-o quando saia com amigos, quando ia a casa da minha mãe, e até levei ele uma vez para um encontro, e uma vez que não precisava falar em voz alta com ele, eu podia manter conversas sem que ninguém soubesse.
Eu sei que pode soar estranho, mas era divertido. Além de ser minha subconsciência e memória sempre ao meu dispor, estava começando a ficar mais atento do que eu mesmo as coisas ao meu redor, notando detalhes e sinais de linguagem corporal que eu não percebia. Por exemplo, nesse encontro em que o levei, eu pensei que as coisas estavam indo mal a beça, até que ele me apontou sinais de que ela estava rindo demais de minhas piadas e estava dando muitas chances para que eu falasse algo a mais, então eu realmente notei e escutei o que ele dizia e vamos apenas dizer que o encontro se saiu muito bem.
Quando fizeram 4 meses em que eu estava no centro de pesquisas, ele estava comigo constantemente. Então os pesquisadores vieram até mim e pediram para que eu parasse de visualizá-lo. Eu me neguei, e isso agradou eles. Eu silenciosamente perguntei a minha duplicata o que deveria ter trazido essa idéia e ele simplesmente deu de ombros. Eu também.
Eu me retive um pouco do mundo naquela época. Estava tendo problemas em conviver com as pessoas. Parecia muito que elas não sabiam ou estavam confusas sobre o que falavam, enquanto e tinha uma manifestação de mim mesmo para consultar. Fez com que socializar ficasse estranho. Ninguém parecia ciente do que fazia elas ficarem bravas ou alegres, não pareciam saber a razão por trás de tudo. Eu sabia. Ou pelo menos podia perguntar a mim mesmo.
Um amigo que confrontou em uma tarde. Ele socou a porta até eu abrir e caiu como uma tempestade em mim, raivoso. "Você não atendeu o telefone por duas semanas seu porra!" Gritou. "Qual é a porra do teu problema?"
Eu ia pedir desculpas e provavelmente iria com ele a um bar naquela. Mas então minha tulpa ficou furiosa. "Bata nele", ela disse, e antes que eu soubesse o que estava fazendo, eu soquei ele. Ouvi seu nariz quebrar. ele caiu no chão e se levantou balançando, e batemos um no outro até arrebentar meu apartamento. Eu nunca estive tão furioso quanto naquele momento, e não tive piedade. Derrubei-o no chão e dei dois pontapés nas costelas, e foi ai que ele fugiu, machucado e choramingando.
Em alguns minutos a polícia chegou, e eu aleguei auto-defesa, e uma vez que ele não estava lá para se defender, a polícia me deixou com uma advertência e foi embora. Minha tulpa estava animada o tempo todo, e passamos a noite falando sobre a briga e sobre como eu dei uma bela surra no meu amigo.
Na manhã seguinte vi meu olho roxo e meu corte no lábio, e lembrei do que havia ocorrido para iniciar a briga. Minha duplicata é que havia se irritado, e não eu. Eu bati em um amigo chateado e me senti bem por isso. Tive vergonha e me senti culpado. A tulpa estava presente, é claro, e sabia meus pensamentos. Então disse: "você não precisa dele". "Você não precisa de mais ninguém". Me arrepiei.
Contei aos pesquisadores tu que se passara e eles apenas riram de mim, dizendo que eu não podia ter medo de algo que eu estava imaginando. Minha tulpa apenas balançou a cabeça e sorriu para mim.
Tentei considerar aquelas palavras seriamente e não ter medo, mas a tulpa estava realmente me incomodando com seu sorriso constante e malicioso, e não havia emprego no mundo que valesse minha sanidade. Evitava olhar ou me concentrar nele, mas sempre que olhava ele estava com os olhos rápidos e mais tenso, então comecei a tentar fazê-lo sumir. Nos primeiros dias foi bem difícil, mas finalmente conseguia manter ele longe por umas horas, mas cada vez que voltava, estava pior e pior, mais tenso, mais alto e ameaçador, com os olhos mais fundos, a pele mais acizentada, os dentes mais pontudos. E cada vez em que ele voltava, aquela música destonada que em faziam ouvir, voltava com ele. Quando estava e casa, tetando relaxar e cochilar, não mais me concentrando nele, ele aparecia, e o barulho agudo junto dele.
Ainda visitava o centro de pesquisas naquela época, e estava fazendo meu trabalho pelas próximas 6 horas, precisava do dinheiro, e achava que eles não haviam percebido que eu não estava mais visualizando minha tulpa constantemente. Eu estava errado. Dentro de pouco tempo, dois homens me seguraram e me contiveram e alguém com uma jaleco médico aplicou uma injeção hipodérmica em mim.
Acordei de meu torpor preso em minha cama, com a música tocando e minha tulpa sobre mim. Ele mal se parecia mais com um humano. Tinha os olhos afundados até as órbitas, os dedos longos e deformados, era muito mais alto que eu, porém corcunda. Ele era, em suma, assustador pra caralho. Tentei me concentrar em não vê-lo, mas não conseguia me concentrar. Ele riu e deu um tapinha na intra-venosa em meu braço. Eu lutei contra as amarras da melhor maneira que pude, mas mal pude me mover.
"Eles estão te enchendo com aquela merda, eu acho. Como vai a cabeça? Tudo confuso?" Ele chegava mais e mais perto conforme falava. Tive náuseas, seu hálito era como carne passada. Me concentrei muito, mas não era capaz de baní-lo.
As próximas semanas foram terríveis. Quase sempre entrava alguem em um jaleco e me injetava algo ou me forçava a engolir uma pílula. Me mantiveram tonto e inconsciente, e as vezes me mantinham alucinado e tendo visões. Minha tulpa estava lá, o tempo todo, zombando. Ele interagia, ou talvez até fosse o motor das minhas alucinações. Cheguei a alucinar que minha mãe veio me visitar, me abraçando e chorando, e então ele cortava a garganta dela e me banhava em seu sangue. Foi tão real que pude sentir o gosto.
Os médicos nunca falavam comigo. Eu implorava, gritava, pedia em grunhidos e nada. Mas falavam com minha tulpa. Ao menos eu acho... estava tão dopado e alucinado que não sei dizer, mas comecei a me convencer de que ele era real e eu era a cópia. Algumas vezes ele encorajava essa linha de pensamento, outras vezes ria de mim.
Então, um dia, enquanto ele me contava uma história de como ia degolar todos que eu amava, começando por minha irmã, ele parou, um ar tenso cruzou seu rosto e ele colocou a mão em minha testa, como minha mãe fazia para saber se eu estava febril. Ficou parado por um bom tempo e sorriu. "Todos os pensamentos estão criativos", ele me disse, então saiu pela porta.
Após três horas vieram a meu quarto e me injetaram algo muito forte, de modo que desmaiei, e quando acordei, estava deitado, desamarrado e livre. Levantei, corri até a porta e estava destrancada. Abri e corri por um longo corredor vazio, abri outra porta e tropecei escadas a baixo até a porta dos fundos do prédio. Desmaiei de novo, devido a dor, gritando feito uma criancinha. Sabia que deveria continuar correndo, mas não conseguia.
Cheguei em casa, de algum modo. Tranquei a porta e coloquei um armário na frente.Tomei um longo banho e dormi por um dia e meio. Ninguém veio a minha casa naquele dia, nem no seguinte, nem no próximo nem no outro, por uma semana me mantive naquele quarto. Havia acabado. Pareceu um século. Eu havia tirado tanta coisa da minha vida que ninguém se importo com o fato de eu estar desaparecido.
A polícia não achou nada. O centro de pesquisas estava vazio quando investigaram. A documentação foi inútil e os nomes que eu dei não resultaram em nada. Até o dinheiro que eu havia recebido era irastreável.
Eu me recuperei o máximo que pude. Não saio muito de casa, e quando saio, tenho ataques de pânico. E choro. Choro muito. Não durmo muito, e meus pesadelos são horríveis. Acabou, tento me convencer, eu sobrevivi. Uso as técnicas de concentração que aqueles bastardos me ensinaram, e até que funciona um pouco.
Não hoje. A três dias, recebi uma ligação de minha mãe. Uma tragédia havia ocorrido. Minha irmã havia sido a última vítima de uma série de assassinatos, dizia a polícia. O assassino sangra as vítimas, então as degola.
Houve o funeral essa tarde, o mais bonito que se pode imaginar, eu suponho. Eu estive um pouco distraído. Não conseguia pensar direito ouvindo uma música muito baixa, com estática, distorção, sem tom e com microfonia, vindo de longe. Ainda estou ouvindo - mais alto agora.
Fonte: Creepypasta Brasil
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Masky
Este é o relato da garota que viveu a experiência.
Esta história se passa cerca de um ano atrás, quando eu estava na sétima série. Por favor, não ache que estou mentindo por causa da minha juventude, porque nem todas as crianças são mentirosas. Em torno do tempo, meu primo es
Esta história se passa cerca de um ano atrás, quando eu estava na sétima série. Por favor, não ache que estou mentindo por causa da minha juventude, porque nem todas as crianças são mentirosas. Em torno do tempo, meu primo es
tava morando comigo, e como o nosso apartamento era tão pequeno, tivemos que dividir um quarto. Felizmente eu tinha um beliche.
Então, eu tenho uma tendência a acordar tarde da noite. Não é grande coisa né? Meu primo estava dormindo no beliche acima de mim e da porta do banheiro fica ao lado de minha cama. A porta estava entreaberta e a luz estava acesa, eu e Nick (meu primo) não gostamos do escuro. Eu fico paranóica, mas ele apenas tem medo.
Enfim, eu olhei para o meu despertador no meio da noite, por volta das duas da manhã. Havia um pouco de luz no quarto, vindo do meu banheiro. E eu notei uma figura de pé no meu armário. Eu até esfreguei os olhos várias vezes para me certificar de que não estava imaginando isso ou se eu não estava vendo claramente. Ele era baixo, vestiaum casaco preto e uma máscara branca.
Foi a máscara branca que me assustou mais. Era normal, porcelana, mas os olhos estavam abertos. Quase como os olhos da máscara nas entradas de mármore Hornets. Mas eu nem sabia o que Marble Hornets estavam naquele momento. Então como eu poderia estar tendo um pesadelo sobre isso (quando este não era mesmo um sonho em tudo)?! Parecia muito real!
A boca da máscara foi puxada para um sorriso, um muito grande, sorriso de boca fechada.
Eu não podia me mover, estava muito assustada. Eu sabia que não era Nick fazendo uma brincadeira comigo, porque eu podia ouvi-lo roncar em cima da minha cama. A figura não se mexeu, nem sequer piscou. Eu lentamente me levantei, e apoiei em minha porta do banheiro. Quando eu virei minha cabeça para alcançar a maçaneta, então mais luz poderia iluminar todo o quarto, olhei para trás e não havia nada.
Escusado será dizer que, eu quase não dormi à noite.
Na manhã seguinte, antes da escola, eu verifiquei meu armário para ver se havia alguma roupa branca que poderia ter feito a forma da máscara. Nada estava lá! Segui em frente e me aprontei para a escola. Quando meu amigo me perguntou o que diabos havia de errado comigo, eu respondi: "Havia um garoto mascarado no meu armário!"
Um tempo depois comecei a pesquisar sobre ele.Foi então que eu descobri Marble Hornets.
Eu ouvi do Homem Magro (mas ele não desempenha um papel especial neste) e na entrada # 19, eu vi um homem mascarado.
Pareço louca?
Estou louca?
Hoje em dia, a própria máscara tornou-se popular, as pessoas usam-na. Mas por quê?
Só sei isso, uma vez que você vê-lo. Ele segue você. Ele vai assombrá-lo em seus sonhos. Alguns dizem que se você manter seus olhos sobre ele, ele nunca vai te prejudicar. Mas se você virou sua cabeça, como eu fiz, ele é livre para atormentá-lo até o fim de seus dias. Depois de piscar uma certa quantidade de vezes, ele vai desaparecer por conta própria, e você nunca vai vê-lo novamente.
Não fuja.
FONTE:Creepypasta BR
Então, eu tenho uma tendência a acordar tarde da noite. Não é grande coisa né? Meu primo estava dormindo no beliche acima de mim e da porta do banheiro fica ao lado de minha cama. A porta estava entreaberta e a luz estava acesa, eu e Nick (meu primo) não gostamos do escuro. Eu fico paranóica, mas ele apenas tem medo.
Enfim, eu olhei para o meu despertador no meio da noite, por volta das duas da manhã. Havia um pouco de luz no quarto, vindo do meu banheiro. E eu notei uma figura de pé no meu armário. Eu até esfreguei os olhos várias vezes para me certificar de que não estava imaginando isso ou se eu não estava vendo claramente. Ele era baixo, vestiaum casaco preto e uma máscara branca.
Foi a máscara branca que me assustou mais. Era normal, porcelana, mas os olhos estavam abertos. Quase como os olhos da máscara nas entradas de mármore Hornets. Mas eu nem sabia o que Marble Hornets estavam naquele momento. Então como eu poderia estar tendo um pesadelo sobre isso (quando este não era mesmo um sonho em tudo)?! Parecia muito real!
A boca da máscara foi puxada para um sorriso, um muito grande, sorriso de boca fechada.
Eu não podia me mover, estava muito assustada. Eu sabia que não era Nick fazendo uma brincadeira comigo, porque eu podia ouvi-lo roncar em cima da minha cama. A figura não se mexeu, nem sequer piscou. Eu lentamente me levantei, e apoiei em minha porta do banheiro. Quando eu virei minha cabeça para alcançar a maçaneta, então mais luz poderia iluminar todo o quarto, olhei para trás e não havia nada.
Escusado será dizer que, eu quase não dormi à noite.
Na manhã seguinte, antes da escola, eu verifiquei meu armário para ver se havia alguma roupa branca que poderia ter feito a forma da máscara. Nada estava lá! Segui em frente e me aprontei para a escola. Quando meu amigo me perguntou o que diabos havia de errado comigo, eu respondi: "Havia um garoto mascarado no meu armário!"
Um tempo depois comecei a pesquisar sobre ele.Foi então que eu descobri Marble Hornets.
Eu ouvi do Homem Magro (mas ele não desempenha um papel especial neste) e na entrada # 19, eu vi um homem mascarado.
Pareço louca?
Estou louca?
Hoje em dia, a própria máscara tornou-se popular, as pessoas usam-na. Mas por quê?
Só sei isso, uma vez que você vê-lo. Ele segue você. Ele vai assombrá-lo em seus sonhos. Alguns dizem que se você manter seus olhos sobre ele, ele nunca vai te prejudicar. Mas se você virou sua cabeça, como eu fiz, ele é livre para atormentá-lo até o fim de seus dias. Depois de piscar uma certa quantidade de vezes, ele vai desaparecer por conta própria, e você nunca vai vê-lo novamente.
Não fuja.
FONTE:Creepypasta BR
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Você tem 1 Nova Mensagem
Droga.
Estou trancado dentro de meu armário, na verdade não posso dizer que estou trancado já que a porta só se tranca do lado de fora. Eu estou perdido, sei que vou morrer e por isso estou lhe mandando essa mensagem seja lá quem você for. Eu simplesmente coloquei um numero de celular qualquer para ser o receptor dessa mensagem.
Vou lhe contar o que aconteceu.
Á dois dias atrás eu estava em uma lanchonete com minha namorada, estávamos só comendo, conversando, e eu recebi uma mensagem de um numero desconhecido, estava escrito:
“Desculpe-me por fazer isso com você, eu não sabia que era real, eu tentei fugir, mas esse é o único meio de me salvar...”.
Depois de ficar confuso por alguns minutos, eu liguei para o numero, e ele era um numero inexistente. Então eu achei que devia ser algum babaca tentando assustar qualquer um, por nenhum motivo...
Eu levei minha namorada para casa e fui para a minha para ficar um pouco no computador e depois dormir, eu me sentei no PC e comecei a mexer nas redes sociais, vi alguns sites de tirinhas e então encontrei um site de bizarrices, falando sobre como se comunicar com um Deus, bom eu achei tudo aquilo uma bosta, mas eu li mesmo assim, sobre como fazer um ritual para invocar, e obrigar ele a conceder seu maior desejo.
Eu pensei então que talvez eu pudesse... sei lá conseguir meu tão sonhado Xbox 360... então eu comecei a ler o feitiço, que agora eu não me lembro de nenhuma palavra, só sei que, meu computador começou a entrar em pane a tela começou a piscar, e o teclado e o mouse se desabilitaram sozinhos, logo vi que tinha pegado um vírus de computador foda...
Mas eu não peguei.
Depois e a tela piscar algumas vezes ela ficou totalmente preta e quando voltou a acender, começou a passar um vídeo no media player, era em um tipo de porão ou mausoléu sei lá e haviam muitas pessoas amarradas nas paredes pelas mãos com correntes, tinha muita fumaça, e o local era úmido demais, pensando bem, agora, parecia uma sala de fornalha, bom as pessoas estavam gritando, chorando, e sendo torturadas, haviam algumas mulheres empaladas ao fundo, e alguns homens tendo seus órgãos genitais sendo devorados por porcos. Eu tentei mexer com o mouse para fazer uma varredura no PC com o antivirus, mas eu não consegui.
Eu cansei de ver aquele filme bizarro, que só passava aquelas pessoas morrendo e sendo torturadas, então eu desliguei o estabilizador... Mas quem disse que o vídeo parou, foi ai que a porra ficou seria e eu entrei em pânico, eu tentei desligar o monitor, e o vídeo ainda estava lá, o jeito ia ser, assistir.
Eu fiquei lá sentado observando aquelas pessoas, e notei que era real demais, aquelas pessoas eram muito normais e feias, sem ofensa. Eu não sabia o que fazer... Em certa parte do filme, apareceu um ser obscuro, parecia uma pessoa, mas era muito irreal, era muito branco, com os olhos vermelhos, ele também era muito forte, muito mesmo e estava com um manto branco, o cobrindo dos ombros aos pés... E infelizmente dava para ver que ele estava nu, eu fiquei com nojo... Principalmente quando ele fez um homem defecar na cara de outro, enquanto o ameaçava com um tipo de maquina de choque, o cara não ia ter nem chance de resistir, bom caiu minha ficha na hora... Era a merda de um filme pornô.
Droga...
Estou perdendo o foco, sempre fui conhecido por falar demais, bom eu descobri que aquele cara do vídeo é um deus depois de eu acordar no dia seguinte e ele estar ao lado da minha cama, me olhando dormir, eu pensei que eu seria estrupado ou algo assim, mas ele me perguntou com uma voz de trovão, qual era meu pedido... E eu pedi... Um Xbox 360... eu sei eu sei, eu fui um idiota, mas eu não estava pensando muito bem...
Ele então começou a falar algumas palavras em uma língua estranha, e em seguida falou comigo:
“Eu usei o meio que vocês mortais usam para se comunicar, para lhe mostrar o que acontecerá com sua alma, agora que você tem o seu maior desejo realizado... Você sofrerá para sempre”
Eu comecei a chorar e á implorar para que ele não fizesse isso comigo, eu disse a ele que eu não queria mais o vídeo game, que eu queria voltar a trás... Mas ele simplesmente disse:
“Se você quiser, você poderá se salvar. Apesar de não parecer eu sou muito muito velho, e preciso que vocês humanos me deem suas almas para que eu meu alimente de seu sangue mortal, o único jeito de eu te deixar ir é você me influenciando outra pessoa a me ceder a alma. Mas pense bem, você sacrificaria qualquer pessoa, qualquer um, por um vídeo game? Acho que não, mas existem pessoas que dariam qualquer coisa para ter coisas muito mais valiosas do que a que você me pediu, como... para salvar a vida de alguém...”
“Se você diz que isso será melhor para a outra pessoa... Espero que ela tenha um bom pedido, por que eu digo sim, eu passo isso para outra pessoa”
“Você tem certeza? Você sacrificaria a alma de outro ser humano pelo seu capricho, seu desejo fútil, mesmo não sabendo se a outra pessoa fará a escolha certa?”
“Sim...”
“Você tem dois dias, para encaminhar uma mensagem por qualquer meio de comunicação humano, para qualquer um que você quiser, ou eu virei lhe buscar...”
Ele esta em meu quarto agora... me desculpe.
FONTE:Creepy Worl
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