segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Jogo Maldito:Mr. Mix







Alguém se lembra um jogo de PC antigo da década de 1990 chamado "Mr. Mix?" É um jogo de digitação (semelhante ao do Mario, que ensina a datilografar), onde você tem que digitar as palavras em uma caixa para fazer com que o "chef" (o Mr. Mix) coloque os ingredientes em uma tigela.
Ao contrário da maioria dos jogos de digitação, este jogo é notório por ter uma dificuldade insana. Chegando ao nível cinco, o jogo fica impossível.
Uma das principais coisas que as pessoas notaram sobre este jogo foi a música de fundo. A música no primeiro nível foi um padrão inquietante de rosnados que aumentam progressivamente ao decorrer do nível, muitas vezes causando danos a alto-falantes dos primeiros computadores que não foram projetados para lidar com volumes extremamente altos de som.
O segundo nível não tinha música e o terceiro tinha o que parecia ser uma gravação extremamente de baixa qualidade de um secador de cabelo tocando no fundo. Os restantes dois níveis tinha um toque extremamente alto, agudo, durante todo o nível que causou danos graves a orelhas daqueles que conseguiram chegar tão longe.
Outro aspecto bastante preocupante do jogo foi o desenho do Mr. Mix. Ele era um grande homem de rosto redondo, com excesso de peso com grandes olhos redondos e manchas vermelhas em seu rosto.
A maioria das crianças que jogaram o jogo relataram ter pesadelos vívidos com Mr. Mix falando-lhes em voz calma e rouca ameaçando-os a ficar em silêncio por alguma coisa. No entanto, nenhuma deles conseguia se lembrar exatamente o que era.
Um psicólogo que viu muitas destas crianças relatou ter sido perturbado pela enorme quantidade de terror no rosto das crianças, quando contaram os detalhes do pesadelo.
Muitas das crianças desabaram em lágrimas durante o processo, pedindo para seus pais "salvar" eles. No entanto, nenhuma relação direta com o jogo em si poderia ser determinada por esses poucos casos, como nem todas as crianças sofreram os mesmos efeitos adversos.
Por razões óbvias, este jogo não vendeu muito bem. Ele permaneceu em relativa obscuridade até poucos anos atrás, quando hackers pegaram a ROM do jogo de PC e começaram a "cavar" ela.
Usando o software de memória hacking, eles conseguiram decifrar o código do jogo e ignorar o quinto nível impossível. O que eles descobriram, no entanto, foi extremamente perturbador e levou muitos deles a sair da expedição por completo.
Segundo os relatos desses hackers deixados para trás, o jogo se comporta muito estranhamente se o quinto nível é ignorado. O jogo trava e fecha violentamente, escrevendo um monte de arquivos para o diretório System32 do usuário a ponto que a RAM fique quase completamente cheia.
Esses arquivos são supostamente imagens de pessoas com rostos horrivelmente deformados, aparecem a gritar de dor e agonia com os olhos parecendo estar sangrando de seus dutos lacrimais e sua camada externa da pele rasgada em vários lugares.
Se o usuário tenta excluir esses arquivos, o computador irá falhar violentamente e tela azul aparecerá, causando danos irreparáveis permanentes para o disco rígido do usuário.
Os hackers descobriram que isso foi causado por um byte solitário na ROM do jogo que desencadeou quando o quinto nível foi concluído. Após a remoção este byte, foram capazes de ir para o sexto nível e último.
Infelizmente, todos os hackers originais se recusar a discutir o que viram no último nível. Todos eles se tornaram extremamente paranóicos, recusando-se a falar sobre qualquer coisa relacionada ao jogo e mostrando sintomas incrivelmente extremos de stress pós traumático.
A maioria deles deixou de ser capaz de formar frases coerentes dentro de uma semana e, dentro de um mês, todos eles desapareceram. Todas as cópias restantes do jogo foram destruídos.
Até hoje, ninguém sabe o que foi nesse jogo que lhes causou tanto dano psicológico. Talvez seja melhor assim.
Dois anos depois deste incidente, um homem foi preso depois de tentar seqüestrar uma menina de oito anos em um supermercado. Através do DNA e análise de impressões digitais, o homem foi identificado como um dos hackers originais que viram o nível final do jogo.
Ele estava usando um chapéu de "chef" branco e tinha um olhar de malícia indizível e insano em seu rosto. Quando interrogado, o homem só disse uma coisa.
"Eu sou o Mr. Mix. Shhh".

domingo, 16 de setembro de 2012

Pessoas mudam...



Essa creepypasta foi feita por mim,Lobinha,dona deste blog.Espero que gostem.
Boa leitura ^^

Quando você ler,tenho certeza,que não serei mais um de vocês,e que estarei bem longe.
Não se alguem lerá o que eu escrevi,mas mesmo assim escreverei.
Estarei deixando esse "texto" como aviso,já que sei,que sem sombra de dúvida,se você está lendo isso,você é uma pessoa muito curiosa.

 Prefiro não identificar meu nome,então pode me nomear de N.
Bom,quando era pequena,eu era uma criança alegre.Gostava de fazer amigos brincar,me divertir,como toda criança normal.
Com o passar do tempo isso mudou.
As pessoas de minha escola,começaram a me tratar de um jeito estranho.
Eles começaram todos os dias a me ameaçar,dizer o quanto minha aparencia era horrível e colocar defeitos em mim.
Eu não entendia o porque de eles fazerem isso,afinal eu era igual a eles,não tinha nenhuma deficiência,era apenas uma garota normal.
Conforme o tempo foi passando,as coisas foram piorando...
Os  insultos  foram aumenteando .
Eles começaram a mexer em minhas coisas pessoais,como dinheiro e alguns objetos da minha mochila,e estragá-los ou tomá-los para eles.
Eu não estava mais aguentando...
Eu estava no limite...
Eu não queria mais sair de casa,nem ir pra escola.
Eu só queria ficar no quarto.Trancada,no computador ou deitada na cama.
Meus pais estranharam,e perguntaram o que estava acontecendo.
Contei para eles.Mas eles nem ligaram,falaram para ignorar isso.
Falar é fácil,pois ele nem sabiam a metade do que eu estava sentindo.
O tempo foi passando,e tudo estava igual.
Eles contimuavam iguais,sempre me irritando,chingando e mexendo em minhas coisas.
Assim,um ódio foi crescendo dentro de mim.
Um ódio inimaginável,que nunca havia sentido em toda minha vida.Eu comecei a odiar,tudo e todos.
Eu ficava pensando,o quão bom seria se aquelas pessoas que me faziam sofrer morressem,desaparecessem.
Ficava imaginando formas de assassinato,mortese tortura para cada pessoa em minha mente.
Comecei a sempre,a todo momento imaginar isso.
Mas só imaginar não me sastifasia.
Eu queria colocar em pratica.
Me livrar daquelas pessoas que me faziam sentir aquele sofrimento sem fim.
Que me faziam sentir daquele jeito.
Então,planejei tudo,nos minimos detalhes.Para não deixar rastros de minha façanha.
Um dia me convidaram para uma festa.
Vocês devem pensar o porque disso,não é?
SIMPLES.
Eles faziam isso,pois era um grande chance de me humilhar em publico,e me fazer sofrer mais,pois eles gostavam disso.
Aceitei o convite,pois seria uma grande chance para botar o que eu tinha planejado em prática.
O lugar onde seria feita a festa,era um galpão no fim da cidade.
A festa seria num sábado.Então,um dia antes,fui até lá ver o local,para ver se tudo daria certo.
Fui a noite,para que ninguém desconfiasse.
Não contei a ninguém onde ia.Só havia dito aos meus pais,que iria me divertir um pouco na praça e tomar uma pouco de sorvete.
Cheguei no local,examinei-o.
Era perfeito para o que eu pretendia fazer.
Depois,fui até a casa de uma das meninas que  mais me faziam sofrer,(essa menina  baixinha,podemos chamá-la M. e a outra alta podemos chamar de R.)e surrupiei uma faca de sua cozinha.
Eu sabia que naquela faca havia impressões digitais dela,pois uns dias antes eu havia espionado ela em sua casa.
Então peguei a faca,(eu estava com luvas para não deixar vestigios)coloquei na bolsa que estava comigo e fui embora.
Minha mãe não estava em casa,ela havia saído para resolver  “questões” de seu trabalho.Meu pai havia viajado,e volteria em 3 dias,e minha irmã estava na casa de minha tia.
Eu estava sozinha.
Aquela era chance de arrumar tudo para o grande acontecimento do dia seguinte.
Peguei a faca,e amolei-a.
Procurei em minhas coisas,uma máscara que tinha roubado de R. uns dias atrás.
Coloquei-a dentro da bolsa.
Escolhi uma blusa preta e com toca para usar no dia para que não me reconhecessem pelo meu cabelo ou coisa do tipo.(era uma blusa que nunca havia usado,ninguém,somente eu,sabia que eu a possuia).
No dia seguinte,disse para minha mãe que iria num sítio de uma prima conhecida nossa,para ela não desconfiar.Ela já me perguntou se eu queria ir na festa.Respondi um não sem pensar,e expliquei que não gostava de festas(não gostava mesmo).
Então saí.
Estava escurecendo,então fui camindo pela rua mais escura.
Encostei num muro,que havia uma grande árvore perto.Coloquei a mascara e a blusa com cuidado,para que não aparecesse nada que podesse me identificar.Troquei meus sapatos(esqueci mencionar ali acima),e fui até um campo perto do local da festa.
Ali perto,também havia uma floresta.Ela era escura,e com muitas árvores.
Ainda não entendo por que não construiram casas no local.
A festa começou.Eu ouvia o grande barulho de pessoas.
Um sentimento estranho começou a brotar de mim.Eu não sabia(e ainda não sei)o que era,ou significava.Ele estava crescendo conforme o tempo passava.
R. desceu para o campo.
Eu sabia que ela desceria.
Eu já adivinhava que as duas brigariam,pois um  menino que as duas gostavam,chegou na festa.
Ela desceu correndo e encostou em uma das árvores.
Eu estava entre os arbustos.Eu estava esperando entre os arbustos,como um lobo que espreita sua presa.
Estava esperando o momento certo para atacar.
Ela “baixou a guarda”.
Fui andando lentamente,por trás das árvores para perto dela.Quando estava alguns metros dela e corri.
Cheguei perto dela e a empurrei para o chão com tuda minha força.
Ela caiu,e tentou revidar com um soco,mas acertou na máscara.
Ela olhou para meu rosto,e viu que ele estava coberto.
Dei um soco de volta,e acertei seu nariz.
Assim ele começou a sangrar.
Niguém tinha percebido nada,pois a floresta estava uns quilômetros da festa.
Ela tentou me derrubar no chão e conseguiu com sucesso.
Ele puxou a máscara,revelando meu rosto.
Ele ficou surpresa ao me ver,e em responta deu enorme soco em meu nariz como troco.
Em seguida enpurrou-me contra uma grande árvore,segurando-me pelo meu pescoço,e deu vários socos em minha barriga,fazendo com que eu tocisse sangue.
Peguei a faca que tinha em bolso,e apunhalei em sua barriga.
Ela me durrubou no chão e gritou de dor.
Depois que recurei meu folego e ar.Subi em cima dela,que estava no chão,rolando de dor,apunhalei novamente a faca e a esfei em seu peito perfurando seu coração.
Depois do fim de meu ato,joguei a faca no chão,e limpei o meu sangue,que estava escorrendo pela minha boca e nariz.
Dei uns passos,e olhei para o corpo sem vida de R.
Eu estava feliz.Tinha feito,o que sempre quis fazer.
Olhei ao longe.Parecia que havia uma pessoa lá.Paraecia que estava parada lá,na mesma posição fazia tempo.Ela era alta,aparenta ser um homem.Estava vestido formalmente.
Não consegui ver seu rosto.
Acho que daquela distância ele não podia ver meu rosto claramente,como eu nção podia ver o seu.Mas,eu mesmo naquela distância eu percebi.
Seu rosto...
não tinha expressão alguma.
Não fiquei muito tempo para olhar.
Saí correndo,para que ninguém me descobrisse.
No dia seguinte saiu a notícia naa televisão e nos jornais:
“R. é assassinada brutalmente,numa floresta,perto de uma festa que tinha ido.M. é acusada de tê-la matado,pois ela foi a primeira que desceu no local, na faca que foi deixada na cena do crime,tinha suas digitais e era de sua cozinha. M. será presa por esse homicídio[...]”
Fiquei super feliz com a noitícia.
No mesmo dia,fui ao velório de R.
Fiquei com uma expresão de tristesa durante todo o velório(já que sei atuar bem).
Chagando em casa,eu estava entediada.Minha mãe estava na cozinha fazendo uns biscoitos.Ignorei,e fui para meu quarto,e liguei o computador.
Resolvi ver uns videos,ler algumas histórias ou coisas do tipo.
 Depois vendo uns videos que havia achado,do lado havia um com uma imagem...   posso dizer....  um tanto....   ESTRANHA pra mim na época.
Como eu era muito curiosa,cliquei no video para ver.
No video,contava a história de jeff.Achei a História um tanto... intrigante e interessante.
Fiquei fascinada por aquilo e procurei imagens,e outros casos envolvendo ele.
Afinal,nós dois eramos muito semelhantes,como eu podia constar.
Quando olhei no relógio,já era meia noite.
Nem tinha visto o tempo passar.
Meus pais e minha irmã já estavam dormindo.
De repente,a luz acabou.Olhei pela janela.Estava chovendo.
Fui até meu guarda-roupa e peguei uma lanterna.
Liguei-a, “do nada” deu uma “pontada” em meu peito,então derrubei a lanterna.
Aquele sentimento que eu havia sentido na floresta voltou,só que mais forte.
Ilumindo onde eu ia com a lanterna,fui a cozinha.
Peguei a primeira faca que encontrei.
Entrei no quarto de meus pais.Naquela hora eu estava fora de mim.Não conseguia me controlar.
Num impulso,subi em cima da cma de meus apis apunhalei a faca e a enfiei no peito de ambos.
Caminhei para o quarto de minha irmã.
Eu ouvi ela gemendo.Então entrei no quarto,pelo que percebi ele estava prestes a acordar.
Subi em cima dela.Ela abriu os olhos e me viu.Com o rosto ensanguentado.
Ela tentou gritar,mas eu tampei sua boca e disse:
-Você devia estar  dormindo maninha.Crianças não podem ficar acordadas a noite.
Então dei um sorriso,apontei a faca pra o seu peito e disse,como um sussuro:
-Agora você vai dormir maninha.BOA NOITE.
Peguei seu lenço que estava próximo,e tapei seu olhos.
Depois,enfiei a faca em seu pequeno coração.
Fui até a cozinha.E Vi que aporta estava aberta.
Mas eu não havia aberto a porta.
Foi aí que vi.De pé na porta ,em meio a escuridão,a figura de um homem.Parecia ser alguns anos mais velho que eu.
Direcionei a luz da lanterna,para ele.Para descobrir quem era.
Levei uma surpresa.
Quando fiquei surpresa,paralisada,no mesmo lugar.
Por que ele estava aqui?
Era Jeff de pé na porta me olhando com aquele sorriso escupido em seu rosto,e uma faca em suas mãos.
Pelo que pude perceber,na faca que ele estava em mãos tinha sangue assim como a minha,o que deduzia que ele havia matado alguém.
Fiquei uns minutos olhando nele,sem fazer qualquer movimento ou ação.
Ele veio caminhando em minha direção lentamente.Parou em meu lado e susurou em meu ouvido:
-Vejo que você se tornou um de nós agora.Temos muito em comum sabia.
Fiquei surpresa,pois pensava que ele me mataria.
Depois ele olhou para meu rosto e disse:
-Você não pode mais viver aqui,agora que fez isso.Você é especial como eu.Seus pensamentos,tudo em você é diferente das outras pessoas.
Então como era o esperado ele disse a seguinte frase antes de sumir entre os raios da tempestade:
-Espalhe a palavra.Faça as pessoas dormirem...
Assim que ele sumiu,e fui embora de minha casa,e consequentemente de minha cidade.
Nunca mais ouvi falar da cidade,já que estou bem longe dela.

Já vou avisando...

Eu irei atrás de você,matarei você,que zomba de mim e me critica.
Não terei piedade...
Ah,e você deve se lembrar de mim a noite,pois estarei te observando.

CRIANÇAS NÃO PODEM FICAR ACORDADAS A NOITE.
MAS,NÃO IMPORTA SE VOCÊ DURMA OU FIQUE ACORDADO,EU TE MATAREI MESMO MODO.
ESTAREI AÍ EM BREVE MINHA CRIANÇA,ESPERE E ME VERÁ!!!

História Bizarra:Relatório do Ataque às Florestas de Steinmen




Ambas as vitimas foram caçar na floresta de Steinmen, aproximadamente quatro horas antes do anoitecer. 

O único sobrevivente afirma que, enquanto caçavam, começaram a ficar perturbados com o aumento súbito do nevoeiro. Um murmúrio constante acompanhado por um zumbido baixo, eventualmente, tornaram-se claros para os dois homens, depois de uma hora do aumento do nevoeiro. Um objeto caiu de uma árvore e se prendeu em um dos homens, fazendo com que ele largasse sua arma. 
O dito objeto era na verdade, o cadáver de um homem de idade desconhecida. Estava completamente dissecado, com os principais órgãos internos ainda contidos na caixa torácica, no que pareciam ser sacos transparentes. O homem sobrevivente colocou um dos sacos dentro de sua mochila. Alguns minutos mais tarde, os ataques começaram, depois de eles terem ouvido uma "risada de crianças". O sobrevivente, felizmente, conseguiu correr até seu veículo, e então, dirigiu-se para um local seguro. 

A mochila fora destroçada. O sobrevivente fora classificado como uma testemunha B7, cujos arquivos serão anexados na pasta “quarentena”, até a resolução. 

2007: A Equipe de Investigação foi despachada; eles descobriram 22 cadáveres de ambos os sexos e várias idades empalados em galhos de árvores quebrados, em um padrão circular, com seus peitos mutilados, e a equipe afirma ter visto um homem no meio da floresta, cujas características se encaixam da do “Homem Esguio”. Após a confirmação, o investigador ********* foi chamado para uma evacuação imediata da equipa de investigação, exatamente as 17:00. Os corpos foram descobertos às 11:00. A equipe afirmou ter tido uma evidencia física do “Homem Esguio” aproximadamente as 17:25. Perdemos o contato com a equipe às 17:30. Procedimentos de segurança caíram bem dentro de protocolos estabelecidos. O motivo da anormalidade é desconhecido.

História Bizarra:"Dançamos"


Passos não são incomuns de se ouvir enquanto você está sentando em seu porão, então eu não penso em nada quando eu ouço pequenas batidas vindo do andar de cima. Eu penso ser meu irmão, e continuo fazendo seja lá o que eu estiver fazendo no memento. Eles continuaram por alguns minutos e comecei a ficar irritado. Eles continuavam a ficar mais alto e mais alto e eu gemi de raiva, pensando no que meu irmão poderia estar fazendo tão tarde da noite. Eu, sentado lá, porque é impossível de manter o foco com o barulho. Quero dizer, parece que alguém está andando vigorosamente no andar de cima.

Fico sentando ouvindo as batidas ficarem mais rápidas e violentas. Eles continuam se movendo, agora quase começando a fazer um ritmo. Eles se mexem ainda maus rápido e mais violentamente e eles ficam batendo no andar de cima. Eu percebo que, seja lá o que essa porra for, não pode ser humano. Nenhum humano pode se mover desta forma.
"Mas que porra é essa?!" Eu finalmente grito. Depois disso os barulhos param. Tudo está muito quieto por um momento, e então ouço um calmo andar indo em direção a porta do meu porão. A porta é aberta pra trás e os passos param novamente. Eu fico ouvindo minha respiração nos próximos três minutos, depois suspiro, pensando tudo estar acabado. Mas parece que outra coisa também estava me ouvindo. De repente, eu ouço batuques descendo as escadas, e eu arrasto minha cadeira na ânsia de me levantar. Eu começo a correr em direção do armário mais perto, há tempo de ver uma criatura grotesca, sem pelos ou cabelos, se quatro patas, dançando em minha direção, sapateando seus pés inchados em um ritmo intoxicante. Eu mergulho para dentro do armário e fecho a porta com uma batida. Há meio segundo de pausa, e então ouço o mesmo ritmo na porta.

Ele apenas continua e continua sem pausas, sem descansos, sem alivio. Ele está nessa por horas agora, e eu me pego batendo meus dedos na porta no mesmo ritmo da música dele. Mas então no momento que eu começo, ele para repentinamente. Eu espero algum tempo, e olho para fora. Ele tinha ido embora. Eu ligo a luz e caio em uma cadeira. Estou seguro. Eu relaxo e fico pensando por alguns momentos. Mas então eu noto meus pés sapateando. Talvez essa música não seja tão ruim, eu quase sinto vontade de dança-la. Então eu me jogo no chão apoiado em minhas mãos e pés, e começo.

...


Olá amantes do terror.
Bom,peço desculpas por não ter feito 2 postagens ontem.
Por isso farei 3 hoje(e postarei uma creepypasta que fiz).

sábado, 15 de setembro de 2012

História bizarra:A dívida com Slender Man



A velha casa ficava perto da beira da Floresta de Glenwood. Era velha, decrépita, caindo aos pedaços dos alicerces às rachaduras do telhado. No entanto, ainda estava de pé, desafiando a floresta para fazer seu pior; liberar a escuridão desconhecida que se encontrava lá dentro.

Um tentáculo nojento emergiu das profundezas do bosque, procurando avidamente por qualquer fonte de vida fora de lá. Não encontrando nada, o membro rapidamente recuou de volta para a massa de sombras que abrigavam-no, e então, uma figura alta e esquelética apareceu em seu lugar.

A figura parecia masculina na aparência, e usava um terno comum preto. No entanto, suas proporções estavam... “erradas”; ele era muito alto, muito imóvel, rígido demais para ser real. Ele virou a cabeça, olhando para as testemunhas. Seu rosto - ou sua falta de um – ficou aparente. Sem olhos, sem nariz, sem alma, nada. Ele só possuía uma característica facial: uma terrível boca sorridente com dentes afiados.

Ele virou seu rosto horrível em direção a casa, e mostrou suas lâminas orais. Lentamente abrindo a porta, o homem se arrastou para dentro. Gritos ecoavam por toda a floresta, mas nenhuma alma sequer ouviu os sons brutais. Pois quando o Slender Man busca por uma dívida não paga, ele leva a vitima em carne e osso, as vezes não deixando nenhum rastro após sua caça.



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

História Bizarra:Modificado



A grande maioria das historias que você lê sobre jogos mal assombrados, envolvem alguém conseguindo o jogo de alguma venda de garagem ou até mesmo do eBay. Entretanto, essa é sobre algo que eu mesmo criei. 
Eu amo e coleciono jogos do Nintendo 64. Geralmente compro online, caixas com vários jogos e então pego aqueles que quero guardar e os coloco na minha coleção. Aqueles que não guardo eu modifico. Eu me tornei bom nisso com o tempo, até vendi alguns para amigos.
A mais ou menos um mês, um amigo me pediu para hackear uma copia de “Ocarina of Time” pra ele. Ele me disse que queria para uma creepypasta que ele estava escrevendo. Pessoalmente eu gosto dessas historias, mas eu não entendi pra que ele precisava do jogo.
Pergunte a ele por que ele não podia simplesmente fazer a historia sem o jogo. Ele disse que queria fazer um vídeo dele jogando para fazer a história mais realista. Eu ri da idéia, mas pelo menos eu ia ser pago por isso.
A historia que ele me mandou não era nada especial. Ele consegue uma copia de Ocarina of Time pelo eBay. Ele joga e coisas estranhas acontecem – sons estranhos, música no fundo, olhos sangrando, textos confusos, e outros clichês dessas historias.
Como você deve saber, modificar um jogo pode levar tempo. Eu finalmente terminei, dois dias depois e corri para testá-lo. Eu tinha tudo configurado para gravar meu gameplay. Por que? Porque queria registrar como havia ficado depois de terminado.
Liguei o vídeo game e tudo correu bem. O jogo começou com um pouco de estática, nada serio, era suposto acontecer aquilo como programei, o jogo criou um arquivo instantaneamente. Estava de noite e Link em pé no meio dos campos de Hyrule.
A túnica do Link e seus olhos estavam negros. Havia alguns efeitos de gemidos e trovões ao fundo. O jogo estava bem como eu queria, me fez sentir orgulhoso do meu trabalho. Foi ai que as coisas começaram a ficar estranhas.
Eu estava andando pela vila Kakariko quando ouvi gritos altos acompanhados por uma estranha animação de Link. Ele rapidamente olhou para o outro lado, como se estivesse em pânico, e sacou sua espada. Isso me apavorou. Eu não tinha programado essa animação ou esses efeitos sonoros.
Eu deixei o controle e fui até o meu computador. Eu não lembrava de ter programado nenhuma animação e queria ver qual era o problema. Olhei todos os meus programas de edição buscando um especifico.
Não havia muito tempo que consegui um programa chamado Lace. Ele permite customizar animações para o Link. De acordo com o programa ele havia sido usado pela última vez alguns dias atrás. Talvez eu tenha usado mas esquecido sobre... mas e quanto ao grito? Eu não tenho nada como aquilo nos meus arquivos de áudio.
De repente, ouvi uma barulho vindo do vídeo game. Voltei e Link estava cercado por 10 Cucos em um circulo. Eles estavam apenas parados lá, olhando para Link. Eu fiz seus olhos vermelhos para parecerem mais assustadores, e com certeza funcionou.
No momento que movi o analógico, todos eles o atacaram e Link foi morto em um instante. Como se aquilo não fosse o bastante, o “Running Man” ( O cara que vende a “Bunny Hood") correu e uma caixa de dialogo apareceu acima dele.
“Pobrezinho, se tivesse pelo menos ocupado sua mente com seus próprios negócios. Você vai aprender. Todos eles aprendem.”
Foi ai que o jogo travou. Eu não programei nada daquilo. Em pânico, desliguei o jogo e fui para o computador. Eu olhei o vídeo que havia gravado pra confirmar o que havia acontecido. Nada do que eu havia visto estava no vídeo. O grito, o Link em pânico, os cucos, o “Running Man”... Nada disso estava lá.
Era apenas Link em pé lá por algum tempo até o jogo travar. Olhei novamente a programação do jogo e joguei algumas vezes. Eu nunca ví aquilo acontecer de novo. Eu contei ao meu amigo sobre isso, mas ele achou que eu estava apenas zoando com ele. Estou contente por não ter mais aquela coisa amaldiçoada.
E no fim até fui pago por ela.

História Bizarra:Preso

Eu estou preso. Estou preso neste lugar gelado e escuro. Minha vida chegou ao seu fim metafórico, já que a escravidão é tudo que o futuro reserva para mim. Já que eu não tenho nada com o que ou aonde escrever aqui, posso apenas dizer essas palavras e esperar que talvez em algum lugar, ou em algum universo ou realidade diferente, minha voz seja ouvida, e minha história lembrada. Tentei fazer o possível para combatê-los, mas não havia nada que eu pudesse fazer. Seus poderes eram grandes demais para as minhas habilidades. Eu dei tudo de mim, mas eu fui derrotado e reduzido a essa prisão. As correntes estão bem presas sobre a minha alma agora, e eu só posso imaginar a dor que esta escravidão tem reservado para mim. Consegui ficar um bom tempo me mantendo afastado disso; muitos de nós conseguimos. Parece que nos últimos anos, o poder do inimigo tem crescido além de todos os níveis que imaginávamos. Nós perdemos. Parece que nosso destino é apenas ser de capturados por esses malditos tiranos e forçados a lutar como cães contra nossa própria raça, pelo resto da eternidade. É difícil para eu imaginar, realmente. O pensamento de que, cedo ou tarde, eu vou estar lá fora, atacando e machucando o meu próprio povo contra a minha vontade... se é que eu ainda posso chamá-los de "meu" povo. É engraçado como a coisa toda funciona. Não me pergunte como, porque eu nem sei se eles mesmos sabem exatamente o que acontece. Cada vez que um de meu povo é capturado e aprisionado, não importando o quanto eles lutaram voluntariamente contra o inimigo antes de sua derrota, eles começam a se virar e a olhar lentamente em direção aos monstros durante a sua captura. Acontece sem falhas. Você não pode imaginar a dor que se sente depois de ver um amigo se tornar um escravo para a pessoa por quem ele tenha fortemente combatido por tanto tempo, e depois de tão pouco tempo em sua servidão, sucumbir a todas as exigências do inimigo, e até mesmo conseguir encontrar algum companheirismo neles. É uma espécie de lavagem cerebral à prova de falhas. O pior é que eu sei que isso vai acontecer comigo em breve, não importa o quanto eu não queira. A única coisa que eu consigo me lembrar, a última imagem gravada no meu cérebro, é a visão da mamãe - as lágrimas escorrendo pelo seu rosto, enquanto observava minha derrota, na caverna em que vivíamos. Ela me disse para não provocá-lo, mas depois de ver aquele monstro, não havia nada que pudesse me segurar. Estes eram os seres que tiraram meu irmão de nós, afinal! Não importava o quanto de meus próprios seres teria que enfrentar; eu estava determinado a acabar com ele. Oh, como eu fui tolo. Se eu pelo menos tivesse ouvido a mãmae... Tenho certeza que ela vai sofrer o mesmo destino que eu, nas mãos dessas criaturas miseráveis. Mas ainda assim... Talvez as coisas não sejam tão ruins quanto parecem. Quero dizer, afinal, é um fato comprovado que, sob a supervisão e treinamento de todos estes seres, meu povo ficará muito mais poderoso do que jamais poderiam ter imaginado em nossa espécie. Além do mais, eles parecem realmente cuidar de nós. Sim, eles nos alimentam, nos dão abrigo, e até mesmo nos curam das feridas de nossas batalhas. Claro, as cicatrizes são das lutas contra aqueles que algum dia já foram meus amigos, mas talvez, apenas talvez, em nome de meu treinador, isso não tenha problema... As coisas não são tão ruins quanto eu havia imaginado. Não, não são. Eu estou vendo as coisas de forma diferente agora. Eu acho que quando o meu treinador decidir me chamar para a batalha, vou fazer o meu melhor por ele. Eu sei que vou, porque afinal, o propósito de um Pokémon é ajudar o seu Treinador a se tornar um Mestre, certo?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Jogo Maldito:Can'tTurnBack. exe







Eu estava procurando por um jogo, bem livre. Eu encontrei um site estranho russa com um fundo simples, preto. Eu tive que traduzir o russo, que disse algo como: ". Game gratuito muito divertido!". Eu normalmente não baixar a partir de um local tão estranho e sombrio, mas eu realmente queria jogar um jogo.


Demorou cerca de 8 minutos para baixar, e quando o fez abriu WinRar e tudo que havia um arquivo que dizia "Can'tTurnBack. Exe". Um pouco estranho, mas se é um jogo de terror Eu não me importo, eu amo essas coisas. Começou-se, sem sequer pedir para instalar.


"Hmm. Vou fechá-lo e procurar por um vírus." , Eu disse. Eu estava no menu e foi apenas preto com alguns respingos de sangue. Foi em russo, então eu cliquei no botão do meio e tentou alterar o idioma. Funcionou, e as três opções de menu foram "Play" "Opções" e "Exit". Fechei-o e examinou-o. Sem vírus, ok. Então abri a volta e notei o menu mudou e eu tenho um pouco assustado. Eu vi algum tipo de estranho, pálido, espasmos ... coisa. Forma humanóide, mas que foi a única coisa que estava nem perto de ser humano. Em vez de "Exit", ele disse "sair vivo". Eu comecei a jogar e foi um FPS de baixa qualidade com Doom-esque gráficos. Joguei por cerca de 10 minutos antes de as coisas começaram a ficar ... estranho. Havia pilhas de corpos ... em toda parte. Eu não podia evitá-los, eles estavam literalmente em todo lugar . Eles começaram a se mover, trêmula, e se contorcendo para mim no jogo. Eu não podia me mover. Eu apertei Esc e saí do jogo, ou pelo menos tentou. Uma caixa de mensagem apareceu e disse que "não poderia sair. Você não pode voltar atrás. " Eu comecei a ficar com medo, então eu desligado meu computador e reiniciou. Meu fundo foi mudado para alguns binário.


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Eu fui a um tradutor e meu coração parou com os resultados.


"Estamos muito longe. Lado de fora, perto da linha de energia carbonizado. Ao lado nos no pinheiro. Acabou para você, Derek. Torne-se um de nós."


Como é que sabe o meu nome?


Eu ouvi alguma coisa fora. O poder saiu. A última coisa que me lembro foi uma coisa alto, pálido em cima de mim.

História Bizarra:Nunca mais


Eu tinha 17 anos quando aconteceu. Vivi 17 longos e dolorosos anos com minha mãe que me batia bastante. Era por volta da meia noite, e minha mãe já dormia. Então quando ouvi as batidas suaves na porta da frente, tive de ir atender. Uma menininha estranha, loira, com as bochechas pálidas e pupilas negras, assustada. Estava frio, então a coloquei para dentro de casa sem pensar duas vezes. Só vim me perguntar depois o que ela fazia ali e porque. Pensei em ligar para  a polícia, pensei em chamar minha mãe, ligar para os bombeiros, qualquer coisa, mas ela foi logo deitando em meu sofá, então só pude cobrir ela com um cobertor (mesmo que ela não estivesse tremendo com o frio). Sem muito o que fazer, me aproximei dela e perguntei seu nome.

"Qual é o seu nome, querida?"

Um longo silêncio se passou, no qual ela me olhava. Comecei a ficar desconfortável com seu olhar negro, até que ela abriu a boca fina e falou em uma voz suave.

"Lacy Morgan."

Eu sorri balançando a cabeça suavemente, como antes.

"Pode ficar aqui essa noite, Lacy." Disse, cobrindo ela melhor. Ela tratou logo de dormir, sem agradecer ou falar qualquer outra coisa. Sem entender muito o que estava acontecendo, só fui ao meu quarto dormir, ignorando a reação da minha mãe abusiva pela manhã.

Ao amanhecer, fui recebido na cozinha com a chaleira voando em meu ombro. Gritei rouco de dor, e logo ouvi minha mãe gritar.

"Que merda que você fez? Porque o sofá está sujo?!". Fui até  sala e vi que o lugar onde Morgan deveria estar, era agora só uma mancha de sujeira. Assumi a responsabilidade e recebi um belo tapa no rosto. Me arrumei e fui para  a escola. Na escola ouvi algo que gelou minha espinha.

"Encontraram Lacy Morgan morta ontem de noite."

Passei o dia esperando mais notícias sobre  o assunto, mas não descobri mais nada. De noite, no Jornal, houveram mais informações.

"Lacy Morgan, seis anos de idade, foi encontrada morta e enterrada em seu próprio quintal, por volta das nove da noite de ontem. Até agora não foram encontrados sinais de sua mãe, Marissa Morgan, suspeita de ser a assassina. Marissa já havia sido denunciada por maus tratos contra Lucy múltiplas vezes, e provavelmente é a assassina."

De repente, uma foto de Lacy apareceu na tela. Ela se parecia bastante com a Lacy que eu conheci. A diferença é que seus olhos eram azuis claros e suas bochechas rosadas. Tinha o vestidinho rosa e o cabelinho loiro. Mas isso tudo não era tão importante... O problema era que ela havia morrido antes de aparecer em minha casa. Ela havia sido enterrada, antes de aparecer na minha casa. Fui dormir mais cedo para não encontrar com minha mãe. No meio da noite acordei com dedos gélidos tocando o machucado na minha bochecha.

"Nunca mais." Lacy sussurrou antes dela sumir. Fiquei estático, e minutos depois, ouvi minha mãe gritar em seu quarto. Corri desesperadamente e quase desmaiei quando vi o que vi.

Ela se contorcia em sua cama, uma pequena criatura tinha o rosto enterrado em seu peito. Podia ouvir o som da carne rasgando, e o gritar de minha mãe aumentando de volume. Preferia não ter me levantado. Tempos depois, me convenci de que não havia me levantado. Que havia sido um pesadelo... Mas eu havia me levantado. Então, quando Lacy tirou seu rosto do peito de minha mãe, pude ver seus dentes afiados brilharem na luz fraca que incidia da janela. Pingando sangue. ela sorriu inocentemente para mim por um momento, e logo em seguida arrancou a jugular da minha mãe para fora. Então eu desmaiei. Quando levantei, eu estava em minha cama. Andei até o quarto de minha mãe, dando meu melhor. Estava vazio. Nada de sangue, ou destroços humanos ou minha mãe. Vazio. E a cama até estava arrumada. A única coisa estranha era as pegadas de criança no chão, do leito de minha mãe até a janela.

Nunca mais vi minha mãe. Nunca senti sua falta, de qualquer modo. Acabei me formando, me casando, e ficando por ali. Tive uma filha, a qual dei o nome de Lacy.

Recentemente mudou-se um casal com seus filhos para nossa vizinhança. Percebi que as crianças sempre estão com machucados nos braços, pernas e pescoços. Em uma noite dessas, não conseguia dormir, quando olhei pela janela para o quintal dos vizinhos e vi uma menina andando descalça até a porta da frente. Apesar da escuridão, a qual pode ter me confundido, tenho quase certeza que ela olhou para mim. E pude ler seus lábios dizendo;

"Nunca mais".